domingo, novembro 8, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
domingo, novembro 8, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Cafeicultor pode renegociar dívida com Banco do Brasil

Por Daniel Santos 24/10/2019
Escrito por Daniel Santos

O Banco do Brasil lançou na terça-feira (22/10) uma medida emergencial para renegociação e prorrogação de dívidas de produtores de café, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que havia apresentado o pedido junto com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e a Frente Parlamentar do Café. Pela proposta, o produtor poderá prorrogar o débito em até cinco anos – a primeira parcela pode ser paga em 2021.

“A diferença, no entanto, é o caráter emergencial, que garante a manutenção das taxas de juros contratuais”, diz a CNA em nota.Segundo informações do Banco do Brasil, essa linha não anulará a linha de crédito de renegociação do Banco do Brasil já disponibilizada, com prazo de até 12 anos, incluindo até 3 anos de carência.

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

MS recebe primeiro evento internacional sobre adoção de tecnologias agrícolas

Por Daniel Santos 24/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Facilidade de uso, utilidade e custos, são fatores determinantes na adoção de tecnologias agropecuárias e foco de algumas discussões que estarão presentes no primeiro Simpósio Internacional em Adoção de Tecnologia Agropecuária. O evento, inédito no Brasil, acontecerá entre os dias 6 e 8 de novembro no Sindicato Rural de Campo Grande (MS), com o objetivo de promover um debate ao redor do tema, a fim de identificar prioridades para o ensino, a pesquisa e a extensão rural.

“Compreender o porquê de o setor primário ainda obter resultados técnico-econômicos tão aquém de seu potencial, apesar do estoque de conhecimento e de soluções tecnológicas já disponíveis, requer uma visão multidisciplinar e métodos adequados para abordar essa complexa questão. As discussões devem suscitar novos olhares e perspectivas sobre a adoção que, normalmente, é vista como resultante de um processo de decisão puramente econômico e racional, o que vem sendo desconstruído pelas pesquisas científicas, a exemplo das premissas da economia comportamental”, reflete Mariana Aragão, pesquisadora da Embrapa e uma das coordenadoras do evento.

Com dinâmica composta por palestras, minicurso, sessão de pôsteres e mesa-redonda, os temas giram ao redor de inovação, impactos da adoção, agricultura 4.0, adoção em sistemas integrados de produção, modelo etnográfico de árvore de decisão, teoria do comportamento planejado, fatores determinantes da adoção, modelagem, dentre outros.

Entre os palestrantes, responsáveis por conduzir os participantes, estão o professor do Instituto de Economia da Unicamp (SP), Antonio Marcio Buainain; a pesquisadora do Scotland´s Rural College (GRB), Luiza Toma; a professora do Departamento de Ciências Humanas, Sociais e Políticas do ETH Zurich (Suíça), Rachael Garrett; a pesquisadora Silvana Ines Giancola do Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária (INTA-Argentina); e os professores André Rozemberg e Matheus Dill, das Universidades Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), além do diretor-executivo de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Cleber Oliveira Soares.

Durante o Simpósio, o público formado por pesquisadores, pós-graduandos, docentes, técnicos e consultores rurais terá a oportunidade de interagir com os palestrantes, nacionais e internacionais. Para a especialista em economia rural, “essa troca de conhecimentos e saberes permitirá a formação de capital humano e deverá ainda contribuir, no longo prazo, para o desenvolvimento de linhas de pesquisas, ações de transferência de tecnologia e políticas públicas capazes de impactarem, efetivamente, o setor primário no Mato Grosso do Sul e em outros estados”.

A pesquisadora da Embrapa está ao lado dos professores José Carlos de Jesus Lopes e João Augusto Rossi Borges das Universidades Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e da Grande Dourados (UFGD), respectivamente, na organização do evento, que tem o apoio do Sindicato Rural, CNPq, Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de MS (Fundect), Fundapam e Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb) e patrocínio da ServSal.


Serviço:
Simpósio Internacional em Adoção de Tecnologia Agropecuária
Data: 6 a 8 de novembro
Local: Sindicato Rural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Informações: cnpgc.adotatecsymp@embrapa.br e www.embrapa.br/gado-de-corte

Fonte: Embrapa Gado de Corte

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Pesquisa confirma novos registros de insetos-praga na cultura da mandioca

Por redação 24/10/2019
Escrito por redação

cuEstudos taxonômicos com percevejo-de-renda, coletados em cultivos de mandioca do Acre, confirmaram o primeiro registro oficial das espécies Vatiga manihotae e Vatiga illudens para o Estado, e Gargaphia opima para o Brasil, associadas à cultura. Encontrados em roçados da Terra Indígena Kaxinawá de Nova Olinda, município de Feijó, esses insetos-pragas atacam as folhas da planta e, em altas populações, podem causar perdas na produção. Publicados no periódico EntomoBrasilis, os resultados contribuem para o aumento do conhecimento sobre a distribuição geográfica dessas espécies no País.

A descoberta é fruto de pesquisas de prospecção de insetos, realizadas com o objetivo de identificar as principais pragas da agricultura indígena e orientar alternativas de controle, por meio do projeto “Etnoconhecimento e Agrobiodiversidade entre os Kaxinawá de Nova Olinda – Fase II”, executado pela Embrapa Acre (Rio Branco) e instituições parceiras, entre 2015 e 2018.  Segundo o pesquisador Rodrigo Santos, coordenador dos estudos, durante os trabalhos de campo foram coletadas diferentes espécies de insetos-pragas nos roçados indígenas, mas três espécies de percevejo–de-renda chamaram a atenção da equipe. “Realizamos a triagem dos insetos capturados e selecionados 21 exemplares para análise. Enviamos esse material conservado em álcool 70% para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), referência em taxonomia de insetos, para identificação das espécies”, afirma.

Identificação e confirmação
O estudo taxonômico para determinar a identificação dos percevejo-de-renda se baseou no uso de chaves dicotômicas que envolvem diferentes parâmetros morfológicos, ou seja, descrições sobre a morfologia externa da ordem, gênero e espécie dos insetos. Esses estudos possibilitam avaliações comparativas e indicam caminhos a serem seguidos no processo. De acordo com a professora da UFRJ, Luci Boa Nova Coelho, embora estes insetos apresentem como característica comum as asas rendilhadas, há grande variação na morfologia das espécies.

“Analisamos o formato do dorso e das asas, posicionamento de antenas e formato do estreitamento do abdômen, onde se localiza o aparelho sexual de machos e fêmeas, entre outras características da composição estrutural corporal, essenciais para a identificação de insetos, comparando com espécies de percevejo-de-renda já descritas na literatura. As análises permitiram confirmar as espécies Vatiga manihotae e Vatiga illudens, pela primeira vez registradas no estado do Acre, e o primeiro registro da espécie Gargaphia opima em território brasileiro”, afirma a entomologista.

