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Notícias

Grupo Via Máquinas comemora 11 anos

Por redação 29/10/2020
Escrito por redação

- Grupo Via Máquinas comemora 11 anosO Grupo Via Máquinas, que reúne informações do mercado de máquinas e implementos agrícolas, por meio de plataforma de gerenciamento (Via SGD), tabela de preços (Via Consult), leilão (Leilão Usadão Máquinas) e seguradora (Via Conseguros) completou 11 anos com um webinar comemorativo, que contou com a presença de representantes do setor, como Sirio Bazaretti, diretor comercial da Divisão AGCO Shark Tratores; César di Lucca, diretor comercial do Grupo Shark Divisão CNH; Marco Miranda, diretor comercial da Aster Máquinas John Deere; Juliano Silva, presidente da ABCLS e diretor geral da Olimáquinas; Bruno Carvalho, diretor geral da CCF; além do professor e autor José Luiz Tejon e de Marcelo Kozar, diretor executivo do Grupo Via Máquinas.
No bate-papo, realizado na noite do dia 28, foram debatidos assuntos como o mercado de máquinas agrícolas, trading, a importância da mecanização e os desafios da modernização no campo.
“Chegamos hoje a um agrobusiness US$ 400 bilhões das cadeias produtivas. É um bom número. Mas não nos acomoda. O mundo movimenta US$ 20 trilhões em agrobusiness e temos apenas 2% desse volume. Em algumas culturas somos líderes de mercado, como é caso da soja. Porém, temos um universo a conquistar. Temos que multiplicar por dois esse volume nos próximos oito anos”, destacou Tejon, na abertura do evento.
O professor lembrou que essa conquista só será possível através de um elo grande com as máquinas. Ele diz que esse é um déficit do Brasil, que necessita ser corrigido. Para Tejon, o número de máquinas e implementos agrícolas hoje no campo não acompanha na mesma escala o volume de fertilizantes, defensivos e sementes investidos no setor. “O número de máquinas deveria ser muito maior. A qualidade do insumo passar a depender da qualidade da sua aplicação. Mecanização não é só desbravar, esguichar veneno, espalhar semente ou jogar adubo. A máquina virou robô, virou sensor para a agricultura de precisão. Sem mecanização não tem evolução”, afirmou.
Dos cinco milhões de produtores no Brasil, Tejon diz que, pelo menos, 4,5 milhões estão em situação muito ruim de acesso à tecnologia. “Para dobrar o tamanho do agrobusiness, precisaremos de mecanização”, sentencia. Para atingir esse objetivo, Tejon acredita que o mercado de seminovos será fundamental, para levar tecnologia àquele produtor que ainda está iniciando na mecanização.
O diretor executivo do Grupo Máquinas, Marcelo Kozar, explica que a rede se profissionalizou nesses 11 anos de história e que, hoje, não tem medo de receber usados. A empresa negocia cerca de 200 a 250 máquinas seminovas ao mês. Sendo que, dessas 90% são pagas à vista.

Evolução

Para o diretor comercial do Grupo Shark Divisão CNH, César di Lucca, houve uma evolução necessária para se manter no negócio. “Máquina não é mais um luxo, mas uma necessidade. A pergunta é quando teremos volumes mais alinhados com o que a produção brasileira precisa. Para que que se materialize o aumento da produção”, questionou. O executivo destacou o trabalho da Via Máquinas nesse sentido, com informações e espaço para negociação de usados, tem ajudado a rede de concessionárias a fechar negócios nesse sentido.
O diretor comercial da Divisão AGCO Shark Tratores, Sirio Bazaretti, concorda. Em sua opinião, ter espaços de negociação para máquinas seminovas, abre ainda caminho para aqueles produtores que estão no topo da cadeia invistam em tecnologias novas e máquinas com maior potência. “Essa nova geração de produtores que está chegando, vem com formação diferente, exigindo tecnologia de ponta. Para que isso aconteça é preciso desovar os seminovos. É necessário um canal para isso”, aponta.
Já o diretor comercial da Aster Máquinas John Deere, Marco Miranda, aponta a falta de recursos para a compra de usados, na forma de financiamentos, consórcio, entre outros, como um dos empecilhos para que esse mercado cresça ainda mais. “Renovação demanda troca de usados, abertura de áreas. Não podemos estar fora desse mercado”, avalia.

29/10/2020 0 Comentários
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Notícias

Tendências e perspectivas para o agro

Por redação 29/10/2020
Escrito por redação

- Tendências e perspectivas para o agro

O Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio reuniu profissionais do Brasil e do exterior para falar sobre as tendências e perspectivas para o agro brasileiro e mundial. A mesa-redonda foi moderada pela jornalista Vera Ondei e contou com a participação em estúdio do jornalista e escritor, José Luiz Tejon.

A diretora de commodities da bolsa de valores de Chicago, Susan Sutherland, apresentou durante a mesa-redonda alguns aspectos sobre a safra nos Estados Unidos este ano durante a pandemia e fez projeções referentes ao mercado.

“A estação de plantio nos EUA foi muito boa e teremos uma produção bastante abundante, o que também estava de acordo com a colheita perfeita no Brasil. No meio do ano começou a haver um declínio e quando chegamos em julho, a China iniciou a compra de quantidades cada vez maiores de produtos agrícolas americanos, notadamente milho, trigo, carne bovina e suína”.

Apesar disso, ela explica que havia pouco apoio para o mercado e o país começou a ter problemas com o clima seco em algumas regiões e tempestades em outras, que destruíram parte da produção, o que causou crises futuras.

“Ao mesmo tempo, a China não estava conseguindo encontrar grandes quantidades de produtos americanos, sobretudo soja, mas também milho, então os preços começaram a subir. Nos relatórios que começaram a chegar em setembro, vimos que havia menores estoques desses produtos no mercado de Beijin e isso também contribuiu para a subida dos preços, entre outros fatores”.

Susan comentou ainda o impacto do fenômeno La Niña, o qual, segundo ela, não é determinante, mas sugere uma estação mais seca na América do Sul, o que suscitou certa preocupação sobre os seus efeitos na colheita de 2021 no Brasil. “No ponto em que estamos agora, os produtores brasileiros não estão mais vendendo a safra de 2021 até o final do plantio, quando a produção parecer mais garantida. Mas, meu trabalho não é prever os preços: é avaliar onde os EUA estão em termos de demanda e incertezas em relação às produções no Brasil e na Argentina em 2021”.

Finanças e negócios

A gerente de Estratégia da Ágora Investimentos, Ellen Steter ressaltou que o agronegócio tem sido o grande motor da economia já há alguns anos, mas que, em 2020, isso ficou mais evidente. “Temos uma perspectiva muito favorável para o setor, mas é importante que o produtor rural faça a lição de casa. Meu primeiro ponto é: conheça o seu orçamento e, depois, saiba administrá-lo. Saiba exatamente de onde vem as suas receitas e os seus custos, além de conhecer o ciclo do seu negócio dentro do agro”.

A partir daí, acrescentou, é possível contar com produtos financeiros para auxiliar nessa gestão, mesmo que eles não façam parte do dia a dia e pareçam complicados. “Pergunte, busque pessoas de confiança para ajudar, seja um especialista em investimentos ou o gerente do seu banco. Além disso, a pandemia acabou gerando muita informação gratuita na internet por meio de lives, com conteúdos relevantes. Aproveite, porque é hora de encarar as finanças como sua aliada!”, aconselhou.

Outro ponto citado por Ellen é que muitas dicas de finanças servem tanto para a administração do negócio quanto para a vida pessoal e que, apesar disso, é preciso que ambos andem separados. “Tomem muito cuidado para não misturar as contas da fazenda com as pessoais e, antes de qualquer coisa, façam a reserva de emergência antes de planejar qualquer benfeitoria na fazenda ou pensar na troca de maquinário. Isso porque imprevistos acontecem e a pandemia está aqui para nos lembrar disso”.

Tendências para o agronegócio

A Head do Rural Banking, divisão agrícola do Rabobank Brasil, Pollyana Saraiva detalhou algumas das tendências que ela vê para o futuro do agronegócio. A primeira, segundo ela, está na produtividade, que deverá estar intrinsicamente relacionada às inovações na tecnologia, como, por exemplo, em relação à conectividade, um dos grandes desafios hoje no campo.

“Sempre que falamos de visão e gestão precisamos pensar em quais são as grandes tendências que estão por trás disso. O Brasil terá um papel muito importante na produção de alimentos para atender ao crescimento populacional até 2050, e isso implicará na nossa capacidade de produzir mais sem abrir novas áreas”.

A segunda grande tendência são as mudanças nos hábitos de consumo. “Se olharmos mundo afora podemos ver quatro cenários: os países africanos, que ainda estão preocupados com a disponibilidade de alimento para a população; a Ásia e a Rússia já inserida, preocupadas com a segurança alimentar; países como o Brasil e o México, que estão buscando adição de valor e, por fim, os países mais desenvolvidos, que estão ditando as mudanças de consumo”.

Para Pollyana, a terceira tendência é a sustentabilidade, tema que vem sendo muito discutido nos últimos dois anos e que vai permear a cadeia do agro mundo afora. “A sustentabilidade tem vários aspectos, mas precisamos entender que as questões climáticas afetam regiões de formas diferentes e também decisões de consumo de formas diferentes. Nos países desenvolvidos já vemos consumidores fazendo o balanço entre valor nutritivo e produção de carbono na hora da compra”.

A quarta tendência, como explica Pollyana, é a adição de valor. “Vemos no Brasil e no mundo alguns nichos de mercado que estão saindo das commodities, como, por exemplo, o café brasileiro. Ele é vendido como commodity, mas já existem produtores vendendo café especiais, com rastreabilidade e sustentabilidade.

Por fim, a quinta tendência permeia todas as anteriores, que é a importância da gestão, da governança e da sucessão. “Principalmente a sucessão, que é um dos maiores desafios para produtores e empresas no Brasil e no mundo”.

“Todas essas tendências irão requerer algumas competências, que as mulheres possuem de forma inerente, entre elas: conciliar diversos pontos de vista, organização e habilidade em cooperar. São todas fundamentais para essas tendências se tornem oportunidades para o agro brasileiro e as mulheres do agro”, destacou Pollyana.

A visão feminina

A diretora de Recursos Humanos da UPL Brasil, Maria da Conceição Guimarães, ressaltou que o mercado agro tem se transformado dia a dia e sustentado o país, e acredita que as mulheres desempenham um papel fundamental nisso.

“Os homens têm as suas competências e essa diversidade é excelente para toda a gestão e visão do negócio, mas é incrível como as mulheres são mais pragmáticas. Acredito que a visão feminina traz competências muito importantes para o negócio, dentre as quais se destacam a colaboração e a sensibilidade interpessoal, que é um ponto forte porque conseguimos entender e nos conectar melhor com as pessoas”.

Ela acrescentou que quando se analisa visão de negócio, considera-se apenas questões relacionadas a produtos, recursos e máquinas, e na maioria das vezes, não se fala em pessoas. “É bem interessante quando você vai para uma reunião e os temas são sempre ligados a recursos de inovação, produtos e maquinários, mas não se fala de pessoas. O que seria de tudo isso se não fossem as pessoas?”, questiona.

“Então, para todas as mulheres que trabalham na cadeia agropecuária, prestem muita atenção às pessoas do seu time, pois são elas que vão trazer resultados para o seu negócio. A gestão e a visão estão 100% ligadas nas pessoas. Se você tiver as pessoas certas, com as competências certas e nos lugares certos, tenho certeza de que a sua empresa terá sucesso”, concluiu Maria da Conceição.

Academia de Liderança

A Corteva Agriscience apresentou no terceiro dia do CNMA a história e os objetivos futuros do programa “Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio”, que tem como foco promover ações que reforcem o empoderamento feminino.

O painel foi conduzido pelo diretor de Relações Institucionais da Corteva Agriscience para a América Latina, Augusto de Moraes com a participação do presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Marcello Brito e da diretora Executiva da Fundação Dom Cabral, Viviane Barreto.

“A Corteva acredita na força da mulher para tornar o agro ainda mais pujante e relevante para o país e as mulheres têm contribuído cada vez mais com a transformação e o nível de excelência que o setor tem”, destacou Augusto de Moraes.

Apresentada durante o CNMA em 2019, a Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio envolveu 2.500 mulheres por meio de eventos e workshops, e ofereceu treinamento completo para 20 participantes. Já neste ano, conta com a participação de 150 mulheres prestes a se formar, em um curso 100% online.

O objetivo da Academia é dar ao grupo um repertório de ferramentas, impulsionar a presença feminina no setor e estimular cada vez mais o protagonismo feminino. Ao longo do curso, as agricultoras aprendem habilidades de liderança, economia e mercado agrícola, cenário político e os seus impactos no agronegócio, inovação e sustentabilidade.

Fonte: Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio
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Massey Ferguson lança enfardadora

Por redação 28/10/2020
Escrito por redação
- Massey Ferguson lança enfardadora

Enfardadora de alta qualidade oferece menos perda nutricional na etapa mais importante para a produção de feno

 

Não é novidade para ninguém que mesmo em meio a uma das maiores crises mundiais já enfrentadas, causada pela pandemia do novo coronavírus, o agronegócio brasileiro tem se sobressaído e alcançado recordes mês após mês. Recentemente o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Produto Interno Bruto da agropecuária cresceu 1,2% em relação ao mesmo período de 2019, e esse número vem numa crescente desde o começo do ano, se destacando diante de outros setores da economia.

As altas exigências dos mercados internacionais também colocaram a qualidade das carnes brasileiras e um importante patamar de destaque. Prova disso foram os números das exportações de proteínas frescas, refrigeradas ou congeladas do mês de agosto, que apontaram crescimento de 20,8% em relação ao mesmo mês de 2019. Segundo os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, os embarques de carne bovina foram de 163,2 mil toneladas, frangos somaram 340,6 mil toneladas e carne suína atingiram 87,7 mil toneladas.

Para garantir que toda a cadeia se mantenha segura, como algo fundamental para agregar valor ao produto brasileiro, o pecuarista deve se preocupar com a qualidade do alimento que seu gado ingere. Nesse momento, o feno e a forragem utilizados para trato animal são formas de o produtor manter a reserva e a qualidade do alimento para o rebanho por meio do armazenamento, mantendo suas características nutricionais.

“A Massey Ferguson tem sido uma empresa de soluções e inovações tecnológicas para a cadeia produtiva tanto da pecuária bovina de corte e de leite, equina e no seguimento de biomassa. As enfardadoras apresentam a melhor relação custo-benefício, pois apresentam uma alta capacidade de enfardamento, aliado ao melhor custo de investimento, que contribuem com a rentabilidade do negócio”, aponta Marcelo Pupin, coordenador de Marketing do produto biomassa e fenação da AGCO América do Sul, empresa detentora da marca Massey Ferguson.

Uma enfardadora de alta qualidade oferece menos perda nutricional na etapa mais importante para a produção de feno, provocando uma desidratação mais rápida. “Para os produtores rurais que vendem esse feno, a enfardadora MF 4160V oferece, por exemplo, mais capacidade de prensa e o produtor ganha 15% a mais de peso desse material”, destaca e completa “a família completa de produtos de feno e forragem da Massey Ferguson com enfardadoras, espalhadores, enleiradores, segadoras e as embaladoras oferece ao mercado agropecuário um caminho sustentável e econômico para atender os pequenos, médios, grandes produtores rurais e prestadores de serviços.”

 

Fonte: Massey Ferguson.

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Pesquisadoras destacam trabalho em pecuária e agricultura

Por redação 28/10/2020
Escrito por redação

- Pesquisadoras destacam trabalho em pecuária e agricultura

O Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA reuniu pesquisadoras da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) numa mesa-redonda para falar de ciência, inovação e tecnologia. O debate foi em torno de projetos desenvolvidos ao longo de anos e as recentes descobertas para a pecuária e a agricultura.

A mesa-redonda foi moderada pela Assessora na Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República, Rosa Lane César, que ressaltou o estereótipo masculino que persegue a profissão. “É comum vermos em filmes e quadrinhos que a figura do pesquisador no laboratório é sempre de um homem, mas nós estamos aqui para quebrar isso e mostrar como há mulheres maravilhosas na pesquisa e falar sobre os trabalhos de ponta que elas vêm desenvolvendo”.

Há 10 anos atuando como pesquisadora na Embrapa Gado de Corte, Fabiana Villa Alves integra o projeto “Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono”, no qual surgiu a Carne Carbono Neutro e a Carne Baixo Carbono, certificações para a bovinocultura de corte que, segundo ela, foram uma revolução no setor para a pecuária sustentável.

Como representante do governo brasileiro na Agenda Global para a Pecuária Sustentável, da FAO, desde 2007, Fabiana consegue mostrar os sistemas produtivos que o Brasil possui hoje e que são inigualáveis no mundo. “Hoje somos exportadores de ciência, conceitos, sistemas como a ILP – Integração Lavoura-Pecuária e a ILPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. Mostramos que a pecuária não é a vilã; na verdade, ela é uma das grandes soluções dentro desse conceito e dessas mudanças climáticas devido às emissões de gases de efeito estufa. Foi isso o que cristalizamos dentro de uma marca conceito comercial que tem por trás a ciência”.

Ela explicou ainda que a certificação traz uma consolidação de todos os benefícios que a Embrapa sempre divulgou sobre os sistemas de integração. “Hoje temos por volta de 12,5 milhões de hectares em sistemas de integração no Brasil e de onde há muitos dados sobre os seus benefícios para o solo, para a diversificação de renda, para o bem-estar animal, o melhor uso da área e ainda de como os animais conseguem produzir mais”.

Saúde do Solo

Na Embrapa Cerrado desde 1989 está a engenheira agronômica e doutora em Soil Science pela Oregon State University, Iara de Carvalho Mendes, que trabalha com solos e ressalta como o Brasil hoje tem uma agricultura de ponta, que quer ser reconhecida não só pela sua capacidade de produzir comida, carnes e fibras, mas como produzir respeitando o meio ambiente.

“Há três meses lançamos uma nova tecnologia, que é como um exame de sangue do solo para saber se ele está saudável ou doente. Com isso, o agricultor sabe exatamente se ele está fazendo um manejo que está adoecendo ou contribuindo para a saúde do solo. E um solo saudável é muito importante porque emite menos gás de efeito estufa, sequestra mais carbono, armazena mais água, gera plantas mais saudáveis, tem mais potencial no controle biológico de doenças e pragas. Essa é uma pesquisa pioneira, pois nenhum outro agricultor no mundo tem esses dados na sua análise de solo”, disse Iara.

Ela completa que, ao cuidar da saúde do solo, ele será mais produtivo e prestará ainda serviços ambientais. “Com essa tecnologia, esperamos que no futuro, assim como acontece com a Carne Carbono Neutro, o agricultor que realmente investe na saúde do solo possa receber por esse serviço ambiental, porque ele contribui para si, para a sociedade e para o planeta”, ressaltou.

Desenvolvida para o Cerrado, a pesquisadora adianta também que a tecnologia será expandida para outros biomas. “Até o final do ano já devem estar prontas as tabelas para o Paraná, as tabelas gaúchas nos próximos dois anos, além do desenvolvimento de bioanálises para pastagens, para a cana-de-açúcar, café e eucalipto. Se tivermos recursos, o nosso desejo é expandir para o Brasil todo”, completou a pesquisadora.

Primeira pesquisadora

A pesquisadora Rosa Lia Barbieri, supervisora na Coordenação Técnica no Sistema de Curadorias de Germoplasma na Embrapa, ocupará nos próximos dois anos uma cadeira no Painel Consultivo Internacional (IAP, sigla em Inglês), na gestão do Banco Global de Sementes de Svalbard, na Noruega. Neste período, a Embrapa será a única instituição de pesquisa da América Latina presente no Painel.

