domingo, novembro 8, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
domingo, novembro 8, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Governador João Doria muda ICMS para incentivar agroindústria

Por Redação 10/01/2020
Escrito por Redação

O Governador João Doria anunciou nesta sexta-feira (10) novas regras de lançamento e aproveitamento de créditos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para aquisição de máquinas e equipamentos utilizados pela agroindústria de São Paulo.

A medida beneficia setores importantes, em especial o agronegócio e a indústria alimentícia, como produtores de frutas secas desidratadas, fabricantes de biscoitos e bolachas, massas alimentícias, laticínios e outros, com impacto em toda a economia do estado.

“As medidas que o Governo do Estado anuncia vão proporcionar o crescimento dos setores que industrializam massas, laticínios, derivados de laranja, assim como biscoitos e outros produtos dentro destes segmentos, aumentando a capacidade de produção, a competitividade e a oferta no mercado”, disse Doria.

“A política econômica que o Governo do Estado de São Paulo vem adotando desde janeiro do ano passado é que permitiu que nosso PIB [Produto Interno Bruto] alcançasse 2,6% e uma geração de 291 mil novos empregos”, acrescentou o Governador.

O decreto visa estimular a modernização da indústria de São Paulo em complemento a uma série de ações tomadas desde o início da atual gestão, como os benefícios fiscais para o setor de hortifrutis lavados e higienizados e o também o IncentivAuto, dirigido à indústria automotiva.

O Secretário de Planejamento e Fazenda, Henrique Meirelles, explica a mudança. “Antes o crédito de ICMS do ativo comprado era apropriado aos poucos, ao longo de 48 meses. Agora o crédito é integral e de imediato. A medida permite abater o valor do ICMS a ser pago pela empresa com a venda do seu produto final”, afirmou.

“O industrial compra a máquina, credita todo o valor de crédito de ICMS pago por toda a cadeia produtiva da máquina e também esse valor tributado em toda a produção quando vender o produto final” declarou Meirelles.

Os setores beneficiados, direta ou indiretamente, são responsáveis pelo abastecimento alimentar e contribuem para a geração de emprego e renda nos meios rural e urbano. Para concretizar a medida, Doria assinou o decreto nº 64.687/2019, que já está em vigor.

Na prática, o diferimento permite que empresas adiem o pagamento do ICMS incidente sobre a aquisição de equipamentos e maquinário. O valor devido será considerado como parte do tributo cobrado sobre a comercialização dos produtos finais — mecanismo que contribui para o fluxo de caixa das empresas.

O lançamento do imposto na importação de maquinário sem similar nacional também fica suspenso e ocorrerá somente no momento da entrada do equipamento na empresa importadora. A medida atende a uma antiga reivindicação do setor de laticínios.

“Quando você facilita a aquisição de equipamentos importados, aumenta a competitividade do setor”, declarou o Secretário de Agricultura e Abastecimento Gustavo Junqueira. “Na questão do leite, nós damos um sinal muito importante. 60% de todo o leite do Brasil é processado em São Paulo. Terá impacto direto em produtos lácteos que vão para as gôndolas com mais competitividade e qualidade”, acrescentou.

Caso a opção seja pela compra de equipamentos produzidos em São Paulo, as empresas poderão receber de uma só vez o montante correspondente ao crédito do imposto. Antes, a restituição total do crédito era feita ao longo de 48 meses.

10/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Expodireto Cotrijal: lançamento será dia 4 de fevereiro

Por Redação 10/01/2020
Escrito por Redação

A Cotrijal marcou para 4 de fevereiro o lançamento oficial da Expodireto Cotrijal 2020. A solenidade acontece às 9 horas, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, e vai reunir autoridades, imprensa, patrocinadores e representantes de entidades ligadas ao agronegócio. O lançamento acontece um mês antes da feira, agendada para 2 a 6 de março.

O evento marca oficialmente o início da campanha de divulgação da próxima edição da Expodireto Cotrijal, visando levar a público as novidades da feira e mobilizar, através da mídia, a participação de produtores, pesquisadores, estudantes, profissionais da área técnica e demais setores envolvidos com o agronegócio. “Estamos confiantes de que será uma grande feira, que vai aproximar o produtor das ferramentas e tecnologias que ajudam a enfrentar os desafios para alavancar a produtividade e a rentabilidade”, afirma o presidente da Cotrijal, Nei César Manica.

Com o slogan “A gente vive o Agro”, a campanha de divulgação deste ano reforça a importância da Expodireto Cotrijal na promoção de experiências, conhecimento e bons negócios, ligando os diversos segmentos do Agro. “A feira vem contribuindo de forma contínua com o avanço de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo e queremos aproximar cada vez mais nosso produtor das boas soluções que estão no mercado”, ressalta.

A grande novidade de 2020 é a Arena Agrodigital, espaço dedicado às tecnologias digitais que têm transformado a forma do agricultor trabalhar e buscar resultados. São 1,6 mil metros quadrados reunindo 22 grandes empresas e 15 startups do Agro mundial. Em formato de arena, o local terá também quatro miniauditórios com palestras simultâneas com grandes especialistas no assunto.

A feira
A Expodireto Cotrijal é reconhecida como uma feira que reúne o que tem de mais atual em termos de máquinas e implementos agrícolas, produção vegetal e animal e serviços, facilitando o acesso do produtor. Nos 98 hectares, também abre espaço para a agricultura familiar, discute os principais temas de interesse do Agro, através de fóruns e palestras em dois auditórios, e aproxima empresas estrangeiras e brasileiras, com ampla programação na Área Internacional.

