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Notícias

Celebridades do agro se unem no combate ao Covid-19

Por redação 26/03/2020
Escrito por redação

Leilão virtual “Agro pela Vida”, nesta sexta-feira (27), visa arrecadar recursos para a compra de respiradores e outros materiais para hospitais de Rio Preto e região

Celebridades, artistas da música sertaneja, ídolos do esporte e empresários ligados ao setor agropecuário unidos no combate ao Covid-19. Nesta sexta-feira, dia 27/3, a partir das 14h, ocorre o 1º Leilão “Agro pela Vida”. A ação solidária tem por objetivo arrecadar recursos para a aquisição de respiradores e de materiais hospitalares para o Hospital de Base de São José do Rio Preto e Santas Casas e Lares de Idosos de Rio Preto e região.

A iniciativa é capitaneada por um grupo de empresários e conta com o apoio da atual ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “Esse é o agro que o Brasil deve conhecer: o agro solidário. O agro que produz, que é o motor de nossa economia, e que, agora, demonstra esse grande gesto de solidariedade”, declarou a ministra da Agricultura.

Entre os nomes conhecidos que já aderiram à ação estão ídolos da música sertaneja como as duplas Zé Neto & Cristiano, Bruno & Marrone, Fernando & Sorocaba, Chitãozinho & Xororó, os cantores Gusttavo Lima, Luan Santana, entre outros, além de ídolos do esporte como Emerson Fittipaldi e o eterno rei do futebol, Pelé, que doou uma camisa autografada da Copa do Mundo de 1970, provavelmente um dos itens que estarão entre os mais disputados do leilão.

Muitas das peças doadas são violões e chapéus autografados. O empresário rio-pretense Paulo Emilio Marques, organizador do Country Bulls, doou uma fivela e um livro do Touro Bandido.

A ação solidária conta também com a adesão de empresas como a Tereos, uma das maiores fabricantes de etanol e açúcar do País, que dou 1 mil litros de álcool 70%.

“Hospitais regionais como o HB e as Santas Casas, além dos Lares de Idosos, estão na linha de frente no combate ao avanço do novo coronavírus. Todos devemos ajudar e fazer a nossa parte”, disse Antonio Cabrera, ex-ministro da Agricultura e um dos idealizadores da iniciativa.

A expectativa é arrecadar até R$ 250 mil. Além de Rio Preto, serão beneficiadas instituições de Monte Aprazível, Macaubal, Tanabi e José Bonifácio.

O leilão terá transmissão ao vivo pelo site Compre Gados (www.compregados.com.br/leilao). A operação será da empresa Tanabi Leilões. Outras informações pelos telefones (17) 99744-6540, (17) 99772-5567 e (17) 99771-0794.

Também é possível contribuir com a campanha por meio de doações:

Banco do Brasil
Eloy Goncalves Junior
CPF 045520198-64
Agência: 0145-7
Conta Corrente: 18.274-5

 

Lista de artistas e personalidades que já aderiram à campanha

– Pelé (camisa Copa do Mundo de 70 assinada pelo rei do futebol)
– Emerson Fittipaldi (1 capacete)
– Leonardo (1 violão autografado)
– Zezé Di Camargo (1 violão autografado)
– Gusttavo Lima (1 violão autografado)
– Bruno & Marrone (1 violão autografado)
– Chitãozinho e Xororó (1 violão autografado)
– Luan Santana (1 violão autografado)
– Leo Chaves (1 violão autografado e 1 camisa de show)
– Munhoz & Mariano (1 chapéu)
– Zé Neto & Cristiano (1 violão autografado)
– Gustavo Mioto (1 violão autografado)
– Cesar Menotti & Fabiano (1 viola caipira autografada)
– Alexandre Pires (1 violão estilizado)
– Fiduma & Jeca (1 chapéu autografado)
– Fernando & Sorocaba (1 chapéu)
– Leo Chaves (1 chapéu)
– Padre Alessandro (1 chapéu + 1 jaqueta)
– Paulo Emilio Marques (1 fivela + 1 livro do Touro Bandido)

 

Informações para a imprensa:

Celebridades, artistas da música sertaneja, ídolos do esporte e empresários ligados ao setor agropecuário unidos no combate ao Covid-19. Nesta sexta-feira, dia 27/3, a partir das 14h, ocorre o 1º Leilão “Agro pela Vida”. A ação solidária tem por objetivo arrecadar recursos para a aquisição de respiradores e de materiais hospitalares para o Hospital de Base de São José do Rio Preto e Santas Casas e Lares de Idosos de Rio Preto e região.

A iniciativa é capitaneada por um grupo de empresários e conta com o apoio da atual ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “Esse é o agro que o Brasil deve conhecer: o agro solidário. O agro que produz, que é o motor de nossa economia, e que, agora, demonstra esse grande gesto de solidariedade”, declarou a ministra da Agricultura.

Entre os nomes conhecidos que já aderiram à ação estão ídolos da música sertaneja como as duplas Zé Neto & Cristiano, Bruno & Marrone, Fernando & Sorocaba, Chitãozinho & Xororó, os cantores Gusttavo Lima, Luan Santana, entre outros, além de ídolos do esporte como Emerson Fittipaldi e o eterno rei do futebol, Pelé, que doou uma camisa autografada da Copa do Mundo de 1970, provavelmente um dos itens que estarão entre os mais disputados do leilão.

Muitas das peças doadas são violões e chapéus autografados. O empresário rio-pretense Paulo Emilio Marques, organizador do Country Bulls, doou uma fivela e um livro do Touro Bandido.

A ação solidária conta também com a adesão de empresas como a Tereos, uma das maiores fabricantes de etanol e açúcar do País, que dou 1 mil litros de álcool 70%.

