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Notícias

Massey Ferguson participa da 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz

Por Nadila Sousa 12/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Marca também participará com a palestra “Sustentabilidade: Experiências do Plantio de Soja na Várzea”

A Massey Ferguson é destaque na 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que acontece entre os dias 12 e 14 de fevereiro no município de Capão do Leão (RS). A marca estará presente com a colheitadeira híbrida MF 6690 (265 cv), com plataforma draper de 25 pés. A máquina foi projetada para aumentar a produtividade suportada pelo sistema híbrido de trilha e separação, consagrado mundialmente pela maior robustez.

“Já é tradição da Massey Ferguson participar desse importante evento do segmento arrozeiro, e estamos otimistas com o cenário de 2020”, diz Eduardo Nunes, diretor de vendas da Massey Ferguson.

Nesta 30ª edição, a Massey Ferguson também vai participar com a palestra “Sustentabilidade: Experiências do Plantio de Soja na Várzea”, ministrada por Nunes. “Será mais uma forma de a Massey Ferguson contribuir junto aos produtores rurais e discutir fatores que melhorem a produtividade da rizicultura”, afirma o diretor de vendas. O bate-papo acontece hoje (12), às 16h20, no auditório principal da Estação Terras Baixas – Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão.

Produzida em Santa Rosa (RS), a colheitadeira híbrida MF 6690(classe 5), vem equipada com motor eletrônico AGCO Power de 265 cv e proporciona maior rendimento com menor consumo de combustível.  A máquina garante ao produtor rural mais produtividade, baixos índices de perdas nos mais variados terrenos, grãos mais limpos e inteiros no tanque, e menos paradas para manutenção. Os equipamentos estão disponíveis nas versões MF 4690 (200 cv), MF 5690 (225 cv) e MF 6690 (265 cv).

 

Fonte: Assessoria Massey Ferguson

12/02/2020 0 Comentários
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Notícias

KUHN faz balanço positivo do Show Rural Coopavel

Por Nadila Sousa 12/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

A KUHN encerrou mais uma participação no Show Rural Coopavel, no último dia 7 de fevereiro, em Cascavel (PR), com uma visão positiva do mercado de máquinas para o ano de 2020. “Observamos que o agricultor está satisfeito com o resultado da safra e isso dá confiança para que ele faça planos de investimento, com um bom nível de confiança”, destacou Robson Zofoli, Diretor Comercial da KUHN. Com grande fluxo de pessoas no estande nos cinco dias de feira, a empresa teve crescimento nas vendas em relação à edição anterior e muitos negócios que terão finalização nas próximas semanas.

Como lançamentos, a KUHN levou para a feira o Profile Automixer 6.1DS, um misturador de ração vertical autocarregável, e uma nova versão do pulverizador Eco Ranger 18m. Outro destaque desse ano foi a Plataforma MyKuhn*, de relacionamento com o cliente final. Em um espaço exclusivo no estande os clientes puderam se cadastrar na plataforma levando o número de série do seu equipamento. No MyKuhn o agricultor tem acesso a toda documentação técnica da sua máquina, artigos e dicas de especialistas, contato dos revendedores mais próximos, ofertas exclusivas e consulta de peças.

A KUHN ainda contou com a visita no Show Rural Coopavel dos presidentes do Grupo Thierry Krier, Presidente do Grupo KUHN e Rolf Schneider, Vice-presidente Comercial e Marketing do Grupo KUHN, que todos os anos vem ao Brasil e, este ano, escolheram a feira para juntos celebrarem os 15 anos da Kuhn no Brasil. Em conversa com a equipe que estava no Show Rural eles destacaram o valor e força das pessoas na equipe brasileira e o forte desenvolvimento da empresa no país.

Conheça as duas máquinas lançadas no Show Rural Coopavel

Profile Automixer 6.1DS – Primeiro misturador vertical autocarrregável rebocado, o Profile Automixer 6.1DS é resultado do trabalho em conjunto entre as fábricas da KUHN de Passo Fundo e La Copechagnière na França, onde já são produzidos misturadores verticais autopropelidos. O Profile Automixer possui uma fresa de alta capacidade (largura de 2 m) alinhada à largura do misturador, com controle automático de descida da fresa, responsável por evitar travamentos em situações de aumento de pressão no sistema hidráulico e conjunto de corte por facas aparafusadas. Esse modelo, além de robusto e eficiente, preserva a estrutura das fibras para uma maior qualidade nutricional e durabilidade ao sistema de autocarregamento.

O vagão possui a tecnologia K-NOX da KUHN nas paredes laterais, para proporcionar maior resistência física contra os efeitos corrosivos e abrasivos causados pelos ingredientes durante o processo de mistura. Além disso, conta com redução planetária e sistema hidráulico independente que, somados ao conceito do sem fim misturador interno, necessitam de baixa potência para um menor consumo de combustível. Essas características, aliadas ao sistema de pesagem de primeira linha com sistema de transferência de dados e espelhamento de tela via tela do celular, além de facilitar e reduzir as manutenções, proporcionam longa vida útil e uma excelente qualidade na mistura, capaz de maximizar o potencial nutricional de cada ingrediente que compõe as receitas.