Os especialistas também realizaram estudos comparativos com espécies de coleções entomológicas oficiais, mantidas em Universidades e museus do Brasil e outros países, e com imagens de insetos constantes em literatura científica. “O uso de chaves analíticas dicotômicas é um método de identificação de insetos bastante eficiente, mas a variação de caracteres presentes em cada chave e a ausência de informações científicas sobre algumas espécies ainda não reconhecidas pela Ciência, entre outras questões, podem dificultar a análise. Para evitar erros de interpretação, como regra geral, após a identificação, sempre buscamos a confirmação da espécie comparando o exemplar físico com figuras e fotografias de insetos já determinados cientificamente”, explica Santos.

Primeiro registro no Acre
Pesquisas revelam que o gênero Vatiga inclui diferentes espécies de percevejo-de-renda, encontradas na região Neotropical (parte das Américas do Norte, Sul e Central), associadas a diversas plantas do gênero Manihot. As espécies identificadas no Acre já ocorrem em outras localidades no Brasil, associadas à cultura da mandioca. Vatiga illudens foi registrada na Bahia, Mato Grosso do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e Paraná. Vatiga manihotae foi relatada no Amazonas, Pará, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

De acordo com Santos, no contexto da Terra Indígena, essas espécies ocorrem em pequena densidade populacional, devido a especificidades dos sistemas agrícolas adotados como a produção em pequena escala e a implantação dos roçados próximos a áreas de floresta nativa, prática que contribui para a presença de inimigos naturais nos cultivos e funciona como método de controle. Nessas condições, esses insetos-praga não oferecem riscos à cultura, mas precisamos investigar como se comportarão em extensas áreas de monocultivo no estado do Acre”, enfatiza.

Primeiro registro no Brasil
Nativo das Américas, o gênero Gargaphia é encontrado na Colômbia, Equador, Peru e Bolívia, com espécies associadas a culturas de importância econômica como maracujá, feijão-de-porco e quiabo. Até então, apenas a Gargaphia lunulata (Mayr) havia sido registrada no Brasil, relacionada à mandioca. A hipótese dos pesquisadores é que a espécie Gargaphia opima Drake tenha migrado de países vizinhos, em função da proximidade do Acre com as fronteiras boliviana e peruana.

O primeiro registro científico da nova espécie de percevejo-de-renda no Brasil permitirá atualizar a lista oficial de insetos-pragas associados à cultura da mandioca, atribuição de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Essa inclusão no rol de pragas da agricultura do País também respaldará a realização de pesquisas de prospecção para identificar novas áreas de ocorrência do inseto, conhecer aspectos do comportamento populacional e medir os impactos na produção”, diz Santos.

Estratégias de controle
Consumida por quase um milhão de pessoas no mundo, a mandioca tem sido considerada, por organismos internacionais, uma das culturas que podem contribuir para reduzir a fome no planeta. Cultivada em mais de 100 países, serve de alimento para populações rurais e urbanas que consomem a raíz de forma in natura e transformada em farinha, beijus e pães entre outros subprodutos.  Apesar da importância econômica e social, os cultivos mundo afora são susceptíveis a diversas doenças causadas por fungos, bactérias, vírus ou protozoário e a pragas que pode dizimar os plantios, como a lagarta mandarová e as formigas cortadeiras, além de pragas de menor importância econômica como os percevejo-de-renda.

Pesquisa confirma novos registros de insetos-praga na cultura da mandioca

Espécies de percevejo-de-renda Vatiga illudens, Vatiga manihotae e Gargaphia opima, encontradas na Terra Indígena Kaxinawá de Nova Olinda, município de Feijó (AC) – Foto: Rodrigo Santos

Santos explica que esses insetos sugadores são pragas secundárias da cultura, entretanto, por se alimentarem da seiva das folhas, principalmente as mais jovens, retirando parte da clorofila, em níveis populacionais elevados prejudicam o desempenho produtivo dos cultivos. Os danos causados às folhas reduzem a capacidade de fotossíntese da planta, comprometendo a produção de amido (açúcares) e o desenvolvimento das raízes, acarretando prejuízo para os agricultores.

Segundo o pesquisador, a principal estratégia para evitar ataques e minimizar perdas na cultura da mandioca é o monitoramento da população nos mandiocais. Realizar vistorias regulares aos plantios possibilita a adoção de medidas efetivas de controle no momento da constatação dos primeiros focos de insetos, baseadas no uso de produtos e dosagens recomendas pela pesquisa, aspecto que ajuda a preservar insetos benéficos à cultura. “Além disso, gerar informações científicas sobre as espécies identificadas é essencial para a implementação de programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP), seja em nível estadual ou em âmbito nacional”, ressalta.

Fonte: Embrapa Acre

 

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

ZF patrocina Congresso Brasileiro do Mecânico e lança programa de Serviço [pro]Tech

Por Daniel Santos 24/10/2019
Escrito por Daniel Santos

A ZF Aftermarket participa como patrocinadora do 3º Congresso Brasileiro do Mecânico, que acontecerá no dia 26 de outubro, no pavilhão amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo, SP. Além de patrocinar o evento, que é direcionado a mecânicos e reparadores de todo o Brasil, promoverá durante todo o evento uma maratona de conhecimento por meio de um espaço criado para aplicação de atividades exclusivas, além de participar na programação de palestras.

O evento será palco para o lançamento do programa [pro]Tech, que tem como objetivo oferecer um suporte diferenciado para os reparadores com um pacote completo de benefícios, a começar por uma plataforma on-line que terá acesso controlado apenas para os inscritos. Nesse portal, os mecânicos poderão acessar inúmeros materiais e vídeos técnicos com instruções de montagens detalhadas das peças das marcas ZF, Sachs e TRW para a linha leve, tanto de veículos nacionais como de importados.

O programa ainda oferecerá aos inscritos atendimento dedicado, telefônico e presencial, assim como participação em eventos regionais exclusivos, com palestras relacionadas às novas tecnologias e aos produtos que demandem maior atenção, cuidado e conhecimento técnico no momento da aplicação.

O [pro]Tech será lançado com dois modelos: Start e Plus. “A ideia é oferecer ao reparador um suporte contínuo, uma vez que a ZF já lançou o Programa Amigo Bom de Peça, onde disponibiliza vídeos explicativos. Com o [pro] Tech Start buscamos complementar sua experiência, por meio de material técnico mais detalhado, palestras e contatos dedicados. Para os parceiros que querem um nível ainda maior de conhecimento e exclusividade, disponibilizaremos o [pro]Tech Plus, que incluirá, além das vantagens do pacote Start, dois treinamentos práticos por ano, suporte técnico presencial e visitas à fábrica”, detalha Fernando Martins Rodrigues, gerente sênior de serviços da ZF Aftermarket.

