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Notícias

Feeding the world, estudo dos professores Herbert S. Klein e Francisco Vidal Luna, ganha tradução para o português

Por redação 12/03/2020
Escrito por redação
Fonte: FGV Editora e Imprensa Oficial
- Feeding the world, estudo dos professores Herbert S. Klein e Francisco Vidal Luna, ganha tradução para o português

Alimentando o mundo: o surgimento da moderna economia agrícola no Brasil Herbert S. Klein e Francisco Vidal Luna FGV Editora e Imprensa Oficial

“Alimentando o mundo: o surgimento da moderna economia agrícola no Brasil”, lançamento da FGV Editora em coedição com a Imprensa Oficial, explica como e por que a modernização agrícola ocorreu e como o Brasil evoluiu de exportador mono produtor de café para importante produtor agrícola do planeta, posicionado entre os cinco maiores do mundo.

A ascensão do Brasil como potência agrícola pode ser considerada um dos eventos mais importantes na história do mundo moderno. A partir de 1960, com o início desta evolução, o Brasil começou a mudar sua condição de importador e pequeno exportador para alcançar o posto de maior exportador líquido de alimentos do mundo atual, cuja a ausência neste mercado resultaria numa drástica redução na oferta de produtos para o planeta.

Esse avanço à posição de potência mundial só ocorreu recentemente, pois até meados do século XX o Brasil tinha uma economia agrícola tradicional, utilizava tecnologia simples, sem máquinas e com uso constante de solos virgens como principal alavanca da agricultura – nos quais não se aplicavam fertilizantes nem inseticidas -, atuava com mão de obra não qualificada, baixa produtividade e crédito agrícola irrisório.

Um período crucial analisado pelos autores para esta “revolução” teve início com uma importante mudança nas políticas governamentais iniciada nos anos 1960 e fortalecida durante o regime militar (1964 – 1985), quando ocorreu vultosa injeção de capital no mundo rural e houve a intervenção direta do governo na comercialização de produtos agrícolas, além da criação da Embrapa, uma das maiores instituições de pesquisa agrícola do mundo, bem como de um programa nacional de mecanização agrícola e da modernização da indústria química.

O impacto da retirada parcial do governo desse mercado nas crises dos anos 1980 e o impacto subsequente da adoção do livre-comércio nos anos 1990 também são pontos importantes desta análise, já que esses períodos de crise afetaram gravemente o setor agrícola e forçaram uma reorganização da comercialização e integração com novas fontes de crédito, o que beneficiou o crescimento robusto deste setor – paradoxalmente às dificuldades que a indústria nacional, principal preocupação dos governos até então, passou a enfrentar com a abertura ao mercado mundial sem obter os mesmos êxitos.

Atualmente, o Brasil possui uma agricultura comercial mecanizada, programas de pesquisa avançados e profissionais especializados, figura como grande consumidor mundial de fertilizantes e inseticidas, além de ter acesso a crédito dos setores público e privado, o que proporciona uma competição justa e exitosa frente ao mercado mundial.

Com uma avaliação panorâmica que possibilita uma análise sobre como e por que o Brasil tornou-se um produtor agrícola mundial, os autores demonstram que “esta revolução agrícola ocorreu e continua a evoluir sem a necessidade de expansão adicional das terras e do desmatamento da floresta pluvial. A mineração e a extração ilegal de madeira na Amazônia, embora sejam um grande problema para o Brasil e para o mundo, não são fundamentais para o setor comercial moderno da economia nacional.”

A obra original ‘Feeding the World: Brazil’s Transformation Into a Modern Agricultural Economy’ recebeu Menção Honrosa da Business History Conference dos Estados Unidos.

O ebook está disponível no site da FGV Editora (fgv.br/editora), bem como na Amazon para aquisição direta no Kindle; na Apple, em seus dispositivos pelo iBooks; e na Google Play.

Fonte: FGV Editora e Imprensa Oficial
12/03/2020 0 Comentários
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Notícias

LS Tractor Destaca Tecnologia que já é um sucesso na Cafeicultura

Por redação 11/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Agropress
- LS Tractor Destaca Tecnologia que já é um sucesso na Cafeicultura

Telemetria auxilia na gestão da frota da propriedade

Monte Carmelo/MG, março de 2020 – “Esta vai ser, com certeza, uma Feira do Cerrado diferente porque será a feira de consolidação da marca LS Tractor no mercado cafeeiro e também, porque concretiza o Convênio Comercial assinado entre a LS Mtron, fabricante dos tratores LS Tractor, e a Cooxupé, para comercialização dos tratores, para seus cooperados, através de suas lojas”, afirma o vice presidente da LS Mtron, André Rorato. Ele complementa que a empresa pode ainda comemorar a rápida e forte expansão do pacote tecnológico LS Tech, na cafeicultura, onde mais de 350 tratores que trabalham em lavouras de café no sul e no sudeste de Minas equipados com a Telemetria uma tecnologia integrante do processo de gestão de frota, que auxilia ao gestor da propriedade toda uma gama de informações referentes ao funcionamento das máquinas agrícolas enquanto estão no campo.

