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Mercado

Rondônia deve colher 5,4 milhões de toneladas de grãos nesta safra, 30,6% maior que a anterior

Por Redação 23/07/2025
Escrito por Redação

Rondônia deve colher 5,4 milhões de toneladas de grãos nesta safra, 30,6% maior que a anterior

O Brasil deve colher cerca de 340 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/2025, recorde histórico, com destaque para a soja e o milho, que juntos, responderão por 88,8% desse volume, conforme estimativas do 10º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado pela Conab. A estimativa para Rondônia é que sejam colhidas 5,4 milhões de toneladas nesta safra, produção 30,6% maior do que a obtida na safra anterior, com expansão de 20,8% da área plantada, de pouco mais de 1,2 milhão de hectares.

Essas e outras informações sobre a produção agropecuária, com foco no estado de Rondônia, estão disponíveis na 17ª edição do Informativo Agropecuário de Rondônia. O documento, editado pela equipe da Embrapa Rondônia, traz dados sobre a estimativa da safra de grãos no estado, bem como informações sobre a produção de outros produtos agropecuários, tais como café, mandioca, banana, peixes, carne e leite.

Os dados apresentados foram obtidos de fontes secundárias, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Emater-RO, entre outros.

Com relação à produção de grãos a soja continua sendo a principal cultura agrícola do estado, com área plantada de 694 mil hectares e produção estimada de 2,6 milhões de toneladas, 15,5% superior à da safra 2023/2024.

A produção de arroz está estimada em 162,4 mil toneladas, com produtividade média de 3.691 kg por hectare, aumento de 9,8% em comparação com a safra anterior.

Calixto Rosa Neto, membro da equipe de elaboração do Informativo, chama a atenção para o crescimento significativo da área plantada com o milho segunda safra, que deve crescer 50,1% passando de 317,9 mil hectares na safra 2023/2024 para 477,2 mil hectares na safra atual.

A produção de café deve crescer 4,4% em relação à safra 2024, com estimativa de serem colhidas cerca de três milhões de sacas de 60 kg beneficiadas, com destaque para as exportações. No primeiro semestre de 2025 foram embarcadas 110,2 mil sacas de 60 kg de café beneficiado.

A mandioca deve apresentar redução da área plantada, de 17,6 mil hectares para 14,2 mil hectares, com a consequente diminuição da produção, estimada em 285 mil toneladas.

Já a banana, embora deva apresentar estabilidade com relação à área colhida, de 7,2 mil hectares, terá incremento significativo na produtividade, passando de 11,3 mil kg por hectare para 14,4 mil, com reflexo na produção, que deve crescer 25,9%.

No que diz respeito à produção pecuária, dados do primeiro trimestre de 2025 da Pesquisa Trimestral de Abates, do IBGE, indicam que, nesse período, foram abatidos 847 mil animais, com peso de carcaça de 199,5 mil toneladas, 6,7% e 1,8% maior do que os valores obtidos no mesmo período de 2024, respectivamente.

A produção de leite em 2024 foi de 541,2 milhões litros, 4,1% menor do que a obtida em 2023, conforme dados da Pesquisa Trimestral do Leite, do IBGE. Esses dados referem-se ao leite cru, resfriado ou não, adquirido por 66 indústrias de laticínios do estado, sendo 16 de inspeção federal, 17 estadual e 33 municipal.

O Valor Bruto da Produção Agropecuária de Rondônia em 2025, calculado pela equipe do Setor de Prospecção e Avaliação de Tecnologia da Embrapa Rondônia (SPAT), está estimado em R$ 30,5 bilhões, com destaque para bovinos, café, soja, milho e leite que, juntos, devem responder por 89,7% do valor total, com destaque para o valor dos bovinos, que deve representar 48,1% do VBP rondoniense neste ano.

As exportações de carne bovina in natura, soja e milho de Rondônia, em 2024, geraram juntas receitas de US$ 2,2 bilhões, com destaque para a carne, cujo valor exportado ultrapassou US$ 1 bilhão.

