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Notícias

Apicultores aprendem técnicas para melhorar produção de colmeias

Por redação 11/12/2020
Escrito por redação

- Apicultores aprendem técnicas para melhorar produção de colmeias

Saber a divisão de trabalho dentro da colmeia é primordial para melhorar a produção de mel e esse é o objetivo do curso “Manejo avançado em apicultura”. O treinamento é ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) – em parceria com os Sindicatos Rurais.

Em Sinop, a aula prática do curso ocorreu na chácara da produtora rural Aparecida Sueli de Oliveira que cria Abelhas Melipona e Uruçu. “Este ano não foi bom. Perdemos cinco enxames de Uruçu, mas continuo animada com a atividade. Gostei demais do curso e já estou pondo os conhecimentos em prática”, explica.

A apicultora também é artesã e por ser integrante do grupo de risco em relação a Covid-19 não frequenta mais feiras públicas. Como não pode expor seus produtos para venda, a profissional tem utilizado o seu dom no apiário. “Eu mesma construo as caixas de abelha e como não posso ir às feiras, estou tocando dessa forma”.

Dados do último Censo Agropecuário, em 2017, indicam que Mato Grosso possui 532 apicultores. A maior produção do ramo é de mel com 350 toneladas ao ano, vindas de mais de 15 mil caixas de colmeia.

Além das qualidades no consumo do mel natural, o instrutor credenciado junto ao Senar-MT, Luiz Mainardi, defende que a atividade deva ser ainda mais aproveitada devido aos benefícios ao meio ambiente. “Cerca de 80% da polinização é feita pelas abelhas. São animais que contribuem para o avanço das outras culturas. Quanto mais abelhas, melhor para a agricultura”.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Senar-MT
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Notícias

Começa hoje 5ª edição do Agro pelo Brasil

Por redação 11/12/2020
Escrito por redação

- Começa hoje 5ª edição do Agro pelo Brasil

A quinta edição do projeto Agro pelo Brasil acontece hoje (11) e amanhã (12). Nesses dois dias, a iniciativa do Sistema CNA/Senar vai abordar temas como a produção de aves e suínos, agricultura de precisão, controle de pragas, cultivo de cacau, além de mostrar experiências de sucesso no campo, atrações culturais e gastronomia.

A transmissão ocorrerá de forma virtual e totalmente gratuita, pelo portal agropelobrasil.com.br. Os participantes terão acesso a certificado mediante cadastro prévio no site. Para receber o certificado basta estar logado no portal e assistir a pelo menos 70% da programação, ao vivo, durante os dois dias do evento.

A programação terá debates, reportagens e links ao vivo diretamente do estúdio em Brasília em conexão com mais quatro cidades: Goiânia (GO), Rio Verde (GO), Salvador (BA) e Gandu (BA).

Nessa sexta, o evento terá início às 14h. Durante três horas os especialistas vão discutir o monitoramento e controle de pragas, cultivo de cacau e a utilização da tecnologia de agricultura de precisão.

O projeto continua no sábado, das 8h30 às 11h30. Os especialistas vão tirar dúvidas sobre conectividade rural, modelos de diversificação de negócios no Sul da Bahia e a produção de aves e suínos.

Os quadros AgroUp, Agro Mitos, Talentos da Nossa Terra e Do Rural à Mesa também farão parte da programação.

Fonte: CNA
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Notícias

Massey Ferguson lança série de tratores MF 4400

Por redação 11/12/2020
Escrito por redação
- Massey Ferguson lança série de tratores MF 4400

Série MF 4400 é voltada para pequenas propriedades rurais e agricultura familiar

A Massey Ferguson amplia a sua gama de soluções agrícolas e apresenta ao mercado a série de tratores MF 4400. Voltado para quem busca simplicidade operacional para trabalhos mais pesados, como preparação de solo e plantio, como vantagem adicional a novidade entrega alta potência em baixas rotações representando um ganho de 20% na vida útil do trator e redução de 10% do consumo de combustível. Os tratores são apropriados para pequenas propriedades rurais e agricultura familiar.

