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Exportações de algodão crescem 18% no terceiro trimestre
Mercado

Cultivo de algodão irrigado aumenta 20% na Bahia nesta safra 2025/26

Por Redação 27/02/2026
Escrito por Redação

Cultivo de algodão irrigado aumenta 20% na Bahia nesta safra 2025/26

A Bahia concluiu, nesta quarta-feira (25), o plantio do algodão da safra 2025/2026. A área plantada com a fibra no estado se manteve estável em relação ao ciclo anterior, com aproximadamente 414 mil hectares. De acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a estimativa inicial de produção é de 815 mil toneladas de algodão beneficiado (pluma), para uma produtividade projetada em 1.968 quilos de pluma por hectare. O destaque no período foi o algodão irrigado, que cresceu quase 20% do algodão ante o ciclo interior, ficando em 170 mil hectares. A Bahia é a líder em cotonicultura irrigada do país e a tecnologia já está presente em 40,7% da área ocupada com a cultura.

Para a Abapa, a expansão da irrigação complementar, ou de “salvamento”, é a estratégia de produtores que almejam a mitigação de riscos climáticos, já que a tecnologia permite intervenções pontuais em fases do desenvolvimento da cultura, garantindo maior estabilidade de rendimento.

“A condução das lavouras está transcorrendo bem e o clima está favorável até o momento. Ainda é cedo para afirmar com certeza sobre a produtividade e a produção, mas a nossa expectativa é positiva”, afirma a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa.

Com a semeadura concluída, o setor agora concentra esforços no manejo técnico e no monitoramento fitossanitário das lavouras. As equipes do Programa Fitossanitário da Abapa intensificam o monitoramento para o controle de pragas e doenças. A condução adequada do algodão nos estágios iniciais contribui para a sanidade e o bom estabelecimento das plantas.

 

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Conab estima safra recorde de grãos com 356,3 milhões de toneladas em 2025/26
Mercado

Colheita de soja no Rio Grande do Sul está incipiente, diz Emater

Por Redação 27/02/2026
Escrito por Redação

Colheita de soja no Rio Grande do Sul está incipiente, diz Emater

A colheita de soja no Rio Grande do Sul está incipiente e ocorre apenas em algumas lavouras de ciclo mais precoce ou mais afetadas por restrição hídrica, conforme o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (26).

A cultura se encontra majoritariamente na fase de enchimento de grãos (60%), seguida por floração (28%), desenvolvimento vegetativo (8%) e maturação (4%).

Segundo a Emater/RS-Ascar, as precipitações ocorridas entre 16 e 19 de fevereiro apresentaram maior abrangência espacial e ajudaram na recomposição da umidade no solo, atenuando o estresse hídrico e contribuindo para a redução da irregularidade no desenvolvimento das lavouras, sobretudo nos cultivos em estádios reprodutivos.

Por outro lado, o órgão afirma que a restrição hídrica registrada em janeiro e na primeira quinzena de fevereiro, associada a temperaturas elevadas, resultou em perdas irreversíveis nas lavouras semeadas precocemente, principalmente em solos rasos, compactados ou com menor capacidade de retenção de água.

A Emater/RS-Ascar projeta que a área cultivada será de 6.742.236 hectares. De acordo com a entidade, uma nova estimativa de produtividade segue em análise e o levantamento de campo será realizado até o final de fevereiro, com divulgação marcada para o início de março.

Fonte: Datagro 

 

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27/02/2026 0 Comentários
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EmpresasTecnologia

Tecnologia avançada na filtragem hidráulica eleva eficiência no campo

Por Redação 27/02/2026
Escrito por Redação

Tecnologia avançada na filtragem hidráulica eleva eficiência no campo

Conteúdo patrocinado – A evolução tecnológica das máquinas agrícolas tem exigido níveis cada vez mais altos de precisão, desempenho e durabilidade dos componentes hidráulicos. Nesse cenário, a filtragem deixou de ser apenas um elemento de proteção básica contra impurezas para assumir um papel estratégico na performance operacional. Hoje, soluções avançadas desenvolvidas por empresas como a Newtec mostram que a tecnologia aplicada à filtragem hidráulica impacta diretamente a eficiência, a confiabilidade e a vida útil dos equipamentos.

Da proteção básica à engenharia de precisão

Historicamente, os filtros hidráulicos eram projetados apenas para reter partículas sólidas presentes no fluido. Embora essa função continue essencial, a complexidade crescente dos sistemas hidráulicos (presentes em tratores, pulverizadores, colheitadeiras e implementos de alta performance) ampliou significativamente as exigências técnicas.