Além do lançamento do programa [pro]Tech, a ZF Aftermarket preparou diversas ações em seu estande. Os participantes poderão se divertir em uma máquina de Pinball e ganhar descontos para inscrição no [pro]Tech. Os mecânicos cadastrados e os novos cadastrados no programa Amigo Bom de Peça terão uma recepção especial, com variadas atividades e terão acesso a uma “Vending Machine” para retirada de brindes grátis. A ZF também fará uma promoção para os consumidores que comprarem na loja oficial da marca no Mercado Livre. Os mecânicos compradores da plataforma de vendas poderão retirar prêmios no estande da marca durante o Congresso, para isso, devem levar a nota fiscal de compra dos amortecedores TRW.

Palestra
Peter Herbsthofer, representante de Serviço Técnico da ZF Aftermarket palestrará sobre “Câmbios Automatizados para Pesados”. A apresentação acontecerá no Auditório A, a partir das 14h30. Herbsthofer é Engenheiro Eletricista, graduado pela Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS), responsável na ZF pelos treinamentos técnicos de transmissões de veículos comerciais, desenvolvimento de apresentações e ferramental específico e suporte à rede de concessionárias. O especialista também já exerceu o cargo de Instrutor Técnico na ZF Friedrichshafen AG, na Alemanha, e de Engenheiro de Aplicação, na ZF do Brasil.

Herbsthofer abordará os diferenciais e benefícios da transmissão automatizada, que tem a função básica de tirar do motorista a atividade mecânica de “trocar de marcha” (alterar a relação de redução a ser transmitida do motor ao eixo).  Ele explica que na transmissão automatizada basicamente há uma transmissão de configuração mecânica, que requer uma embreagem convencional para interromper o fluxo de torque e rotação do motor ao eixo enquanto o par ativo de engrenagens da transmissão (que determina a relação de redução) é mudado. Todo o trabalho mecânico de abertura da embreagem, seleção de via, engate da marcha apropriada e fechamento da embreagem, é feito por atuadores em geral pneumáticos, acionados por válvulas eletromagnéticas controladas por um microprocessador (central de comando), que interpreta informações dos vários sistemas de eletrônica embarcada no veículo para definir a melhor “marcha” (relação de redução).

O executivo pontua que a tendência de aplicações de transmissões automatizadas em caminhões pesados, médios e leves já é bem evidente na Europa. As pesquisas revelam que nos países emergentes esse movimento vem ganhando mais força e conquistará uma fatia expressiva nas vendas nas próximas décadas. “Previsões para 2025 apontam que 70% das vendas no Brasil serão de veículos comerciais equipados com transmissões automatizadas. Isto é uma prova de que as empresas de transportes estão cada vez mais adquirindo seus bens pensando no custo total do ciclo de vida do produto, ao invés de somente no investimento de aquisição”.

O evento
Em um espaço com mais de 8 mil m² e capacidade para 4 mil pessoas, o 3º Congresso Brasileiro do Mecânico irá aproximar os mecânicos dos principais fabricantes de veículos, indústria de autopeças e equipamentos e também empresários donos de oficinas.

Nesta edição, o Congresso Brasileiro do Mecânico contará com boxes técnicos, em que as empresas participantes oferecerão palestras e aulas aos mecânicos presentes. A treinamento da ZF será sobre Freios ABS, às 10h, no BOX 1. A aula será realizada com um carro Fiat Argo, e as explicações serão com base em perguntas que mecânicos fizeram no Facebook do Amigo Bom de Peça sobre o assunto.

“A ZF apoia e entende que iniciativas como esta contribuem para o desenvolvimento do setor de Reposição Brasileiro, nas primeiras edições já verificamos um público muito qualificado e interessado por novidades, informações e treinamentos. Por isso temos várias programações preparadas para interagir com os diferentes perfis, oferecendo soluções para mecânicos e entusiastas da manutenção como com o Amigo Bom de Peça e também um suporte completo e profissional para Oficinas com o [pro]Tech. Convidamos a todos para passarem pelo nosso estande e pela “Vending Machine” e verem na prática como a ZF está se diferenciando no suporte e prestação de serviços e também os lançamentos de produtos que completam o extenso portfólio em transmissões, eixos, embreagens, freios, direç&a tilde;o e suspensão com bombas de direção, amortecedores, pastilhas TRW Cotec, e muitos outros” – conclui Fernanda Giacon – gerente de marketing da ZF América do Sul.

O Congresso do Mecânico tem estrutura inovadora, com quatro auditórios onde acontecerão palestras simultâneas. Os participantes podem escolher a qualquer momento o painel de interesse com o uso de fones de ouvidos e, basta trocar o canal e acompanhar o assunto desejado. Além disso, os visitantes têm a chance de esclarecer dúvidas com especialistas sobre assuntos variados e relevantes à profissão ao final de cada palestra.


Serviço

3º Congresso Brasileiro do Mecânico
Data: 26 de outubro de 2019
Horário: 8h às 19h
Local: Expo Center Norte Pavilhão Amarelo
Endereço: Av. Otto Baumgart, 1000 – Vila Guilherme- São Paulo (SP)

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Coluna

Óleos lubrificantes cumprem funções primordiais; entenda algumas especificidades

Por Daniel Santos 24/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Ricardo Ferreira Garcia*

Lubrificar é aplicar uma substância entre duas superfícies em movimento relativo evitando o contato direto entre estas, promovendo diminuição do atrito, e consequentemente do desgaste e da geração de calor. Além disto, tem a função de refrigerar, retirando o calor gerado por contato entre superfícies em movimento relativo, uma vez que o lubrificante representa um meio de transferência de calor. Outra função é limpar e manter limpo motores de combustão interna, pois retira as partículas resultantes do processo de combustão e as mantêm em suspensão no óleo, evitando que se depositem no fundo do cárter e provoquem incrustações. São responsáveis também pela proteção contra a corrosão e desgaste com a presença de aditivos específicos.

Os primeiros lubrificantes eram de origem animal, mas com o passar do tempo, a humanidade foi aperfeiçoando e criando novos inventos, e por necessidade, os lubrificantes foram evoluindo também, passando a ter bases de origem vegetal, mineral e sintética. Os atuais são uma composição de óleos básicos, que podem ser minerais ou sintéticos, com aditivos, e grande parte dos lubrificantes utilizados atualmente é obtida a partir do petróleo ou produzida em usinas de química fina. As matérias-primas com características lubrificantes também são chamadas de bases lubrificantes.

Os lubrificantes são geralmente classificados quanto à sua origem, sendo os principais – orgânico, vegetal, animal, mineral, semissintético e sintético; e quanto ao estado físico – sólido, pastoso, líquido e gasoso.

Para oferecer outras características de desempenho, proteção e aumentar sua vida útil são adicionados aditivos às bases lubrificantes. As principais funções dos aditivos são agir como detergente, dispersante, antioxidante, antiferruginoso, antiespumante, além do controle da viscosidade, ponto de fluidez, resistência a pressões elevadas, neutralização de compostos ácidos formados e formação de depósitos nos componentes internos do motor. Os principais lubrificantes utilizados atualmente no setor agrícola são óleos e graxas lubrificantes.