 

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Safra 2025/26 de soja em Mato Grosso deve superar 51,5 milhões de toneladas, projeta Imea
Mercado

Embarques de soja em grão devem atingir 12,1 milhões de toneladas em julho

Por Redação 23/07/2025
Escrito por Redação

Embarques de soja em grão devem atingir 12,1 milhões de toneladas em julho

Os embarques de soja em grão têm potencial para atingir 12,106 milhões de toneladas em julho, contra 9,597 milhões de igual mês do ano passado, indicam projeções da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

As exportações de farelo devem alcançar 2,391 milhões de toneladas em julho, contra 2,011 milhões do mesmo mês de 2024. Já os embarques de milho devem chegar a 4,140 milhões de toneladas em julho, contra 4,707 milhões de igual mês do ano passado.

Fonte: Datagro

 

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Empresas

Mulheres na linha de frente da inovação: colaboradora da AGCO é destaque na soldagem robotizada

Por Redação 22/07/2025
Escrito por Redação

Raquel Stan Rodrigues de Oliveira, 33 anos, é operadora de robô de solda na fábrica da AGCO em Ibirubá (RS) e um exemplo de como diversidade, tecnologia e capacitação podem transformar vidas e, também, a indústria. Sua história com a empresa começou em 2012, quando conquistou sua primeira vaga para atuar na solda leve. Com o tempo, ganhou espaço também na solda pesada, trabalhando com componentes robustos.

“Foi desafiador no início lidar com as roupas de couro, o calor, o esforço físico, mas fui me adaptando, gostando do que fazia, aprendendo com os colegas. A fábrica era um ambiente novo para mulheres em funções como a minha, mas sempre encontrei apoio na equipe e na liderança”, relembra Raquel.

Após uma breve pausa, Raquel retornou à empresa em 2017. Em 2021, foi promovida e passou a operar robôs de solda. “A transição do trabalho manual para a programação de robôs exigiu novas habilidades e atualização profissional, mas também abriu portas para funções mais estratégicas e menos desgastantes fisicamente”, destaca.

Raquel ressalta a importância de um ambiente organizado e acolhedor, onde a presença feminina conquista cada vez mais espaço. “A presença de mulheres na soldagem é um movimento crescente e positivo, que traz benefícios para a profissão e para a indústria como um todo. Embora desafios e preconceitos ainda existam, a participação feminina é essencial para a diversidade e a inovação, além de inspirar outras mulheres a seguirem seus sonhos e talentos”, diz.

Para Cristian Henrique Wendler, líder de grupo sênior e supervisor direto de Raquel na AGCO, sua trajetória reflete um exemplo de dedicação e superação. “É uma profissional altamente engajada em todas as atividades que assume. Com ampla experiência na área de soldagem, destacou-se ao realizar com sucesso a transição do processo manual para a operação de robôs de soldagem. Demonstrando dedicação constante, atua de forma proativa na busca por soluções para os desafios diários, orienta colegas e contribui ativamente com melhorias.”

Cristian também destaca a importância da diversidade no ambiente produtivo. “A diversidade é extremamente valiosa, não apenas do ponto de vista ético ou social, mas também em termos de resultados concretos. Equipes diversas tendem a ser mais inovadoras, criativas e eficazes na resolução de problemas. Isso acontece porque pessoas com diferentes experiências, origens, formações e pontos de vista trazem abordagens complementares para os desafios. Trabalhamos para proporcionar um ambiente onde todas as pessoas se sintam valorizadas, ouvidas e com oportunidades iguais de crescimento”, afirma.

Atualmente, as mulheres representam cerca de 44% dos colaboradores com até um ano de empresa na AGCO América do Sul. Entre os profissionais com 11 a 15 anos de casa, elas somam 13%. A companhia também desenvolve ações contínuas voltadas à equidade de gênero, à formação profissional e à promoção de lideranças representativas.