A telemetria é uma tecnologia que permite saber quantas horas o trator trabalhou em um dia, qual foi a produtividade, o consumo de combustível e se já está na hora de fazer alguma manutenção preventiva. A transmissão destas informações é feita via sinal de GPRS, diretamente para o escritório da propriedade rural, onde serão processados os dados e emitidos os relatórios. Através dela o gestor da propriedade tem 100% do controle, do que está acontecendo, do que foi realizado e o que ainda está em aberto. O operador vai definir qual a melhor forma de utilizar o equipamento para determinada atividade a ser desenvolvida. “É uma excelente ferramenta para as mais diversas aplicações no café e permite que o gestor possa cuidar de outras tarefas, sem necessidade de ir a campo conferir se as atividades programadas estão sendo executadas”, afirma o gerente de marketing e produto da LS Tractor, Astor Kilpp. A LS Tractor introduziu este sistema como parte do seu pacote tecnológico LS Tech que possui ainda o gestor de riscos ao motor. Atualmente todos os seus modelos da empresa podem ter a telemetria, principalmente aqueles mais focados na cultura do café, como o U60 e o R65, considerados os campeões de vendas neste segmento. 

Parceria com a Cooxupé – Um dos fatos relevantes para o produtor de café do sul de Minas Gerais foi a assinatura de um convênio comercial entre a LS Mtron, fabricante dos produtos LS Tractor e a Cooxupé, uma das maiores cooperativas de café do Brasil, para fornecimento de tratores aos mais de 15 mil cooperados. Conforme afirma o gerente comercial da Cooperativa, José Geraldo Junqueira, a Cooxupé costuma ter uma linha de produtos diversificados em suas lojas, permitindo que o associado possa adquirir estes produtos a preços diferenciados. “E nos faltava a opção de tratores, algo muito importante na cafeicultura de hoje que para ser rentável precisa se tecnificar”, assinala Junqueira. Na visão de Jungueira, os tratores LS Tractor possuem tecnologia que atendem muito bem as atividades da produção cafeeira. “É um trator que teve grande aceitação na região e, por isto, achamos que formalizar uma parceria com eles, vai trazer bons benefícios aos nossos cooperados”, diz.

Para o vice-presidente da LS Mtron Brasil, André Rorato, ter a Cooxupé como parceira tem um significado além da questão comercial, pura e simplesmente. “A cooperativa é muito criteriosa na escolha dos seus fornecedores e se nós da LS Tractor fomos escolhidos por eles, podemos dizer que ganhamos um aval importantíssimo para os nossos produtos, e isto significa muito para a marca”, ressalta Rorato.

Fonte: Agropress
11/03/2020 0 Comentários
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Notícias

Hackathon com o tema ‘Agricultura Digital’ busca soluções para melhorar a gestão a vista do agricultor e suas máquinas

Por redação 11/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Jacto

Evento promovido pela Jacto será realizado na UNIVEM (Centro Universitário Eurípedes de Marília) nos dias 28 e 29 de março e incentiva estudantes cursando ensino superior na área de tecnologia da informação, ciências de dados e engenharia a criarem soluções em tecnologia com foco em inteligência artificial, machine learning e analytics para melhorar as ferramentas de gestão à vista das operações agrícolas, ajudando o agricultor a alcançar a excelência operacional.

MARÇO de 2020 — A evolução na agricultura pautada pelas tecnologias cada vez mais digitais vem revolucionando o setor. Há cada vez mais equipamentos, defensivos e outros recursos que aumentam a produtividade e a qualidade dos alimentos.

Manter-se atualizado nesse cenário é indispensável. É importante o esforço para disponibilizar tecnologias acessíveis, do pequeno ao grande produtor, e que tenham uma usabilidade mais fácil, tornando a rotina do produtor rural mais prática, eficiente e com resultados.

Com esse cenário em mente, a Jacto, multinacional brasileira com presença em 112 países, especialista em desenvolver soluções para o agronegócio, realiza nos dias 28 e 29 de março o Hackathon Jacto 2020. O evento, uma maratona de programação, incentiva estudantes cursando ensino superior na área de tecnologia da informação, ciências de dados e engenharia de Marília e região a criarem soluções em tecnologia com foco em inteligência artificial, machine learning e analytics para melhorar a gestão à vista do agricultor e suas máquinas.

“A gestão à vista das máquinas é de grande importância para nossos clientes, os agricultores. Informações como área pulverizada, área sobreposta, desempenho operacional, eficiência operacional, velocidade de aplicação, tempo de paradas, tempo em transporte, são cruciais para conhecer a operação. Temos como lema que é preciso medir para conhecer, conhecer para controlar e controlar para alcançar a excelência operacional”, explica Cristiano Pontelli, gerente de negócios Otmis, marca da Jacto para Agricultura de Precisão.

O objetivo do desafio será personificar a máquina, criando um bot, permitindo uma comunicação interativa e proativa com o cliente e outros agentes através de um chat por texto.

“Acreditamos que é preciso mudar todo ecossistema, com aprendizados e experiências coletivas, pessoas protagonistas, que vão assumir o papel de traduzir essas novas ferramentas para o dia a dia do campo. Transformar a tecnologia, que é muito complexa e com avanço rápido, em algo que seja simples e o que agricultor consiga usar”, explica Fernando Gonçalves, presidente da Jacto.