“Hospitais regionais como o HB e as Santas Casas, além dos Lares de Idosos, estão na linha de frente no combate ao avanço do novo coronavírus. Todos devemos ajudar e fazer a nossa parte”, disse Antonio Cabrera, ex-ministro da Agricultura e um dos idealizadores da iniciativa.

A expectativa é arrecadar até R$ 250 mil. Além de Rio Preto, serão beneficiadas instituições de Monte Aprazível, Macaubal, Tanabi e José Bonifácio.

O leilão terá transmissão ao vivo pelo site Compre Gados (www.compregados.com.br/leilao). A operação será da empresa Tanabi Leilões. Outras informações pelos telefones (17) 99744-6540, (17) 99772-5567 e (17) 99771-0794.

Também é possível contribuir com a campanha por meio de doações:

Banco do Brasil
Eloy Goncalves Junior
CPF 045520198-64
Agência: 0145-7
Conta Corrente: 18.274-5

 

Lista de artistas e personalidades que já aderiram à campanha

– Pelé (camisa Copa do Mundo de 70 assinada pelo rei do futebol)
– Emerson Fittipaldi (1 capacete)
– Leonardo (1 violão autografado)
– Zezé Di Camargo (1 violão autografado)
– Gusttavo Lima (1 violão autografado)
– Bruno & Marrone (1 violão autografado)
– Chitãozinho e Xororó (1 violão autografado)
– Luan Santana (1 violão autografado)
– Leo Chaves (1 violão autografado e 1 camisa de show)
– Munhoz & Mariano (1 chapéu)
– Zé Neto & Cristiano (1 violão autografado)
– Gustavo Mioto (1 violão autografado)
– Cesar Menotti & Fabiano (1 viola caipira autografada)
– Alexandre Pires (1 violão estilizado)
– Fiduma & Jeca (1 chapéu autografado)
– Fernando & Sorocaba (1 chapéu)
– Leo Chaves (1 chapéu)
– Padre Alessandro (1 chapéu + 1 jaqueta)
– Paulo Emilio Marques (1 fivela + 1 livro do Touro Bandido)

 

Informações para a imprensa:

COMUNIC COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA
Elaine Madalhano – elaine@comunic.com.br | (17) 99745-2797
Igor Galante – igor@comunic.com.br | (17) 99791-1216

COMUNIC COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA
Elaine Madalhano – elaine@comunic.com.br | (17) 99745-2797
Igor Galante – igor@comunic.com.br | (17) 99791-1216

Fonte: Comunic Comunicação Estratégica
26/03/2020 0 Comentários
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Coluna

Tecnologias digitais e a transformação do agronegócio

Por redação 26/03/2020
Escrito por redação

Por Caroline Capitani

Existem muitas oportunidades nas diversas cadeias produtivas vinculadas ao agronegócio que podem ser resolvidas com soluções criativas e viáveis. O campo tem sido invadido pelos dados para que decisões cada vez mais inteligentes sejam tomadas pelo produtor rural, como entender os inputs gerados pelos equipamentos (telemetria) e aumentar a eficiência, por meio de analytics avançados e gerenciamento das operações de forma mais holística e científica.

A gestão das propriedades rurais pode ser otimizada por meio de softwares de gerenciamento agrícola, assim como o plantio e a colheita também podem ser potencializados com tecnologias voltadas à agricultura de precisão, análise preditiva, irrigação inteligente, robótica e drones. Soluções digitais de escoamento de safra, com marketplaces, também têm se mostrado com uma alternativa bastante interessante. Como exemplo, pode-se citar a plataforma CBC Agronegócios, na qual empresas negociam produtos como grãos, cereais, sementes e insumos. 

O setor agro, de forma em geral, vem buscando formas de otimizar a produção e isso inclui a diminuição da dependência humana para determinadas atividades. Outra demanda é da indústria financeira, preocupada em dar mais acesso ao crédito para os produtores rurais, diminuindo a burocracia e revisitando processos muito manuais e engessados. 

As seguradoras, por sua vez, estão se preparando para fornecer seguro agrícola adaptado às necessidades específicas dos agricultores. Informados por big data e em tempo real, o agricultor e a seguradora podem adaptar sua cobertura dinamicamente, com base na mudança de risco e nas ações tomadas pelo segurado para mitigar esse risco. Além disso, como parte de um ecossistema agrotecnológico, há um grande valor para o agricultor em tudo aquilo que simplesmente acontece mais rápido, seja de reparos de equipamentos a pagamentos de sinistros. A tecnologia digital é um divisor de águas para o seguro agrícola e tem como principais desafios as mudanças climáticas, a cadeia de fornecimentos e a falta de cobertura.

É perceptível, por exemplo, o aumento das empresas que comercializam máquinas e implementos agrícolas com interesse em medir seu NPS (Net Promoter Score) – métrica de lealdade do cliente -, metodologia que tem se disseminado amplamente em diferente indústrias. Isso mostra a preocupação das empresas em melhorar a satisfação de seus clientes, colocando-os, de fato, no centro das suas decisões. Isso tem estimulado as empresas a desenharem a jornada de compra, identificando o momento ideal para coleta do feedback e estudando os melhores canais a serem utilizados. Para viabilização desse processo, são necessárias a adoção de novas tecnologias e também uma mudança de modelo mental das empresas produtoras, das revendas, das assistências técnicas que estão diante de um produtor rural cada vez mais atualizado e exigente.

Um exemplo de utilização de recursos tecnológicos é da AGCO International, que implementou ferramentas em IoT em suas máquinas agrícolas, ou seja, equipamentos que funcionam de forma autônoma. Como resultado, obteve-se um aumento de precisão de rota dos tratores de um metro para até dez centímetros; registro dos dados de semeadura do produtor: quanto foi semeado de cada semente, cada defensivo agrícola e em qual área da fazenda; dados de telemetria enviados às concessionárias da AGCO: nível de óleo e combustível, temperatura do motor e do óleo e horas de uso do motor.