Eco Ranger 18m – Novo pulverizador de arrasto da KUHN, que traz como principal benefício alta performance e rendimento. O Eco Ranger possui barra vertical, com resistência garantida, estrutura reforçada para atender os diversos desafios do campo, e várias opções de comando, desde o mais básico ao completo, trazendo o pacote eletrônico das máquinas grandes. O Eco Ranger tem rendimento operacional garantido, uma máquina especial para aquele produtor que visa migrar do modelo acoplado para o de arrasto, obtendo maior autonomia.

A KUHN estará presente na feira Expodireto Cotrijal, de 2 a 6 de março, em Não-Me-Toque (RS).

*Acesso à plataforma MyKuhn: https://mykuhn.kuhn.com/br

 

Fonte: Assessoria da KUHN

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Notícias

Garantia-Safra autoriza pagamento para agricultores

Por Nadila Sousa 12/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

O montante a ser liberado, até junho de 2020, chegará a R$ 8,3 milhões

Produtores de 13 municípios de Alagoas, da Paraíba e de Pernambuco terão o benefício Garantia-Safra, ano 2018/2019, disponibilizado a partir deste mês. O pagamento contemplará 9.769 unidades familiares, referente ao pagamento para cobrir perdas com a seca.

A Portaria 7, que determina o pagamento, foi publicada pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta terça-feira (11). O montante autorizado para esses agricultores, até o mês de junho de 2020, chegará a R$ 8,3 milhões.

O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões sistematicamente sujeitas à perda de safra, por razão de estiagem ou enchente. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

O Garantia-Safra prevê o repasse de R$ 850, divididos em cinco parcelas de R$ 170. O benefício Garantia-Safra é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

Municípios beneficiados

Alagoas

Mata Grande, Minador do Negrão, Ouro Branco, Poço das Trincheiras e São José da Tapera

Paraíba

Caturité e Umbuzeiro

Pernambuco

Águas Belas, Caruaru, Pedra, Riacho das Almas, São Caitano e Venturosa

 

Fonte: Assessoria Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Números do Show Rural reforçam importância do agronegócio brasileiro

Por Nadila Sousa 11/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Resultados positivos foram registrados pelo Sicredi que contabilizou 760 propostas de financiamento e R$ 188 milhões em volume de negócios

Com público de 300 mil pessoas e volume de negócios de R$2,5 bilhões, a 32ª edição do Show Rural Coopavel, terminou no último dia 7 em Cascavel (PR) confirmando a força do agronegócio na economia brasileira. Os números positivos também foram sentidos pelo Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, que durante a feira registrou mais de 760 propostas de financiamento protocoladas e um volume de negócios de R$ 188 milhões.

De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, a feira é uma oportunidade para estar ainda próximo do associado oferecendo as melhores soluções financeiras. “O Show Rural é o local onde o nosso associado está para buscar melhorias para sua propriedade e para a sua vida. Por isso sempre nos preparamos para o atendimento mais eficiente, apresentando novidades que melhoram o relacionamento”, afirma.

Esse ano o Sicredi implementou melhorias no atendimento das demandas de crédito, operando de maneira 100% online. Com o novo sistema, o pedido de financiamento era feito do estande ou mesmo da revenda de maquinário. O aplicativo era acessado pelo colaborador Sicredi que estava em contato direto com produtores rurais e vendedores de maquinário agrícola, veículos e demais tecnologias, agilizado a solicitação. “A cada ano procuramos trazer mais agilidade pensando sempre na experiência do nosso associado. Com o sistema online, todo o fluxo se torna mais rápido e fácil para o interessado no crédito, engrossando o volume de negócios da instituição”, explica Farias.

Impacto do cooperativismo

Os benefícios gerados pelo cooperativismo na economia brasileira foi tema do Encontro com Jornalistas realizado pelo Sicredi durante o Show Rural Coopavel. Durante o evento, o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, repercutiu a recente pesquisa divulgada Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O estudo destacou que 1,4 mil municípios de todo o país, que passaram a contar com uma ou mais cooperativas, entre 1994 e 2017, registraram um impacto agregado de mais de R$ 48 bilhões em um ano.

No campo, o cooperativismo também atua diretamente no fomento ao produtor rural. O Sicredi é reconhecido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro com maior volume de operações de investimento contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de ser a segunda maior instituição financeira em liberação de crédito rural do país, segundo ranking “Maiores e Melhores” da revista Exame.

“O Sicredi atua baseado nos ideais e princípios dos fundadores do cooperativismo. Todo o trabalho é realizado para o desenvolvimento dos associados e das comunidades de maneira sustentável. Desta forma, investimos para o crescimento econômico e uma sociedade mais justa e colaborativa”, finaliza Dasenbrock.

