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Estão em vigor novos padrões de classificação para o café torrado
Tecnologia

Startup mineira transforma borra de café em energia limpa para a indústria

Por Redação 15/12/2025
Escrito por Redação

Startup mineira transforma borra de café em energia limpa para a indústria

Fundada em 2022, a Bricoffee passou a transformar a borra de café gerada pela indústria de torrefação em pellets destinados ao uso como combustível em caldeiras industriais. Criada pelo empreendedor Luiz Zolet, a iniciativa utiliza resíduos do setor cafeeiro como alternativa aos cavacos de madeira.

Atualmente, a empresa processa de 12 a 13 toneladas de borra de café por dia em Varginha (MG) e planeja alcançar 25 toneladas diárias até 2026, com investimento de até R$ 1 milhão em nova linha de produção. O produto é vendido entre R$ 0,95 e R$ 1 o quilo, abaixo do pellet de pinus.

Segundo a empresa, cada tonelada de resíduo reaproveitado evita emissões equivalentes a 200 quilos de carbono, o que abre espaço para a geração de créditos de carbono, mercado para o qual a Bricoffee busca certificação internacional.

Fonte: Datagro

 

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15/12/2025 0 Comentários
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Exportações do agronegócio registram recorde em julho, com destaque para a soja
Mercado

Agro exporta US$ 13,4 bilhões e responde por quase metade das vendas externas do país

Por Redação 12/12/2025
Escrito por Redação

Agro exporta US$ 13,4 bilhões e responde por quase metade das vendas externas do país

Novembro trouxe mais um resultado sólido para o agronegócio brasileiro. As exportações alcançaram US$ 13,4 bilhões, um crescimento de 6,2% em relação ao mesmo mês de 2024, impulsionado pelo aumento do volume embarcado (+6,5%), mesmo em um cenário de preços internacionais mais moderados. O mês consolidou-se como o segundo melhor novembro da série histórica.

De janeiro a novembro de 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 155,25 bilhões, o maior valor já registrado para o período e 1,7% acima do mesmo período do ano passado. As vendas externas seguem cumprindo seu papel complementar ao mercado interno: ampliam escala, fortalecem cadeias produtivas, geram empregos e renda e estimulam investimentos em todas as regiões do país.

China (US$ 52,02 bilhões, +10,0%), União Europeia (US$ 22,89 bilhões, +5,4%) e Estados Unidos (US$ 10,48 bilhões, –4,0%) seguem entre os principais destinos do agro brasileiro no acumulado de janeiro a novembro. Outros mercados relevantes também ampliaram suas compras no período, como Índia (US$ 3,02 bilhões, +11,0%) e México (US$ 3,0 bilhões, +8,5%), movimento que aponta para uma expansão geográfica gradual e consistente, com ganhos distribuídos em diferentes regiões.

Exportações de soja

Em novembro, a soja em grãos somou US$ 1,83 bilhão (+64,6%), a carne bovina atingiu US$ 1,75 bilhão (+51,8%) e o café verde chegou a US$ 1,5 bilhão (+9,1%). Tanto a carne bovina quanto o café registraram recordes em valor, enquanto o volume exportado de carne bovina ultrapassou 318 mil toneladas, o maior já registrado para um mês de novembro.

No acumulado de janeiro a novembro, o Brasil exportou 3,15 milhões de toneladas de carne bovina, alta de 18,3% em relação ao mesmo período de 2024. A receita atingiu US$ 16,18 bilhões (+37,5%). Já em novembro, as exportações de miudezas bovinas também bateram recorde, somando 27,1 mil toneladas. Esse avanço se refletiu diretamente em mercados que tiveram novos acessos em 2025.

A Indonésia, por exemplo, habilitou 17 novas plantas frigoríficas e passou a importar carne bovina com osso e miúdos, aumentando as compras em 579%. As Filipinas, que também abriram o mercado para esses produtos, elevaram as importações em 35%. Esses resultados mostram como aberturas e novas habilitações fortalecem a presença do produto brasileiro no mundo.

Tanto a celulose quanto o algodão não cardado nem penteado registraram recordes de valor e volume em novembro. A celulose alcançou US$ 939,2 milhões (+8,6%) e 1,85 milhão de toneladas (+14,3%), enquanto o algodão somou US$ 640,1 milhões (+18,6%) e 402,5 mil toneladas exportadas (+34,4%).