Os óleos lubrificantes compõem uma grande linha de produtos para o setor de automóveis, motocicletas, caminhões, agricultura e off-road. Entre os principais produtos, estão os óleos para motores, transmissões e sistemas hidráulicos, e são normalmente classificados quando à viscosidade e nível de desempenho.

Classificação quanto à viscosidade – SAE
A viscosidade é definida como a resistência que um fluido oferece ao seu próprio movimento, e é obtida experimentalmente em laboratório, utilizando-se um aparelho chamado viscosímetro. A temperatura do teste deve ser constante, pois a viscosidade é uma propriedade que se altera de acordo com a variação da temperatura. Quanto maior for a temperatura, maior será a facilidade de escoamento.

A classificação utilizada pela Society of Automotive Engineers (SAE) tem um critério de classificação que teve aceitação generalizada pelos fabricantes de veículos e de lubrificantes e divide os lubrificantes em dois grupos – inverno e verão.

Grau de inverno
São óleos que possibilitam uma fácil e rápida movimentação, tanto do mecanismo quanto do próprio óleo, mesmo em condições de frio rigoroso ou na partida a frio do motor, e cuja viscosidade é medida a baixas temperaturas, de 0oC a 10oC, e tem a letra W (winter, inverno em inglês) acompanhando o número de classificação. Os testes para óleos de grau de inverno levam em consideração a resistência que o produto oferecerá na partida a frio do motor e a facilidade de bombeamento e circulação em baixas temperaturas. Os principais grupos são 0W, 5W, 10W, 15W, 20W e 25W, sendo o de menor grau o menos viscoso.

Grau de verão
São óleos que trabalham em altas temperaturas, sem o rompimento de sua película lubrificante, pois quanto mais quente o óleo, menos viscoso ele se apresenta. Os óleos de grau de verão têm, portanto, sua viscosidade medida a altas temperaturas. Os testes dos óleos de grau de verão verificam a operabilidade do lubrificante em altas temperaturas, ou seja, a sua capacidade de oferecer proteção em regimes extremos. Os principais grupos são 20, 30, 40 e 50.

Óleos multiviscosos
Existem óleos que, ao mesmo tempo, atendem às duas exigências – grau inverno e verão. É o caso dos óleos multiviscosos, cuja classificação reúne graus de óleos de inverno e de verão. Por exemplo, um óleo SAE 20W/50 mantém a viscosidade adequada, tanto em baixas temperaturas, se comportando como um óleo SAE 20W, facilitando a partida a frio, quanto em altas temperaturas, se comportando como um óleo SAE 50, garantindo uma perfeita lubrificação.

Os óleos multiviscosos são os preferidos pela indústria de veículos, pois apresentam o melhor desempenho em diferentes condições de temperatura de funcionamento, com tendência a óleos SAE 5W30, 5W40, 10W30, 10W40 e 15W40 para motores mais modernos, e SAE 20W50 e 25W50 para veículos com mais de 100.000 km de uso ou utilizados continuamente.

Classificação dos óleos lubrificantes quanto ao nível de desempenho
A classificação da American Petroleum Institute (API) está relacionada ao nível de desempenho do lubrificante. É a avaliação da qualidade da proteção fornecida pelo lubrificante ao mecanismo que está sendo lubrificado.

No caso de lubrificantes, o instituto API estabelece os parâmetros de desempenho através de uma sequência de testes complexos e específicos de acordo com metodologias padronizadas. Atualmente, é a mais utilizada em conjunto com a SAE para motores e transmissões. A classificação API para óleos de motor abrange dois grupos – motores otto e diesel.

Motores Otto – gasolina, álcool e GNV
Esta classificação é identificada pela letra S, de spark (faísca). Dentro desta classificação, há diferentes níveis de tecnologia, identificados pela adição de uma letra após o “S” que identifica o nível de evolução do lubrificante. O lubrificante mais atual tem a classificação SN PLUS.

SN – Introduzido em outubro de 2010, é projetado para fornecer proteção aprimorada de depósito de alta temperatura para pistões, controle mais rigoroso de carbonização e compatibilidade de vedação, e proporciona economia de combustível aprimorada, proteção do turbo compressor, compatibilidade do sistema de controle de emissões e proteção de motores que operam com combustíveis que contêm etanol até E85. Em maio de 2018, A API começou a licenciar óleos com a classificação SN PLUS.

SM – Ainda utilizado em motores até 2010.
SL – Ainda utilizado em motores até 2004.
SJ – Ainda utilizado em motores até 2001.
SH, SG, SF, SE, SD, SC, SB e SA – Não são adequados para uso na maioria dos motores automotivos atuais de ciclo otto. Podem não fornecer proteção adequada contra o acúmulo de carbonização, oxidação ou desgaste do motor. Estes lubrificantes são considerados obsoletos.

Motores diesel
Esta classificação é identificada pela letra C, de commercial (linha comercial ou frotas), ou compression (compressão). Dentro deste grupo, também há diferentes níveis de tecnologia, identificados pela adição de uma letra após o C.

CK-4 – Essa categoria de serviço descreve os óleos para uso em motores a diesel de ciclo de quatro tempos de alta rotação. Foram projetados para atender aos padrões de emissão de descarga de veículos rodoviários de 2017 e anteriores, bem como da norma Tier 4, de veículos fora de estrada. São formulados para uso em todas as aplicações de combustíveis diesel com teor de enxofre de até 500 ppm. No entanto, o uso desses óleos com mais de 15 ppm de enxofre pode afetar a durabilidade do sistema de pós-tratamento de exaustão e/ou o intervalo de drenagem do óleo. Esses óleos são especialmente eficazes para manter a durabilidade do sistema de controle de emissões, onde são usados filtros de partículas e outros sistemas avançados de pós-tratamento, e são projetados para fornecer proteção aprimorada contra sua oxidação, perda de viscosidade, além de proteção contra desativação do catalisador, bloqueio de filtro de partículas, desgaste do motor, depósitos de pistão, degradação das propriedades de baixa e alta temperatura. Os óleos API CK-4 excedem os critérios de desempenho dos CJ-4, CI-4 com CI-4 PLUS, CI-4 e CH-4 e podem lubrificar efetivamente os motores que exigem essas categorias de serviço. Ao usar óleo CK-4, com mais de 15 ppm de combustível de enxofre, deve-se consultar o fabricante do motor para obter recomendações sobre intervalos de manutenção.