Sistemas modernos operam sob altas pressões, tolerâncias reduzidas e componentes eletrônicos integrados. Qualquer contaminação, mesmo em níveis microscópicos, pode comprometer válvulas, bombas e atuadores, gerando perda de eficiência energética, desgaste prematuro e paradas não programadas.

Nesse contexto, a filtragem passou a atuar como parte ativa da engenharia do sistema hidráulico, contribuindo não apenas para a limpeza do fluido, mas para a estabilidade operacional do conjunto.

Tecnologia aplicada à eficiência do sistema

A nova geração de filtros hidráulicos incorpora avanços em materiais filtrantes, design estrutural e controle de fluxo. Elementos filtrantes multicamadas, por exemplo, permitem maior capacidade de retenção sem comprometer a vazão do óleo hidráulico, fator essencial para manter a resposta rápida dos comandos da máquina.

Entre os principais ganhos proporcionados pela evolução tecnológica da filtragem estão:

  • Maior eficiência energética, com redução de perdas por resistência ao fluxo;
  • Estabilidade operacional, evitando oscilações causadas por contaminação;
  • Proteção de componentes sensíveis, especialmente válvulas proporcionais e sistemas eletro-hidráulicos;
  • Intervalos de manutenção mais longos, reduzindo custos operacionais.

Na prática, um sistema hidráulico bem filtrado opera com menor esforço mecânico, o que impacta diretamente o consumo de combustível e o desempenho geral da máquina em campo.

Redução de falhas

Estudos técnicos do setor indicam que grande parte das falhas em sistemas hidráulicos está associada à contaminação do fluido. Partículas metálicas, poeira e resíduos resultantes do desgaste interno circulam pelo sistema e aceleram o dano aos componentes.

A filtragem moderna atua de forma preventiva, interceptando contaminantes antes que atinjam pontos críticos. Além disso, tecnologias atuais permitem maior estabilidade estrutural do filtro mesmo sob variações severas de pressão e temperatura, condições comuns na operação agrícola.

Esse avanço reduz significativamente o risco de falhas inesperadas, um fator decisivo em períodos de safra, quando interrupções podem gerar prejuízos operacionais relevantes.

Vida útil ampliada e menor custo de operação

Outro impacto direto da tecnologia de filtragem está no aumento da vida útil dos equipamentos hidráulicos. Bombas, motores e válvulas operam em ambiente mais limpo e estável, reduzindo desgaste interno e necessidade de substituições prematuras.

Do ponto de vista do produtor rural e das empresas agrícolas, isso se traduz em:

  1. menor frequência de manutenção corretiva;
  2. redução do tempo de máquina parada;
  3. maior previsibilidade operacional;
  4. diminuição do custo total de propriedade.

Assim, o filtro hidráulico deixa de ser visto como um item secundário e passa a ser reconhecido como componente estratégico dentro da gestão de ativos agrícolas.

Filtragem como parte da inovação no campo

A agricultura moderna avança em direção à automação, agricultura de precisão e máquinas cada vez mais conectadas. Nesse ambiente tecnológico, a confiabilidade dos sistemas hidráulicos torna-se fundamental para garantir precisão nas operações e continuidade produtiva.

A evolução da filtragem acompanha essa transformação ao integrar engenharia de materiais, testes de desempenho e desenvolvimento voltado às demandas reais do campo. Mais do que reter partículas, os filtros atuais contribuem para a inteligência operacional das máquinas.

O resultado é um sistema hidráulico mais eficiente, durável e confiável – características essenciais para sustentar a produtividade agrícola em um cenário de alta exigência tecnológica.

*Conteúdo produzido em parceria com a NEWTEC.

27/02/2026 0 Comentários
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EmpresasMercado

Kepler Weber cresce 28,5% no 4º trimestre e atinge R$ 64,8 milhões

Por Redação 26/02/2026
Escrito por Redação

Kepler Weber cresce 28,5% no 4º trimestre e atinge R$ 64,8 milhões

A Kepler Weber (KEPL3) encerrou o quarto trimestre de 2025 com resultado líquido de R$ 64,8 milhões, avanço de 28,5% frente ao mesmo período do ano anterior, quando registrou R$ 50,4 milhões. A margem no período foi de 16,2%, com expansão de 5,2 pontos percentuais na comparação anual, e o trimestre concentrou 41% do ganho apurado em 2025, que somou R$ 156,3 milhões.