As exportações de feijões e pulses seguem em crescimento, apoiadas nas aberturas de mercado conquistadas desde 2023, como Rússia, Líbano, Costa Rica e Peru para feijões, e China, Coreia do Sul, Malásia e África do Sul para gergelim. Em novembro, o gergelim registrou recorde histórico, com US$ 70,9 milhões (+20%) exportados e 72,3 mil toneladas embarcadas (+47,7%). Os feijões também atingiram recorde em quantidade exportada (48,3 mil toneladas, +6,8%).

 

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12/12/2025 0 Comentários
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Venda de máquinas cai 15,6% em janeiro e Abimaq já prevê retração em 2026
Mercado

IBGE prevê queda de 3% para a safra 2026, totalizando 335,7 milhões de toneladas

Por Redação 11/12/2025
Escrito por Redação

IBGE prevê queda de 3% para a safra 2026, totalizando 335,7 milhões de toneladas

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (11) pelo IBGE, mostra que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve totalizar 335,7 milhões de toneladas em 2026. Trata-se de um valor 3,0% ou 10,2 milhões de toneladas menor do que a safra obtida em 2025.

O declínio da produção em relação à safra 2025 deve-se à menor estimativa prevista, principalmente, para o milho, sorgo, arroz, algodão herbáceo, trigo e para o feijão. Para a soja foi estimado um crescimento na produção de 1,0% ou 1,6 milhão de toneladas.

“A queda projetada para a safra de 2026, em relação à de 2025, ocorre, principalmente, porque a base de comparação deste ano é excepcionalmente elevada. As condições climáticas favoreceram fortemente o desempenho tanto da 1ª quanto da 2ª safra, um cenário que não deve se repetir no próximo ano”, destacou Carlos Barradas.

A área total estimada para cultivo de cereais, leguminosas e oleaginosas, em 2026, foi de 82,3 milhões de hectares, crescimento de 0,9% em relação a 2025. Com relação à área prevista, apresentam variações positivas o milho e a soja. Apresentaram variação negativa: o algodão herbáceo, o arroz o feijão.

Houve aumentos nas estimativas da área a ser colhida no Mato Grosso (3,3%), no Rio Grande do Sul (1,7%), no Tocantins (1,9%), no Pará (6,4%) e em Rondônia (2,4%). Apresentaram quedas: Goiás (-0,4%), Mato Grosso do Sul (-1,1%), Minas Gerais (-0,3%), Bahia (-3,5%), São Paulo (-1,3%), Maranhão (-0,2%), Piauí (-3,1%), Santa Catarina (-0,4%) e Ceará (-0,3%).

Safra de 2025 deve ser 18,2% maior do que a de 2024

A pesquisa também traz a estimativa de novembro para a safra de 2025 de cereais, leguminosas e oleaginosas, que alcançou 345,9 milhões de toneladas, 18,2% maior do que a obtida em 2024 (292,7 milhões de toneladas), crescimento de 53,2 milhões de toneladas.

Em relação a outubro, houve acréscimo de 313,7 mil toneladas (0,1%). A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2025 é recorde da série histórica do IBGE.

A área a ser colhida este ano deve ser de 81,5 milhões de hectares, o que representa um crescimento de 3,1% (2,5 milhões de hectares a mais) em relação à área colhida em 2024. Frente ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou uma expansão de 66,8 mil hectares (0,1%).

“Apesar de problemas climáticos, como a escassez e a má distribuição das chuvas durante o principal período de cultivo, a safra de verão, no Rio Grande do Sul e em algumas áreas do Mato Grosso do Sul e do Paraná, havendo queda na produção da soja em 2025, as condições climáticas favoreceram a safra deste ano, impulsionando esse aumento significativo”, destaca o gerente do LSPA, Carlos Barradas.

Os principais destaques positivos da safra 2025, em relação a 2024, foram as estimativas da produção de milho, da soja, do sorgo, do arroz e do algodão. Na comparação com 2024, houve aumentos na produção estimada de 11,5% para o algodão herbáceo (em caroço); de 18,8% para o arroz em casca; de 14,5% para a soja; de 23,5% para o milho (crescimento de 12,4% para o milho 1ª safra e de 26,2% para o milho 2ª safra); de 35,4% para o sorgo; de 5,1% para o trigo; e para o feijão, ocorreu decréscimo de 3,0%.

