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Notícias

Produtores: mudanças no consumo de alimentos

Por redação 02/04/2020
Escrito por redação

É preciso buscar novos canais de venda e repensar formas de relacionamento e atendimento do cliente

- Produtores: mudanças no consumo de alimentos

Crédito: Divulgação

Apesar de não haver risco de desabastecimento de alimentos no País em virtude da pandemia do novo Coronavírus, os pequenos produtores rurais enfrentam o desafio de chegar até o cliente que, por prevenção, mudou os hábitos de consumo e basicamente tem se alimentado dentro de casa. Com a perda dos principais canais de venda, que são as feiras, bares e restaurantes fechados, temporariamente, os donos de pequenos negócios rurais devem buscar novos canais de comercialização e repensar formas de relacionamento e atendimento ao cliente.

Diante de um momento de crise, é preciso soluções para o negócio e enxergar novas possibilidades, que incluem a realização de parcerias, sejam elas por meio de associações ou cooperativas, para fazer as entregas (delivery) e aumentar o mix de produtos. Além disso, é importante encarar a situação como uma oportunidade de se aproximar do cliente, ouvindo demandas e, assim, fidelizá-lo para que se lembre do seu negócio depois que a crise passar.

Por exemplo, como muitos profissionais estão trabalhando em casa em regime de home office, pode ser uma oportunidade para agregar valor ao produto entregando-o em porções menores, já acondicionadas em kits específicos, como um kit de frutas, kit de folhosas e raízes. Também vale incluir um brinde na hora da entrega ou até mesmo uma sugestão de receita.

Marilini Della Valentina, produtora de verduras e legumes em Umuarama, noroeste do Paraná, vem recebendo pedidos e realizando entregas para os moradores da cidade. Para isso, ela montou um grupo com clientes para divulgar seus produtos pelo whatsapp e tem buscado ampliar o número de clientes. Ela manteve os preços cobrados na feira em que participava, antes da pandemia do Coronavírus. Há a isenção de taxa de entrega para compras acima de R$20.

Segundo ela, as entregas têm sido essenciais para o sustento de sua família. “Temos diversos custos com as nossas produções e essa foi a saída que a gente encontrou para conseguir se manter e conseguir ter algum lucro”, afirma ela.

Juanice Boszcz Brongel, que produz cogumelos, tomates e morangos para molhos e geleias na cidade de Contenda, região metropolitana de Curitiba, também tem investido em entregas para seus clientes, que incluem moradores e alguns estabelecimentos do município e da capital paranaense. Ela percebeu a queda da demanda e, por conta disso, resolveu ajudar outros produtores locais.

“A gente tem estocado alguns alimentos de cinco produtores da região que não estavam conseguindo vender em feiras ou no Ceasa. Dessa forma, eles não perdem aquilo que já plantaram e a gente busca realizar a venda desses produtos também para os nossos clientes. É uma maneira de ajudá-los em um momento tão difícil”, afirma.

Para que os produtos não estraguem, são armazenados dentro das próprias instalações da empresa. Ela também ressalta o cuidado com que o trabalho é feito. “Temos feito tudo de maneira muito organizada, observando os padrões de segurança e higiene para oferecer mais qualidade aos clientes”, ressalta.

O Sebrae recomenda que este momento de quarentena também seja uma oportunidade para os pequenos produtores rurais reunirem a família para discutir e planejar o empreendimento rural com ações de curto, médio e longo prazo. Além disso, devem rever os investimentos da produção para a próxima safra e, se os recursos estiverem apertados, reprogramar a produção, plantando em menos áreas da melhor forma possível sem esquecer da qualidade do processo produtivo.