O balanço da companhia, enviado ao Mercado nesta quarta-feira (25), destacou uma receita líquida no trimestre que somou R$ 398,7 milhões, recuo de 13,3% frente ao mesmo período de 2024, quando atingiu R$ 460,1 milhões. No acumulado de 2025, a companhia registrou R$ 1,5 bilhão, queda de 7,3% na comparação anual.

O EBITDA no quarto trimestre totalizou R$ 67,5 milhões, queda de 17,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foi de R$ 82,1 milhões. No acumulado de 2025, o indicador somou R$ 231,9 milhões, retração de 29,4% frente a 2024, que registrou R$ 328,7 milhões.

No balanço financeiro, a Kepler Weber destaca o retorno aos acionistas, com a distribuição de R$ 145 milhões em dividendos em 2025, equivalente a payout de 92,8% pelo regime de caixa. Segundo o documento, o resultado “reflete a geração operacional e a política de alocação de capital” da companhia.

A companhia registrou redução de 5,1% nas despesas gerais e administrativas (G&A), no trimestre e de 4,3% no acumulado de 2025, em linha com a estratégia de controle de custos e eficiência operacional.

No documento enviado à CVM, a Kepler Weber afirma que “o 4T25 encerra um ano emblemático para a companhia, em que a celebração do centenário coincidiu com um ambiente macroeconômico mais desafiador para o agronegócio. Em um cenário de juros elevados e maior seletividade nas decisões de investimento, a Companhia demonstrou resiliência operacional e disciplina de execução, sustentadas por um portfólio diversificado e por uma estratégia consistente de longo prazo”.

Desempenho por segmento

O segmento de Negócios Internacionais registrou receita líquida recorde no quarto trimestre de 2025, ao atingir R$ 102,6 milhões, alta de 31% frente ao quatro trimestre de 2024. No acumulado de 2025, a receita somou R$ 237,7 milhões, avanço de 19,4% sobre 2024, no melhor resultado anual do segmento na última década, tanto em valor quanto em volume comercializado.

A Argentina respondeu por 23% das receitas internacionais no ano, com crescimento de 16 vezes em relação ao mesmo período anterior, ampliando o peso do país na estratégia da companhia. Segundo a empresa, “o desempenho no trimestre e no ano foi impulsionado por fatores estruturais e conjunturais favoráveis nos mercados externos. Destaca-se o aumento da atividade na Argentina, Bolívia e Paraguai, além do avanço relevante das receitas em outros continentes, que concentraram as principais contribuições para o resultado do período”..

No trimestre, a Kepler Weber reforça que firmou contratos no mercado externo que somam cerca de R$ 20,1 milhões, com fornecimento de soluções completas para soja e milho em países como Paraguai, Argentina e Venezuela, além de equipamentos para beneficiamento de arroz no Equador e na Colômbia. Os novos negócios reforçam a carteira de projetos da Companhia.

O segmento de Reposição e Serviços (R&S) registrou receita líquida de R$ 95,3 milhões no quarto trimestre de 2025, leve recuo de 0,4% frente ao mesmo período de 2024. No acumulado de 2025, a receita somou R$ 310,9 milhões, crescimento de 10,1% sobre 2024. O resultado foi sustentado pela expansão de 7% na base de clientes e pela alta de 11% nas reformas, “em linha com a demanda por modernizações, melhorias de fluxo e soluções aplicadas a estruturas já em operação, ampliando a atuação da companhia ao longo do ciclo de vida dos ativos”.

A área de Fazendas, voltada ao atendimento de produtores rurais, registrou receita líquida de R$ 105 milhões no quatro trimestre de 2025, retração de 26,4% na comparação com o quarto trimestre de 2024.. No acumulado de 2025, o segmento somou R$ 469,7 milhões, redução de 9,7% em relação a 2024. Segundo a companhia, “o desempenho no trimestre e no ano foi impactado por um ambiente mais restritivo para o produtor, com margens pressionadas, custo financeiro elevado e maior seletividade nas decisões de investimento”.

No quarto trimestre de 2025, a Kepler Weber firmou contratos no segmento de Fazendas que somaram cerca de R$ 90,2 milhões, distribuídos por diferentes regiões do país. Segundo a companhia, os novos negócios foram refletidos na carteira de projetos.

O segmento de Agroindústrias, que abrange cerealistas, cooperativas e indústrias de transformação de grãos, registrou receita líquida de R$ 88,4 milhões no quarto trimestre de 2025, retração de 32,9% frente ao quarto trimestre de 2024. No acumulado de 2025, o faturamento somou R$ 405,2 milhões, queda de 17,8% em relação a 2024.