Números 2019
70 países
268 mil visitantes
534 expositores
98 hectares
R$ 2,4 bi em negócios

10/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

John Deere marca presença na maior feira de tecnologia do mundo

Por Redação 08/01/2020
Escrito por Redação

A John Deere, empresa líder mundial na produção e comercialização de máquinas agrícolas e desenvolvedora de soluções para construção, mineração e florestal, participa pela segunda vez da maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Eletronic Show (CES). A companhia, que investe em inovação e tecnologia para que os produtores sejam capazes de trabalhar para alimentar 9 bilhões de pessoas em 2050, trará grandes novidades em agricultura de precisão, que facilita a vida dos produtores. A companhia terá em seu estande o pulverizador R4038, com uma tecnologia avançada de aplicação e uma barra de fibra de carbono com mais de 120 pés. Pela primeira vez, a John Deere realizará três rodadas de bate-papo: será o “Tireside chats” onde representantes e um cliente da Deere serão entrevistados para exemplificar o sucesso na adoção de novas tecnologias agrícolas. Dois dos bate-papos estarão disponíveis na página do LinkedIn da John Deere e o terceiro no Twitter da empresa. 

“Este ano, convidamos um cliente para compartilhar histórias e mostrar como a tecnologia da companhia tem auxiliado sua produção”, conta Laurel Caes, gerente de relações públicas da John Deere. “É uma excelente oportunidade para a indústria de tecnologia visitar nosso estande e aprender mais sobre a produção de alimentos e a importância da tecnologia neste contexto”. 

Uma das principais razões para a John Deere participar da CES 2020 é se aproximar de outras novas tecnologias – atuais e com potencial – que possam aumentar a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade de quem produz. “Estar no CES ajuda a empresa a estar conectada aos maiores avanços tecnológicos, sempre com objetivo de trazer essas soluções aos clientes”, afirma Caes. 

A indústria da tecnologia está notando a presença da John Deere na CES. Em novembro de 2019, a empresa recebeu menção honrosa pelo trator 8RX, na categoria “Tech para um mundo melhor”, na CES Innovation Awards – premiação que reconhece os melhores produtos voltados ao consumo relacionados à tecnologia. “Nosso foco permanece em fornecer soluções inovadoras que auxiliem o consumidor. Ficamos extremamente contentes com esta premiação, vinda de uma organização líder em tecnologia. Ela mostra nosso comprometimento com a agricultura, inovação e tecnologia”, diz John Stone, vice-presidente sênior do grupo de soluções inteligentes (ISG) da John Deere. 

A companhia disponibilizará duas de suas palestras pelo LinkedIn e uma pelo Twitter. Veja a agenda adaptada com o horário de Brasília: 

• 8/1 (quarta-feira) 22h – Lee Reedden, cofundador e cientista chefe da Blue River Technology. Acompanhe pelo LinkedIn. 

• 9/1 (quinta-feira) 17h – Julian Sanchez, diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Agricultura de Precisão da John Deere. Acompanhe pelo LinkedIn. 

• 9/1 (quinta-feira) 22h – Jeremy Jack, proprietário da Silent Shade Planting Company. Acompanhe pelo Twitter . 

08/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Coluna

Alianças profanas impulsionam a agricultura digital

Por Redação 08/01/2020
Escrito por Redação

Por Cintia Leitão de Souza

A palavra profano vem do latim Profanus e é oriundada junção de duas palavras: para o e fanum que significam, literalmente “diante do templo”. Historicamente utilizada como representação de algo que não é sagrado ou fora dos padrões, o termo era visto até então como pejorativo. No cenário atual de velocidade das mudanças exponenciais, o termo ganha nova conotação e notoriedade. Profano ganha então a roupagem de tudo o que gera valor em ecossistemas de negócios, sendo fora dos padrões tradicionais ou de negócios naturalmente complementares.

Grande parte das empresas se sente confortável em trabalhar com organizações e fornecedores tradicionais ou similares à sua indústria ou tipo de negócio. Tem sido assim ao longo da evolução da sociedade. Empresas farmacêuticas trabalham em parceria com empresas biomédicas, empresas automotivas trabalham com montadoras e assim por diante. O ser humano é assim. Costuma buscar conforto no que é conhecido e tradicional. Os iguais tendem a escolher os iguais e as alianças tendem a seguir no padrão do mesmo propósito.

Segundo Peter H. Diamandis, presidente executivo da Singularity University, as empresas devem começar a criar “alianças profanas”. Devem começar a construir alianças com empresas que estejam completamente fora do seu campo de negócio ou ramo de atuação, mas que sejam capazes de enriquecer ecossistemas. As empresas e pessoas precisam de pensamentos não ortodoxos que os forcem a pensar de forma perpendicular à sua estratégia e cadeia de valor existentes. É preciso desconstruir para construir o novo, repensado e diferente. É assim que nascerá a inovação exponencial.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Olin School of Business dos Estados Unidos, 40% das empresas que estão listadas hoje na Fortune500 deixarão de existir até 2025. Para que consigam se reinventar, estas organizações deverão buscar saídas inovadoras. Talvez uma das saídas mais importantes seja incentivar que as pessoas, dentro das próprias organizações, se tornem “unlokers” – o termo em inglês que traduz as pessoas que auxiliam a destravar as ideias inovadoras. São pessoas atentas às mudanças, que implementam negócios digitais de alta performance e que conseguem manter a eficiência dos negócios sem deixar de lado a inovação e disrupção. Em português, são os intraempreendedores ou intrainovadores. Tocam os negócios atuais com o olho no futuro e na disrupção.