Atento às necessidades específicas desses empreendedores, o Sebrae preparou um conjunto de sugestões que podem ser adotadas para minimizar os prejuízos com a pandemia do novo Coronavírus:

• Estabeleça novos canais de comercialização, principalmente de pequenos mercados locais. Existe uma tendência de os consumidores buscarem esse pequeno negócio;

• Explore plataformas de comercialização e/ou vitrine de produtos online para encontrar novos clientes. O Sebrae criou a plataforma Mercado Azul para anúncio de produtos e serviços;

• Utilize as redes sociais para divulgar seus produtos e agendas de entregas, criando uma rotina semanal. Ao divulgar a lista de produtos disponíveis, separe-os por grupos de alimentos para melhor visualização;

• Estabeleça um dia e horário da semana para realizar as entregas aos clientes, sempre evitando a aglomeração e o contato físico com as pessoas neste momento. Não se esqueça que é preciso disponibilizar os produtos de forma segura e em condições adequadas de higiene e transporte;

• Utilize a criatividade para o condicionamento do seu kit de produtos por cliente fidelizado para facilitar as entregas. Para isso, realize um planejamento prévio dos produtos que cada cliente deseja consumir, semanalmente.

Atendimento Sebrae/PR

Desde que as medidas oficiais previstas para combater a pandemia do Coronavírus foram anunciadas, o Sebrae/PR promove uma força-tarefa para atender, digitalmente e sem custos, empreendedores de micro e pequenas empresas em todo estado. O contato pode ser feito pelo portal do Sebrae/PR. Nele é possível acessar canais como whatsapp, 0800 570 0800 e telefones regionais, onde o empresário tem acesso orientações, consultorias, exemplos de empreendedores que encontraram soluções inovadoras no momento de crise, além de cursos online com conteúdos diversos.

Fonte: Agência Sebrae
02/04/2020 0 Comentários
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Notícias

Marcas da AGCO apresentam campanha em apoio ao agro

Por redação 02/04/2020
Escrito por redação

Como parte integrante da cadeia de produção de alimentos e como forma de incentivo ao produtor rural, GSI, Agromarau, Ap e Cuberland, marcas da AGCO Grãos e Proteína, lançaram no dia 30 de março a campanha “O agro não vai parar”.

Composta por um vídeo de 1’20”, cards e banners para redes sociais, a campanha reforça a importância de quem produz alimento e matérias-primas para o mundo, reconhecendo o desafio do agricultor de fazer melhor a cada dia. Também enfatiza o engajamento da empresa nos procedimentos e rígidos protocolos que segue em prol da saúde e bem-estar das pessoas.

“Essa foi uma das formas que encontramos de incentivar o trabalho essencial do produtor rural e a sua responsabilidade de contribuir para que o país não fique desabastecido de alimentos”, destaca José Viscardi, diretor de Marketing.

Além de publicar o material publicitário no site e nas redes sociais da marca GSI Brasil, o vídeo está sendo enviado para clientes e entidades representativas do agronegócio.

A AGCO Grãos e Proteína é a unidade de negócios do Grupo AGCO que reúne as marcas que provêm soluções completas em equipamentos para os mercados de grãos (armazenagem, secagem, transporte e processamento de sementes) e proteína (suínos, aves de corte, matrizes e sistemas para produção de ovos). É representada por cinco principais marcas globais: GSI, Cimbria, Cumberland, AP e Tecno, além da marca local Agromarau. Na América do Sul, as operações estão localizadas em Marau e Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A marca GSI é referência mundial no segmento de sistemas para armazenagem, secagem e transporte de grãos. A marca Agromarau é reconhecida por ditar tendências em inovação e tecnologias para o segmento de proteína animal.

Para mais informações, visite https://www.gsibrasil.ind.br/. e http://www.AGCOcorp.com.

Fonte: AGCO
02/04/2020 0 Comentários
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Coluna

Agricultura: soberania alimentar e demanda global durante pandemia do coronavírus

Por redação 01/04/2020
Escrito por redação

Por: Judson Ferreira Valentim, pesquisador da Embrapa Acre

 

A crise global causada pelo coronavírus tem provocado uma corrida da população aos mercados para adquirir itens de proteção e desinfecção e estocar alimentos e outros produtos de uso doméstico. Apesar da escassez de álcool em gel e máscaras em muitos países e regiões, não há notícias de falta sistêmica de alimentos para suprir a demanda de consumo, mesmo em países mais afetados até agora, como China, Itália, Irã, Espanha, Estados Unidos e França.