 

Fonte: Assessoria Sicredi

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Notícias

Teresa Vendramini é a nova presidente da SRB

Por Nadila Sousa 11/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Pecuarista e socióloga paulista assume o comando da entidade como sucessora de Marcelo Vieira

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) elegeu nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, a pecuarista e socióloga Teresa Vendramini como nova presidente. Eleita pelo Conselho Superior, Teresa ficará à frente da entidade em mandato de três anos, até o início de 2022. Ela sucederá o atual dirigente, Marcelo Vieira, que assumiu o posto em 2017.

Diretora do departamento de Pecuária na gestão de Vieira, Teresa Vendramini integra a terceira geração de uma família que há 80 anos acumula vínculo com o agronegócio. Natural de Adamantina, no interior de São Paulo, gerencia atualmente propriedades rurais em Flórida Paulista (SP) e no Mato Grosso do Sul, onde prioriza técnicas de melhoramento genético, qualidade de pastagem, sanidade, preservação ambiental e bem-estar animal.

A empresária notabilizou-se como uma das principais referências femininas do agronegócio no Brasil. Nos três anos como diretora de Pecuária da SRB, promoveu debates, palestras e workshops para capacitação de pecuaristas em todas as regiões do País. Nesses encontros, tratou sobre o papel do produtor para o avanço do setor e o desenvolvimento de novas tecnologias, gestão dos negócios dentro de campo, negócios e sustentabilidade. “Fui até agricultores, dos mais simples aos mais tecnificados, conhecer na prática suas reinvindicações e os principais desafios”, diz Teresa. “Essa aproximação é hoje meu diferencial para ajudar no desenvolvimento do agro brasileiro”, declara a nova presidente da SRB.

Em 2018, foi homenageada na celebração de 45 anos da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) pelos serviços prestados em prol da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico do agronegócio nacional. Na ocasião, foi apresentada como “representante do agro que o Brasil precisa: arrojado, ousado, bem informado e realizador”.

Sua gestão à frente do departamento foi marcada por episódios em defesa dos interesses dos pecuaristas. Mobilizou produtores rurais na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) contra a suspensão do embarque de animais vivos, liderou os debates sobre o Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, e participou de discussões na OIE (Organização Mundial da Saúde Animal) e na FARM (Federação das Associações Rurais do Mercosul).

Teresa Vendramini, comandará a entidade em parceria com os vice-presidentes Pedro de Camargo Neto, Francisco de Godoy Bueno e Sérgio Bortolozzo. O Conselho também elegeu para a diretoria executiva: Bento Mineiro, Simone Tanuss, Azael Neto, Renato Diniz Junqueira, Marcelo Schunn Junqueira e Marcus Falleiros.

Fonte: Assessoria SRB

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Jacto lança costal pulverizador e dosador controlado por aplicativo

Por Nadila Sousa 10/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

A Jacto, empresa de máquinas e equipamentos agrícolas sediada em Pompéia-SP, preparou para a FEMAGRI, que acontece entre os dias 12 e 14 de fevereiro, em Guaxupé-MG, uma promoção imperdível no estilo “comprou, ganhou”, além da linha completa de produtos que estarão com condições especiais.

A partir desse ano, está à venda o mais novo lançamento da empresa na linha de Equipamentos Portáteis: o Pulverizador e Dosador costal a Bateria, Jacto DJB-20S. Com este lançamento, a empresa reforça sua posição como líder mundial no mercado de pulverizadores costais e inicia uma nova era no segmento.

O Jacto DJB-20S tem como missão Precisão e Gerenciamento, com foco em aplicar produtos com qualidade e fornecer informações gerenciais. Como propósito, a Aplicação Temporizada ou Localizada Gerando Dados, possibilita pulverizar ou dosar produtos independente do espaçamento entre plantas e gerar dados operacionais. Por fim, a solução deste produto se baseia na Eletrônica: Bateria, Conectividade, Interface e Controle. Através de seu gatilho eletrônico, é possível calibrar doses com alta precisão.

“Com o celular, o operador consegue configurar o equipamento, padronizando as dosagens, pressão e vazão do produto a ser aplicado, além de selecionar a velocidade de aplicação considerando o espaçamento entre as plantas. Ao final do trabalho, gera-se um relatório com informações da operação, similar aos serviços de telemetria que são oferecidos nas grandes máquinas”, explica Iago Reis de Oliveira, especialista de produtos da Unidade de Equipamentos Portáteis da Jacto.

O equipamento costal, utilizado principalmente em cultivos como café, hortaliças, banana, na aplicação de herbicidas em cultivos industriais como eucalipto e cana de açúcar, entre outros, consegue se comunicar com um aparelho celular através de um aplicativo. Ao longo da operação, o equipamento grava as informações da quantidade de doses aplicadas e através do celular, guarda as coordenadas do percurso do equipamento, possibilitando gerar um mapa da aplicação realizada. Todas estas informações podem ser salvas e compartilhadas por e-mail e WhatsApp, por exemplo.