Outro caso que pode ser citado é o da seguradora Allianz. A companhia usa a solução da startup 365FarmNet – que é baseada em dados de satélite – para melhorar a avaliação de risco em tempo real para seguros agro. A tecnologia é aplicada para garantir desvios dos rendimentos previstos das colheitas. Ela utiliza dados de satélite abertos da Agência Espacial Europeia (ESA) para mapear o acúmulo de biomassa, com o objetivo de melhorar a avaliação de riscos em tempo real, bem como uma avaliação de reivindicações mais eficiente e precisa. Isso significa duas coisas: maior previsibilidade de resultados e uma melhor proporção de insumo/produto agrícola. 

Existem diversos cases de sucesso na indústria e uma proliferação de eventos para tratar do tema inovação e novas tecnologias no meio agro. Empresas consolidadas, que atuam no meio agro, têm avançado em prover melhores serviços por meio de uma atuação em ecossistema, trazendo uma atuação virtuosa e de ganhos para o produtor rural por intermédio da tecnologia. E há ainda muita oportunidade de inclusão de tecnologias digitais, especialmente, quando se trata de agricultura familiar, que representa 88% das propriedades rurais. 

Sendo assim, um caminho para encurtar esse acesso é por meio da parceria entre empresas e startups, ligando os menores a tecnologias que permitem ter ganhos na produção e na qualidade do produto. Operar em ecossistema é uma saída inteligente, mais acessível e responsável diante do desafio crescente do setor que representa aproximadamente 1Ž4 do PIB nacional.

Caroline Capitani, VP de Negócios e Inovação da ilegra, empresa global de design, inovação e software.

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Vídeos

Tecnologia democratiza agricultura de precisão

Por redação 26/03/2020
Escrito por redação

A tecnologia da agricultura de precisão transformou a fabricação dos maquinários agrícolas. Para melhor aproveitamento do solo, de insumos e da aplicação de produtos, tratores e colheitadeiras, por exemplo, já saem dos fabricantes com inovações tecnológicas avançadas embarcadas, como scanners, microprocessadores e softwares. Porém, os custos dessas produções ainda podem ser alto para todos os fabricantes.

Uma forma de democratizar a agricultura de precisão é através do desenvolvimento de tecnologias embarcadas, trabalho da Divisão de Agricultura da Hexagon.

Tecnologia democratiza agricultura de precisão entre fabricantes

Produtos permitem que maquinários sejam adaptados à agricultura 4.0

A tecnologia da agricultura de precisão transformou a fabricação dos maquinários agrícolas. Para melhor aproveitamento do solo, de insumos e da aplicação de produtos, tratores e colheitadeiras, por exemplo, já saem dos fabricantes com inovações tecnológicas avançadas embarcadas, como scanners, microprocessadores e softwares. Porém, os custos dessas produções ainda podem ser alto para todos os fabricantes.

A solução pode estar em parcerias com quem produz essas tecnologias. Manter a produção de máquinas e agregar, de um fornecedor, hardwares (produto físico, como displays, controladores e sensores), software (sistema operacional) ou ambos (um equipamento  que já venha com a tecnologia integrada de fábrica). A Divisão de Agricultura da Hexagon, sediada em Florianópolis, desenvolve, desde 2004, soluções integradas para a gestão das operações do plantio à colheita e logística, possibilitando a automação de maquinários e a maximização do controle operacional.

“Nem todos os fabricantes possuem recursos para arcar com desenvolvimento das tecnologias da agricultura de precisão, e é aí que nós atuamos”, explica o Presidente da Divisão de Agricultura da Hexagon, Bernardo de Castro. “Desenvolvemos tecnologias embarcadas para fabricantes de tratores e implementos, com o objetivo de transformá-los em verdadeiras ferramentas tecnológicas para eficiência agrícolas”.

A PVT Agriculture, fabricante do setor de pulverizadores, é um exemplo. “Notamos que tínhamos uma deficiência nos controladores por GPS dos nossos implementos, o que nos gerava gasto elevado de atendimento de pós-venda e visitas técnicas em campo”, conta o diretor da empresa, Marcelo Variza. “Precisávamos de soluções inovadoras do mercado nacional, que estivessem prontas para serem instaladas nas máquinas e que agregassem valorização de mercado aos pulverizadores”. A adequação veio através da Hexagon, com a implementação de produtos da plataforma HxGN AgrOn, como o AgrOn Piloto Automático e AgrOn Controle de Pulverização.

Orientado por satélite por meio de uma antena instalada no trator, o AgrOn Piloto Automático apoia a navegação de tratores, máquinas e implementos agrícolas e florestais; e garante o alinhamento das rotas com uma precisão de até 2 centímetros. A rota pode ser planejada diretamente do escritório. Dessa forma, é possível maximizar os recursos de campo, diminuir significativamente a compactação do solo e aumentar os tempos produtivos.

Já o AgrOn Controle de Pulverização permite maior controle de quantidade de produtos aplicados. Além de diminuir desperdícios e, com isso, reduzir custos, a administração automatizada também implica em menos agrotóxicos usados nas produções, podendo atingir até 25% a menos de químicos.

Soluções – Além de ser um meio para a transformação digital da agricultura, os desenvolvimentos na plataforma HxGN AgrOn reduzem os desperdícios de matéria-prima, sincronizam e conectam operações, mantêm a lucratividade enquanto os preços aumentam e reduz o tempo de inoperabilidade das máquinas. No total, são mais de 35 produtos desenvolvidos para as operações de cultivo, colheita e transporte, para consumidor final, empresas agrícolas e fabricantes, e alguns deles estarão expostos na feira.