A nova linha permite versatilidade com quatro opções de transmissão, capacidade hidráulica e manutenção fácil e de baixo custo. Os novos tratores são equipados com o exclusivo motor AGCO Power Engine 3 cilindros eletrônico e adequado ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) MAR-1. Estão disponíveis nas potências de 80cv, 89cv, 99cv e 105cv, e transmissão de 8×4, 12×8, 16×8 e 12×12 sincronizada com reversão mecânica. E para melhor atender a demanda de diferentes produtores rurais, o MF 4400 possui duas vazões de controle remoto 42 ou 55 litros.

“A nova série MF 4400 cabinada chegou para completar o portfólio da marca nas potência de 80 a 105cv, segmento onde já temos a consagrada série MF 4200xtra plataformada e a série top de mercado MF 4700 plataformado e cabinado”, explica Eder Pinheiro, Coordenador de Marketing Produto Tratores da AGCO, empresa que detém a marca.

Com design moderno, clássico dos modelos de tratores Massey Ferguson, os tratores contam com uma grande capacidade de vazão hidráulico e de levante com 3.800 kg, assim com um dos sistemas mais robustos da categoria. Possui dois faróis auxiliares de trabalho no teto da cabine, o que facilita trabalhos noturnos, na versão cabinada de fábrica.

Pensando no conforto do operador, as alavancas de transmissão são posicionadas lateralmente,. Além disso, a cabine possui ampla visibilidade, permitindo uma maior ergonomia e menos fadiga para o operador da máquina, e ainda um painel altamente intuitivo que mostra as informações em tempo real para um melhor monitoramento.

“Mais capacidade e simplicidade nas operações são diferenciais que a série MF 4400 entrega no campo. Composta por tratores utilitários e robustos, possui grande versatilidade em realizar diferentes atividades, como transporte, preparo do solo, plantio e cultivo. É ótima possibilidade ao pequeno produtor que deseja adquirir máquinas desse porte, sem abrir mão da potência e da eficiência que um Massey Ferguson oferece em todas as suas linhas de produtos”, finaliza Eder.

Fonte: Massey Ferguson

 

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Notícias

Conab confirma maior produção de grãos da história

Por redação 10/12/2020
Escrito por redação

- Conab confirma maior produção de grãos da história
O 3º Levantamento da safra de grãos 2020/21, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (10), mantém a tendência de crescimento no que se refere à área plantada e à produção no comparativo com a safra passada. A perspectiva continua sendo de novo recorde, mas houve diminuição frente ao estimado em novembro.

De acordo com a Conab, o Brasil deverá colher 265,9 milhões de toneladas de grãos, ou seja, 9 milhões de toneladas, 3,5 % a mais do que a temporada de 2019/2020. Em relação ao mês passado, houve redução de 3,1 milhões de toneladas, decorrente de problemas climáticos na Região Sul do País. O levantamento indica também crescimento de 1,6% sobre a área da safra 2019/20, totalizando 67 milhões de hectares.

Nesta temporada, soja e milho correspondem a 89% da produção de grãos considerada pela Conab , 16 produtos ao todo. Para a soja, é estimado crescimento de 3,3% na área e sua produção pode chegar a 134,5 milhões de toneladas, firmando o País como o maior produtor mundial da oleaginosa. O milho primeira safra tem redução de 2,1% na área. Para a safra total de milho primeira, segunda e terceira safras, a produção estimada totaliza 102,6 milhões de toneladas. Em novembro, as estimativas eram de 134,95 milhões de t de soja e 104,89 milhões de toneladas de milho.

A produção total de feijão no País, somando-se as três safras, continua estimada em 3,1 milhões de toneladas. Dessa produção, 1,9 milhão de toneladas são de feijão-comum cores, 516,8 mil toneladas de feijão-comum preto e 686,7 mil toneladas de feijão-caupi ou macaçar.