Outro lançamento é o novo projeto do Jacto PJB, o pulverizador costal movido a bateria da Jacto. Este produto, além de toda a linha de pulverizadores costais a bateria da Jacto, está sendo atualizado com a introdução da nova bomba hidráulica JEP-80. Esta nova bomba, além de maior durabilidade (vida útil), apresenta também maior vazão e pressão de trabalho. Outra mudança positiva no produto é a nova bateria de Lítio-íon com 25% maior capacidade mantendo o mesmo tamanho, ou seja, uma autonomia de pulverização de no mínimo 5,0 horas. Além disso, entra também o novo painel eletrônico com potenciômetro, facilitando realizar um ajuste fino da pulverização. Por fim, este equipamento continua com a sua cinta almofadada e 3 anos de garantia Jacto.

O Jacto DJB, outro produto a bateria da Jacto, possui duas funções: pode ser utilizado tanto como dosador quanto como pulverizador. Isso torna o equipamento mais versátil, podendo realizar dosagens via drench (esguicho), amplamente utilizado no cultivo do café, até pulverização de modo geral. Em qualquer dessas funções, a precisão do trabalho é o grande diferencial quando comparado a outros equipamentos do mercado.

No modo dosador, o Jacto DJB conta com exclusivo sistema temporizado que aplica dosagens de 5 a 300 ml em 5 intervalos de tempo. Basta deixar o gatilho acionado e o equipamento realiza os disparos de forma automática com a dose escolhida no intervalo selecionado. No modo pulverizador, permite ajustar 5 níveis de pressão constante, fazendo a cobertura uniforme da área pulverizada.

Além de equipamentos para pulverização, a Jacto possui em sua linha de produtos uma tesoura de poda a bateria, o Jacto PR-40.

O Jacto PR-40 é o único podador a bateria do mundo com 7 sensores internos, possibilitando cortes com uma força controlada e precisão extrema. É leve e ergonômico, permitindo que o trabalho seja até três vezes mais rápido quando comparado a uma tesoura de poda manual.

É utilizado principalmente durante os primeiros anos de formação do cafezal, e corta galhos com diâmetros de até 40 mm. Um de seus diferenciais é a lâmina de corte, feita de aço revestido com titânio de alta resistência e com fechamento progressivo, mediante o acionamento de seu gatilho eletrônico, garantindo desta forma cortes precisos e homogêneos, sem rebarbas na superfície do corte. A bateria é de Lítio-íon, que pode oferecer longas jornadas de trabalho com até 20.000 cortes de autonomia por carga completa da bateria.

“O Jacto PR-40 é de fácil uso e manutenção, pensado para cafeicultores que procuram alta qualidade na poda seletiva e alta performance no campo, melhorando seu rendimento por hectare e diminuindo custos durante a atividade de poda”, comenta Patricio Robles Barros, especialista de produtos de poda da Unidade de Equipamentos Portáteis da Jacto.

 

Fonte: Assessoria Jacto

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Notícias

Pivô central de irrigação é alternativa rentável para produção de arroz

Por Nadila Sousa 06/02/2020
Escrito por Nadila Sousa
Equipamento é a solução sustentável e segura para que os orizicultores mantenham alta produção com baixo custo

 

Tradicionalmente cultivada em áreas alagadas do sul do País, nos últimos anos a cultura de arroz tem sofrido com a baixa rentabilidade devido ao aumento de custos, escassez de mão de obra qualificada, o que tem inviabilizado o processo produtivo.

Diante deste cenário tem crescido a procura dos produtores por pivôs de irrigação, que além de ajudar na diversificação da propriedade, tem como diferencial a grande economia. Afinal, o produtor terá menos consumo de água, gastará menos com mão de obra para irrigar. Além de ágil, a implantação da cultura fica bem mais barata do posto de vista operacional.

Os agricultores que ainda não utilizam pivô para irrigar arroz poderão ver de perto o funcionamento de um equipamento e tirar dúvidas durante a Abertura da Colheita do Arroz, que acontece entre 12 e 14 de fevereiro na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

A Lindsay, empresa fabricante de pivôs centrais Zimmatic by Lindsay em parceria com a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e a Embrapa, apresentaram como novidade nas Vitrines Tecnológicas, a irrigação por pivô. “A Federarroz nos procurou com o objetivo de buscar a intensificação para sustentabilidade. Com a questão da crise no setor arrozeiro, querem levar aos produtores alternativas seguras e a utilização de pivô irrigando o arroz é uma novidade que vem surgindo em toda a região”, destaca Marco Sanchotene, técnico em agropecuária e diretor da Sanchotene Agronegócios, distribuidor Zimmatic by Lindsay na região, com sede em Dom Pedrito (RS).

Nas vitrines tecnológicas, tradicional momento de exposição na Abertura Oficial da Colheita do Arroz, os visitantes terão acesso as novidades e tendências das principais empresas e entidades do setor agrícola. Serão 34 espaços de 20 empresas. O pivô Zimmatic by Lindsay foi instalado numa área de 1,5 hectare, onde será realizada a colheita do arroz.

