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O crescimento da produção de grãos deverá ser de 6,5 milhões de toneladas o que representa um volume 2,8% superior
Notícias

Conab atualiza safra com 234 milhões de toneladas de grãos

Por Daniel Santos 13/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A produção brasileira de grãos do período 2018/2019, segundo o 5º levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta terça-feira (12), deve alcançar 234,1 milhões de toneladas. Se comparado com a safra passada, o crescimento deverá ser de 6,5 milhões de t, o que representa um volume 2,8% superior. O incremento de 910,5 mil hectares, ou 1,5% a mais em relação com a safra 2017/18, também contribuiu para os 62,6 milhões de hectares estimados para a área plantada.

Segundo o levantamento, a produtividade supera a marca positiva anterior, mesmo em meio à falta ou ocorrência de chuvas pontuais, além da incidência de temperaturas elevadas em algumas regiões de maior produção. O grau de eficiência produtiva média do país deve passar dos 3.692 para 3.738 kg/ha.

O maior destaque do estudo, no entanto, é o algodão que registrou grande concentração de plantio em janeiro, em função do bom desempenho das cotações da pluma. Também novas áreas foram incorporadas ao processo produtivo em detrimento de outras culturas. A estimativa é de aumento de 27,9% na produção e 33% na área. Com isso, os números estão em 3,8 milhões toneladas e 1,6 milhão de hectares, respectivamente.

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O crescimento da produção de grãos deverá ser de 6,5 milhões de toneladas o que representa um volume 2,8% superior

O crescimento da produção de grãos deverá ser de 6,5 milhões de toneladas o que representa um volume 2,8% superior

Já a soja, o milho primeira safra, o arroz e o feijão não tiveram o mesmo desempenho. A leguminosa deve reduzir 3,3%, atingindo 115,3 milhões de toneladas, mas com aumento na área de 1,9%. O fator responsável é a redução da produtividade, ocasionada por adversidades climáticas em alguns estados. O milho primeira safra também perde em produção, atingindo 26,5 milhões de toneladas e a área cultivada reduz 1,2%. Mas, se acrescida da segunda safra, a produção total poderá alcançar 91,7 milhões de toneladas, 13,6% a mais que em 2017/18.

O arroz, com concentração maior no Sul do país, esteve mal situado no mês passado e também neste levantamento apresentou um percentual de 11,3% de perdas frente à safra anterior, ficando em 10,7 milhões de toneladas. O feijão primeira safra sofreu igualmente, com registro de 10,6% a menos, refletindo numa produção de 1 milhão de toneladas. 

Safra de inverno – O início de plantio para os cultivos de aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale é a partir do mês de abril. O estudo deste mês estima uma produção dessas culturas superior em cerca de 6,9% à de 2018, podendo alcançar 6,9 milhões de toneladas.

Clique aqui para acessar o boletim.

 

Fonte: Conab/Assesoria

13/02/2019 0 Comentários
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Tecnologia

TVH inaugura centro de distribuição em Araquari (SC)

Por Daniel Santos 08/02/2019
Escrito por Daniel Santos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A unidade foi inaugurada em 05 de fevereiro, no município catarinense de Araquari. O centro atenderá a demanda do Sul do País, onde a TVH já tem forte atuação na região que concentra um importante polo econômico, reunindo indústrias, agricultura, logística, portos e frigoríficos.

Segundo o diretor geral da TVH no Brasil, Marco Augusto, a expansão “permitirá reduzir o tempo de entrega em torno de 50% na região, já que as mercadorias atualmente vêm da sede em Vinhedo (SP). Conseguiremos agilizar e diminuir os prazos de entrega, além de oferecer produtos no balcão para retirada de peças”, explica. O espaço conta com 2.700m² e capacidade para armazenagem de 30 mil itens, sendo 1.500 m² para porta pallets especiais para produtos como paleteiras, pneus e garfos. O diretor destaca, ainda, que será implementado o mesmo modelo utilizado na região metropolitana de São Paulo, com entrega de 12/24 horas num raio de 100 km da TVH.[/vc_column_text][vc_gallery interval=”3″ images=”16425,16427,16428″ img_size=”medium” onclick=””][vc_column_text]Foto: Divulgação[/vc_column_text][vc_column_text]Como a empresa trabalha com importação e exportação de produtos, outra vantagem da filial em Araquari é a localização estratégica. O município está perto de três importantes portos e dois aeroportos, além da proximidade com centros de distribuição de grandes transportadoras parceiras que distribuem para o Sul e todo o Brasil. A abertura deste novo centro de distribuição em Santa Catarina faz parte do plano de crescimento da TVH no País.