No Brasil, nos últimos 46 anos, a agricultura tornou-se cada vez mais forte, alicerçada na Ciência. Isso transformou o País em líder mundial em tecnologias para a agricultura tropical e em produção de alimentos.

Entre os exemplos bem-sucedidos da ciência brasileira está a tropicalização da soja, hoje cultivada em 34,8 milhões de hectares em todas as regiões do País, com previsão de produção de 117,9 milhões de toneladas na safra 2019/2020. Outros bons exemplos são a tropicalização e expansão do cultivo de trigo no Cerrado e o desenvolvimento de cultivares e sistemas de produção de uva e pera em cultivos irrigados na região Nordeste do Brasil.

 

Com a agricultura movida a Ciência, o Brasil foi capaz de garantir a sua soberania alimentar, expandir a produção de biocombustíveis e passar de importador a um dos principais exportadores mundiais de alimentos.

 

O País é o maior produtor e exportador de açúcar, café e suco de laranja. É também o segundo maior produtor e o maior exportador de soja e carnes de frango e bovina. Além disso, tem papel crescente na produção e exportação de algodão e milho.

Estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para a safra 2019/2020, apontam crescimento de 4,1% na produção de grãos, em comparação à safra passada. O indicativo atual é de um volume total de 251,9 milhões de toneladas, com crescimento de 9,9 milhões de toneladas em relação a 2018/2019. Para a área semeada, a expectativa é que sejam cultivados 64,78 milhões de hectares, ou seja, uma variação positiva de 2,4% em comparação àquela área utilizada na safra anterior.

A produção agropecuária nacional garante a segurança alimentar dos 210 milhões de brasileiros, embora a desigualdade de renda ainda limite o acesso à alimentação adequada para mais de 13,5 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza. As exportações brasileiras de alimentos também contribuem para suprir a demanda de centenas de milhões de pessoas em mais de 200 países. Em 2019, o agronegócio nacional exportou 96,8 bilhões de dólares, o correspondente a 43,2% de todas as exportações do País. Mais uma vez, o agronegócio, que representa cerca de 20% do Produto Interno Bruto, atuou como âncora da economia brasileira.

Esse cenário é animador, mas os produtores brasileiros podem fazer muito mais. A produtividade atual da agricultura e pecuária brasileiras ainda está aquém da produtividade potencial, com uso das tecnologias já disponíveis, porém o acesso a recursos tecnológicos ainda é restrito no campo. Também, existem graves barreiras a serem vencidas para assegurar a continuidade do crescimento da produtividade e da produção agrícola do País.

 

Os dois principais desafios são a universalização do acesso à assistência técnica e gerencial de qualidade e ao crédito rural, principalmente pelos pequenos e médios produtores.

 

É importante destacar que os mais de cinco milhões de produtores rurais, que fazem a produção agropecuária brasileira, também têm função vital na conservação ambiental do País. Esses produtores, de acordo com o Código Florestal, destinam parte de suas propriedades à conservação da biodiversidade da vegetação nativa em Reservas Legais e em áreas de Preservação Permanente, para a proteção dos cursos de água nos diferentes biomas brasileiros (80% na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% nos demais biomas).

Nesses dias de crise global, além das medidas individuais e coletivas para prevenir o contágio com o coronavírus, uma das principais preocupações das pessoas e das comunidades é a segurança alimentar. Para evitar que as cadeias de produção, industrialização e comercialização de alimentos sejam interrompidas, o governo federal, em conjunto com outras esferas da gestão pública, vem atualizando regras legais e estabelecendo planos e estratégias para garantir o fluxo de transporte dos produtos agropecuários das propriedades rurais até as agroindústrias processadoras, as centrais de
abastecimento e os mercados e supermercados.

Essas medidas também visam assegurar os canais de produção, distribuição e comercialização de insumos agropecuários, essenciais para que esses milhões de estabelecimentos rurais possam continuar suas atividades de cultivo e de criações de animais, vitais para garantir a soberania alimentar e gerar excedentes para o País continuar exportando e contabilizando superávits na balança comercial, condição para a economia brasileira voltar a crescer.