Segundo a companhia, “o desempenho no trimestre e no ano refletiu um ambiente mais restritivo para investimentos, com custo de capital elevado e maior seletividade nas decisões. A industrialização do arroz foi um dos destaques negativos, impactada pela queda de preços no segundo semestre de 2025, o que reduziu a demanda por novos projetos”.

No trimestre, a companhia firmou contratos no segmento de Agroindústrias que somaram cerca de R$ 151,4 milhões, envolvendo projetos de armazenagem, beneficiamento e transformação de grãos para cerealistas, cooperativas e indústrias nas regiões Sul e Centro-Oeste. Os valores foram incorporados à carteira de contratos, ampliando sua base.

No quarto trimestre de 2025, o segmento de Portos e Terminais registrou receita líquida de R$ 7,3 milhões, retração de 38,9% frente ao mesmo período de 2024. O resultado, segundo a Kepler Weber, reflete a característica de projetos de longo prazo, com reconhecimento de receita concentrado em etapas específicas de execução.

No acumulado de 2025, a receita esteve concentrada em contratos de grande porte e alta complexidade técnica, em linha com a atuação da companhia em projetos de infraestrutura logística para o agronegócio. A margem bruta ficou acima do padrão histórico do segmento, influenciada por efeitos pontuais relacionados à execução de reformas específicas.

A empresa manteve a execução dos contratos em andamento, que somam cerca de R$ 52,5 milhões, e encerrou o quarto trimestre de 2025 com carteira consistente, com reconhecimento de receita conforme avanço físico dos projetos.

 

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EmpresasMercado

Agritech prevê crescimento de 10% nas vendas em 2026

Por Redação 26/02/2026
Escrito por Redação

Agritech prevê crescimento de 10% nas vendas em 2026

Em suas projeções para 2026, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) estima crescimento de 3,4% para o segmento de máquinas agrícolas de pequeno, médio e grande porte, indicando um movimento mais lento na renovação de equipamentos. Enquanto esse mercado deve avançar com cautela, a Agritech, pioneira na fabricação de equipamentos voltados à agricultura familiar, inicia o ano com perspectiva mais acelerada e projeta alta de 10% nas vendas de tratores destinados às pequenas propriedades. A expectativa está apoiada no aumento da mecanização entre produtores familiares, favorecida pelo acesso ao crédito rural.

O desempenho segue sustentado pela ampliação do portfólio, que reúne mais de 49 versões do modelo 1155, principal produto da empresa, além do lançamento do trator 1185 Fruteiro, projetado para atender às demandas específicas da fruticultura, combinando potência e dimensões compactas.

No segmento de microtratores da Agritech, as vendas cresceram 96% no ano passado, refletindo a busca do produtor por soluções de mecanização com menor custo e maior eficiência operacional.

De acordo com o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, o acesso ao crédito tem papel central nesse desempenho.

“A linha Pronaf Mais Alimentos, com juros de 2,5% ao ano e financiamento de até R$ 100 mil, tem sido decisiva para viabilizar a compra de tratores e microtratores por agricultores familiares”, afirma.

O executivo acrescenta que o Plano Safra 2025/2026, com previsão de liberar 63% dos recursos no primeiro semestre de 2026, traz previsibilidade ao produtor rural, especialmente em culturas como café, frutas e hortifrúti, favorecendo o planejamento de investimentos em mecanização.

“A taxa de juros, os custos de produção mais altos e a falta de perspectiva de valorização das commodities reduzem o ritmo da mecanização no campo. O cenário eleitoral em 2026 também contribui para a cautela do setor. Ainda assim, a Agritech mantém projeções positivas para suas vendas deste ano”, conclui Oliveira.

 

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Empresas

Cargill inaugura fábrica de suplementos para bovinos em Mato Grosso

Por Redação 26/02/2026
Escrito por Redação

Cargill inaugura fábrica de suplementos para bovinos em Mato Grosso

A Cargill inaugurou nesta quarta-feira (25) uma nova unidade de produção de suplementos para alimentação de bovinos em Primavera do Leste (MT). A planta terá capacidade para produzir até 150 mil toneladas por ano, atendendo tanto sistemas de criação a pasto quanto confinamentos. O valor do investimento não foi divulgado.

Com a nova estrutura, a empresa passa a contar com nove plantas de nutrição animal no Brasil, sendo duas dedicadas à produção de suplementos e sais minerais.

A instalação no Mato Grosso deve gerar uma redução de até R$ 600 por tonelada nos custos logísticos para atendimento da região, que até então era suprida pela unidade de Goianira (GO).