“O aumento na produção de sorgo, por exemplo, ocorreu principalmente devido à expansão do plantio, motivada pelo receio de perdas no milho por questões climáticas. Muitos produtores que perdem a janela de plantio do milho optam pelo sorgo, por ele apresentar maior tolerância à falta de umidade no solo. Além disso, o bom volume de chuvas nas regiões produtoras também contribuiu para o crescimento da produção”, acrescenta Carlos.

Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos

Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 32,0%, seguido pelo Paraná (13,5%), Goiás (11,2%), Rio Grande do Sul (9,4%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (5,5%), que, somados, representaram 79,7% do total. Com relação às participações regionais, tem-se a seguinte distribuição: Centro-Oeste (51,7%), Sul (25,0%), Sudeste (8,9%), Nordeste (8,0%) e Norte (6,4%).

 

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11/12/2025 0 Comentários
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Conab mantém projeção para a safra de grãos no ciclo 2025/26, com ligeiro aumento de 0,3%
Mercado

Produção de grãos na safra 2025/26 está estimada em 354,4 milhões de toneladas

Por Redação 11/12/2025
Escrito por Redação

Produção de grãos na safra 2025/26 está estimada em 354,4 milhões de toneladas

A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 está estimada em 354,4 milhões de toneladas, o que representa um ligeiro aumento de 0,6%, ou seja 2,2 milhões de toneladas superior ao volume obtido no ciclo 2024/25. O resultado é reflexo da combinação do aumento de 3% na área semeada, saindo de 81,7 milhões de hectares na temporada passada para 84,2 milhões de hectares no atual ciclo, e da redução na produtividade média nacional das lavouras, estimada em 4210 quilos por hectares em 2025/26 frente a 4.310 em 2024/25. Os números constam no terceiro levantamento da safra de grãos divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quinta-feira (11).

Soja

Principal cultura cultivada na 1ª safra, o plantio da soja chega a 90,3% da área destinada para a cultura, sendo que em Mato Grosso, principal estado produtor do grão, a semeadura está finalizada, conforme indica o Progresso de Safra publicado pela estatal nesta semana.

Na primeira quinzena de novembro, as precipitações na Região Sul permitiram um grande avanço na área plantada, enquanto nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de Minas Gerais, a inconstância das chuvas atrasou os trabalhos de campo.

Já a partir da segunda quinzena do mês passado, as precipitações se normalizaram nessas regiões, permitindo um avanço na área semeada. A estimativa da Conab é que na safra 2025/26 sejam destinados 48,9 milhões de hectares para o cultivo da soja, resultando em uma produção estimada em 177,1 milhões de toneladas, 3,3% acima do total produzido na safra anterior, um novo recorde se confirmado.

Arroz

Outra importante cultura para o abastecimento interno e cultivada na primeira safra, o arroz, tem previsão de colheita de 11,2 milhões de toneladas, redução de 12,4% em relação ao ciclo passado diante das atuais condições mercadológicas do cereal.

Essa queda é influenciada pela menor área cultivada, estimada em 1,62 milhão de hectares. No Rio Grande do Sul, principal estado produtor de arroz, a semeadura atinge 98% da área, enquanto que em Santa Catarina, outro importante estado produtor da cultura, o plantio está finalizado.

Feijão

Dupla do arroz para muitos brasileiros, o feijão tem produção total, somadas as 3 safras da leguminosa, estimada em torno de 3 milhões de toneladas, volume semelhante ao obtido no ciclo passado, assegurando o abastecimento interno. O plantio da primeira safra do grão já foi concluído no Paraná e em São Paulo, e avança em outros estados com 93,8% da área semeada em Minas Gerais e 67% na Bahia.

Milho

Para o milho, a produção total, somando as três safras, está estimada em 138,9 milhões de toneladas, representando redução de 1,5% em relação ao ciclo anterior. A semeadura já alcança 71,3% de uma área de 4 milhões de hectares destinada ao cereal neste primeiro ciclo, com a produção prevista em 25,9 milhões de toneladas, aumento de 3,9% sobre a safra anterior.