Costumo debater com muita frequência sobre a necessidade das mudanças digitais no agronegócio, área onde atuo há mais de 14 anos. Quando falamos ou pensamos em transformação digital no agronegócio brasileiro, não podemos nos furtar à urgente necessidade de evolução de infraestrutura de conectividade e ainda de telecomunicação no país. Temos sérios problemas estruturais a serem superados através de investimentos públicos e privados. Sem o investimento e a resolução destes problemas pouco se fará em relação à transformação digital no agronegócio. São as alianças profanas que viabilizarão que o agronegócio 4.0 aconteça em um curto espaço de tempo. E encurtar o espaço de tempo é necessário em função da rapidez com que as mudanças acontecem.

Inclusão
Imaginemos uma pirâmide onde a infraestrutura é a base e o alicerce para toda e qualquer transformação digital. É através da infraestrutura de cabos, sensores, e satélites que poderemos evoluir para que a conectividade aconteça e se estenda às mais diversas regiões do país. A camada de conectividade da pirâmide não acontece sem a base de infraestrutura esteja instalada e funcionando. Acima da conectividade vem a integração e conexão de dados. De todo e qualquer tipo de dado disponível através dos órgãos públicos ligados à agropecuária e também os dados coletados através de sensores, tablets, smartphones ou máquinas utilizadas nas fazendas. Com os dados conectados, evoluímos para a camada de gestão. Nesta camada é a adoção de sistemas de gestão que fará com que as transformações aconteçam. Os softwares conectam os dados e geram informações em tempo real para que as tomadas de decisões sejam baseadas em análises de performance eficientes. São as decisões baseadas em Analytics. Porém, toda esta organização piramidal de transformação digital do agronegócio ainda não acontecerá se não for trabalhada a inclusão digital. É preciso que as pessoas saibam operar os sistemas e entendam os dados extraídos e organizados por eles.

Esta transformação digital não acontecerá da noite para o dia e sem esforço. Acreditamos e fomentamos as “alianças profanas”. Acreditamos que elas são fator decisivo da mudança digital no agronegócio brasileiro. Precisamos nos unir. Empresas de tecnologia com empresas de telecomunicação, com a indústrias de máquinas, IoT, institutos de pesquisa, de educação, pulverização, com agências públicas e privadas, bancos, ONGS, enfim, tantas e quantas empresas estejam dispostas a fomentar a inovação exponencial e que não queiram ficar inertes linearmente ao passar do tempo. A transformação digital do agronegócio é real, mas a grande mudança ainda está por vir.

Cintia Leitão de Souza é Diretora de Agronegócio da Senior Sistemas *

08/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Coluna

O ano de 2020 promete

Por Redação 08/01/2020
Escrito por Redação

Por João Carlos Marchesan *

Chegamos ao final de 2019 com expectativas muito animadoras para o nosso setor. Vivemos níveis históricos da Taxa Selic, uma inflação controlada e um câmbio industrializante, que nos oferece novas possibilidades de crescimento.

De outro lado, a carteira de pedidos do setor de máquinas e equipamentos subiu 2,3% em outubro sobre o mesmo mês do ano passado e 14,1% ante setembro, sinalizando uma melhora nas encomendas de bens não seriados, voltados para grandes projetos e que costumam carregar margem melhor de lucro, principalmente para os setores de celulose e mineração.

Outro dado animador é que o consumo aparente de máquinas no Brasil disparou 33,7% na mesma comparação, para cerca de 14 bilhões de reais. No ano, o indicador acumula crescimento de 15,9%, atingindo 107,24 bilhões de reais.

A reforma da previdência é outro fator que renova o ânimo, as propostas de desburocratização da economia e o próprio progresso na articulação política e econômica com o governo são fatores que também colaboram para a melhoria do ambiente de negócios do País como um todo, gerando perspectivas ainda mais promissoras.

Como resultado dessa interlocução com o governo, temos o lançamento do Programa de Melhoria Contínua da Competitividade, através de um trabalho que foi feito em uma parceria inédita da ABIMAQ com a SEPEC – Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e outras entidades da indústria. Após a realização contínua de estudos e trabalhos para detecção e levantamento do Custo Brasil, dentro do âmbito do nosso setor, conseguimos sensibilizar o Governo e várias entidades de classe a ampliar o estudo para todo o País e o resultado foi o lançamento de um programa baseado em trabalho contratado por Entidades da Coalizão Indústria junto à BCG – Boston Consulting Group com participação da ABIMAQ, com o objetivo de combater e reduzir o Custo Brasil, executando uma nova metodologia de análise e governança para analisar e priorizar propostas com maiores chances de melhorar o ambiente de negócios e a competitividade brasileira.

Além desses fatores temos índices que indicam que o consumo das famílias está aumentando, o que deve gerar aumento no mercado interno. A segurança jurídica e outros fatores desencadeadores de um crescimento econômico sustentável nos fazem acreditar que os investimentos podem retornar, especialmente em infraestrutura, gerando um novo ciclo desenvolvimentista.