“Acreditamos que o avanço da indústria passa, necessariamente, pelo desenvolvimento das pessoas. Histórias como a da Raquel mostram o impacto da diversidade aliada à tecnologia e reforçam o compromisso da AGCO em construir um ambiente inclusivo, onde cada talento tem a oportunidade de crescer, inovar e liderar o futuro do agronegócio”, afirma Angélica Kanashiro, vice-presidente de Recursos Humanos da AGCO para a América do Sul e Business Partner Global para a Massey Ferguson.

 

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Tecnologia

Webinar debate inovação em máquinas e tecnologias para a agricultura familiar

Por Redação 22/07/2025
Escrito por Redação

- Webinar debate inovação em máquinas e tecnologias para a agricultura familiar

O Grupo de Tecnologias da Mecanização (GTM), vinculado ao curso de Engenharia Agrícola da UFSM, realiza no dia 28 de julho, às 19h, o 15º Webinar Técnico – Tecnologias e Máquinas para a Agricultura Familiar. Gratuito e aberto à comunidade acadêmica e externa, o evento tem como objetivo promover a troca de conhecimentos sobre inovação e mecanização voltada a pequenas e médias propriedades rurais.

A transmissão será online, com inscrição gratuita e emissão de certificado por meio do site do grupo.

O palestrante convidado é o Josué Fernando Beutler, engenheiro agrônomo e doutor em Ciência do Solo, com ênfase em Mecanização Agrícola. Beutler atua como especialista em assistência técnica na Mahindra do Brasil e possui experiência em empresas como AGCO, Valtra e Mahindra, com foco no desenvolvimento e suporte técnico de máquinas voltadas à agricultura familiar.

Durante o webinar, serão discutidos os principais desafios e soluções em mecanização para a agricultura familiar, com destaque para tecnologias acessíveis, estratégias de suporte técnico e práticas sustentáveis que contribuam para o aumento da produtividade no campo.

O Grupo GTM, que organiza o evento, desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de engenharia agrícola, contribuindo para a formação técnica e o desenvolvimento do setor agropecuário.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no site do evento.

 

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Tecnologia

Manejo de solo passa a fazer parte do Zoneamento de Risco Climático da soja

Por Redação 22/07/2025
Escrito por Redação
Manejo de solo passa a fazer parte do Zoneamento de Risco Climático da soja

Os produtores de soja que aderirem ao projeto terão acesso a percentuais diferenciados de subvenção nas apólices do seguro rural, de acordo com o nível de manejo adotado na propriedade // Foto: Antonio Neto

Com um projeto-piloto no Paraná, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para cultura da soja irá considerar, a partir da próxima safra, também a adoção de boas práticas de manejo do solo que aumentam o volume de água disponível para as plantas.

A partir de agosto, os produtores que aderirem ao projeto terão acesso a percentuais diferenciados de subvenção nas apólices do seguro rural, de acordo com o nível de manejo adotado na propriedade. A inovação da proposta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Embrapa no Zarc Níveis de Manejo (ZarcNM) pretende contribuir para a mitigação dos riscos climáticos enfrentados pela soja.

A Instrução Normativa Nº 2 de 2025, que regulamenta o ZarcNM, foi publicada no Diário Oficial em 9 de julho, após a Resolução nº 107 do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural que aprovou as regras do projeto-piloto. Com isso, o manejo adotado entra no cálculo para avaliação do risco climático da cultura. Nesta fase inicial do projeto, o Mapa destinou R$ 8 milhões.

Segundo o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério, Diego Melo de Almeida, o projeto concretiza a evolução do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). “Esse é um caminho que nós temos perseguido com a Embrapa há, no mínimo, dois anos. A safra de verão será o pontapé inicial, mas esperamos seguir no aprimoramento da metodologia e ampliar o alcance e a alocação de recursos para as próximas safras”, revela.

O pesquisador José Renato Bouças Farias, da Embrapa Soja (PR), diz que essa atualização é crucial em períodos de escassez hídrica, que atualmente representa a principal causa de perdas na produção de grãos de soja no Brasil. “O ZarcNM evidencia a redução de risco por meio de uma estratégia de manejo bem conduzida, uma informação fundamental para o produtor, para as atividades de planejamento agrícola e para o seguro rural”, explica Farias.