Fonte: TVH/Assessoria[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

08/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Consumo de café cresceu quase 5% no País no ano passado

Por Daniel Santos 07/02/2019
Escrito por Daniel Santos

O aumento expressivo dos preços não conteve o crescimento do consumo de café no mercado brasileiro no ano passado. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), entre novembro de 2017 e outubro de 2018, o volume alcançou 21 milhões de sacas de 60 quilos, 4,8% mais que entre novembro de 2016 e outubro de 2017.

“Estou aqui há 25 anos e nesse período não tivemos um crescimento tão expressivo no volume de consumo de café”, disse Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Abic, que se surpreendeu com o resultado. Parte da surpresa decorre de uma tendência de alta de preços ao consumidor que, entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2018, foi de 36,8%, para R$ 30,40 por quilo.

Para Herszkowicz, o avanço do consumo reflete o “protagonismo” do produto no universo de bebidas saudáveis e a melhora da qualidade da bebida. “Apesar do aumento de preços, substancial, o café ainda representa uma opção ao consumidor que procura qualidade e paga por ela. E, mesmo mais caro, o café ainda é uma opção mais barata que outras bebidas, considerando o valor por xícara”.

 

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Pelas mesmas razões, para 2019 o dirigente, que cita dados da Euromonitor como referência, estima um crescimento de 3,5% no consumo interno, patamar anual que deverá ser mantido até 2021. No caso da cápsulas, o incremento médio anual deverá atingir 9%, ao passo que para o café em grão tende a ficar em 4%. Já o consumo de café gourmet deverá registrar alta de 15% neste ano em relação a 2018.

“O consumidor está sentindo a melhor qualidade do produto. E isso vai acontecer mais ainda neste ano, já que a safra [2018/19] foi boa e a próxima também deve ser”, afirmou.

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A Abic deixou de considerar em suas contas de consumo o volume atribuído a empresas não cadastradas. Passou a levar em conta somente os dados das empresas associadas, não associadas e de café solúvel. “Se não fosse a mudança de metodologia, poderíamos falar em recorde de volume e de percentual”, disse.

Segundo Herszkowicz, a Abic tem 405 empresas associadas, que respondem por 73,5% do consumo interno de café torrado e moído — o equivalente a 14,6 milhões de sacas. As não cadastradas, que têm o volume de produção estimado com base em informações de mercado ou em comparação com empresas do mesmo porte, representam aproximadamente, 1,9 milhão de sacas.

“Esses números são utilizados pela Organização Internacional do Café (OIC) e pelo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos”.

Fonte: Valor Ecnonômico

07/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Ministra da Agricultura participa de lançamento no Show Rural

Por Daniel Santos 07/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A solenidade de lançamento de tecnologias da Embrapa no Show Rural, em Cascavel (PR), será amanhã, dia 8 de fevereiro, às 14h30, na Vitrine de Tecnologias da Embrapa, com a presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, do presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Jr., do presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e do chefe-geral da Embrapa Soja, José Renato Bouças Farias. Serão lançadas duas tecnologias: o Fast-K, método de avaliação nutricional para soja, e a cultivar de feijão BRS FP403.

Fast-K – método de avaliação de potássio para a cultura da soja
O potássio (K) é o segundo nutriente mais exigido pela cultura da soja. Em média, a planta exporta 20 kg/ha de K2O para cada tonelada de grãos produzidos. Quando os produtores não reaplicam as quantidades de potássio compatíveis com as exportadas pode haver redução da disponibilidade de K no solo. Para auxiliar a tomada de decisão a campo, a Embrapa desenvolveu o Fast-K um método rápido para a avaliação do teor de K nas folhas de soja, de fácil utilização e interpretação.

