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Notícias

Valtra traz plantadora dobrável na Coopavel

Por Nadila Sousa 30/01/2020
Escrito por Nadila Sousa

A Valtra, referência global na fabricação de máquinas agrícolas, trará pela primeira vez ao Show Rural Coopavel, a plantadora dobrável Momentum, uma das máquinas mais admiradas pelos agricultores na atualidade. O evento será realizado em Cascavel (PR), entre os dias 3 e 7 de fevereiro. A marca também traz ao evento a inédita série de tratores A2R e a mais nova solução para a distribuição de defensivos e fertilizantes, o BS3350H Dry.

“Lançamos a Momentum na metade de 2019 e a máquina rodou o Brasil, encantando os agricultores presentes nas principais feiras do ano. Temos certeza que a receptividade do produtor rural da região de Cascavel será semelhante. A máquina é resultado de um projeto que muito nos orgulha, 100% brasileiro. A Coopavel 2020 vai dar o tom positivo para todo o calendário agrícola deste ano”, diz o gerente de vendas da Valtra, Júnior Rodrigues.

A Momentum fica com apenas 3,6 metros de largura quando fechada, o que facilita o transporte em estradas e faz dela a plantadora de melhor mobilidade do mercado. A Momentum possui tecnologia 100% Precision Planting®, que se integra com o sistema de telemetria dos equipamentos Valtra e está disponível nas versões de 24, 30 e 40 linhas no espaçamento de 45cm. O índice de singulação (percentual de sementes falhas e duplas) da nova plantadora chega a 99,6% no milho, mesmo em velocidades superiores a 10 km/h de plantio.

Saiba mais sobre os outros destaques

Tratores Série A2R – Outra série de máquinas inéditas da Valtra na Coopavel é a evolução da Série A Geração 2 de tratores, famosa por sua robustez e versatilidade: a Série A2R, agora com motor eletrônico AGCO Power de 3 cilindros, homologado pela lei de controle de emissões MAR-1. Os modelos da série A2R são 4×4, plataformados, têm baixo custo de manutenção e aceitam todos os tipos de implementos agrícolas, como grades aradoras, pequenas plantadeiras, perfuradores, enxadas rotativas, distribuidores e pulverizadores. A série A2R da Valtra é composta por quatro modelos: o A800R (80 cv), A850R (89 cv), A950R (99 cv) e o A990R (105 cv).

BS3350H Dry – O distribuidor de sólidos Valtra BS3350H Dry possui caixa de distribuição de 5 m³, feita 100% de aço inox, o que garante a durabilidade do equipamento. Equipada com motor AGCO Power de 200 cv, a máquina tem 40 metros de largura de trabalho, oferecendo mais produtividade até 50% de economia de combustível, em relação a outras marcas. O BSH3350H Dry tem o melhor desempenho nas mais variadas condições de terrenos, topografias e de uso.

Farm Solutions – Para garantir as soluções mais adequadas à realidade do produtor, a Valtra conta com parcerias estratégicas com as empresas InCeres, Tecgraf e Solinftec. Juntas, elas oferecem serviços como o planejamento preciso do tráfego de máquinas na lavoura, geração de recomendações agronômicas e de conectividade no campo, são as principais soluções que a iniciativa oferece, melhorando o desempenho das operações como um todo. As ofertas do Farm Solutions aumentam ainda mais o desempenho das tecnologias da AGCO, como o piloto-automático Auto-Guide™ 3000, o monitor de produtividade Fieldstar®II e o sistemas de controle de aplicação de sementes e fertilizantes à taxa variável.

Fonte: Assessoria de Imprensa Valtra

30/01/2020 0 Comentários
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Notícias

Setor cobra definição do governo sobre o Moderfrota

Por Daniel Santos 23/01/2020
Escrito por Daniel Santos

A cinco meses do fim do Plano Safra 2019/20, o setor de máquinas e equipamentos agrícolas está apreensivo com a indefinição do Moderfrota – principal linha de financiamento do segmento com juros subsidiados – para o ciclo 2020/21, que começa em julho. Para a atual temporada 2019/20, que vai até 30 de junho, os recursos da linha devem se esgotar em meados de fevereiro, segundo cálculos da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O déficit, conforme a entidade, pode chegar a R$ 2 bilhões ao fim da safra. “Esperamos que esse cenário não se repita no próximo ciclo, diz o vice-presidente da Anfavea, Alfredo Miguel Neto. “Os sinais do agronegócio estão muito favoráveis e sustentam crescimento.” Ele explica que a incógnita se refere à política agrícola do governo para a temporada 2020/21. “Não se sabe como será”, diz.