Com a reorganização operacional, a planta de Goianira passará a focar os mercados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará, enquanto que a nova unidade de atenderá Mato Grosso, Rondônia e Acre.

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26/02/2026 0 Comentários
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Acordo Mercosul-União Europeia prevê cotas específicas para o setor sucroenergético
Mercado

Acordo Mercosul-União Europeia prevê cotas específicas para o setor sucroenergético

Por Redação 25/02/2026
Escrito por Redação

Acordo Mercosul-União Europeia prevê cotas específicas para o setor sucroenergético

A Comissão Nacional de Cana-de-açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na terça (24), para discutir o novo Zoneamento de Risco Climático (Zarc) da cultura, as perspectivas de mercado de açúcar e etanol para as próximas safras e o plano de ação do colegiado.

O presidente da Comissão, Nelson Perez, o vice, Edilson Maia, e a assessora técnica da CNA Eduarda Lee conduziram os debates. “Esses assuntos são fundamentais para o setor sucroenergético, que deve enfrentar novos desafios esse ano. A comissão tem o papel de acompanhar esses movimentos e trabalhar para que os produtores possam produzir com tranquilidade”, disse Nelson.

O novo Zoneamento de Risco Climático da Cana-de-açúcar, publicado em janeiro de 2026, foi uma das pautas da reunião. O coordenador-geral de Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura, Hugo Rodrigues, e o pesquisador da Embrapa, Santiago Cuadra, esclareceram sobre a atualização e as principais mudanças.

Santiago explicou que o novo estudo foi produzido em duas etapas, sendo a primeira sobre a avaliação de risco de produção de cana e a segunda de avaliação do risco de implantação. No mapeamento e classificação do risco de produção foram considerados o rendimento normalizado; a chuva no período de colheita e período mínimo de colheita/moagem.

O novo Zarc da cana também incluiu a avaliação dos municípios até então com restrição de recebimento de financiamento público pelo Zoneamento Agroecológico da Cana (ZAE). “Várias culturas passaram por uma atualização para aprimoramento e adaptação das regiões. Agora está mais abrangente”, disse Hugo Rodrigues.

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático é uma das estratégias para mitigação de riscos na agricultura e recentemente passou a ser adotado como condição de elegibilidade no crédito rural.

Durante a reunião, o economista da Pecege Consultoria e Projetos, Raphael Delloiagono, apresentou projeções para a safra 2026/27 de cana-de-açúcar e perspectivas de mercado de açúcar e etanol, destacando as condições climáticas e produtividade, componentes de variação da moagem da cana e variação de preços do setor.

Segundo estimativas da consultoria, a produção de açúcar no novo ciclo será de 40,34 milhões de toneladas na região Centro-Sul do país. Já a produção do etanol obtido da cana está projetada em 26,53 bilhões de litros. Em relação aos preços do açúcar, etanol e Açúcar Total Recuperável (ATR), o economista alertou que as projeções indicam queda em relação à safra 25/26.

“O mercado internacional enfrenta excesso de oferta, principalmente devido a recuperação da Índia. O aumento dos estoques tem pressionado o preço para baixo. No Brasil, há ainda o efeito da valorização da taxa de câmbio, o que fez o açúcar em reais por saca também cair. Mesmo no melhor cenário, o valor médio do ATR ainda ficará muito abaixo do registrado nas últimas safras”.

Outro assunto tratado no encontro foi os desdobramentos do acordo Mercosul-União Europeia. A assessora de Relações Internacionais da CNA, Isadora Barbosa, afirmou que foram 25 anos de negociação entre os dois blocos econômicos, que resultou na assinatura em janeiro deste ano. “É o acordo mais amplo já negociado pelo Mercosul e que vai impactar 780 milhões de consumidores de ambos os lados”.

Isadora disse que para o setor sucroenergético, o acordo prevê abertura de cotas específicas. No caso do etanol, a União Europeia concederá cota de 450 mil toneladas por ano com tarifa zero para uso industrial e de 200 mil toneladas anuais com tarifa reduzida para etanol destinado a combustível. As condições tarifárias dentro dessas cotas passam a valer a partir da entrada em vigor do acordo.

Em relação ao açúcar, o bloco europeu abrirá cota de 180 mil toneladas por ano com tarifa zero, benefício que também começa a valer no primeiro dia de vigência. Apesar dos avanços, não se trata de uma abertura total do mercado europeu, já que o acesso é limitado a volumes específicos. “Só passa a valer quando o acordo for ratificado pela União Europeia e pelo Mercosul”.