Quanto ao arroz, o crescimento é de 3,2% na área e a produção está estimada em 10,9 milhões de toneladas, sendo que 10 milhões de toneladas sairão de áreas irrigadas e 900 mil toneladas, de áreas de sequeiro.

Para o algodão, a Conab estima redução de 8,1% na área a ser cultivada, limitando-se a 1,5 milhão de hectares; a produção de pluma é prevista em 2,7 milhões de toneladas.

O trigo está em fase final de colheita (safra 2020), com o volume de produção estimado em 6,2 milhões de toneladas.

Exportação

O 3º levantamento mantém a tendência de recorde nas exportações da pluma de algodão. Até novembro deste ano, o total embarcado foi de 1,75 milhão de toneladas, 31% a mais do que o acumulado no mesmo período no ano passado.

Em relação ao milho, foram exportadas 27,7 milhões de toneladas no ano-safra atual, o que representa 20% a menos que no mesmo período do ano-safra anterior. Foi mantida a previsão de exportações em 34,5 milhões de toneladas até o final de janeiro, quando termina a temporada. Em novembro, os embarques alcançaram 4,8 milhões de toneladas, 19% a mais que no mesmo período do ano passado.

Para a soja, a Conab estima 83,6 milhões de toneladas em vendas para o mercado externo, sendo que até novembro já foram exportadas 82,9 milhões de toneladas. Confirmado esse número, haverá recorde da série histórica. Para o próximo ano, são esperadas cerca de 85 milhões de toneladas, o que representaria aumento de 1,67%.

Por fim, para o arroz, a reversão do saldo da balança comercial mensal prevista para o período se confirmou, com as exportações de novembro fechando em 72,7 mil toneladas contra uma importação próxima a 188 mil toneladas.

Fonte: Conab
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Notícias

Koppert adquire a Geocom e passa a oferecer serviços a agricultores

Por redação 10/12/2020
Escrito por redação

- Koppert adquire a Geocom e passa a oferecer serviços a agricultores

Geocom é especializada em geoprocessamento e aplicação de agentes biológicos com drones

A Koppert Biological Systems, multinacional holandesa líder mundial em controle biológico, acaba de adquirir a Geocom, com sede em Lençóis Paulista (SP). Atuando na área de tecnologia na agricultura desde 2013, a empresa é pioneira em geoprocessamento de imagens e no desenvolvimento de tecnologia exclusiva para aplicação de agentes biológicos via drones no Brasil.

Desde sua chegada ao país, em 2011, essa é a sexta aquisição realizada pela Koppert. “Nosso objetivo é expandir o campo de atuação, para poder oferecer o melhor a nossos clientes e parceiros. Agora, além de insumos biológicos, também teremos tecnologica de monitoramento e aplicação”, destaca o diretor comercial da Koppert do Brasil, Gustavo Herrmann.

Para o diretor industrial da Koppert do Brasil, Danilo Pedrazzoli, trata-se de uma decisão estratégica. “Percebemos a necessidade de complementar a qualidade e eficiência de nossos produtos com uma aplicação mais especializada, para garantir o desempenho máximo dos biodefensivos no campo. Já tínhamos uma parceria com a Geocom e, conhecendo a qualidade de seus equipamentos e serviços, optamos pela aquisição.”

Os sócios da Geocom, empresa que pertencia ao Grupo Eba, destacaram a importância dessa nova configuração de negócios. Segundo Antonio Donizeti de Oliveira, a sinergia entre Geocom e Koppert já existia antes da possibilidade da venda, numa parceria com objetivos, clientes e mercado em comum. “Deixo minha plena confiança de que o legado continua, para perpetuar propósitos e negócios, ampliando ainda mais a cobertura de atendimento, neste segmento que realça o presente e o futuro da agricultura mundial”, ponderou.

Segundo Gláucio Carrit Antiga, a aquisição da Geocom pela Koppert representa não só um marco na história da empresa, mas também motivo de muito orgulho. “Ao longo da sua história, a Geocom se estabeleceu no mercado como líder no seu segmento de atuação, na era da agricultura digital, e agora tem tudo para se manter nesse patamar, liderada pela Koppert.”

