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Notícias

‘Mulheres do Café’ muda a realidade da cafeicultura

Por Daniel Santos 04/10/2019
Escrito por Daniel Santos

“O café especial é um resultado que requer mais do que investimento financeiro. É, principalmente, a mudança de atitude. E mudança acontece mais rápido quando há a participação das mulheres”. A avaliação é da coordenadora do projeto Mulheres do Café e extensionista da Emater, Cíntia Mara Lopes de Souza, feita durante a programação da Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Ficafé), que acontece nesta semana, em Jacarezinho.

O Norte Pioneiro paranaense registra 250 produtoras em 11 municípios, que resultam no faturamento de R$ 10 milhões anuais – levando em consideração que apenas parte da produção é comercializada como café especial.

O projeto Mulheres do Café busca melhorar a qualidade do produto, agregar renda às famílias e valorizar o trabalho feminino. Com a inclusão de novas técnicas e formas de gestão, os cafés especiais produzidos na região conquistaram prêmios e registram aceitação do mercado.

“Quando o café é comprovadamente feminino ele tem mais valor do que um café especial que não tenha a participação das mulheres na produção. Hoje as produtoras deixaram de comercializar o café na região, vendendo a produção especial para os estados do Sul e São Paulo, além do Japão e Austrália”, pontua Cíntia.

De acordo com a produtora Rosana de Azevedo Felet, do município de Carlópolis, a produção melhorou a partir de 2013, quando as técnicas tradicionais que a família aplicava na lavoura de café foram substituídas pela produção de grãos especiais. “Aprendemos muitas técnicas novas, aprimoramos bastante o que a gente fazia, com mais tecnologia também. Com isso tivemos duas vendas muito boas para o Japão e agora a meta é fazer do nosso sítio, modelo de produção de café”, conta.

Discurso similar tem Laura Freitas, do município de Tomazina, que está no projeto desde 2015. “Hoje em dia vender o café comum está cada vez mais difícil. O café especial nos dá mais trabalho, mas também melhora a renda. Estou otimista para o mercado que encontraremos nos próximos anos. Quero conseguir melhorar cada vez mais a qualidade e aumentar a produção”, projeta a produtora, que já exportou sua produção para a Austrália.

Representatividade
A importância do ‘Mulheres do Café’ e da participação feminina na produção em si é tão grande que o segundo dia da Ficafé 2019 tem parte considerável da programação direcionada às mulheres, com workshops e outras atividades específicas que visam aprimorar conhecimentos e estimular mais mulheres no projeto que tem ajudado a melhorar a vida de centenas de famílias.

Odemir Capello, consultor do Sebrae/PR, recorda que a produção de cafés especiais no norte pioneiro teve início após a compreensão de que o mercado já era abastecido de commodities e que para se diferenciar e ampliar a relevância nacional, os produtores locais precisavam se diferenciar.

Ficafé
A Ficafé 2019 é uma realização do Sebrae/PR, Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Acenpp), Cooperativa de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Cocenpp), Indicação de Procedência do Norte Pioneiro do Paraná, com apoio da Prefeitura de Jacarezinho, Governo do Paraná, Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), Instituto Federal do Paraná (IFPR – campus Jacarezinho), Sistema Faep (Senar, Faep e Sindicato Rural), Iapar, IAP, Associação dos Engenheiros e Agrônomos do Norte Pioneiro (AEANP), Adapar, Associação dos Municípios Norte Pioneiro (Amunorpi), Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp), CREA-PR, Emater, Cooperativa Integrada, Fecomércio PR, Sesc, Senac e Museu do Café.

A participação é gratuita. A programação e as atividades podem ser conferidas pelo site www.ficafe.com.br.

Fonte: Tribuna do Vale

04/10/2019 0 Comentários
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Notícias

MAHLE – Filtro CleanLine

Por redação 04/10/2019
Escrito por redação

O óleo diesel tem uma tendência natural de absorver água, e no Brasil essa tendência é ampliada ainda mais pela mistura com biodiesel e seu aumento percentual durante os últimos anos. Quanto maior a absorção de água, maior a sua quantidade presente no combustível e mais difícil é o processo de filtração.

A água no diesel precisa ser removida, já que causa degradação dos componentes do sistema de injeção. Assim, bombas de combustível, bicos injetores, válvulas e componentes do sistema de alimentação sofrem degradação com a presença da água no combustível.

Para agravar ainda mais esse quadro, a presença de água no diesel contribui para a proliferação de contaminantes microbiológicos. Quando a água não é retirada e o diesel permanece em repouso, agentes microbiológicos encontram as condições ideais para crescerem rapidamente, obstruindo o sistema de filtração e causando problemas para os usuários finais.