O colegiado também abordou os temas prioritários a serem trabalhos durante o ano, como agroenergia, custos de produção e projetos de lei que impactam o setor.

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25/02/2026 0 Comentários
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Brasil bate recorde na exportação de algodão na safra 2025/2026
Mercado

Plantio da safra atual de algodão atinge 97,4% da área prevista, diz Abrapa

Por Redação 25/02/2026
Escrito por Redação


Plantio da safra atual de algodão atinge 97,4% da área prevista, diz Abrapa

Até 12 de fevereiro de 2026, 97,4% da área projetada para a nova safra já havia sido semeada no país, segundo levantamento da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa). Restam áreas pontuais a serem implantadas principalmente na Bahia (4%), Minas Gerais (10%), Piauí (8%) e Mato Grosso (2%). Em Mato Grosso, o ritmo de implantação do algodão de segunda safra ficou acima da média dos últimos cinco anos para o mês de janeiro, segundo dados do IMEA, dentro da janela considerada ideal.

Apesar do bom andamento do plantio, a área cultivada deve reduzir em 5,5% e totalizar 2,05 milhões de hectares na safra 2025/2026. As estimativas estão em atualização e uma nova projeção será apresentada em 9 de março de 2026, durante reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Beneficiamento confirma safra histórica

Enquanto a nova safra avança no campo, o beneficiamento da colheita 2024/2025 entra na fase final. Até meados de fevereiro, 99% do volume colhido já havia passado pelas algodoeiras brasileiras, restando pequenas parcelas no Mato Grosso e na Bahia.

A produção estimada pela Abrapa é recorde, 4,25 milhões de toneladas de algodão, crescimento de 14,8% em relação à safra 2023/2024. O ganho veio tanto da expansão produtiva quanto do aumento da produtividade média, que atingiu 316,8 arrobas de algodão em caroço por hectare, alta de 3,6% frente ao ciclo anterior.

Os números estão alinhados às projeções da Conab, que estima a produção de pluma da safra 2024/2025 em 4,076 milhões de toneladas, avanço de 10% sobre o volume da temporada 2023/2024.

Exportações seguem fortes, com China na liderança

No comércio exterior, o algodão brasileiro mantém desempenho robusto. Entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, o país exportou 1,722 milhão de toneladas, com receita de US$ 2,73 bilhões. A China liderou as compras neste período, importando 480,4 mil toneladas, o equivalente a 28% do total embarcado.

Além da China, chamaram atenção os aumentos das exportações para a Índia e a Turquia, ambas com crescimento próximo de 80 mil toneladas no período. O Vietnã, por outro lado, reduziu significativamente suas compras, com queda de 154,8 mil toneladas no acumulado, configurando o principal destaque negativo.

Para o ano comercial 2025/2026, a Abrapa projeta exportações de 3,2 milhões de toneladas, volume 13% superior ao do ciclo anterior, reforçando o papel do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Estoques sobem e pressionam preços

Mesmo com o crescimento das exportações, o avanço da produção mantém os estoques finais em patamar alto. Com produção estimada em 4,25 milhões de toneladas e embarques projetados em 3,2 milhões, os estoques ao fim de julho de 2025 devem alcançar 835 mil toneladas, alta de 65% em relação à safra passada. A relação estoque/uso deve subir de 14% para 21% até julho de 2026.

Esse cenário tem impacto direto sobre os preços internos. Desde novembro de 2025, o indicador do Cepea vem sendo negociado próximo ao preço mínimo estipulado pelo governo federal, de R$ 114,58 por arroba de pluma. No Mato Grosso, principal polo produtor, os preços médios de janeiro de 2026 ficaram 5,7% abaixo desse patamar.

Mercado internacional aponta maior oferta

No cenário global, o relatório mensal divulgado em 10 de fevereiro de 2026 pelo USDA indica aumento da oferta mundial de algodão na safra 2025/2026. A produção global foi estimada em 26,10 milhões de toneladas, crescimento de 1,1% frente ao ciclo anterior.

Entre os principais produtores, o USDA projeta expansão significativa na China, no Brasil e na Índia, enquanto Austrália, Turquia e Estados Unidos devem registrar retração. O consumo global, por sua vez, foi estimado em 25,85 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo do observado na safra passada.

Com produção maior e consumo mais fraco, os estoques mundiais devem subir para 16,35 milhões de toneladas em 2025/2026, alta de 1,8% na comparação anual, um contexto que reforça a pressão sobre os preços internacionais e exige atenção redobrada dos produtores e da indústria.