Trigo

Dentre as culturas de inverno, a safra 2025 está em fase final de colheita. O trigo, principal cultura semeada, já possui 98% da área colhida, com produção estimada em 8 milhões de toneladas. O volume é 0,9% superior ao registrado no ciclo anterior, diante das condições climáticas predominantemente favoráveis ao longo do ciclo, ainda que tenham ocorrido, pontualmente, fatores adversos em algumas regiões.

Mercado

Neste levantamento, a Conab manteve praticamente estáveis as projeções do quadro de suprimentos da safra 2024/25 para a maioria dos produtos analisados, quando comparado com as informações divulgadas no último mês, com leves ajustes diante da atualização das expectativas de produção e da situação de mercado das culturas analisadas.

Uma das mudanças se refere a um pequeno ajuste na estimativa de exportações da safra 2024/25, com um incremento de 313 mil toneladas totalizando os embarques em torno de 106,97 milhões de toneladas ao final de 2025, quantitativo que ainda pode ser ajustado e que será confirmado no próximo levantamento.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), de janeiro a novembro foram exportadas 104,79 milhões de toneladas da soja em grãos, volume recorde para o país, ultrapassando as 101,87 milhões de toneladas vendidas ao mercado internacional em todo o ano de 2021. Essa comercialização registrada nos 11 meses de 2025 gerou uma arrecadação de US$ 42 bilhões.

 

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11/12/2025 0 Comentários
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Trator biometano da New Holland vence Prêmio ECO de inovação e sustentabilidade
EmpresasTecnologia

Trator biometano da New Holland vence Prêmio ECO de inovação e sustentabilidade

Por Redação 10/12/2025
Escrito por Redação

Trator biometano da New Holland vence Prêmio ECO de inovação e sustentabilidade

Após conquistar o Prêmio ESG 2025 na categoria “Inovação Tecnológica em ESG”, o trator T6.180 Methane Power, da New Holland – primeiro trator agrícola do mundo movido a gás biometano – venceu também o tradicional Prêmio ECO de inovação e sustentabilidade, promovido pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) na categoria “Produtos ou Serviços – Grandes Empresas”. A cerimônia de premiação foi realizada em 9 de dezembro em São Paulo (SP).

De acordo com Raquel Montagnoli, gerente de Sustentabilidade da CNH para a América Latina, a New Holland vem dedicando, há quase vinte anos, esforços contínuos para desenvolver soluções que empreguem combustíveis alternativos de forma mais eficiente e sustentável. “Fomos pioneiros ao colocar no mercado o primeiro trator abastecido por biometano em âmbito global e continuaremos avançando na inovação voltada ao campo, sempre orientados pelas demandas dos produtores”, afirma.

“Como uma marca que está sempre próxima dos clientes e que atende a todos os perfis de agricultores vamos seguir investindo em novas tecnologias e produtos, incluindo ferramentas de agricultura digital, precisão e conectividade, além de evoluir em sistemas de propulsão que contribuam na transição para um modelo econômico com redução de emissões e desenvolvimento mais sustentável ”, complementa Márcio Contreras, diretor de Marketing Comercial da New Holland para a América Latina.

Desde 2006, quando lançou a estratégia de liderança em combustíveis alternativos, a New Holland desenvolveu tratores movidos primeiramente a biodiesel, e também a hidrogênio, até o lançamento, em 2013, do primeiro protótipo de trator da série T6 movido a metano, enfatizando o compromisso da marca de cumprir suas metas ambientais e contribuir para a redução de CO2.

Vantagens ambientais

Lançado como produto comercial em 2022, o T6.180 Methane Power está disponível para os produtores brasileiros. A tecnologia de propulsão por biometano oferece inúmeras vantagens ambientais, incluindo a redução de até 80% das emissões de poluentes regulados e de 84% de CO2 em comparação com um motor diesel padrão. Ao usar o biometano, uma redução de custos entre 25% e 40% pode ser alcançada quando comparada com os combustíveis convencionais. E o trator possui o mesmo desempenho e autonomia de um trator a diesel de mesmo porte.