Fonte: Koppert

 

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Coluna

Colhedoras TC e TX: melhor performance no campo e redução de perdas

Por redação 09/12/2020
Escrito por redação
- Colhedoras TC e TX: melhor performance no campo e redução de perdas
Por Carlos Schimidt*

Melhorar um produto de confiança dos agricultores brasileiros não é um desafio fácil.  Mas sabíamos que poderíamos avançar em tecnologia e inovação, algo que está no DNA da New Holland Agriculture, trazendo mais desempenho, economia e conforto sem perder a confiabilidade e robustez que caracterizam as nossas colhedoras. Dessa forma, nasceu a nova TC, e sua “irmã” TX. Ambas foram pensadas para operar em todo tipo de cultura de grãos, seja arroz, trigo, soja, feijão ou milho, e encarar qualquer terreno, em qualquer região do País e a qualquer época do ano.

Embarcada com novas tecnologias, entre elas a modificação dos sistemas de limpeza (dupla cascata na TC e tripla cascata na TX), além do duplo rotor separação nas TX, as novas máquinas entregam a performance que o produtor espera, mas mantendo o baixo custo de manutenção que sempre marcou a TC ao longo de seus 27 anos.

Outra novidade é o sistema de OPTIFAN (ventilador automático para todos os modelos), assim como os novos côncavos seccionados e o ultramoderno sistema de nivelamento smartsieve, além do novo desenho e o maior conforto da cabine, que ganhou novo design e teve a ergonomia dos controles melhorada. As máquinas ganharam ainda plataforma elétrica e maior capacidade de tanque graneleiro.

No caso da TX, o que a diferencia da irmã mais velha é o duplo rotor de separação, que oferece maior eficiência e menos perdas ao fazer a separação por meio de força centrífuga. A máquina também oferta um conjunto de grandes ajustáveis, mais versáteis e fáceis de ajustar, o que dá maior capacidade para a colheitadeira de se adequar às mais diversas situações.

No caso das máquinas TC, elas seguem com o tradicional sistema industrial de separação por saca palhas. Após ser debulhado no cilindro, o material passa pelo batedor, onde é direcionado para o Rotary. Ali começa a separação. Isso garante um melhor desempenho em condições adversas, mesmo com alta umidade e com variação de densidade de cultura, o que permite melhor desempenho em tiro curto.

A TX chega aos concessionários New Holland em dois modelos com debulha por cilindro e separação por duplo rotor (TX 4.90, com plataforma de 25 pés, e TX 5.90, de 30 pés). Já a TC está disponível nos modelos TC 4.90, com plataforma de 20 pés, e TC 5.90, de 25 pés – ambos com debulha por cilindro e separação por saca palhas.

No caso do sistema de limpeza, a TX conta com um degrau no meio do bandejão com vento, e uma pré-peneira em degrau, totalizando três quedas no processo de separação e limpeza. Com isso, cria-se um sistema de separação e limpeza com tripla cascata, algo completamente novo e único no mercado, resultando em um menor índice de perdas e um grão mais limpo no graneleiro, trazendo mais rentabilidade ao produtor.

A plataforma elétrica da nova TC e TX também fornece uma melhor flutuação, dando às máquinas maior capacidade e velocidade de copiar o solo. Outra novidade está no alimentador, que foi reposicionado em relação ao antigo modelo. O material agora é alimentado mais acima do cilindro. Isso aumentou a capacidade de trilha da máquina e, consequentemente, diminuiu os índices de perda. Os côncavos de debulha da nova TC e TX são seccionados e as seções podem ser trocadas individualmente através de uma abertura entre a cabine e o alimentador. Isso facilita muito a configuração da máquina para troca de culturas.

Os motores são o modelo FPT TIER 3 – MAR 1, com potências que variam de 220 HPs a 268 HPs. As máquinas possuem também tanques maiores, o que confere maior autonomia em relação à geração anterior da TC, por exemplo.