Neste momento de crise, é importante também garantir a sustentabilidade do sistema de pesquisa e inovação agropecuário brasileiro, constituído pela Embrapa, organizações estaduais de pesquisa agropecuária, universidades e institutos federais de educação.

Diversas inovações que ajudaram os produtores a transformar a agricultura brasileira levaram anos até sair dos laboratórios para os pratos dos consumidores e envolveram esforços conjuntos de dezenas de pesquisadores de diferentes áreas de estudo. A liderança nacional em tecnologias para a agricultura tropical é um dos maiores ativos econômico, social e político do País e as inovações tecnológicas podem ajudar o Brasil e o mundo a superar momentos de crise, como a pandemia do coronavírus.

01/04/2020 0 Comentários
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Notícias

SLC Agrícola lança segunda edição do programa AgroExponencial

Por redação 01/04/2020
Escrito por redação

A SLC Agrícola acredita que inovar e adotar novas tecnologias é decisivo para a sustentabilidade do negócio e para a definição do futuro do agro. Por isso, a companhia lança a segunda edição do seu programa de conexão com startups. O AgroExponencial está com inscrições abertas para empresas que já tenham um MVP (produto mínimo viável) testado e interesse em oferecer soluções para desafios mapeados pela SLC Agrícola que, nesse ano, estão relacionados às áreas de Operações, Recursos Humanos e Sustentabilidade, e Vendas e Novos Negócios.

As startups selecionadas poderão executar projeto piloto pago, com suporte e consultoria. As que tiverem melhor desempenho, poderão ser contratadas como fornecedoras, parceiras ou até discutirem relação de investimento em participação.

O Gerente de Relações com Investidores e Planejamento Estratégico da SLC Agrícola, Frederico Logemann, detalha como a empresa se preparou para executar o programa com total suporte às startups: “O AgroExponencial é parte de nossa estratégia de inovação de ser early adopter de novas tecnologias para garantir nossa liderança de eficiência no agronegócio. O programa conta com total suporte da alta gestão e preparo das áreas de backoffice como jurídico, financeiro, suprimentos e tecnologia da informação, para agilizar o relacionamento com as startups”.

Na edição de 2019, o AgroExponencial teve resultados concretos com sete pilotos realizados e três startups aprovadas para rollout. Outras duas startups encontram-se em fase de discussão pós-piloto. A SLC Agrícola conta com apoio da consultoria Innoscience na condução do programa.

Inscrições

Startups de todo Brasil podem se inscrever até o dia 3 de maio para participar do AgroExponencial. No final de maio, serão conhecidas as classificadas e que participarão então de um Pitch Day com a Diretoria e os Sponsors de cada Desafio. As selecionadas para a próxima etapa farão uma imersão para desenhar, em conjunto com os times da SLC Agrícola, uma proposta comercial de Prova de Conceito da solução. Por fim, a empresa avaliará os resultados para possíveis parcerias comerciais. Para saber mais sobre o programa, basta acessar o site.

Sobre a SLC Agrícola

Fundada em 1977 pelo Grupo SLC, A SLC Agrícola é uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, focada na produção de algodão, soja e milho. Foi uma das primeiras empresas do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se referência no seu segmento. Com Matriz em Porto Alegre (RS), possui 16 Unidades de Produção estrategicamente localizadas em seis estados brasileiros. A empresa tem grande destaque no cenário nacional pelo reconhecimento às práticas de gestão de pessoas, resultados financeiros e de relações com investidores.

Fonte: CDI Comunicação
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Divisão de Agricultura da Hexagon apresenta o piloto automático AgrOn

Por redação 31/03/2020
Escrito por redação

- Divisão de Agricultura da Hexagon apresenta o piloto automático AgrOnA divisão de Agricultura da Hexagon mostrou na última Expodireto suas novidades dividindo estande com a parceira Pulverjet. Além das soluções já conhecidas, a empresa exibiu o AgrOn Piloto Automático, que auxilia a navegação dos tratores, máquinas e implementos agrícolas e florestais.

O objetivo é garantir o alinhamento das rotas com uma precisão de até dois centímetros, podendo ser planejadas diretamente de uma central remota. A solução, afirma a Hexagon, maximiza os recursos de campo, diminuindo significativamente a compactação do solo e aumentar os tempos produtivos.