Segundo Sanchotene, durante o evento será mostrado toda a economia de água, segurança de produtividade onde tem irrigação, já que a tecnologia de irrigação por pivô central ainda é pouco empregada na metade sul do estado. “Vale destacar que, além disso, todas as vitrines tecnológicas de culturas de soja e milho onde estão localizadas as empresas estão sendo irrigadas com esse pivô, além do arroz ”, diz.

O pivô Zimmatic by Lindsay tem ainda como diferencial seu sistema de três rodas por torre, que é muito importante para a cultura de arroz. Este modelo proporciona entre os benefícios, maior tração com menor desgaste do equipamento e ainda maior flutuação devido a melhor distribuição do peso da máquina.

Manejo e gerenciamento de irrigação a distância

Ainda durante o evento os produtores e visitantes poderão ver de perto nas lavouras de soja e milho o funcionamento do FieldNET Advisor, a nova ferramenta de manejo de irrigação, completamente integrada ao FieldNET, reconhecidamente a ferramenta mais completa para gerenciamento remoto de irrigação.

A solução fornece informações precisas e objetivas ao produtor indicando o momento certo que a lavoura precisa de água, a quantidade, o local e ainda ter certeza que os pivôs estão operando como o programado, auxiliando na gestão da propriedade e nas tomadas de decisões.

O FieldNET Advisor combina anos de pesquisas e desenvolvimento que resultou em cálculos e modelos complexos que fornecem informações precisas e simplificadas para o manejo do irrigante. Antes, essas informações estavam disponíveis em locais e dispositivos diferentes, o que não facilitava a atividade e ainda demandava mais tempo.

Agora com a nova tecnologia, as tomadas de decisões da irrigação são realizadas com mais confiança e assertividade. “O FieldNET Advisor é uma ferramenta agronômica, que vai agregar no manejo do nosso cliente. Assim como o próprio FieldNET que a mais de 10 anos é reconhecido mundialmente por sua eficiência e simplicidade de operação integrada, onde os produtores na mesma plataforma, realizam o gerenciamento dos seus equipamentos e o manejo da área irrigada”, diz Gabriel Melo Guarda, engenheiro agrônomo e analista de engenharia de aplicação FieldNET da Lindsay.

Em um único mapa ou exibição em lista, é possível visualizar as informações mais importantes de todas as áreas irrigadas, incluindo o esgotamento de água, recomendação da próxima data de início da irrigação e lâmina grau-a-grau do pivô a aplicar para evitar o estresse hídrico da cultura e o desperdício de água. Basta o produtor colocar o cronograma e as recomendações em ação com um simples toque no botão em um smartphone, tablete ou computador.

De acordo com o engenheiro agrônomo, o FieldNET Advisor é fundamental para o manejo da irrigação e pode ser muito útil no futuro para ajudar os produtores de arroz. A ferramenta pode ajudar os produtores a irrigar de forma correta, recomendando a quantidade de água e quando a cultura está precisando dela.

Segundo ele, a proposta do FieldNET Advisor é manter sempre a quantidade de água no solo ideal para cada cultura. “Conseguimos proporcionar ao produtor que ele tenha melhor controle de custo, e isso é fundamental. Toda vez que se evita uma irrigação devido a confiável previsão de chuva fornecida pelo sistema ou usa-se lâminas variáveis dentro de um mesmo talhão devido a diferentes tipos de solo, conseguimos otimizar o uso dos recursos naturais e financeiros, no final da safra teremos uma melhor produtividade e consequentemente lucratividade”, finaliza o analista.

Fonte: Assessoria Lindsay América do Sul

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Notícias

Solinftec anuncia rodada de US$ 40 milhões liderada pela Unbox Capital

Por Nadila Sousa 05/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Líder mundial de SaaS (Software-as-a-Service) na agricultura, a Solinftec anuncia sua Série B com uma rodada de US$ 40 milhões, liderada pela Unbox Capital, empresa de investimento, que tem os acionistas controladores do Magazine Luiza como investidores âncora (BVMF: MGLU3).

Criada em 2007 no interior de São Paulo por um grupo de engenheiros de automação liderado por Britaldo Hernandez, a Solinftec é uma empresa de soluções tecnológicas que apoiam produtores rurais otimizando os processos agrícolas em tempo real, que levam a uma redução de custos e aumento de eficiência e produtividade, de forma sustentável, em mais de oito milhões de hectares (20 milhões de acres). Diariamente, 35 mil equipamentos agrícolas conectados e 120 mil usuários interagem por meio de tablets, computadores e celulares com sua plataforma de IA (Inteligência Artificial) ALICE.

As soluções da empresa não somente tem alto impacto econômico, gerando economias que podem exceder 30%, como também aumentam significativamente a sustentabilidade das operações agrícolas como, por exemplo, redução de consumo de combustível de até 25%, aumento de eficiência nas máquinas agrícolas de até 50% e redução no uso de defensivos em até 15%. Com operações em onze países, entre eles Brasil, EUA, Canadá e Colômbia, a Solinftec é líder no monitoramento de lavouras de cana, grãos (milho, trigo e soja), fibra (algodão) e perenes (café, uvas e laranja). Nos quatro últimos anos a empresa cresceu mais de dez vezes e hoje conta com 500 funcionários, dos quais 200 são focados em tecnologia e desenvolvimento de produtos.