A proposta do Fast-K é melhorar o manejo nutricional da soja, a partir da adoção da metodologia que utiliza um medidor portátil para ler e interpretar os resultados, dispensando a diagnose tradicionalmente feita por técnicas laboratoriais. “Ao realizar o teste foliar no campo, a assistência técnica ganha tempo para tomar as decisões mais acertadas em relação à correção da deficiência de potássio ainda na safra em curso, uma vez que o potássio tem influência direta na produtividade”, destaca pesquisador Adilson de Oliveira Jr., da Embrapa Soja.

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Feijão BRS FP403
É uma cultivar com alto rendimento, potencial de 4,7 mil quilos por hectare. Apresenta ciclo normal de crescimento (85-95 dias) e é recomendada para cultivo em 19 estados brasileiros. A BRS FP403 tem uma boa arquitetura de raizes com sistema radicular bastante vigoroso e tolerante a murcha de fusarium e Podridão-radicular-seca. Os seus grãos são graúdos com alta qualidade industrial. Possui plantas com porte semi prostrado e inserção de vagens altas em relação ao solo proporcionando adaptação à colheita mecânica direta.

A BRS FP403 tem uma boa arquitetura de raízes com sistema radicular bastante vigoroso e tolerante a murcha de fusarium e Podridão-radicular-seca. Os seus grãos são graúdos com alta qualidade industrial. Possui plantas com porte semi prostrado e inserção de vagens altas em relação ao solo proporcionando adaptação à colheita mecânica direta.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Show Rural Coopavel

07/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Otimismo bate recorde no agronegócio no 4º trimestre de 2018

Por Daniel Santos 07/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Desde o início da série que mede a confiança do agronegócio brasileiro (IC Agro), pela primeira vez o otimismo é recorde em todos os elos da cadeia – agricultores, pecuaristas e indústrias antes e depois da porteira. O IC Agro encerrou o 4º trimestre de 2018 marcando 115,8 pontos – alta de 15,4 pontos sobre o 3º trimestre. A série histórica do índice foi iniciada em 2013 e, de acordo com a metodologia do estudo, resultados superiores a 100 pontos demonstram otimismo e, quando ficam abaixo dessa linha, indicam pessimismo. O IC Agro é um indicador medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Segundo Paulo Skaf, presidente da Fiesp, o resultado reflete, principalmente, a percepção extremamente otimista do setor em relação à economia brasileira, uma das variáveis de maior peso para a formação do índice. “Foi possível constatar, de fato, um sentimento de euforia. As entrevistas foram realizadas no final de novembro e início de dezembro, pouco depois das eleições presidenciais – e a vitória de Jair Bolsonaro alimentou a expectativa de um novo ciclo de crescimento econômico e de um ambiente de negócios mais favorável a partir de uma agenda de reformas estruturais”, avalia Skaf.

Índice de Confiança marca 115,8 pontos. Alta de 15,4 pontos sobre trimestre anterior é o patamar mais elevado desde 2013, ano de início da série

Índice de Confiança marca 115,8 pontos. Alta de 15,4 pontos sobre trimestre anterior é o patamar mais elevado desde 2013, ano de início da série

O crescimento na confiança observada no final de 2018 só é comparável ao constatado em meados de 2016, com a posse de Michel Temer na Presidência da República.

O índice de confiança do produtor agropecuário (agrícola e pecuário) teve alta de 12,1 pontos, para 113,8 pontos, mostrando que houve disseminação do otimismo, com crescimentos sensíveis em praticamente todas as variáveis avaliadas. No entanto, o destaque ficou com a melhora da avaliação sobre a economia do Brasil, um dos aspectos com maior peso para a formação do índice. Segundo Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o resultado reflete a expectativa do setor agropecuário em relação à agenda indicada pelo novo Governo, seja para o setor, seja para a economia como um todo.

Já o índice de Confiança dos produtores agrícolas atingiu 115,2 pontos, avanço de 9,2 pontos. Desde o último trimestre de 2017, o indicador é superior a 100 pontos, na faixa considerada otimista pelo estudo. No entanto, vale destacar que, dentre os aspectos levantados, os custos de produção destoaram do panorama de otimismo. A confiança nesse item está no nível mais baixo já registrado, muito próximo ao patamar que se encontrava em 2015, quando uma desvalorização do real aumentou os preços dos insumos, fortemente atrelados ao dólar. As boas expectativas com relação à produtividade, por outro lado, foram suficientes para sustentar a melhora no índice. As entrevistas, em sua quase totalidade, foram realizadas antes da seca observada em alguns estados produtores, em um momento importante do desenvolvimento da lavoura. “Por isso, para o próximo trimestre, consideramos alguma retração na confiança advinda da quebra de safra em importantes regiões produtivas como o Paraná e o Mato Grosso do Sul e de um possível aumento nos custos de produção para a safra 2019/2020”, complementa Freitas.