Em 2023, a marca também apresentou o conceito da fazenda independente energeticamente, em parceria com as principais empresas do setor de biometano para a criação de um ecossistema inovador de produção de gás gerado a partir da decomposição de dejetos de animais. Composto por um biodigestor, sistema de purificação de biogás, gerador, tratores e caminhões pesados, este ecossistema é pioneiro no Brasil e revoluciona o mercado de biogás do país.

Esse tipo de solução dá ao produtor a possibilidade de utilizar o biogás gerado dentro da propriedade (a partir dos dejetos dos animais, por exemplo) para abastecer o equipamento, aproveitando o chamado ciclo virtuoso da fazenda, que se torna cada vez mais autossuficiente do ponto de vista energético e ambientalmente correta. Além disso, há a redução dos custos operacionais e maior tranquilidade no gerenciamento das atividades, pois se torna autossuficiente em produção e uso de combustível, ficando livre de todas as incertezas do mercado de combustíveis fósseis.

 

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Infraestrutura portuária gera prejuízo de R$ 66,1 milhões a exportadores de café em 2025
Mercado

Exportações brasileiras de café verde caíram 27% em novembro, diz Cecafé

Por Redação 10/12/2025
Escrito por Redação
Exportações brasileiras de café verde caíram 27% em novembro, diz Cecafé
De acordo dados do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), divulgados nesta terça-feira (9), as exportações de café verde do Brasil caíram 27,1% em novembro em relação ao mesmo período do ano passado, para 3,28 milhões de sacas.

No caso do café arábica, os embarques somaram 3,02 milhões de sacas em novembro, queda de 18,3% ante o mesmo período do ano anterior. As exportações de café robusta caíram 67,9%, para 259,3 mil sacas.

Segundo o Cecafé, um dos motivos para esse recuo nas exportações foi devido a menor disponibilidade do produto em 2025.

 
Fonte: Datagro
10/12/2025 0 Comentários
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Tecnologia

Prepare suas máquinas para a próxima safra: segurança hidráulica desde a base

Por Redação 09/12/2025
Escrito por Redação

Prepare suas máquinas para a próxima safra: segurança hidráulica desde a base

O período que antecede uma nova safra é um dos mais estratégicos para produtores rurais, gestores de frota e equipes de manutenção. É nessa fase que as máquinas passam por revisões e ajustes que impactam diretamente o desempenho durante o plantio e a colheita. Entre os pontos mais críticos desse processo está a saúde do sistema hidráulico, responsável por grande parte da força, precisão e confiabilidade dos equipamentos agrícolas.

Pensando nesse cenário, a Filtros Newtec destaca a importância da filtragem hidráulica como um dos pilares de proteção e performance no campo. Uma filtragem eficiente reduz contaminação, protege componentes internos e evita paradas inesperadas. Dessa forma, as máquinas trabalham com o máximo potencial quando a safra começar.

A filtragem como proteção do investimento

A contaminação do fluido hidráulico é uma das principais causas de falhas em bombas, válvulas e cilindros. Partículas sólidas, umidade e impurezas aceleram o desgaste dos componentes e podem comprometer toda a operação, causando prejuízos significativos durante a safra.

Os filtros hidráulicos desenvolvidos pela Newtec utilizam meios filtrantes de alta eficiência que atuam diretamente na retenção dessas partículas. Essa tecnologia prolonga a vida útil dos equipamentos e garante maior estabilidade operacional. O resultado é menor custo de manutenção e mais segurança para o produtor.

Soluções para diferentes demandas no campo

A linha de filtros hidráulicos Newtec atende as principais etapas e exigências do circuito hidráulico, com soluções para:

  • Retorno
  • Sucção
  • Pressão

Cada solução é projetada para atuar em faixas específicas de vazão e pressão. Isso garante desempenho adequado para tratores, colheitadeiras, pulverizadores, carregadeiras e outros equipamentos essenciais para a operação agrícola.

Resultados práticos na safra

Ao preparar as máquinas com filtragem de qualidade, o produtor rural observa melhorias que fazem diferença na rotina:

  • Redução de paradas não programadas
  • Operação mais estável em longas jornadas de trabalho
  • Menor desgaste das peças e do sistema hidráulico
  • Melhora no desempenho geral dos equipamentos
  • Redução do custo total de manutenção
  • Aumento da vida útil dos componentes

Esses benefícios tornam a filtragem uma escolha estratégica para quem busca mais produtividade no ciclo agrícola.

Suporte especializado para aplicar a solução ideal

A Newtec oferece orientação técnica para indicar o filtro mais adequado a cada equipamento e operação. A análise considera pressão, vazão e tipo de sistema hidráulico. Essa proximidade garante que cada cliente faça a escolha correta e obtenha o máximo desempenho do equipamento.

A empresa reforça seu compromisso com tecnologia, inovação e apoio ao cliente. Com isso, se consolida como referência nacional em filtragem hidráulica.

Sobre a Filtros Newtec

Fundada em 2004, a Filtros Newtec é referência em filtragem hidráulica no Brasil. A empresa desenvolve filtros e soluções para diversos setores como agrícola, industrial, construção civil, mineração, transporte e máquinas pesadas. Com foco em inovação, durabilidade e eficiência, a Newtec oferece tecnologias que protegem sistemas hidráulicos e apoiam operações de alta exigência.

 

09/12/2025 0 Comentários
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Exportações de arroz crescem 13% em 2025, com receita de US$ 457 milhões
Mercado

Plantio do arroz no RS avança para 94,2% da área prevista

Por Redação 09/12/2025
Escrito por Redação

Plantio do arroz no RS avança para 94,2% da área prevista

O Estado do Rio Grande do Sul registra 867.100,072 hectares de arroz semeado em todo o estado, o que representa 94,2% da intenção total das seis regiões arrozeiras.

Com 94.887 hectares semeados, a Região Planície Costeira Externa foi a primeira a atingir 100% de intenção de semeadura. Conforme relatório da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater), do Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), as outras cinco regiões também se aproximam da finalização da semeadura de arroz, o que posiciona o Rio Grande do Sul, no fortalecimento da orizicultura e na competitividade do agronegócio, responsável por cerca de 40% do PIB estadual.

A Região Zona Sul é a mais próxima de também realizar a finalização da semeadura, já que os índices registram 97,93% da intenção, com 153.308,72 hectares semeados. Seguida da Região Planície Costeira Interna, com 140.469 hectares semeados, ou seja, 96,63% da intenção.

Com a maior área de arroz no estado, Região Fronteira Oeste contabiliza 93,52% da intenção total, o que representa 254.220 hectares semeados. Já na Região Campanha são 126.763 hectares, ou seja, 93,46%.

A região com menor porcentagem de semeadura é a Central, com dados que apontam 80,73%, 97.453 hectares semeados.

A expectativa é que os resultados de semeaduras nos 135 municípios arrozeiros do Estado, sejam finalizados até o final do mês de janeiro. “Seguimos acompanhando os números, para que nesta etapa final, possamos ter os resultados mais precisos possíveis. Nossas equipes seguem voltadas para o melhor atendimento ao produtor e à toda cadeia orizícola”, destaca o Gerente da Dater, Luiz Fernando Siqueira.

Fonte: Datagro

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Café arábica: colheita evolui para 74% na região da Expocacer
Mercado

Atrasos nos portos geram prejuízo de R$ 8,7 mi a exportadores de café em outubro

Por Redação 09/12/2025
Escrito por Redação

Atrasos nos portos geram prejuízo de R$ 8,7 mi a exportadores de café em outubro

A infraestrutura defasada nos portos brasileiros e os gargalos na logística seguem gerando prejuízos milionários às empresas que trabalham com o embarque de café. De acordo com o levantamento mais recente realizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), em outubro de 2025, os associados à entidade tiveram prejuízo de R$ 8,719 milhões com armazenagens adicionais, pré-stacking e detentions devido à impossibilidade de exportação de 2.065 contêineres — 681.590 sacas de 60 kg – do produto.

O não embarque desse volume impediu que o país recebesse US$ 278,08 milhões, ou R$ 1,497 bilhão, como receita cambial em suas transações comerciais apenas em outubro deste ano, considerando o preço médio Free on Board (FOB) de exportação de US$ 407,99 por saca (café verde) e a média do dólar de R$ 5,3849 no mês retrasado.