CJ-4 – Atende as mesmas características do API CK-4, porém para veículos até o ano de 2010 e anteriores. Os óleos API CJ-4 excedem os critérios de desempenho da API CI-4 com CI-4 PLUS, CI-4, CH-4, CG-4 e CF-4 e podem lubrificar efetivamente os motores que exigem essas classificações. Ao usar óleo CJ-4 com mais de 15 ppm de combustível de enxofre, deve-se consultar o fabricante.

CI-4 – Introduzido em 2002, são para motores de alta rotação e quatro tempos e projetados para atender aos padrões de emissão de descarga de 2004. São formulados para manter a durabilidade do motor onde é usada a recirculação dos gases de escape e destinam-se ao uso com diesel combustíveis com teor de enxofre até 0,5% em peso. Podem ser usados no lugar dos óleos CD, CE, CF-4, CG-4 e CH-4. Alguns óleos CI-4 também podem se qualificar para a designação CI-4 PLUS.

CH-4 – Introduzido em 1998, são para motores de alta rotação e quatro tempos, projetados para atender aos padrões de emissão de escape de 1998. Os óleos CH-4 são compostos especificamente para uso com combustíveis diesel com teor de enxofre de até 0,5% em peso. Podem ser usados no lugar dos óleos CD, CE, CF-4 e CG-4.

CG-4, CF-4, CF-2, CF, CE, CD-II, CD, CC, CB e CA – Não são adequados para uso na maioria dos motores automotivos atuais de ciclo Diesel, são considerados obsoletos.

A API também classifica óleos lubrificantes de engrenagens. A classificação é identificada pelas letras GL, de gear lubrificant (lubrificantes de engrenagens) com a adição de um número que corresponde ao nível de tecnologia. As designações de serviço que estão em uso atualmente são:

GL-5 – Lubrificantes destinados a engrenagens, particularmente hipóides, em eixos que operam sob várias combinações de alta rotação com variação de carga, e condições de baixa rotação com alto torque. Os requisitos de atrito para os eixos equipados com diferenciais de deslizamento limitado são normalmente definidos pelo fabricante do eixo.

GL-4 – Lubrificantes destinados a eixos com engrenagens cônicas em espiral operando sob pressão moderada a condições severas de rotação e carga, ou eixos com engrenagens hipóides operando sob condições moderadas de rotação e carga. Os eixos equipados com diferenciais de deslizamento limitado possuem requisitos adicionais de fricção normalmente definido pelo fabricante do eixo.

As designações de serviço GL-6, GL-3, GL2 e GL-1 não estão em uso atualmente.

Durante a manutenção do motor, caixa de transmissão, sistema hidráulico, redução final, outro item do automóvel ou máquina agrícola, a consulta ao manual do fabricante é imprescindível, pois a troca da viscosidade e tipo de serviço do lubrificante pode acarretar em perda de garantia e danos irreversíveis, como desgaste de pistões, anéis, casquilhos, eixos e engrenagens, mancais e cilindros, entre outros.

Graxas lubrificantes
Na maioria das vezes, as graxas são usadas quando as condições de projetos requerem um lubrificante sólido ou semissólido, com características de desempenho similares ao dos óleos lubrificantes.

Para cada aplicação específica, uma combinação adequada de espessantes, óleos e aditivos, quimicamente estabilizados, permite lubrificação eficaz, com menores custos de manutenção.

A graxa é a mistura de um óleo lubrificante, geralmente mineral, com um engrossador, geralmente um sabão metálico, e em certos casos mais um aditivo. O sabão metálico, de 3 a 40% em massa, aumenta a resistência ao calor, à umidade, à força centrífuga e ao desgaste. As graxas são mais usadas em temperaturas menores que 90oC, em pontos com baixa velocidade e vedação imperfeita e devem possuir boa adesividade e resistência ao trabalho.

Classificação de graxas lubrificantes – NLGI
A classificação NGLI é realizada quanto ao grau de consistência das graxas lubrificantes, que é a resistência que se opõe à deformação sob a aplicação de uma força, e é determinada pelo grau National Lubricating Grease Institute (NLGI). As graxas menos consistentes do que zero são chamadas semifluidas, as mais resistentes do que seis, são de bloco.

Tipos de constituintes das graxas lubrificantes
As graxas mais comuns utilizadas são de sabão metálico e são de grau NLGI 2. São constituídas de óleos minerais puros e sabões metálicos, resultado da mistura de um óleo graxo e uma base metálica, como cálcio, sódio e lítio. Como os óleos, estas graxas podem ser aditivadas para alcançar características específicas.

As graxas de lítio são também denominadas de múltiplas aplicações (multipurpose). São recomendadas para temperaturas variáveis entre -10°C e 150°C e em presença de umidade, mistura com a água sem perder qualidades lubrificantes. Sua ótima bombeabilidade facilita seu uso em pistolas graxeiras e sistemas de lubrificação. São usadas tanto no campo automotivo, industrial, como na lubrificação de mancais de buchas e rolamentos, pinos e chassis e em todas as máquinas e veículos sujeitos à umidade, à poeira, ao calor e ao choque. Podem substituir as graxas de cálcio e de sódio em suas aplicações, e possuem ótimo comportamento em sistemas centralizados de lubrificação.

As graxas de cálcio são destinadas a lubrificação de máquinas em locais úmidos em virtude de ser insolúvel em presença de água e umidade. Apresentam a propriedade de engrossar quando contaminadas com água. Suportam até 75oC e seu ponto de gota varia de 72 a 99oC. Devido ao fato de a maioria das graxas de cálcio conter 1% a 2% de água em sua formulação, e como a evaporação desta água promove a decomposição da graxa, elas não são indicadas para aplicações com temperaturas acima de 60ºC (rolamentos, por exemplo). As maiores aplicações das graxas de cálcio são na lubrificação de mancais planos, chassis de veículos e bombas de água. Os mancais devem ter velocidade e temperaturas moderadas.

As graxas de sódio possuem uma textura que varia de fina até fibrosa. Resistem a altas temperaturas, até 180oC, e seu ponto de gota varia de 135 a 180oC, sendo, porém, solúveis em água. Suas maiores aplicações são os mancais de rolamentos e as juntas universais, desde que não haja presença de água.

* Ricardo Ferreira Garcia é doutor em Engenharia Agrícola e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Manutenção

Cuidados com manutenção devem ser tomados antes mesmo da aquisição do maquinário

Por Daniel Santos 24/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Joel S. Alves *

O engenheiro aeronáutico norte-americano Joe Sutter sintetizou muito bem os paradoxos relacionados à necessidade de manutenção. Ele diz: “Quando tudo vai bem, ninguém se lembra de que ela existe. Quando algo vai mal, dizem que não existe. Quando é para gastar, acham que não é preciso existir. Porém, quando não existe, todos concordam que deveria existir.” No dia a dia presencio constantemente essa situação e me lembro do resumo feito por Sutter.

Máquinas agrícolas, assim como os aviões, não são descartáveis a ponto de serem usadas por um curto período e depois dispensadas. Sendo assim, necessitam de manutenção para continuarem a executar os serviços para os quais foram concebidas. E a manutenção tem início na aquisição da máquina.