Por todo o mundo, a marca MAHLE é sinônimo de altíssima qualidade em equipamentos originais e para o mercado de reposição.Considerando componentes de motor, filtros, gerenciamento térmico, motores de partida e alternadores, equipamentos de oficina e peças de reposição. Pensando em responder ao desafio do setor automotivo de filtrar a presença de água no óleo diesel, a MAHLE Metal Leve criou um novo conceito de filtragem: o Filtro BLINDAGUA.

O produto foi desenvolvido pelo Centro Tecnológico da MAHLE em Jundiaí (SP), e é o único no mercado com duplo estágio de filtração de água no diesel. Os resultados são surpreendentes em comparação com os sistemas convencionais. Tão surpreendentes que o produto já é comercializado globalmente e, nesse processo de internacionalização, o filtro BLINDAGUA ganhou um novo visual e um novo nome e passou a se chamar CleanLine

- MAHLE - Filtro CleanLine

SEPARAÇÃO DE ÁGUA MUITO MAIS EFICIENTE

Os sistemas de filtração convencionais operam em um único estágio.
Testes comprovam que quando os filtros são expostos à passagem de combustível com contaminantes, o grau de eficiência de separação de água cai de 96%, para níveis abaixo de 15%.

Visando superar essa limitação, o filtro CleanLine realiza a filtragem em dois estágios.

1º ESTÁGIO – Filtração do contaminante presente no diesel e aglomeração das gotas de água.

2º ESTÁGIO – Separação das gotas de água aglomeradas no primeiro estágio sem a presença do contaminante.

Desse modo, mesmo as minúsculas gotas de água presentes no diesel são separadas pelos dois estágios que trabalham individualmente. Além disso, como o contaminante fica preso no primeiro estágio, a separaçãode água está protegida no segundo estágio, garantindo alta performancedurante toda a vida útil do Filtro CleanLine.

Testes de campo e de laboratório avaliaram e comprovaram como o novo conceito de filtragem em dois estágios é vantajoso em médio e longo prazo: após a condição inicial de filtração, o grau de eficiência do Filtro CleanLine se mostrou superior ao dos sistemas tradicionais. Além da mudança de nome, o visual do FiltroCleanLine foi reformulado para comercialização em outros países.

Outro benefício do produto, é que o filtro é intercambiável e pode ser utilizado em diversas aplicações, ou seja, um único código substituí vários outros filtros e atende a uma grande variedade de modelos de veículos. Isso possibilita a redução de custo e estoque dos nossos clientes, e ainda uma cobertura maior da frota.

Serão duas versões disponíveis no mercado global:

  • dois estágios com copo acoplado;
  • dois estágios com copo removível.

Uma tecnologia 100% brasileira desenvolvida pela MAHLE e que está conquistando novos mercados.

Quer ter muito mais eficiência no sistema de filtração do seu veículo? Peça filtros MAHLE!

 

Fonte: MAHLE

04/10/2019 0 Comentários
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Notícias

CPQD realiza em outubro segunda edição de evento sobre agronegócio inteligente

Por Daniel Santos 01/10/2019
Escrito por Daniel Santos

Os desafios da transformação digital no agronegócio brasileiro estarão em debate no ForAGRI – Fórum Agronegócio Inteligente 2019, que o CPQD vai realizar no dia 16 de outubro, em suas instalações em Campinas. Na edição deste ano, o evento deverá reunir mais de 350 participantes de diversos segmentos que atuam nesse setor – produtores rurais, fabricantes de máquinas, fornecedores de insumos, startups, investidores, órgãos de fomento, institutos de pesquisa, academia, entre outros.

“O objetivo é integrar os diversos atores do agronegócio brasileiro em um espaço propício ao debate e à troca de conhecimentos e experiências, visando acelerar a inovação tecnológica e a transformação digital nesse setor”, afirma Fabrício Lira Figueiredo, gerente de Desenvolvimento de Negócios em Agronegócio Inteligente do CPQD e responsável pela organização do evento. Para isso, a programação oferece uma trilha principal, com painéis de debates sobre os desafios, as oportunidades e a visão de futuro para o agronegócio brasileiro, além de palestras sobre temas como Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), conectividade e Blockchain voltados ao agronegócio.

Um dos destaques do ForAGRI será o lançamento da primeira versão de uma plataforma de código aberto que oferece recursos para a criação de aplicações de Inteligência Artificial (IA) para o agronegócio. A solução é fruto de um projeto que vem sendo desenvolvido pelo CPQD em parceria com a RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, com o apoio de recursos dos Programas e Projetos de Interesse Nacional (PPIs) nas Áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Além disso, o CPQD apresentará os pilotos IoT que vem estruturando em diferentes segmentos do agronegócio.

O evento oferecerá também um espaço para a exposição de produtos e soluções tecnológicas para o agronegócio, com ambiente para networking, além de uma área dedicada a apresentações de tecnologias de comunicação e informação inovadoras. Contará, ainda, com uma trilha de treinamentos nas plataformas dojot, voltada à criação de aplicações IoT, e de Inteligência Artificial, todos direcionados à temática da transformação digital nesse setor.

Os interessados em participar do ForAGRI já podem fazer sua inscrição, gratuitamente, pelo site  https://joinups.cpqd.com.br/foragri/ 

01/10/2019 0 Comentários
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Notícias

Inoculação reduz custos com fertilizantes na soja

Por Daniel Santos 25/09/2019
Escrito por Daniel Santos

A adição de bactérias fixadoras de nitrogênio nas sementes de soja resulta em economia com fertilizantes nitrogenados e ainda promove ganhos de rendimento na lavoura. A prática se torna ainda mais importante com a redução das chuvas na época de semeadura, quando diminui a atividade biológica do solo e a disponibilidade de nutrientes. Saiba mais sobre a tecnologia conhecida como inoculação e coinoculação em soja.

Pesquisadores da Embrapa identificaram bactérias que são benéficas para a cultura da soja, capazes de disponibilizar nitrogênio e promover o crescimento do sistema radicular das plantas, dando melhores condições para a absorção de água e nutrientes. “As bactérias já existem no solo. Com a inoculação nós garantimos uma maior densidade destas bactérias de interesse com uma população capaz de trazer benefícios para soja”, explica o pesquisador da Embrapa Trigo José Pereira da Silva Junior.

As bactérias de Bradyrhizobium são usadas na elaboração dos inoculantes que fazem a fixação biológica de nitrogênio. Elas captam nitrogênio do ar e transformam em compostos que a planta consegue absorver. A concentração desta simbiose pode ser vista nas raízes pela presença dos nódulos. “A inoculação permite a formação mais precoce da nodulação, consequentemente, maior disponibilidade de nitrogênio para o desenvolvimento da planta”, conta Pereira.

Segundo o pesquisador, o inoculante pode aportar mais de 300 quilos de nitrogênio por hectare (kg de N/ha) para a soja, com um custo até 95% menor em comparação ao fertilizante nitrogenado. Em média, a ureia chega a custar 500 reais por hectare, enquanto o preço do inoculante varia de 8 a 15 reais por hectare. “A bactéria faz o trabalho do fertilizante mineral, substitui quase toda a ureia. Com a inoculação, recomenda-se aplicar apenas 30 kg de N/ha”, conclui. O ganho médio da inoculação anual da soja com bactérias Bradyrhizobium em áreas tradicionais de cultivo é de 8%.

O avanço no conhecimento dos microrganismos do solo permitiu o uso de uma segunda bactéria na soja: a Azospirillum brasilense atua no desenvolvimento radicular da planta, reduzindo perdas em situações de estresse hídrico. A soma das duas bactérias – Bradyrhizobium e Azospirillum brasilense forma o processo chamado de coinoculação, que pode resultar no incremento médio de 16% no rendimento da soja.

Cuidados no processo
Diferente do adubo mineral, o inoculante contém organismos vivos, que tem prazo de validade, pouca tolerância ao sol e podem perder o efeito quando associados a alguns fungicidas e inseticidas.

Conforme a Embrapa, a inoculação deverá ser o último processo no tratamento de sementes, pois a eficiência das bactérias expostas ao calor reduz já nas primeiras horas após o contato. A orientação é aplicar o inoculante, granulado ou líquido, direto nas sementes, no máximo, dois dias antes da semeadura, preservando essa mistura na sombra para evitar ressecamento das bactérias. Outra forma é aplicar o inoculante diretamente no sulco da semeadura, mas nesse caso há a desvantagem da necessidade de multiplicar a dose por seis, elevando o custo final. Além disso, é necessário adicionar água ao inoculante.

O pesquisador da Embrapa Soja Marco Antonio Nogueira alerta para os riscos de inocular a soja diretamente na caixa da semeadora:  “Além da bactéria não fazer a completa aderência na semente, a movimentação da máquina pode sedimentar o inoculante comprometendo os resultados”.

A umidade do solo na semeadura também é fundamental para o sucesso da inoculação. A emergência das sementes depende da umidade e as bactérias precisam que a planta emita as raízes para começarem a agir.

Para saber mais sobre as vantagens da inoculação de bactérias fixadoras de nitrogênio na soja, ouça o áudio com o pesquisador da Embrapa Trigo José Pereira da Silva Junior.

 

Fonte: Embrapa Trigo

25/09/2019 0 Comentários
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Vídeos

ZF lança vídeos tutoriais de manutenção para a linha pesada

Por Daniel Santos 25/09/2019
Escrito por Daniel Santos

O Programa de treinamento à distância da ZF Aftermarket “Amigo Bom de Peça”, no ar desde abril de 2017 não para de ganhar novos conteúdos para qualificar reparadores de todo o País. Por meio do site e do Facebook, o Programa traz neste mês novos vídeos, já disponíveis e de forma 100% gratuita, com dicas para a troca de embreagem para a linha pesada SACHS e terminal de direção LEMFORDER.

Além dos novos vídeos tutoriais, os mecânicos cadastrados continuarão com acesso aos outros vídeos disponíveis sobre transmissões, freios, direção, embreagem e suspensão das marcas ZF, SACHS, Lemförder e TRW. Para reparadores que ainda não receberam seu certificado ‘Amigo Bom de Peça”, disponível na plataforma para todos os profissionais da área, basta realizar um teste de conhecimento e dar o primeiro passo para conquistá-lo, e assim fixá-lo na oficina em que trabalha, como forma de comprovar sua qualificação profissional.

“O certificado, que já foi emitido para mais de 8 mil reparadores de todo o Brasil, ganha ainda mais relevância com a chegada de novos conteúdos, que vão sendo introduzidos na plataforma à medida em que sentimos as principais necessidades do público reparador, tanto por meio dos Grupos de Foco presenciais como pelas pesquisas, aproximação e comunicação on-line que o Programa vem proporcionando”, conta Fernanda Giacon, Gerente de Marketing da ZF Aftermarket.

Além de mais de 42 mil certificados emitidos, a página de Facebook exclusiva do Programa já reúne mais de 100 mil seguidores. O programa já reúne mais de 8 mil inscritos e o “Amigo Bom de Peça” já disponibiliza um total de 35 treinamentos.

O endereço on-line oficial do Programa, que se tornou um dos principais canais de comunicação entre a ZF Aftermarket e o reparador, é o www.amigobomdepeca.com.br, enquanto a fanpage é o www.facebook.com/AmigoBomdePeca. Ao acessá-los, o usuário tem à sua disposição conteúdos diferenciados sobre produtos e aplicações, informações atualizadas sobre novas ações do Programa e todo o suporte que precisa para se tornar um profissional cada vez mais qualificado no mercado de reposição.

 

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Vídeos

Newtec conta com linha completa de soluções de filtragem e equipamentos hidráulicos

Por Daniel Santos 24/09/2019
Escrito por Daniel Santos

Especializada no desenvolvimento de soluções para filtragem e acessórios hidráulicos, a Newtec atua no mercado desde abril de 2004.

O portfólio da companhia conta com produtos que podem auxiliar na redução de reparos e manutenções, o que reflete em menos gastos financeiros com tais atividades e, consequentemente, aumento da produtividade, já que o maquinário não fica parado tanto tempo na oficina.

“Utilizamos novas tecnologias, expertise de mercado e conhecimentos em aplicações técnicas, para sempre aperfeiçoarmos nossos produtos, mantendo características de desempenho e eficiência com um desing moderno e inovador”, afirma a empresa.

- Newtec conta com linha completa de soluções de filtragem e equipamentos hidráulicosFoto: Divulgação

 

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Notícias

Evento aborda conceitos, aplicações e perspectivas da agricultura de precisão

Por Daniel Santos 24/09/2019
Escrito por Daniel Santos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em 27 de setembro, acontecerá o VII Seminário de Agricultura de Precisão. O evento ocorrerá das 8h às 18h, no Parque Tecnológico de Piracicaba, rua Cezira Giovanoni Moretti, 600 – Santa Rosa, Piracicaba (SP).

O seminário visa divulgar o conhecimento sobre os temas relacionados à agricultura de precisão para profissionais, pesquisadores, produtores e estudantes da graduação e pós-graduação, abordando os principais conceitos, aplicações e suas perspectivas no Brasil.

O Laboratório de Agricultura de Precisão do Departamento de Engenharia de Biossistemas, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP), por meio do Grupo de Mecanização e Agricultura de Precisão (gMAP), promove bianualmente um seminário para a discussão de temas pertinentes à agricultura de precisão. Esta edição enfocará os temas Machine Learning na era da digitalização agrícola e Inovações tecnológicas na gestão de lavouras.

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Programação

08:00 – 08:30 Cadastramento
08:30 – 08:40 Abertura

Tema 1 – Inteligência Artificial e Big Data aplicados ao agronegócio

08:40 – 09:25 Palestra 1 – (Rodrigo Trevisan, SmartAgri)
09:25 – 09:45 Perguntas
09:45 – 10:15 Intervalo
10:15 – 12:05 Painel 1 (Moderador – José Paulo Molin)

Painelistas: (20 min cada)
Prof. Dr. Rafael Vieira de Souza, FZEA/USP
Márcio Duarte, Inceres
Milton Santos, Sensor Vision
Debate (40 min)

12:05 – 14:00 Almoço

Tema 2 – Inovações tecnológicas na gestão das lavouras

14:00 – 14:45 Palestra 2 – (Danilo Neves, AI- Agricultura Inteligente)
14:45 – 15:00 Perguntas
15:00 – 15:30 Intervalo
5:30 – 17:20 Painel 2 (Moderador – Leandro Maria Gimenez)

Painelistas: (20 min cada)
Felipe Araújo, Elletro
Roberto Simão, Castrolanda
Rodrigo Cintra, Usina São Martinho
Debate (40 min)

17:20 – 17:30 Encerramento

Inscrições: https://fealq.org.br/en/informacoes-do-evento/?id=852
Mais informações: www.agriculturadeprecisao.org.br

 [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Notícias

Exportação de café caiu em agosto, mas acumulado de 2019 é o melhor em 5 anos

Por Daniel Santos 24/09/2019
Escrito por Daniel Santos

As exportações brasileiras de café caíram em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas o resultado foi positivo no acumulado dos oito primeiro meses deste ano. É o que mostram os números divulgados nesta terça-feira (10/9) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e incluem café em grão, torrado e moído e solúvel.

Os embarques em agosto somaram 3,208 milhões de sacas de 60 quilos, queda de 9,5% em relação ao mesmo mês em 2018. Ainda assim, foi o segundo melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos, atrás justamente do volume embarcado em agosto do ano passado, que foi de 3,544 milhões de sacas. O faturamento foi 19,2% inferior na mesma comparação: US$ 398,42 milhões. O preço foi 10,8% menor, com a saca valendo, em média, US$ 124,18.

As exportações de café em grão somaram 2,893 milhões de sacas de 60 quilos no mês passado, retração de 8,5% em comparação com agosto de 2018. Os embarques da variedade arábica foram de 2,431 milhões de sacas e os de robusta foram de 461,683 mil sacas. No industrializado, foram 314,637 mil sacas de 60 quilos, sendo 313,807 de solúvel e 830 de torrado e moído.

Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a agosto deste ano, os exportadores de café embarcaram 26,99 milhões de sacas de 60 quilos, 30,8% a mais que no mesmo período no ano passado. De acordo com o Cecafé, foi o melhor resultado para os oito primeiros meses nos últimos cinco anos. O recorde anterior tinha sido registrado de janeiro a agosto de 2015, quando foram embarcados 23,549 milhões de sacas.

A receita acumulada de janeiro a agosto foi de US$ 3,367 bilhões, alta de 7,3% em comparação com o mesmo intervalo em 2018. Um resultado que foi obtido mesmo com a queda de 17,9% no preço, com a saca valendo US$ 124,78 na média. (veja quadro abaixo)

As remessas de café em grão totalizaram 24,320 milhões de sacas de 60 quilos no período entre janeiro e agosto, aumento de 33,5% a mais que no intervalo em 2018. Foram 21,620 milhões de sacas de arábica e 2,699 milhões de robusta. O volume de café industrializado somou 2,669 milhões de sacas, sendo 2,656 milhões de solúvel e 13,089 mil de torrado e moído.

“Os cinco principais países compradores apresentaram um aumento de 30% de volume importado no acumulado de janeiro a agosto, em relação ao mesmo período no ano passado. Isso significa que o café brasileiro vem ampliando seu espaço no exterior, recuperando o mercado e reforçando seu reconhecimento”, avalia o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, no relatório divulgado pela entidade.

Os principais destinos do café brasileiro são Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Bélgica. Em seguida, aparecem Turquia, Rússia, Reino Unido, Espanha e Canadá. De acordo com o Conselho, entre os maiores consumidores mundiais do café brasileiro, apenas o Reino Unido comprou menos em 2019.

No período de 12 meses encerrado em agosto, o Cecafé registrou exportações de 41,986 milhões de sacas de café, com uma receita de US$ 5,382 bilhões. O preço médio no período foi de US$ 128,19 a saca.

Ano-safra
Considerando os dois primeiros meses do ano cafeeiro 2019/2020 (janeiro e agosto), a entidade contabilizou exportações de 6,591 milhões de sacas de 60 quilos, 9,7% a mais que no mesmo período do ciclo 2018/2019. Foi também o melhor resultado para o intervalo nos últimos cinco anos. A melhor marca anterior do período tinha sido registrada em julho e agosto de 2018, quando foram enviados ao mercado externo 6,010 milhões de sacas.

A receita totalizou US$ 805,44 milhões, queda de 5,6% em comparação com o acumulado de julho e agosto de 2018, quando o faturamento somou US$ 853,24 milhões. O preço médio da saca de café foi 13,9% menor na mesma comparação, chegando a US$ 122,20.

 

Fonte: Globo Rural

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Exportações de café do Brasil recuam em volume e preço em abril
Notícias

Abic premia melhores grãos da safra 2018/2019 no dia 1º de outubro

Por Daniel Santos 24/09/2019
Escrito por Daniel Santos

A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) realizará a premiação Melhores da Qualidade 2018/2019 no Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, no Hotel Renaissance, em São Paulo (SP). A premiação foi criada em 2006 e é um reconhecimento de sucesso certificando excelência em produto e qualidade, informa a Abic, em comunicado.

“Percebemos o movimento do mercado e novas empresas surgindo com foco em melhorar a qualidade da bebida que oferecem ao consumidor. Por isso, optamos por ampliar para empresas de pequeno, médio e grande porte, nas categorias Tradicional, Extraforte, Superior e Gourmet e valorizar as marcas que usam nossa certificação na embalagem, pois auxiliam a entidade a promover a educação para o consumo”, informa no comunicado o presidente da Abic, Ricardo Silveira.

A seleção das empresas é feita de acordo com o monitoramento realizado pelo Programa da Qualidade do Café (PQC), realizado a partir de coletas de aproximadamente 5 mil amostras de café em prateleiras de supermercados, empórios, panificadoras e padarias. “É um processo amplo, que envolve mais de 30 técnicos especializados em avaliação da qualidade do café e utiliza três laboratórios credenciados. Neste ano atingimos mais de 1000 marcas e certificadas pelo programa!”, explica Silveira.
As amostras são encaminhadas para laboratórios e avaliadas sensorialmente em uma escala de 0 a 10 pontos, em que o nível mínimo de qualidade do café deve ser 4,5 pontos. E os melhores cafés têm qualidade acima de 7,3 pontos. O presidente explica que a Abic se preocupa também com toda a cadeia de café e por isso avalia muito além de atributos sensoriais como a fragrância do pó, o aroma da bebida, a acidez, o amargor e etc.

“Nos preocupamos com as boas práticas de fabricação em todo os seus processos de industrialização, com a sustentabilidade das etapas e as notas constantes, em todas as análises periódicas do PQC”, conclui Silveira.
Fonte: Globo Rural
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Manutenção

Conheça a mecânica e os procedimentos para manutenção de aeronaves agrícolas

Por Daniel Santos 24/09/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Joel S. Alves *

A mecanização da agricultura é irreversível. Se hoje colhemos supersafras, em boa parte, devemos isso à utilização de máquinas, sem as quais a fome campearia solta no planeta. Nesse cenário, o Brasil ocupa papel de destaque, inclusive na aviação agrícola. Já temos a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, o que faz a diferença na hora de colher, principalmente quando trabalhamos com janelas de tempo cada vez mais curtas para aplicação de insumos e defensivos. Dois estados destacam-se no uso desse recurso: Mato Grosso e Rio Grande do Sul (permito-me um bairrismo: o meu Rio Grande), pois contam com empresas aptas a oferecer estruturas de aeronavegação e terrestres, aplicação dos insumos e até alguns tipos de sementes, sem esquecer, claro, da manutenção das aeronaves, com oficinas e hangares, que é o tema deste artigo.

Para abordar a manutenção é necessário conhecer o equipamento. A aeronave possui conjuntos mecânicos básicos: propulsor (motor e hélice), de célula (estrutura principal, superfícies de controle e trem de pouso) e dispositivo para aplicação dos produtos. Na qualificação do mecânico de manutenção de aeronaves, regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), estão definidos os três grupos de especialização desse profissional: moto-propulsor, célula e aviônicos.

Conjunto propulsor
O conjunto propulsor inclui motor e hélice. No caso dos motores, há dois tipos: os convencionais (também identificados como motores a pistão ou alternativos) e os a reação (turbo-hélices). A maioria das aeronaves agrícolas possui motores convencionais, mas os turbo-hélices estão entrando firme no mercado brasileiro. Os motores convencionais são de seis cilindros horizontais dispostos três a três, ciclo Otto, com injeção mecânica de combustível e centelha por magneto duplo. O combustível é a gasolina de aviação, conhecida como AVGAS. Os motores são, na sua maioria, da marca americana Lycoming. A aeronave mais utilizada no Brasil é o modelo Ipanema, montado na brasileira Embraer sob concessão da americana Neiva.