Portanto, acreditamos que 2020 será um ano de grandes transformações para o País como um todo e para o nosso setor em particular.

Que venha 2020 e com ele todas as expectativas de crescimento e desenvolvimento que desejamos.

João Carlos Marchesan é administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ *

08/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Que tipo de pneu agrícola você é?

Por Redação 07/01/2020
Escrito por Redação

Sabia que algumas ações do seu dia a dia mostram quem é você no mundo dos pneus agrícolas? Com o objetivo de trazer informação, a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) lançou o quizz “Que tipo de pneu agrícola é você? “. 

O teste se baseia em questões de personalidade e possíveis reações que as pessoas podem ter diante de algumas situações.

O resultado, concedido através do cruzamento de dados das respostas, traz a explicação e a relação da personalidade com um dos cinco tipos de pneus agrícolas, entre eles: pneu de implemento, alta flutuação, radial, diagonal e florestal. 

Que tipo de pneu você é? Acesse o quizz no site da Anip e confira.

07/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Coluna

Clima de confiança e desafios para o agronegócio em 2020

Por Redação 07/01/2020
Escrito por Redação

Por James Cisnandes Jr. *

O agronegócio tem um papel bastante relevante na economia brasileira. Sobretudo, quando olhamos o conjunto de cadeias produtivas, suas inter-relações e os elos que compõem cada uma dessas cadeias. Trata-se de um setor notadamente complexo, grande e muito consolidado, embora haja muito espaço para inovação e desenvolvimento, pois estamos falando de atividades milenares.

Por exemplo, podemos dizer que as empresas de base florestal têm sua estrutura de cadeia produtiva bem diferente da pecuária leiteira. Ou ainda, podemos pensar no setor sucroenergético, que começa no plantio da cana-de-açúcar, passando para a indústria, que produz uma infinidade de produtos, entre eles, os mais conhecidos, o açúcar e álcool. Notadamente, cada subsegmento do agro, ou seja, das cadeias produtivas, têm os seus desafios, necessidades e está em níveis diferentes de maturidade tecnológica.

As projeções do mercado para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil indicaram na última semana do ano mais uma elevação positiva, totalizando a oitava semana consecutiva de aumento. Isso somado aos acordos internacionais firmados ao longo do ano representam um celeiro de oportunidades para a agroindústria brasileira. É notável que a consolidação das ações de profissionalização neste setor é o grande avanço previsto para 2020.

Uma das alavancas veio com a popularização do acesso à internet e a disponibilidade de cursos de qualificação, que têm expandido as condições de especialização. Não há mais obstáculos para um médico veterinário que reside em Rondonópolis, no Mato Grosso, conseguir fazer um curso de especialização na USP/ESALQ sem sair de casa, por exemplo. Essas novas condições permitiram um aumento exponencial da profissionalização. Basta olharmos o número de formandos nos últimos anos em cursos de graduação, especialização e cursos técnicos em diversas disciplinas ligadas direta ou indiretamente ao agronegócio. 

E esses novos profissionais espalhados pelo país estão elevam o nível de planejamento, de controle e de gestão das atividades nas diversas cadeias produtivas. Eles impulsionam a modernização. Neste sentido, é importante destacar 4 aspectos fundamentais e complementares para o avanço do segmento:

Qualificação da mão de obra profissionais
Está mais do que provada a necessidade de qualificação e isso já está na pauta dos empresários da agroindústria e também dos profissionais que trabalham no agronegócio.

Desenvolvimento tecnológico de equipamentos e sistemas
É preciso falar de forma genérica, tendo em vista que cada empresa está num nível de maturidade diferente. Há empresas investindo na modernização de equipamentos, como também há empresas que estão um passo à frente fazendo uso inteligente dos dados já armazenados, o que envolve novas modalidades tecnológicas, como o Data Driven, o Data Monetization e o Machine Learning, entre outros recursos.

Evolução e modernização na gestão das empresas do agronegócio
Gosto muito da frase que diz “o que não é medido não pode ser gerenciado”. E, acreditem, fico muito feliz em constatar que isso já é realidade em várias empresas do segmento e em diversas regiões do país. Ao longo do ano, em contato com diversos profissionais do setor, tais como produtores rurais, técnicos veterinários, zootecnistas, agrônomos e, principalmente, empresários, percebi um movimento forte e consistente no sentido de tratar a gestão como ciência e, como tal, não ser totalmente dependente do famoso “achismo”. O produtor rural sabe que precisa de apoio técnico e já entende que precisa deste recurso, seja de forma completa ou por demanda. A associação com cooperativas também é alvo para contar com esse tipo de apoio.

Sustentabilidade
O novo mercado consumidor, a nova estrutura familiar e as exigências de países importadores vão apertar ainda mais o cerco pela garantia de originação, ou seja, da rastreabilidade. A nova geração está sedimentada em um novo paradigma de consciência ambiental. Daí as preocupações com a sustentabilidade, que tendem a se tornar mais rigorosas, como um critério sine qua non.

Podemos concluir, portanto, que é notável o clima de confiança e consciência dos desafios ligados à profissionalização do setor, em ritmo, intensidade e abrangência sem precedentes em nosso país. O agronegócio, antes lembrado apenas por símbolos tradicionais como o chapéu, botina, cavalo, vacas e tratores, agora ganhou uma conotação bem digital. Estamos falando de máquinas autônomas, produtores com tablets e smartphones, drones, mapa de colheita na tela do tablet, sistemas de ordenha automáticos (sem interação humana), dentre outros recursos que têm transformado este segmento e está atraindo novos profissionais e empreendedores, que chegam com uma visão bem diferente do tradicional. 2020 está aí… Bem-vindos à disrupção da era digital no campo!