[private]

Frequentemente, sou abordado com questões do tipo: “qual marca ou modelo dá menos manutenção?”, “qual tem menor custo de manutenção?” ou “qual é de mais fácil manutenção?”. Também perguntam: “quais máquinas os mecânicos conhecem melhor?”. E agora, Joe? Com tranquilidade e paciência é possível respondê-las.

Primeiramente, é necessário tempo e domínio de informações técnicas para ajustar a resposta à realidade de cada caso e, acima de tudo, não se deixar contaminar por influências das propagandas. Também deve-se evitar opiniões emotivas, pois temos preferências e carregamos idiossincrasias pessoais. Eis que ruminando todas essas nuances me atrevo a dar algumas orientações.

Todas as máquinas são construídas para determinado serviço. Não existe máquina para fazer tudo, por mais multifuncional que seja. Adequar a máquina às necessidades dos serviços, ou vice-versa, é a premissa básica – do contrário não há manutenção que resista.

O produtor deve conhecer bem o que deve ser feito pelo maquinário em sua propriedade, tendo pleno domínio de quais serviços serão executados. Isso não é tarefa difícil: alguns necessitam buscar orientação de técnicos especialistas, abastecendo-se de informações.

Pessoal capacitado
Antes de escolher a máquina é importante identificar pessoas treinadas e qualificadas para a operação e manutenção. Já constatei casos de máquinas paradas por falta de operador e por indisponibilidade de pessoas qualificadas a executar a manutenção. Vivenciamos um contraste entre pessoas desempregadas e falta de pessoal apto a determinados serviços, como operação e manutenção de máquinas agrícolas.

De nada adianta equipamentos avançados sem pessoas preparadas a fazê-los produzir. É uma realidade que já presenciamos: o proprietário adquiriu duas colheitadeiras novas, investiu em treinamento para três colaboradores e apenas um teve condições de operar o equipamento. Conclusão: máquina pronta, colheita esperando e ninguém para colocar o equipamento em ação.

Serviço a ser feito, pessoal qualificado… E agora? Escolha da máquina. Marca, modelo, recursos tecnológicos. E a manutenção? Nem sempre lembrada que existe, mas quando não existe aí sim, engenheiro Joe! Não basta ter máquina excelente, com todos os recursos que a tecnologia oferece, sem dispor de um bom pós-venda, onde entra manutenção, peças e gente capacitada. A escolha, portanto, deve levar em consideração o pós-venda. Esse requisito deve ser pesquisado dentro da realidade nas proximidades da propriedade. Constatar se há oficina credenciada com peças em estoque e pessoal preparado para a execução dos serviços. Também é importante verificar a disponibilidade de oficinas independentes preparadas para serviços de manutenção, por vezes, essas oficinas possuem estruturas superiores às das revendas autorizadas, sendo que há casos de revendas que terceirizam para tais oficinas. Portanto, é uma opção a considerar, mas é necessária uma verificação bem acurada e in loco.

Aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo, na parte sul do Estado há forte presença de uma determinada marca de máquinas agrícolas e que presta excelentes serviços de pós-venda. No entanto, na região central do Estado a realidade é outra, pois a mesma marca deixa a desejar no pós-venda, enquanto outra possui presença marcante junto às propriedades rurais. Fato semelhante também acontece entre as regiões das missões e a fronteira oeste, porém envolvendo outras marcas de maquinários. Somente aqui no Rio Grande do Sul há, no mínimo, quatro situações diferenciadas e bem marcantes nos serviços de pós-venda e assistência técnica, tanto na rede de autorizadas quanto nos serviços de oficinas independentes. Portanto, é necessário conhecer a realidade de cada local, mantendo os pés firmes no chão. Saber o que realmente é necessário.

Agora é a vez de a propriedade preparar-se para receber a máquina escolhida. Máquina nova requer local adequado, o ideal seria dispor também de galpão novo, ferramentas novas, bancadas novas.., mas aí é pedir demais. Gastar? Não é preciso, amigo Joe! Então, pelo menos galpão remodelado, limpo, com piso de cimento e fechado. Sim, para proteger o equipamento das intempéries.

Lição aprendida
Lembro de um proprietário que adquiriu uma colheitadeira no meio da colheita de verão e a utilizou pouco. Depois se envolveu com armazenagem e comercialização e a máquina foi recolhida para um galpão antigo e aberto, apenas com cobertura e dois lados fechados. Passou o inverno em tais condições. Quando houve necessidade de pô-la em funcionamento, deu problema. Máquina nova dotada de tecnologia eletrônica sofreu interferência de umidade junto aos conectores e cablagem (mesmo sendo blindados) e mais no sistema de combustível,  pois a variação térmica associada a umidade do ar penetra nos dispositivos, e não foi possível fazer funcionar. Ele chama a assistência técnica…

Serviços, peças contaminadas, limpeza e descontaminação, alguma substituídas, testes de diagnósticos, deslocamento das equipes de manutenção. Palavras do proprietário: “encostou aos 20 mil, mas que barbaridade tche!”. A duras penas aprendeu a lição. Fim de safra: manutenção preventiva geral na máquina e guardá-la em local adequado. E mais: colocar o equipamento para funcionar ao menos uma vez por mês. Funcionar e pôr para deslocar-se com acionamento de todos os recursos e comandos disponíveis. Pelo menos por uma hora (no mínimo!).

Por fim destacamos os aspectos da qualificação e preparo das equipes de manutenção e operação. As máquinas atuais exigem cuidados diversos entre si e entre as mais antigas. É importante seguir as recomendações dos manuais dos fabricantes. São novos procedimentos e novas rotinas de oficina e de operação, que, se comparadas ao maquinário mais antigo, requerem mudanças comportamentais – isso exige cautela, muito treinamento e orientação. Durante muitos anos convivemos com poucos modelos de máquinas e as quais eram bastante semelhantes. Esse fato que mudou muito recentemente. Muitas vezes, um procedimento operacional aceito em uma determinada máquina não é recomendado para outra. Então: muito treinamento e orientação correta, observando os procedimentos recomendados pelos fabricantes.

Nas rotinas de oficina também há mudanças significativas. Além do ferramental tradicional são necessários computadores com softwares especiais, equipamentos de diagnóstico, bancadas eletrônicas de teste, ferramentas específicas para remoção e instalação de componentes. Um cenário diferente da antiga oficina empoeirada e com sujeiras de óleos e graxas.

Agora o ambiente tem que ser limpo e sem contaminação, do contrário os componentes eletrônicos sofrem alterações e deixam de funcionar corretamente, acarretando maiores custos. Os serviços com resíduos de óleos e graxas ainda se fazem presentes, mas requerem cuidados e rápida remoção para coleta adequada.