Representantes de empresas e entidades do segmento, consultadas pelo Broadcast Agro, se dizem cautelosos e apreensivos. “O governo tem dito que vai mudar a política, porém não sabemos exatamente o que será feito. A nossa expectativa é que seja uma transição gradual para minimizar os eventuais prejuízos nas vendas”, disse o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Pedro Estevão Bastos. Miguel Neto, da Anfavea, diz que as dúvidas do produtor “são muitas”: “quais serão as condições do Plano Safra? O que será alterado? Todos os portes de agricultor serão atendidos? Haverá recurso adicional? Que taxas serão aplicadas?”

A ausência de detalhes, segundo as próprias empresas, pode afastar os produtores de investimento em tecnologia para as lavouras. Em um setor de margens apertadas e reduzidas, o planejamento quanto à disponibilidade de capital torna-se crucial para aproveitar as oportunidades. “Se o agricultor não souber como será a oferta de crédito, ele vai protelar as vendas para a próxima temporada. Essa insegurança é muito ruim para a indústria”, considera o gerente de Marketing Comercial da Case IH, Eduardo Penha, justificando a importância da divulgação do Plano Safra com antecedência ao fim da safra vigente.

Outro ponto sensível para o setor é o nível dos juros controlados. No Plano Safra 2019/20, o governo elevou a taxa para 8,5% a 10,5% por ano, o que não agradou as montadoras. “Não basta oferecer crédito, tem de ofertar com juros atrativos, com taxas viáveis e com base no atual patamar da taxa Selic”, reforça Miguel Neto, que também é diretor de Assuntos Corporativos da John Deere na América Latina.

Embora ofereçam alternativas de financiamento para os seus produtos, com parcerias para empréstimos com bancos privados ou consórcios próprios, as montadoras consideram que a postura pública tende a influenciar no apetite do produtor rural para a renovação ou a ampliação da frota. Além disso, essas modalidades do setor privado, conforme Anfavea e ABIMAQ, ainda são restritas a agricultores com alta capitalização, deixando os pequenos e médios de fora e dependentes do recurso subsidiado. “Trata-se de um setor que ainda depende de recursos subsidiados para financiar a produção, por isso, a política de crédito pesa muito sobre o desempenho e sobre a decisão de investimento do produtor”, pondera Estevão Bastos.

Otimismo cauteloso
A apreensão do setor se deve aos resultados do ano passado. Em 2019, a comercialização interna de máquinas agrícolas e rodoviárias caiu 8,4% em comparação com o ano anterior para 43.735 unidades, conforme dados divulgados pela Anfavea. A projeção para o ano era de alta de 10% a 11%. O desempenho negativo é atribuído pelos representantes da indústria ao atraso na divulgação da política pública de financiamento agropecuário.

Para reverter o cenário observado no último ano, o setor aposta na perspectiva de produção abundante de commodities agrícolas associada à estabilidade da taxa Selic. “Estruturalmente, os ingredientes do setor sinalizam aumento da receita do produtor. O único ´senão´ é a indefinição atual quanto à política agrícola a ser adotada”, avalia Estevão Bastos, que também é diretor de Relações Institucionais da Jacto.

Apesar dos fatores positivos para a cadeia, a previsibilidade quanto aos recursos que serão disponibilizados pelo governo federal será determinante para a recuperação nas vendas. “Se a política para o ano safra 2020/21 for a mesma do anterior, o desempenho do setor deve se repetir, contudo se a durabilidade do crédito corresponder ao ano safra, o crescimento é quase certo”, argumenta o vice-presidente da Anfavea. Tanto a Anfavea quanto a ABIMAQ esperam alta de 3% no mercado doméstico em 2020.

Quanto às líderes de mercado, as projeções variam entre estabilidade e alta. A norte-americana AGCO prevê crescer acima de 5% e estima o mesmo para o setor nacional. “O produtor percebe a necessidade de investimento em novas tecnologias, embora as adversidades de crédito persistam”, projeta o vice-presidente de vendas da AGCO para América do Sul, Rodrigo Junqueira. Mais cautelosa, a Case IH, subsidiária da CNH Industrial, espera que o segmento registre de estabilidade a leve alta. Gerente de Marketing Comercial da marca, Eduardo Penha, considera que o desempenho da indústria deve ficar entre o observado em 2019 e 2018 e que a empresa deve acompanhar o crescimento geral de máquinas e equipamentos.

A John Deere não divulga previsão de faturamento individualmente por país, mas espera que as vendas de tratores e colheitadeiras na América Latina fiquem abaixo do registrado no ano fiscal de 2019, encerrado em 3 de novembro. O Brasil é a segunda maior frente da companhia, atrás apenas dos Estados Unidos. Mesmo com o cenário incerto, Miguel Neto garante que a empresa vai continuar investindo na atuação nacional por meio de aquisição de empresas, ampliação de fábricas e aporte de novos maquinários. Com sete fábricas no país, a JD investe até US$ 150 milhões no País ao ano. “É a nossa forma de dizer que, apesar das incertezas, confiamos neste mercado”, diz.

