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Notícias

Sebrae-SP e Embrapa criam parceria para tecnologias digitais

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

Uma nova oportunidade de parceria que pode trazer benefícios principalmente para produtores rurais começa a ser elaborada e até o final do ano deverá ser lançada oficialmente entre a Embrapa e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), de São Paulo.

O projeto foi o principal assunto do encontro realizado entre as presidências das duas instituições, dia 5 de setembro, na sede da Empresa, em Brasília-DF. A intenção é desenvolver conjuntamente plataformas de inovação tecnológica voltadas à atividade agropecuária, com foco em produtos cujo potencial representem o fortalecimento econômico, a partir da agregação de valor, por meio do investimento tecnológico.

A expectativa é a de que até o final de outubro, a parceria já possa ser formalizada, para o desenvolvimento de um projeto piloto estruturado. Foram indicados como pontos focais para a elaboração da iniciativa a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP) Silvia Massruhá, e o gerente de Marketing da Secretaria de Inovação e Negócios, Rafael Vivian.

“As oportunidades para desenvolver essa parceria no Estado de São Paulo são muito grandes”, destacou o presidente substituto da Embrapa, Cleber Soares, referindo-se aos segmentos da agroindústria e do empreendedorismo. “Já temos parcerias promissoras com o Sebrae Nacional e, certamente, a convergência de esforços com o Sebrae-SP significa o fortalecimento de expertises em nossas áreas de atuação”.

Segundo ele, o primeiro passo será a identificação das cadeias produtivas com as quais as duas instituições vão trabalhar. Cacau, café, hortifrutis, amendoim, nozes, castanhas, abacate, leite orgânico e sem lactose foram algumas possibilidades apontadas pelo presidente. “A Embrapa tem se pautado muito na abertura de oportunidades de inovação aberta, que representam a disponibilização de ativos em desenvolvimento e a evolução de cada um deles para que interessados em investir e cooperar possam se manifestar”, comentou.

Para o presidente do Sebrae de São Paulo, Tirso Meirelles, é preciso mais atenção ao homem do campo e criar condições e incentivos para que permaneça na atividade agropecuária. “O Programa Balde Cheio, metodologia da Embrapa, aplicada pelo Sebrae, por meio da transferência de tecnologia para o desenvolvimento da pecuária leiteira em propriedades familiares, é um exemplo de que é possível transformar vidas”, ressaltou.

Solo fértil para startups

De acordo com mapeamento realizado pela Embrapa em parceria com a SP Ventures, a consultoria Homo Ludens e apoio da StartAgro, da ACE e do Centro Universitário FEI, São Paulo é o estado que concentra maior número de startups voltadas ao setor agropecuário, totalizando mais de 400 das 1.125 distribuídas pelo País.

No contexto da parceria que será proposta entre Sebrae-SP e Embrapa, a chefe da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá, comentou que é possível trabalhar a partir das tecnologias digitais já disponíveis na Empresa. Em abril deste ano, durante a feira TEcnoShow Comigo, na cidade goiana de Rio Verde, sistemas e aplicativos móveis foram apresentados e entre os destaques, a Roda da Reprodução, desenvolvida em parceria com a Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP), que ajuda no gerenciamento de rebanhos leiteiros.

Também estiveram presentes à reunião em Brasília o diretor técnico e o assessor da presidência do Sebrae-SP, Ivan Hussni e Renato Fonseca, a gerente de Relações Institucionais e Governamentais (Grig), Cynthia Cury, e os analistas Fernando Amaral e Roberto Barbosa, do Setor de Estratégias e Parcerias da Gerência de Inovação.

10/09/2019 0 Comentários
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Notícias

Brasil é líder mundial em tecnologias de controle biológico

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

O Brasil é líder mundial em controle biológico, com aplicação desse tipo de manejo em mais de 23 milhões de hectares e está exportando tecnologias da área para outros países. Alexandre de Sene Pinto, professor do Centro Universitário Moura Lacerda, de Ribeirão Preto (SP), destaca o pioneirismo brasileiro no ramo. “Toda a tecnologia que os outros países estão usando para grandes áreas está vindo do Brasil. O drone para liberação, as técnicas para quantificar os parasitoides, o momento e a frequência de liberação, tudo é brasileiro. Passamos a ser exportadores de tecnologia de controle biológico para campos abertos”, afirma.

Sene Pinto palestrou no 2º Curso de Controle Biológico de Pragas no Brasil, promovido pela Embrapa e pela Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (Febrapdp), realizado entre os dias 27 a 29 de agosto na Embrapa Cerrados (DF). O evento reuniu 50 profissionais interessados nas novidades do mercado e em aperfeiçoar as técnicas de controle biológico de pragas para o setor agropecuário.

Mercado mundial cresce 9% ao ano, o brasileiro, 15%
De acordo com estimativa da empresa de consultoria Dunhan Trimmer, o mercado mundial de bioagentes movimentará em 2020 mais de US$ 5 bilhões, sendo mais de US$ 800 milhões na América Latina. E enquanto o mercado de biológicos do mundo está crescendo 9% ao ano, no País o aumento é de mais de 15%.

O professor aponta ainda as tendências mundiais para a área: adaptação de tecnologias na África; migração para sistemas de produção orgânica na Europa; investimentos da China para substituição de produtos químicos por biológicos; nos Estados Unidos, mudança nas empresas de químicos e instalação de filiais de empresas brasileiras.

Para chegar a esse ponto, a pesquisa científica continua sendo fundamental. Essa é a opinião de Marcelo Ayres, chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados. Ele destaca que o controle biológico está no DNA do centro de pesquisa, que, desde sua criação, tem contribuído com o desenvolvimento de produtos para o controle das cigarrinhas da raiz e das pastagens, bem como de brocas.

Segundo o vice-presidente da Febrapdp no Distrito Federal, José Guilherme Brenner, a grande procura pelo curso é devido à busca de alternativas para a agricultura: “Isso reflete o atual momento. Vários players da agricultura brasileira estão unidos em torno desse ideal. Acredito que o controle biológico, que é uma tecnologia sustentável, tem um futuro muito grande pela frente”, acredita.

John Landers, vice-presidente honorário da Febrapdp, aponta paralelos entre o controle biológico no Brasil e o início da adoção do Sistema de Plantio Direto no País, destacando a necessidade de mudança de mentalidade dos produtores, já que não se trata de um controle químico. “É preciso auferir a força do controle natural, ver se é necessário introduzir um agente biológico e entender que não é algo imediato, porque você não vai ver insetos mortos no chão no dia seguinte. Você tem que prever o desenrolar da situação bem antes do ponto crítico para a lavoura”, explica.

A primeira forma de controle biológico relatada remonta ao século III antes de Cristo, na China. “É o método racional de controle de pragas mais antigo que se tem na humanidade”, destaca o professor do Centro Universitário Moura Lacerda, e agora ele é uma das bases da 4ª revolução agrícola, também chamada de “agricultura 4.0” ou “agricultura digital”. Alexandre Pinto completa: “O controle biológico passou a ser tecnologia com o advento de formulações para microrganismos e o uso tecnificado de macrorganismos, com a aplicação via drones em grandes áreas, em mesmo nível que os agroquímicos”.

Tratamento reduziu em 60% presença de falsa-medideira
Uma tendência apontada pelo professor é o uso de bioagentes no tratamento de sementes. Ele cita uma pesquisa com sementes de soja tratadas com os fungos B. bassiana, Metarhzium anisopliae e Isaria fumosorosea. Até 60 dias depois do tratamento, houve a diminuição de 60% de lagartas falsa-medideira, 30% de Helicoverpa armigera e 60% de mosca-branca na parte aérea, além da redução de 50% no consumo das folhas pelas pragas. Resultados semelhantes foram obtidos com hortaliças e feijoeiro. “A planta com sementes tratadas com qualquer desses microrganismos produz tanta peroxidase, que fica impalatável a essas pragas”, informa.

Outra tendência é o manejo externo, que utiliza bioagentes no entorno das áreas-alvo, o que diminui o custo do controle, já utilizado em citros para o controle do psilídeo e em desenvolvimento para o manejo-da-broca e do Sphenophorus sp. em cana-de-açúcar.

10/09/2019 0 Comentários
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Notícias

Embrapa ensina como produzir minhocas em pequenas propriedades

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

A minhocultura é um processo de reciclagem de resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, esterco, etc) por meio da criação de minhocas com o intuito de produzir o húmus, um excelente adubo para a atividade agrícola. Pensando em difundir essa tecnologia, que ajuda a diminuir o lixo orgânico nas cidades e no campo, a Embrapa Roraima (Boa Vista, RR) montou, em sua vitrine tecnológica, um minhocário.

O espaço servirá como ponto de transferência de tecnologia para que agricultores e interessados em geral possam conhecer as principais técnicas de criação de minhocas em pequenas propriedades. A iniciativa faz parte do projeto Arcoverde, que busca difundir modelos agrícolas sustentáveis para produtores da Região Norte do Brasil.

Segundo o agrônomo Silvio Levy, a minhocultura é perfeitamente adaptada à pequena propriedade agrícola, pois possui um manejo simples. “Essa atividade tem como produto principal o húmus, que constitui um excelente fertilizante orgânico, capaz de melhorar as características físicas, químicas e biológicas do solo”, explica.

Mas a minhocultura não tem apenas essa utilidade. Além de fabricar o poderoso adubo, as minhocas também podem ser utilizadas para a alimentação animal e como isca para a pesca.

Acredita-se que no mundo existam mais de 8 mil espécies diferentes de minhocas. No Brasil, são conhecidas entre 240 e 260 espécies, sendo as mais utilizadas para a produção de húmus as minhocas Vermelha-da-Califórnia e a Gigante-Africana. Ambas estão sendo usadas no minhocário da Embrapa.

Os interessados em aprender um pouco mais sobre a minhocultura podem entrar em contato com o setor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Roraima pelo telefone (95) 4009-7135 e agendar uma visita.

Minhocários
Existem vários tipos de minhocários, dos mais simples até os mais caros. Para agricultores familiares, que não pretendem vender comercialmente o húmus produzido, mas apenas utilizá-lo na propriedade, o mais indicado é fazer um minhocário de baixo custo e pouca manutenção.

O folder Minhocultura ou vermicompostagem, da Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ), mostra os principais aspectos para aqueles que desejam começar uma criação de minhocas e produção de húmus. Entre os pontos abordados estão: local ideal de construção do minhocário, técnicas de criação e manejo, comercialização e as principais fontes de matéria prima para produção de húmus.

Outra publicação da Embrapa que fala sobre a minhocultura para a agricultura familiar é a Circular Técnica Minhocultura e produção de húmus para a agricultura familiar, da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), também disponível para download.

Você sabia?

As minhocas não possuem olhos nem ouvidos e por isso seu sentido de direção não é muito bom. Sua movimentação é influenciada por células sensíveis à luz que existem em sua pele. Em geral, evitam a luz direta do sol, preferindo os ambientes sombreados e mais úmidos. Contudo, as minhocas não toleram ambientes encharcados, pois sua respiração é feita pela pele. Em lugares onde há acúmulo excessivo de água, a tendência é de haver pouco oxigênio. Nestes casos, é comum vermos as minhocas saindo do solo para procurar locais mais secos.

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Tecnologia

MWM mantém alta performance de atendimento para o mercado de reposição

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

Com 66 anos de história e mais de 4.4 milhões de motores produzidos, a MWM, fabricante independente de motores Diesel e Geradores de Energia, mantém recorde em excelência no atendimento aos clientes e alto nível de performance na entrega dos produtos, contando com uma Rede de Distribuição de peças e serviços com mais de 1000 pontos em todo o mundo.

Os resultados se devem, também, pela excelência em eficiência, inovação e alta produtividade do Centro de Distribuição de Peças da companhia, localizado em Jundiaí – SP. Ao todo, são 16.000 itens ativos, mais de 2 milhões de peças movimentadas por mês e distribuição para mais de mais de 1 mil clientes ao redor do mundo.
O CDP da MWM foi reconhecido pelas mais importantes premiações nacionais de logística do Brasil, possui as certificações IQA, DQS e IATF, 16949-2018, e tornou-se benchmarking entre todos os centros de distribuição do Brasil.

O reconhecimento à excelente performance como fornecedora para o mercado de reposição de peças se dá ao fato que a MWM, além da qualidade e tecnologia embarcada nos produtos aliado às necessidades de cada parceiro, possui uma das melhores estruturas logísticas do Brasil. O Delivery On time Brasil é de 99,20%, ou seja, a companhia entrega o que promete em um dos melhores prazos do mercado.
Outro ponto de extrema importância é o tempo de processamento interno no centro de distribuição de peças da companhia, de 99,94% em 24hs, que demonstra agilidade e senso de urgência em cada uma das entregas, seja um pedido emergencial ou reposição de estoques.

De acordo com a estratégia adotada por toda a empresa de seguir o conceito de Lean Manufacturing, ou seja, eliminação de desperdícios, buscando ganho em eficiência e produtividade, através de melhorias contínuas, o Centro de Distribuição de Peças da MWM também está inserido no conceito Lean nas linhas de embalagem e montagem de kits. Seguindo um conceito linha de produção, os embaladores apenas embalam, enquanto o time de “enfermeiros” – assim chamados os colaboradores que suportam o processo, realizam todas as demais atividades para finalizar a embalagem e posicionamento dos itens no CDP, gerando ganhos de produtividade de aproximadamente 22%, diminuição dos índices de falha em 65% e disponibilização dos itens em estoque em  menos de 12 horas. Mais agilidade e qualidade para os clientes.
A peça certa, na hora certa e com custo competitivo!

Além da excelência no nível de performance como fornecedora, a MWM também conta com alta capilaridade de sua Rede e no ano passado chegou ao marco de mais de 1.000 pontos de distribuição de peças e motores no Brasil e no mundo. Somente no Brasil, são mais de 540 pontos distribuídos por todo território nacional. Os dealers oferecem suporte em pós-vendas para os clientes com veículos e máquinas equipadas com motorização MWM, além é claro de comercializarem as linhas de peças de reposição da MWM.

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Tecnologia

IntelliSpray é novo sistema de pulverização bico a bico da New Holland

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

Responsável por mais de 50% da produtividade nas lavouras brasileiras, a pulverização demanda tecnologia e um manejo adequado para obter a eficácia esperada. A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, apresenta o sistema de controle por bicos IntelliSpray™.

Operado pelo controlador através do monitor IntelliView IV, o IntelliSpray™ controla de forma automática e precisa o fluxo para atender às taxas de aplicação desejadas, além de monitorar cada bico e alertar o operador sobre possíveis problemas. O sistema também gera mapas e relatórios de aplicação, além de reconhecer áreas que não foram pulverizadas.

E para certificar que os defensivos atinjam o alvo de forma eficaz, o controle automático de altura da barra IntelliHeighTM, garante a distância entre bico de pulverização e planta. Esse conjunto de solução oferece maior eficiência controlando taxa e alvo – a gota ideal no lugar certo. “O uso do IntelliSpray™ na aplicação aumenta o potencial produtivo da lavoura e ainda pode gerar uma economia, média, de até 15% no uso dos insumos, dependo da forma do talhão”, explica Diego Torres, especialista de marketing de produto da New Holland Agriculture.

- IntelliSpray é novo sistema de pulverização bico a bico da New Holland

 

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Tecnologia

Agrimec apresenta novidades para o produtor rural, T-Rex é um dos destaques

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

A Agrimec, fabricante gaúcha de uma variada linha de implementos agrícolas apresenta ao produtor rural seus últimos lançamentos e produtos já consagrados. Entre os destaques estão o novo membro da família de Rolos Faca Terras Altas da Agrimec: o T-Rex. O implemento atende às necessidades de manejo da vegetação, acamando de forma homogênea os restos das culturas deixados por safras anteriores.

A Agrimec conta também com soluções para plantio de cana, café e eucalipto como a Transplantadora de Mudas para Plantio Direto. A máquina realiza a abertura do canteiro simultaneamente ao plantio das mudas, garantindo, segundo a empresa, uma perfeita ‘‘pega’’ e eliminando falhas.

A linha VA e Agrival 60L de Valetadeiras Rotativas não passaram despercebidas e, mais uma vez, chamaram a atenção de quem procurava por agilidade e eficiência na abertura de canais e valetas.

- Agrimec apresenta novidades para o produtor rural, T-Rex é um dos destaques

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Notícias

Conab revisa produção para cima e estima recorde na safra 2018/2019

Por Daniel Santos 10/09/2019
Escrito por Daniel Santos

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou, nesta terça-feira (10/9), a safra de grãos 2018/2019 em 242,138 milhões de toneladas, um novo recorde, de acordo com os dados oficiais. Os números estão no 12º Levantamento de Safra referente ao período. O número é superior ao de agosto, de 241,335 milhões de toneladas e supera em 6,4% a safra anterior, estimada em 227,679 milhões.

Na avaliação dos técnicos, uma das razões desse resultado foi o crescimento na produção de algodão, de 35,9% na safra 2018/2019 em comparação com a anterior. A Conab estima uma colheita de 4,087 milhões de toneladas de algodão em caroço e 2,725 milhões de toneladas de pluma. Na safra 2017/2018, foram 3,007 milhões e 2,005 milhões de toneladas, respectivamente.

“Entre os motivos estão a taxa de câmbio, a evolução dos preços e outros fatores, que levaram os produtores a expandir a área plantada, principalmente nos estados da Bahia e Mato Grosso”, analisa a Conab, estimando uma exportação de 1,5 milhão de toneladas da pluma, 50% a mais que no ano anterior.

Outra razão da safra recorde foi o aumento na produção de milho, estimada em 99,984 milhões de toneladas somando dois ciclos anuais. O número é 23,9% superior ao do ciclo 2017/2018, quando a colheita foi 80,709 milhões. O ciclo de verão 2018/2019 totalizou 26,188 milhões de toneladas, de acordo com o relatório deste terça-feira. A segunda safra é estimada em 73,795 milhões de toneladas.

A estimativa para a produção de soja recebeu um leve ajuste para baixo. O número atualizado é de 115,030 milhões de toneladas. No relatório de agosto, estava em 115,072 milhões. O volume representa uma queda de 3,6% em comparação com a temporada 2017/2018, estimada em 119,282 milhões de toneladas. Mesmo assim, é a segunda maior produção na série histórica da Companhia.

Já a produção de arroz foi levemente revisada para cima. O volume para a safra 2018/2019 passou de 10,428 milhões para 10,449 milhões de toneladas, considerando as lavouras irrigadas e de sequeiro. Ainda assim, uma queda de 13,5% quando comparada com o ciclo anterior, estimada em 12,064 milhões de toneladas.

Para o feijão, somando os três ciclos anuais nas variedades cores, caupi e preto, os técnicos da Conab estimam 3,022 milhões de toneladas. No relatório anterior, a estimativa era de 3,039 milhões. Para a primeira safra, o número é de 986 mil toneladas; para a segunda, de 1,292 milhão; e para a terceira, de 743,8 mil toneladas.

“O feijão apresentou bons resultados apenas na segunda e terceira safras, com aumento de 6,3% e 21,2% respectivamente. Mas não foi suficiente para garantir aumento no número total, que fechou 3% abaixo do ano anterior”, diz a Conab.

Culturas de inverno
Entre as culturas de inverno, a Conab revisou para baixo a estimativa para a colheita deste ano, de 6,857 milhões para 6,818 milhões de toneladas. Mesmo assim, é um aumento de 2% em relação ao ano passado, quando foram colhidos 6,686 milhões de toneladas de grãos como trigo, aveia, centeio e cevada.

Na principal das lavouras de inverno do país, a de trigo, a estimativa de produção foi revisada de 5,423 milhões para 5,399 milhões de toneladas para este ano. O número representa uma queda de 0,5% em relação ao ano passado.

Ao todo, os agricultores brasileiros semearam uma área de 63,217 milhões de hectares, 2,4% a mais que na safra 2017/2018, quando os grãos foram semeados em 61,721 milhões de hectares.

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Tecnologia

AgrOn Piloto Automático, da Hexagon, garante maior eficiência e produtividade

Por Daniel Santos 05/09/2019
Escrito por Daniel Santos

No campo, os pilotos automáticos já fazem parte da rotina de praticamente todas as grandes e médias empresas agrícolas. Eles conduzem máquinas e implementos com uma precisão impossível a um condutor humano, colaborando com o aumento da competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional. O produto é usado de ponta a ponta nos processos agrícolas, mas é no plantio que o piloto automático tem a sua função mais nobre, garantindo a máxima eficiência em todas as operações. 

Orientado por satélite por meio de uma antena instalada no trator, o HxGN AgrOn Piloto Automático da Hexagon apoia a navegação de tratores, máquinas e implementos agrícolas e florestais; e garante o alinhamento das rotas com uma precisão de até 2 centímetros. A marca é referência global em sensores, software e soluções autônomas. A rota pode ser planejada diretamente do escritório. Dessa forma, é possível maximizar os recursos de campo, diminuir significativamente a compactação do solo e aumentar os tempos produtivos.

- AgrOn Piloto Automático, da Hexagon, garante maior eficiência e produtividade

AgrOn Piloto Automático é composto por um display (Ti5 ou Ti7) compatível com diferentes marcas, atuador, drive e antena. O produto possui três modelos de acionamento: elétrico, hidráulico e pré-disposto | Foto: Divulgação

Os pilotos automáticos usados na agricultura brasileira em nada diferem da tecnologia aplicada em outros países. O nível de inovação é o mesmo. Quem garante é Adriano Naspolini, CTO da divisão agrícola da Hexagon. A empresa, que tem sede em Florianópolis (SC), é uma das poucas que produz a solução totalmente no Brasil, exportando para 38 países. “O AgrOn Piloto Automático, assim como todas as soluções que vendemos no mercado brasileiro, é o mesmo produto que comercializamos no exterior”, afirma o executivo.

O AgrOn Piloto Automático é composto por um display (Ti5 ou Ti7) compatível com diferentes marcas, um atuador, um drive e uma antena. O produto possui três modelos de acionamento: elétrico, hidráulico e pré-disposto. No modelo elétrico, é possível fazer a troca do volante do trator por outro que faz o direcionamento da máquina. Nesse caso, é possível fazer o cambiamento do equipamento entre máquinas e tratores. O modelo hidráulico que funciona com o display Ti7 permite incluir todos os produtos para agricultura de precisão da Hexagon em um único equipamento. O pré-disposto, também hidráulico, é um diferencial da Hexagon, feito sob medida para máquinas que já vêm prontas de fábrica para instalação do piloto. 

Outro grande diferencial do AgrOn Piloto Automático é a possibilidade de contar com um módulo adicional de Acesso Remoto. Por meio dele, a equipe técnica consegue visualizar a tela do display remotamente e solucionar problemas em tempo real, bastando uma conexão com a internet. Com a manutenção à distância, é possível reduzir o tempo de inatividade das máquinas, mantendo o ritmo dos processos, além de economizar com deslocamento dos técnicos.

Naspolini resume em três as principais vantagens do uso de pilotos automáticos nos processos agrícolas: otimiza a área plantada ao garantir um espaçamento menor entre as linhas; reduz consideravelmente a perda de plantas ocasionada pela passagem irregular do trator; e aproveita melhor os insumos utilizados, desde a aplicação de sementes e  insumos até o consumo de combustível das máquinas. “O retorno é tudo o que o produtor busca para o seu negócio: melhor desempenho e maior produtividade e lucratividade”, destaca Naspolini.

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Manutenção

Especial Trator: como funciona o mecanismo da força hidráulica

Por Daniel Santos 04/09/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Joel S. Alves *

O uso de atuação e transmissão de força hidráulica é cada vez mais frequente no maquinário agrícola, principalmente no trator. A sua aplicação teve início com o advento do sistema de três pontos, sendo utilizada inicialmente para suspender implementos – um emprego bastante simples (apenas levantar o peso), dado que o equipamento retorna ao solo pela força da gravidade. Com o tempo, os comandos hidráulicos foram aperfeiçoados, permitindo controles de profundidade, sensibilidade e vazão, com maior rapidez de resposta.

Atualmente, tratores extrapesados possuem esse recurso como opcional, pois a maioria dos implementos é de arrasto e usa o sistema hidráulico com comando independente para cada função, possibilitando vários tipos de recursos hidráulicos, como subir, abrir, aumentar ou diminuir os ângulos dos dispositivos junto ao solo, além de regular profundidade ou inclinação, suspender para transporte e acionar motores hidráulicos, entre uma infinita gama de recursos. Tudo isso utilizando dispositivos com acoplamento e conexões de engate rápido e controle de cabine (sistema de controle remoto).

Há ainda o uso da hidráulica para sistema de transmissão da força mecânica do motor até as rodas (transmissão hidrostática), em substituição a conjuntos mecânicos. Isso é o que há de mais atual, pois possibilita infinitas variações de reduções com velocidades mais exatas, principalmente para Agricultura de Precisão. Neste artigo, analisaremos a força hidráulica em três tópicos: dispositivo de três pontos, sistema de controle remoto e transmissão hidrostática.

Dispositivos de três pontos
Esse dispositivo utiliza a força hidráulica apenas para fazer levantar duas hastes que suspendem dois braços reguláveis onde é acoplado o implemento. Há um terceiro braço regulável onde se ajusta a inclinação do implemento. Portanto, esse mecanismo utiliza apenas um cilindro hidráulico de ação simples, ou seja, a força hidráulica é direcionada apenas em um sentido, pois o retorno é realizado pelo próprio peso do implemento.

Componentes e funcionamento do sistema – bomba hidráulica, reservatório, cilindro, válvula de controle, válvula de alívio e alavancas de comando.

A bomba pode ter seu acionamento direto pelo motor ou junto à transmissão, neste caso, assim que entra em funcionamento, pressuriza o sistema com óleo aspirado do reservatório. O óleo pode ser o mesmo empregado na lubrificação do sistema de transmissão ou um óleo exclusivo, sendo então necessário um reservatório específico. Enquanto a alavanca de comando não é acionada o fluxo de óleo é desviado pela válvula de alívio e retorna ao reservatório. No momento que a alavanca é acionada, o óleo é direcionado ao cilindro, onde desloca um pistão e um pino, o qual empurra um eixo com duas hastes nas quais estão os braços do dispositivo.

- Especial Trator: como funciona o mecanismo da força hidráulica

Modelos de alavancas de comando
Essa alavanca fica localizada ao lado direito, próxima ao banco do operador, e possui três recursos: comando principal (subir e baixar implementos), comando de regulagem da profundidade do implemento no solo, e um terceiro que controla a sensibilidade de atuação do sistema. Assim é o sistema hidráulico de três pontos presentes na imensa maioria dos tratores agrícolas: simples e funcional, atendendo às necessidades operacionais do campo.

 

Controle remoto
É um sistema hidráulico mais completo, pois deve possibilitar vários tipos de acionamentos, inclusive com cilindros atuadores de dupla ação, ou seja, com uso da força hidráulica para atuar nos dois sentidos.

Componentes e funcionamento do sistema: bomba hidráulica, reservatório, válvulas de controle e de segurança, dispositivos de acoplamento tipo engate rápido, tubulações e conexões, além dos cilindros que devem estar no implemento.

Neste sistema, a bomba é acionada diretamente pelo motor. O reservatório na maioria dos tratores ainda é o mesmo do óleo da transmissão, mas há alguns modelos com reservatório e óleo específicos, o que favorece o desempenho do sistema. As válvulas de controle possuem três posições: comando em um sentido, comando no sentido inverso, e circuito aberto, no qual o óleo retorna para o reservatório, mas mantém o cilindro calçado na posição selecionada.

Alguns sistemas possuem ainda uma quarta posição no comando – a de flutuação, em que o cilindro não permanece calçado com pressão de óleo mas flutua para um lado ou outro conforme o deslocamento da máquina e do solo. O comando dessas válvulas pode se dar diretamente por alavancas posicionadas ao lado direito do operador ou por comando eletro-hidráulico junto ao console, também posicionado à direita do operador.

Transmissão hidrostática
Este recurso utiliza a hidráulica para transmissão de força rotativa com várias opções de velocidade e força, em substituição aos conjuntos mecânicos de eixos e engrenagens. No maquinário agrícola está sendo empregado de duas formas: algumas máquinas substituíram completamente a transmissão mecânica pelo conjunto hidráulico – é o caso dos pulverizadores autopropelidos; enquanto outras mantiveram alguns conjuntos mecânicos e intercalaram um sistema hidráulico apenas para variação de força e velocidades – incluem-se neste caso as colheitadeiras hidrostáticas e os tratores com transmissão constantemente variável (CVT, AVT ou VT).

Componentes e funcionamento do sistema: bomba hidráulica, motor hidráulico, válvulas de controle e de segurança, manifold de comando eletro-hidráulico, reservatório, mangueiras e conexões. Neste sistema a bomba hidráulica é acoplada diretamente ao motor diesel, sendo uma bomba de pistão para alta pressão e vazão, pois os motores hidráulicos tracionários exigem tal condição para executarem a força torcional necessária. Há dois tipos de bombas de pistões: radiais e axiais, bem como os motores hidráulicos também podem ser radiais ou axiais.

Nos sistemas totalmente hidráulicos há um motor para cada roda da máquina e duas bombas, uma para cada dois motores. Esses motores estão posicionados diretamente na ponta do eixo junto ao cubo de roda, dispensando, assim, vários recursos mecânicos. A partir do funcionamento do motor diesel, a bomba já alimenta todo o sistema. O controle operacional é feito pelo operador por uma manete deslizante. Estando com a manete em neutro os motores ficam bloqueados pelo próprio sistema, enquanto, no momento que é selecionada uma posição a frente ou atrás, a pressão de óleo é liberada num sentido ou outro para os motores hidráulicos, pois aceitam trabalhar em qualquer sentido de rotação. A proporcionalidade na posição da manete também corresponde a uma maior ou menor rotação nos motores, assim produzindo mais ou menos força e velocidade.

O automatismo entre força e velocidade é controlado pelo bloco eletro-hidráulico conhecido como “manifold”. É um sistema simples e altamente eficiente, o qual dispensa todo o conjunto de embreagem, eixos, engrenagens, luvas deslizantes e dispositivos de acoplamentos mecânicos. Contudo, requer cuidado especial quanto à pureza e qualidade do óleo hidráulico. Nota: mais do que nunca as revisões e períodos de troca recomendados devem ser realizados.

Outro aspecto importante, do ponto de vista da segurança para as equipes de operação e manutenção, são as condições das mangueiras e conexões, pois o sistema trabalha com pressão acima de trezentos quilos por centímetro quadrado – em casos de rupturas há riscos significativos.

- Especial Trator: como funciona o mecanismo da força hidráulica

Encontramos também nos tratores agrícolas um sistema de transmissão misto, em que são mantidos alguns conjuntos mecânicos, porém, a variação de força e velocidade é hidráulica. Esse sistema, chamado de AVT, CVT e VT – ou simplesmente transmissão infinitamente variável –, dependendo da marca e do modelo, aplica-se muitas vezes aos modelos de maior potência e aos chamados “top” de linha. A tendência, no entanto, é que estendam para todos os modelos pela simplicidade e eficiência.

O conjunto hidráulico completo (bomba, motor e manifold) fica instalado na posição onde se encontrava a caixa de marchas nos modelos mecânicos, sendo que os demais conjuntos, como diferencial, eixos, redutores e semieixos de tração, permanecem presentes.

Recomendações
É de fundamental importância realizar manutenções preventivas dos conjuntos hidráulicos, pois são serviços simples de serem executados e na maioria das vezes envolve apenas a troca do óleo e do filtro. Esse cuidado, naturalmente, envolve custos, mas devemos considerar que a falta de manutenção adequada, nos intervalos previstos, gera problemas com mais elevados– portanto, não vale a pena descuidar. A simplicidade da transmissão de força nos aponta para um caminho seguro e inevitável no maquinário agrícola.
Assim, com este artigo, concluímos esta série de abordagens “Especial Trator”. Esperamos ter contribuído para divulgar o conhecimento da estrutura e funcionamento do trator agrícola, máquina versátil e de larga aplicação no meio rural. Como instrutor de treinamento dessa área sei perfeitamente que temos um longo caminho a percorrer, até que possamos chegar próximo ao ideal e ao equilíbrio esperado entre manutenção, operação, recursos financeiros e equipes de trabalho qualificadas.

Joel S. Alves é instrutor nas áreas de Operação e Manutenção de Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviários *

04/09/2019 0 Comentários
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Notícias

MWM lança loja de peças on line

Por redação 30/08/2019
Escrito por redação

São Paulo, 14 de maio de 2019 – A MWM fabricante independente de motores diesel e grupos geradores de energia, lançou esse ano a sua primeira plataforma de vendas de peças de reposição online – A Loja MWM, inovando o modelo atual de comercialização de peças em todo segmento.

Com o objetivo de expandir o negócio de peças de reposição da companhia, visando o aumento da capilaridade através de um processo inovador, a empresa lançou o primeiro canal de vendas online, no formato de Marketplace, onde todo o estoque e distribuição dos produtos serão de responsabilidade da Rede de Distribuição MWM.

A Loja MWM conta com mais de 1.200 produtos disponíveis para vendas ao consumidor final, oferecendo os principais produtos da Linha Genuína, além da linha Master Parts ® (Peças Multimarcas).
Através de fácil navegação, os clientes contarão com eficiente sistema de busca, vasta gama de informações técnicas e fotos dos produtos. Ao terminar a escolha dos produtos, os clientes optarão pelo distribuidor de sua preferência e finalizarão suas compras. Ideal para quem busca praticidade, eficiência e facilidade no atendimento.

Os distribuidores da Rede MWM, participantes do canal online, serão os responsáveis por disponibilizar e entregar os produtos de acordo com a política de entrega da companhia. Durante o primeiro semestre de 2019, a Loja MWM estará disponível no Estado de São Paulo, contando com mais de 20 distribuidores MWM que aderiram ao projeto.
A partir do segundo semestre de 2019, o projeto será expandido para todo Brasil, com parceiros distribuídos em todo território nacional.

Toda garantia das peças permanecerá sob a responsabilidade da MWM. O objetivo é garantir ao consumidor alto nível de informação, excelente experiência de compra em todas as suas etapas, facilidade e uma rápida entrega, com a qualidade e confiabilidade assegurada MWM.

O lançamento da Loja MWM é uma inovação no segmento de peças de reposição. A companhia estima aumento de capilaridade e de vendas dos produtos das linhas Genuínas e Master Parts®. Além disso, os Distribuidores parceiros contarão com uma plataforma robusta a qual foi desenvolvida e otimizada de acordo com os requisitos MWM.
A Loja MWM pode ser acessada através do endereço www.lojamwm.com.br.

De acordo com o Diretor da Unidade de Peças de Reposição e Marketing – Thomas Püschel, “O lançamento da Loja MWM para todos nós, faz parte de um dos projetos estratégicos definido pela companhia para a área de reposição. Fruto de um projeto que levou um ano de estruturação, envolvendo todas as áreas da empresa, estudos e definição das mais eficazes ferramentas online, com o objetivo de proporcionar ao consumidor, excelente experiência de compra.

Nossos distribuidores da Rede MWM, importantes parceiros de negócios, foram envolvidos no projeto desde o início, para que pudéssemos estruturá-lo de forma adequada, atendendo as necessidades deste novo canal de vendas.
Estamos certos do sucesso da Loja MWM. Projeto inovador em parceria com toda a nossa rede de distribuição, sendo este canal digital um novo modelo de comercialização de peças de reposição no Brasil.”, afirma Püschel.

30/08/2019 0 Comentários
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