James Cisnandes Jr. é Head de Agribusiness da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital

07/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Produtores já contrataram R$ 108,5 bilhões do Plano Safra 2019/2020

Por Redação 07/01/2020
Escrito por Redação

Aproximadamente metade dos recursos programados para o Plano Safra 2019/2020 já foram utilizados, no período de julho a dezembro do ano passado, ou seja, R$ 108,5 bilhões, dos quais R$ 28,5 bilhões em operações de investimento e R$ 80 bilhões em operações de custeio, comercialização e industrialização.

Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020 , divulgado nesta segunda-feira (6) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base nos dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central.

Os financiamentos de custeio, que responderam por mais da metade do total das contratações de crédito rural nesse mesmo período da atual safra, tiveram um aumento de 5%, se situando em R$ 61,3 bilhões. Desse total, R$ 14,2 bilhões no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), cujo aumento foi de 37%, concentrado na contribuição dos recursos obrigatórios dos depósitos à vista.

Em relação às contratações de investimento, o aumento foi de 19%, sendo que no âmbito do Pronamp, que atingiu R$ 1,47 bilhão, essa expansão foi de 49%, liderada pela utilização de recursos da poupança rural equalizada e pelos recursos obrigatórios, cujo acesso foi plenamente liberado para os médios produtores, no âmbito deste programa.

Com a exceção do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) e do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), os demais programas de investimento, que têm subvenção econômica, apresentaram acentuado crescimento, com destaque para o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) (61%), Pronamp (49%), Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC) (42%) e do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) (42%).

No intuito de adequar as disponibilidades de recursos equalizáveis à demanda observada nos programas de investimento, o Tesouro Nacional, por iniciativa do Mapa, autorizou remanejamento desses recursos, sobretudo de custeio para investimentos, de modo a assegurar a continuidade do atendimento aos produtores rurais.

Foram beneficiados com recursos adicionais especialmente o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Pronamp, o Programa ABC e o Programa PCA. O Pronaf recebeu mais R$ 874 milhões e o Pronamp, um acréscimo de R$ 614 milhões.

De acordo com Wilson Vaz de Araújo, diretor de Financiamento e Informação da SPA/Mapa, “as demandas por recursos do crédito rural seguem aquecidas conforme o esperado e os remanejamentos realizados em dezembro último serão suficientes para atender a demanda”.

As contratações de crédito rural, com recursos provenientes das fontes controladas, aumentaram 5%, e 14% com recursos das fontes não controladas, que se situaram em R$ 26,2 bilhões, dos quais R$ 15,2 bilhões provenientes da emissão de LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). Este desempenho resultou da redução da taxa de inflação e da Selic, que possibilitaram a ampliação do acesso do produtor rural aos recursos livres.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

07/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Novos tratores aumentam a eficiência, economia e produtividade

Por Redação 07/01/2020
Escrito por Redação

[vc_row][vc_column][vc_column_text]

Por Gustavo Paes

No Brasil, existem atualmente 278 modelos de tratores agrícolas disponíveis no mercado, de 21 marcas, com diversas faixas de potência. São 31 tratores com até 49 cv de potência, 122 de 50 a 99 cv; 39 máquinas de 100 a 149 cv; 38 modelos de 150 a 249 cv e 48 tratores de mais de 250 cv.

O maior número de tratores é na faixa de potência de até 99 cv, e não é por acaso. Os modelos com até 100 cv respondem por 47% das vendas de tratores agrícolas no Brasil, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Já os tratores de 40 até 130 cv de potência abocanham cerca de 70% do mercado no País. Um volume considerável, já que o Brasil é o quarto maior mercado de tratores agrícolas do mundo, atrás apenas da Índia, China e dos Estados Unidos.

Os tratores passaram por grandes mudanças nas últimas quatro décadas e incorpam tecnologias que permitiram aumento da produção, no que se refere à quantidade de área cultivada e produtividade. Também se tornaram mais confortáveis, com cabines com ar-condicionado, direção hidráulica e controles de mais fácil operação. Mas a indústria também busca produzir equipamentos mais eficientes, econômicos e menos poluentes.

Monitoramento das atividades O diretor de Marketing da LS Tractor, Astor Kilpp, diz que, na última década, o mercado brasileiro viu uma invasão de novas tecnologias incorporadas em tratores agrícolas. Estas inovações começam por projetos de cabines originais de fábrica para tratores a partir de 60 cv, até novas transmissões com reversão mecânica e eletro-hidráulica e com dispositivos de troca de marcha sem utilizar a embreagem do trator. Além de novos motores com sistema de controle de emissão de poluentes com menores teores de NOx.

Entretanto, ele salienta que a principal inovação é o GPS, que, aliado a sensores de funcionamento da máquina, possibilitam o monitoramento das atividades das máquinas no campo e permitem uma nova realidade para a gestão de frota. “Agora é possível obter relatórios diários da eficiência das máquinas no campo, assim como monitorar online o que elas estão fazendo e onde estão”, afirma.