Fonte: Portal Agrolink

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Notícias

Projeto para melhorar sistemas de produção no cerrado piauiense

Por Daniel Santos 23/01/2020
Escrito por Daniel Santos

A ciência quer contribuir para mudar o perfil dos sistemas de produção de grãos adotados hoje no cerrado do Piauí. O projeto da Embrapa Meio-Norte, aprovado este mês pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), com orçamento de R$ 100 mil e duração de três anos, vai contribuir, principalmente, com indicações de potenciais plantas de cobertura na entressafra.

Liderado pelo pesquisador Henrique Antunes, que é doutor em fertilidade do solo e nutrição de plantas, o estudo vai avaliar os efeitos da adoção de sistemas integrados de produção, as características físicas, químicas e biológicas do solo, além da emissão de gases de efeito estufa,  estado nutricional e produtividade grãos e forrageiras.

É meta do projeto, segundo Antunes, obter a emissão de óxido nitroso de cinco componentes de sistema silviagrícola em uma safra e indicar pelo menos uma planta de cobertura do solo que “venha melhorar as características do solo”.  O estudo foca também na indicação de um método de adubação de culturas, bem como na obtenção de um balanço de nutrientes de duas safras de culturas de grãos, “considerando o manejo de adubação sistêmica”.

As pesquisas serão conduzidas nos municípios de Bom Jesus, Uruçuí e Teresina. Oito pesquisadores tarimbados da Embrapa vão trabalhar no projeto. Apoiarão as atividades dois bolsistas, dois pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI), um da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e um do Instituto Federal de Educação (IFPI).

Extenso e produtivo
Estudos indicam que os solos do cerrado do Piauí têm baixa fertilidade, “com grande parte das áreas apresentando textura arenosa”. Segundo os mesmos estudos, a agricultura em solos arenosos traz alguns problemas, como “menor capacidade de armazenamento de água e disponibilidade de nutrientes”, além de ser vulneráveis a processos erosivos.

Segundo maior bioma do Brasil, o Cerrado é encontrado nos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal, cobrindo uma área de 2 milhões de quilômetros quadrados, o que corresponde a 204 milhões de hectares. É quase um quarto de toda a extensão territorial do país, abrigando 11.627 espécies de plantas nativas e já catalogadas.

No Piauí, uma pesquisa da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais  (Cepro) revela que a área de cerrado no Estado é de 11,5 milhões de hectares, em 28 municípios nas regiões Norte e Sul. Há pelo menos 20 anos, com a chegada de agricultores do Rio Grande do Sul e do Paraná, o Cerado piauiense vem se destacando como o grande produtor de grãos no Estado, com destaque para soja e milho, que têm produção e produtividades crescentes ano após ano. Nos últimos dois anos, a produção de soja alcançou, em média, 2,5 milhões de toneladas. A de milho foi em média de 1, 80 milhão de toneladas.

Fonte: Embrapa Meio-Norte

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China autoriza importação de melão do Brasil

Por Daniel Santos 23/01/2020
Escrito por Daniel Santos

A Administração Geral de Aduana da China (GACC, órgão responsável pela sanidade vegetal e animal) publicou comunicado, em sua página oficial, nesta quinta-feira (22) que autoriza a importação de melão do Brasil. Em novembro, o Brasil fechou acordo com a China para viabilizar a exportação de melão. O acordo é simbólico por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático.

O governo brasileiro ainda não foi notificado oficialmente, mas a medida entrou em vigor hoje.

A China ainda irá publicar a lista de fazendas e estruturas de embalo para exportação (packing houses) certificadas para a venda ao mercado do país.

Técnicos da GACC inspecionaram fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará, entre os dias 12 e 17 de janeiro de 2020. Os estados são os maiores produtores da fruta.

O objetivo da visita foi verificar as plantações nas áreas livres da mosca-da-fruta nos estados. Os técnicos foram acompanhados de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) e do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte.

A China é o maior mercado consumidor de melões no mundo – consome cerca de metade da produção mundial, o equivalente a 17 milhões de toneladas em 2017. Se o Brasil conquistar 1% do mercado chinês, o volume de exportações da fruta deverá dobrar.

Em 2018, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de melão para diversos países, como Estados Unidos, Chile, Argentina, Uruguai, Rússia e União Europeia. A safra brasileira coincide com a entressafra na China.