“Participar de grandes eventos, como a Expodireto, é um meio para debatermos o futuro da agricultura. A Hexagon está em sintonia com esse futuro, oferecendo ao mercado o que há de mais moderno em tecnologia. Nossas soluções conectam o campo, os equipamentos e as pessoas, possibilitando uma verdadeira mudança de paradigma no setor”, explica Bernardo de Castro, presidente da vertical agrícola da Hexagon.

Usuária das soluções da plataforma HxGN AgrOn em seus maquinários, a Pulverjet conta que buscou na parceira uma solução para dar mais eficiência aos controladores por GPS de seus implementos. Segundo Marcelo Variza, diretor da Pulverjet, esse era um problema que gerava gasto elevado no pós-venda e visitas técnicas em campo.

“Além de um produto de qualidade, o desafio estava em encontrar a tecnologia necessária para que os pulverizadores da fabricante ganhassem valorização de mercado”, explica Variza. De acordo com o executivo, houve uma redução de 95% nos custos com atendimentos.

Quer saber mais? Clique aqui

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Agrimec no preparo do solo: rolo-faca Terras Altas T-Rex

Por redação 31/03/2020
Escrito por redação

- Agrimec no preparo do solo: rolo-faca Terras Altas T-RexA Agrimec lançou um produto para o melhor preparo do solo: o Rolo Faca Terras Altas T-Rex, indicado para uso no sistema de plantio direto para o manejo da vegetação no acamamento homogêneo de restos culturais. De acordo com Lucas Goulart Ferreira, do Marketing, seu uso “melhora o desempenho de outras máquinas, como plantadeiras, evitando embuchamentos e facilitando o preparo do solo”.

“Entre os pontos a serem destacados está o exclusivo sistema de transporte, que possibilita carregar o Rolo Faca T-REX em cima de caminhões com comprimento a partir de 9,1 metros. Na largura, os Rolos Facas T-REX atendem às especificações de qualquer caminhão. Também saliento a exclusividade no projeto dos rolos, que possuem uma combinação perfeita de lastro, altura e espaçamento entre as facas, proporcionando melhor rolagem em qualquer tipo de cultura”, acrescenta.

Quer saber mais? Clique aqui

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Jacto reúne grande número de lançamentos em 2020

Por redação 31/03/2020
Escrito por redação

- Jacto reúne grande número de lançamentos em 2020

A Jacto apresentou nos últimos meses uma série de novidades para pulverização, adubação e agricultura de precisão.

Um dos destaques é a tecnologia PWM para pulverização automotriz, uma solução de controle de vazão nos bicos que permite manter o tamanho das gotas mesmo com as variações de velocidade. A tecnologia PWM não tem restrições quanto ao uso de agroquímicos e pode operar com herbicidas, fungicidas e inseticidas e particulados, o que permite trabalhar em todo o ciclo da pulverização.

A companhia apresentou ainda novos bicos para manejo de plantas daninhas, Jacto JMD e Jacto TTI, com o objetivo ampliar a opção de tecnologia de aplicação para diminuição de deriva.

Outro destaque é o “controle automático de 12 seções para adubação”. Exclusiva no Brasil, a ferramenta integra a adubadora automotriz Uniport 5030 NPK e a adubadora tracionada Tellus 10.000 NPK. Permite a segmentação da faixa de aplicação em até 12 seções, controladas automaticamente. De acordo com a fabricante, o sistema traz para a operação de adubação importante redução no custo com fertilizantes (até 15%).

“Estando as tecnologias já disponíveis ou em evolução, a dúvida é porque não existe um salto de produtividade. Acreditamos que é preciso mudar todo ecossistema, com aprendizados e experiências coletivas, pessoas protagonistas, que vão assumir o papel de traduzir essas novas ferramentas para o dia a dia do campo. Transformar a tecnologia, que é muito complexa e com avanço rápido, em algo que seja simples e o que agricultor consiga usar. Existe à necessidade de concretizar a conectividade no campo para que as tecnologias da agricultura 4.0 possam, de fato, serem usadas de forma a produzirem resultados. Há anos já estamos desenvolvendo dispositivos, softwares, sensores e equipamentos autônomos que vão se conectar para subsidiar melhor as informações para os produtores rurais”, explica Fernando Gonçalves, presidente da Jacto.

 

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5º Congresso Nacional da Mulheres do Agronegócio mantém data

Por redação 30/03/2020
Escrito por redação

Evento será nos dias 27 e 28 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo; Segundo lote de inscrições já está disponível

São Paulo, março de 2020 – A 5ª edição do Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA permanece agendada para os dias 27 e 28 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). A informação foi confirmada pela organização do evento, diante dos recentes acontecimentos em decorrência da pandemia pelo coronavírus (COVID-19). Novamente o evento será simultâneo à segunda edição do YAMI – Youth Agribusiness Movement International voltado aos jovens do agronegócio.

O encontro deste ano tem como tema central “Mulher brasileira – A voz global” e pretende reunir 2.100 mulheres para comemorar os cinco anos do evento e debater, nos dois dias de programação, a relevância feminina para o avanço inovador, rentável, sustentável e ético do agronegócio.

A mensagem a ser transmitida, segundo a Show Manager do evento, Carolina Gama, é o poder que a voz da mulher tem. “Não só como ‘mulher brasileira’, mas, sim, como representante do país na comunicação internacional, mostrando como o Brasil é importante para o mundo”, salienta.

Este ano, além da curadoria de conteúdo do professor e jornalista, José Luiz Tejon, foi montado um comitê com representantes de empresas, entidades e formadores de opinião do setor para formatar conteúdos ainda mais relevantes para o evento, fortalecendo a programação.

70% da planta comercializada

A seis meses de sua realização, o CNMA já está com sua área de exposição 70% comercializada, o que demonstra como o evento se consolidou como vitrine brasileira de cases de sucesso de mulheres à frente de empreendimentos agropecuários, tornando-as protagonistas de suas histórias e atraindo a atenção e o incentivo de empresas do setor.

Inscrições abertas

O segundo lote de inscrições, com preço promocional, já está aberto e pode ser feito pelo site do evento www.mulheresdoagro.com.br/inscricoes até o dia 30 de abril.

Fonte: Mulheres do Agro
30/03/2020 0 Comentários
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LS Tractor lança vídeo em apoio ao produtor rural

Por redação 30/03/2020
Escrito por redação

Ideia é homenagear aqueles que, mesmo com a pandemia, continuam no campo produzindo alimentos.

Garuva/SC, março de 2020 – Em situações extremas pelas quais a humanidade passou sempre tiveram pessoas, grupos ou setores que se mantiveram firmes para auxiliar no que fosse preciso para superar o problema. Com a entrada do Corona Vírus no Brasil, foi determinado que diversos setores produtivos parassem de trabalhar para evitar a propagação do vírus e a falência do sistema de saúde.

Todos, menos a agropecuária, considerada essencial por ser a responsável pela produção de alimentos para a sociedade. “Para nós que trabalhamos dentro da cadeia produtiva do agro é motivo de orgulho, estar, mais uma vez, ajudando o País a manter o seu curso na economia e a alimentar a população, afirma o vice-presidente da LS Mtron Brasil, André Rorato. Tomando todos os cuidados recomendados pela OMS e seguindo a orientação do Ministério da Agricultura, em sua portaria sobre serviços essenciais, a LS Mtron manteve sua fábrica de tratores, LS Tractor, em funcionamento, mas com apenas 50% do corpo de funcionários. “Todos os que exercem função administrativa e que não estão envolvidos diretamente na fabricação dos produtos foram designados a trabalharem em sistema de home Office”, afirma Rorato.

Vídeo – Justamente para ressaltar o papel do produtor rural, principalmente o agricultor familiar a LS Tractor produziu um vídeo cuja idéia é homenagear o produtor e parabenizá-lo pelo seu trabalho, “não só em momentos difíceis como este, mas nos 365 dias do ano”, saliente o gerente de marketing e produto da LS Tractor, Astor Kilpp.

O texto diz o seguinte: “Nesse momento difícil, temos certeza: o campo não vai parar. 80 por cento dos alimentos que chegam á mesa dos brasileiros saem de lavouras de pequenos agricultores.

São eles que cuidam e zelam pela produção dos alimentos, que expandem a agricultura pelo país, que se preocupam com o amanhã, que fazem, com maestria, aquilo que é de sua milenar vocação: produzir alimentos e cuidar da terra.

A agricultura atual trabalha com as melhores tecnologias para produção de grãos, frutas e hortaliças. Mais do que nunca, a cidade vai precisar da atitude solidária dos agricultores. Contém conosco, vamos superar juntos para ficarmos ainda melhores e mais fortes”. LS Tractor.

Veja abaixo:

- LS Tractor lança vídeo em apoio ao produtor rural
Fonte: Assessoria LS Tractor
30/03/2020 0 Comentários
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Notícias

Presidente da Embrapa discute conectividade no campo

Por redação 27/03/2020
Escrito por redação

Em palestra no evento Conectividade no Campo, realizado em Brasília, presidente defendeu avanços em agricultura digital, edição genômica, bioeconomia e sistemas integrados sustentáveis

Três instituições nacionais ligadas ao agro brasileiro uniram-se nesta semana para discutir os grandes desafios, oportunidades e soluções para um dos maiores gargalos da agropecuária nacional: a conectividade no campo. Promovido pelo jornal O Estado de São Paulo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o evento foi aberto com uma palestra do presidente da Embrapa, Celso Moretti, que defendeu a importância da conectividade e a aplicação de tecnologias digitais para o aumento da produtividade do agro.

Ele iniciou sua apresentação defendendo mais uma vez o slogan da Embrapa: a agricultura brasileira é movida a ciência. “Isso é algo que vou continuar repetindo sempre para aqui na CNA, no Brasil e principalmente no exterior, que ainda desconhece a revolução que fizemos no nosso país. Em cinco décadas o Brasil foi capaz de criar um modelo sustentável e competitivo de agricultura tropical, sem paralelo no mundo, e totalmente baseado em Ciência. Foi um salto fantástico de produtividade com sustentabilidade”.

Moretti, no entanto, ponderou que se o agro brasileiro, que responde por 1/4 de toda a riqueza gerada no país, quiser dar um novo salto de produção e de produtividade, será necessário investir e ampliar a conectividade no campo, porque o acesso às inovações que o mundo urbano já começa a se acostumar vai depender fortemente da maior conectividade no mundo rural.

Segundo ele, em quatro décadas o mundo assistiu a uma evolução absurda das ferramentas digitais na agricultura. “Saímos de uma situação de mono usuário de computador, da internet comercial, do computador central, da pesquisa adaptativa,  para uma situação de sistemas integrados e complexos, Big Data, Internet das Coisas, robótica, drones, sensores e pesquisa sistêmica. Uma nova realidade, onde a conectividade é a chave para o sucesso”, afirmou. Hoje, 72% do campo brasileiro, segundo dados do IBGE, ainda não tem conectividade.

Pesquisas da Embrapa

Como a pesquisa tem contribuído para o avanço da agricultura digital? “Quase todos os nossos centros de pesquisa tem trabalhado fortemente no desenvolvimento de tecnologia e apoio à agricultura digital”, disse o presidente da Embrapa, citando alguns exemplos que já estão sendo aplicados, como sensores que medem a temperatura do animal e avaliam o conforto térmico sob sol ou sombra, dentro do sistema ILPF;  a detecção de doenças, recontagem de frutos, medição de características em animais, simulação de fenômenos, previsão de safras, monitoramento de logística e transporte, rastreabilidade e suporte à tomada de decisão do produtor.

Celso Moretti também informou que a Embrapa desenvolve pesquisas no campo digital com vários parceiros privados , se aproximando mais do setor produtivo. “Por meio de uma parceria com a Scheffer, por exemplo, instalamos sensores e drones em uma propriedade de Sapezal-MT e conseguimos avaliar uma série de parâmetros da safra de algodão, que vão desde a fertilidade, compactação e condutividade elétrica do solo, presença de nematoides e do bicudo, produtividade, aplicação de insumos, matéria orgânica etc”.