“A Solinftec está enfrentando o problema alimentar do mundo, explorando continuamente novas fronteiras tecnológicas que permitem aumentar a produção de alimentos com menos recursos. Com tecnologia, estamos mudando a maneira como os alimentos são produzidos”, diz Britaldo Hernandez, fundador e CTO da Solinftec.

“A rodada liderada pela Unbox Capital nos ajudará a levar nossas soluções a um público mais amplo e a acelerar o desenvolvimento de produtos e a expansão geográfica. O mundo todo fala em agricultura sustentável e a Solinftec viabiliza de forma concreta, real e prática que os produtores rurais sejam mais sustentáveis utilizando menos insumos, reduzindo custos e aumentando a produtividade, em tempo real, pois os insumos são aplicados nas melhores condições. Sem essa informação, até 70% dos insumos são aplicados nas piores condições, gerando desperdício e perda de até 100% do que é aplicado. Portanto, não poderíamos estar mais empolgados com o futuro”, acrescenta Rodrigo Iafelice dos Santos, CEO da Solinftec.

“A Solinftec é uma empresa com DNA de inovação que, combinada com a cultura dos empreendedores de desenvolver soluções escaláveis com clara proposta de valor para seus clientes, está transformando o agronegócio”, diz Patricia Moraes, Sócia Fundadora da Unbox Capital.

“Nós experimentamos em primeira mão a transformação digital do setor de varejo no Brasil, por isso acreditamos fortemente na tecnologia como uma força disruptiva. Estamos muito felizes com nossa parceria na Solinftec, uma empresa que está liderando a transformação digital da agricultura”, comenta Luiza Helena Trajano, Presidente do Conselho do Magazine Luiza.

A Unbox se une à TPG Alternative & Renewable Technologies (TPG ART), investidor na Série A que também acompanhou a Série B da empresa. “Estamos muito empolgados com o fato de a Unbox ter se juntado a nós como investidora na Solinftec”, diz Roel Collier, membro do Conselho da Solinftec e sócio da Circularis (TPG ART). “Sua experiência única acelerará ainda mais a liderança global da Solinftec, reduzindo o impacto ambiental da agricultura global, contribuindo para um planeta mais saudável e sustentável”, conclui.

 

Fonte: Assessoria Solinftec

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Mais eficiência na semeadura do milho safrinha

Por Nadila Sousa 05/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Nas principais regiões produtoras de grãos do Brasil, os agricultores estão correndo contra o tempo para conciliarem a colheita da soja com o preparo do plantio do milho. Com o atraso no fim do ano passado na semeadura da oleaginosa, nessa safra o produtor terá uma janela menor para preparar a safrinha. Para não ter prejuízos, será preciso ser altamente eficiente e assertivo nesse plantio.

Já os produtores que estão com as sementes estocadas na propriedade, é hora de pensar nos discos e anéis para o plantio. Segundo Wellington Casati, Coordenador de Vendas da J.Assy, é recomendado que o agricultor que não vai plantar nos próximos dias e já recebeu a semente, leve uma amostra do lote até uma revenda de implementos agrícolas e faça a escolha correta do disco e anel.

Muitos produtores não se atentam aos discos e anéis, mas são eles os responsáveis pela distribuição uniforme e eficiente das sementes no solo. A J.Assy oferece ao mercado os discos Apollo, com a exclusiva tecnologia RampFlow, que consiste em uma rampa com pequenas estrias em cada furação, que facilitam o deslize das sementes e diminuem o atrito e quebra dentro do dosador.

Segundo Wellington, as tecnologias da J.Assy são desenvolvidas para aumentar a rentabilidade do plantio. “Os nossos discos são feitos de um material muito resistente, que não causam abrasão e quando encaixados no anel, não entortam e não empenam. Já o nosso dosador Titanium, que utiliza exclusivamente os discos Apollo, possui o sistema de organizadores que garantem o fluxo ideal, sem danos mecânicos às sementes, tornando a distribuição ainda mais precisa”, destaca.

Atualmente, a J.Assy é a única empresa que conta com 20 medidas de discos diferentes, que se encaixam em todas as sementes comercializadas no mercado. São diversas opções, devido a quantidade de peneiras que as sementeiras disponibilizam. “Temos discos de furação redonda e furação oblonga, para atender todos os tipos de sementes. Até hoje, nós não encontramos um tipo que não encaixasse nos discos. Esse é um dos diferenciais da nossa empresa”, conta Wellington.

Escolhendo corretamente os discos e anéis

Uma dica fundamental para escolher os discos e anéis, é ter em mãos a semente que deseja plantar. É importante levar uma amostra até a revenda e realizar o teste. O primeiro passo é preencher as furações do disco com semente e ao levanta-lo, se todas elas caíram, provavelmente o tamanho estará bom. Contudo, também observe se duas sementes não ocuparam o mesmo furo.