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Monitoramento de máquinas será destaque em feira no RS

Por Daniel Santos 23/01/2020
Escrito por Daniel Santos

No início de março, a cidade de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, receberá a 20ª Expodireto Cotrijal. A feira internacional reúne os principais segmentos do agronegócio, e um público superior a 260 mil visitantes deve passar pelos mais de 530 estandes do evento durante quatro dias. Dentre os expositores desta edição estará a divisão de Agricultura da Hexagon, em parceria com a Pulverjet.

“Participar de grandes eventos, como a Expodireto, é um meio para debatermos o futuro da agricultura. A Hexagon está em sintonia com esse futuro, oferecendo ao mercado o que há de mais moderno em tecnologia. Nossas soluções conectam o campo, os equipamentos e as pessoas, possibilitando uma verdadeira mudança de paradigma no setor”, explica Bernardo de Castro, presidente da vertical agrícola da Hexagon. Com sede e fábrica em Florianópolis (SC), é na capital catarinense que são desenvolvidos e produzidos os equipamentos para todo o mundo.

Um desses desenvolvimentos, que será o grande destaque apresentado na Expodireto, é o HxGN AgrOn Monitoramento de Máquinas, sistema de gerenciamento de informações dos maquinários e das frotas, tanto em operações agrícolas quanto florestais. O produto registra a posição da máquina e a atividade que está sendo realizada, fornecendo relatórios detalhados sobre indicadores de rendimento e comportamento do maquinário, como produtividade, área trabalhada, distância percorrida e velocidade.

O AgrOn Monitoramento de Máquinas tem possibilidade de trabalhar em conjunto com o AgrOn Sala de Controle. O sistema se conecta, na outra ponta, com a tecnologia embarcada que faz, de forma simultânea, o monitoramento e o controle das máquinas no campo. “A solução fecha um ciclo que integra quatro etapas importantes da atividade agrícola: o planejamento dos processos, o desenvolvimento das operações, a execução e atuação para corrigir rotas. Esse tempo ganho garante o que toda empresa busca nos dias de hoje: mais competitividade e rentabilidade”, revela Castro.

Outro produto que será exibido na feira será o AgrOn Piloto Automático, cuja função é auxiliar a navegação dos tratores, máquinas e implementos agrícolas e florestais. Ele também garante o alinhamento das rotas com uma precisão de até dois centímetros, podendo ser planejadas diretamente do escritório. Dessa forma, é possível maximizar os recursos de campo, diminuir significativamente a compactação do solo e aumentar os tempos produtivos.

Parceria – Durante a Expodireto, a Hexagon vai dividir espaço com uma de suas parceiras, a Pulverjet. Há mais de 25 anos com a fabricação de auto propelidos, a fabricante é adepta às soluções da plataforma HxGN AgrOn em seus maquinários. O executivo Marcelo Variza, diretor da Pulverjet, conta que a empresa procurou a Hexagon após verificar uma deficiência nos controladores por GPS de seus implementos. O problema gerava gasto elevado de atendimento pós-venda e visitas técnicas em campo. Foi, então, que a empresa decidiu buscar tecnologias no mercado nacional que estivessem prontas para serem instaladas em suas máquinas. “Além de um produto de qualidade, o desafio estava em encontrar a tecnologia necessária para que os pulverizadores da fabricante ganhassem valorização de mercado”, explica Variza. O resultado foi uma redução de 95% nos custos com atendimentos técnicos de pós-venda no campo após investir em tecnologias embarcadas em tratores e implementos agrícolas.

 

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Notícias

Komatsu se une à Divisão de Agricultura da Hexagon

Por Daniel Santos 23/01/2020
Escrito por Daniel Santos

A Divisão de Agricultura da Hexagon, com sede e fábrica em Florianópolis (SC), anunciou  parceria inédita com a empresa Komatsu para o setor florestal. A japonesa atua no Brasil em Suzano (SP) desde 1975 e atua nos segmentos rodoviários, ferroviários e aeroportuários, hidroelétricos, petroquímicos e florestais.

O Gerente Geral Florestal da Hexagon, Ronaldo Soares, conta que o elo firmado irá trazer muitos benefícios para área florestal. “A Komatsu é referência na fabricação de maquinários. Estamos muito satisfeitos com essa aliança, pois sabemos que vamos fazer (e já estamos fazendo) grandes realizações para o setor, otimizando o tempo de plantio, por exemplo”, comemora.

As negociações entre as empresas iniciaram em 2015. Desde então, a parceria se firmou e já começou a render frutos, como a plantadeira mecanizada. A D61 Planter Komatsu é um equipamento que abre a nova fase do setor por passar o plantio de manual para mecanizado. “Com a tecnologia Hexagon, o gerenciamento das plantas fica totalmente automatizado, onde ocorre a canalização da muda, abertura da cova, alimentação da muda, fechamento da cova, compactação do solo e irrigação. Dessa forma, atingimos a velocidade de três plantas a cada 12 segundos, chegando a plantar mais de 900 mudas por hora”, explica Sandro Soares, gerente de Engenharia da Komatsu Forest.

Outro equipamento Komatsu com tecnologia embarcada da plataforma HxGN AgrOn é trator de esteira, que prepara o solo para a plantadeira. “A preparação do solo é crucial para o desempenho da plantadeira. Para isso, usamos o AgrOn Piloto Automático, que nos permite planejar a rota e maximizar o solo”.

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Notícias

Hexagon leva destaques tecnológicos para feira agrícola na Espanha

Por Daniel Santos 23/01/2020
Escrito por Daniel Santos

Dentre os dias 25 e 29 de fevereiro, a divisão de Agricultura da Hexagon, com sede e fábrica em Florianópolis (SC), vai até a Espanha apresentar destaques da tecnologia agrícola. A 41ª edição da Feira Internacional de Maquinários Agrícolas (FIMA) acontece em Zaragoza e contará com mais de 1.500 expositores de todo o mundo. A feira é uma das referências na Europa e foca nos pilares de inovação e tecnologia.

“Sempre ficamos animados em participar da FIMA, pois é uma oportunidade para compartilharmos nosso objetivo de acelerar a inovação no setor agrícola ”, diz Bernardo de Castro, Presidente da divisão de Agricultura da Hexagon. “Para nós, essa troca de experiências é uma forma de agregarmos valor a esse novo momento da agricultura”, afirma.

A divisão de Agricultura da Hexagon oferece tecnologias que convertem dados em informações inteligentes, permitindo planejamento e execução eficientes, controles precisos de máquinas e fluxos de trabalho que otimizam as operações agrícolas. Uma forma de executar essas transformações foi montar a plataforma HxGN AgrOn, categorizada em: AgrOn Cultivation, AgrOn Harvesting e AgrOn OEM. No total, são mais de 35 produtos desenvolvidos para as operações de cultivo, colheita e transporte, para consumidor final, empresas agrícolas e fabricantes. .
O AgrOn Piloto Automático será um dos destaques na feira. Com a função de auxiliar a navegação dos tratores, o produto garante bom alinhamento, reduzindo a sobrepassagem, otimizando a produção e aproveitando melhor a área de plantio. Como resultado, há mais desempenho e maior produtividade e lucratividade. Hoje, a Hexagon é a fornecedora de grandes empresas agrícolas, especialmente dos setores de grãos, sucroenergético e florestal. Entre elas, a São Martinho, uma das maiores usinas de cana-de-açúcar do mundo.

Outro foco da Hexagon na feira será o AgrOn Controle de Pulverização, que realiza o controle automático das seções de pulverização, minimizando sobreposição na aplicação de insumos e evitando o excesso e as falhas na aplicação das áreas. Essa automação é capaz de garantir, segundo levantamento com produtores rurais, a diminuição em até 25% do uso de agrotóxicos no campo. Além do benefício às produções, essas tecnologias embarcadas trazem melhorias aos fabricantes, aumentando a valoração dos maquinários e permitindo que até pequenos fabricantes se adequem à agricultura digitalizada.

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Manutenção

Conheça as evoluções do trator nos últimos anos

Por Daniel Santos 22/01/2020
Escrito por Daniel Santos

Por Tiago Rodrigo Francetto E Alfran Tellechea Martini

No universo da mecanização agrícola podemos encontrar uma infinidade de máquinas e implementos com características totalmente distintas, tanto do ponto de vista visual, técnico, como também, do uso da tecnologia embarcada, todas com o objetivo de solucionar ou auxiliar o desenvolvimento de tarefas. Dessa forma, é possível elencar alguma como a mais importante? Para alguns autores, dos quais simpatizamos com o conceito, adotando exclusivamente como embasamento a demanda mundial por alimentos, o que proporciona uma grande produção e geração de renda, a semeadora tem recebido esse crédito.

Mas se analisássemos outra pergunta: Qual é a mais “famosa”? Certamente a resposta seria diferente e, muito provavelmente, o trator agrícola seria o retorno que o entrevistador escutaria. É de se subentender, já que poucas são as máquinas autopropelidas e, portanto, grande parte dos sistemas mecanizados dependem do fornecimento extrínseco de energia para que estas possam executar trabalho.

Esse fornecimento energético, durante um período de tempo significativo, é oriundo do uso de animais domesticados, o que ainda é empregado na atualidade em diversas regiões do planeta, e, posteriormente, passou a ser gradativamente substituído pela introdução da máquina a vapor, em meados do século 19.

Depois, o emprego destas na agricultura começou a ser reduzida e substituída, tendo em vista a crescente necessidade energética nos processos mecanizados, a disponibilidade facilitada do uso de outros combustíveis e o desenvolvimento do trator agrícola como conhecemos hoje.