Nesses motores, a hélice é fixada por flange e parafusos, diretamente no eixo virabrequim do motor, com passo variável controlado por um dispositivo chamado governador da hélice, e possui opção “reverso” que funciona como freio aerodinâmico após aterrissagem. Trata-se de um conjunto propulsor de simples manutenção e de larga utilização, cujas características são bastante conhecidas pelos profissionais de manutenção do meio aeronáutico. Há no Brasil várias oficinas homologadas para realizar reparos nesses equipamentos.

No caso do turbo-hélice, trata-se de um motor a reação, onde a força mecânica é produzida por uma turbina acionada pelos gases da combustão, portanto, não há movimento alternativo de pistões. O processo de combustão acontece de forma continuada, gerando grande quantidade de gases permanentemente e necessitando de centelha apenas durante a partida. A injeção de combustível é constante, assim como a admissão do ar. O combustível utilizado é querosene de aviação (JET A-1). A energia térmica e a força de expansão dos gases queimados acionam a turbina em alta rotação, acima de 30.000 RPM, a qual aciona o eixo principal do motor e este aciona a hélice por meio de um conjunto redutor de engrenagens.

O motor do turbo-hélice é mais simples, porém, exige maior precisão em seus componentes, pois trabalha com altas temperaturas e rotações. Na aviação agrícola brasileira predominam dois tipos de aviões com esse tipo de motorização: o Air Tractor e o Thrush, ambos de fabricação americana. São aviões ágeis e que suportam elevada carga de produtos. O motor predominante é o “PT6”, da marca canadense Pratt & Whitney – em alguns modelos o Thrush utiliza o motor GE e ainda o Garret-Honeywell, ambos americanos. A hélice é de passo variável controlada pelo sistema de governador hidráulico e com opção de reverso acionado pelo piloto.

Conjunto célula
Esse conjunto é composto pela estrutura principal da aeronave, a qual se divide em fuselagem, empenagem, asas, superfícies de controle, estabilizadores, além do trem de pouso. São fabricados em ligas metálicas leves à base de alumínio, tanto as longarinas da estrutura básica quanto as chapas que dão o formato aerodinâmico da aeronave. O trem de pouso possui as estruturas principais em aço. O avião agrícola é monomotor alojado na parte posterior da fuselagem. Entre o motor e a cabine do piloto situa-se o tanque (hopper) para depósito do produto a ser utilizado na aplicação. Os modelos maiores possuem hopper com capacidade de até 3000 litros. Os tanques de combustíveis são instalados na parte interna das asas.

- Conheça a mecânica e os procedimentos para manutenção de aeronaves agrícolas

O trem de pouso é duplo, posicionado estrategicamente próximo às asas e possui uma terceira roda pequena (bequilha) na parte traseira, embaixo da empenagem, e que serve de controle direcional para manobras no solo. Junto aos trens de pouso encontra-se o sistema de freios da aeronave. O dispositivo para aplicação do produto é de duas configurações básicas: para produtos líquidos e sólidos. Os líquidos necessitam de bomba, tubulação de distribuição e bicos de pulverização. A bomba é do tipo eólico, ou seja, o próprio deslocamento da aeronave produz a corrente de ar que aciona uma pequena hélice e a bomba que pressuriza o produto na tubulação, fixada por suportes junto às asas, e daí os líquidos seguem para os bicos. Muito mais simples que os sistemas usados nos pulverizadores terrestres autopropelidos. Para os produtos sólidos, os sistemas são mais simples ainda, pois necessitam apenas de um dispositivo espalhador aerofólio que utiliza a força aerodinâmica do ar junto ao perfil para arrastar e espalhar o produto. O controle é feito por uma abertura controlada junto ao tubo que liga o hopper ao dispositivo. Há ainda a opção de remover ou não a tubulação e os bicos do sistema para líquidos. Esse dispositivo é fixado na parte inferior da aeronave, um pouco atrás dos trens de pouso.

Alguns documentos de registro de manutenção aeronáutica:
Ordem de serviço (OS);
Ficha de inspeção anual de manutenção (FIAM);
Relatório de condição aeronavegabilidade (RCA);
Lista de verificação (checklist);
Ficha de inspeção (Tasks – tarefas de execução obrigatória);
Cadernetas de célula, motor e hélice;
Diário de bordo;
Etiqueta de aprovação de aeronavegabilidade;
Registro e aprovação de grandes modificações e grandes reparos;
Ficha de cumprimento de diretriz de aeronavegabilidade – FCDA;
Registro de documentos de aeronave reparada;
Comunicação de conclusão de reparo;
Registro de Revisão Geral (TBO – time between overhaul)
Laudo de avarias;
Relatório de reparos.