Sobre a Hexagon – A divisão de Agricultura da Hexagon, com sede e fábrica em Florianópolis (SC), oferece tecnologias que convertem dados em informações inteligentes, permitindo planejamento e execução eficientes, controles precisos de máquinas e fluxos de trabalho que otimizam as operações agrícolas. A Hexagon,  líder global em sensores, software e soluções autônomas, tem aproximadamente 21 mil funcionários em 50 países e vendas líquidas de aproximadamente 3,9 bilhões de euros.

26/03/2020 0 Comentários
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Notícias

Setor agropecuário realizará leilão para ajudar na luta contra pandemia

Por redação 25/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Viveiros

Leilão virtual dos produtores rurais captará recursos para ajuda a hospitais na guerra contra a pandemia da Covid-19

Sexta-feira, 27 de março, às 14 horas, em São José do Rio Preto, no interior paulista, será realizado o Leilão Solidário Covid-19, promovido pelo setor agropecuário, com o propósito de gerar recursos para a compra de respiradores, máscaras, luvas, aventais e outros materiais, a serem destinados às santas casas e lares de idosos de municípios da região. A iniciativa é do grupo de WhatsApp G-Agro Rio Preto.

Um de seus coordenadores, Antonio Cabrera Mano Filho, médico veterinário, empresário rural e ex-ministro da Agricultura, salienta que o evento aproveitará a experiência dos produtores na realização de leilões virtuais para ajudar as instituições de saúde na luta contra a pandemia. Além de animais e produtos agro, estarão à venda outros objetos, como uma camisa autografada de Pelé da Copa de 1970, quando o Brasil foi tricampeão mundial, igual às que o Rei deu ao ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e ao ator Will Smith. Já o cantor sertanejo Zezé Di Camargo autografará e doará um dos violões que utiliza em seus shows.

“Um de nossos objetivos é contribuir para que iniciativas como esta se multipliquem em todo o País, de modo que sejam arrecadados fundos nacionalmente para ajudar na guerra que estamos travando contra o novo coronavírus”, salienta Cabrera, que informa que ao menos outros 20 leilões, nos mesmos moldes, já estão sendo organizados. “O agronegócio está mostrando sua força e capacidade de mobilização para ajudar a quem precisa”, acrescenta.

O grupo organizador conta com a ajuda das pessoas, que podem fazer doações espontâneas em dinheiro ou em animais e produtos a serem arrematados. A operação do evento ficará a cargo da empresa Tanabi Leilões, com transmissão pelo portal Compre Gados. Haverá prestação de contas com total transparência.

A captação, gestão dos recursos e apoio está a cargo dos seguintes produtores rurais: Eloy Gonçalves Aroeira, Antonio Cabrera Mano Filho, Ben Hur Cabrera Mano, Henrique Gonçalves de Oliveira, Durvalino Neto, Renan Maiochi, Hamilton Farinazzo, Roberto Bassan e Adriano Caruso, dentro outros. O leiloeiro será Paulo Belarmino, com transmissão de Ciro Thiago Neto. As pessoas que quiserem doar serão adicionadas ao Grupo G-Agro para acompanhar todas as atualizações e operações.

Experiência a serviço da vida

Cabrera lembra que o setor da pecuária é conhecedor de longa data da tecnologia de leilão virtual. Faz isso, inclusive, em canais de televisão dedicados ao tema. Nesses eventos, as operações são online. “Por que não aproveitar esse know how e expertise neste momento de confinamento, para fazer um leilão solidário e ajudar na luta contra pandemia?”, argumenta. Surgiu daí a ideia, em uma confraria de produtores rurais via WhatsApp.

O Leilão Solidário Covid-19 é uma iniciativa em favor da vida. Rapidamente, a ideia foi crescendo, ganhou força nas mídias sociais, multiplicou-se em vários grupos de WhatsApp e extrapolou o agro, com a adesão de doares de distintos setores e pessoas de boa vontade. Também despertou a atenção de produtores rurais de outros cidade e Estados, interessados em organizar iniciativas semelhantes. “Para apurar as necessidades, o grupo organizador entrou em contato com o secretário de saúde de São José do Rio Preto, Aldenis Borin, e a direção da Santa Casa”, revelou Antonio Cabrera, informando, ainda, que várias empresas de lelião online colocaram-se à disposição, fornecendo de graça a infraestrutura necessária.

O valor das ofertas iniciais do leilão já passa dos 200 mil reais, mas a expectativa é de que cresça, pois deverá haver mais doações até a sexta-feira. “Um dos objetivos é estimular ações semelhantes em outras cidades. Quase 20 municípios já aderiram ao modelo. A ideia é que a imprensa seja uma parceira nesse sentido, dado que a iniciativa já avançou bastante nas mídias sociais”, frisa Cabrera, manifestando sua expectativa de que, além de grandes empresas que já estão fazendo doações, os pequenos agricultores e empresários também possam contribuir. “É uma forma de democratizar e potencializar a mobilização contra o coronavírus”.

Mobilização nacional

Nas mensagens de WhatsApp de convocação para o leilão, ressalta Cabrera, expressaram-se valores importantes, como “é fácil construir pontes, abrir estradas ou levantar casas; o difícil é salvar vidas”. E, “nesta luta pela vida, quem faz isso são pessoas e não o Estado” (…) . “Sim, quando ouvimos que é para ‘amar o próximo’, isto é para mim ou para você. O Estado não consegue amar alguém”.