Inscrições e premiação – As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de março.
Para se inscrever, o participante deve, necessariamente, descrever um breve currículo para fins de aprovação da inscrição por parte da organizadora.

O processo de inscrição é individual. Caso o participante tenha uma equipe já formada, basta indicar no formulário informando o nome da sua equipe. É permitido no máximo 3 integrantes por equipe.

Caso o participante não tenha uma equipe, a organização irá ajudar a compor um time com outros participantes. As vagas estão limitadas a 60 participantes.

Serão permitidas equipes formadas por no mínimo 2 e no máximo 3 participantes. Serão premiadas as três melhores soluções escolhidas por uma comissão avaliadora. A primeira colocada recebe R$ 3 mil reais, a segunda, R$2 mil reais e a terceira, R$ 1 mil reais.

O regulamento completo e o link para as inscrições estão disponíveis em http://bit.ly/hackathonjacto2020

Serviço:
Hackathon Jacto 2020
DATA: 28, 9h às 21h e 29 de março, 9H às 17h
LOCAL: UNIVEM, Salão Nobre
INSCRIÇÕES ATÉ 20 de março pelo site: http://bit.ly/hackathonjacto2020

Fonte: Jacto
11/03/2020 0 Comentários
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Agrishow 2020 apresentará tecnologias para atender demandas do agro

Por redação 10/03/2020
Escrito por redação
Fonte: Agrishow

Digitalização de todo o sistema produtivo será um dos destaques desta edição

- Agrishow 2020 apresentará tecnologias para atender demandas do agro

Reconhecida como a principal vitrine de tecnologias para o agronegócio brasileiro, a Agrishow 2020 – 27ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação reunirá, entre os dias 27 de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, mais de 800 marcas expositoras nacionais e internacionais, que levarão para um público estimado de 150 mil visitantes as principais inovações tecnológicas para atender todas as demandas do campo.

“O Brasil é protagonista quando se fala em agricultura.  Nossos produtores estão implementando tecnologias no campo, que permitem a otimização dos insumos e a melhoria da produtividade, com análise conjunta de todas as variáveis disponíveis em tempo real. A  utilização de blockchain permitirá a rastreabilidade da mesa para o campo, mostrando o campo, por meio de imagens enviadas por satélites, que estão cada vez menores e mais baratos, e monitorar as plantações por meio de aplicativos para smartphone, com relatórios acessados a qualquer momento pelo produtor. Essa visão de futuro, já está transformando rapidamente a produção agropecuária no Brasil”, afirma João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas).

Nesse sentido, um dos destaques da Agrishow 2020 será a digitalização do agronegócio nacional. “A Agrishow contribui para a evolução do agronegócio e, nesta edição, a grande atração é a digitalização de todo o sistema produtivo. O que não está digitalizado ainda, está entrando em processo de digitalização e todos os dados estão sendo conectados a centrais de operações, quer seja da fazenda ou da concessionária da máquina. Todo esse desenvolvimento da tecnologia aplicada nas máquinas e equipamentos comercializados na Agrishow reflete em aumento nos ganhos de produtividade do produtor. Não há mais perdas nas colheitas ou no plantio”, enfatiza Francisco Matturro, presidente da Agrishow.

Uma das iniciativas que estarão nesta edição é o ConectarAGRO, que levou conectividade banda larga 4G da TIM para 5,1 milhões de hectares de áreas rurais em 2019 no Brasil, superando a meta inicialmente estabelecida em 100 mil ha. Essa cobertura representa em torno de 7% da área plantada de grãos e cana no país. A solução oferecida pela iniciativa segue os conceitos de tecnologia aberta, simples e acessível, e usa a faixa de 700 MHz, padrão global que permite a cobertura com melhor compromisso entre cobertura e capacidade. Apresentada, pela primeira vez, ao público na Agrishow 2019, é liderada por oito empresas – AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec, TIM e Trimble.

Já a Agrobrazil vai apresentar um aplicativo móvel, desenvolvido para o setor pecuário, que capta, analisa e organiza informações do mercado de compra e venda em tempo real, especialmente do boi gordo. A captação dos negócios realizados em tempo real que é exposta no aplicativo é sigilosa e segura. Entre as ferramentas do sistema estão: escala e ranking frigorífico; gráficos; proteção de preço; mercado futuro; documento legal para registro; entre outros.

Principal feira do setor na América Latina, a 27ª Agrishow já está com o primeiro lote de ingressos com preço promocional à venda. Para adquirir o ticket, acesse este link e siga as informações e instruções para a compra online. A feira é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Markets, principal promotora de feiras de negócios no Brasil e no mundo.

Fonte: Agrishow
10/03/2020 0 Comentários
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Notícias

Mulheres se destacam na gestão do agronegócio

Por redação 09/03/2020
Escrito por redação

- Mulheres se destacam na gestão do agronegócio
Foto: Freepik

 

As mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço em todas as etapas do agro paulista, tanto no processo produtivo como na administração dos negócios. Na produção do queijo e do vinho, produtos de destaque no Estado de São Paulo, a presença feminina garante novas ideias e maior projeção do setor, inclusive internacionalmente.

Em Jundiaí, a enóloga Ariana Sgarioni, responsável técnica da Adega Beraldo Di Cale, segue os passos do bisavô, que chegou da Itália em 1905. Após trabalhar com outras culturas, ele adquiriu uma propriedade e passou a cultivar uva de mesa, em especial a niágara rosada e branca. Com a fruta que não tinha padrão para ser comercializada, seu avô produzia vinho para consumo próprio. “Isso sempre foi muito presente na minha história: sempre vi meu avô produzindo e consumindo o vinho nas reuniões de família. Meu maior estímulo foi minha mãe sair da profissão de bancária para embarcar nessa aventura, que foi o vinho. Juntos, meu avô e minha mãe constituíram uma adega e passaram a fazer a bebida com uvas da propriedade e de outros locais”, conta Ariana.

Apesar de todo o esforço de sua mãe e avô, que administraram o negócio com conhecimento majoritariamente empírico, passados de pai para filho, Ariana foi a primeira na família a buscar uma formação técnica. Primeiro, graduou-se em Nutrição pela Universidade de São Paulo, sempre buscando fazer uma conexão com o vinho em seus trabalhos de iniciação científica. Só então especializou-se em Tecnologia em Viticultura e Enologia, curso à época oferecido no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.

Ao retornar, um grande desafio pela frente: “Em geral, quando se entra no mercado de trabalho, você começa a trabalhar e tem uma chefia. No meu caso, tive que aplicar toda a parte técnica sem nenhuma supervisão, o que no primeiro momento me deixou um pouco insegura, pois o negócio representava a renda da minha família”, disse a enóloga, destacando ainda as diferenças no ponto de vista entre as gerações. “Foi uma questão enfrentada tanto por minha mãe ao apresentar novas ideias ao meu avô como por mim, quando sugeri mudanças a ela”. Hoje, Ariana coordena todo o processo de produção de vinho na propriedade, que conta ainda com uma loja para venda dos rótulos e um restaurante, que integram a Rota Turística da Uva, em Jundiaí.

Ariana confessa que, por ser muito nova ao assumir os negócios, precisou conquistar credibilidade junto ao setor, mas hoje transita de forma muito tranquila entre seus pares. Atualmente, é presidente da Câmara Setorial de Uva e Vinho da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, fórum permanente de interlocução entre o setor privado e público, que congrega todos os agentes da cadeia produtiva.

“Meu objetivo na Câmara Setorial é unir e organizar o setor, que é forte e tem grande potencial para ser explorado. Meu trabalho gira em torno de agregar, convidar e explicar às pessoas a importância da Câmara e que junto somos representativos”, explica, dizendo que sempre foi tratada com carinho e atenção por todos os membros.

Para Ariana, a mulher está cada vez mais presente no setor, gerenciando vinícolas tanto na parte enológica como na agrícola, administração, gestão e pesquisa. “Acredito que hoje a mulher tem grande importância na sociedade, já mostramos que somos capazes e não há nenhum empecilho em desempenharmos qualquer cargo, mas nosso principal papel é estimular outras mulheres. Todas elas têm força e potencial, mas nem todas sabem disso”.

Mesmo sendo criada em uma família patriarcal, Ariana afirma que as mulheres a sua volta sempre foram ouvidas e tiveram seu lugar. “Minha família é formada por mulheres muito fortes, que serviram de exemplo e me ajudaram a ter forças para enfrentar desafios e conseguir conquistar o meu lugar”, disse.

De São Paulo para o mundo

A 185 km de Jundiaí, na cidade de Pardinho, são produzidos os queijos da Pardinho Artesanal, sob coordenação da médica veterinária e gerente técnica da queijaria, Vanessa Alcolea. No ano passado, a queijaria foi premiada no Mondial du Fromage, concurso realizado na França, levando as medalhas super ouro com o queijo Cuesta e prata com o queijo Mandala.

Apaixonada por gastronomia, Vanessa viu no trabalho com produtos de origem animal uma forma de unir tudo o que mais gosta. “Os queijos são uma paixão à parte. Acho incrível o poder de transformação do leite, o desenvolvimento de aromas, texturas, da personalidade transferida por cada rebanho, por cada manejo, por cada produtor”, diz. Após a formação em Medicina Veterinária, ela fez cursos de Sommelier e Gastronomia para aprimorar seu trabalho.

Vanessa sempre trabalhou com controle de qualidade do leite e derivados e com o tempo, se aperfeiçoou em tecnologias de fabricação e no modo de fazer manual. “Em um ambiente muitas vezes liderado por homens, tive que provar minha capacidade, potencial e conquistar meu espaço”, conta.

O esforço deu resultados. Além dos prêmios recebidos na França em 2019, Vanessa foi recentemente reconhecida como Maître Fromager pela Guilde Internationale des Fromagers. A organização que reúne mais de cinco mil membros e é aberta aos profissionais do queijo, produtores, transformadores, curadores e comerciantes em todo o mundo, serviu o queijo Pardinho Mandala no jantar da premiação. “Esse reconhecimento é muito gratificante, mostra que estamos caminhando na direção correta, gera mais responsabilidades e lança maiores desafios à frente. Precisamos estar em busca do aperfeiçoamento, sempre”, comemora a mestre-queijeira.

Vanessa se diz muito feliz em ver cada vez mais mulheres neste mercado de trabalho. “A mulher é mais detalhista, mais minuciosa e está lançando mão destas qualidades para conquistar o que deseja. A sociedade está em constante mudança e não há limites. Veremos cada vez mais mulheres em destaque”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

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MWM expande sua linha produtiva

Por Nadila Sousa 27/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Empresa amplia portfólio de grupos geradores que agora vão de 10 a 1250 kVA e atendem aos mais diversos segmentos que demandam geração de energia

No mês em que completa aniversário da operação fabril dos Grupos Geradores no Brasil, a MWM fabricante independente de motores Diesel e Grupos Geradores de energia, celebra a ampliação de portfólio com lançamentos e a expansão da fábrica de Grupos Geradores, em Santo Amaro – São Paulo.

A MWM Geradores inicia 2020 com a celebração de um importante marco. A linha completa agora vai de 10 a 1000 kVA em 50 Hz e 12,5 a 1250 kVA em 60 Hz, projetados para aplicações de emergência, horário de ponta ou fonte única de energia, disponíveis nas versões aberta e carenada, manual ou automática, com ou sem paralelismo.

Os Grupos Geradores MWM, atendem aos mais diversos segmentos como: hotéis, hospitais, supermercados, condomínios comerciais, residenciais, empresas de telecomunicações, datacenters, segmento agrícola, eventos, dentre outros.

Produtos recém-lançados

Grupos geradores de 12,5 a 53 kVA, equipados com motorização YANMAR

– Cabine em aço compacta e otimizada;

– Facilidade de manutenção (fácil acesso através de amplas tampas existentes);

– Gerador em 220 e 380V trifásico e monofásico, compacto e robusto;

– Alternadores WEG e controladores DEEPSEA;

– Painel elétrico industrial, componentes de alta confiabilidade;

– Transferência de carga local e remota, operação manual e automática;

– Base em aço estanque;

– Tanque de combustível em polietileno de 100 litros;

– 3 portas com dobradiças;

– Alça de içamento integrada na cabine;

– Travessas aparafusadas;

– Saída de cabos pela lateral da máquina;

– Painel elétrico compacto;

– Monitoramento de nível de combustível;

– Bocal de abastecimento externo;

– Módulo ethernet;

– Botão de emergência.

Grupos Geradores com motorização exclusiva MWM de 4 e 6 cilindros a gás natural e biogás, com potências entre 80 e 215 kVA

– Motor projetado e validado pela MWM exclusivamente para o uso do combustível gás;

– Elevada densidade de potência;

– Menor consumo de combustível da categoria;

– Componentes do sistema gás de alta confiabilidade;

– Assistência técnica do motor completo pela rede MWM;

– Motores com baixo índice de manutenção.

Além da importante ampliação do portfólio dos Grupos Geradores, a MWM expandiu sua unidade fabril em Santo Amaro – SP e as melhorias não param aí. Com a implementação das atividades Lean de melhoria contínua e redistribuição de postos de trabalho e estoque, houve um aumento de aproximadamente 20% de produtividade na linha de montagem. A fábrica passou a operar em dois turnos de trabalho para atender a demanda prevista para 2020.

Vale ressaltar que 100% dos Geradores MWM são testados e validados na linha de montagem da empresa, antes do envio e instalação nos clientes, para que cada Grupo Gerador garanta todos os requisitos de qualidade e robustez MWM.

O negócio de Grupos Geradores MWM está em franca expansão e atende as necessidades do mercado nacional e internacional. A companhia já exporta seus Geradores para países da América do Sul e por contar com equipe de engenharia brasileira e alta capacidade de customização dos produtos, a expectativa é que as exportações aumentem ainda mais neste ano.

Os clientes da MWM Geradores contam com respaldo técnico da fábrica e uma completa Rede, com mais de 50 centros de serviços, distribuídos em todo território nacional, com equipes tecnicamente capacitadas, com estrutura de atendimento 24 horas por dia, durante os sete dias da semana. A expectativa é desenvolver ainda mais a Rede em 2020, chegando aos 80 centros de serviço, com a mesma capacitação e qualidade da reconhecida Rede MWM.

De acordo com Cristian Malevic – Diretor da Unidade de Motores e Geradores da MWM, “Trata-se de um momento histórico para a MWM. A unidade de negócios de Geradores expandiu exponencialmente seu portfólio e sua força, com importantes lançamentos equipados com motores MWM e de parceiros renomados no mercado, garantindo aos clientes qualidade, confiança e robustez.

Além disso, iniciamos o ano com a expansão de nossa linha produtiva, que agora opera com mais flexibilidade e com alta eficiência operacional. Os geradores MWM ultrapassaram as fronteiras brasileiras e passaram a atender, também, o mercado de exportação.

Foi um ano de superações e grandes conquistas, fruto de um trabalho de uma equipe de especialistas dedicados a ofertar o melhor em Geração de Energia com qualidade e desempenho. A expectativa para este ano são as melhores, com o foco em melhoria contínua, novos desenvolvimentos e atender as necessidades de cada cliente, garantindo alto rendimento em geração de energia e consequentemente alta produtividade aos clientes da MWM Geradores. Esse é o nosso objetivo e reafirma nosso compromisso com nossos parceiros.”, afirma Cristian.

Fonte: Assessoria MWM

27/02/2020 0 Comentários
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Notícias

Conab tem novo presidente

Por Nadila Sousa 20/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Guilherme Soria Bastos Filho é o novo diretor-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele assume a condução da estatal, no lugar de Newton Araújo Silva Júnior, que ficou no cargo durante um ano e foi exonerado a pedido. O comunicado foi publicado nesta quinta-feira (20), em resolução do Conselho de Administração da Conab (Consad). Desde fevereiro de 2019, Bastos havia ocupado o cargo de Diretor de Política Agrícola e Informações da empresa.

Formado em agronomia pela Universidade Federal de Viçosa, Guilherme Bastos possui mestrado em agricultura com concentração em economia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq)/USP e mestrado em Agricultural Economics pela University of Maryland/EUA. Atuou como consultor de gestão e mercados agrícolas em empresas privadas e como especialista de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas, do Instituto Brasileiro de Economia e do Centro de Estudos Agrícolas (IBRE/CEA).

Quem assume a Diretoria de Política Agrícola e Informações da Companhia é Bruno Scalon Cordeiro, atualmente diretor de Operações e Abastecimento do órgão, que acumula interinamente a vaga.

 

Fonte: Assessoria Conab

20/02/2020 0 Comentários
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Notícias

Startups apresentam soluções digitais voltadas ao agronegócio

Por Nadila Sousa 17/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Investidores, representantes de empresas de tecnologia, empreendedores e especialistas acompanharam, no último dia 13, o evento de graduação das 11 startups aceleradas na primeira edição do programa TechStart Agro Digital, promovido pela Embrapa Informática Agropecuária e a Venture Hub. As startups apresentaram soluções digitais voltadas ao setor do agronegócio em áreas como bioinformática, aplicação de defensivos, operações de crédito, agricultura de precisão, manejo de pastagens, irrigação inteligente, gestão da propriedade, uso de drones e cana-de-açúcar.

Iniciado em setembro de 2019, o TechStart Agro Digital atraiu o interesse de pelo menos 94 startups de 20 estados brasileiros. Ao longo de 21 semanas, as selecionadas participaram de mentorias especializadas e treinamentos que ajudaram na validação dos seus produtos e no aperfeiçoamento do modelo de negócios, além de outras ações focadas no relacionamento com investidores interessados em alavancar as novas tecnologias. O evento Demo Day foi mais uma oportunidade das novas empresas mostrarem seus resultados e também para parceiros estratégicos conhecerem melhor novas soluções disponíveis no mercado.

O objetivo do TechStart Agro Digital é impulsionar a chegada dessas novas tecnologias ao mercado, de forma que ofereçam soluções para problemas reais da agricultura, tragam benefícios para o agricultor e agreguem mais valor à produção agrícola. A iniciativa atende também aos interesses de empresas parceiras na busca por tecnologias com potencial para integrar seus negócios, com possibilidades de investimentos. O TechStart Agro Digital conta, ainda, com o apoio da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

A chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá, destacou as iniciativas da Embrapa em participar desse ecossistema de inovação aberta e, em especial, de apoiar ações em agricultura digital. Além de beneficiar o desenvolvimento das startups, o programa de aceleração também “ajuda a Empresa a levar suas pesquisas e tecnologias de forma mais ágil para o setor produtivo”, enfatizou Silvia.

O segmento de empresas startups com foco em inovações para o agronegócio, as chamadas agtechs, vem crescendo no País. Levantamento realizado pelo estudo Radar AgTech Brasil no ano passado, mapeou ao todo 1.125 startups distribuídas em todas regiões, atuando no desenvolvimento de tecnologias para toda a cadeia produtiva, com aplicação dentro e fora da propriedade rural.

“O futuro do agronegócio passa por aqui”, disse o vice-presidente de Corporate Innovation da Venture Hub, José Eduardo Azarite, durante o evento. Ele destacou a integração, o espírito de colaboração e a abertura para aceitar o erro de todos os envolvidos, quesitos fundamentais nesse tipo de experiência. Também lembrou o ambiente extremamente favorável do município para promover a inovação. “Campinas tem uma possibilidade única por conta da quantidade de instituições de ensino e pesquisa e de empresas que temos aqui nesse ecossistema”, afirmou.

Azarite ainda reforçou os benefícios oferecidos às startups participantes do programa, como a notoriedade e vanguarda tecnológica da Embrapa, incluindo o compartilhamento de ativos tecnológicos e mentoria, além da expertise da Venture Hub e a visão de ecossistema e de colaboração entre instituições, pessoas e equipes com objetivos comuns.

Para o diretor da Venture Hub, Érico Pastana, o processo de desenvolvimento de agtechs tem características que diferem daquelas startups que são “apenas digital e não agro digital”. Segundo ele, “o ciclo de aprendizado é diferente, a experimentação acontece em outro ritmo e tem características bastante específicas dentro dos diferentes temas ligados ao agronegócio”. Por isso, é fundamental contar com mentores e profissionais altamente especializados, com grande conhecimento e capacidade, ressalta.

Passaram pelo programa TechStart Agro Digital mais de 80 mentores, além de representantes de grandes empresas, sendo que ao menos cinco startups receberam propostas de investimento durante o processo de aceleração. Três das startups graduadas no programa também foram selecionadas para a terceira edição da chamada de investimentos Pontes para Inovação, uma iniciativa da Embrapa, Cedro Capital e parceiros para conectar agtechs com investidores. As startups selecionadas são IZAgro, Dominus Soli e Brazsoft.

Nova rodada

Durante o evento também foi lançada a segunda rodada do TechStart Agro Digital (Batch 2020). As inscrições já podem ser feitas no site do programa. Além da mentoria técnica, os participantes terão apoio nas áreas jurídica, de propriedade intelectual e contábil e ainda facilidades de acesso a campos experimentais da Embrapa e à infraestrutura do Innovation Hub Campinas, um espaço de colaboração e inovação aberta.

As startups também poderão utilizar gratuitamente as informações e modelos agropecuários gerados pela Embrapa disponíveis na plataforma AgroAPI. A ferramenta contempla desde dados sobre cultivares e produtividade até zoneamentos agrícolas. As informações são acessadas por meio de APIs (interface de programação de aplicativos, na tradução do inglês) e podem ser úteis, por exemplo, no desenvolvimento de soluções para planejamento, monitoramento e gestão da produção.

Confira a relação das startups graduadas:

• Aptah: Empresa de pesquisa e desenvolvimento de novos defensivos e kits diagnósticos para o mercado agroindustrial e pet. Especialista em biologia computacional, já recebeu R$ 1,3 milhão em capital de fomento. Está presente em Goiás, São Paulo e em Delaware (EUA).
• Birdview: Desenvolve, fabrica e opera implementos agrícolas para liberação de insumos biológicos em larga escala e a baixo custo.
• Brazsoft: Desenvolve soluções que ajudam na organização dos dados e os transformam em informações objetivas da real situação financeira e produtiva de toda a fazenda.
• Dominus Soli: Empresa pioneira a desenvolver soluções focadas no planejamento e monitoramento dos serviços de aplicação aérea de agroquímicos. Por meio da rastreabilidade das operações, possibilita aumento de controle, produtividade e mitigação dos riscos socioambientais.
• Gira: Fintech que tem o objetivo de levar maior segurança para operações de crédito agrícola. Atua em todas as regiões produtivas brasileiras e já geriu mais de R$ 4 bi em títulos e cessões de crédito, em mais de 1 milhão de hectares. Oferece serviço para concessores de crédito assim como estrutura e tomada de risco em CRAs e FIDCs.
• Inceres: Plataforma digital agronômica flexível capaz de armazenar e processar dados estruturados e não estruturados para suportar as decisões no negócio. Entende a tecnologia digital como um meio para ampliar a capacidade humana de tomar as melhores decisões no agronegócio.
• IZagro: Plataforma mobile e web gratuita que leva informações e alertas para mais de 50 mil agricultores em todo Brasil e os ajuda a tomarem melhores decisões, conectando-os com consultores e distribuidores de insumos para busca de melhores oportunidades de informações e negócios.
• Pasto Sempre Verde: Plataforma de gestão e manejo inteligente de pastagens que permite a multiplicação da produção de carne sem usar um único alqueire a mais de terra.
• Pitaya Irrigation: Oferece soluções digitais e analógicas a partir de sensores de umidade do solo patenteados pela Embrapa e a Tecnicer Tecnologia Cerâmica, para ajudar agricultores a irrigar com mais eficiência, precisão e sustentabilidade, de modo a produzir mais com menos desperdício.
• Precision Cane: Desenvolve tecnologias para a geração de toletes de cana padronizados e de alta qualidade, buscando tornar sustentável o plantio de cana-de-açúcar.
• Verde Drone: Plataforma digital que conecta pilotos de drones, agrônomos e empresas mais próximas das áreas agrícolas. Desta forma, oferece uma rede que agiliza a produção de mapas georreferenciados e outros serviços, todos conectados por aplicativo, gerando valor na cadeia do agronegócio.

 

Fonte: Embrapa Informática Agropecuária
17/02/2020 0 Comentários
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Notícias

FETAEP lança 1ª Feira da Agricultura Familiar do Paraná

Por Nadila Sousa 17/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba, a iniciativa visa colocar o produtor em contato com o consumidor

A Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores familiares do Estado do Paraná (FETAEP) lança a 1ª Feira da Agricultura Familiar do Paraná, que reunirá produtores e compradores em um só lugar. O anúncio será feito durante uma mostra da feira, com a participação de mais de 50 expositores na sede da federação, em Curitiba, na próxima terça-feira (18), às 12h. Ao todo serão 180 participantes convidados que poderão conhecer os produtores e o seu trabalho.

O evento trará diversos produtos da agricultura familiar como frutas, legumes, verduras, embutidos, queijos, geleias, compotas, entre outros para degustação do público e utilização em aulas show com quatro chefs de cozinha, que irão demonstrar as possibilidades gastronômicas dos insumos. Outra atração será a “Ilha de Cachaça” onde os presentes poderão experimentar cachaças artesanais aromáticas e saborizadas trazidas pelos produtores.