De acordo com o cientista, a adoção de práticas conservacionistas é determinante para aumentar a infiltração de água e reduzir o escorrimento superficial, comuns durante chuvas intensas e em grandes volumes. Junto a outras práticas de manejo do solo, elas promovem maior disponibilidade de água às plantas.

Quanto melhor o nível de manejo, maior a subvenção do seguro

O pesquisador explica que o ZarcNM passará a considerar quatro Níveis de Manejo (NMs), definidos a partir de seis indicadores. Os percentuais de subvenção no seguro rural serão maiores conforme a qualidade do manejo: 20% para as áreas classificadas como Nível de Manejo 1 (NM1), 25% para NM2, 30% para NM3 e 35% para NM4. Pela regra atual do PSR, o percentual de subvenção padrão para a soja é de 20%.

Com base em avaliações de campo conduzidas pela Embrapa em 62 propriedades do Paraná e 201 locais do Mato Grosso do Sul, foi possível validar a metodologia de classificação. Farias explica que o segundo nível do ZarcNM, o NM2, representa a média dos manejos de solo até então adotados nesses estados.

Por outro lado, os níveis seguintes (NMs 3 e 4) pressupõem melhorias na fertilidade química, física e biológica do solo, por intermédio do aprimoramento das práticas de manejo. Dessa forma, esses manejos aumentam a disponibilidade hídrica e, assim, reduzem os riscos de falta d’água às culturas.

Já a classificação NM1 revela áreas manejadas de forma inadequada, apresentando limitações nos atributos físicos, químicos e biológicos do solo e, consequentemente, maiores riscos de perdas por déficit hídrico.

“O aprimoramento do manejo do solo, por meio de técnicas e práticas comprovadamente eficazes, leva a um aumento significativo na produtividade das culturas, à redução do risco de perdas causadas por condições de seca e ao aumento da fixação de carbono no solo. Além disso, promove a conservação tanto do solo quanto dos recursos hídricos”, explica Farias.

Para o pesquisador, a adoção dos níveis de manejo nos trabalhos de Zarc permite delimitar as áreas e identificar os períodos de menor risco climático para a implantação da cultura da soja no Brasil. O risco é contemplado não só devido à composição textural do solo, mas também decorrente da interação com o nível de adoção de diferentes práticas de manejo do solo.

Eduardo Monteiro, coordenador da Rede Zarc Embrapa e pesquisador da Embrapa Agricultura Digital (SP), acrescenta que o ZarcNM possibilita avaliar com maior precisão o risco associado a cada classe de manejo. “Esse refinamento pode ajudar a identificar oportunidades de ampliação de regiões ou de épocas de cultivo para sistemas de produção em níveis de manejo maiores, com menos risco”, completa.

O mecanismo de subvenção diferenciada do programa de seguro rural vinculado à classificação de nível de manejo também visa incentivar os produtores a adotarem boas práticas e tecnologias mais produtivas e sustentáveis, além de reconhecer aqueles que já fazem isso. “A classificação ZarcNM deve ajudar o produtor a fazer um diagnóstico rápido do seu sistema de produção e identificar pontos-chave que, se corrigidos, podem contribuir para aumentar sua produtividade”, analisa Monteiro.

Indicadores

“Quanto melhor o manejo e maior o histórico de boas práticas, melhores as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, maiores o teor de matéria orgânica, a redistribuição hidráulica, o crescimento do sistema radicular e a produtividade”, ressalta Farias.

Na avaliação do pesquisador, a classificação em níveis de manejo é fundamentada em indicadores objetivos e verificáveis, o que possibilita a implementação de mecanismos de fomento ou incentivos que promovam a melhoria do manejo do solo dentro de programas de política agrícola.

Os seis indicadores considerados são: tempo sem revolvimento do solo, porcentagem de cobertura do solo em pré-semeadura (palhada), diversificação de cultura nos três últimos anos agrícolas, percentual de saturação por bases, teor de cálcio e percentual de saturação por alumínio. Além dos indicadores quantitativos, alguns pré-requisitos precisam ser observados como, por exemplo, semeadura em contorno ou em nível.