Essa evolução tecnológica é baseada em três fatores. Primeiro, foi a introdução do motor diesel como fonte de energia, por Cassani, na Europa e pela Caterpillar, nos EUA. Na sequência, uso de pneus de borracha, em substituição às rodas metálicas, iniciando nos anos 30 e se generalizando no final da Segunda Guerra Mundial. E, por último, em uma escala de tempo e não de importância, a introdução do sistema de controle de carga para engate tripontual da Ferguson revolucionou o conceito construtivo de trator e permitiu redução da massa sem perder tração.

Por consequência, exercer esforços de tração sobre máquinas e implementos na execução de trabalhos agrícolas, tornou-se um processo muito mais simples, com redução do consumo e de perdas de energia. Como resultado, o projeto atual do trator tornou-os de aparência similar entre os diferentes fabricantes, consequência da otimização do projeto na execução dessa tarefa prioritária. Todavia, um elevado conjunto de fatos tem ocorrido sobre essa máquina nos últimos anos, tornando o processo evolutivo cada vez mais interessante sobre a perspectiva da eficiência, da segurança e da inovação.

Evolução da transmissão
O sistema de transmissão é o mais importante de um trator, já que deve proporcionar uma notável redução da rotação  e disponibilizar um elevado torque, o que evidencia a necessidade de um conjunto de elementos robustos. 

Por harmonizar cada vez mais variações no quociente entre a rotação do virabrequim e a dos eixos motrizes, o que possibilita o número cada vez maior de marchas, o sistema tornou-se complexo. Ademais, deve possibilitar a troca entre as distintas relações de transmissão, ou unicamente como um elemento de segurança, e permitir a disponibilidade de acionamentos da tomada de potência e outros engates.

Com relação à caixa de câmbio, a diversidade de pacotes tecnológicos disponíveis torna a seleção do equipamento adequado cada vez mais complexa. Sistemas mecânicos, deslizantes ou sincronizados estão sendo substituídos por princípios que integram soluções mecânicas e hidráulicas.

 Atualmente, essa é uma tendência que está ocorrendo em tratores que disponibilizam potência motora mais significativa, mas deve seguir para equipamentos menores tão logo as necessidades dos usuários demandarem-na. Ademais, sistemas hidrodinâmicos e hidroestáticos têm se destacado em nichos de mercado específicos.

Emprego da energia hidráulica
Não é de hoje que a energia oriunda da movimentação de um fluído hidráulico é utilizada em tratores agrícolas. Vale destacar que um dos marcos da evolução dos mesmos é o sistema de engate de três pontos, que é acionado por um sistema hidráulico, o conhecido “sistema hidráulico de três pontos”. O que gostaríamos de destacar é o uso cada vez mais significativo do princípio de transmissão de força e movimento por meio da utilização do fluído hidráulico, tanto na transmissão, como comentado anteriormente, quanto pela disponibilidade de potência em tomadas hidráulicas.

Para a primeira, quando associada a elementos mecânicos, possibilita a disponibilidade de marchas contínuas (transmissão continuamente variável – CVT) com a mesma proporção em ambos os sentidos e utilização de qualquer velocidade que o operador desejar empregar dentro da faixa. Já quando exclusivamente hidráulicas, podem fazer uso da energia cinética do fluido (conversores de torque) ou utilizar a pressão estática do fluido para converter a potência do motor (torque e rotação) em potência hidráulica (pressão e vazão), transmitir até o ponto de interesse, e converter novamente em potência mecânica.

Para a segunda, tendo em vista o aumento da largura de trabalho dos equipamentos agrícolas, o que impede que os mesmos sejam acoplados no sistema de três pontos, impossibilitando a possibilidade de comandar e controlar a posição e tração dos mesmos já que o sistema de engate é de um ponto (ex.: barra de tração), os fabricantes têm oferecido cada vez mais válvulas de controle para serviços externos, chamadas popularmente de controle remoto.

Segurança ocupacional 
A preocupação  com segurança e ergonomia em máquinas agrícolas tem se tornado significativa, tendo origem em necessidades dos agricultores, concorrência entre fabricante e novas normas.

No que tange à utilização das soluções tecnológicas para evitar condições inseguras relativas ao equipamento, sistemas de segurança caracterizados por proteções fixas, móveis e dispositivos interligados, objetivando proporcionar proteção à saúde e a integridade físicas dos operadores, tem sido adotadas desde o inicio do projeto.

Com relação a questões ergonômicas, visando adequar o trabalho às características fisiológicas e psicológicas do ser humano, preocupações relativas com a vibração, ruído, temperatura, elementos suspensos no ar, iluminação e visibilidade, além dos esforços elevados ou repetitivos também têm ganhado atenção dos fabricantes, visando, implementar sistemas que possibilitem minimizar ou eliminar os efeitos provocados por estes aos operadores.