 

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25/02/2026 0 Comentários
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Coleta de dados não é suficiente para a semeadura de precisão entregar resultados
Tecnologia

Coleta de dados não é suficiente para a semeadura de precisão entregar resultados

Por Redação 25/02/2026
Escrito por Redação

Coleta de dados não é suficiente para a semeadura de precisão entregar resultados

Com a produção brasileira de grãos estimada pela Conab em 353,4 milhões de toneladas na temporada 2025/26, em uma área de 83,9 milhões de hectares, a margem para erro operacional na semeadura fica menor. Nesse contexto, a discussão sobre agricultura de precisão sai do volume de dados e entra na usabilidade: como transformar informação de campo em regulagem prática, no momento certo. A própria definição técnica mais recente de agricultura de precisão reforça esse ponto: trata-se de uma estratégia de gestão que coleta, processa e analisa dados para apoiar decisões conforme a variabilidade da lavoura, ou seja, dado sem interpretação não fecha o ciclo. A formulação foi revisada em janeiro de 2024 pela International Society of Precision Agriculture (ISPA).

Segundo Maximiliano Cassalha, gerente comercial da Crucianelli Brasil, as plantadeiras, por exemplo, captam em tempo real indicadores como índice de qualidade de semeadura, população, falhas, duplas e desempenho do dosador. “Hoje o desafio já não é gerar dados, mas interpretá-los corretamente. A aplicação útil da telemetria depende de contexto agronômico e capacidade de ajuste durante o trabalho”, informou.

Segundo o especialista, nos equipamentos da marca, esse fluxo é feito por meio de uma plataforma de telemetria, para disponibilizar dados ao produtor e ao consultor técnico. “No desenho operacional descrito, o ganho aparece quando a informação sai do painel e vira ação de campo, por exemplo, correção de velocidade de plantio, distribuição de sementes, população e dosagem de fertilizantes”, explica.

Esse raciocínio é consistente com evidências técnicas de semeadura. Publicação da Embrapa sobre cultivo de milho indica que operar acima da velocidade recomendada eleva falhas e duplas, piora uniformidade de profundidade e reduz população final de plantas.

No cenário internacional, estudos do USDA também mostram que a adoção tecnológica não resolve tudo sozinha. O relatório “Precision Agriculture in the Digital Era” aponta avanço no uso de mapas de produtividade e monitoramento, mas destaca que histórico insuficiente e mapas desatualizados podem levar a uma decisão ruim. Em outras palavras: tecnologia sem governança de dados mantém risco agronômico.

No Brasil, a escala do desafio ajuda a explicar por que “dado acionável” virou tema econômico. O Censo Agro 2017 registrou 1,229 milhão de tratores e forte avanço de mecanização; no mesmo levantamento, 1.430.156 produtores declararam acesso à internet (contra 75 mil em 2006), sinalizando base maior para digitalização no campo.

Mesmo assim, conectividade segue como gargalo para uso contínuo de telemetria. Em 2024, a rede móvel funcionando para internet/telefonia foi reportada em 65,8% dos domicílios rurais (ante 95,3% em áreas urbanas), segundo o IBGE. Na regulação, a Anatel passou a incluir no IBC uma variável específica de cobertura móvel sobre área passível de uso agrícola, reforçando o peso do tema para políticas públicas.

Dentro desse cenário, Cassallha diz que os maiores ganhos aparecem com uso consistente de telemetria e ajuste fino: melhor qualidade de semeadura, maior uniformidade de estande, redução de desperdícios e mais previsibilidade operacional. “Pequenas correções baseadas em dados podem gerar grandes diferenças no resultado final”, destacou.

O próximo passo, é ampliar a combinação entre automação e inteligência artificial para acelerar detecção de desvios e recomendação de ajustes. Para o produtor, a agenda prática é objetiva: menos foco em “ter mais dados” e mais foco em tempo de resposta, qualidade de interpretação e disciplina de regulagem ao longo da operação.

 

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25/02/2026 0 Comentários
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Tecnologia

Embrapa assina acordo de cooperação científica com a Coreia do Sul

Por Redação 24/02/2026
Escrito por Redação
Embrapa assina acordo de cooperação científica com a Coreia do Sul

Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, durante cerimônia de assinatura de atos na Casa Azul (Cheong Wa Dae), em Seul // Foto: Ricardo Stuckert / PR

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, assinou nesta segunda-feira (23) memorando de entendimento com a Rural Development Administration (RDA), agência de pesquisa da Coreia do Sul, com foco em parceria científica e tecnológica nas áreas de agricultura, recursos naturais e desenvolvimento sustentável.