Kilpp diz que os tratores estão mais potentes e equipados com maior tecnologia não apenas nos modelos de maior porte. Os pequenos e médios estão recebendo tecnologias antes encontradas apenas nos ‘irmãos maiores’. “Como, por exemplo, os tratores usados em pomares e nos cafezais, onde o espaço para mecanização é restrito, mas as necessidades técnicas são igualmente importantes”, declara.

Controle de emissões A Agrale conta com uma linha de tratores que vai de 15 cv a 215 cv. São máquinas usadas na agricultura familiar, cultivo de frutas, pecuária e grãos. “Temos uma participação muito interessante no mercado do café, onde o trator 575 Compact foi especialmente desenvolvido para obter o melhor rendimento e baixo custo de operação”, destaca o Gerente de Vendas de Tratores, Adriano Chiarini.

O executivo observa que muitas tecnologias foram incorporadas aos tratores, mas destaca o controle de emissões de gases para os motores, que tem como objetivo reduzir os poluentes enviados para a atmosfera. Também foram incorporados às máquinas  itens de conforto, segurança e operação, como cabines com ar-condicionado e filtro de carvão ativado, transmissões automáticas e diversos sensores e instrumentos para o controle do trator e da operação, sempre com o objetivo de reduzir custos da operação.

Chiarini acredita que o aumento da potência nos tratores focados na agricultura familiar é uma tendência que deve se consolidar, em função dos altos custos da produção. “Com um trator de maior potência é possível acoplar um implemento maior ou até mesmo dois implementos, o que racionaliza a operação com um maior rendimento e velocidade por hectare”, pondera.

Rendimento operacional  Na Massey Ferguson, as principais mudanças nos tratores foram nas transmissões (número de marchas, transmissões Power Shift, CVT), nos motores (precisão de injeção, motores eletrônicos, menos poluentes), nos sistemas hidráulicos (maiores vazões e capacidades de levante) e, principalmente, no posto de operação (uso de cabine com ar-condicionado e comandos ergonomicamente posicionados). “Tudo foi projetado para permitir um maior rendimento operacional”, ressalta o coordenador de Marketing do Produto Tratores, Eder Pinheiro.

A companhia possui 28 modelos divididos em nove séries disponíveis no Brasil e entende que todos os equipamentos precisam ter foco no máximo desempenho e versatilidade, independentemente do tamanho da máquina. O destaque é a série de tratores compactos MF 3300, ideais para uso em cafezais, fruticultura e vinicultura. Nas versão plataformada e cabinada há tratores de 69 cv, 78 cv e 89 cv. “Os modelos estão equipados com o motor AGCO Power de três cilindros eletrônico, que atende ao Proconve MAR-1”, explica.

Pinheiro acredita que a potência nos tratores seguirá aumentando, não só nos grandes produtores. Clientes que há pouco tempo utilizavam tratores de 75 cv, hoje estão usando modelos de 100 cv. “Cada vez mais, os clientes buscam cobrir mais áreas em menos tempo”, diz. Pinheiro aposta na inteligência. “Provavelmente veremos mais tratores com algum tipo de inteligência, seja na transmissão, no motor, no posto de operação, na ajuda na direção”, encerra.

Agricultura familiar A Agritech se destaca por sua linha de tratores para café, horticultura e fruticultura. A empresa possui cinco modelos, em cinco níveis de potência de 33 a 82 cv. No entanto, para cada potência há pelo menos sete versões. O destaque de vendas é o modelo 1155 Plus, que possui 35 versões adequadas a várias culturas.

O coordenador de Negócios da Agritech, César de Oliveira, diz que a evolução dos tratores foi grande, principalmente na última década, com a nova geração de produtores. A necessidade de buscar maior produtividade com menor custo criou uma sistematização dos controles de trabalho, como horas efetivas trabalhadas, tempo gasto com deslocamento, logística de abastecimento e automação.

O produtor exigiu a necessidade de incorporação de acessórios tecnológicos nos tratores, como redutor de velocidade e reversor de direção. E, por último, para atender às normas vigentes, veio a incorporação dos motores eletrônicos, proporcionando ganho, devido ao melhor rendimento e economia para o produtor.

Tecnologias de navegação A Landini disponibiliza para o mercado brasileiro equipamentos de 45 cv a 230 cv. Os destaques são os tratores Série 2 e Rex, na faixa de 45 cv a 75 cv, modelos voltados para a fruticultura e operações em espaço reduzido. A linha Brutus, de 75 cv a 95 cv, é usada na agricultura e pecuária. Já acima de 100 cv, a Landini tem em seu portfólio as linhas Landforce 120 – 130, Landpower 145 – 175, modelos com motor mecânico, alta economia de combustível e produtividade, em função da transmissão, que possibilita um grande escalonamento de marchas. O Série 7-230, trator com uma transmissão automática de 81 velocidades, fecha a gama de tratores disponibilizada para o País.

O presidente da Landini Brasil, Tiago Bonomo, afirma que os tratores incorporaram transmissões mais tecnológicas (semiautomática, automática e CVT), reversores eletro-hidráulicos, circuitos hidráulicos com vazões maiores, suspensão, cabines mais espaçosas e silenciosas. “As tecnologias de navegação, agricultura de precisão e conectividade também evoluíram significativamente”, diz.