Dupla tração
O uso da potência em tração nos rodados motrizes é influenciado por diversos fatores, mas principalmente por características operacionais e de projetos do equipamento. Outrossim, pela crescente demanda por força de tração, oriundas pelo emprego de máquinas e/ou implementos maiores, o desenvolvimento de tratores com maior desempenho em utilizar a energia fornecida pelo motor em tração. Isso obrigou os fabricantes a empregar em sistemas que disponibilizem parte desta também na dianteira, quando necessário (tratores 4×2 com TDA) ou ininterruptamente (tratores 4×4), possibilitando uma parcela maior da massa do mesmo na geração de tração.

Elementos normatizados
A padronização de alguns acionamentos já é tão trivial no trator que algumas questões passam despercebidas.A tomada de potência (TDP), por exemplo, começou a ser utilizada em 1919, mas ganhou dimensão e posição padronizada apenas em 1944, enquanto que sua rotação somente em 1958. Como resultado, a normatização é essencial nos sistemas mecanizados para que, independentemente da marca e modelo, a fonte motora e o equipamento sejam compatíveis.

Atualmente, grande parte dos sistemas mecânicos já encontram-se padronizados. Contudo, ainda existe a necessidade de uniformização do uso de sistemas de comunicação de dados e informações (trator, implemento e computador), elétricos e hidráulicos.

Redução do consumo de combustível
O consumo de combustível é, inevitavelmente, uma das variáveis de análise no momento de aquisição de qualquer máquina motriz. Contudo, é uma variável influenciada tanto pelo uso quanto pelas características da concepção do equipamento, oriundas de questões projetuais, regulamentadas ou não.

A quantidade de combustível consumida por um motor pode ser expressa de duas formas: em relação ao tempo e ao trabalho mecânico. O primeiro é designado de consumo horário, adquirido pela razão entre o volume de combustível consumido por unidade de tempo (litros por hora, por exemplo), enquanto que o segundo é denominado consumo específico, o qual é adquirido pelo quociente entre o produto da densidade do combustível e o do consumo horário pela potência demandada na barra de tração (gramas de combustível consumido por unidade de potência por hora). Dessa forma, por considerar a massa do combustível e a potência requerida, demonstrando a eficiência térmica do motor em transformar o combustível em trabalho, pode ser utilizado para realizar comparações entre diferentes máquinas.

Nesse cenário, os fabricantes têm buscado soluções que possibilitem a redução do consumo de combustível. Uma delas é propiciar condições para que o motor agrícola possa trabalhar em situações de rotação menor, permitindo que tanto o consumo horário quanto o específico possam ser reduzidos ao gerar a mesma potência de trabalho. Além disso, o emprego de sistemas de alimentação de ar tem feito com que os projetistas diminuam o número de componentes móveis internos, o que, aumenta o rendimento mecânico pela redução do atrito interno e pelo adequado coeficiente de enchimento dos cilindros. Ademais, podemos ainda destacar a qualidade de injeção de combustível, fazendo que este seja adicionado de acordo com a rotação do motor e a carga imposta, na quantidade correta e no tempo adequado.

Eletrônica 

A potência desenvolvida no motor é gerenciada e distribuída por diversos elementos, e entregue a distintos “consumidores” dispostos de múltiplos locais no trator. Assim, torna-se cada vez mais necessário o uso de sistemas que possibilitem implementar processos mais eficientes, com maior controle e precisão.

Desse modo, soluções totalmente elétricas ou híbridas têm surgido, apesar do evidente problema de armazenamento da energia elétrica. Dessa forma, sistemas de soluções híbridas elétricos mecânicos têm sido implementados em substituição aos hidráulicos mecânicos em caixas de câmbio, acionamentos elétricos como por exemplo o acelerador, disponibilidade de eletricidade para implementos, motores híbridos e tratores elétricos.

Considerações finais
Com a crescente evolução e implementação de novas soluções nos tratores agrícolas, reconhecer sua constituição e compreender seu funcionamento tem se tornado uma tarefa dedicada a profissionais qualificados. Estes conhecimentos propiciam a correta recomendação e utilização da máquina agrícola mais “famosa” da agricultura. Aguardaremos para assistir ao que o futuro nos reserva.

22/01/2020 0 Comentários
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Notícias

Solinftec é a primeira agtech brasileira a captar R$ 80 milhões em certificados de recebíveis

Por Daniel Santos 15/01/2020
Escrito por Daniel Santos

A posição de liderança da Solinftec no cenário do agronegócio nacional e global foi reforçada com a operação pioneira de captação de R﹩ 80 milhões em CRA-Certificado de Recebíveis do Agronegócio, estruturada e liderada pelo Itaú BBA e Gaia Securitizadora. A negociação ocorreu ao longo do segundo semestre de 2019 e o valor já foi integralmente recebido pela Solinftec.