Entre os pecuaristas houve um incremento de 20,7 pontos, para 109,6 pontos. Dos 21 trimestres em que o estudo já foi realizado, esta é apenas a terceira vez em que o índice dos pecuaristas fechou acima de 100 pontos. O crédito, a produtividade e as condições gerais da economia sustentaram o inédito nível de confiança.

Já para o Índice da Indústria (Antes e Depois da Porteira) a alta foi de 18 pontos sobre o 3º trimestre de 2018, atingindo 117,3 pontos. As indústrias antes da porteira (insumos agropecuários – máquinas e equipamentos agrícolas, fertilizantes, defensivos e sementes) apresentaram avanço de 27,6 pontos, para 122,9 pontos, refletindo o bom desempenho desse ramo de atividade ao longo do ano.


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Para fertilizantes, por exemplo, segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), o volume entregue no mercado interno cresceu 3,9% no acumulado de janeiro a outubro de 2018 (último dado disponível) em comparação ao mesmo período de 2017. No caso dos fabricantes de defensivos, as empresas começaram a safra 2018/2019 num mercado mais enxuto, encerrando um período de duas ou três safras de estoques elevados de produtos. Além disso, as entrevistas para o Índice de Confiança mostram que nesta safra os produtores estão mais preocupados com o controle de pragas e doenças do que em anos anteriores. Em relação às máquinas agrícolas, o crescimento foi de 25% na produção e de 11% nas vendas totais do ano, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O índice das indústrias Depois da Porteira (Alimentos) passou de 101,0 pontos no terceiro trimestre para 114,8 pontos no último trimestre de 2018, alta de 13,9 pontos. Embora menor do que as empresas de insumos, o aumento não deixa de ser expressivo, já que o ano de 2018 foi desafiador para a maioria das indústrias deste segmento, com margens apertadas e ambiente de negócio ruim, causados pela greve dos caminhoneiros e pelas incertezas trazidas pela guerra comercial entre EUA e China, dentre outros fatores. Dessa forma, “mesmo com a melhora bastante significativa na percepção das condições gerais da economia no último trimestre do ano, ainda persiste uma preocupação quanto às condições do negócio em particular, o que impediu um avanço ainda maior do índice da Indústria Depois da Porteira”, avalia Roberto Ignacio Betancourt, diretor titular do Departamento do Agronegócio da Fiesp.

Leia a íntegra do Índice de Confiança do Agronegócio aqui.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp  

07/02/2019 0 Comentários
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Tecnologia

Valtra apresenta máquinas inéditas no Show Rural

Por Daniel Santos 07/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A Valtra apresenta no Show Rural Coopavel 2019 série de tratores BH HiTech e as linhas A4 e A4s. A marca também promove  o lançamento do pulverizador BS3330H. “Estamos iniciando na Coopavel o que promete ser um grande ano para todas as verticais do agronegócio. É um privilégio poder apresentar um grande lançamento no evento, bem como trazer pela primeira vez ao estado máquinas já conceituadas no mercado de tratores. Os produtores do Paraná terão a oportunidade de ver de perto a tecnologia de ponta da nossa marca”, comenta o Gerente de Vendas da Valtra, Júnior Rodrigues.

Pulverizador BS3330H
O novo equipamento chega ao mercado no segmento de 3.000 litros e conta com barra de pulverização nas opções de 24 e 30 metros. O BS3330H traz um novo conceito de barra de pulverização, privilegiando a robustez e a estabilidade, para melhor distribuição e deposição de gotas. Segundo a companhia, é o único equipamento do mercado homologado para trabalhar em meia barra, na opção de 24 metros, favorecendo cultivos com menor espaço de trânsito.