Por tudo isso, organizou-se o leilão em São José do Rio Preto. “Afinal, neste momento tão difícil enfrentado pela humanidade, é necessária a mobilização da sociedade, pois não se deve deixar a responsabilidade apenas com o Estado”, enfatiza Cabrera. Ele observa que a agricultura e a pecuária são praticamente as únicas atividades produtivas presentes em todos os munícipios do Brasil. “Por isso, podemos atuar rapidamente na ajuda nesta guerra. Porém, não importa qual seja a área de trabalho. Todos podem mobilizar seus contatos e desenvolver iniciativas de ajuda aos hospitais. É como dizia o primeiro-ministro do Reio Unido, Winston Churchill: Vivemos com o que recebemos, mas marcamos a vida com o que damos”.

Fonte: Viveiros
25/03/2020 0 Comentários
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Notícias

Entidade oferece treinamento para aplicação de agroquímicos

Por redação 25/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Bureauideias

- Entidade oferece treinamento para aplicação de agroquímicos

Módulo presencial está agendado para o mês de maio e as inscrições abertas; data poderá mudar para início do segundo semestre, ante risco do coronavírus

Jundiaí (SP) – A Unidade de Referência em Tecnologia e Segurança na Aplicação de Agroquímicos (UR) tem inscrições abertas para o curso Tecnologia de Aplicação. O módulo, presencial, está inicialmente agendado para os períodos de 18 a 22 de maio e de 15 a 19 de junho. Essas datas, conforme o coordenador da UR e pesquisador científico Hamilton Ramos, poderão ser revistas ante medidas de proteção ao coronavírus em vigor. Neste caso, o programa ocorrerá no mês de julho, sem prejuízo dos já inscritos.

De acordo com Ramos, o curso Tecnologia de Aplicação será ministrado na sede do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA/IAC-SP), na cidade de Jundiaí. Serão aceitos no máximo 15 inscritos. Segundo ele, além do conteúdo tecnológico envolvendo pulverizadores, equipamentos, aplicações aéreas e terrestres, o curso tratará ainda de medidas efetivas para proteger a saúde do trabalhador rural e o meio ambiente.

“Os módulos serão voltados à formação de agentes multiplicadores de treinamentos, como engenheiros agrônomos e técnicos que atuam em assistência técnica ou trabalham nas propriedades e empresas do agro. Visamos a aplicação sustentável de defensivos e o sucesso no controle de pragas, doenças e plantas daninhas”, reforça Ramos.

“Constatamos que pelo menos 80% dos trabalhadores aplicadores de agroquímicos não possuem qualificação, daí a importância de se incentivar a multiplicação de treinamentos ao campo brasileiro”, complementa ele. O pesquisador calcula que o mau uso de agroquímicos ocasiona prejuízos anuais da ordem de R$ 2 bilhões ao agronegócio, somados desperdícios de ingredientes ativos e despesas resultantes de acidentes e intoxicações.

A Unidade de Referência é uma entidade sem fins lucrativos. Foi criada há cerca de três anos por meio de uma parceria entre o CEA-IAC, órgão da Secretaria de Agricultura de SP, e o setor privado. A meta central da UR, conforme Ramos, é reduzir o déficit de profissionais especializados no uso de defensivos agrícolas. O mau uso desses produtos, diz o pesquisador, gera ao campo perdas anuais da ordem de R$ 2 bilhões.

As inscrições permanecem abertas no site www.unidadedereferencia.com.br.

Fonte: Bureauideias
25/03/2020 0 Comentários
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Notícias

Logística no Agro: frota própria ou terceirização? Uma reflexão que é preciso fazer

Por redação 23/03/2020
Escrito por redação
Autor:Robinson Cannaval Junior
Fonte: Fonte Comunicação

A competitividade do transporte de cargas é um dos temas mais estratégicos do agronegócio. Mudanças recentes na legislação e na tecnologia trazem novas oportunidades e perguntas para o setor: entre elas, qual modelo mais adequado para o meu negócio, a terceirização ou a frota própria? Para uma conclusão, é preciso analisar a logística no setor agro brasileiro. O transporte de cargas em nosso país ainda é uma dificuldade, principalmente quando falamos de agronegócio, em que são transportados produtos perecíveis e muitas vezes delicados.

O Brasil possui uma matriz de transporte inadequada quando comparada a outros países continentais. De acordo com dados do Ministério dos Transportes (2015), as rodovias são responsáveis por 58% do transporte de carga, enquanto as ferrovias ficam com 25% e as hidrovias com 17%. A competitividade do agronegócio é altamente impactada pela dependência do modal viário aliado à precariedade das estradas no país, que colabora para o aumento de perdas e custos de manutenção.

O custo dos transportes é particularmente relevante para os resultados nos setores do agronegócio e florestal, exigindo atenção dos produtores. O caráter sazonal da produção coloca desafios especiais à logística do agro: ociosidade da frota própria na entressafra x aumento dos custos de fretes na época da colheita. Poucos produtores adotam o modelo de frota 100% própria e a terceirização é o modelo mais utilizado nas empresas agro no país.

Contudo, recentemente o uso de transportadoras e de autônomos foi colocado em xeque pelas empresas agro por uma série de fatores, dentre os quais podemos citar: a greve dos caminhoneiros em 2018, o tabelamento dos fretes, as pressões dos motoristas autônomos, o custo dos combustíveis e as incertezas sobre as políticas públicas.

Tendo em vista esta alteração de cenário, algumas empresas estão reagindo, seja buscando novos modais de escoamento da produção ou aumentando suas frotas próprias. Outras aguardam a decisão final do STF sobre a tabela de fretes para decidirem seu modelo de transporte.

Ao criar a tabela de fretes, em maio de 2018, o governo atendeu a uma das principais reivindicações da categoria dos caminhoneiros, mas introduziu ineficiências e incertezas ao transporte rodoviário brasileiro. Após um ano e meio de vigência, ela corre o risco de não agradar a ninguém, nem mesmo à categoria que a reivindicava. Segundo estudo da Universidade Federal do Rio Grande, a receita dos caminhoneiros autônomos recuou 20% por conta do tabelamento.

Além do descontentamento dos caminhoneiros, a manutenção da tabela poderá levar a uma onda de primarização do transporte no agro. E esse será ainda um cenário desconhecido para muitos produtores. Será necessário avaliar – e muito bem – os custos que isso poderá implicar na ponta final da cadeia.

Outro fator de impacto na logística para o agro é a tecnologia. Tecnologias digitais podem oferecer parte da solução para a relação complexa entre embarcadores e transportadores e obterem o sucesso que o tabelamento não conseguiu. Empresas startups vêm lançando marketplaces para a intermediação de cargas e disputam a posição de “Uber dos caminhões”, prometendo otimizar a contratação de fretes. Essa já é uma realidade em países como os Estados Unidos e que já chegou ao Brasil.

Várias são os benefícios apresentados pelos marketplaces: é possível avaliar tanto embarcadores quanto autônomos como nos aplicativos de carona, a escolha do transportador é feita por algoritmos que levam em consideração o tipo de carga, adequação do equipamento e perfil; há a precificação dinâmica, equilibrando oferta e demanda; permite a redução da ociosidade do transporte e a redundância de ativos, entre outros. Além disso, assim como no caso do transporte de passageiro, há rapidez na contratação, possibilidade do rastreamento da carga e a diminuição da burocracia.

A definição, a implementação e a operação corretas do modelo de transporte de cargas podem ser decisivas para o sucesso do seu negócio e não existem soluções “de prateleira”. É preciso que o produtor esteja atento e coloque na balança custos e benefícios de se optar pela frota própria ou terceirizada. E o essencial é ter em mente que o que serve para um não é necessariamente o mais apropriado para o outro.

- Logística no Agro: frota própria ou terceirização? Uma reflexão que é preciso fazer

Robinson Cannaval Jr – Sócio fundador e diretor do Grupo Innovatech, Diretor executivo da Innovatech Consultoria, Formado em Engenharia Florestal pela ESALQ/USP, com especialização em Gestão estratégica de Negócios pela Unicamp e MBAs em Finanças e Valuation pela FGV.

Autor:Robinson Cannaval Junior
Fonte: Fonte Comunicação
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Notícias

Jacto mantém condições especiais que seriam oferecidas na Fenicafé

Por redação 19/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Odara Comunicação

Evento foi cancelado para evitar disseminação do Coronavirus e a empresa vai atender os produtores rurais via WhatsApp

MARÇO de 2020 – Entre 17 a 19 de março deveria acontecer a Fenicafé — Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura, que é um grande evento do setor cafeeiro para apresentação de produtos, serviços e tendências, em Araguari/MG.

Com as preocupações em relação à disseminação do Coronavirus, os organizadores cancelaram o evento. Estando sempre ao lado do produtor, a Jacto vai manter as condições especiais que havia formulado para o evento até o dia 23 de março.

Toda e qualquer dúvida com relação a preço, desconto, condições especiais, entrega e até mesmo diferenciais dos produtos, poderão ser tiradas com a equipe de vendas da Jacto através do WhatsApp (14) 98144-1403.

O atendimento será redirecionado para a revenda da região mais próxima ao produtor rural, que finaliza as questões de compra e contrato. “Nossa intenção é facilitar o acesso do produtor rural às tecnologias e aos equipamentos. No segundo semestre começa intensamente a colheita do café e ele precisa estar com a máquina no campo, por isso, precisa adquirir com antecedência para considerar o prazo de entrega e treinamento do operador”, explica Valdir Martins, diretor comercial, que acrescenta: “além da revenda que o cafeicultor já tem costume de acessar, disponibilizamos mais este canal, via WhatsApp”.

Fonte: Odara Comunicação
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Notícias

Sompo lança sistema de vistoria 100% digital que agiliza indenização de seguro Agrícola

Por redação 19/03/2020
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Fonte: SOMPO Seguros

Companhia investe em nova ferramenta que garante mais eficiência, confiabilidade e agilidade no processo de vistoria e indenização de sinistros. Iniciativa integra estratégia da companhia de investir em inovação e expandir atuação no segmento do agronegócio

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, investiu numa solução inovadora que vai garantir mais agilidade na indenização de sinistros de clientes que contratam o Seguro Agrícola. A companhia acaba de lançar a Vistoria de Campo Mobile, um serviço por meio do qual o perito de campo vai até a propriedade, preenche e envia o laudo via tablet ou aparelho celular, utilizando recursos de geolocalização e imagem via satélite.

“Com isso, somos a primeira seguradora do Brasil com vistoria de campo 100% digital em caso de sinistro no Seguro Agrícola”, observa Andreia Paterniani, diretora da área de Sinistros da Sompo Seguros. “Nos anos recentes, as novas tecnologias contribuíram com soluções que dinamizaram o agronegócio em termos de logística, precisão e eficiência; que culminaram no aumento da produtividade das lavouras. Esse novo serviço chega para atender aos profissionais do agronegócio e proprietários de empreendimentos rurais que sabem que a pronta resposta faz toda diferença. Afinal, estamos tratando de um segmento importante para nossa economia, que em 2020 deve fornecer uma safra recorde de 243,1 milhões de toneladas em grãos, cereais e leguminosas”, conclui.

Por ser totalmente digital, a Vistoria de Campo Mobile da Sompo permite mais agilidade nas análises e garante clareza e segurança das informações. Além disso, é um processo menos burocrático, já que o perito de campo não precisa preencher formulários em papel para envio posterior à seguradora.