“Estamos alertando a respeito do cenário caótico relativo à infraestrutura nos portos brasileiros há tempos, em especial em Santos, o maior do hemisfério sul, e a tendência é observarmos uma piora constante, principalmente com o atraso na oferta de pátio e de berço do Tecon Santos 10”, aponta Eduardo Heron, diretor técnico do Cecafé.

Conforme o diretor, o anúncio de alguns investimentos, como a contratação da empresa para o aprofundamento do calado para 16 metros, a proposta de terceira via de descida da Rodovia Anchieta e a implementação da segunda alça de acesso ao embarcadouro santista, “sem dúvida”, são muito importantes para o comércio exterior brasileiro, “mas levarão pelo menos cinco anos para serem entregues”.

Raio-x dos atrasos

Em outubro de 2025, 52% dos navios, ou 204 de um total de 393 embarcações, tiveram atrasos ou alteração de escalas nos principais portos do Brasil, conforme o Boletim DTZ, elaborado pela startup ElloX Digital em parceria com o Cecafé.

O Porto de Santos, que respondeu por 79% dos embarques de café de janeiro a outubro deste ano, registrou um índice de 73% de atraso ou alteração de escalas de navios, o que envolveu 148 do total de 203 porta-contêineres. O tempo mais longo de espera no mês retrasado foi de 61 dias no embarcadouro santista.

Também em outubro, somente 3% dos procedimentos de embarque tiveram prazo maior do que quatro dias de gate aberto por navios no porto santista. Outros 48% possuíram entre três e quatro dias e 49% tiveram menos de dois dias.

O complexo portuário do Rio de Janeiro (RJ), o segundo maior exportador dos cafés do Brasil, com 17,4% de participação nos embarques entre janeiro e outubro de 2025, teve índice de atrasos de 30% no mês retrasado, com o maior intervalo sendo de 77 dias entre o primeiro e o último deadline. Esse percentual indica que 34 dos 113 navios destinados às remessas do produto sofreram alteração de escalas.

 

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CuriosidadeTecnologia

Embrapa disponibiliza dois cursos gratuitos sobre mandioca em plataforma on-line

Por Redação 09/12/2025
Escrito por Redação

Embrapa disponibiliza dois cursos gratuitos sobre mandioca em plataforma on-line

Duas capacitações estratégicas gratuitas para quem trabalha ou pretende trabalhar com mandioca de mesa estão disponíveis na plataforma e-Campo, destinada à oferta de capacitações on-line desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária, e seus parceiros.

O curso “Planejamento do negócio para a agricultura familiar” tem como objetivo ajudar a identificar a importância do planejamento de negócio, diferenciando planejamento estratégico e operacional e identificando conceitos de empreendedorismo e inovação, bem como os cuidados necessários para elaboração de um bom plano de negócios. É ministrado pelo pesquisador Gilmar Souza, do Núcleo de Ações Estratégicas da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA), e tem quatro horas de conteúdo.

Já o curso “Boas práticas na colheita e manejo pós-colheita de mandioca de mesa para processamento”, é apresentado pelas pesquisadoras Luciana Oliveira e Fabiana Sasaki, também da Embrapa Mandioca e Fruticultura.

Elas explicam como evitar danos mecânicos, mostram aspectos gerais sobre a deterioração fisiológica da pós-colheita e proporcionam o conhecimento sobre os compostos cianogênicos presentes na mandioca, orientando o processamento mais eficiente para a eliminação desses compostos.

Os dois cursos são resultado de uma parceria entre a Embrapa e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e direcionados a agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), produtores, estudantes de escolas técnicas, institutos federais e graduação em geral e integrantes de cooperativas e associações.

Estão diretamente relacionados com a legislação e a política pública de apoio à agricultura familiar, em conformidade com a Lei 11.326/2006, alinhados com a Política Nacional de Assistência e Extensão Rural (Ater) e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODSs) 2 (Fome zero e agricultura sustentável), 9 (Indústria, inovação e infraestrutura: construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação) e 12 (Consumo e produção responsáveis).

O acesso aos cursos é possível pelo período de 30 dias, a contar da data de inscrição, e tem direito a certificado. Mais informações sobre “Planejamento do negócio para a agricultura familiar”, clica aqui,  e sobre “Boas práticas na colheita e manejo pós-colheita de mandioca de mesa para processamento”, aqui.  

 

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