O acordo amplia o intercâmbio relacionado a temas estratégicos, como mudanças climáticas, bioeconomia, biotecnologia, agricultura digital e de precisão, inteligência artificial, sistemas de produção animal e vegetal, segurança alimentar, nutrição, saúde e desenvolvimento rural, além da formação e intercâmbio de recursos humanos. O documento define ainda diretrizes sobre propriedade intelectual, uso e proteção de dados, disseminação de resultados científicos, intercâmbio de material genético, em conformidade com as legislações nacionais, e mecanismos de governança da cooperação.

A iniciativa foi parte da programação da comitiva presidencial brasileira, entre os dias 19 e 24 de fevereiro, à Índia e à Coreia do Sul, em agendas voltadas ao fortalecimento do comércio e de parcerias estratégicas com os dois países. Além da cooperação com a Embrapa, foram firmados com o Brasil mais nove atos envolvendo os ministérios da Agricultura e Pecuária, Saúde, Fazenda, Empreendedorismo e Ciência e Tecnologia, a Anvisa e a Polícia Federal.

Na agenda da viagem, que começou em Nova Déli, na Índia, Silvia participou da inauguração do escritório da ApexBrasil. No dia 21 esteve no Fórum Empresarial Brasil-Índia, cujo objetivo foi consolidar as relações de cooperação e comércio entre os dois países. No evento, promovido pela ApexBrasil, Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ela destacou o papel estratégico da ciência na transformação da agricultura tropical brasileira.

“A pesquisa foi o principal instrumento para destacar o País entre as nações que são referência tecnológica na produção de alimentos, em especial no momento em que o cenário mundial está em total transformação climática e enfrenta desafios relacionados à produtividade com sustentabilidade”, disse.

“A experiência da Embrapa mostra que a pesquisa e a inovação são fundamentais para gerar produtividade com sustentabilidade. Brasil e Índia compartilham desafios e oportunidades e têm muito a avançar juntos na transferência de tecnologia e na construção de uma agricultura mais resiliente”

Segundo a Apex, cerca de 600 empresários indianos e mais de 300 brasileiros se inscreveram no encontro, em que foram identificadas uma média de 400 oportunidades de exportações para o Brasil em setores como minerais, máquinas, alimentos, tecnologias em saúde e energias renováveis, por meio de paineis temáticos, reuniões bilaterais e apresentações sobre áreas prioritárias para investimentos nos dois países.

Intercâmbio de cultivares de cogumelos

Entre as áreas estratégicas previstas com a assinatura do memorando com a Coreia do Sul, Embrapa e RDA está o avanço da fungicultura em regiões tropicais e subtropicais, focando no desenvolvimento de novas linhagens, automação e aproveitamento de resíduos.

O plano de trabalho será executado no Brasil pela equipe do Laboratório de Cultivo de Cogumelos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e prevê o intercâmbio de materiais genéticos e o desenvolvimento de cultivares de cogumelos adaptadas às condições de cultivo do Brasil, sobretudo climáticas, visando maior eficiência produtiva.

Também está previsto o compartilhamento de conhecimento sobre máquinas e sistemas automatizados para a produção de substrato em escala industrial e manejo do cultivo. Haverá ainda pesquisa conjunta para prospecção, isolamento e domesticação de espécies de cogumelos nativos do Brasil com potencial econômico, biotecnológico, medicinal e nutricional.

Outro foco é buscar a transformação do substrato pós-colheita dos cogumelos em insumos biológicos, como fertilizantes e biocontroles, para aplicação na agricultura, pecuária e aquicultura. O memorando prevê ainda programas de treinamento e intercâmbio de pesquisadores e técnicos para transferência de tecnologias.

De acordo com Loeni Ludke Falcao, analista da Embrapa responsável pelo Laboratório de Cultivo de Cogumelos, a assinatura do menorando é uma oportunidade importante para o desenvolvimento da cadeia produtiva de cogumelos no Brasil. “É uma cadeia ainda pequena, mas com crescimento anual e grande potencial, uma vez que agrega muito na busca de alimentação de funcionais, saudáveis e com produçao sustentável.

Por não ser de origem animal e sim fúngica, o cogumelo é uma alternativa para quem não come carne, sendo o desenvolvimento de tecnologias que permitam o aumento do teor proteico desses alimentos uma busca de cientistas pelo mundo. Além disso, tem grande potencial como fonte de matéria-prima para o desenvolvimento de bioinsumos para agricultura e pecuária, assim como de moléculas para a indústria farmacêutica”, analisou.

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