Realmente, são muitos os documentos e muitas as exigências de capacitação do pessoal técnico para execução dos serviços. São mecânicos credenciados com licenças expedidas pela Anac e inspetores registrados no Conselho Regional de Engenharia (CREA). Os documentos devem ser assinados pelos dois: mecânico e inspetor. A responsabilidade é grande e o piloto participa da inspeção de pré-voo.

Os serviços de manutenção a serem executados são bastante diversificados e mudam conforme o tipo, a marca e o modelo. Exemplificamos alguns itens da lista de verificação (pré-voo) do mecânico, nas revisões de 50 horas e 100 horas.

Checklist (pré-voo)
O checklist é um procedimento de rotina. Trata-se do primeiro passo da manutenção preventiva. O mecânico de aeronave é o primeiro a entrar em contato com o avião – talvez o primeiro a chegar ao hangar.

Ele deve verificar:
Trem de pouso: calibragem dos pneus, desgastes, condições das rodas e do dispositivo de frenagem;
Fuselagem, asas e superfícies de comando: aspectos de integridade (ranhuras ou amassamentos), superfícies de comando livres e ajustadas sem folgas, asas sem alterações dos perfis aerodinâmicos;
Motor: nível do óleo lubrificante, condições das correias e polias, condições das conexões e tubulações, presença de algum vazamento, cabos de acionamento e comando;
Hélice: condições das pás, presença de sulcos e arranhões, fixação do spiner;
Combustível: realizar drenagem dos tanques para retirada de possível presença de água.

Este é um check list básico, sendo que o piloto deve também verificar alguns itens em repetição e acrescentar outros. Tudo depende do tipo da aeronave, mas sempre há o que verificar, documentar e assinar.

Revisão de 50 horas:
Trem de pouso: limpeza e lubrificação dos pontos de articulação, condições dos pneus, sistema de freios; conexões, tubulações, pastilhas e discos, conjunto hidráulico de acionamento e nível do fluído do sistema;
Célula: condições de vedação da cabine, pára-brisa, portas e janelas; estrutura e fixação do assento do piloto; manche de acionamento, superfície de comandos, cabos, espias, roldanas, suportes, tensionadores e terminais; e mais itens de aviônicos, tais como sistema de orientação, navegação e de comunicação;
Dispositivo para aplicação dos produtos: condições do reservatório (hopper), fixação e condições da bomba de acionamento, válvula de controle e tubulações, teste do acionamento.
Motor: limpeza do filtro de ar e de todo conjunto de defletores do sistema de admissão de ar; substituição dos filtros de combustível, verificação das mangueiras e conexões de todo sistema de combustível; troca do óleo lubrificante e do filtro (atualmente alguns fabricantes indicam para 100 horas); magneto e conexões elétricas; bateria, cabos e conexões; todas as correias, tubos e mangueiras, e dispositivos de acionamento dos controles do motor e da hélice.

Revisão de 100 horas:
Estão incluídos todos os itens de 50 horas, e mais os seguintes:
Teste da compressão dos cilindros do motor;
Verificação e calagem (sincronismo) dos magnetos do motor;
Inspeção e teste de estanqueidade dos tanques de combustível;
Substituição do fluído de freio;
Lubrificação dos rolamentos das rodas;
Teste de estanqueidade do hopper.

Os itens citados são considerados procedimentos recorrentes na maioria das aeronaves agrícolas, porém, poderá haver outros ou, dependendo do modelo, alguns não se aplicam. Trata-se, portanto, de um referencial básico para entender o processo de manutenção preventiva dos aviões. À medida que aumentam as horas de funcionamento, as revisões também acompanham, assim há a revisão de 500 horas e a de 1000 horas, e mais as revisões anuais. É importante destacar que todos esses procedimentos devem estar descritos na OS (ordem de serviço) e serem assinados pelo mecânico credenciado e pelo inspetor. Parece complicado? Não muito, pois são rotinas simples e rápidas de serem executadas, desde que haja local adequado, ferramental e pessoas treinadas. Podemos afirmar com convicção que o avião agrícola é o futuro para uma agricultura cada vez mais pujante. Sua eficácia se encontra na rapidez e segurança na execução dos serviços.

Joel S. Alves é instrutor nas áreas de Operação e Manutenção de Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviários *

24/09/2019 0 Comentários
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