Vale destacar ainda as tecnologias de agricultura de precisão (PLM – Precision Land Management), que estão disponíveis como opcionais nas novas máquinas. Entre elas o monitoramento de colheita com tela integrada (Inteliview  IV) de 10,4 polegadas sensível ao toque, que apresenta uma interface comum a tratores, colheitadeiras, pulverizadores, forrageiras e debulhadoras. Outro opcional é o piloto elétrico Ez-Pilot, uma solução de direção assistida de alto desempenho integrado na coluna de direção do equipamento, que pode ser instalada na maioria das marcas de tratores, pulverizadores e colhedoras New Holland.

*Carlos Schimidt é especialista em Marketing de Produto da New Holland Agriculture
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Notícias

Blizzard: o classificador para processadores de vegetais congelados

Por redação 09/12/2020
Escrito por redação

- Blizzard: o classificador para processadores de vegetais congelados

Com o mercado do agronegócio brasileiro em franco crescimento, a Tomra Food tem apresentado soluções para o setor alimentício, como a máquina Blizzard, com foco nos processadores de frutas e vegetais congelados

O mercado de frutas e vegetais congelados tem passado por alterações nos últimos anos, com tendência de crescimento. De acordo com os últimos dados disponíveis, o consumo anual de vegetais congelados no Brasil (excluindo frutos, caules e tubérculos) supera 55 mil toneladas. Com o ano de 2020, marcado pelo aparecimento da COVID-19, houve um aumento na procura por alimentos saudáveis e higienizados e consequentemente aumentou também a procura por Vegetais Congelados.

Desde a indústria de insumos primários até a rede de distribuição, a cadeia produtiva de vegetais vem se ajustando de forma dinâmica à nova conjuntura de geração de tecnologias de produção, de colheita, de embalagens, de pós-colheita (manuseio, transporte, conservação e classificação dos produtos), buscando atender de forma conveniente as novas imposições do mercado. A finalidade é viabilizar a substituição de importações, e dessa forma é extremamente necessário encontrar uma competitividade relativa aos produtos estrangeiros.

Para ajudar um mercado em crescimento exponencial, mas que ainda utiliza bastantes processos manuais, a Tomra Food apresenta a máquina de seleção Blizzard com câmera de LED pulsado: um equipamento de seleção óptica de alimentos econômico, voltado para a indústria de processamento de frutas e legumes congelados com a tecnologia IQF.

Grano Alimentos

- Blizzard: o classificador para processadores de vegetais congelados

Foto aérea da Grano Alimentos

Há 20 anos no mercado, a Grano Alimentos é produtora nacional e líder de mercado no Brasil, com aproximadamente 42% de participação de mercado na comercialização de vegetais congelados. A empresa investiu, recentemente, no primeiro equipamento Blizzard em território brasileiro, tornando-se pioneiros no mercado de vegetais e frutas congeladas. “Depois de uma viagem de negócios pela Europa, visitando algumas plantas de vegetais congelados, vimos que as máquinas da Tomra estavam presentes nos maiores processadores de vegetais. Além disso, encontramos a solução adequada para nossa produção, então não tivemos qualquer dúvida na hora de escolher”, explicam os diretores da Grano Alimentos.

Com um portfólio de vários produtos, o objetivo da Grano Alimentos é crescer no mercado local mas também apostar nas exportações, ambos mercados bastante exigentes quanto aos padrões de qualidade. Para o responsável da empresa, “os ganhos de qualidade com o equipamento devem ser elevados e é um diferencial tecnológico para a nossa planta que vai permitir reforçar a nossa liderança no mercado, tanto em qualidade quanto em quantidade”.

Máquina focada em eficiência

João Medeiros, Gerente Comercial da Tomra Food Brasil, explica: “a máquina Blizzard é um classificador óptico projetado para reduzir a lacuna entre custo e eficiência. As câmeras da Blizzard são combinadas com luz de LED pulsados, o que melhora muito o contraste das imagens do vegetal, detectando facilmente defeitos de cor, formato e materiais estranhos. As câmeras possuem uma precisão muito próxima dos classificadores baseados em tecnologia laser, o que aumenta a eficiência na remoção de produtos fora do padrão e materiais estranhos da linha de produção”.