A captação, que será direcionada para desenvolvimento de novos projetos, expansão geográfica e em novas culturas agrícolas, permitirá que a empresa mantenha seu acelerado crescimento, tanto no país quanto no exterior, onde já opera em mais de dez países.

“Foi realmente uma operação inédita, que prova a confiança dos investidores em nosso modelo de negócio e qualidade de entrega. Isso reforça nosso compromisso em investir para servir cada vez melhor o produtor rural e o setor agro no Brasil e em todos os demais países em que atuamos”, destaca Rodrigo Iafelice dos Santos, CEO da Solinftec. “Nossas soluções, que entregam valor real, melhoram a eficiência das operações agrícolas e possibilitam uma agricultura mais sustentável, com redução de custos e insumos e maior produtividade”, complementa o CEO.

15/01/2020 0 Comentários
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Notícias

J.Assy leva tecnologia de plantio para Showtec Maracaju

Por Redação 15/01/2020
Escrito por Redação

Abrindo o calendário agropecuário 2020, acontece de 22 a 24 de janeiro, em Maracaju, mais uma edição da Showtec, o maior evento agropecuário de Mato Grosso do Sul. A feira, que apresentará as principais ferramentas para o setor, já conta com mais de 120 expositores confirmados. Uma das empresas participantes será a J.Assy, especialista em soluções tecnológicas para plantio.

Na ocasião, os visitantes poderão conhecer de perto o dosador pneumático Selenium, produto com tecnologia 100% brasileira, adotado pelas principais fabricantes de implementos do país. A ferramenta é muito eficiente na distribuição de sementes, pois possui um kit exclusivo para cada cultura, sem a necessidade de regulagem.

Outro destaque será o sensor sem fio para adubo Visum. O sistema monitora o fluxo do insumo e alerta sobre entupimentos e falhas. Um dos seus diferenciais é a matéria-prima utilizada no produto, que elimina o risco de encrostamento e corrosão.

Totalmente wireless, a visualização das informações registradas pelos sensores Visum Adubo é feita através do monitor, fixado na cabine do trator, com capacidade para 99 linhas.

- J.Assy leva tecnologia de plantio para Showtec Maracaju

“O Selenium e o Visum Adubo são duas soluções com grande potencial para o Mato Grosso do Sul, já tivemos ótimos volumes de vendas nesse início. Como é um Estado onde em grande parte dos casos, o adubo é aplicado no sulco, o Visum Adubo se torna uma tecnologia indispensável para o agricultor que deseja produtividade. Sobre distribuição de sementes, o Selenium veio para mudar de patamar o que até então tínhamos no Brasil. Um produto robusto e com alta simplicidade no manuseio, totalmente sem regulagem e com a melhor eficiência em distribuição no plantio de soja, que é nossa principal cultura”, diz Wellington Casati, coordenador de vendas.

Durante o evento, a empresa contará com estande próprio e os produtos J.Assy também estarão nos espaços das montadoras parceiras. “Em todos os dias, teremos um time dedicado para o evento, nosso representante de vendas da região e o time de pós-venda estarão lá para apresentar as tecnologias, tirar as dúvidas e fazer negócios”, destaca Wellington.

O evento
A Showtec 2020 tem como principal objetivo unir as mais relevantes tecnologias e informações para o agro em um só lugar, de uma forma direta e aplicável a produtores rurais e agentes do agro brasileiro, principalmente da região Centro-Oeste.

A programação técnica do evento, por meio de palestras e debates, aborda temas relevantes e de impacto para a agricultura. Ao longo dos três dias de evento são esperados mais de 16 mil visitantes. “Este será nosso 2º ano consecutivo na feira. Estaremos com estande no pavilhão coberto, local onde se concentram as principais empresas de agricultura de precisão”, cita Danilo Felix, coordenador de marketing.

- J.Assy leva tecnologia de plantio para Showtec Maracaju
Durante a Showtec, de 22 a 24 de janeiro, empresa de tecnologia demonstrará o dosador pneumático Selenium

Para 2020, a organização realizou uma modificação na área e agora haverá apenas um pavilhão coberto. “Essa mudança para um único espaço facilita bastante a visitação para os clientes. Estamos bastante animados para esta edição. Outro ponto importante é a organização, a Fundação MS cuida de tudo para que o visitante possa aproveitar ao máximo o evento, aprimorando seu conhecimento sobre o setor e conhecendo novos produtos”, finaliza Danilo.

15/01/2020 0 Comentários
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