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Outra das novidades é o exclusivo quadro com sistema pendular por roletes. Trata-se de um cilindro de dupla ação, que atua no pêndulo do quadro e faz com que a barra se mantenha estável, garantindo uma altura uniforme entre o leque de pulverização e o alvo a receber a aplicação.

Fonte: Valtra/Assessoria

07/02/2019 0 Comentários
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Cooperativas agropecuárias gaúchas devem confirmar um crescimento adicional de 25,25% no seu faturamento em relação à 2017, ultrapassando R$ 25,4 bilhões.
Notícias

Cooperativas agropecuárias gaúchas faturam R$ 25,4 bilhões em 2018

Por Daniel Santos 07/02/2019
Escrito por Daniel Santos

As cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul devem confirmar um crescimento adicional de 25,25% no seu faturamento em relação à 2017, ultrapassando R$ 25,4 bilhões de movimento econômico. Os números foram anunciados na última quarta-feira, 6 de fevereiro, pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro-RS), durante coletiva de imprensa na sede da entidade, em Porto Alegre (RS).

O índice de crescimento apresentou-se acima da média dos últimos anos em razão das condições de preços da soja, milho e trigo que apresentaram preços em níveis superiores em relação a 2017, significativo também pela maior comercialização de soja dos estoques represados da safra de 2017, que teve maior fluidez no ano de 2018. Já as sobras, que consideram as receitas menos as despesas das cooperativas, devem ser de R$ 638,9 milhões, margem de 2,51% em relação à soma dos resultados obtidos no ano de 2017. O levantamento levou em consideração as cooperativas associadas à FecoAgro-RS. 

Cooperativas agropecuárias gaúchas devem confirmar um crescimento adicional de 25,25% no seu faturamento em relação à 2017, ultrapassando R$ 25,4 bilhões.

Cooperativas agropecuárias gaúchas devem confirmar um crescimento adicional de 25,25% no seu faturamento em relação à 2017, ultrapassando R$ 25,4 bilhões.

Para o presidente da entidade, Paulo Pires, os preços da soja no mercado influenciaram nestes números. “Em 2016 tínhamos um preço médio de R$ 70,00 no ano, em 2017 o preço passou para R$ 60,00. Quando baixou este valor, o produtor que tinha outros rendimentos não faturou esta soja, ficando represado. Em 2018 o preço médio foi a R$ 72,00 baseado em um dólar de R$ 4,20 e isto influenciou na formação do preço e o produtor vendeu o produto”, destacou.

Entre os desafios para o ano, a FecoAgro-RS destaca o crédito rural como importante instrumento para impulsionar o crescimento do setor. Dos dados organizados pela entidade, com base em números do Banco Central, dos R$ 182,4 bilhões tomados em crédito rural no ano passado, R$ 24,1 bilhões tiveram participação das cooperativas. Além disso, e 14% dos financiamentos tiveram como principais finalidades custeio, investimento e comercialização, modalidades operadas pelas cooperativas e repassadas aos cooperados.

Entre os desafios que a FecoAgro-RS citou para o setor em 2019 estão a garantia da continuidade dos atuais programas de crédito rural, apoio ao incremento da subvenção aos prêmios do seguro rural, assegurar o volume de recursos e taxas de juros compatíveis com o retorno das atividades, alteração dos percentuais de exigibilidade dos depósitos à vista para 34% e fortalecimento das políticas vinculadas ao cooperativismo no âmbito da agricultura familiar.

Na participação na safra, a FecoAgro-RS estima que em 2018 as cooperativas agropecuárias gaúchas foram responsáveis por 67% do recebimento do trigo, enquanto na soja o percentual foi de 50%. Já no leite, são 45%, enquanto no milho, 25% e no arroz, 10%.

Foto: AgroEffective/Divulgação

07/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Show Rural promove painel sobre Agricultura 4.0

Por Daniel Santos 06/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A experiência da Embrapa Gado de Leite com o Ideias para o leite, que tem três anos de experiência em criação de de startups para solução de problemas da pecuária de leite será uma das atrações do Show Rural da Coopavel. No dia 7 de fevereiro, das 14h às 17h, ocorrerá um painel sobre o Ideas for Milk, com apresentação de startups e mesa de debates.