Como Funciona

Ao comunicar o sinistro à Central de Atendimento da Sompo Seguros, o segurado ou seu corretor de seguros é contatado pelo perito de campo para agendamento da vistoria. Na data e horário agendados, o perito vai ao local e efetua o trabalho de vistoria, no qual preenche o laudo de sinistro diretamente em seu celular ou tablet. A ferramenta conta com recursos de geolocalização e imagem via satélite, que contribuem com a confiabilidade das informações colhidas. O laudo pode ser transmitido do próprio local para que a equipe da companhia dê prosseguimento ao processo chamado de regulação de sinistro, que resulta na indenização do segurado. “Com isso, um processo que dependia de remessa de formulários, hoje acontece instantaneamente. Além da agilidade, comodidade e confiabilidade das informações; esse processo também é mais ambientalmente sustentável porque evita utilização de papel minimiza deslocamentos, transportes de materiais e uso de combustível, entre outros aspectos”, avalia Andreia.

Sompo no agronegócio

O lançamento da Vistoria de Campo Mobile faz parte dos investimentos da Sompo Seguros para incrementar sua atuação no segmento do agronegócio. A companhia já é reconhecida na área de seguros para implementos agrícolas e está entre as três mais expressivas do mercado nos ramos de Benfeitorias e Penhor Rural.

Em 2019, a companhia expandiu sua atuação e lançou dois novos produtos: Sompo Agrícola Custeio e Sompo Agrícola Produtividade. O Sompo Agrícola Custeio indeniza ao produtor o valor investido em sementes, defensivos, fertilizantes e outros recursos utilizados no plantio e condução da plantação; caso a produção seja afetada por alguma condição adversa de clima.  Já o Sompo Agrícola Produtividade indeniza o agricultor quando intempéries climáticas ocasionarem queda de produtividade da lavoura segurada. Essa perda é calculada quando a produtividade colhida pelo produtor rural for menor que a produtividade contratada pelo segurado.

O produtor pode escolher os eventos climáticos que deseja contratar. Dentre eles estão: incêndio, raio, tromba d’água, chuvas em excesso, geada, granizo, ventos, seca, entre outras. O produtor tem ainda a opção de contratar a cobertura adicional de não germinação, que indeniza o agricultor caso as sementes não germinarem por algum problema no clima. Os produtos são desenhados para atender as características regionais e são configurados em conformidade com as necessidades especificadas dos clientes. Para grupos de produtores e cooperativas são oferecidas condições especiais de preços.

“A Vistoria de Campo Mobile é mais um recurso de inovação implementando como parte da estratégia de garantir um serviço ágil, qualificado e adequado às necessidades do segurado, que vão propiciar a melhor experiência do cliente junto à nossa companhia”, ressalta Celso Ricardo Mendes, diretor executivo da Sompo Seguros.

Sobre a SOMPO Seguros S.A

A Sompo Seguros S.A. é uma empresa da Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguro, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, fundada no Brasil em 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Empresariais, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes, Engenharia, Responsabilidade Civil, Garantia, Agrícola, Penhor Rural e Benfeitorias, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras.

O Grupo Sompo tem sua origem no Japão, atua a 130 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes.

Fonte: SOMPO Seguros
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Notícias

Projetos de irrigação da Codevasf produziram mais de 3,7 milhões de toneladas de itens agrícolas em 2019

Por redação 18/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Assessoria de Comunicação e Promoção Institucional da Codevasf

Mais de R$ 3 bilhões em valor bruto de produção (VBP) – isto é, a estimativa do valor total obtido pelos agricultores com a venda da produção agrícola – e cerca de 249 mil empregos diretos e indiretos. Esse foi o saldo alcançado, em 2019, pelos projetos públicos de irrigação implantados pela Companhia de Desenvolviment

- Projetos de irrigação da Codevasf produziram mais de 3,7 milhões de toneladas de itens agrícolas em 2019

o dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) na bacia do rio São Francisco. Aproximadamente 3,7 milhões de toneladas de itens agrícolas, sobretudo frutas, foram produzidos nesses projetos. Os dados foram divulgados pela Área de Gestão de Empreendimentos de Irrigação da Companhia.

“Temos observado, anualmente, um investimento em tecnologia por parte dos agricultores, o que proporciona melhoria na qualidade dos produtos oriundos dos projetos da Codevasf, trazendo, como consequência, agregação de valor”, destaca o diretor da Área de Gestão dos Empreendimentos de Irrigação da Companhia, Luís Napoleão Casado.

A área cultivada em 2019 foi de 99,6 mil hectares, favorecendo 11,4 mil famílias, a maioria produtores familiares, que representam mais  de 10 mil. No período, o carro-chefe da produção agrícola continuou sendo a fruticultura irrigada, com destaque para uva, manga e banana, principais culturas do Vale do São Francisco, de acordo com o valor bruto de produção.

O pequeno produtor Laurismar Lopes de Souza, do projeto de irrigação Maniçoba, zona rural de Juazeiro (BA), cultiva em seu lote manga, coco e, em 2019, começou a apostar no plantio de uva. Parte dos 573 produtores, assentados no Distrito de Irrigação de Maniçoba (DIM), começaram a apostar nessa produção, que até então se restringia aos produtores em grande escala, em lotes empresariais.

“É um plantio novo pra gente. Eu vejo amigos meus que trabalham com uva e sempre tenho informações positivas a respeito. Estou aprendendo a trabalhar com essa cultura e, se der certo, a tendência é aumentar mais a área de produção. Com plantio da uva, consigo colher duas vezes ao ano e ainda faço minha programação de poda”, explica Laurismar Lopes.