O executivo explica que o aumento da tecnologia embarcada nos tratores pequenos e médios atende à demanda dos agricultores, que também está buscando mais tecnologias e ferramentas que possibilitem uma maior rentabilidade da atividade. “Potência não é tudo, o produtor hoje tem que dimensionar corretamente o valor do seu investimento e o custo de operação da máquina ao que precisa, o que nos leva a oferecer uma gama de opções tecnológicas e de desempenho em diferentes segmentos de potência”, destaca.

Fácil operação  Maior fabricante de tratores do mundo, a Mahindra comercializa no Brasil modelos de 25 cv a 95 cv de potência. Desde 2016, quando assumiu a operação no País, vem expandindo e reforçando o portfólio. A preocupação é atender, com soluções eficientes, o agricultor familiar, o pequeno e médio produtor. “O foco da Mahindra é o agricultor familiar, produtor de pequeno e médio porte, que demanda tecnologias modernas, mais produtividade e rentabilidade nas lavouras”, diz o gestor de Marketing e Engenharia da Mahindra no Brasil, Ricardo Barbosa.

O executivo destaca que os tratores da marca têm como características tecnologia de fácil operação, baixa manutenção e economia de combustível. Além de robustez e maior durabilidade. “Com isso, o produtor pode extrair o máximo de seu trator no campo, potencializar o uso e minimizar o tempo de parada, aumentando produtividade e renda”, frisa.

Neste ano, os destaques da Mahindra foram os modelos 2025, de 25 cv, e o modelo 6075, de 75 cv. “Produtos já comercializados em mercados como Estados Unidos, México, Ásia e Austrália, e que são extremamente adequados às condições brasileiras”, completa o gestor de Marketing.

Transmissão HiTech3 Na Valtra, a evolução dos tratores é constante desde a década de 1960. O Coordenador de Marketing de Tratores, Flávio Pastori, observa que é difícil citar tecnologias pontuais, mas, no contexto geral, diz que a companhia evoluiu do radiador para a transmissão automática. “Temos a mais alta tecnologia embarcada em cada item que compõem nossos equipamentos”, assegura.

A companhia possui nove linhas de tratores, com 39 modelos diferentes. O mais vendido atualmente é o BH 194 HiTech. O modelo possui 195 cv e transmissão HiTech3 PowerShift, com troca automática dentro dos grupos, com 18 velocidades para frente e 18 para trás. A transmissão Powershift pode ser operada manualmente com trocas de velocidade por botões ou por um dos dois modos de programação automáticos, que alteram a velocidade automaticamente, conforme a rotação pré-definida.

A empresa tem a mesma tecnologia embarcada em todo o portfólio de tratores, de 75 cv a 370 cv, e também mira o agricultor familiar. “O que motivou essa mudança foi a necessidade de garantir que os pequenos e médios produtores tenham em mãos a tecnologia necessária para que continuem sendo responsáveis pelas maiores produções em toneladas/hectares”.

Comunicação remota Na John Deere as máquinas evoluíram não somente na parte da engenharia, mas principalmente em softwares e comunicação remota integrada. O especialista em Soluções John Deere, Tiago Dickel, lembra que estamos na fase do big data, que entrega ao cliente análises de dados precisas, e impacta diretamente na produtividade, já que a informação é fundamental para a tomada de decisão inteligente. “As máquinas são cada vez menos ferro e mais inteligência, e os produtores têm acesso a sistemas integrados e a todos os seus benefícios”, enfatiza.

Ele diz que, para se manter mais competitivo no mercado, o produtor tem investido em tecnologia. Os recursos da Agricultura 4.0 permitem inúmeras vantagens, entre elas aumentar a produtividade, criar valor agregado ao produto, reduzir custos operacionais e acelerar a produção. “Dentro de poucos anos, teremos a quase totalidade dos produtores adaptados para a aplicação do que há de mais moderno no campo. Se o produtor não se moldar aos novos tempos correrá o risco de ter perdas produtivas na lavoura e custos de produção mais elevados.”

A John Deere prevê que a tecnologia deve estar presente em todas as propriedades brasileiras, independentemente de seu tamanho, localização ou cultura. A empresa conta em seu portfólio com 18 modelos de tratores e tem soluções para todos os portes de agricultores. Um exemplo é o lançamento da Série 5E. “São tratores utilitários, com potência abaixo de 100 cv, ideais para pequenos produtores, que precisam de uma máquina versátil e eficiente”, completa.

Trator de esteiras Case IH tem um portfólio completo de tratores, com potências de 75 cv a 629 cv, que atende a todos os perfis de produtores. A agricultura familiar tem necessidades diferentes da agricultura de larga escala e, por isso, os produtores buscam máquinas menores, com potências intermediárias, segundo Bruno Belorini, especialista de Marketing de Produto da Case IH. “Essa tendência não deve mudar nos próximos anos”, garante.

O perfil do agricultor, porém, está mudando. O pequeno e o médio produtor também procuram mais tecnologias embarcadas na hora de adquirir o maquinário. Eles se inspiram nos grandes produtores, pois sabem que a produtividade aumenta com equipamentos de agricultura de precisão e piloto automático, por exemplo. “Nossas máquinas indicadas para o pequeno agricultor também são equipadas com o que há de mais moderno em termos de tecnologias”, ressalta.