O chefe-adjunto de transferência de tecnologias da Embrapa Gado de Leite, Bruno Carvalho, que coordenou o painel, diz que está se tornando cada vez mais comum como as feiras agropecuárias para o espaço digital. “A Internet das Coisas está intensificando sua presença no campo e a chamada ‘agricultura 4.0’ é um caminho que não tem mais volta”.

O Ideas for Milk é um evento anual, formado por um hackathon (que leva o nome de Vacathon) e um desafio de startups. O primeiro é uma maratona de programação, envolvendo diversas instituições de ensino do país. Já o desafio de mobilizar novas empresas de todo o Brasil, premiando como melhores startups.

O painel, que acontecerá no Show Rural, irá discutir questões como visão de mercado das startups voltadas para o agronegócio, organização das empresas e aporte de investimentos. Haverá uma mesa redonda com o tema “Agricultura 4.0 e a revolução digital no campo”. Carvalho também falará sobre como o Ideas for milk tem ajudado as startups a se lançarem no mercado.

Durante o painel, está previsto a participação de três startups que se destacaram nas edições do Ideas for Milk. São elas:

Cowmed – Monitoramento de nutrição, saúde e reprodução para gado de leite;
Ajagro (Mobimilk) – Salas de ordenhas móveis para bovinocultura de leite.
Farmin4milk – Monitoramento da saúde e fertilidade do rebanho.

Fonte: Embrapa Gado de Leite

06/02/2019 0 Comentários
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A partir do desenvolvimento desses sistemas, serão feitos estudos de transporte e toxicidade de diferentes tipos de micro e nanopartículas com potencialidades para aplicações em agricultura |Foto: Shutterstock
Notícias

Grupo de estudo analisa uso da nanotecnologia para reduzir agrotóxicos

Por Daniel Santos 06/02/2019
Escrito por Daniel Santos

Um grupo de pesquisadores de sete instituições nacionais e uma internacional, coordenado pelo professor Leonardo Fraceto do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba, da Universidade Estadual Paulista (ICTS-Unesp), aprovou o projeto Agricultura, micro/nanotecnologia e ambiente: da avaliação dos mecanismos de ação a estudos de transporte e toxicidade junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O objetivo é avaliar as potencialidades de sistemas micro/nanoestruturados para controle de pragas em agricultura a partir da abordagem de avaliação de atividade biológica em organismos alvos, bem como dos destinos e potencial de toxicidade desses sistemas para o ambiente.

Fraceto destaca que o projeto tem uma grande importância, pois congrega pesquisadores altamente qualificados em diferentes temas de atuação que contribuirão em muito para o desenvolvimento de alternativas mais seguras para o controle de pragas em agricultura, já que a equipe propõe alternativas mais sustentáveis para o controle de pragas, baseadas em sistemas micro/nanoestruturados. Serão utilizadas diferentes estratégias para encapsular agentes de controle, como agrotóxicos sintéticos e inseticidas/repelentes de origem botânica, além do uso de fungos e bactérias como agentes biológicos de controle encapsulados em micropartículas.

A partir do desenvolvimento desses sistemas, serão feitos estudos de transporte e toxicidade de diferentes tipos de micro e nanopartículas com potencialidades para aplicações em agricultura. Dentre os desafios, destaca-se o fato de poucos estudos terem avaliado questões relativas ao mecanismo de ação de agentes de controle de pragas em associação com micro/nanotecnologia.

Outro aspecto diz respeito ao destino e efeitos em organismos não alvos, de extrema importância para agricultura, uma vez que o uso de sistemas micro/nanoestruturados visa não somente aumentar a eficácia biológica de agentes de controle, mas também a minimização de impactos ambientais ocasionados pelo uso de agrotóxicos.

Nesse cenário, serão propostos o estudo de potenciais mecanismos de ação, destino e toxicidade, utilizando como modelo diferentes organismos e tipos de sistemas micro e nanopartículas (poliméricos, lipídicos, metálicos), bem como diferentes agentes de controle, dentre eles compostos sintéticos, naturais e microrganismos. Dessa forma, a partir de estudos de especificidade (atividade biológica) e seletividade (destinos e toxicidade), será possível a obtenção de dados de forma a produzir conhecimento científico para a compreensão dos fenômenos e processos que governam a atividade biológica desses sistemas.

Algumas atividades já foram realizadas. Em especial, destaca-se um sistema baseado em nanopartículas poliméricas carreadoras de atrazina, um herbicida largamente utilizado em cultivos de milho e cana-de-açúcar. Essas formulações mostraram-se mais eficientes que a formulação convencional de atrazina no controle de plantas daninhas. Dessa forma, foi possível reduzir em 10 vezes a dosagem do herbicida sem afetar sua atividade biológica, o que implicaria menor contaminação ambiental. Por outro lado, as mesmas formulações não levaram a efeitos persistentes no milho, que é uma cultura resistente à atrazina, bem como reduziram a toxicidade da atrazina em células humanas. Como esses ensaios foram realizados em casa de vegetação, o próximo passo que já está em andamento é a avaliação da eficiência desse produto em condições de campo.

 

A partir do desenvolvimento desses sistemas, serão feitos estudos de transporte e toxicidade de diferentes tipos de micro e nanopartículas com potencialidades para aplicações em agricultura |Foto: Shutterstock

A partir do desenvolvimento desses sistemas, serão feitos estudos de transporte e toxicidade de diferentes tipos de micro e nanopartículas com potencialidades para aplicações em agricultura. | Foto: Shutterstock

Ainda em relação a esse sistema, têm sido conduzidos estudos de mecanismos de ação para elucidar como as nanocápsulas potencializam a atividade da atrazina. Dessa forma, análises anatômicas de microscopia eletrônica de varredura e de transmissão fornecem informações importantes sobre como ocorrem os danos causados pelo herbicida atrazina e como a nanocápsula é capaz de modificar essa resposta nos tecidos foliares, tornando o herbicida 10 vezes mais eficiente. Somado a isso, análises em microscopia confocal (que acentua o contraste e produz imagens tridimensionais) das folhas tratadas com os nanopesticidas permitem a visualização e o acompanhamento do transporte das nanocápsulas marcadas com fluorescência diretamente no tecido vegetal.

Também, para estudos de toxicidade, o grupo já evidenciou a interação de nanopartículas formadas pelo polímero sintético PCL (poli-ε-caprolactona) em nematoides C. elegans e foi possível observar que tais partículas causaram problemas no desenvolvimento dos organismos. Por outro lado, em estudos com outros tipos de partículas poliméricas (zeína, uma proteína de milho), foi observado que tais partículas apresentaram menor toxicidade nos vermes, indicando uma melhor biocompatibilidade do organismo com esse tipo de nanocarreador e possivelmente menor impacto no bioma do solo.

O mercado do controle biológico vem crescendo em média 15% ao ano em todo o mundo, porém, esses organismos são mais suscetíveis a fatores abióticos quando comparados aos inseticidas convencionais. Nesse contexto, a micro (estruturas com tamanho entre 1 e 1000 μm) e mais recentemente a nanotecnologia (estruturas com pelo menos uma dimensão entre 1 e 1.000 nm – 1 nanômetro equivale a 1 bilhonésimo do metro) tem apresentado grande potencial para o desenvolvimento de novas formulações com compostos ativos de interesse agrícola.

Como exemplo, temos a utilização de nanopartículas produzidas com materiais poliméricos (macromoléculas formadas pela união de substâncias simples, chamadas de monômeros) ou lipídicos, contendo agentes de controle (agrotóxicos sintéticos e inseticidas/repelentes de origem botânica), que visam aumentar a solubilidade desses ingredientes ativos, liberá-los de uma forma lenta ou protegê-los da degradação. Dessa maneira, é possível liberar uma quantidade menor do ingrediente ativo ao longo do tempo, mantendo níveis desejáveis do composto por longos períodos no ambiente. Essa característica resulta em aumento de eficiência e seletividade, não prejudicando os organismos não alvos, e por consequência gerando menor contaminação ambiental. Além disso, no caso de encapsulação de microrganismos, tal estratégia favorece sua proteção contra fatores ambientais, como degradação pela luz e drásticas mudanças de temperatura.

No entanto, cabe destacar que essas novas tecnologias, devem ser avaliadas antes de chegarem ao mercado, visando prevenir riscos ao ambiente e à saúde humana. Em relação à nanotecnologia, o transporte, o destino e a biodisponibilidade (porcentual de aproveitamento por um organismo de uma data substância) são altamente dependentes dos meios aos quais são expostos; logo, alterações relativamente sutis nas características físico-químicas da água, por exemplo, podem alterar a morfologia e a hidrofobicidade (resistência à água) desses nanomateriais, que por sua vez afetam a sua biodisponibilidade e o seu potencial de toxicidade.

Assim, a investigação desses materiais considerando diferentes ecossistemas, como os de água doce, salgada, sedimento e solo, já que os diferentes organismos podem responder de forma diferenciada quando em contato com um mesmo nanomaterial, é essencial, como o conhecimento dos riscos que os nanomateriais podem causar ao ambiente, importante para sua regulamentação, produção, comercialização e descarte, garantindo que estes sejam realizados de forma adequada e sustentável.

Conforme a pesquisadora Vera Castro da Embrapa Meio Ambiente, as ações a serem desenvolvidas pelos pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente pretendem avaliar a ecotoxicidade destes agentes em diferentes organismos e condições ambientais. Para tanto, serão adequadas estratégias de estudos de toxicidade para avaliação do potencial tóxico de micro/nanoestruturas a fim de contribuir para desenvolvimento de alternativas mais seguras e sustentáveis para o agronegócio associado à minimização de impactos ambientais.

Participam do projeto Leonardo Fernandes Fraceto e Gerson Medeiros (Unesp Sorocaba), Ricardo Polanczyk (Unesp Jaboticabal), Juliana Mayer e Marcelo Jesus (Unicamp), Renato Grillo (Unesp Ilha Solteira), Renata de Lima (Uniso), Vera Castro e Claudio Jonsson (Embrapa Meio Ambiente), Alejandra Bravo (Unam, México) Daiana Avila e Luciana Pinto  (UFLA), Claudia Martinez e Halley Oliveira (UEL) e Daiana Avila (Unipampa).

 

Fonte: Embrapa

06/02/2019 0 Comentários
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Notícias

Caterpillar apresenta soluções que aumentam a produtividade

Por Daniel Santos 04/02/2019
Escrito por Daniel Santos

A Caterpillar, fabricante de produtos de construção e sua revendedora para a Região Sul do Brasil, a PESA apresenta máquinas e tecnologias que prometem aumentar a produtividade e facilitar as tarefas de suporte ao trabalho no campo.

Os produtores poderão conhecer e entender como os equipamentos da linha amarela são grandes aliados nas tarefas do campo, tanto nas pequenas quanto nas grandes propriedades. As aplicações das máquinas de construção no agronegócio abrangem uma variedade enorme de atividades de suporte em plantações, fazendas de gado e produção de leite, viveiros de peixes, granjas e diversos outros setores.

Na Show Rural, o estande PESA CAT trará 13 diferentes equipamentos, incluindo máquinas das marcas Cat® e SEM. Alguns desses equipamentos são considerados tradicionais no campo, como o trator de esteiras D6K2, a retroescavadeira 416F2, as escavadeiras hidráulicas 313D2 GC, 318D2L e a escavadeira 320 da Nova Geração, lançada no segundo semestre de 2018. Na linha de carregadeiras de rodas, serão exibidos os modelos 914K e 924K. Também estarão expostos modelos de empilhadeiras, paleteiras e grupos geradores de energia Cat®

Carregadeiras SEM
As carregadeiras desenvolvidas e produzidas pela Caterpillar com a marca SEM também estarão na feira. Os modelos SEM 618D e SEM 638D foram lançados no Brasil no ano passado. Além das carregadeiras, a SEM disponibiliza no Brasil a motoniveladora SEM 919, apresentada no segundo semestre de 2018.

Linhas de financiamento
Toda a linha de máquinas de construção e grupos geradores produzida pela Caterpillar no Brasil está acessível pelas linhas de crédito do FINAME Agrícola. São 66 modelos de carregadeiras, retroescavadeiras, tratores de esteiras, escavadeiras, motoniveladoras, compactadores de solo e grupos geradores. Muitos desses equipamentos podem também ser adquiridos por meio do Programa Mais Alimentos, pelas linhas de crédito e o suporte especializado do Banco Caterpillar e ainda por meio de consórcio.

Fonte: Caterpillar/Assessoria

04/02/2019 0 Comentários
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