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Notícias

Intenções de compras na Exporinter no mesmo patamar da última edição

Por Daniel Santos 30/08/2019
Escrito por Daniel Santos

A Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas – CSMIA/ABIMAQ, divulgou na sexta-feira um balanço com os resultados de seus associados que participaram da edição 2019 da Expointer e que responderam à pesquisa da entidade.

De acordo com o levantamento, as intenções de compras ficaram estáveis em relação à edição do ano passado. Nos segmentos de máquinas para grãos o resultado foi 1% menor. No segmento de máquinas para pecuária o resultado foi 5% menor. Já no segmento de armazenagem houve queda de 10%. Na média ponderada, a queda foi de 2%.

De acordo com Pedro Estevão Bastos, presidente da CSMIA/ABIMAQ, os resultados apurados na Expointer são muito bons, apesar da leve queda de 2% a base de comparação são as intenções de compras da edição passada que foram excelentes.

Fonte: CSMIA/ABIMAQ

30/08/2019 0 Comentários
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Tecnologia

Massey Ferguson leva nova série de tratores MF 4200 Xtra à Expointer

Por Daniel Santos 30/08/2019
Escrito por Daniel Santos

A Massey Ferguson apresenta na 42ª edição da Expointer, feira agropecuária que acontece em Esteio, munícipio da Região Metropolitana de Porto Alegre e vai até o dia 1º de setembro, tudo de mais tecnológico e inovador no setor em âmbito mundial. Os produtores rurais podem conferir novidades como a série atualizada dos tratores MF 4200 Xtra, o novo sistema da colheitadeira MF 6690 que permite a troca em minutos na colheita de diferentes culturas, soluções completas em equipamentos para feno e forragem, além de muitos outros produtos e o pacote de serviços e soluções agronômicas Farm Solutions.

“Estamos bastante animados em apresentar as novidades ao agricultor que está cada dia mais interessado em investir em tecnologia e em soluções que tragam, além de benefícios para a produtividade, ganhos para o meio ambiente. Possuímos uma gama extensa de inovações e nossa parcela de contribuição é oferecer todas elas para que adequem à realidade de cada cultura”, afirma Eduardo Nunes, diretor de vendas da Massey Ferguson, marca pertencente à AGCO.

Conheça os diferenciais e todos os lançamentos da Massey Ferguson na Expointer:

Tratores
Com o prestigiado motor eletrônico AGCO Power de 3 cilindros e adequada ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) MAR-1, a série MF 4200 Xtra é composta de quatro modelos: o MF 4280 Xtra (80 cv), MF 4283 Xtra (89 cv), MF 4290 Xtra (99 cv) e MF 4292 Xtra (105 cv). São robustos e confiáveis, além de manterem a versatilidade que, principalmente, pequenos produtores rurais precisam. Todos os modelos são 4×4, plataformados, têm baixo custo de manutenção e aceitam todos os tipos de implementos agrícolas, como grades aradoras, pequenas plantadeiras, perfuradores, enxadas rotativas, distribuidores e pulverizadores. Indicados para uso no preparo do solo, plantio, pulverização e outros serviços, os tratores da linha MF 4200 Xtra são ideais para cultivos de milho, arroz, soja e citros, além da utilização na pecuária.

A Massey Ferguson também leva à 42ª Expointer o MF 3300, para uso em cafezais, fruticultura e vinicultura. Essa série em versão plataformada e cabinada é composta por tratores compactos de 69 cv, 78 cv e 89 cv, todos equipados com o motor AGCO Power de 3 cilindros eletrônico, que atende à legislação ambiental MAR-1.

Ainda no portfólio de tratores, a Massey Ferguson vai expor oMF 4700. Com três modelos – MF 4707 (79 cv), MF 4708 (89 cv) e MF 4709 (99 cv) –, a série tem a maior capacidade de levante e vazão da categoria, além de maior escalonamento de marchas de trabalho do mercado (24 marchas de frente e ré) com a opção de contar com um supercreeper, garantindo mais versatilidade no trabalho. Com versões plataformada e cabinada, as máquinas são encontradas na opção 12×12 na reversão mecânica e eletro-hidráulica. O motor é o AGCO Power iEGR (sistema para controle de emissão de poluentes). A nova transmissão é mais moderna e possui ótima relação custo-benefício. Outro ponto positivo é a baixa absorção de potência, que gera alta eficiência e economia de combustível. A versão 4707 (79 cv) também pode ser adquirida por meio do Programa Mais Alimentos.

- Massey Ferguson leva nova série de tratores MF 4200 Xtra à Expointer

A série MF 4200 Xtra é composta de quatro modelos: o MF 4280 Xtra (80 cv), MF 4283 Xtra (89 cv), MF 4290 Xtra (99 cv) e MF 4292 Xtra (105 cv) | Foto: Divulgação

Os tratores da série MF 8700 S, modelos de 295 cv e de 370 cv, são os maiores já produzidos pela Massey Ferguson e introduz um novo conceito de design e eficiência operacional, com mais força, facilidade de operação, robustez e confiabilidade. É a maior capacidade de tração para 370 cv de potência com a menor compactação do solo. O engate hidráulico traseiro permite o levante de 12 mil kg, e seu sistema hidráulico “Power Beyond” é de grande capacidade para implementos e trabalhos mais exigentes. Os tratores são equipados com a transmissão Dyna-VT. O sistema CVT garante a velocidade precisa na operação com o menor consumo de combustível, o que torna a melhor transmissão agrícola do mundo.

Por fim, a série MF 5700, com os tratores MF 5709 (99 cv) e MF 5710 (105 cv), estão disponíveis nas versões plataformada e cabinada e são ideais para os agricultores que necessitam de máquinas mais resistentes e robustas. Também dotado de motor AGCO Power iEGR, o trator oferece os maiores níveis de torque, capacidade de levante e de vazão (de 57 ou 98 LPM) da categoria. Desenvolvida com o padrão global da marca, a série MF 5700 tem uma maior variedade de escalonamento de marchas de trabalho devido à transmissão 12×12, atrelada à reversão mecânica ou eletro-hidráulica.

Colheitadeiras
Durante a Expointer 2019, a Massey Ferguson apresentará o novo sistema da MF 6690 (265 cv). Novidade exclusiva da marca no mercado de colheitadeiras híbridas no Brasil, o equipamento possibilita ao agricultor a troca em alguns minutos do mecanismo de colheita de duas diferentes culturas, como arroz e soja, por exemplo, apenas com ajuste na cabine. Com mais esta inovação tecnológica da marca, o produtor rural ganha agilidade e versatilidade, sem perder tempo de máquina parada para trocar de cultura, permitindo a colheita de mais sacas na janela de setup de máquina. O lançamento também é dotado da primeira plataforma arrozeira rígida com 23 pés, possibilitando ao produtor rural um ganho de até 15% a mais de produtividade.

A marca também leva aMF 4690 Xtra, lançamento que possui 5.500 mil litros de capacidade, taxa de descarga de 86 litros e todo o sistema de descarga controlado da cabine, com a alavanca multifunção. O sistema atesta sua eficiência em terrenos com mais de 15% de inclinação, pois na prática a eficiência do sistema se mostrou acima da média em terrenos inclinados, onde nenhuma máquina da sua categoria com controles complexos e móveis nas peneiras conseguiu superá-la.

E para compor a família de colheitadeiras, a Massey Ferguson também apresenta a MF 9795. Essa colheitadeira axial possui a maior taxa de descarga de grãos do mercado (150 litros por segundo) e tanque com capacidade de armazenagem de 12.334 litros. O sistema de acionamento do cilindro alimentador é responsável pela alta performance do equipamento, garantindo a qualidade dos grãos e ampliando o leque de culturas e de aplicação.

Enfardadoras e Empacotadora
As novas enfardadoras cilíndricas RB 4160V de câmara variável e RB 3130F de câmara fixa e a empacotadora MF TW130 são as novidades Massey Ferguson para a 42ª Expointer em fenação. As enfardadoras reúnem tecnologia e baixo custo de manutenção para entregar rentabilidade com alto desempenho. Mais versáteis do mercado, as máquinas possuem o sistema exclusivo de hydroflex control, que aumenta a produtividade de fardos com menos paradas – 80% das interrupções por objetos estranhos são eliminadas com este sistema.

Já a nova empacotadora MF TW130 conta com design simples e estrutura robusta, com mesa de acondicionamento excepcionalmente baixa – que manuseia fardos de até 1,30 m de diâmetro, 1,25 m de altura e até mil quilos com o acionamento de um botão – e controles semiautomáticos para uma operação rápida e confiável. Com isso, a descarga do fardo é suave, sem o risco de danificar o filme.

Pulverizadores
A Massey Ferguson exibe na Expointer 2019 seus pulverizadores MF 9330 (3.000l), de 200 cv, e MF 8125 (2.500l), de 170 cv, que oferecem excelente estabilidade para distribuição e deposição de gotas e são até 50% mais econômicos que os demais equipamentos de sua categoria. Disponível nas versões grãos e cana, o principal diferencial do pulverizador MF 9330 está na barra de pulverização – 24 ou 30 metros – projetada para os atuais desafios do campo. Já o pulverizador MF 8125 foi especialmente projetado para oferecer versatilidade, alta produtividade diária, baixo consumo de combustível, alta capacidade de tração, chassi flexível, segurança e conforto operacional. Disponível também nas versões cana e grãos, o equipamento alia baixo peso operacional, eixos independentes e transmissão hidrostática 4×4 cruzada, permitindo que a máquina trabalhe nas mais diversas condições de solo e topografia, e conta com controlador de pulverização touch screen e controle da bomba de pulverização.

- Massey Ferguson leva nova série de tratores MF 4200 Xtra à Expointer

Disponível nas versões grãos e cana, o principal diferencial do pulverizador MF 9330 está na barra de pulverização – 24 ou 30 metros | Foto: Divulgação

Plantadeira Momentum
Sucesso entre produtores rurais, agricultores e demais públicos visitantes nas feiras de agronegócios no Brasil, a série de plantadeiras dobráveis Momentum é uma das principais atrações do estande da Massey Ferguson na Expointer 2019. Entre as maiores de sua categoria, a Momentum tem versões de 24 (10,2 metros de largura de trabalho), 30 (10,2 metros) e 40 linhas (18 metros), espaçamento de 45 cm e caixa de armazenamento de 5.130 litros de sementes. Além disso, a máquina é extremamente simples de ter seu espaçamento alterado, sendo possível alterar de 45 cm para 50 cm em menos de duas horas na opção de 40 linhas. Dobrada, a plantadeira fica com 3,6 metros, menor largura de transporte da categoria, sem a necessidade de desmontagem de qualquer componente para tal e podendo passar por porteiras e pontes com facilidade sendo puxada pelo trator. A máquina também é facilmente transportada em caminhões prancha: basta remover dois rodados e duas linhas de plantio do suporte central da máquina, e ela ficará com 3 metros de largura sem a necessidade do uso de batedores, reduzindo os custos da operação.

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Notícias

Foton e ZF inauguram fábrica na China para produção de transmissões automatizadas

Por Daniel Santos 29/08/2019
Escrito por Daniel Santos

A Foton Motor, maior montadora de veículos comerciais da China, inaugurou recentemente uma fábrica em Jiaxing, no sul de Xangai, em conjunto com a ZF, maior fornecedora mundial de sistemas de mobilidade para carros de passeio, veículos comerciais e aplicações industriais e parceira da marca desde 2016. A planta concentrará a produção de transmissões automatizadas para veículos comerciais leves e pesados ao mercado chinês e é resultado de duas joint-ventures firmadas entre as empresas para os dois segmentos. 

Com isso, a Foton passa a ter 60% de participação na ZF LCV Automated Transmissions (Jiaxing) Co. Ltd., voltada à produção de transmissões para veículos comerciais leves, e 49% na ZF Foton HCV Automated Transmissions (Jiaxing) Co. Ltd., voltada aos pesados e responsável pela fabricação, integração e comercialização do mais eficiente sistema de transmissão de veículos comerciais da ZF, a TraXon, que também estará presente nos veículos produzidos pela Foton na China. A TraXon é uma transmissão automatizada que, em comparação com as opções manuais do mercado, reduz o consumo médio de combustível em até 5%. Trata-se da mais moderna tecnologia de transmissão da ZF, que, por ser modular, permite a customização para diferentes caminhões pesados e extrapesados pelo mundo.

 A parceria está baseada na força do mercado chinês que possui uma demanda forte e crescente por sistemas automatizados de transmissão para veículos comerciais leves e pesados. A partir da nova planta, os caminhões Foton na China saem equipados com a transmissão automatizada TraXon produzida na ZF Foton HCV e em breve serão fornecidos com o sistema Intarder de frenagem por transmissão, que possibilita uma frear caminhões pesados sem esforço ou desgaste, ampliando o conforto e a segurança e ainda diminuindo custos operacionais.

“Nossos clientes chineses começam a enxergar ainda mais eficiência, conforto e segurança nos caminhões leves e pesados da Foton, a partir da expansão desta parceria entre duas líderes do setor”, diz Darren Lu, executivo da matriz Foton na China e responsável pelos negócios da marca no Brasil. “Recebemos o título de marca líder de veículos comerciais na China em abril de 2005 e, 14 anos depois, seguimos liderando a indústria de caminhões, à frente do desenvolvimento econômico e tecnológico do setor, com inovações cada dia mais benéficas ao consumidor final”, afirma.

A Foton estabeleceu em abril de 2017 parceria com a ZF para o fornecimento de caixas de transmissão inteligentes de alta qualidade para veículos comerciais leves e pesados da marca na China. O objetivo da joint-venture é garantir uma produção anual de 160 mil transmissões para caminhões leves da Foton em 2019 e ampliar para 320 mil a partir de 2020. Para caminhões pesados, a estimativa é de uma produção anual de 115 mil caixas de transmissão automática em 2019 e 20 mil sistemas retarders no mesmo período. Para uma segunda fase, a ser colocada em operação em 2022, a produção anual iria para 190 mil transmissões e 40 mil retarders.

Sediada em Pequim, na China, a Foton cobre uma série completa de veículos comerciais e de passeio no mundo, desde vans e picapes até ônibus, caminhões leves, pesados e extrapesados. Anualmente a marca vende cerca de 600 mil veículos por ano globalmente, 90% deste volume de veículos comerciais, com exportações para mais de 100 países e um volume que passa das 60 mil unidades. A filial brasileira é a quinta unidade industrial da Foton fora da China e atualmente conta com a cooperação estratégica da matriz chinesa para a expansão da rede e introdução de novos modelos ao mercado brasileiro.

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Notícias

Plantio direto do algodoeiro aumenta estoque de carbono no solo em 20%

Por Daniel Santos 29/08/2019
Escrito por Daniel Santos

O cultivo do algodoeiro em sistema plantio direto aumenta o estoque de carbono no solo, incrementa o teor de nitrogênio e ainda faz aumentar a produtividade em comparação com o sistema de preparo convencional do solo. Foi o que demonstrou um estudo realizado ao longo de nove anos por cientistas da Embrapa Algodão(PB) no Cerrado brasileiro.

Depois de quase uma década, o sistema plantio direto incrementou em 55% o teor de carbono nos primeiros cinco centímetros de profundidade do solo, e em 20% o estoque de carbono na camada até 40 cm de profundidade. “Essa taxa de aumento do carbono no solo é quase cinco vezes maior do que a meta mundial proposta pela iniciativa ‘4 por 1000’, apresentada durante a 21ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima (COP21). Isso mostra o potencial do cultivo do algodoeiro em sistema plantio direto para contribuir com os compromissos assumidos pelo Brasil com vários outros países em prol da redução do aquecimento global”, avalia o pesquisador da Embrapa Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira, que coordenou o estudo.

O sistema conservacionista de preparo do solo também resultou em acúmulo de nitrogênio e em ganhos na produtividade da fibra de algodão. O teor de nitrogênio no solo em sistema plantio direto, nos primeiros cinco centímetros, foi 50% maior do que os teores encontrados nos demais sistemas. Já a produtividade registrada foi cerca de 10% maior e tem potencial de aumentar até 30%.

Algodão que ajuda a mitigar o aquecimento global
O experimento comparou o sistema plantio direto e o preparo convencional do solo, com sucessão ou rotação de culturas – algodão, soja, milho e braquiária (Urochloa ruziziensis). Os melhores resultados foram obtidos no sistema plantio direto do algodoeiro em rotação com a soja consorciada com braquiária, e com o milho em consórcio com braquiária.

Segundo Ferreira, os resultados da pesquisa seriam um estímulo para ampliar a adoção da prática entre os cotonicultores, contribuindo para a mitigação do aquecimento global. “Além de aumentar a produtividade de algodão e de acumular mais carbono no solo, o sistema plantio direto confere maior resiliência produtiva e subsídios para manter ou expandir o comércio mundial para uma sociedade cada vez mais exigente em processos produtivos sustentáveis”, argumenta.

Produtividade maior equivale a uma nova safra
A pesquisa foi conduzida em condições de sequeiro na área experimental da Fundação Goiás, município de Santa Helena de Goiás. Nos últimos sete anos do estudo, após a consolidação dos sistemas de cultivo e manejo do solo, a produtividade total de fibra foi de 13.958 quilos por hectare no sistema plantio direto, enquanto no monocultivo com preparo convencional do solo foi de 12.698 quilos por hectare. “No sistema plantio direto houve o incremento na produtividade de fibra de 1.260 quilos por hectare, o que equivale praticamente a uma nova safra”, observa Ferreira.

“O maior acúmulo de carbono na camada superficial do solo no sistema plantio direto se deve aos resíduos de colheita e ao abundante sistema radicular das gramíneas formadoras de pastagens. O cultivo de Urochloa ruziziensis em segunda safra, como planta de cobertura para a formação de palha e semeadura direta, protege o solo e melhora as suas características químicas, físicas e biológicas”, afirma o pesquisador da Embrapa.

20% mais carbono e 50% mais nitrogênio
Na parcela com plantio direto, o teor de carbono encontrado na camada de solo mais superficial, de zero a cinco centímetros, foi cerca de 55% acima do encontrado nas parcelas com preparo convencional do solo. Nas camadas mais profundas, até 30 cm, não houve variações significativas.

Ferreira relata que, no preparo convencional do solo, a matéria orgânica dos restos culturais de cada sistema de produção estudado foi incorporada ao solo, até aproximadamente 20 cm de profundidade, por meio da aração e da gradagem. “Esses processos favorecem a decomposição da matéria orgânica, principalmente de compostos orgânicos menos estáveis. Com isso, os tratamentos em preparo convencional, independentemente da rotação soja-algodão ou soja-milho-algodao, não foram suficientes para aumentar o teor de carbono na camada mais superficial”, explica.

Na camadas de 11 cm a 30 cm não houve diferença entre as parcelas por influência das raízes das culturas, que se encontram nessa profundidade. No entanto, nas camadas de 31 cm a 40 cm, o solo com sistema plantio direto apresentou maior teor de carbono em relação ao preparo convencional. “Isso se deve provavelmente à elevada capacidade de desenvolvimento das raízes de Urochloa ruziziensis até maiores profundidades”, afirma o cientista.

- Plantio direto do algodoeiro aumenta estoque de carbono no solo em 20%

Foto: Alexandre Cunha Ferreira

Sistema convencional perdeu matéria orgânica
O estudo também revelou que houve perda de matéria orgânica nas parcelas com preparo convencional do solo ao longo dos nove anos. “Medimos a matéria orgânica no solo antes do início do traballo, em 2005, e ao fim, em 2014, e verificamos que ela diminuiu 7% na camada de zero a 20 centímetros”, conta Ferreira.

Ao longo dos nove anos da pesquisa foram adicionados 996 quilos por hectare de nitrogênio mineral ao sistema monocultivo de algodão, enquanto no sistema plantio direto foram 649 quilos por hectare. “Apesar de ter recebido 347 quilos por hectare a menos de nitrogênio mineral, a manutenção do nitrogênio no solo sob sistema plantio direto foi maior, equivalendo a 320 quilos por hectare. Esse acúmulo de nitrogênio pode ser atribuído não apenas à ausência de revolvimento do solo, mas também ao potencial de ciclagem de nutrientes pela Urochloa ruziziensis”, observa o pesquisador, destacando que a inserção da soja na rotação foi ineficiente para aumentar o teor de nitrogênio no solo com o preparo convencional.

“Os sistemas produtivos baseados no preparo convencional do solo com arados e grades, com ou sem rotação de algodão, soja e milho, não influenciaram positivamente o balanço de carbono, não sendo suficientes para melhorar o estoque de carbono. Já no sistema plantio direto, o estoque aumentou 20% após nove anos”, conclui Ferreira.

Fonte: Embrapa Algodão

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Exportações do agronegócio registram recorde em julho, com destaque para a soja
Notícias

RS deve registrar colheita recorde de soja com 19,7 milhões de toneladas

Por Daniel Santos 28/08/2019
Escrito por Daniel Santos

O Rio Grande do Sul deve colher 33,269 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/20, 1,811 milhão de toneladas a mais que a última temporada. Se confirmada, a produção dos quatro principais grãos do Estado – soja, milho, arroz e feijão – representará um crescimento de 5,76% ante o ciclo anterior, quando foram colhidos 31,457 milhões de toneladas.

A projeção, primeira estimativa da Emater/RS para as culturas de verão, foi apresentada nesta terça-feira, 27, na Expointer, em Esteio. Segundo a entidade, os dados foram coletados entre 22 de julho e 7 de agosto em todas as unidades da entidade no Estado.

O destaque da safra 2019/20 tende a ser a colheita de soja, que deve bater recorde de produção com 19,7 milhões de toneladas, 6,81% (ou 1,2 milhão de toneladas) a mais que o colhido na temporada passada. A área a ser ocupada com o grão deve ser de 5,956 milhões de hectares (1,93% maior do que na safra 2018/19), e a produtividade deve registrar um aumento de 4,31%, a partir de um rendimento médio inicial de 3.315 kg/ha.

A produção gaúcha de milho também deve registrar crescimento. De acordo com a Emater, o Estado deve colher 209,3 mil toneladas a mais em 2019/20 (+ 3,65%), no total de 5,948 milhões de toneladas. A área a ser ocupada com o grão deve ser de 771.578 hectares (1% maior do que na safra 2018/19), e a produtividade, de 7.710 kg/ha, aumento de 2,58%.

Quanto ao arroz, a produtividade média inicial será de 7.813 kg/ha, segundo a Emater. Se confirmado, o resultado ficará 5,31% acima do obtido ano passado. Já a área plantada projetada, de 961.377 hectares, é 2,03% menor que o ciclo e a produção, de 7,510 milhões de toneladas, 4,71% maior.

Para o feijão primeira safra a Emater aponta plantio de 36,02 mil hectares em 2019/20, 1,74% menos que em 2018/19. A produção deverá ser de 62,67 mil toneladas (+8,30%). A área de milho silagem é estimada em 338.108 hectares (-0,56% ante 2018/19), com produção esperada de 12,527 milhões de toneladas na safra 2019/20 (-5,5% ante 2018/19).

Fonte: revista Globo Rural

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Notícias

Setor de máquinas e equipamentos cresceu 2,4% em julho, diz Abimaq

Por Daniel Santos 28/08/2019
Escrito por Daniel Santos

A indústria brasileira de máquinas e equipamentos recuou 5,2% em julho em relação ao mesmo mês do ano anterior, mas teve crescimento de 2,4% na comparação com junho deste ano, totalizando R$ 6,953 milhões de receita líquida total. A informação foi divulgada hoje (27/8) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo a Abimaq, o crescimento acumulado neste ano encolheu mais um pouco, caindo de 3,9%, observado no encerramento do semestre para 2,4% até o mês de julho. De acordo com a instituição, o baixo crescimento em julho é influenciado principalmente pelo mercado doméstico, que encolheu tanto em relação ao mês anterior (9,8%) quanto sobre o mesmo mês de 2018 (-17,2%). No acumulado entre janeiro e julho, porém, o setor cresceu 5,8%.

A balança comercial do setor teve saldo negativo de US$ 828,69 milhões em julho, o que representou recuo de 15,9% em comparação ao mesmo mês do ano passado, mas as exportações cresceram, atingindo US$ 846,24 milhões, incremento de 24,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Por coincidência, também houve aumento de 24,1% em relação a junho. As importações também cresceram em julho, 11,1% em relação a junho e 19,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Para a Abimaq, o crescimento das exportações foi reflexo das vendas de máquinas e equipamentos para o Paraguai e para a Holanda, que juntos contribuíram para reduzir a queda acumulada em 2019, de -7,1% no semestre para -3,2% até o mês de julho.

Fonte: revista Globo Rural

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Manutenção

Especial Trator: cuidados fundamentais com a manutenção dos sistemas de freio e direção

Por Daniel Santos 28/08/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Joel S. Alves *

Muitos acidentes com tratores agrícolas acontecem por falta de manutenção ou por serviços incorretos nos sistemas de freio e de direção. Por isso, é importante entender como funciona e tomar cuidado com a manutenção desses conjuntos mecânicos.

Como atua o sistema de freio? Ao ser acionado o pedal de freio, um conjunto de componentes entra em ação para fazer parar a rotação do eixo que aciona as rodas. Esse mecanismo age por atrito de um material antifricção e o eixo em movimento, portanto, não é algo instantâneo.

Componentes: pedais de acionamento, discos de pressão, discos de fricção, mecanismo de compressão, hastes de acionamento; no caso de acionamento hidráulico: cilindro mestre junto aos pedais, cilindro de atuação junto aos discos, tubulações e depósito do fluido.

Funcionamento: ao acionar o pedal do freio é aplicada a força do pé do operador, multiplicada por alavanca e hastes ou força hidráulica, até atingir o mecanismo de atrito junto ao eixo. Esse mecanismo permanece banhado no óleo da transmissão. Os discos de fricção possuem nas áreas de contato um tratamento de superfície envolto em material cerâmico para manter forte aderência, mesmo mergulhado no óleo. Esse mecanismo é composto por discos: podem ser conjuntos de três ou até seis discos para cada ponta de eixo. A compressão entre os discos de fricção, presos ao eixo, e os discos de pressão ocorre por meio de um dispositivo de esferas dentro de trilhas cônicas ou por alavanca excêntrica. É por essa compressão entre os discos e o forte atrito que o eixo é travado, portanto, não é rápido como o sistema de freios a discos de outros veículos rodoviários. Daí a importância de o operador estar preparado para obter uma resposta de frenagem mais lenta. Ao soltar o pé, o dispositivo retorna à posição inicial por ação de molas, e libera os discos.

O sistema de freios dos tratores agrícolas possibilita frenagens independentes para cada ponta de eixo. Isso faz com que o operador possa frear apenas um lado. É um recurso importante para facilitar a manobra quando se está operando com implemento. Para isso, existem dois pedais de freios, um para cada lado do rodado traseiro, com dois comandos (mecânico ou hidráulico separado).

Atenção: há um dispositivo junto aos pedais que une, por meio de uma trava, os dois pedais para que o acionamento seja único para as rodas. Sempre que deslocar o trator em estradas deve ser acionado o tal dispositivo para que a frenagem seja igual nas rodas.

O sistema de direção também é um conjunto mecânico fundamental para a segurança, principalmente em deslocamentos em estradas, pois qualquer problema pode ocasionar acidente grave.

O conjunto é responsável por definir o trajeto da máquina. Três recursos distintos são utilizados para que o sistema funcione: direção mecânica (conhecida como “queixo-duro”), direção servo-assistida, e direção hidrostática ou hidráulica.

Controle de movimento

Direção mecânica: encontrada em muitos tratores antigos ainda em uso, utiliza recursos exclusivamente mecânicos para o esterçamento das rodas. Desde o volante até as rodas todas as peças são metálicas.
Componentes: volante de direção, coluna, caixa de engrenagens (conhecida como “setor”), braços e barras, pinos esféricos e tirantes.
Funcionamento: ao ser acionado o volante, o movimento circular é transferido pela coluna até a caixa de engrenagens, onde é transformado em pendular, através de um braço (pitman), que se movimenta em forma de arco, percorrendo uma figura geométrica chamada setor (daí o nome caixa de setor ou setor da direção). Fixado a esse braço estão as barras e os tirante que vão até os braços axiais do suporte da ponta de eixo, fazendo com que o movimento pendular seja transferido para o suporte da ponta de eixo, e assim movimentando a roda na direção desejada pelo operador.

Junto aos terminais de conexões dos braços e tirantes se encontram pinos esféricos (pivôs) que possibilitam larga flexibilidade angular no movimento de esterçamento do conjunto todo. Os pivôs são importantíssimos do ponto de vista da segurança, pois estão sujeitos a desgastes, e se deixarem de funcionar podem escapar e deixar o sistema inoperante. São peças resistentes e com tratamento de endurecimento, blindadas, com lubrificação permanente, e possuem uma coifa protetora (guarda-pó) para evitar a entrada de poeiras ou material abrasivo. Na inspeção diária da máquina e nas revisões periódicas devem ser verificadas as condições das coifas, pois, com o tempo e as condições climáticas, sofrem ressecamento e trincam, ocasionando perda de lubrificante e consequente desgaste prematuro. 

Direção servo-assistida: nesse sistema são utilizados dois recursos: mecânico e hidráulico. Há um conjunto mecânico similar ao visto anteriormente, o qual trabalha em conjunto com um sistema hidráulico. Portanto, dois recursos atuam juntos: se o hidráulico falhar o mecânico é mantido, pois o sistema hidráulico trabalha em paralelo ao mecânico. O hidráulico atua na caixa de engrenagens, multiplicando a força exercida pelo operador, reduzindo o esforço necessário para manusear o volante.

Componentes do sistema: estão presentes todos os componentes do sistema mecânico, desde volante, coluna, caixa de engrenagens, barras, braços e até pivôs. E mais os componentes do sistema hidráulico: bomba hidráulica, reservatório de óleo hidráulico (com bocal de abastecimento e vareta para verificação do nível do óleo), válvula de controle, dispositivo mecânico-hidráulico junto à caixa de engrenagem, mangueiras e conexões, tubulações de pressão e retorno, e o dispositivo de acionamento, que, normalmente, é por correia e polias.

Funcionamento: o sistema hidráulico começa a funcionar depois que o motor entra em funcionamento, pois o que aciona a bomba hidráulica é o motor da máquina. A partir daí, a pressão de óleo é enviada à válvula de controle junto à caixa de engrenagem da direção. Estando a direção parada, o óleo retorna direto da válvula para o reservatório. Ao ser acionada a direção, a válvula de controle é acionada e libera pressão de óleo para um dos lados do dispositivo mecânico (“carretel”), o qual imprime uma força em conjunto com o braço ou cremalheira (depende do modelo de caixa) do dispositivo mecânico que passa a ter este auxílio da força hidráulica. Assim, o sistema mecânico se mantém funcionando e, simultaneamente, entra o auxílio ou assistência hidráulica, daí o termo: “servo-assistida”. Esse auxílio hidráulico atua apenas na caixa de direção – a partir daí até o suporte da ponta do eixo continua tudo mecânico.

Direção hidrostática: esse sistema se utiliza apenas do recurso hidráulico, não há contato mecânico entre o acionamento da direção e as rodas, o que há são mangueiras e conexões hidráulicas. Portanto, se o sistema hidráulico falhar o trator perde o controle de direção. Por isso, há uma norma técnica (NBR) que não recomenda a circulação em vias públicas com máquinas e veículo com sistema de direção hidrostática. 

Componentes do sistema: reservatório, que pode ser o mesmo do sistema hidráulico principal do trator, bomba de óleo, válvula hidrostática, cilindro de atuação junto ao eixo, mangueira e conexões, e ainda os braços e tirantes de acionamento final com as juntas esféricas tipo pivô.

Funcionamento: o sistema funciona quando o motor é ligado e aciona a bomba hidráulica, passando a alimentar o sistema com pressão. O controle do direcionamento das linhas de pressão é feito pela válvula hidrostática, que possui quatro conexões: uma de pressão direto da bomba, uma de retorno e duas de acionamento para o cilindro.

Enquanto o volante da direção não é acionado as linhas para o cilindro permanecem bloqueadas, mantendo o cilindro calçado, e a linha de pressão da bomba é conectada à linha de retorno. Ao ser acionado o volante de direção, uma das linhas em direção ao cilindro é aberta  e movimenta o pistão do cilindro no sentido selecionado pelo operador e o outro lado do cilindro é conectado a linha de retorno, tudo através da válvula hidrostática.

Quando comanda no outro sentido o mesmo se repete, porém, a linha que estava pressurizada passa a ser retorno e a que era retorno agora recebe pressão. Ainda nessa válvula há uma válvula de segurança e uma limitadora de fim de curso. Portanto, a peça central é a válvula hidrostática, a qual requer cuidados operacionais para não haver desgastes prematuros ou rupturas internas.

Recomendações
Operar sempre com o motor funcionando e não em lenta e, como todo sistema hidráulico, evitar movimentos bruscos, pois a hidráulica é grande multiplicadora de força – como o volante fica mais leve, muitas vezes, operadores esquecem que estão diante de uma máquina com algumas toneladas de força. Outra recomendação básica é a manutenção preventiva, principalmente de óleo e filtro.

Joel S. Alves é instrutor nas áreas de Operação e Manutenção de Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviários *

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Tecnologia

Jacto apresenta equipamentos que auxiliam a gestão eficiente no campo

Por Daniel Santos 28/08/2019
Escrito por Daniel Santos

As soluções atuais e futuras para a agricultura devem aliar tecnologias para aumento da produtividade, redução de custos e atenção à sustentabilidade. O foco é disponibilizar e atualizar técnicas capazes de otimizar a produção e garantir maior eficiência e rentabilidade para os produtores rurais, colaborando para uma colaboram para uma gestão mais racional no campo. Essas são as características dos produtos e serviços da Jacto na 42ª Expointer, que acontece em Esteio (RS) até dia 1 de setembro.

“Possibilitar eficiência e produtividade, além da busca pela redução de impactos ambientais, é um alinhamento para todos os nossos produtos, do pequeno ao grande produtor. Trabalhamos também com atenção ao cenário digital para que a agricultura possa se beneficiar das tecnologias nesse ambiente. Por isso, estamos apoiando e compondo iniciativas e projetos que possam efetivamente levar a conectividade ao homem do campo. Essa é uma demanda real e construir parcerias contribuirá para um ecossistema mais forte”, avalia Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto.

Para a edição do evento, a Jacto estará em novo espaço, adequado para a demonstração das tecnologias e para o atendimento dos agricultores e de todo o público presente.

Confira abaixo todos os destaques da Jacto na EXPOINTER  2019:

Uniport 3030 EletroVortex: o novo pulverizador automotriz apresenta tecnologia exclusiva que combina a assistência de ar nas barras de pulverização com o carregamento eletrostático das gotas. O sistema permite que o defensivo atinja as partes mais inferiores das culturas melhorando a deposição tanto na face superior quanto na inferior das folhas, contribuindo para uma qualidade superior de aplicação, com redução de volumes, minimizando desperdícios e aumentando a proteção ambiental.  Entre os principais benefícios do Uniport 3030 EletroVortex.

- Jacto apresenta equipamentos que auxiliam a gestão eficiente no campo

Uniport 3030 EletroVortex | Foto: Divulgação

 + Maior rendimento operacional: a tecnologia EletroVortex possibilita que as gotas de pulverização atinjam o alvo com mais eficiência. Isso permite que a máquina fique menos suscetível a paradas devido variações climáticas. O resultado é uma janela maior de aplicação durante a jornada de trabalho, aumentando o rendimento operacional do pulverizador. Menos paradas para abastecimento também representam maior rendimento operacional, com um ganho de rendimento de até 35%.

+ Potencial para diminuir aplicações: a qualidade das pulverizações com a tecnologia EletroVortex tem potencial para diminuir a quantidade de aplicações durante o ciclo da cultura. Com aplicações melhores, é possível, por meio do monitoramento de um especialista, a recomendação para redução do número de reentradas para controle de pragas e/ou doenças.

+ Aumento da produtividade: como resultado de aplicações de qualidade superior durante todo ciclo da cultura há um potencial maior para aumento de produtividade da área colhida.

Barras de pulverização de maior porte:  os equipamentos Uniport 4530 e Uniport 2530 ganharam versões de barras maiores, que proporcionam rendimento operacional superior e redução de perdas por amassamento. No Uniport 4530, o conceito híbrido de barra de pulverização de 42 metros, foi desenvolvido em aço e fibra de carbono, possibilitando um rendimento operacional até 12,5% superior. Para o modelo Uniport 2530, também automotriz, a nova opção de barras de 36 metros proporciona aumento do rendimento operacional em até 15%.

Controle automático de 12 seções: É o novo diferencial tecnológico da Jacto para adubação à lanço. Exclusivo no Brasil, a ferramenta amplia os diferenciais tecnológicos da adubadora automotriz Uniport 5030 NPK e da adubadora tracionada Tellus 10.000 NPK. O controle permite a segmentação da faixa de aplicação em até 12 seções, controladas automaticamente. Trata-se de um sistema inovador que traz para a operação de adubação uma importante redução no custo com fertilizantes, que pode chegar a 15%, representando economia para o agricultor e maior proteção ambiental.  

- Jacto apresenta equipamentos que auxiliam a gestão eficiente no campo

Adubadora Tellus 10.000 NPK com controle automático de 12 seções para a adubação, diferencial que traz uma importante redução no custo com fertilizantes | Foto: Divulgação

Tecnologia conceito para pequenos e médios produtores: oferecer mais tecnologia para o pequeno e médio produtor, com custo acessível e que possibilite eficiência e produtividade. Este é um constante desafio para a Jacto que apresenta um novo conceito de sistema de aplicação para a linha de pulverizadores tratorizados. O sistema possui tecnologias semelhantes as que já estão presentes nos pulverizadores automotrizes, além de soluções da Otmis, como conjunto Omni 700, que une as principais funções de agricultura de precisão e que possibilitam também o aumento do conforto, segurança e praticidade das operações, uma vez que integra todos os recursos em um único display touch screen, com fácil acesso dentro da cabine do trator.

Solução OtmisNET: a tecnologia OtmisNET telemetria tem o diferencial de ser multimarcas, podendo ser usada para plantio, pulverização, adubação, colheita e preparo do solo, independente do fabricante da máquina. Assim, o produtor rural ou o gestor agrícola acompanha em tempo real todo o processo produtivo, facilitando as tomadas de decisão.

Equipamentos Portáteis: a Jacto apresenta o pulverizador e dosador costal com a possibilidade de se conectar via Bluetooth e ser controlado através de um aparelho celular. O Jacto DJB-20s vem ampliar a oferta da empresa em pulverizadores e dosadores costais movidos a bateria, aliando conforto e segurança, uma aplicação mais precisa, maior autonomia de trabalho e aumento do tempo de operação. Para a adubação, a empresa apresenta Jacto GP-3, distribuidor de grânulos sólidos de forma homogênea e que conta com um sistema de controle de doses. Para a poda, o destaque é a nova linha de tesouras  manuais, com 4 modelos diferentes: tesoura de poda Jacto PS-20, tesourão de poda Jacto PS-30 e tesouras para colheita modelos Jacto PS-10 e PS-11. 

Mega contemplação Consórcio Nacional Jacto: o Consórcio Nacional Jacto apresenta a mega contemplação, uma condição especial para a linha de pulverizadores tratorizados da Jacto, apenas no plano de 12 meses com contemplação automática, sem a necessidade de participação nas assembleias de sorteio ou lance.

Marco histórico – 40 anos da primeira colhedora de café e 30 anos do primeiro pulverizador automotriz Uniport:  A primeira colhedora de café produzida no mundo foi desenvolvida com tecnologias e pesquisas brasileiras. A K3, lançada pela Jacto em 1979, comemora 40 anos em 2019 e reforça o espírito inovador da empresa e a busca por soluções que contribuam para o desenvolvimento do produtor rural e da agricultura como um todo. Também em 2019, a empresa, reconhecida como especialista em pulverização, comemora os 30 anos do primeiro Uniport, pulverizador automotriz que inaugurou um novo parâmetro para o segmento e que hoje dá nome à família de equipamentos para a pulverização e adubação.

 

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Tecnologia

John Deere apresenta soluções inovadoras para diversas culturas

Por Daniel Santos 28/08/2019
Escrito por Daniel Santos

A John Deere apresenta, na 42ª edição da Expointer, que ocorre em Esteio (RS), de 24 de agosto a 1 de setembro, suas soluções inovadoras em tecnologia com lançamentos para todas as etapas da lavoura. Os clientes poderão conhecer de perto os tratores, pulverizadores, plantadeiras e colheitadeiras de grãos, que, conectados ao Centro de Operações, uma plataforma tecnológica de análise de dados para gestão online, unem o que há de mais moderno em serviços e soluções para todos os portes e perfis de agricultores.

Neste ano, o portfólio completo de soluções tecnológicas da John Deere traz um diferencial: além do Centro de Operações, agora os equipamentos podem se conectar ao Conectividade Rural, serviço pioneiro lançado comercialmente pela companhia na Agrishow deste ano para suprir a deficiência de internet nas áreas rurais do Brasil. Com a integração de equipamentos e serviços, o produtor passa a mensurar tudo que foi planejado e executado, receber mapas de solo, de plantio, pulverização, colheita, dados de operação da máquina – como consumo, disponibilidade, capacidade, dados de gestão da frota, e contar com o suporte de seu concessionário ou especialista para tomar as melhores decisões para a lavoura, em tempo real. O Centro de Suporte a operações da John Deere utiliza recursos de machine learning, IoT (Internet das Coisas) e análise de dados que, integrados, colaboram para maior eficiência e rentabilidade das lavouras.

“A John Deere está sempre à frente das tendências e discussões em prol do desenvolvimento da agricultura brasileira. A criação de soluções tecnológicas vai ao encontro do propósito da companhia de criar um ecossistema colaborativo, contribuindo para transformar a agricultura de precisão em agricultura de decisão, baseada em dados para uma gestão mais assertiva. Dessa forma, a John Deere continua ajudando o País a ser o celeiro do mundo e a vencer o desafio de alimentar uma crescente população global nos próximos anos”, disse Eduardo Martini, gerente de Vendas da John Deere Brasil.

O Rio Grande do Sul vive um momento favorável para o produtor rural. Segundo a consultoria Céleres, a expectativa de produção para a soja na safra 2019/2020 será de 20,9 milhões de toneladas, enquanto a área cultivada com a oleaginosa é estimada em 6 milhões de hectares em solo gaúcho. Outras culturas importantes, como arroz e trigo, também vão bem, o que reforça ainda mais o protagonismo do Rio Grande do Sul para a agricultura nacional. “Este momento positivo do Estado faz com que a John Deere invista cada vez mais em soluções e lançamentos para que o produtor gaúcho e brasileiro possa obter máximas produtividades em sua lavoura”, complementa Martini.

Lançamento de produtos apoia desenvolvimento da agricultura nacional

Com um portfólio amplo e altamente tecnológico já reconhecido pelos produtores brasileiros, a John Deere lança, neste ano, soluções em equipamentos para o ciclo completo da lavoura, pensando em todos os perfis de produtores e culturas.

A primeira novidade é a Plantadeira DB ExactEmerge, a mais rápida da categoria, que conta com o dobro de precisão, plantando com velocidade de até 16 km/h. O produto conta também com o RowCommand, ferramenta que reduz os custos do agricultor, evitando o sobreplantio de sementes, por meio do desligamento individual e automático linha a linha. Sistema permite aumento na eficiência de campo, eliminando gastos extras com insumos, otimizando a capacidade de colheita, entre outros benefícios.

A John Deere também levou para a Expointer a Série M4000 de pulverizadores, que conta com o ExactApply, sistema inteligente de pontas que permite precisão inédita na aplicação de defensivos agrícolas em todas as condições, além de contar com maior eficiência de combustível, maior vão livre, mais opções de barras para aumento da produtividade e maior tempo de pulverização no campo.

Por fim, o agricultor que visitar o estande na feira conhecerá a Série S700 de colheitadeiras, a primeira do mercado nacional totalmente automatizada, com duas câmeras inteligentes que fazem imagens a cada dois segundos para a leitura da passagem do grão e realizam ajustes automáticos na máquina a cada três minutos. Um sistema revolucionário na colheita tecnológica do campo. O produto traz também o Sistema ATA, que permite o ajuste automático ao terreno em aclive ou declive, resultando em uma colheita de maior qualidade e perdas reduzidas, e o Active Yield, ferramenta em que a máquina, através de seus sensores de massa, determina com precisão a quantidade de produto colhido, resultando em mapas de produtividade muito mais precisos. Na Expointer, os produtores poderão conhecer de perto a S760, com foco em arroz.

Além dos equipamentos agrícolas, a John Deere apresenta dois produtos da divisão de Construção: a escavadeira 130G LC e a retroescavadeira 310L. Eles podem ser utilizados em diversas atividades agrícolas, como programas de microbacias, controle de erosão, sistematização dos solos, construção e manutenção de estradas vicinais, além de movimentação de cascalho e manuseio de adubos, por exemplo.

Além disso, a PLA, marca adquirida pela John Deere em 2018, apresenta nesta edição da Expointer o pulverizador Hydra 200. O produto é ideal para pequenas e médias áreas e é equipado com barra de 24,5m, tanque de produto de 2000 litros rotomoldado e vão livre de 1,40m. O pulverizador da PLA é muito versátil e um dos mais leves da categoria, contando com diferenciais construtivos como: Sistema de torre para o conjunto de quadro e barras e um conjunto de suspensão que possibilita o seu uso inclusive em situações de grande exigência, como na cultura do arroz. Entre os diferenciais da Hydra 200 estão o motor MWM de 120cv, bomba de pulverização centrífuga em aço inox Hypro e transmissão hidrostática 4×4 Sauer Danfoss.

Além das mais de 30 soluções em máquinas, implementos agrícolas e equipamentos para agricultura, pecuária e construção, os serviços de Pós-Vendas, um diferencial da companhia, e financeiros, por meio das soluções oferecidas pelo Banco John Deere e Consórcio John Deere, também estão disponíveis durante toda a semana.

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Tecnologia

Husqvarna lança Motopoda a bateria com alcance de até cinco metros de altura

Por Daniel Santos 28/08/2019
Escrito por Daniel Santos

A Husqvarna, empresa de origem sueca que está há 41 anos no Brasil, fabricante e líder mundial em equipamentos para manejo de áreas verdes, lança dois novos produtos em sua linha de equipamentos a bateria. Trata-se da Motopoda telescópica a bateria 530iPT5 e da bateria BLi300, desenvolvidas com foco no uso profissional de alta performance.

“A potência dos motores e a ótima relação entre durabilidade e leveza fazem com que os equipamentos a bateria da Husqvarna garantam mais conforto e desempenho para o usuário”, comenta Mario Fortunato, gerente de produtos da empresa na América Latina. “São equipamentos mais leves, sem emissão de ruídos ou fumaça, que podem ser utilizados em ambientes com tráfego de pessoas, como condomínios, hotéis, parques, entre outros.”

A Motopoda telescópica a bateria 530iPT5 é um equipamento desenvolvido para profissionais, com alcance de até cinco metros e desempenho superior ao dos modelos a gasolina equivalentes. Além disso, é um produto silencioso, o que permite sua utilização a qualquer hora do dia.

- Husqvarna lança Motopoda a bateria com alcance de até cinco metros de altura

Já a bateria BLi300 foi desenvolvida especialmente para utilização nos equipamentos profissionais e dispõe da maior carga do mercado nacional (9,4Ah em 36V). Seu diferencial é proporcionar maior tempo de trabalho com baixo peso e autonomia 80% superior ao modelo anterior, a BLi200. É compatível com todos os equipamentos da linha a bateria da Husqvarna, para uso profissional e ocasional.

Além desses lançamentos, a linha a bateria profissional da Husqvarna conta com aparadores de cerca viva, aparadores de cerca viva articulados, motosserras, podadores de galho, sopradores e roçadeiras. Lançada no Brasil no ano passado, a linha já é destaque de vendas, segundo Fortunato. “A linha toda está sendo muito procurada para trabalhos profissionais pela redução de ruído e pelo baixo custo operacional. Com o novo modelo de bateria BLi300, os usuários terão mais autonomia e consequentemente mais eficiência operacional”, ressalta o executivo.

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