No que diz respeito a produção animal, os projetos públicos de irrigação implantados pela Codevasf alcançaram uma produção de 5 mil toneladas, incluindo peixes, leite, carne e camarão, em uma área produtiva de quase 1 mil hectares. O valor bruto de produção alcançado nessa categoria foi de R$ 32,6 milhões, com destaque para projetos localizados no oeste da Bahia, Sergipe e Alagoas.

“É muito gratificante trabalhar em uma empresa que promove o desenvolvimento regional, fixa o homem no campo e contribui com o movimento da economia nacional”, conclui a gerente de Apoio à Produção da Codevasf, Andrea Sousa.

Produção, emprego e renda

Os projetos públicos de irrigação implementados pela Codevasf localizam-se nos estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. A empresa também atua em outros dez projetos implantados pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) na década de 1990 ― para compensar famílias que residiam na área onde se formou o lago da usina hidrelétrica de Luiz Gonzaga (PE) –; estes são identificados conjuntamente como Sistema Itaparica.

Todos esses projetos contribuíram, ao longo dos anos, para o desenvolvimento socioeconômico da região onde estão inseridos. Exemplo disso são os polos de Petrolina (PE)/Juazeiro (BA), Formoso e Correntina (BA) e do Norte de Minas Gerais, que têm favorecido o aumento das exportações e da geração de superávits comerciais por meio da oferta de produtos de excelência e de alto valor comercial.

 Os números retratam que, ao longo dos anos, com esses projetos, houve, na região, aumento da produção e da produtividade agrícola; maior oferta de alimentos à população; ampliação da oferta de empregos diretos e indiretos e geração de renda estável, seja na zona rural ou na urbana.

Fonte: Assessoria de Comunicação e Promoção Institucional da Codevasf
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Coluna

Água como Bem Econômico: Dessalinização para o Combate da Escassez Hídrica no Agronegócio

Por redação 17/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Portal Tratamento de Água

Resumo

A água é um dos principais recursos naturais que geram vida e, por estar envolvida em todos os setores do agronegócio, vem se tornando objeto de atenção por sua limitada disponibilidade no planeta. Sob a pressão do crescimento populacional e desenvolvimento econômico, ocorrerá uma forte demanda pela água nessa área. A crise hídrica mundial, associada às grandes exigências do setor agrícola com a tecnologia disponível, traz a viabilidade e o benefício da implementação de projetos alternativos de usinas dessalinizadoras. Sendo assim, com o artigo, objetivou-se analisar o processo de dessalinização como alternativa ao combate da carência hídrica no agronegócio, por meio de uma análise descritiva em pesquisa bibliográfica. O desenvolvimento de tecnologias com o intuito de reduzir os impactos ambientas e os custos de investimento e de produção, tornará essa técnica sustentável para garantir as exigências da água potável para a população mundial futura e atual.

Introdução

Com o aumento populacional, desenvolvimento econômico e padrão de vida elevado da população, em uma configuração crescente de urbanização e industrialização, a demanda pelas cadeias produtivas da agricultura e das agroindústrias estão aumentando, consequentemente exigindo amplos volumes por serviços públicos essenciais e impactando nos recursos naturais em nosso país.

Recentemente, a água tem se tornado objeto de atenção por conta de sua importância e utilização, quanto pela limitada disponibilidade no planeta, sendo um dos principais recursos diretamente ou indiretamente usados para fins econômicos e sociais no agronegócio, incluindo a produção agroindustrial; alimentação e agricultura; geração de energia; navegação e transporte de cargas; atividades relacionadas aos serviços prestados pelos ecossistemas como pesca e lazer; utilização indireta nos aglomerados humanos, como higiene, limpeza, manutenção da casa, diluição de esgotos; tendo a necessidade de garantir a segurança hídrica da população.

O planeta Terra é considerado azul, devido a 70% de sua superfície estar coberta por água, no entanto essa quantidade não é própria para consumo humano, ou seja, não é potável, e sua distribuição é desigual ao longo do seu território. Em sua maioria, está na forma salgada dos mares e, em minoria, de água doce, concentrada em geleiras, rios, lagos e lençóis subterrâneos. Desse modo, há uma grande quantidade indisponível de água potável no mundo, diretamente associada a um gerenciamento inadequado e superexploração dos recursos hídricos, efeitos provocados pelas mudanças climáticas, pela poluição, desmatamento nas cabeceiras dos rios, acidentes ambientais e contaminação da água perante falta de saneamento básico e por produtos químicos provenientes de atividades agrícolas, descarga de dejetos industriais sem o devido tratamento, utilização de agrotóxicos e fertilizantes, ou pela inacessibilidade aos reservatórios subterrâneos, permanecendo somente uma pequena parcela dessa água destinada ao consumo humano, inserindo incertezas quanto à previsão da disponibilidade futura de água.

Atualmente grande parte da população mundial não possui água potável, bilhões de pessoas estarão vivendo em países ou regiões com escassez de água absoluta e utilizando recursos hídricos contaminados. Entende-se, então, que uma significativa parte da população mundial em breve enfrentará algum tipo de dificuldade severa e estará vivendo sob estresse hídrico, o que corresponde um nível de consumo superior à capacidade de renovação local por meios naturais, sendo necessária a inclusão de novos meios de atender a demanda por água.

A geração de novas tecnologias e a gestão de recursos naturais devem evitar desperdícios, visto que, na maior parte no mundo, ela se encontra na forma salgada, e a transformação em água potável pode ser uma saída cada vez mais aceita e pesquisada pelas técnicas de dessalinização. Sendo assim, com o artigo, objetivou-se analisar o processo de dessalinização como alternativa ao combate da carência hídrica no setor do agronegócio.

Autores: Valesca Schardong Villes; João Pedro Velho; Luciana Fagundes Christofari e Rafael Lazzari.

LEIA MAIS: http://bit.ly/ARTIGOMIA

Fonte: Portal Tratamento de Água
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