O resultado já consolidado de um parceria com o Instituto Mato-Grossense do Algodão (IMAmt), mostrou que esse monitoramento de fitonematóides na cultura do algodoeiro no Estado, envolvendo 260 fazendas e 2,5 mil talhões, pode possibilitar um aumento de produtividade de 10% na cultura, algo em torno de R$ 27 milhões na produção do MT. “É um exemplo, prático e real, de como o uso da agricultura digital pode contribuir para o desenvolvimento e a sustentabilidade do agro brasileiro”, assegurou o presidente.

Ele também citou que a Embrapa faz parte de um grande projeto internacional de desenvolvimento de agricultura de precisão, abrangendo Brasil, África do Sul, EUA e alguns países europeus, para adoção de sensores avançados do solo, que se conectam com máquinas, que se intercomunicam com centrais e que tomam a decisão se é o momento adequado de se irrigar nas propriedades rurais participantes. “Há ainda um desperdício muito grande de água aplicada na lavoura e essa experiência poderá ajudar a diminuir esse desperdício”, anunciou.

Nos últimos anos, centros de pesquisa da Embrapa já lançaram dezenas de aplicativos que hoje estão disponíveis para produtores rurais de muitas cadeias produtivas. De acordo com Moretti, a agricultura digital movimenta um ecossistema de inovação digital, formado por empresas, agritechs, startups, potenciais investidores, muitas delas estimuladas por hackatons e eventos promovidos pela Embrapa, como o Pontes para Inovação, Ideas for Milk, InovaPork, InovaAvi, Avança Café, Ideas for Farm, TechStart AgroDigital. Hoje já existem mais de 1.200 agritechs atuando no Brasil.

Prioridades de P&D

O presidente da Embrapa encerrou sua apresentação expondo quatro prioridades de P&D estabelecidas para que a programação da Embrapa possa avançar nos próximos anos com aplicações digitais. “Uma é a própria Agricultura Digital, onde pretendemos trabalhar mais fortemente com conceitos de plataformas digitais, de dados abertos (open data), identidade digital, blockchain, drones e inteligência artificial”, explicou. Uma segunda prioridade será a Edição Genômica, as chamadas ferramentas de tesouras genéticas, em que o avanço dependerá de maior capacidade de processamento (de alto desempenho) de grandes volumes de dados e maior investimento em bioinformática.

“Em Bioeconomia, precisaremos avançar na questão da visão computacional, em sistemas de gestão e georreferenciamento de biomassa e bases de dados heterogêneas. E por fim, dentro de Sistemas Integrados Sustentáveis, vamos precisar avançar em tecnologias embarcadas, automação, transmissão e comunicação de dados, em Internet das Coisas e em robôs”, anunciou.

Ao final de sua fala, Moretti destacou que na questão da Conectividade, o Brasil precisará reforçar iniciativas como o Plano Brasil Agro Conectado, Conecta Agro, Banco de Dados Colaborativo do Agricultor, unindo ações promovidas pelo Executivo, pelo Congresso Nacional e pela iniciativa privada. “Outra necessidade importante que já passou da hora de construirmos é a estratégia brasileira de  Inteligência Artificial. China e EUA já avançaram nisso e ainda temos uma avenida enorme no Brasil para seguir em frente”, enfatizou. A questão dos currículos nas universidades foi outro gargalo apontado: “Precisamos formar profissionais com novo perfil, unindo Ciências Agrárias, Veterinárias e Florestais com Ciências de Dados, Ciências Cognitivas, entre outras. Precisaremos ainda explorar sinergia entre Agricultura e Cidades Inteligentes, o urbano e o rural. A agricultura digital servindo como ferramenta de inclusão produtiva, tecnológica e social”, declarou. Moretti ainda sugeriu incluir as startups e o capital de risco no modelo de negócios e que será preciso internacionalizar  e explorar oportunidades do fluxo mundial de conhecimentos, incluindo o Sudeste Asiático, nas ações a serem promovidas pelo governo brasileiro.

Fonte: Embrapa
27/03/2020 0 Comentários
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