Olhando mais para os detalhes técnicos, as luzes LED da Blizzard têm uma expectativa de vida de 50.000 horas, que é muito superior à duração de 9.000 horas das lâmpadas tradicionais. A Blizzard também economiza tempo de produção e despesas, porque dependendo do produto a ser selecionado, a mesma pode ser empregada em vários locais diferentes da linha: no recebimento, diretamente após o túnel de congelamento e após o armazenamento.

Fonte: Tomra Food
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Notícias

Vendas de máquinas agrícolas avançam 29,5% em novembro

Por redação 09/12/2020
Escrito por redação

- Vendas de máquinas agrícolas avançam 29,5% em novembro
As vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias registraram avanço de 29,5% em novembro, em relação ao mesmo período de 2019, para 4.267 unidades, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com produtores rurais mais capitalizados por preços recordes das commodities ao longo de 2020, firme demanda externa e alto patamar do câmbio, o cenário é favorável para a retomada de investimentos na lavoura, apesar da pandemia.

O desempenho registrado em novembro foi o melhor para o mês, pelo menos, desde 2017. Os tratores de rodas responderam por 3.071 do total comercializado, aumento também de 29,5%. A venda de colhedoras de grãos alcançou 662 unidades, alta de 34,8% ante igual período do ano passado.

No acumulado de janeiro a novembro, foram comercializadas 42.071 unidades de máquinas do setor, alta de 3,8% no comparativo anual, conforme dados da associação.

Ainda segundo a Anfavea, a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias atingiu 4.971 unidades em novembro, aumento de 13,3% no ano a ano. Já nos onze meses 2020, houve queda de 15,5%, para 42.952 unidades.

Fonte: Anfavea
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Notícias

ACP Bioenergia supera 2,5 milhões de toneladas na safra

Por redação 08/12/2020
Escrito por redação

- ACP Bioenergia supera 2,5 milhões de toneladas na safra

Com mais de 29 anos de atuação no mercado agro e de bionergia, a ACP Bioenergia atingiu o recorde de 2,5 milhões de toneladas na colheita de cana-de-açúcar produzidas na safra de 2020/2021, em mais de 30 mil hectares, distribuídos em três polos canavieiros, nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Segundo André Candido, sócio-diretor da ACP Bioenergia, o destaque em 2020 fica para o polo de Rio Brilhante (MS) que, ano após ano, vem aumentando sua produção e mesmo em um ano difícil e desafios climáticos enfrentados em todo o País, produziu mais de um milhão de toneladas, fornecidos e entregues à Usina Santa Luzia.

Candido cita dois pilares importantes da companhia. O primeiro deles é a diversificação implementada no decorrer dos últimos anos, por meio da atuação em regiões distintas em clima, ambiente produtivo e contraparte, além da diversificação de cultura, estrutura esta que mitiga riscos em todos os sentidos, permitindo uma maior aderência ao planejado e uma maior previsibilidade no fluxo de caixa.

O segundo pilar citado são as pessoas. Com mais de 650 funcionários atualmente, a empresa reconhece e valoriza seu time, com ações diferenciadas em motivações, campanhas e treinamentos.

Os planos para os próximos cinco anos são o crescimento e a consolidação da diversificação, por meio da contratação e instalação do novo polo de cana, com a meta de alcançar 20 mil hectares de grãos, entre os polos do Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins.

Parcerias bem sucedidas

Além de participar da construção da Usina Conquista do Pontal, em Mirante do Paranapanema (SP) da qual foi acionista até o final de 2013, a empresa sempre focou no fornecimento de cana, sempre utilizando estrutura própria de máquinas e pessoas, e foi moldada para ser a solução mais eficiente às usinas das quais é fornecedora, primarizando e verticalizando toda a operação agrícola, até a esteirada usina. Dessa forma, criou parcerias duradouras e rentáveis.