Estamos diante de uma nova realidade. Lembro-me de uma velha oficina de um amigo de infância, onde na entrada ele fixou um aviso com os seguintes dizeres: “O difícil já está pronto; o impossível demora um pouco; e milagre a gente também faz.” A época de milagres passou, agora é muito conhecimento, informação e trabalho conectado aos manuais técnicos e redes de apoio. Para tal, exige-se pessoas treinadas e qualificadas. Aquele mecânico coberto de graxa e com macacão sujo faz parte do passado, hoje é o mecatrônico ou são equipes multifuncionais em volta da máquina. Os serviços são mais rápidos, desde que executados de acordo com o recomendado e com ferramental adequado.

Gestores de máquinas
O produtor rural que antes dispunha de alguns operadores que também executavam os principais serviços de manutenção o que deve fazer agora? Meu amigo Joe: “é preciso que exista manutenção!”. Quem falou em manutenção?

Cada administrador possui critérios de escolha para manutenção. O importante é reconhecer que ela deve existir para o bom desempenho do maquinário. Pode ser inteiramente terceirizada, que é uma tendência no momento. Há quem opte por manutenção com equipe própria, pois mantém um controle mais eficiente dos serviços, talvez com um custo um pouco maior. Há ainda a opção mista, com uma equipe de manutenção reduzida, mais focada na preventiva básica, e prestadores de serviços terceirizados para revisões maiores ou eventuais corretivas e emergenciais.

Alguns administradores estão adotando um regime diferenciado, em que um ou dois funcionários assumem a operação e a manutenção preventiva básica da máquina, ou seja, são gestores da máquina. São responsáveis por manter a máquina em plenas condições de funcionamento. Claro que para tal se faz necessário o apoio de um conjunto de ferramental, local apropriado e estoque de peças e fluídos para substituições nas manutenções preventivas, para agilizar a execução dos serviços. É importante destacar o aspecto do estoque, pois, do contrário, haverá tempo ocioso da máquina e do funcionário aguardando a chegada do material.

Destaco tal situação por já ter presenciado. Simpatizo bastante com essa sistemática de gestores de máquinas, mas é imprescindível pessoas qualificadas em todos os sentidos: técnico-operacional, conhecimento de manutenção e segurança e, acima de tudo, saber trabalhar em equipe e possuir comportamento ético profissional correto, pois exige-se mais responsabilidade. A ética profissional, na conjuntura atual, parece algo escasso, mas é possível encontrar.

 

*Joel S. Alves é instrutor de Operação e Manutenção  de Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviárias

[/private]

 

 

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Soesp promove 2º Encontro sobre uso do sistema ILPF para produtores

Por Daniel Santos 24/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Evento acontecerá dia 4 de novembro em Presidente Prudente-SP em parceria com a Rede ILPF

A Sementes Oeste Paulista – SOESP promove no dia 4 de novembro, em Presidente Prudente, no interior paulista, o 2º Encontro sobre integração lavoura-pecuária- floresta (ILPF). O evento será realizado a partir das 19 horas no auditório do Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) em parceria com a Rede ILPF.

O objetivo do encontro é promover o potencial desta tecnologia junto aos produtores da região. Nesta edição, o formato permitirá que o público conheça do início ao fim como é o planejamento da ILPF, além de entender como obter recursos financeiros, e ver quem já está à frente com essa estratégia de produção, através de um caso de sucesso.

Na ocasião os participantes vão receber informações em três palestras. A primeira será sobre “Como implantar a ILPF e aumentar a produtividade e rentabilidade em sua propriedade”, com Renato Watanabe da Cocamar Cooperativa Agroindustrial. Em seguida palestrará André Camargo do banco Bradesco com o tema “Como obter recursos financeiros” e por último o caso de sucesso com o produtor Igor Uehara.

As inscrições para participar do encontro são limitadas e gratuitas. Elas devem ser feitas pelo link: bit.ly/2encontroilpf ou pelo Whatsapp, número (18) 99608-4789. “Todos os agricultores e pecuaristas da região estão convidados para este encontro. A ILPF é a oportunidade de agregar mais valor à sua atividade, e o evento vai mostrar como produzir mais e preservar através dessa estratégia”, destaca Felipe Parron, analista de marketing da SOESP.

Rede ILPF
A Associação Rede ILPF é uma associação formada pelo Bradesco, Ceptis, Cocamar, John Deere, Premix, SOESP, Syngenta e Embrapa, que objetiva acelerar a adoção das tecnologias de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) por produtores rurais, visando à intensificação sustentável da agricultura brasileira.

A SOESP acredita que produzir e preservar é possível e por isto, junto com a Rede ILPF, apoia dezenas de Unidades de Referência Tecnológica distribuídas em todos os biomas brasileiros e que envolvem a participação de mais de 20 Unidades de Pesquisa da Embrapa.“ A valorização do homem, a sustentabilidade e a viabilidade econômica, são as propostas oferecidas pela ILPF, além de garantir a qualidade ambiental pela produção sustentável, integrando e cultivando de forma consorciada, em sucessão ou rotacionada, sem a derrubada de florestas nativas e de forma que haja benefício mútuo para todas as atividades”, finaliza Andrea Bastos, supervisora de marketing da SOESP.

24/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

MAHLE – FILTRO CLEANLINE

Por redação 11/10/2019
Escrito por redação

FILTRO CLEANLINE:
CONCEITO INOVADOR, COM RESULTADOS COMPROVADOS. 

A SOLUÇÃO PARA UMA AMEAÇA CONSTANTE

O óleo diesel tem uma tendência natural de absorver água, e no Brasil essa tendência é ampliada ainda mais pela mistura com biodiesel e seu aumento percentual durante os últimos anos. Quanto maior a absorção de água, maior a sua quantidade presente no combustível e mais difícil é o processo de filtração.

A água no diesel precisa ser removida, já que causa degradação dos componentes do sistema de injeção. Assim, bombas de combustível, bicos injetores, válvulas e componentes do sistema de alimentação sofrem degradação com a presença da água no combustível.

Para agravar ainda mais esse quadro, a presença de água no diesel contribui para a proliferação de contaminantes microbiológicos. Quando a água não é retirada e o diesel permanece em repouso, agentes microbiológicos encontram as condições ideais para crescerem rapidamente, obstruindo o sistema de filtração e causando problemas para os usuários finais.

Por todo o mundo, a marca MAHLE é sinônimo de altíssima qualidade em equipamentos originais e para o mercado de reposição.Considerando componentes de motor, filtros, gerenciamento térmico, motores de partida e alternadores, equipamentos de oficina e peças de reposição. Pensando em responder ao desafio do setor automotivo de filtrar a presença de água no óleo diesel, a MAHLE Metal Leve criou um novo conceito de filtragem: o Filtro BLINDAGUA.