A empresa apresentou este ano o Quadtrac, trator articulado com esteiras. São dois modelos, sendo um com potência de 507 cv e o outro, 629 cv. As máquinas são equipadas com motor FPT Cursor 13. A motorização já faz parte da resolução MAR-I (Tier 4b), que determina a redução de poluentes com baixo consumo de Arla (Agente Redutor Líquido de Óxido de Nitrogênio Automotivo). A reserva de torque é de 40%, com 12,9 litros, 24 válvulas e seis cilindros.

Agricultura de precisão A mecanização agrícola vem evoluindo para possibilitar que pequenos, médios e grandes produtores alcancem patamares maiores de produtividade e eficiência nas lavouras. O gerente de Marketing de produto da New Holland, Saulo Silva, destaca que as principais tecnologias incorporadas estão relacionadas à agricultura de precisão, como as aplicações de fertilizantes e insumos a taxas variáveis, georreferenciamento e piloto automático.

“É importante destacar o avanço na tecnologia empregada nas transmissões, atualmente com um alto nível de sofisticação e automação. E mais tecnologia dos sistemas hidráulicos, cada vez de maior vazão, capacidade e número de remotos”, avalia. Os motores também  vêm passando por uma grande evolução, e estão alcançando níveis nunca obtidos de potência nominal, torque máximo e reserva de torque, aliados a um menor consumo de combustível específico e respeitando o nível de emissão de poluentes MAR-1 Tier3 de nível internacional.

- Novos tratores aumentam a eficiência, economia e produtividade

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

[vc_row][vc_column][vc_gallery interval=”0″ images=”18212,18211,18210,18207,18205,18206,18204,18203,18202,18201,18197,18191,18193,18195,18190″ img_size=”large” css_animation=”slideInUp”][/vc_column][/vc_row]

07/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Em 2019, exportação brasileira do complexo soja caiu em volume e receita

Por Redação 06/01/2020
Escrito por Redação

As exportações brasileiras do complexo soja somaram 96,718 milhões de toneladas em 2019, com receita de US$ 34,78 bilhões. O resultado aponta queda de 4,5% em volume e 14,4% em receita na comparação com 2018, quando os embarques atingiram 101,242 milhões de toneladas e o faturamento, US$ 40,64 bilhões.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.Em dezembro, os embarques do complexo somaram 5,136 milhões de toneladas, recuo de 8,3% ante os 5,600 milhões de toneladas de igual período de 2018 e de 19,6% na comparação com os 6,385 milhões de toneladas de novembro.Já em receita, as exportações totalizaram US$ 1,840 bilhão, 15% abaixo dos US$ 2,165 bilhões de dezembro de 2018 e 21,1% menor que a de novembro de 2019, de US$ 2,333 bilhões.

A queda nos embarques no ano passado se deve a uma safra menor em 2018/19, à demanda chinesa mais fraca em virtude da peste suína africana e às compras da China nos Estados Unidos nos últimos meses do ano. Ainda assim, o dólar forte ante o real em vários momentos de 2019 estimulou vendas externas da oleaginosa brasileira.

Só de soja em grão as exportações chegaram a 78,653 milhões de toneladas no ano. Na comparação com 2018, quando o Brasil exportou 83,230 milhões de toneladas, o recuo foi de 5,5%. A receita com as vendas externas do grão atingiu US$ 28,11 bilhões, recuo de 15% ante o ano anterior (US$ 33,06 bilhões).Em dezembro, o País embarcou 3,439 milhões de toneladas de soja em grão, queda de 15,5% em relação aos 4,070 milhões de igual mês de 2018. Já na comparação com novembro, quando o volume exportado foi de 5,157 milhões de toneladas, o recuo chegou a 33,3%. A receita com os embarques da oleaginosa atingiu US$ 1,257 bilhão, recuo de 20% em relação a dezembro do ano anterior (US$ 1,572 bilhão) e de 33,6% ante novembro (US$ 1,894 bilhão).

De farelo de soja, o volume exportado somou 17,016 milhões de toneladas em 2019, aumento de 2,1% ante 2018 (16,669 milhões de toneladas). A receita totalizou US$ 5,99 bilhões, recuo de 9,5% ante os US$ 6,62 bilhões em 2018.Em dezembro, as exportações do País totalizaram 1,667 milhão de toneladas, aumento de 11,9% ante dezembro de 2018 (1,490 milhão de toneladas) e de 37,4% em relação ao mês anterior (1,213 milhões de toneladas). O faturamento com as vendas externas foi de US$ 561,8 milhões, queda de 1% ante dezembro de 2018, quando o País havia obtido US$ 567,2 milhões com os embarques de farelo. Já na comparação com novembro (US$ 429,8 milhões), o incremento foi de 30,7%.

Já de óleo de soja o Brasil exportou 1,049 milhão de toneladas em 2019, recuo de 21,8% ante o ano anterior, quando o País havia embarcado 1,342 milhão de toneladas. Já a receita de exportação totalizou US$ 678,10 milhões, recuo de 29,1% ante 2018 (US$ 956,60 milhões).Em dezembro, as exportações totalizaram 29,1 mil toneladas, queda de 25,4% ante igual período de 2018 (39 mil toneladas). O volume, contudo, superou em 117,2% os embarques de novembro (13,4 mil toneladas). A receita referente às vendas externas somou US$ 20,7 milhões em dezembro, queda de 21,0% ante igual período do ano anterior, quando os recursos alcançaram US$ 26,2 milhões, mas alta de 127,5% ante novembro. Naquele mês a receita somou US$ 9,1 milhões.

Fonte: site Globo Rural

06/01/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui