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Notícias

Husqvarna lança motocultivador com aplicação em aviários

Por redação 29/09/2020
Escrito por redação
- Husqvarna lança motocultivador com aplicação em aviários

O TR262 é voltado para o manejo do solo na criação de frangos e no cultivo agrícola em geral

A Husqvarna, multinacional sueca presente há 42 anos no Brasil, lançou o motocultivador TR262, voltado para o mercado de aviário. A novidade faz parte do portfólio de produtos da empresa desenvolvidos para mecanizar a rotina de pequenos e médios produtores. O TR262 é usado para descompactar e bater a cama dos aviários, o que ajuda a controlar a amônia, que é um gás proveniente dos dejetos das aves, e o excesso de umidade no solo. Como resultado, segundo a empresa, reduz a temperatura para ficar mais agradável aos frangos e diminui a propagação de doenças na população do aviário.

“Em um aviário tamanho padrão, o TR262 é 47% mais produtivo do que outros modelos e 34% mais econômico, aumentando o conforto e bem estar dos frangos ao garantir que eles sejam criados em um ambiente adequado, além de reduzir o ciclo de postura dos animais”, afirma Mario Fortunato, gerente de Produtos da Husqvarna para a América Latina. “Portanto, trata-se de um produto que aumenta a eficiência do produtor.”

O motocultivador Husqvarna TR262 possui largura de trabalho de 62 cm, com lâminas contrarrotativas de alta rotação, que ajudam no trato do solo compactado e duro. Equipado com um motor Husqvarna de 212 Cilindradas, o equipamento possui transmissão de duas velocidades para frente e marcha a ré que melhora a capacidade de manobra.

Ele pode ser utilizado também na agricultura para diferentes tratos culturais em diversos tipos de solos compactados nas fases de aração, cultivo e sulcação. Sua tração é por meio de embreagem multidisco banhada a óleo. O ajuste do guidão tem regulagem de altura e ângulo por alavanca para maior ergonomia e agilidade no trabalho.

“O Brasil está entre os 3 maiores produtores de frango do mundo, por isso nossas perspectivas são as melhores para esse equipamento. São inovações como essa que movem a Husqvarna”, encerra Fortunato.

Fonte: Husqvarna

 

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Perspectivas para o agronegócio no cenário político e econômico

Por redação 29/09/2020
Escrito por redação
- Perspectivas para o agronegócio no cenário político e econômico

Alexandre Garcia participa de bate-papo com Roberto Rodrigues

 

O painel “As perspectivas do agronegócio no cenário político e econômico”, com a participação do jornalista Alexandre Garcia e de Roberto Rodrigues (engenheiro Agrônomo, Agricultor e coordenador do Centro de Agronegócios da FGV), fechou o ciclo de palestras do primeiro dia do Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas, realizado pelo Grupo Conecta.

Rodrigues listou, durante o bate-papo com o jornalista, os horizontes para o agronegócio brasileiro. Ele usou o  estudo divulgado pela ONU de que até 2050 será necessário crescer a produção agrícola em 60% para alimentar a população mundial, para questionar como será possível atender a essa demanda.

“A pandemia aprofundou e agilizou a busca por respostas a esse tema. As pessoas se deram conta de que era preciso comprar comida. Perceberam que é possível ficar sem comprar roupa, TV, sapato, mas não sem comida”, destacou. Essa mudança de pensamento, ao seu ver, deve intensificar a preocupação com a segurança alimentar, o que pode beneficiar o Brasil.

Para o jornalista Alexandre Garcia, o momento atual de crise pode ser entendido também como oportunidade. “Temos uma crise no mundo, que criou grande oportunidade para esse País de 8 milhões de quilômetros quadrados, sem deserto, clima excelente, sem grandes tragédias meteorológicas. A terra prometida parece que não era Israel e sim o Brasil”, assinalou.

Por outro lado, Rodrigues reconheceu que o Brasil ainda necessita de investimentos em infraestrutura, como na malha ferroviária. “Até os anos 70,  a agricultura era costeira. Ninguém queria saber de Cerrado. Mas a tecnologia permitiu avançar para lá. Os brasileiros foram para o Cerrado, a agricultura foi para lá, mas a estrada não foi, o porto não foi, o armazém não foi”, aponta.

Outro entrave está na questão da concentração das exportações. Rodrigues assinala que em 2000, a China correspondia a 2,7% do que era exportado. Ano passado, já detinha 32% de participação. “Não podemos depender de um único mercado. Isso implica em negociação diplomática”, afirma.

A questão do desmatamento ilegal, incêndios criminosos e invasão de terras por grileiros também foi apontada pelo especialista como fator de preocupação, na medida que mancham a imagem da agricultura brasileira. Essas ações, afirma, têm sido feitas não por produtores rurais, mas por criminosos.

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Notícias

Executivas de cooperativas mostram força da mulher no setor

Por redação 29/09/2020
Escrito por redação

- Executivas de cooperativas mostram força da mulher no setor

O Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas, que acontece de forma virtual, reuniu no painel “Executivas de cooperativas – A importância da mulher nesse setor”, a gerente Administrativa Financeira da Cotribá, Ana Marlize Schreiner; a gerente técnica de Insumos da Coperacel, Tânia Manfroi Cassiano; a gerente Administrativa Financeira da Camisc, Claudiane Viana; e a superintendente da Coplana, Mirela Gradim.

Para iniciar o debate, Mirela Gradim apresentou os números da pesquisa realizada entre novembro de 2015 e abril de 2016, com mulheres que atuam na cadeia do agronegócio brasileiro, pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), que revelou que 57% das participantes atuam ativamente de associações e sindicatos, 60% têm ensino superior completo, 88% são independente financeiramente, 55% acessam a internet todos os dias.

“Se tivesse que definir o perfil dessa mulher, poderíamos dizer que ela tem escolaridade alta, independência financeira, é aberta à inovação e à comunicação e tem uma ampla visão do negócio”, assinalou Mirela.

Refletindo os resultados da pesquisa, as participantes tiveram a oportunidade de contar um pouco sobre como iniciaram a carreira dentro das cooperativas em que atuam e ressaltaram a importância de servirem como exemplo para outras mulheres que pretendem atuar no setor.

“Quando fazemos um trabalho bem feito isso abre espaço para que muitas outras mulheres possam ir à luta e batalhar pelo seu espaço, principalmente quando falamos no agro. Além de ocupar cargos de gestão, temos que divulgar isso. Mostrar essa capacidade feminina em igualdade de condições”, assinala Tânia, da Coperacel.

A executiva, que é engenheira agrônoma e produtora rural desde 1986, explica que, em 2010, a partir de uma necessidade de um grupo de vizinhos de sua cidade, Campos Novos, em Santa Catarina, foi criada a cooperativa de recebimento de grãos, Coperacel. Ela conta que, por ter participado de todo o processo de formação, foi convidada para presidir a cooperativa por duas gestões, ficando no cargo por seis anos. Hoje é uma mulher que também está à frente da organização. “Pelas informações que temos a Coperacel foi a primeira cooperativa no Brasil a ser presidida por uma mulher e continua sendo a única com uma mulher na presidência no setor de grãos”, afirma.

Para Ana, da Cotribá, a mulher interessada em conquistar espaço nesse setor deve ser, antes de tudo, disciplinada, além de honesta e ética. “Ela precisará também de uma capacidade de liderança, colaborar com o crescimento dos outros e ter um espírito inovador”, aponta. Ana está há quase 30 anos na cooperativa, onde começou como atendente, por três meses, na loja de roupas, até ser convidada a fazer parte do quadro de funcionários da contabilidade. Em 2005, a executiva assumiu a gerência da contabilidade e, em 2009, a administração. Três anos depois assumiu a parte financeira da cooperativa, que fatura R$ 1 bilhão.

Já Claudiane ressaltou a importância de a mulher persistir em seus sonhos. “As mulheres têm que se fazer escutar. Provar que podem executar as mesmas tarefas que os homens desempenham no cargo”, destacou. Das três convidadas para debater a importância da mulher no setor, Claudiane é a que está a menos tempo à frente de um cargo de confiança no agronegócio. Há cinco anos, ela é a responsável administrativa e financeira da Camisc.

 

 

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Ministra volta a defender importância do agro na crise

Por redação 29/09/2020
Escrito por redação

 

- Ministra volta a defender importância do agro na crise

Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, no Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, voltou a defender que se não fosse o agronegócio, o Brasil estaria passando por um pedaço muito pior da história. “Tivemos o serviço, o comércio e a indústria com muitas empresas fechadas, por conta do isolamento. Mas o agronegócio soube se reinventar, trabalhar com segurança, produzir e abastecer”, afirmou ao participar da abertura do Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas, esse ano realizado em formato digital.

Convidada para falar do “Agronegócio brasileiro no contexto atual e seus desafios”, a ministra destacou que ninguém tem dúvida da importância desse setor para a economia. Ela lembrou que há cerca de 50 anos, o País era dependente da importação de alimentos. E que, com investimentos em pesquisa e inovação, não só supriu a necessidade interna como se tornou um grande exportador para diversos países do mundo.

A ministra afirmou que o desafio agora é continuar crescendo. “Indicativos de vendas de fertilizantes, defensivos e sementes mostram que a safra deve continuar crescendo, mesmo sofrendo muitos questionamentos da sociedade urbana, talvez daqueles que não conseguem entender o sucesso desse segmento tão importante para nossa sociedade”, apontou.

Tereza Cristina destacou o papel das mulheres no setor e defendeu o papel das cooperativas. “São elos de uma organização de várias cadeias produtivas. Quando determinados setores trabalham com esse sistema de integração ou cooperação tendem a sofrer menos, com nas grandes crises, como a que tivemos agora.”

Produção

A presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Vendramini, que dividiu o painel com a ministra, também ressaltou o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, lembrando que a produção agrícola saltou 385%, em pouco mais de 40 anos, enquanto que a área agrícola, em igual período, avançou 32%. “O agronegócio no Brasil aumenta pela produtividade e não pela área. Nós sabemos que o País tem uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo”, afirmou.

A executiva apontou ainda que 2020 tem sido um momento de exportações muito fortes para o setor, com o aumento, inclusive, de países para os quais são enviados os produtos do Brasil. Enquanto muito setores amargaram queda nas exportações, o agronegócio registrou 10% de aumento nas vendas externas.

Com a previsão de receita em colheita na casa dos R$ 730 bilhões e 250 milhões de toneladas em grãos, 2020 deve ser mais um ano de safra recorde, conforme a presidente da Sociedade Rural Brasileira. Ela aponta ainda que o setor foi o único com desempenho positivo no PIB e que conseguiu gerar emprego esse ano, quando cerca de 84 mil vagas foram abertas, enquanto mais de um milhão de brasileiros ficaram desempregados.

Apesar desses resultados, a executiva disse que há muitos desafios a vencer. Ela listou a segurança jurídica, a regularização fundiária, a aprovação do CAR (Cadastro Ambiental Rural), como empecilhos que atrapalham o setor.

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Evento discute participação das mulheres no campo

Por redação 29/09/2020
Escrito por redação
- Evento discute participação das mulheres no campo

Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas acontece de forma virtual

Superação e resiliência, sucessão familiar, gestão financeira da propriedade e as perspectivas para o agronegócio no cenário político e econômico. Esses são alguns dos temas que cerca de 10 mil mulheres que atuam em mais de 200 cooperativas de todo o Brasil terão acesso em 29 e 30 de setembro, no Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas que, este ano, será realizado de forma virtual pelo Grupo Conecta.
A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, fala sobre o “Atual contexto do agronegócio e os principais desafios”, em um painel que contará também com a participação de Teka Vendramini, Presidente da Sociedade Rural Brasileira.

Para falar sobre as “Perspectivas do agronegócio no cenário político e econômico”, o evento traz a participação do jornalista Alexandre Garcia juntamente com o Coordenador de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues. Após os painéis, os participantes poderão tirar dúvidas com os palestrantes por meio de um chat.

Com o tema “Mulher sábia edifica sua família, sua propriedade e seus negócios”, o encontro também apresentará uma palestra do Padre Fábio de Melo. O objetivo é proporcionar às participantes um conteúdo completo, que abrange o dia a dia profissional, mas também se preocupa com as emoções, o equilíbrio e o bem-estar.

“As mulheres cooperativistas são gestoras de propriedades e têm uma responsabilidade grande na área administrativa, financeira e de recursos humanos e, ao mesmo tempo, equilibram a balança como mãe, esposa e mulher. Um dos grandes objetivos é que elas aprendam sobre gestão ao mesmo tempo em que valorizem seu lado feminino, suas potencialidades e tenham sinergia entre todos os papéis que precisam equilibrar”, afirma Luciana Martins, Diretora Executiva do Grupo Conecta e Diretora na MPrado Cooperativas.

O evento também contará com a participação do cantor e palestrante Leo Chaves, que falará sobre “Gratidão: o ciclo constante de plantio e colheita da vida – como identificar o caminho certo”, além de dezenas de especialistas sobre gestão, sucessão familiar, custo e produtividade, crédito rural, entre outros.

“É de fundamental importância um espaço, um evento que proporcione reflexões e conexões para que a gente perceba que não está só. Afinal, somos muitas e é importante estarmos juntas debatendo e construindo uma base sólida para enfrentarmos essa fase. Ao invés de desistirmos, esse é o momento de insistirmos em nossos objetivos. É assim que vamos construir uma sociedade mais forte, mais justa e equilibrada para todos e todas”, afirma Tânia Zanella, Gerente Geral da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB).

Fonte: Grupo Conecta
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Inovagro e parte do Pronaf já se esgotaram para este ano-safra

Por redação 28/09/2020
Escrito por redação

- Inovagro e parte do Pronaf já se esgotaram para este ano-safra

 

Os recursos de duas linhas de crédito rural já se esgotaram. Segundo circulares do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgadas em seu site, a linha Inovagro e parte da linha do Pronaf Investimento tiveram novos financiamentos suspensos “em razão do nível de comprometimento de recursos disponíveis para o Ano Agrícola 2020/21”.

No caso do Pronaf Investimentos, informa a circular do BNDES, a suspensão ocorreu exclusivamente nas linhas de crédito com taxa de juros prefixada de até 4% ao ano. “A suspensão não se aplica aos financiamentos destinados à aquisição de caminhonetes de carga e de motocicletas adaptadas à atividade rural, bem como à aquisição de tratores e implementos associados, colhedoras e suas plataformas de corte, assim como máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação, no âmbito do Pronaf Investimento”, ressalva o banco de fomento.

Em relação ao Inovagro, linha destinada à inovação tecnológica na produção agropecuária, houve comprometimento total dos recursos, mesmo eles sendo 33% maiores este ano-safra em relação ao anterior, somando R$ 2 bilhões. Já as linhas totais do Pronaf (custeio, comercialização e investimento) somam, no atual ciclo, R$ 33 bilhões, volume 5,7% maior ante 2019/20.

Fonte: BNDES
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FPT Industrial lança motor a gás natural

Por redação 28/09/2020
Escrito por redação
- FPT Industrial lança motor a gás natural

Propulsor seis cilindros de 460 cv de potência foi desenvolvido para aplicações de longa distância

Economia com combustível, conforme a empresa, pode chegar a 20% no Brasil, em comparação à motorização movida a diesel

A FPT Industrial, marca da CNH Industrial, trouxe para o mercado brasileiro o motor FPT Cursor 13 Gás Natural. Um potente propulsor de seis cilindros 100% movido a gás natural comprimido, gás natural liquefeito e biometano.

Já presente na Europa, o FPT Cursor 13 Gás Natural foi desenvolvido, conforme informou a empresa, para aplicações de longa distância, garantindo alta confiabilidade e menores custos de operação. A tecnologia de combustão estequiométrica da FPT Industrial garante performance e rendimento para o transporte rodoviário de cargas e passageiros.

Com 460 cv de potência e torque máximo de 2000 Nm a 1100 rpm, esta unidade de força promete uma economia de custos com combustível de até 20% no Brasil, em comparação à motorização equivalente a diesel, além de menor ruído de funcionamento.

“Graças a um sistema de pós-tratamento por meio de um catalisador de três vias, compacto e sem necessidade de manutenção, a exclusiva tecnologia de combustão estequiométrica da FPT Industrial contribui para o que FPT Cursor 13 Gás Natural seja a solução mais adequada para montadoras de transporte de cargas e passageiros, proporcionando carga útil otimizada e melhor aproveitamento de espaço”, destacou a empresa em comunicado. Desta forma é possível instalar tanques de combustível mais espaçosos nos veículos pesados, aumentando a autonomia nas estradas.

A FPT Industrial detém um amplo portfólio de motores a gás natural de 3 litros a 12,9 litros e potências de 136 cv (100 kW) a 460 cv (338 kW), que equipam, no mercado aberto, veículos comerciais, caminhões leves, médios e pesados, e ônibus em diferentes aplicações.

Custo

Os motores a gás têm custo total de propriedade competitivo, além de oferecer todas as vantagens dos motores a combustão tradicionais, inclusive a confiabilidade. A experiência da FPT Industrial em gás natural também abre caminho para uma indústria mais ecológica, já que o biometano é compatível com os motores e pode ser gerado a partir de fontes renováveis ou por meio da reciclagem de resíduos orgânicos, reduzindo as emissões de CO2 a quase zero.

“Estamos sempre à frente no desenvolvimento de powertrain associado a combustíveis alternativos. Com o FPT Cursor 13, trazemos ao mercado brasileiro um produto que carrega toda a tecnologia da marca em gás natural. Nosso trabalho tem como objetivo proporcionar máxima eficiência aliada aos menores custos operacionais, pensando em um futuro mais verde”, afirma o presidente da FPT Industrial para a América do Sul, Marco Rangel.

Fonte: FPT Industrial
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Profissionalização é defendida como saída para proteção do meio ambiente

Por redação 28/09/2020
Escrito por redação
- Profissionalização é defendida como saída para proteção do meio ambiente

Para Costa Neto, os produtores rurais são os que mais saem perdendo com os incêndios

De acordo com professor da ESPM Porto Alegre, empresas do setor bem administradas entendem que é preciso aliar produção e preservação

Os incêndios no Pantanal e na Amazônia acima das médias históricas não provocaram danos somente na imagem internacional do governo brasileiro: o agronegócio tem sido retratado como o vilão no avanço das queimadas sobre áreas de preservação permanente. “O agronegócio é o setor econômico que mais depende do meio ambiente preservado. Como está evidente, os incêndios trazem somente prejuízos aos produtores. As queimadas destroem a fauna, a flora, e também os negócios”, afirma Ernani Carvalho da Costa Neto, coordenador do Núcleo de Agronegócio da ESPM. “Os produtores rurais são os que mais saem perdendo.”

Além de aumentar a mobilização de esforços para combater os incêndios, reforçar a fiscalização contra crimes ambientais e a adotar mudanças estruturais na situação fundiária desfavorável nas regiões atingidas, Ernani aponta mais duas saídas para a atual crise de imagem externa do setor: aumentar os investimentos em comunicação e marketing, com a mensagem central da adoção pelo agro brasileiro de tecnologia de ponta para aumento da produtividade e qualidade dos alimentos, e coordenar essa comunicação com todos os agentes das cadeias produtivas envolvidas. “Os produtores, juntamente com as empresas do setor, devem demonstrar e comunicar que podem produzir mais e com mais qualidade no mesmo espaço disponível. O agronegócio do Brasil vai continuar a crescer preservando o meio ambiente”, afirma.

Todas essas ações têm uma variável comum: a necessidade de ampliação da profissionalização do setor de forma integral. Para Costa Neto, o histórico e o legado de práticas ilegais como a grilagem são maiores do que se pensa em algumas regiões do país onde está presente o agronegócio. “A gestão profissionalizada de propriedades rurais assegura produção de alimentos e preservação ambiental. Uma propriedade bem gerida é aliada das autoridades em ações de proteção e prevenção de incêndios como os que temos testemunhado em áreas nativas”, diz.

Fonte: ESPM Porto Alegre
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Expointer 2020 digital acontece em formato híbrido

Por redação 28/09/2020
Escrito por redação
- Expointer 2020 digital acontece em formato híbrido

Abertura da Expointer 2020 digital contou com a presença do governador do RS, Eduardo Leite

A Expointer 2020 digital teve início no final de semana, em um modelo híbrido, que mistura eventos presenciais com digitais, por conta da pandemia do coronavírus. Até 4 de outubro, os interessados em comprar produtos agrícolas, incluindo os da agricultura familiar, poderão acessar o drive thru montado no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). E, pela internet, será possível acompanhar salas de negócios, eventos sobre tecnologia e inovação, exposições de máquinas e até shows. O público poderá conferir todo esse conteúdo por meio de quatro canais ao vivo no site do evento. Assista aqui.

As atividades tradicionais da Expointer, como competições, entre as quais o Freio de Ouro, apresentações e leilões, serão realizadas de forma presencial, sem a participação de público visitante, e observando os protocolos de saúde, mas transmitidas pela internet.

Um dos espaços oficiais mais visitados da feira, o Pavilhão da Agricultura Familiar, teve inovação. Os produtores expõem seus produtos, mas fazem vendas online e em salas de negociação.

Máquinas

Em setembro foi realizada a Expointer Digital de Máquinas Agrícolas 2020, organizada pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers). A venda de máquinas foi feita de forma on-line por meio da plataforma do Simers. No Portal, produtores rurais puderam se conectar com vendedores de máquinas e implementos de forma fácil sem sair de casa.

Fonte: Expointer 2020 digital

 

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ZF acelera mesmo na pandemia

Por redação 28/09/2020
Escrito por redação

- ZF acelera mesmo na pandemia

Por Adriana Gavaça 
- ZF acelera mesmo na pandemia

Paulo Vecchia, Gerente Sênior da Unidade de Negócios de Sistemas Fora de Estrada da ZF América do Sul

Nem mesmo a pandemia do novo coronavírus impediu a ZF de acelerar esse ano. Além de manter o lançamento de dois modelos de eixos em sua linha TSA, o TSA11 e o TSA14, para 2021, a empresa afirma ter honrado os contratos firmados internamente, apesar dos desafios impostos pela quarentena em diversas partes do País. “Fizemos uma operação de guerra. Não vou dizer que foi fácil, porque a pandemia trouxe dificuldades com parte de nossa base de fornecedores. Mas conseguimos, rapidamente, reverter isso e manter os nossos prazos.”, conta Paulo Vecchia, Gerente Sênior da Unidade de Negócios de Sistemas Fora de Estrada da ZF América do Sul.

Por outro lado, o executivo explica que a ZF, por concentrar um Centro de Competência Global no Brasil, com soluções voltadas para o mundo todo, viu parte desses projetos, em algumas regiões, serem adiados. “A parte dessa engenharia e dessa capacidade já consolidada na organização nós aproveitamos para alocar em outros serviços como, por exemplo, para turbinas eólicas. Estamos fazendo hoje, com o mesmo conhecimento adquirido de anos em desenvolvimento de designs, vender esses serviços para outras unidades e assim complementar demandas que tinham sido diminuídas por conta desses adiamentos”, explica.

Oportunidade

No primeiro semestre do ano, o PIB do agronegócio brasileiro registrou crescimento de 1,6%, em relação a igual período do ano passado, apesar do tombo da economia, no mesmo intervalo, de 5,9%. Estimativas da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea para o setor agropecuário é de fechar 2020 com um avanço de até 2,5%, considerando o prognóstico de safra do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São esses resultados que têm animado a indústria ligada ao agronegócio e incentivado investimentos no setor. O executivo da ZF lembra que há 15 anos, existiam quatro ou cinco montadoras, no máximo, de máquinas agrícolas no País. Número esse que triplicou nos últimos anos. “Dependendo agora no pós pandemia talvez esse número mude um pouco, mas estamos falando em 14 montadoras e a ZF já atende a todas elas. Essa mudança de 4 para 14 significa uma coisa: o futuro desse negócio no Brasil é absolutamente promissor”, afirma.

- ZF acelera mesmo na pandemia

Centro de Competência Global

Vecchia diz que é difícil precisar um volume de negócios nos próximos anos, mas que, com certeza, a tendência é de alta. “Senão não teríamos 14 montadoras investindo no Brasil, colocando dinheiro, abrindo fábricas, aumentando produção e trazendo produtos de alta tecnologia”, aponta e completa: “vale salientar que a ZF tem não só essa visão do mercado agrícola ser importante para o Brasil, mas tem a visão de que o Brasil é importante no cenário global como provedor de commodities”, explica. O executivo afirma ainda que a ZF se prepara para investir em outras soluções, além dos produtos anunciados para o ano que vem. “Estudamos outras inovações em eixos e em outros produtos, que pretendemos apresentar ao longo dos próximos anos aqui no Brasil, sempre com o objetivo de alavancar um novo nível de tecnologia e eficiência produtiva para os nossos clientes”, destaca.

Além de atuar no segmento de eixos, a ZF vende transmissões para caminhões pesados, dentre outras iniciativas voltadas para o setor. O agronegócio detêm uma participação de 4% sobre os negócios da empresa, levando em conta todos os setores em que ela está presente.

“Hoje o agro tem uma participação pequena no negócio da ZF como um todo. Mas essa não é a realidade que queremos no futuro. Pretendemos acompanhar essa evolução do mercado agrícola, de máquinas aqui no Brasil”, aponta o executivo da empresa.

35 anos

A ZF celebra em 2020, 35 anos de produção de eixos no Brasil,  na planta localizada em Sorocaba (SP). Desde então, já foram produzidos mais de meio milhão de unidades, com inovações que redesenharam a produtividade do setor agrícola brasileiro. A excelência dos eixos produzidos pela ZF no Brasil, conforme assinala Vecchia, trouxe à empresa reconhecimento internacional e a instalação na matriz brasileira do Centro de Competência Global para produção de eixos agrícolas, há dois anos.

“Com isso, a coordenação sobre o desenvolvimento de eixos para todos os mercados do mundo atendidos pela ZF passou a ser de responsabilidade da unidade brasileira”, assinala.

- ZF acelera mesmo na pandemia

Eixo TSA 09

Dentre os produtos desenvolvidos pela empresa, no Brasil, estão eixos dianteiros tracionados para tratores e máquinas agrícolas com potências de 75 a 240 cavalos e eixos dianteiros e traseiros para retroescavadeiras utilizadas no segmento de construção. O maior volume registrado em um único ano ocorreu em 2010, quando a planta finalizou o ano com 30.243 produtos fabricados, atendendo apenas ao mercado brasileiro.

Dentre a fabricação de eixos no Brasil, a parte destinada ao mercado agrícola, na planta de Sorocaba, também teve início em 1985. O executivo conta que a produção trouxe avanços para a indústria de equipamentos fora de estrada, especialmente para os novos desenvolvimentos e ao dia a dia das operações nos campos, que conseguiram extrair o máximo em produtividade e rentabilidade a partir de soluções técnicas que foram desenvolvidas pela ZF, tanto para o momento da colheita quanto para as operações nos canteiros de obras.

Transformações

As mudanças e evoluções nos eixos aconteceram pouco a pouco, mas todas foram embasadas nas necessidades do mercado, que se expandiu fortemente no Brasil, conforme aponta Vecchia. De acordo com dados da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, entre 1975 e 2017, a produção de grãos, que era de 38 milhões de toneladas, cresceu mais de seis vezes, atingindo 236 milhões de toneladas, enquanto a área plantada apenas dobrou.

A partir dos anos 80 os tratores 4×4 ganharam os campos aumentado a versatilidade para utilização de implementos inovadores maiores, voltados para executar operações mais pesadas, em terrenos que exigem mais dos equipamentos. “A tecnologia do trator 4×4 ajudou a indústria a e ter uma máquina mais eficiente. A tração 4×4 conferiu um avanço, principalmente na capacidade do trator operar implementos mais potentes. E nós fomos um dos motores que impulsionou essa mudança”, aponta Vecchia.

Os modelos 335 e 350 tornaram a família de eixos APL 300 a mais vendida na América do Sul e levaram a marca a sucessivos recordes de produção e vendas até o início dos anos 2000. Com ela, a ZF se tornou líder na produção e comercialização de eixos dianteiros de tração para tratores 4×4 com cerca de 75% do mercado e fornecimento para todos os principais fabricantes como Agrale, New Holland, John Deere, Valtra e Massey Ferguson, no Brasil e na Argentina.

A partir dos anos 2000 foi a vez do setor agrícola conhecer as inovações da família AS, que dominaram o mercado por mais de uma década. A família de eixos tracionados AS 2000, reuniu como principais atributos a precisão, estabilidade, confiabilidade, maior vão livre do solo e melhor manobrabilidade.

Desde o desenvolvimento do primeiro eixo agrícola no Brasil, vários novos atributos desenvolvidos para os eixos foram redesenhando o dia a dia das atividades dos agricultores. Um exemplo disso está na família TSA, uma das mais utilizadas hoje nos tratores brasileiros, que entrou em produção a partir de 2014, com o modelo TSA09. A partir de 2017, a ZF iniciou a produção no País do eixo TSA23, desenvolvido para aplicação em tratores agrícolas com faixa de potência entre 160 e 240 hp. A tecnologia GPS introduzida nesses eixos se tornou grande aliada na conquista de uma operação ainda mais precisa, e o novo eixo permitiu ao trator trabalhar com dois implementos ao mesmo tempo, sendo um deles frontal.

- ZF acelera mesmo na pandemia

Eixo TSA 23

Atualmente os modelos TSA 20 e TSA 23 são comercializados nas versões rígida e suspensa. Além disso, oferecem de fábrica o kit reversível de extensão de bitola para até 3 metros, atendendo a demanda da cultura de cana-de-açúcar. Esses eixos suportam aplicações em tratores com potências de 160 até 240 cavalos. Já o TSA 09 é destinado a tratores com potência de até 100hp.

Lançamentos

Para 2021, a ZF anunciou o lançamento de dois produtos para a família de eixos TSA: o TSA11 e TSA14. Estes eixos trazem diversas vantagens, com destaque para a modularidade de componentes, facilitando a inclusão de opcionais (bloqueio de diferencial hidráulico, sensor de esterçamento, suspensão, etc.) a um produto standard, tornando-o premium.

Os produtos se destacam ainda, segundo o executivo, pela performance no campo. Vecchia diz que o TSA, quando comparado à linha anterior AS, é cerca de 20% mais leve, com 25% mais de capacidade de carga. “Conferimos ainda um sistema de direção com adicionais 30bars de pressão, melhorando conforto e precisão nas manobras”, conclui.

 

28/09/2020 0 Comentários
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