O produto foi especialmente desenvolvido pelo Centro Tecnológico da MAHLE em Jundiaí (SP), e é o único no mercado com duplo estágio de filtração de água no diesel. Os resultados são surpreendentes em comparação com os sistemas convencionais. Tão surpreendentes que o produto já é comercializado globalmente e, nesse processo de internacionalização, o filtro BLINDAGUA ganhou um novo visual e um novo nome epassoua se chamar CleanLine.

SEPARAÇÃO DE ÁGUA MUITO MAIS EFICIENTE

Os sistemas de filtração convencionais operam em um único estágio.
Testes comprovam que quando os filtros são expostos à passagem de combustível com contaminantes, o grau de eficiência de separação de água cai de 96%, para níveis abaixo de 15%.
Visando superar essa limitação, o filtro CleanLine realiza a filtragem em dois estágios.

1º ESTÁGIO – Filtração do contaminante presente no diesel e aglomeração das gotas de água.

2º ESTÁGIO – Separação das gotas de água aglomeradas no primeiro estágio sem a presença do contaminante.

Desse modo, mesmo as minúsculas gotas de água presentes no diesel são separadas pelos dois estágios que trabalham individualmente. Além disso, como o contaminante fica preso no primeiro estágio, a separaçãode água está protegida no segundo estágio, garantindo alta performancedurante toda a vida útil do Filtro CleanLine.

Testes de campo e de laboratório avaliaram e comprovaram como o novo conceito de filtragem em dois estágios é vantajoso em médio e longo prazo: após a condição inicial de filtração, o grau de eficiência do Filtro CleanLine se mostrou superior ao dos sistemas tradicionais. Além da mudança de nome, o visual do FiltroCleanLine foi reformulado para comercialização em outros países.

Outro benefício do produto, é que o filtro é intercambiável e pode ser utilizado em diversas aplicações, ou seja, um único código substituí vários outros filtros e atende a uma grande variedade de modelos de veículos. Isso possibilita a redução de custo e estoque dos nossos clientes, e ainda uma cobertura maior da frota.

Serão duas versões disponíveis no mercado global:

  • dois estágios com copo acoplado;
  • dois estágios com copo removível.

Uma tecnologia 100% brasileira desenvolvida pela MAHLE e que está conquistando novos mercados.

Quer ter muito mais eficiência no sistema de filtração do seu veículo? Peça filtros MAHLE!

11/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Trabalho utiliza sensores para mapear variedade espacial de lavouras de café

Por Daniel Santos 09/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Pesquisa avalia o uso de diferentes sensores para descobrir limitações de regiões que apresentam predisposição para alta ou baixa produtividade de café. O estudo é realizado no programa de pós-graduação em Engenharia de Sistemas Agrícolas, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP).

- Trabalho utiliza sensores para mapear variedade espacial de lavouras de café

A tese do doutorando Maurício Martello, orientada pelo professor José Paulo Molin, foi tema de um dos 10 vídeos selecionados entre os 167 inscritos na primeira edição do Prêmio Vídeo Pós-Graduação USP, que reconhece os melhores vídeos sobre as pesquisas realizadas por alunos de mestrado e doutorado da USP.

“Meu trabalho permite a identificação de novas ferramentas com o potencial para tornar os índices de eficiência produtiva cada vez maiores, atingindo níveis mais elevados de sustentabilidade na produção de café”, disse o doutorando. O trabalho avalia sensores que se dividem em nível terrestre, aéreo e orbital.

As aquisições de dados terrestres permitem estimativa do vigor e da saúde da planta por meio de 14 sensores acoplados num trator agrícola, que permitem obter dados a uma frequência de 5 hertz, ou seja, mais de 250 mil pontos por hora. “Esses sensores já são utilizados em outras culturas, mas no café isso ainda é inédito. A ideia é escanear as linhas das plantas visando identificar sua potencialidade”, explicou o pesquisador.

- Trabalho utiliza sensores para mapear variedade espacial de lavouras de café

Com as imagens obtidas em nível aéreo é possível extrair informações como a altura da planta, diâmetro, volume, vigor vegetativo e índices de vegetação, entre outros. Para isso, são utilizadas câmeras RGB e multiespectral embarcadas em drones. “Além das imagens aéreas, são utilizadas também imagens orbitais, permitindo montar um histórico da área desde a sua implantação até os dias atuais utilizando índices de vegetação”, contou Martello.

Fonte: Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq)

09/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Vídeos

Aplicativo oferece o universo da Esalq na palma das mãos

Por Daniel Santos 09/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Já são mais de 4 bilhões de usuários no mundo e esse número segue crescendo de forma acelerada a medida que a infraestrutura de comunicação é ampliada e melhorada. A importância da internet hoje é inquestionável, e seu impacto na forma de consumir conteúdo e informação não tem precedentes em outros veículos de comunicação.

Na era digital, as ferramentas de mídias digitais são canais importantíssimos para uma estratégia de marketing. São sistemas projetados para possibilitar a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos.

De olho nessa questão e preocupada em ampliar o alcance da informação gerada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), a Divisão de Comunicação (DvComun) elaborou um plano estratégico de presença digital. A partir de agora, essa presença da Esalq será intensificada por meio do remodelamento dos perfis já existentes nas principais redes sociais, como o Facebook, YouTube e Twitter, e a criação de novos perfis em plataformas onde a unidade ainda não se fazia presente, como o Instagram e o LinkedIn.

Além disso, a criação de uma identidade única para emprego em todas elas, a partir do nickname @esalqmidias, reforça essa identidade e facilita a identificação junto aos públicos de interesse. Para gerir tudo isso, o plano prevê ainda as formas de elaboração e disponibilização de conteúdo, respeitando as características de formato, público-alvo, periodicidade e horários de cada plataforma.

Também um aplicativo para dispositivos móveis com conteúdo do boletim EsalqNet foi criado e está à disposição para download gratuito, ampliando o alcance do boletim da Divisão de Comunicação que já é enviado semanalmente via e-mail para a comunidade interna. No app EsalqNet, primeiro projeto desenvolvido internamente pela equipe do Centro de Tecnologia de Informação “Luiz de Queiroz” (CeTI-LQ), são publicadas notícias sobre eventos institucionais, além de informes sobre processos seletivos para estágios, trainees e outras oportunidades de qualificação acadêmica e profissional. (Clique aqui e baixe nosso aplicativo).

Mas o plano não para por aí. Futuramente, estão previstos também a criação e manutenção de transmissões ao vivo, os chamados “lives”, e de podcasts onde assuntos técnicos nos quais a Esalq é referência, serão abordados por especialistas da casa, com participação do público.

Nessa ampliação de plano de comunicação foram envolvidos profissionais da Divisão de Comunicação (DvComun), Centro de Tecnologia de Informação “Luiz de Queiroz” (CeTI-LQ) e Seção de Informática de Esalq (SIESALQ).

Fonte: Esalq

 

09/10/2019 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui