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Notícias

Chuvas diminuem ritmo da colheita de soja, diz AgRural

Por Daniel Santos 26/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A colheita da safra 2018/19 de soja perdeu ritmo e está mais lenta do que nas semanas anteriores, devido às fortes chuvas registradas em boa parte do Brasil na semana passada.

Segundo a AgRural, mesmo com este cenário, 45% da área cultivada com a oleaginosa no país já tinha colhida até quinta-feira (21), contra 25% de 2018 e 27% na média de cinco anos. O total do avanço da semana foi de nove pontos percentuais.

Mato Grosso segue na liderança da colheita, com 80% de sua área já colhida. Em seguida estão Rondônia (70%), Goiás (67%), Mato Grosso do Sul (57%), São Paulo (55%) e Paraná (45%).Mesmo com as chuvas resultando em lotes com umidade entre 22% e 25% em algumas áreas, não foram reportadas avarias ou perdas na soja que ainda está no campo,  destaca a AgRural, em nota divulgada nesta segunda-feira (25/02). Além disso, a agência pontua que as precipitações foram boas para as áreas que ainda estão enchendo grãos no Matopiba, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

A AgRural reduziu a estimativa de produção de soja na safra brasileira 2018/19 no início de fevereiro: ela diminui para 112,4 milhões de toneladas. Uma nova estimativa será divulgada em março.

Fonte: Globo Rural

26/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Rizicultores terão R$ 500 milhões para estocagem e comercialização

Por Daniel Santos 26/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Os produtores de arroz terão R$ 500 milhões disponíveis para financiamento de estocagem e comercialização do produto. Os recursos são do Banco do Brasil a taxa de juros de 8,5% ao ano. O anúncio foi feito pelo secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio Marques, do Ministério da Agricultura, durante a cerimônia da 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, na cidade gaúcha de Capão do Leão, na sexta-feira (22/02).

“A expectativa é de que esse aporte de recursos tire um pouco da pressão dos preços, nesse momento em que os produtores estão começando a colheita do grão”, afirmou o secretário, em comunicado.Medidas de apoio ao produtor de arroz estão sendo estudadas pelo governo, adiantou Sampaio, como a criação de um fundo de aval para possibilitar o acesso ao crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de refinanciamento da dívida.

Segundo o secretário, “a linha do BNDES foi criada no ano passado, mas a adesão foi insignificante, porque é cara e os bancos estão refratários em aplicá-la pela falta de garantias. Com o fundo de aval, espera-se melhorar o desempenho. A negociação para repactuação de dívidas foi fruto da ação dos parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária em reunião com Ministério da Economia realizada na semana passada.O Departamento de Gestão de Riscos, em conjunto com as representações dos produtores de arroz, vai estudar melhorias nos produtos de seguro para a cultura do arroz junto com as seguradoras.”O objetivo é melhorar as coberturas e condições gerais do seguro para a cultura. Estamos também melhorando o zoneamento agrícola de risco climático para o arroz”, salienta.

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ARTIGO: A Sustentabilidade e as Boas práticas de aplicação de agrotóxicos

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está realizando revisão na metodologia do cálculo do custo de produção para dar suporte ao preço mínimo. Os técnicos da Conab estão em contato com a Federação das Associações de Arrozeiros do RS (Federarroz) e Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA). “Já houve painéis de levantamento de custos em Pelotas, Cachoeira do Sul e Uruguaiana. Faltam as lavouras do município de Santo Antônio da Patrulha”.

Os produtores de arroz terão R$ 500 milhões disponíveis para financiamento de estocagem e comercialização do produto.

Os produtores de arroz terão R$ 500 milhões disponíveis para financiamento de estocagem e comercialização do produto.

Em relação à importação de arroz dos países Mercosul, Eduardo Sampaio disse que há possibilidade de negociação de acordos voluntários de restrição às exportações. “O setor privado brasileiro deverá procurar a sua contraparte nos países do Mercosul para tratar do assunto”.

O ministro de Agricultura do Paraguai, Denis Lichi, vai se reunir com a ministra Tereza Cristina, nos próximos dias, e a comercialização do arroz vai estar na pauta do encontro. O governo federal está negociando também a abertura de novos mercados para o arroz em casca e beneficiado. De acordo com Eduardo Sampaio, “Panamá e Guatemala estão com negociações em curso. Com o México, foram concluídas as negociações para acesso do arroz beneficiado e estamos aguardamos decisão das autoridades mexicanas”.

Na terça-feira (26/02), a ministra da Agricultura também terá uma audiência, em Brasília, com a representação dos produtores, da indústria e do varejo para tratar da comercialização o arroz.

Fonte: Globo Rural

26/02/2019 0 Comentários
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Uma aplicação realizada de forma equivocada ou quando não são respeitadas as instruções de rotulagem bem como as Boas Práticas agrícolas podem além de gerar prejuízo e desperdício, aumentar consideravelmente os riscos de contaminação das pessoas, do ambiente e dos organismos não alvo.
Coluna

A Sustentabilidade e as Boas práticas de aplicação de agrotóxicos

Por Daniel Santos 26/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Marcos Matos e Lilian Vendrametto*

A questão de Boas Práticas Agrícolas, incluindo nesse tema a Tecnologia de aplicação de agrotóxicos vem tomando cada vez mais espaço nas discussões sobre sustentabilidade na agricultura.

Após a decisão de ser realizado o controle químicos de pragas, doenças e plantas daninhas ou espontâneas, é necessário tomar atenção para uma série de etapas relacionadas a segurança e eficácia, para garantir o uso correto e seguro dessa ferramenta de suporte aos agricultores.

Primeiramente é necessário analisar com precisão o cultivo agrícola e responder a alguns questionamentos iniciais para determinar o tratamento fitossanitário e garantir bons resultados agronômicos: Qual é o alvo biológico (praga, doença ou planta daninha/espontânea) que precisa ser controlado/manejado? Qual o tratamento mais recomendado para esse controle? De que forma a aplicação deve ser realizada para conferir resultados eficazes?

Uma aplicação realizada de forma equivocada ou quando não são respeitadas as instruções de rotulagem bem como as Boas Práticas agrícolas podem além de gerar prejuízo e desperdício, aumentar consideravelmente os riscos de contaminação das pessoas, do ambiente e dos organismos não alvo.

As perdas podem ocorrer por deriva descontrolada, lixiviação ou escorrimento, podendo atingir áreas não alvo como áreas urbanas ou de proteção ambientais como também transeuntes ou animais domésticos. Para melhorar este desempenho, são essenciais a utilização e a capacitação da mão-de-obra treinada no curso da Norma Regulamentadora 31 para o uso eficaz dos equipamentos de aplicação, sempre seguindo e recomendações de rótulo e bula dos produtos bem como as orientações do engenheiro agrônomo responsável.

A Tecnologia de Aplicação de Produtos Fitossanitários pode ser considerada como o emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação de determinando produto químico biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o mínimo de contaminação de outras áreas.

A pulverização consiste no processo físico-mecânico de transformação de uma substância líquida em partículas ou gotas. Já a aplicação é a deposição de gotas sobre um alvo desejado, com tamanho e densidade adequados ao objetivo proposto. Qualquer alteração no tamanho e densidade das gotas pode comprometer em demasiado a qualidade da aplicação.

Quando se pensa em pulverização, deve-se ter em mente que fatores como o alvo a ser atingido, as características do produto utilizado, a máquina, o momento da aplicação e as condições climáticas e ambientais não estarão agindo de forma isolada. A interação destes fatores é responsável direta pela eficácia ou ineficácia do controle. Quando qualquer uma destas interações for desconsiderada, ou equacionada de forma errônea, poderá ser a responsável pelo insucesso da operação. Portanto a verificação de características locais nos momentos que antecipam a aplicação como: velocidade do vento, temperatura, umidade relativa do ar e previsão meteorológica são primordiais para determinar o suces so ou fracasso da aplicação.

Vale destacar alguns passos importantes a serem realizados/verificados:

a) Manter a calda agitada: Principalmente para formulações pó-molhável (PM) ou suspensão concentrada (SC), por risco de se depositarem no fundo do pulverizador em condições de agitação ineficiente. Formulações concentrado emulsionável (CE), por tenderem a migrar para a superfície, ocasionando uma má distribuição mesmo quando a dose por área está adequada.

b) Importância de usar os filtros corretos: Formulações pó-molhável (PM) ou suspensão concentrada (SC), por possuírem partículas sólidas em suspensão na calda, uma vez que o diâmetro das partículas de pó poderá ser superior ao da abertura de peneiras muito finas.

c) Regulagem e calibração dos equipamentos: ajuste dos componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Cuidados em relação a: tipos de pontas, espaçamento entre bicos, altura da barra, ajuste da velocidade, etc, verificando a vazão das pontas, determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque. Essa etapa é fundamental para garantir a qualidade da aplicação e evitar perdas significativas de tempo e de produto.

O volume de pulverização a ser utilizado depende de fatores tais como: o alvo desejado, o tipo de ponta utilizado, as condições climáticas, a arquitetura da planta e o tipo de produto a ser aplicado. Também é necessário cuidado na escolha das gotas adequadas às condições climáticas locais, principalmente a umidade relativa do ar. Gotas de pulverização que se elevam ou se deslocam para fora da área de aplicação deverão ser evitadas. Aplicações de herbicidas poderão causar danos irreversíveis se atingirem além das plantas daninhas.

Qualquer quantidade do produto químico que não atinja o alvo não terá qualquer eficácia e estará representando uma forma de perda, dessa forma, observa-se que a eficácia da aplicação está diretamente ligada ao volume chegando no alvo e não ao volume pulverizado, de forma direta (quando se coloca o produto em contato com o alvo no momento da aplicação) ou indireta (quando se atinge o alvo posteriormente, pelo processo de redistribuição, que poderá se dar através da translocação sistêmica, translaminar ou pelo deslocamento superficial do depósito inicial do produto).

Em relação aos pulverizadores, devem ser verificados todos os itens recomendados pelo fabricante a respeito de calibração e regulagens, limpeza e higienização, segurança, presença de vazamentos e condições climáticas.

Uma aplicação realizada de forma equivocada ou quando não são respeitadas as instruções de rotulagem bem como as Boas Práticas agrícolas podem além de gerar prejuízo e desperdício, aumentar consideravelmente os riscos de contaminação das pessoas, do ambiente e dos organismos não alvo.

Uma aplicação realizada de forma equivocada ou quando não são respeitadas as instruções de rotulagem bem como as Boas Práticas agrícolas podem além de gerar prejuízo e desperdício, aumentar consideravelmente os riscos de contaminação das pessoas, do ambiente e dos organismos não alvo.

 

A deriva, por definição, é o deslocamento da calda de produtos fitossanitários para fora do alvo desejado. Este fenômeno, pode se dar pela ação do vento, escorrimentos ou mesmo volatilização do diluente e do produto. Ele é uma dos principais causas da contaminação do aplicador, do ambiente e de insucessos nas aplicações.

Quando da aplicação de um produto fitossanitário em área total de uma cultura (visando a sua parte foliar), muitas gotas podem passar pela folhagem e atingir o solo, principalmente nas entrelinhas. Outras gotas que atingem as folhas podem se aglutinar de tal maneira que não são mais retidas e escorrem para o solo. Essas perdas internas, isto é, dentro da área cultivada, estão muito ligadas às aplicações de altos volumes e com gotas grandes que geralmente ultrapassam a capacidade máxima de retenção de líquidos pelas superfícies foliares. O deslocamento de gotas para fora da área da cultura, causado pela ação do vento e da evaporação da água usada na preparação da calda, principalmente nas gotas de tamanhos menores, é denominado de “Exoderiva”. Esse tipo de perda externa, é um dos principais responsáve is pelos prejuízos causados a outras culturas sensíveis e pela contaminação ambiental.

As principais causas da deriva são o tamanho das gotas: O tamanho das gotas produzidas pelas pontas de pulverização depende do tipo da ponta, da vazão, pressão, do ângulo do jato e das propriedades do líquido pulverizado. Quanto menores forem estas gotas, mais sujeitas à deriva serão. Atenção especial deve ser dada as condições climáticas principalmente correntes de ar e inversões térmicas.

Em se tratando de meio ambiente, devem ser tomadas ações para proteger os corpos de água e áreas de preservação permanente e reserva legal, para evitar sua contaminação e preservar flora e fauna locais, e em relação a segurança do aplicador, é imprescindível o uso de equipamento de proteção individual adequado e higienizado a cada aplicação de agrotóxico. O período de carência, que é o intervalo entre a última aplicação de agrotóxicos e a colheita precisa ser atendido para que a planta consiga metabolizar os compostos químicos absorvidos e não deixar resíduos acima dos limites que possam ser considerados danosos ao ser humano.

Para finalizar é importante destacar que as questões relacionadas a segurança do alimento (principalmente no que diz respeito aos atendimentos aos Limites Máximos de Resíduos de cada um dos agrotóxicos utilizados) é condição essencial para garantir qualidade do alimento produzido, além de evitar restrições comerciais. Para os alimentos exportados, deve-se verificar as regulações individuais de cada um dos países que se pretende exportar e tomar atenção para seus limites máximos de resíduos específicos.

Portanto, o respeito as instruções e orientações contidas em rótulos e bulas dos agrotóxicos é extremamente necessário, pois tem papel importante na conscientização dos agricultores buscando evitar quaisquer restrições comerciais entre os países.

* Marcos Matos é diretor-geral do CECAFÉ; Lilian Vendrametto é gestora de Sustentabilidade.

26/02/2019 0 Comentários
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O tempo médio de uma manutenção, no período da entressafra, pode variar de dois a cinco dias úteis, considerando tempo de diagnóstico e reparação. "Esse tempo representa uma variável de 0,5 a 1,3% de indisponibilidade para uma safra anual, por exemplo", explica Dorival Fenerick Jr, gerente de serviços da Stéfani Massey | Foto: Divulgação
Manutenção

Máquinas agrícolas devem passar por revisão no período de entressafra

Por Daniel Santos 26/02/2019
Escrito por Daniel Santos

O Brasil é líder na produção e na exportação de produtos agrícolas, além de ser conhecido, em todo o mundo, pela qualidade de sua matéria-prima. Para esse reconhecimento, são necessárias ações precisas e certeiras na atividade agrícola, como conhecimentos específicos do produtor rural, competência em gerir seu negócio e utilização de tecnologia de ponta. Apesar disso, quando o assunto é máquina agrícola, muitos agricultores acabam pecando, com prejuízos, inclusive pela falta de uma simples ação: a prevenção.

Especialistas no assunto orientam que o produtor rural faça, com periodicidade, revisão e manutenção das máquinas agrícolas no período da entressafra. Trata-se de um tipo de manutenção de cunho funcional preventivo e corretivo. Neste tipo de vistoria, o equipamento agrícola é inspecionado de forma completa, sendo que partes agregadas são desmontadas parcialmente para melhor análise (motor, transmissão, redução final, sistema hidráulico e elétrico).

Alessandro Sgobbi, supervisor de serviços da Stefani Massey, empresa do Grupo Stéfani Ribeirão Diesel, com unidades em Jaboticabal, Ribeirão Preto e Catanduva (SP), orienta a manutenção preventiva para evitar danos nas máquinas e possíveis paradas nas atividades agropecuárias durante a safra. “Este tipo de intervenção é necessário para garantir melhor disponibilidade mecânica durante o ciclo das atividades agrícolas e ainda controlar custos”. Segundo ele, uma vez programada a manutenção, é possível administrar os custos de acordo com determinados períodos, sem que haja surpresas indesejadas e sem afetar a lucratividade do negócio.

O tempo médio de uma manutenção, no período da entressafra, pode variar de dois a cinco dias úteis, considerando tempo de diagnóstico e reparação. “Esse tempo representa uma variável de 0,5 a 1,3% de indisponibilidade para uma safra anual, por exemplo”, explica Dorival Fenerick Jr, gerente de serviços da Stéfani Massey.

O tempo médio de uma manutenção, no período da entressafra, pode variar de dois a cinco dias úteis, considerando tempo de diagnóstico e reparação. "Esse tempo representa uma variável de 0,5 a 1,3% de indisponibilidade para uma safra anual, por exemplo", explica Dorival Fenerick Jr, gerente de serviços da Stéfani Massey | Foto: Divulgação

O tempo médio de uma manutenção, no período da entressafra, pode variar de dois a cinco dias úteis, considerando tempo de diagnóstico e reparação. “Esse tempo representa uma variável de 0,5 a 1,3% de indisponibilidade para uma safra anual, por exemplo”, explica Dorival Fenerick Jr, gerente de serviços da Stéfani Massey | Foto: Divulgação

Além disso, com a revisão programada, o produtor rural chega a economizar de R$ 10 a R$ 30 mil por equipamento, referente a quebras não programadas, ou seja, problemas de motor, câmbio, redução final e hidráulico. “A falta de manutenção leva ainda a perdas relacionadas à improdutividade da máquina pelo tempo em que pode ficar parada durante a safra. “O custo de reparação corretiva durante o período de safra é maior, pois normalmente é emergencial”, alerta o gerente, destacando que é possível, junto ao concessionário, prever os custos de manutenção.

Outro ponto que deve ser considerado é o período da revisão: sempre na entressafra, respeitada pelo calendário agrícola regional. No entanto, algumas culturas apresentam ciclo de colheita anual, como é o caso da citricultura, por exemplo. Neste caso, a orientação de Fenerick é que haja a paralisação intercalada, para não comprometer a produção. “Normalmente, ao menos uma vez ao ano, os equipamentos devem passar por este tipo de intervenção”, explica. Ele orienta ainda que, após a manutenção, é necessário respeitar as intervenções preventivas, basicamente caracterizadas pela substituição de lubrificantes e filtros, assim como alguns ajustes.

Como o próprio nome diz, a manutenção tem como foco a prevenção de erros que podem ocorrer quando as máquinas estão em pleno funcionamento. Sgobbi explica que existem programas de incentivo através de relatórios do tipo ‘check list‘ que captam evidências percebidas pelos técnicos, além de analisarem à fundo algum tipo de sintoma infirmado pelo cliente. “Uma vez identificada a devida prática do plano de manutenção, em caso mais delicados, geralmente, as concessionárias têm total apoio do fabricante na resolução do problema. Desta forma, as revisões oferecem uma garantia maior ao produtor rural”, conclui.

Fonte: GSRD/Assessoria

26/02/2019 0 Comentários
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Tecnologia

Microssatélites e inteligência artificial trazem soluções customizadas agricultura

Por Daniel Santos 21/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Soluções de ponta que vão desde a obtenção customizada de dados até a análise das informações obtidas para orientar a tomada de decisões. Tudo isso com imagens de alta resolução, atualizações mais frequentes e menor custo.

 É com essas características que a Satellogic chega ao mercado brasileiro da agricultura de precisão. A startup, que tem o respaldo de investidores de peso como o grupo brasileiro Pitanga e a chinesa Tencent, nasceu na Argentina em 2010 e hoje já possui escritórios em Buenos Aires, Montevidéu, Barcelona, Tel Aviv, São Francisco e Pequim.

 O diferencial está na junção da consultoria especializada com o que há de mais novo em tecnologia espacial. Com uma frota própria de microssatélites, uso de inteligência artificial e imagens de até um metro de resolução, a empresa é capaz de fornecer soluções de forma mais ágil, auxiliando na correção de problemas e no aumento da produção. Tudo isso por um valor bastante competitivo no mercado.

 “Nosso serviço democratiza a informação estratégica das indústrias agrícola e florestal. Até agora, os dados eram caros e escassos e as informações obtidas deles eram muito genéricas. Ao unificar a infraestrutura para coleta de dados, utilizando não apenas as nossas fontes, mas também as de outras empresas, somos capazes de fornecer soluções precisas, feitas sob medida, e de baixo custo”, explica Marco Bressan, diretor de Soluções da Satellogic.

 Assim, uma empresa que vende alimentos pode controlar a cadeia de fornecedores em escala global. Um produtor pode monitorar sua propriedade de forma integral, acompanhando mudanças na vegetação, a eficiência da irrigação e controlando pragas. As possibilidades de uso da tecnologia são enormes. “Auxiliamos decisões como o melhor momento para plantar, colher ou aplicar mais fertilizante. No caso específico das empresas florestais, por exemplo, otimizamos a gestão ao longo de todo o ciclo produtivo: desde o monitoramento durante os meses posteriores à plantação, contando as plantas que sobreviveram e acompanhando as operações de poda, desbaste e colheita, até a realização de inventários florestais nacionais”, conta Bressan.

Fonte: Satellogic/Assessoria

21/02/2019 0 Comentários
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Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Notícias

Conab investe mais de R$ 3 milhões na agricultura familiar paulista

Por Daniel Santos 21/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Os 46 contratos foram firmados na modalidade de compra com doação simultânea, que prevê o fornecimento de mais de 1,6 mil toneladas de alimentos, que serão doados a entidades socioassistenciais no estado.

Assinados em dezembro do ano passado, os projetos serão executados ao longo de 2019, garantindo renda a 579 famílias de agricultores localizados nos municípios de Apiaí, Araraquara, Bocaina, Castilho, Descalvado, Gália, Guaratã, Iguape, Itaberá, Lavínia, Mirandópolis, Mirante do Paranapanema, Presidente Bernardes, Promissão, Restinga, Ribeirão Preto, Sandovalina, São Carlos e Teodoro Sampaio. Parte do valor pago, cerca de R$ 308 mil, será direcionado para a produção e entrega de mais de 100 mil kg de produtos orgânicos.

 

Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).


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Os alimentos produzidos também beneficiarão diretamente mais de 200 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, uma vez que nessa modalidade do PAA os agricultores agem como fornecedores e devem transportar os itens até as instituições cadastradas. Nessa ação, os produtos deverão ser entregues nos bancos de alimentos dos municípios de Apiaí, Boa Esperança, Brodowski, Castilho, Coroados, Descalvado, Gália, Guaratã, Iguape, Itaberá, Itapeva, Lavínia, Mirandópolis, Mirante do Paranapanema, Nova Independência, Presidente Bernardes, Promissão, Restinga, Ribeirão Preto, Sandovalina, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José do Rio Preto e Teodoro Sampaio.

Operacionalizado pela Conab, o Programa tem como objetivo apoiar a comercialização de produtos alimentícios de diversos segmentos da agricultura familiar no Brasil, incluindo povos e comunidades tradicionais, ao mesmo tempo em que destina os alimentos às instituições da rede socioassistencial no próprio estado onde foram produzidos.

Fonte: Conab/Assesoria

21/02/2019 0 Comentários
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Coluna

Oito dicas para melhorar o uso de colheitadeiras de grãos

Por Daniel Santos 21/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Por Marcos Werner*

O ano de 2019 já começou e, com ele, vem a expectativa do cumprimento das previsões feitas para o ramo agrícola em 2018. Inicia-se também um novo governo federal, que tem no estímulo ao agronegócio uma de suas principais metas. O otimismo com os mercados interno e externo está em alta. O desenvolvimento de um novo projeto de país passará diretamente pelo sucesso do setor.

Seguindo essas tendências, a previsão mais recente para a safra de grãos no Brasil, divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), também é positiva. A colheita deverá atingir entre 233,7 e 238,3 milhões de toneladas em 2019 – a produção representa um aumento entre 2,5% a 4,5% em relação ao período anterior.

Tais condições reforçam a necessidade de investimentos em logística e, sobretudo, em infraestrutura. A última pesquisa de hábitos do produtor rural, promovida pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), apontou que 34,14% dos produtores pretende adquirir novos maquinários neste ano, incluindo colheitadeiras.

Diante de dados tão animadores, preparamos oito dicas práticas sobre como o produtor rural pode melhor utilizar seu maquinário no momento da colheita e aumentar as chances de atingir, ou até superar, a projeção da safra de grãos em 2019:

Cuide da parte da colheitadeira com maior potencial de perdas – A seção de uma colheitadeira que muitas vezes pode apresentar o maior potencial de perdas na colheita é a plataforma de corte. Por isso, o ideal é trabalhar com uma boa regulagem, sempre de acordo com a condição do solo, com o tipo de cultura e com a velocidade de colheita. Máquinas com plataformas Draper favorecem a produtividade, já que possuem esteiras de transporte no lugar do caracol e tratam os grãos colhidos com mais delicadeza, preservando a qualidade do material colhido.

O piloto automático é seu aliado – As colheitadeiras de grãos são máquinas grandes, robustas e que operam em velocidades consideradas baixas, se compararmos com outros veículos. Logicamente, quanto maior a área de colheita, mais tempo é dedicado a essa atividade. Para qualquer ser humano, é difícil estar atento durante 100% do tempo de colheita. Portanto, ao utilizar o piloto automático, o agricultor poderá preservar energias físicas e focar sua atenção em decisões estratégicas, que não a condução da colheitadeira.

A manutenção pós-safra é importante – Normalmente uma colheitadeira fica parada durante longos períodos após a colheita. Cuidar do equipamento antes de guardá-lo aumenta a sua vida útil e evita imprevistos na colheita seguinte. Como manutenção preventiva, vale ter atenção na limpeza e lubrificação das peças. Para colheitadeiras com plataforma Draper, é importante lembrar-se de soltar a tensão da peça. Mantê-la limpa vai proteger o equipamento da ação de agentes externos. Por fim, conhecer bem a máquina permitirá que o produtor rural faça a manutenção preditiva, ou seja, realize a troca de peças desgastadas antes que a colheitadeira pare de funcionar e fique fora de ação.

Regule o equipamento conforme o tipo de grão – Variar os ajustes de velocidade, tanto da colheitadeira, quanto de sua plataforma, de acordo com o tipo de grão plantado, pode influir diretamente na qualidade do grão colhido. O grão comercial permite uma colheita mais otimizada, enquanto para o grão semente, o mais indicado é uma operação de máquina mais suave e delicada.

Esteja presente, mesmo que à distância – A tecnologia embarcada nas máquinas de hoje em dia permite que o produtor rural desempenhe diversas funções sem sacrificar a atividade no campo. Hoje já é possível operar e monitorar uma colheitadeira à distância, e realizar ao mesmo tempo, por exemplo, tarefas administrativas da propriedade. Soluções como o Agcommand, componente de fábrica das colheitadeiras da Valtra, permitem que o agricultor acompanhe o rendimento da sua colheita de qualquer lugar, com um smartphone ou tablet.
Atenção na distribuição de palha pós colheita –
A dica é básica, mas é sempre bom lembrar: quanto mais uniformidade na distribuição de palha após a colheita, melhor será a retenção de matéria orgânica no solo. Isso influirá diretamente no plantio seguinte, que será feito em um solo mais úmido e bem nutrido, colaborando para o aumento na produtividade de grãos.

A qualidade dos grãos colhidos não depende somente da colheitadeira – Colheitadeiras de grãos ajudam a otimizar o trabalho no campo, para que a terra possa produzir mais em menos tempo. Porém, o maquinário não faz milagres. Uma boa colheita só será possível se todas as etapas do cultivo forem bem feitas. Tratar o solo, estar atento à qualidade das sementes e realizar cuidadosamente a aplicação de defensivos agrícolas são algumas das práticas que vão garantir que a colheita seja mais produtiva.

Priorize marcas com a melhor estrutura de pós-venda possível – Mesmo com todos os cuidados, depois de certo tempo a colheitadeira precisará de manutenção e, eventualmente, de troca de peças. Escolher uma marca que conte com uma vasta rede de concessionárias e trabalho personalizado de pós-venda, vai fazer com que o produtor rural tenha o amparo ideal em momentos como esse.

 

*Fonte: Marcos Werner é Supervisor de Marketing de Colheitadeiras AGCO América do Sul

21/02/2019 0 Comentários
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O modelo Gehaka G2000, aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é um instrumento medidor de umidade de grãos para uso em transações comerciais. É uma versão com melhorias e avanços tecnológicos do modelo anterior, o G1000, também aprovado pelo Inmetro | Foto: divulgação
Tecnologia

Gehaka lança medidor de umidade de grãos G2000

Por Daniel Santos 21/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A Indústria e Comércio Eletro Eletrônica Gehaka está lançando no mercado o medidor de umidade de grãos de bancada Gehaka G2000. O aparelho tem uma grande importância para cooperativas, produtores rurais, cerealistas e armazenadores, porque proporciona dados precisos para a comercialização de grãos, como o percentual de umidade e a temperatura. Os resultados obtidos oferecem muito mais segurança nas operações e transações comerciais para esses tipos de commodities agrícolas.

Recentemente, a 11ª estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para a safra de grãos 2018 totalizou 227,3 milhões de toneladas. “Historicamente, as perdas na produção de grãos no Brasil, em função de diversos fatores, atingem um índice de 10% (mais de 22,7 milhões de toneladas no ano passado). Se for considerada uma imprecisão de 1% nas medições de umidade realizadas com instrumentos não devidamente ajustados, calibrados e controlados, isso causará perdas astronômicas em dinheiro e um impacto econômico absurdo”, analisa Christian Claudot Kaufmann, diretor comercial da Gehaka.

Assim, o medidor de umidade de grãos de bancada Gehaka G2000 serve para garantir ao produtor e ao comprador que a mercadoria seja entregue dentro das especificações da lei. Com as ações do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) a partir de 2017 e o controle dos instrumentos medidores de umidade utilizados nas transações comerciais de grãos, os prejuízos causados por medições imprecisas foram significativamente reduzidos. “Os envolvidos na transação comercial têm, agora, a garantia de que o novo equipamento não foi fraudado.

Para quem vende é uma solução de segurança, porque a medida está sendo obtida corretamente. É também uma proteção de fato para todo o mercado”, explica Alexandre Fernandes, diretor de engenharia da Gehaka e responsável pelo de senvolvimento do aparelho.

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Caracteríticas
O modelo Gehaka G2000, aprovado pelo  Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é um instrumento medidor de umidade de grãos para uso em transações comerciais. É uma versão com melhorias e avanços tecnológicos do modelo anterior, o G1000, também aprovado pelo Inmetro. É fácil de operar e fornece a leitura da umidade em poucos segundos, com alta precisão e repetitividade. O teclado é simples, com apenas cinco teclas. O medidor não exige que o usuário faça um treinamento mais complexo e é possível estabelecer uma configuração personalizada para que forneça os resultados com agilidade.

Apresenta três tipos de interfaces para conectividade direta com sistemas de supervisão e aquisição de dados em processos de automação e controle, e tem portas de comunicação dos tipos RS232, USB e Bluetooth, por onde é possível coletar todos os dados das medições realizadas pelo equipamento, com total segurança e inviolabilidade. Cada medição tem uma assinatura digital exclusiva, que garante sua autenticidade e originalidade.

Além do índice de umidade, o relatório de medida da amostra, emitido por uma impressora acoplada, contém outras informações de valor. Por exemplo, a temperatura dos grãos é obtida e comparada à temperatura do instrumento de medição. “Nosso medidor atende a faixa de temperatura de 5 a 45 °C, enquanto os concorrentes atendem de 10 a 40. Ele consegue medir do extremo de 5 a 45 °C, compatibilizando-se com o ambiente, o clima, o ar-condicionado, e fazendo a compensação da leitura de umidade da amostra em função da temperatura”, explica Fernandes. Além disso, tolera diferenças entre o instrumento e a amostra de até 20 °C, que é o dobro dos instrumentos com modelo aprovado atualmente.

O modelo Gehaka G2000, aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é um instrumento medidor de umidade de grãos para uso em transações comerciais. É uma versão com melhorias e avanços tecnológicos do modelo anterior, o G1000, também aprovado pelo Inmetro | Foto: divulgação

O modelo Gehaka G2000, aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é um instrumento medidor de umidade de grãos para uso em transações comerciais. É uma versão com melhorias e avanços tecnológicos do modelo anterior, o G1000, também aprovado pelo Inmetro | Foto: divulgação

O medidor de umidade de grãos Gehaka G2000 conta com a tecnologia IoT, que permite que as curvas de calibração, controladas pelo Inmetro, sejam atualizadas pelo próprio usuário, utilizando de forma simples e rápida um programa gratuito disponível na Internet. O aparelho é gerenciado por um microprocessador tipo ARM Cortex de última geração, pelo qual comanda três dispositivos: o sistema de pesagem automática, que mede o peso exato da amostra; o termômetro digital, que indica a temperatura da amostra e do instrumento; e um capacímetro, que determina o teor de umidade do produto.

Fonte: Gehaka/Assessoria

21/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Venda de máquinas agrícolas deve crescer 10,9% em 2019, diz Abimaq

Por Daniel Santos 19/02/2019
Escrito por Daniel Santos

“O agronegócio continua pujante e a capitalização dos agricultores de forma geral é muito boa”, afirma Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), sobre a perspectiva do aumento de 10% nas vendas no segmento em 2019.

No entanto, Bastos alerta que variáveis como câmbio, disponibilidade de crédito, produtividade das lavouras e as consequências da guerra comercial entre China e Estados Unidos, que influenciam nos preços da soja, pode interferir nos resultados do setor agrícola neste ano. “Precisamos saber também como ficarão as políticas agrícolas do novo governo para termos o prognóstico melhor do mercado”.

A venda de máquinas agrícolas e rodoviárias deve crescer 10,9% em 2019. Se o ritmo se confirmar, serão 53 mil unidades vendidas. A produção, a estimativa é de 66 mil unidades, alta de 0,5%.

A venda de máquinas agrícolas e rodoviárias deve crescer 10,9% em 2019. Se o ritmo se confirmar, serão 53 mil unidades vendidas. A produção, a estimativa é de 66 mil unidades, alta de 0,5%.

Para o presidente da CSMIA, é importante o governo buscar alternativas a fim de aumentar a disponibilidade de crédito para investimento. “Os recursos do Moderfrota devem durar até março/19, sendo necessário a suplementação de R$ 3 bilhões para chegar ao fim do ciclo agrícola 2018/2019, em 30 de junho. Já o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) necessita aporte de R$ 700 milhões. A linha Inovagro também precisa de incremento de R$400 milhões. Esta situação influencia diretamente na movimentação dos negócios no segmento agroindustrial”.

Ano anterior
Em 2018, as vendas de máquinas e implementos agrícolas foram 12% maior quando comparado a 2017. “Tivemos uma excelente rentabilidade dos agricultores, principalmente na soja e algodão, bem como maior disponibilidade regular de recursos para investimento durante todo o período, além do câmbio favorável”.

Fonte: Abimaq

19/02/2019 0 Comentários
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O consumo de café em nível mundial foi estimado em 165 milhões de sacas de 60kg num período seguido de doze meses. E, no Brasil, maior produtor e exportador de café, o consumo foi calculado em 21 milhões de sacas anuais, número que representa em torno de 13% da demanda mundial.
Notícias

Consumo interno de café representa 13% da demanda mundial

Por Daniel Santos 19/02/2019
Escrito por Daniel Santos

O consumo de café em nível mundial foi estimado em 165 milhões de sacas de 60kg num período seguido de doze meses. E, no Brasil, maior produtor e exportador de café, o consumo foi calculado em 21 milhões de sacas anuais, número que representa em torno de 13% da demanda mundial. Com essa performance, o Brasil se mantém em segundo lugar no consumo, seguido dos Estados Unidos, cuja demanda é de aproximadamente 23 milhões de sacas de 60kg anuais, que correspondem a 14% do que é bebido de café no planeta.

Os dados do consumo interno dos Cafés do Brasil foram pesquisados no período de novembro de 2017 a outubro de 2018 e demonstram um crescimento de 4,80%, caso se estabeleça um comparativo com o mesmo período anterior. Também foi constatado nessa pesquisa que o consumo de cafés em pó atingiu 81% e cafés expressos e em cápsulas 19%, do total da demanda nacional. E, mais que isso, tais números sinalizam que o consumo interno deverá continuar com tendência de crescimento contínuo até 2021, numa taxa média estimada em 3,5% ao ano, em decorrência da retomada econômica e de mudanças de hábitos de consumo do café pela população brasileira, fatores que têm impulsionado a demanda pelo produto.

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Para a Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC, que realizou e divulgou esta Pesquisa do Consumo de Café no Brasil, ora em destaque, tais números obtidos elevam o consumo per capita anual para 6,02kg de café cru e para 4,82 kg de café torrado e moído. E, ainda, que o aumento do consumo de café seguirá em plena expansão, acompanhando uma tendência que também se observa em nível mundial. Conforme ainda a Pesquisa, exclusivamente em relação às empresas associadas da ABIC, a taxa de crescimento verificada foi ainda maior, pois atingiu 7,03%, em comparação com o mesmo período anterior, o que demonstra, de fato, que os brasileiros estão consumindo cada vez mais café.

No relatório, a ABIC esclarece que alterou a metodologia da pesquisa que vinha sendo adotada em anos anteriores, pois a Associação também contabilizava em seu levantamento do consumo dados de empresas não associadas a ela, além de outros canais de consumo não cadastrados. Assim, nessa nova metodologia, a ABIC desconsiderou o volume antes atribuído às não cadastradas, o que representou uma redução de quase dois milhões de sacas no volume apresentado em pesquisa anterior. Dessa forma, a Associação acredita que o consumo interno deva ser ainda maior, principalmente se contabilizada a demanda em cafeterias, panificadoras e outros pontos fornecedores, que muitas vezes torram seus próprios grãos, bem como o consumo nas mais de 300 mil fazendas produtoras de Cafés existentes no Brasil, cujo cálculo do volume não é determinado com facilidade.

O consumo de café em nível mundial foi estimado em 165 milhões de sacas de 60kg num período seguido de doze meses. E, no Brasil, maior produtor e exportador de café, o consumo foi calculado em 21 milhões de sacas anuais, número que representa em torno de 13% da demanda mundial.

O consumo de café em nível mundial foi estimado em 165 milhões de sacas de 60kg num período seguido de doze meses. E, no Brasil, maior produtor e exportador de café, o consumo foi calculado em 21 milhões de sacas anuais, número que representa em torno de 13% da demanda mundial.

Por fim, entre outros tópicos relevantes dessa Pesquisa do Consumo de Café no Brasil, a qual está postada na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, que valem a pena ser conferidos pelos diversos segmentos do setor, a ABIC demonstra que está havendo uma segmentação do consumo por tipo de café: moído, grão e cápsulas. Nesse caso, a pesquisa ressalta que cresceu a busca por cafés em grão (torrado) e cápsulas, no período pesquisado, a qual atingiu l9% do total consumido, enquanto que o café moído manteve-se na liderança com 81% da demanda nacional. Mas a pesquisa também aponta que esse cenário em 2021 atingirá 20% e 80%, respectivamente.

Em relação à qualidade dos Cafés do Brasil, a Pesquisa do Consumo de Café no Brasil destaca que os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes nesse sentido, como resultado de mais conhecimento sobre os atributos positivos dos cafés, suas características intrínsecas, diferenças por formas de preparo, diferentes

terroirs (regiões produtoras específicas) e em decorrência de muita divulgação dos resultados de concursos de qualidade. Além disso, que essa nova postura dos consumidores também é fruto do conhecimento dos benefícios do café para a saúde humana, entre outros tantos atributos positivos da bebida. Todos esses fatores são ainda mais potencializados em decorrência do interesse crescente dos consumidores por cafés gourmet e especiais, os quais possuem melhor qualidade e mais valor agregado, o que têm ainda contribuído para remunerar melhor os agentes da cadeia produtiva.

SAIBA MAIS
Pesquisa do Consumo de Café no Brasil

Fonte: Embrapa Café

 

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