Associados aos discos, os anéis também são importantes para o sucesso do plantio, pois são fundamentais para definir a altura da semente.  “Se a semente estiver sobrepondo o disco, passando das furações, o organizador que retira o excesso da semente do dosador, no sistema mecânico convencional quebra essa semente, ou a retira da furação”, salienta Casati.

O produtor também deve olhar a altura da semente e ajustar de acordo com cada anel. “Para isso, também existem 5 medidas de anéis, que podem ser utilizados em dosadores mecânicos convencionais e no dosador Titanium. O liso de 1mm de profundidade, o de 1,6 mm, 2,mm e o de 2,5 mm”, finaliza o profissional da J.Assy.

 

Fonte: Assessoria J.Assy

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Normas para sistemas de irrigação e drenagem contribuem para uso sustentável da água

Por Nadila Sousa 05/02/2020
Escrito por Nadila Sousa

Por Luciana Fleury

Dados da ANA (Agência Nacional de Águas) apresentados no “Atlas Irrigação” indicam que o Brasil está entre os 10 países com maior área equipada para irrigação do planeta, totalizando 6,95 milhões de hectares. Estudo da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) divulgado em 2018 apontava a existência de 4,5 milhões de hectares de área prioritária pronta para receber a agricultura irrigada, considerando um horizonte até 2024. Para ser sustentável, no entanto, este impressionante salto de 65% precisa ser dado com o uso de sistemas bem projetados e instalados, dotados de componentes de qualidade para que a irrigação aconteça com precisão, economia e sem agredir o meio ambiente. É para contribuir com esse cenário que a CE-203:018 (Comissão de Estudo de Sistemas de Irrigação e Drenagem do ABNT/CB-203 – Comitê Brasileiro de Tratores, Máquinas Agrícolas e Florestais da Associação Brasileira de Normas Técnica) trabalha, realizando a tradução de normas que tratam de diversos aspectos relacionados aos sistemas de irrigação e drenagem. O Brasil já adotou 17 dos 40 textos internacionais existentes e a meta para 2020 é que mais oito estejam em vigor até o final do ano.

“As normas estabelecem requisitos mínimos que devem ser considerados durante o projeto e na fabricação dos componentes, para garantir que eles tenham a durabilidade, resistência e desempenho desejados”, explica Antonio Pires de Camargo, coordenador da CE-203:018 e professor na Faculdade de Engenharia Agrícola da UNICAMP. “Há, também, textos sobre os métodos para a realização dos ensaios que verificam o cumprimento desses requisitos mínimos”, complementa.

Como exemplo, Camargo cita a ABNT NBR ISO 9261:2006: Equipamentos de irrigação agrícola – Emissores e tubos emissores – Especificação e métodos de ensaio. Entre diversos aspectos, o texto estabelece um coeficiente de variação para os gotejadores. “O fabricante pode prever um gotejador com vazão nominal de 2 litros por hora quando submetido a uma pressão de 1 bar; no entanto, é natural que haja imperfeições no sistema de fabricação e nem todas as peças funcionem desta forma, algo aceitável dentro de um determinado limite, mas que pode gerar problemas caso a variação seja muito grande. Assim, a norma determina que esta variação entre os gotejadores do sistema não pode ser superior a 7% e descreve como o teste comprovatório deve ser realizado”, afirma.

Vale ressaltar que, quando se trata de textos normativos, a denominação “requisitos mínimos” é utilizada para garantir a qualidade básica necessária, mas dando a liberdade para o fabricante oferecer algo ainda mais robusto, resistente ou com melhor performance. Outra consideração importante é que todo o atual arcabouço normativo para sistemas de irrigação abrange os métodos pressurizados, ou seja, subterrâneo, por aspersão ou localizado; não incluindo o por superfície (mais antigo e ainda muito utilizado no Brasil, especialmente no cultivo do arroz irrigado).

Novas normas em discussão

Apesar de já contar com um conjunto de 40 normas, o comitê internacional da ISO que trata de sistemas de irrigação e do qual o Brasil faz parte, atua para ampliar os assuntos abrangidos, além de realizar revisões periódicas dos textos em vigor, para garantir sua permanente atualização. No momento, nada menos do que dez documentos estão em análise, sendo nove construídos totalmente do “zero”. Um deles, por exemplo, visa especificar os requisitos de montagem do cabeçal de controle. Bastante inovadora, uma outra norma trata de assuntos relacionados ao monitoramento e controle remoto da irrigação, algo complexo e que envolve outras questões para além do sistema em si, como o protocolo de comunicação de dados entre equipamentos. Apesar de a maioria das novidades estarem mais ligadas aos fabricantes, um dos novos materiais pode interessar diretamente o produtor. “Um dos textos em discussão trata da implementação de sistemas de irrigação pressurizados e vai trazer recomendações bastante práticas dos requisitos de cada tipo, configurando-se como um verdadeiro guia de instalação”, revela Camargo.