Criado para funcionar como uma cópia de segurança para conservação a longo prazo das sementes de bancos de germoplasma de todo o planeta, o Banco Mundial de Sementes está situado no interior de uma montanha e foi planejado para resistir a catástrofes climáticas e explosões nucleares. A pesquisadora conta que esteve nas instalações do Banco em fevereiro deste ano para ocupar a sua posição, momento em que levou para depósito variedades de sementes de pimenta, cebola, abóbora, milho crioulo e arroz.

No Brasil está o maior banco genético da América Latina, instalado na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília (DF). “Ele abriga as pesquisas de conservação e uso sustentável de recursos genéticos de espécies vegetais, além de material genético de animais e microrganismos. Esse material é capaz de gerar novos exemplares de cada uma das espécies armazenadas, característica que faz do Banco Genético da Embrapa uma espécie de ‘Arca de Noé’ dos tempos modernos”.

Rosa Lia Barbieri destacou ainda que o conhecimento sobre os recursos genéticos disponíveis é fundamental para a agricultura e a segurança alimentar no Brasil e em outros países. “Afinal, é a partir desses recursos que são desenvolvidas variedades com características específicas, como resistência a pragas e doenças, tolerância a mudanças climáticas, além de mais nutritivas”.

Prêmio Mulheres do Agro 2020

O anúncio das vencedoras do Prêmio Mulheres do Agro 2020, idealizada pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG),  reconheceu nove agropecuaristas por suas gestões inovadoras nas categorias: pequena, média e grande propriedade.

As vencedoras deste ano na categoria pequena propriedade foram: 1°- Mara Motter (Três Arroios/RS), 2°- Simoni Tessaro Niehues (Serranópolis do Iguaçu/PR) e 3° – Tatiele Dalfior Ferreira (Governador Lindenberg/ES).

Na categoria média propriedade, as vencedoras foram: 1°- Clarisse Liana Weber Volski (Pitanga/PR), 2°- Michelle Rabelo (Patos de Minas/MG) e 3°- Kamila Laida Guimaraes Aguiar (Rio Verde/GO).

Em grandes propriedades foram premiadas: 1°- Luciana Dalmagro (Ribeirão Preto/SP), 2°- Simone Felisbino (Rio Verde/GO) e 3°- Flávia Montans (Rio Verde/GO).

Fonte: Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA

 

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John Deere está na lista de companhias mais valiosas

Por redação 28/10/2020
Escrito por redação
- John Deere está na lista de companhias mais valiosas

Fábrica da John Deere em Catalão, Goiás

Ranking global combina desempenho, confiança e força da marca com performance financeira durante o ano

A marca John Deere é a 89ª mais valiosa do mundo, de acordo com a edição de 2020 do ranking 100 Melhores Marcas Globais, uma iniciativa da Interbrand – uma consultoria de marca global com mais de 40 anos no mercado. Desde 2011, a companhia se classifica na lista e foi rankeada com um valor de marca de US$ 5,3 bilhões esse ano.

O ranking global leva em consideração três fatores: o desempenho financeiro da empresa, a influência da marca nas decisões de compra dos clientes e a força competitiva da empresa. Este ano, o relatório da Interbrand também trouxe apontamentos sobre o “efeito Covid” e suas consequências no mercado. Especialmente em tempos de pandemia, tornou-se ainda mais evidente a importância de as empresas manterem um relacionamento de confiança com seus clientes e, por meio do ranking, é possível avaliar pontos a serem aprimorados.

“Nossa presença e afinidade com os mais diversos mercados, com compreensão da operação específica de cada região, é o que nos diferencia e aumenta a confiança dos clientes. Durante esse ano tão sensível, buscamos utilizar as ferramentas tecnológicas disponíveis para nos manter próximos de nossos consumidores, atendendo às suas necessidades. Receber esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo e de constante aprendizado”, pontua Elisa Pimenta, embaixadora da marca John Deere na América Latina.

Fonte: John Deere

 

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Ministra destaca acordo com UE, ao participar do “Mulheres do Agro”

Por redação 27/10/2020
Escrito por redação

- Ministra destaca acordo com UE, ao participar do "Mulheres do Agro"

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias participou da mesa-redonda “Ambiente Econômico e Político”, no 5º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA, , quando falou sobre a importância da agropecuária na retomada da economia brasileira no pós-pandemia e o acordo União Europeia – Mercosul, que está em discussão atualmente.

Participaram da conversa a ministra da Agricultura de Portugal, Maria do Céu Antunes e a líder da Aliança das Cooperativas Internacionais da América Latina, a uruguaia Graciela Fernandez, sob moderação da jornalista Mônica Waldvogel.

Tereza Cristina elogiou as produtoras rurais, evidenciando os desafios enfrentados por elas. “As mulheres sempre tiveram mais dificuldade de acesso ao crédito, à tecnologia, à inovação e também menor acesso ao cooperativismo, ferramenta da maior importância. Mas nós estamos trabalhando para mudar isso e incentivá-las cada vez mais”.

Sobre o setor, a ministra destacou que a agropecuária brasileira tem e terá um papel cada vez maior na recuperação da economia do país pós-pandemia. “O agro não parou durante a pandemia, apesar das adaptações necessárias na área de logística, mas conseguimos manter essa indústria a céu aberto trabalhando de forma eficiente. Produzindo, processando, distribuindo e abastecendo não só o nosso país, mas também cumprindo os nossos contratos com os mais diversos parceiros internacionais”, salientou.

Sobre o acordo União Europeia-Mercosul, tema de uma conversa recente com a ministra portuguesa em Lisboa, ela ressalta a complementariedade dos dois países em diversos segmentos da agropecuária. “O acordo, como um todo, tem vantagens para os dois lados, não só no agro, mas em diversos outros setores. Porém, para isso temos que colocar na mesa esse debate e discutir o que for preciso, de maneira responsável, mostrando o que temos de bom e o que precisamos avançar e melhorar. Colocando na balança, no entanto, sei que temos mais exemplos bons do que ruins. Os produtores europeus que combatem a nossa agricultura são fruto de desinformação”.

Tereza Cristina levantou ainda um tema delicado que vem sendo questionado por políticos europeus, que acusam o Brasil de não combater o desmatamento. “O Brasil tem leis de meio ambiente muito rígidas para o setor agropecuário e o nosso Código Florestal talvez seja um dos mais rígidos do mundo. O produtor rural tem uma porcentagem da sua propriedade em que precisa preservar a vegetação nativa; temos o CAR (Cadastro Ambiental Rural), em que estão registradas mais de 6 milhões de propriedades, e estamos sempre trabalhando para que possíveis danos que foram feitos no passado sejam reparados”, reforçou a Ministra.

Portugal

Segundo Maria do Céu, a União Europeia está num modelo de construção de políticas para o continente muito voltado para fazer face ao efeito das alterações climáticas. “Todos temos a percepção de que se há atividade econômica que precise verdadeiramente ter estabilidade do ponto de vista do ambiente-clima é a agricultura”, ressaltou a ministra da Agricultura de Portugal.

Ela explicou ainda que o acordo entre União Europeia e Mercosul é de interesse de todos desde o primeiro momento, mas que alguns países membros ainda têm suas reservas. “Para mudar isso temos que comunicar bem, de forma transparente e aberta, aquilo que todos cremos para este acordo. Entendemos que um modelo agrícola está respaldado na gestão mais eficiente dos recursos naturais, podendo alimentar ainda outros setores da atividade econômica e que estes sejam complementares, como o Turismo e a Gastronomia”.

Cooperativismo

A líder da Aliança das Cooperativas Internacionais da América Latina, a uruguaia Graciela Fernandez falou sobre o importante papel do cooperativismo no mundo, com milhões de associados. “Estamos convencidos de que no Brasil hoje o cooperativismo agrário tem uma relevância como não se vê no restante da América e que é um modelo a ser seguido. Hoje, a maioria dos setores sociais, empresas e cooperativas, estão trabalhando para fazer as adequações necessárias para enfrentar as transformações tecnológicas referentes à 4ª Revolução Industrial”.

Ela acrescentou que o impacto e as consequências futuras da pandemia servirão para mostrar a vulnerabilidade da América Latina para enfrentar esse tipo de crises, especialmente para minorias mais frágeis, como mulheres, crianças, povos nativos, trabalhadores informais, assim como boa parte da agricultura familiar e cooperativas. “Mesmo assim, uma vez mais enfrentamos uma crise e as cooperativas têm mostrado a sua capacidade de resiliência e força, mantendo os mercados abastecidos”.

5ª edição

A abertura da 5ª edição do Congresso Nacional de Mulheres do Agronegócio contou com a participação de Alexandre Marcílio, diretor geral do Transamerica Expo Center, que deu as boas-vindas às congressistas e falou da importância do evento para o setor e para a presença feminina no agro. “Esta edição do CNMA é muito especial, pois completamos cinco anos de muitos debates e trocas de experiências que renderam diversos frutos, geraram ações de relevância no setor e evidenciaram as mulheres como grandes protagonistas dos avanços do agronegócio brasileiro“.

Ainda como parte do início do evento, a gerente de Desenvolvimento e Novos Negócios, Renata Camargo, fez uma homenagem à embaixadora da edição: a agropecuarista, Sônia Bonato, visivelmente emocionada de estar representando tantas mulheres que contribuem para a evolução do agro.

Em seguida, o presidente da ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio), Marcello Brito, falou sobre dois aspectos que, segundo ele, resumem o evento: coragem e visão de futuro. “Há cerca de 30 dias, o Brasil perdeu um dos seus maiores empreendedores, que sempre demonstrou essas qualidades, Aloísio Faria, que foi quem idealizou o CNMA. Este evento que é um exemplo a ser seguido, porque coloca junto mulheres que traduzem o sentido de vida, de disrupção e que trazem isso para o negócio. Tenho uma satisfação enorme em ver o sucesso desse evento e que consagra esse grande homem que nos deixou esse ano. Parabéns a todas as mulheres, homens, ou seja, todos os empreendedores que nos acompanham”.

#MinhaVozNoAgro

Após o sucesso da primeira edição do painel “MinhaVozNoAgro, o CNMA trouxe novamente a participação de algumas mulheres protagonistas do agro para compartilharem suas experiências. No espaço de hoje foram recebidas Letícia Zamperlini, da ZJ Investimentos; Carminha Maria, da Sementes Oilema e Iara Corrêa, gestora do agronegócio, com a moderação do jornalista e escritor José Luiz Tejon e da diretora-executiva do Bradesco, Glaucimar Peticov.

Fonte: Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA
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Superbid promove leilão da Citrosuco

Por redação 26/10/2020
Escrito por redação

- Superbid promove leilão da Citrosuco

O Superbid Marketplace realiza até às 14 horas, do dia 28, leilão da Citrosuco de máquinas agrícolas. No ambiente virtual, serão negociadas aeronaves agrícolas, colhedora, trator, picadora, entre outras. Os lances são a partir de R$ 100 mil para uma colhedora, ano 2017.

A pandemia tem beneficiado esse tipo de negociação, pela tela do computador.  Muitos produtores rurais, em virtude do isolamento, buscaram em plataformas de negociação on-line uma alternativa para ter acesso a máquinas usadas, com preços mais atrativos do que uma recém saída de fábrica. Nesses ambientes, é possível economizar até 80% do valor que seria desembolsado em um equipamento novo, com cerca de cinco anos de uso, por exemplo.

A plataforma de negociações do Superbid Marketplace, aguarda crescimento de 20%, em 2020, com 25 mil ofertas,em 2020, entre tratores, colhedoras e irrigadores. Nos últimos dois anos, a empresa ofertou mais de 20 mil máquinas e equipamentos para o agronegócio.

O leilão da Citrosuco acontece de forma virtual nesse endereço. 

Fonte: Superbid Marketplace

 

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Exportações dos Cafés do Brasil batem recorde em setembro 

Por redação 22/10/2020
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- Exportações dos Cafés do Brasil batem recorde em setembro 

Volume exportado de 3,8 milhões de sacas de 60kg é o maior já registrado nesse período do ano

As exportações dos Cafés do Brasil em setembro de 2020 atingiram o maior volume já registrado para o mês, no total foram 3,8 milhões de sacas de 60kg exportadas, somando café verde, solúvel e torrado e moído, número que representou um crescimento de 8,6% se comparado com setembro de 2019. O café arábica foi responsável por 74,8% do volume embarcado com 2,8 milhões de sacas, enquanto o café conilon teve 17,7% de participação com o embarque de 672,5 mil sacas, um expressivo crescimento de 93,8% se comparado com as exportações desse tipo de café em setembro de 2019. O café solúvel teve 7,5% das exportações do mês com volume equivalente a 283,1 mil sacas de 60kg.

O total exportado dos Cafés do Brasil no atual ano civil – janeiro a setembro de 2020 – foi de 30,5 milhões de sacas de 60kg o que gerou uma receita cambial de US$ 3,9 bilhões. O café arábica teve participação de 77,9% nas exportações do atual ano civil, com 23,8 milhões de sacas. O café conilon foi responsável por 12,2% do volume exportado ao atingir 3,7 milhões de sacas, o que representou um aumento de 22,3% em relação ao mesmo período do ano civil anterior. Com 3 milhões de sacas, o café solúvel correspondeu a 9,8% dos embarques.

Vale destacar, conforme os dados divulgados pelo Cecafé, no Relatório mensal setembro 2020, os cinco principais destinos das exportações dos Cafés do Brasil, nos nove primeiros meses de 2020, num ranking em ordem decrescente. Em primeiro colocado, figuram os Estados Unidos, que importaram 5,6 milhões de sacas de café, as quais correspondem a 18,5% do total vendido no período; depois vem a Alemanha, com 5,1 milhões de sacas importadas (16,9%); Bélgica, em terceiro, com 2,4 milhões de sacas (7,8%); Itália, na sequência, com 2,3 milhões de sacas (7,4%); e Japão, em quinta colocação, com 1,5 milhão de sacas (5,1%).

Os números e demais dados da performance das exportações dos Cafés do Brasil que permitiram realizar esta análise, entre várias outras informações relevantes do setor, constam do Relatório mensal setembro 2020, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, o qual está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Fonte: Embrapa Café
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Evento discute benefícios de uma propriedade rural conectada

Por redação 20/10/2020
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- Evento discute benefícios de uma propriedade rural conectada
ConectarAGRO promove evento ao vivo com executivos e clientes e mediação da influenciadora digital Aretuza Negri

A associação ConectarAGRO promoveu evento virtual sobre a “Agricultura digital: os benefícios reais de uma propriedade conectada”. A entidade foi representada por Gregory Riordan, presidente da associação ConectarAGRO, Alexandre Dal Forno, head de marketing corporativo e IoT da TIM Brasil, e Felippe Gonçalves, gerente de negócios e serviços expandidos da Jacto que discutiram o tema sob mediação da influenciadora digital Aretuza Negri, do canal Ela é do Agro . A live foi transmitida por meio do canal no ConectarAGRO no YouTube .
O encontro contou ainda com a participação de Eder Junqueira, gerente de TI da Jalles Machado, e Ricardo Moreira, gerente de controle de produção da Amaggi Agro, dois importantes grupos para o agronegócio brasileiro, que são referências no País, e que falaram das experiências de conectividade em suas propriedades.

Fonte: Associação ConectarAGRO
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New Holland Agriculture anuncia lançamento de colhedoras

Por redação 16/10/2020
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- New Holland Agriculture anuncia lançamento de colhedoras

A New Holland Agriculture, marca do grupo CNH Industrial, anunciou o lançamento de duas linhas de colhedoras. A TC, que conta com uma história de 27 anos ao lado dos agricultores, e a sua co-irmã, a TX, que possui duplo rotor de separação, entre outras novidades. Além das melhorias tecnológicas, as novas colheitadeiras entregam mais conforto, melhor desempenho e baixo custo de manutenção, mas mantendo todas as qualidades conhecidas do produtor e das quais ele não quer abrir mão.

“A TC tem uma enorme importância para a agricultura brasileira e da América do Sul. Ela faz parte do universo dos agricultores do país e do continente. Nesses 27 anos ela viu a produção brasileira saltar para a liderança no cenário mundial de produção de alimentos e certamente ainda será testemunha de inúmeras outras conquistas que os nossos homens e mulheres do campo terão pela frente. Essa nova etapa da história da TC está apenas começando”, diz Rafael Miotto, vice-presidente da New Holland Agriculture para a América do Sul.

Os novos modelos se desmembram em duas famílias. A linha TC, com sistema de colheita convencional voltada para os clientes tradicionais da marca, e a linha TX, com um sistema de debulha por cilindro e separação por sistema de duplo rotor. As alterações e tecnologia embarcada nas duas famílias trazem uma porção de ferramentas exclusivas no mercado, entregando altíssima performance em todos os tipos de cultura, como arroz, feijão, soja e milho.

Serão 4 modelos ao todo, dois com debulha por cilindro e separação por sacapalhas (TC 4.90, com plataforma de 20 pés, e TC 5.90, de 25 pés), e dois com debulha por cilindro e separação por duplo rotor (TX 4.90, 25 pés, e TX 5.90, 30 pés). As duas prometem cobrir 20% mais área de corte e possuem plataforma elétrica, o que permitirá menores índices de perdas.

A cabine, projetada no centro da máquina, possui piloto automático, monitor de colheita, uma série de novos controles e promete aumentar o conforto do operador, uma vez que ela praticamente “flutua” sobre o equipamento, o que deve reduzir ruídos internos.

O projeto levou cinco anos para ficar pronto e contou com a participação de clientes em todas as etapas do processo. “Em 2019 tivermos o que chamamos de lançamento limitado do produto, com 21 máquinas operando no campo, testando a evolução e qualidade em todas as regiões do País”, explica Cláudio Calaça, do Marketing de Produtos da América Latina

As duas novas linhas de colhedoras, que continuarão sendo produzida na fábrica de Curitiba (PR), se destacam ainda, conforme a empresa por ser uma das mais acessíveis do mercado (classes 4 e 5), com excelente relação custo-benefício para o agricultor, mantendo o mesmo DNA que tornou a TC um sucesso de vendas, conforme afirma Gustavo Taniguchi. “Tudo o que tinha de atributo positivo na TC foi mantido nas novas máquinas. O que levava o cliente New Holland a comprar uma TC ele vai encontrar lá, só que com melhorias”, conclui.

Drive-in de máquinas

O lançamento oficial dos produtos aconteceu na sexta-feira à noite, durante show da dupla Zé Neto e Cristiano, em Goiânia, em sistema drive-in. Só que, no lugar de carros, o público pode acompanhar à apresentação de dentro de colhedoras, tratores e pulverizadores. O drive-in de máquinas, como a New Holland apelidou o evento, é o primeiro no mundo com essa formato. O show foi transmitido por meio do canal da dupla sertaneja no YouTube.

- New Holland Agriculture anuncia lançamento de colhedoras

“Este é o primeiro drive-in de máquinas agrícolas do mundo. Os convidados assistem ao show, com todo o conforto e cuidado de dentro de tratores, colheitadeiras e outros equipamentos agrícolas. Para isso, claro, vamos garantimos um rigoroso processo de sanitização e distanciamento social. É mais uma forma de mostrar que a New Holland, quando pensa em inovação, não se restringe ao desenvolvimento de produtos e tecnologias. Nós buscamos sempre algo novo para fazer com que as experiências dos nossos clientes sejam incríveis em qualquer ponto de contato com a marca. O nosso drive-in, além de oferecer esse momento único aos clientes,  reforça o nosso compromisso de mostrar sempre a força do campo também para cidades”, explica Taniguchi.

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