O evento é uma mostra do que será a 1ª Feira da Agricultura Familiar do Paraná, que será realizada na primeira quinzena de junho, no Mercado Municipal de Curitiba e será aberta ao público. O evento proposto pela FETAEP conta com parceria da Prefeitura Municipal de Curitiba, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar, do Senar, da Emater e dos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) filiados à federação. A expectativa é que pelo menos 200 expositores levem seus produtos e consigam expandir e fortalecer seus negócios.

Marcos Brambilla, presidente da FETAEP, explica que “o objetivo é estimular novos empreendimentos, principalmente para aquele agricultor que está na fase inicial do negócio. Ele terá a oportunidade de se aproximar do público final, conhecer as exigências do consumidor e melhorar ainda mais o seu produto para participar desse mercado de forma competitiva”.

A agricultura familiar é responsável por produzir 70% dos alimentos consumidos no país e reúne 14 milhões de agricultores no Brasil. “No Paraná, mais de 80% das propriedades rurais são de estabelecimentos da agricultura familiar. Realizar uma feira especialmente para esse setor significa colocar no mercado produtos de qualidade produzidos em nosso estado. A feira será uma grande vitrine para nossos agricultores gerando renda e proporcionando mais qualidade de vida”, explica Brambilla.

No dia do lançamento, a FETAEP também recebe a Expedição da Agricultura Familiar, além de palestras e aulas show. Confira a programação completa:

08h – Inscrição e Café Colonial

09h – Expedição da Agricultura Familiar com Giovani Ferreira da Gazeta do Povo

09h30 – Censo Agropecuário: Agricultura familiar do Paraná 2020 com Jorge Mryczka do IBGE

10h – Agricultura Familiar e Mercado com Luiz Damaso Gusi, secretário de Abastecimento da Prefeitura Municipal de Curitiba

10h30 – Empreendedorismo na agricultura familiar com Maria Isabel Rosa Guimarães do SEBRAE

11h – Gestão e inovação na agricultura familiar com Marcos Junior Brambilla, presidente da FETAEP

12h – Lançamento da feira de produtos da agricultura familiar no Paraná

12h30 – Almoço

14h30 – Aulas Show (as três aulas acontecem simultaneamente, em salas diferentes)

Aula Show: Gastronomia funcional biomassa de banana verde com Iracema Bertoco Brianese do Centro Europeu

Aula Show: Mel de Jataí na gastronomia com Gabriela Carvalho do Quintana Gastronomia

Aula Show: Pães especiais e farinhas apropriadas com Rene Seifert da Casa da Videira – Wittmarsum

Aula Show: Critérios para um queijo de qualidade com Flávia Rogoski do Bom Vivant do Mercado Municipal

15h45 – Café da tarde com produtos da agricultura familiar

 

Fonte: Assessoria FETAEP

17/02/2020 0 Comentários
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Coluna

Do fomento do Agronegócio Brasileiro em tempos Da Declaração de Direitos de Liberdade Econômica

Por Nadila Sousa 13/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Por Armando Rovai

Nos últimos anos ficou evidente, mesmo em meio à crise econômica, que o Agronegócio é fundamental para o desenvolvimento do país, representando 21% do PIB – Produto Interno Bruto -, além de ser responsável por mais da metade das exportações do Brasil, conforme informações do Portal de defesa do Agronegócio.

Desta forma, resta evidente que o desenvolvimento do País, geração de riquezas e arrecadação de impostos está diretamente relacionado com o desenvolvimento desta atividade.

Vale mencionar que o cenário político visa facilitar e fomentar o desenvolvimento da economia com edição de legislações, como a Declaração de Direitos de Liberdade, Lei 13.874/2019.

Neste sentido, há de se observar que este incentivo acaba por atrair investimentos estrangeiros, uma vez que garante maior segurança jurídica nas relações negociais.

Porém, pelos últimos posicionamentos administrativos e políticos adotados pelas autoridades que representam órgãos públicos incumbidos da fiscalização para preservação do meio ambiente, que os referidos órgãos não apresentam a contento a devida qualidade técnica desejável, para a promoção e o desenvolvimento empresarial do país, elevando a capacidade da atividade produtiva, sem a destruição de recursos naturais.

Apesar deste cenário, foi propiciado pela Declaração de Direitos de Liberdade Econômica um grande avanço para a nossa economia, pois ao assegurar a livre-iniciativa no setor econômico, está possibilitando a geração de empregos e o combate à recessão econômica que assola nosso país, fomentado um cenário apto a captação de recursos estrangeiros, favorecendo ao desenvolvimento do agronegócio e dos nossos “commodities”, como o caso da soja e de matérias-primas.

Assim, ao valorizar a pessoa do empresário e da instituição jurídica da empresa, consequentemente, valoriza-se o trabalhador, que deve ser entendido como membro da empresa e que em muito contribui para o seu desenvolvimento e sucesso.

Ao gerar empregos que respeitem as garantias constitucionais ao trabalhador, a sustentabilidade do meio ambiente, os direitos do consumidor, dentre outros, a livre iniciativa contribuirá para o desenvolvimento econômico do país, em especial, o fomento da atividade relacionada ao agronegócio.

 

Armando Rovai é Professor de Direito Administrativo da Universidade Presbiteriana Mackenzie

13/02/2020 0 Comentários
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