Para ele, no entanto, ainda falta a inclusão, entre os novos assuntos, de um texto normativo voltado para a avaliação de desempenho de sistemas instalados em campo. “Seria muito interessante, porque um técnico poderia ir a uma propriedade, e, tendo por base a norma, analisar todo o projeto instalado, identificando aspectos críticos, levantando informações operacionais e de desempenho, avaliando o sistema de filtragem; se as eventuais rotinas de tratamento de água e manutenção do sistema são suficientes para evitar desgaste precoce dos componentes, e, também, verificando as condições operacionais do sistema de bombeamento”, destaca.

Camargo afirma que este tema não está contemplado nas atuais discussões e que poderia ser discutido pela comissão brasileira e levado para a ISO visando sua adoção internacional.

Selo de qualidade

Além de apontar a necessidade de uma norma para sistemas instalados, Camargo defende a criação, no Brasil, de um processo de certificação para componentes de sistema de irrigação. “Sem isso, os fabricantes não são obrigados a submeter os produtos a ensaios normatizados; algo negativo para o consumidor, que fica sujeito a encontrar produtos com diferentes níveis de qualidade e sem condições de avaliar esta qualidade”, diz.

Opinião diferente tem Renato Silva, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos). Segundo ele, o País já conta com produtos de qualidade e com mecanismos que contribuem para isso. “Os fabricantes são muito adeptos do que há de melhor nas tecnologias disponíveis e trata-se de um mercado protegido em função das linhas de beneficiamento do BNDES, ou seja, todas as fabricantes atuantes têm de ter presença local e não há importação direta, como ocorre com outros equipamentos e pode promover a entrada de produtos de qualidade duvidosa”, explica. Silva destaca, ainda, que o Brasil conta com normas de licenciamento ambiental muito avançadas, o que impacta em uma outorga criteriosa e demandante de controles bem exigentes com relação à água utilizada no processo de irrigação. Para ele, seria mais eficaz estabelecer uma certificação para o produtor. “Isso faria com que todo o produtor adotasse práticas modernas de uso racional da água, como a telemetria para ligar o pivô na hora certa, por exemplo”, comenta. Segundo ele, a criação de um selo aliado à redução da burocracia com relação à outorga e licenciamento ambiental poderia facilitar o crescimento da agricultura irrigada e, consequentemente, o aumento da produtividade, evitando novas aberturas de áreas, ou seja, sem desmatamento.

O produtor Fabiano B. Nardoto, no entanto, é a favor de uma certificação com foco nos produtos disponibilizados no mercado. Proprietário da Fazenda Esperimos, localizada em Cocalzinho de Goiás (GO), há três anos utiliza o sistema de gotejamento subterrâneo em uma área de 25 hectares dedicada para a rotação das culturas de feijão, milho e soja. Adquiriu o sistema de irrigação após muita pesquisa e por conhecer a marca, e destaca como grande vantagem o fato de poder realizar a fertilização e a irrigação com o mesmo equipamento. O aumento de produtividade foi significativo. “O de soja passou de 80 sacas por hectare no sequeiro para 100 no irrigado; e no milho, a gente tirava 180 sacas por hectare no sequeiro, no irrigado são 300”, contabiliza. “Eu não sabia que havia normas técnicas para os sistemas de irrigação, mas acho importante que tenha. E se tivesse um selo indicando que aquele produto passou por testes seria muito bom, porque teria uma garantia a mais do desempenho e durabilidade do sistema”, afirma. Ele é taxativo ao dizer que esta informação influenciaria de forma decisiva na tomada de decisão pela compra. Mesmo que representasse maior custo na aquisição.

Presença brasileira

O Brasil é um dos 10 países participantes com direito a voto do ISO/TC23/SC18 – Irrigation and drainage equipment and systems, grupo dedicado a discussões sobre normas técnicas internacionais sobre sistemas de irrigação e drenagem. Outros 22 países participam, porém, apenas como observadores.

Em um esforço do ABNT/CB-203, para alavancar a participação do Brasil nessas discussões, foi viabilizado o envio de um representante para participar presencialmente de uma reunião plenária do ISO/TC23/SC18 realizada na China. “Todos os especialistas presentes eram pessoas com muita experiência e nível técnico muito elevado. Foi uma participação bastante diversa, com representantes de fabricantes de componentes, de laboratórios de ensaios, além de professores universitários e pesquisadores”, comenta Antonio Pires de Camargo, Coordenador da CE-203:018 (Comissão de Estudo de Sistemas de Irrigação e Drenagem do CB 203 – Comitê Brasileiro de Tratores, Máquinas Agrícolas e Florestais da ABNT), que representou o Brasil. “A ida à China foi muito relevante para participarmos de forma ativa, indo além da criação de versões de documentos em português para a adoção pela ABNT, e passando a atuar também na revisão desses documentos e no desenvolvimento de normas em elaboração, o que permite a inclusão de demandas nacionais”, diz Camargo.

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