Em 2015, a ACP Bioenergia rompeu a barreira de um milhão de tonelada em cana-de-açúcar fornecida, a soma da produção de Rio Brilhante (MS) e Teodoro Sampaio (SP). Em 2018, chegou à Edéia (GO), fornecendo 500 mil toneladas de cana-de-açúcar à Usina Tropical, do grupo BP Bunge, chegando à marca de 2,1 milhões de toneladas de cana-de-açúcar nos três polos.

Passo bastante importante foi dado em 2019, com a abertura de um novo polo, em Marianópolis, no estado do Tocantins, focado, única e exclusivamente, na produção de soja e milho, que já está com mais de
10 mil hectares contratados e em produção.

Na retaguarda, a empresa vem fortalecendo fortemente seus movimentos de ESG e já está com o balanço dos últimos três anos auditados, pela PWC. No final do ano passado, instalou um conselho consultivo, contando com dois conselheiros independentes e sistema de gestão integrado e conectado com o campo. Recentemente, contratou as certificações Great Place to Work e a Vive (contemplando as certificações: Vive, ProTerra, Smartcanee SAI Platform), além de atingir a marca de 146 mil mudas de árvores plantadas.

 

Fonte: ACP Bioenergia
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Notícias

Agronegócio: exportações elevam em 23,8% o superávit da balança comercial paulista

Por redação 08/12/2020
Escrito por redação

- Agronegócio: exportações elevam em 23,8% o superávit da balança comercial paulista

De janeiro a outubro de 2020, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 34,30 bilhões (19,7% do total nacional) e as importações US$ 42,14 bilhões (33,3% do total nacional), registrando déficit comercial de US$ 7,84 bilhões, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA). Na análise setorial, o agronegócio apresentou aumento nas exportações (+12,2%), alcançando US$ 14,30 bilhões, e queda nas importações (-14,1%), totalizando US$ 3,36 bilhões; com estes resultados, obteve-se superávit de US$ 10,94 bilhões, (+23,8%) quando comparado ao mesmo período de 2019.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio paulista foram: Complexo Sucroalcooleiro (US$ 5,14 bilhões sendo que desse total o açúcar representou 84,8% e o álcool 15,2%), Complexo Soja (US$ 1,89 bilhão), Carnes (US$ 1,87 bilhão, em que a carne bovina respondeu por 86,8%), Produtos Florestais (US$ 1,27 bilhão, com participações de 49,6% de papel e 37,9% de celulose) e Sucos (US$ 1,13 bilhão, dos quais 97% referentes a sucos de laranja). Esses cinco agregados representaram 79,1% das vendas externas setoriais paulista.

Balança Comercial do Brasil

No período analisado, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 47,43 bilhões, com exportações de US$ 174,15 bilhões e importações de US$ 126,72 bilhões. Nos 10 primeiros meses de 2020, as exportações do agronegócio brasileiro apresentaram alta (5,7%) em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 85,84 bilhões. Já as importações recuaram 9,6% no período, registrando US$ 10,38 bilhões. O superávit do agronegócio foi de US$ 75,46 bilhões no período, sendo 8,2% superior na comparação entre janeiro e outubro de 2019.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro foram: Complexo Soja (US$ 33,69 bilhões), Carnes (US$ 14,10 bilhões, com a carne bovina representando 48,8% desse total e as carnes de frango 35,3% e suína 13,2%), Produtos Florestais (US$ 9,45 bilhões, com participações de 53,4% de celulose e 31,0% de madeira), Complexo Sucroalcooleiro (US$ 8,06 bilhões, dos quais 87,9% de açúcar), e Cereais, Farinhas e Preparações (US$ 4,99 bilhões, sendo 82,2% do milho em grão e 9,4% de arroz). Esses cinco grupos agregados representaram 81,8% das vendas externas setoriais brasileiras.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
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