 

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Tecnologia

Filtros Newtec apresenta filtros de retorno com alto desempenho e personalização sob medida

Por Redação 22/07/2025
Escrito por Redação

Filtros Newtec apresenta filtros de retorno com alto desempenho e personalização sob medida

*Conteúdo patrocinado – Com mais de duas décadas de atuação e reconhecida como a maior especialista em reposição de filtros hidráulicos do Brasil, a Filtros Newtec oferece um portfólio completo de soluções para filtragem desenvolvidas com tecnologia nacional, qualidade certificada e produção sob medida para cada aplicação. 

Entre os destaques, está a linha de filtros de retorno, indicada para sistemas hidráulicos que exigem eficiência e excelente custo-benefício.

Os filtros de retorno da Newtec são projetados para garantir a proteção dos componentes hidráulicos, filtrando o fluido antes de retornar ao reservatório. Isso evita o acúmulo de contaminantes no sistema e contribui diretamente para o desempenho, a segurança e a vida útil de máquinas e equipamentos.

Diferenciais técnicos dos filtros de retorno da Newtec

Com engenharia voltada para eficiência operacional, os filtros de retorno da Newtec se destacam por características que fazem a diferença na produtividade de diversos segmentos:

  • Capacidade de vazão de até 450 LPM (litros por minuto), atendendo aplicações de pequeno a grande porte;

  • Filtragem de dentro para fora, que proporciona maior retenção de partículas e evita a aeração no fluido hidráulico;

  • Saída do óleo pela lateral do elemento, melhorando a dissipação térmica e a circulação do fluido no reservatório.Também diminui a aeração no óleo – a produção de bolhas de ar que seguem para a bomba causam possível cavitação.

  • Design sem carcaça, que reduz a perda de carga (∆p), aumenta a durabilidade e facilita a instalação;

  • Pressão de colapso de até 10 bar, um diferencial de robustez que amplia a vida útil do elemento filtrante.
Qualidade e redução de gastos com manutenções: compromisso da Filtros Newtec

Presente em 54 segmentos do mercado nacional, a Newtec alia experiência técnica, produção 100% nacional e atendimento ágil e personalizado. 

A empresa é reconhecida pelo alto índice de satisfação de seus clientes (com taxa superior a 98% em projetos) e pela agilidade em prazos de produção, com filtros de linha prontos em até dois dias úteis e soluções especiais em até sete dias.

A Newtec conta com um portfólio diversificado em soluções para filtragem, levando em consideração principalmente a redução de reparos e manutenções em equipamentos e máquinas.

Cada filtro produzido carrega a essência da marca: garantir desempenho, segurança e economia para quem opera no campo, na indústria ou na cidade.

Entre em contato com nossa equipe e solicite um orçamento sob medida.
Acesse: https://conteudo.filtrosnewtec.com.br/tecnologia-de-ponta

 

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Mercado

Tarifaço de Trump desestabiliza mercado de suco de laranja, café e a pecuária 

Por Redação 21/07/2025
Escrito por Redação

Tarifaço de Trump desestabiliza mercado de suco de laranja, café e a pecuária 

A possível imposição de uma tarifa adicional de até 50% sobre as importações de produtos brasileiros pelos Estados Unidos, com vigência prevista para 1º de agosto de 2025, acendeu um sinal de alerta no agronegócio nacional. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da ESALQ/USP, suco de laranja, café, carne bovina e frutas frescas estão entre os itens mais expostos à medida, que pode comprometer receitas, provocar desequilíbrios de mercado e, sobretudo, pressionar os valores pagos ao produtor.

Suco de laranja

Segundo análise da equipe do Cepea, o suco de laranja é o produto mais sensível à nova política tarifária. Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros.

Atualmente, os Estados Unidos importam cerca de 90% do suco que consomem, sendo o Brasil responsável por aproximadamente 80% desse total. Com a sinalização da tarifa, pesquisas do Cepea apontam que indústrias brasileiras já passaram a suspender novos contratos, limitando-se ao mercado spot, com valores entre R$ 40,00 e R$ 45,00 por caixa, diante do elevado grau de incerteza.

“Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avalia Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea e professora da Esalq/USP.

Café

Os Estados Unidos são o maior mercado consumidor global e respondem por cerca de 25% das importações de café brasileiro (principal mercado), especialmente da variedade arábica, insumo essencial para a indústria local de torrefação.

De acordo com a equipe Cepea, o impacto é estrutural: como os EUA não produzem café, a elevação do custo de importação compromete diretamente a viabilidade econômica da cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.

“A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca Renato Ribeiro, pesquisador de café do Cepea.

No curto prazo, apesar de a safra 2024/25 ter assegurado boa capitalização aos produtores, a comercialização da safra 2025/26 avança lentamente, apontam pesquisadores do Cepea. Com a queda nas cotações e a instabilidade externa, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, postergando negociações maiores à espera de definições sobre o cenário tarifário.

Carne bovina

Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, respondendo por 12% das exportações, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil. Dados da Secex mostram que, em junho, o volume adquirido pelos norte-americanos já foi o menor desde dezembro do ano passado, mas as exportações totais de carne bovina brasileira tiveram o segundo melhor resultado do ano, beirando as 270 mil toneladas.

Em março e abril, empresas dos EUA adquiriram volumes recordes, acima de 40 mil toneladas em cada mês, num possível movimento de formação de estoque diante do receio de que o presidente Donald Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio internacional.

Em abril, foram importadas 47.836 toneladas (in natura e processada); já no mês seguinte, o volume se reduziu quase à metade e, em junho, baixou mais 33% sobre o volume de maio. Em termos absolutos, as compras norte-americanas foram de 18.232 toneladas no último mês.

Apesar da redução para os Estados Unidos, o volume total exportado pelo Brasil em junho foi bem próximo ao de abril – diferença de 2.705 toneladas, equivalentes a 1%. Boa parte da compensação de abril para junho ocorreu com o aumento dos embarques principalmente à China, que tem ampliado mensalmente suas compras desde fevereiro.

De abril para junho, os EUA diminuíram o volume em 29.603 toneladas, enquanto a China aumentou em 27.782 toneladas. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras frente a maio. Segundo Thiago Bernardino de Carvalho, “esse fluxo sinaliza que frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas em outros mercados, ainda que haja dificuldade quanto ao ajuste de cortes demandados”.

São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados, nesta ordem, que mais têm escoado carne aos EUA. A redução de Goiás foi a maior de abril para junho, cerca de 9.283 toneladas a menos de carne. O volume do último mês representou apenas 37% do que foi enviado em abril.

Em Mato Grosso do Sul, junho equivaleu a apenas 44%, com diminuição de 3.962 toneladas. Reduções significativas ocorreram também nos demais estados relevantes da pecuária. São Paulo é o que teve a menor diminuição de volume, de 1.802 toneladas, com junho ainda representando 73% dos embarques de abril.

Frutas frescas

O impacto imediato recai sobre a manga, cuja janela crítica de exportação aos EUA inicia-se em agosto. Segundo indica o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.

Pesquisadores do Cepea indicam que, até o anúncio da medida, a expectativa era de crescimento das exportações de frutas frescas em 2025, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. Contudo, o cenário tornou-se incerto.

“A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, analisa Lucas De Mora Bezerra, da equipe HF Brasil/Cepea.

A medida tende ainda a desorganizar os fluxos comerciais internacionais. Com a retração das exportações aos EUA, frutas que seriam destinadas ao mercado norte-americano podem ser redirecionadas à União Europeia ou absorvidas pelo mercado brasileiro, gerando um cenário de acúmulo de frutas nos canais tradicionais de comercialização e pressionando os preços ao produtor. Persistem também incertezas quanto às importações brasileiras de frutas frescas, tanto em volume quanto em origem, frente à nova conjuntura global.

 

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Mercado

PIB da soja e do biodiesel deve crescer 11% em 2025, aponta Cepea

Por Redação 21/07/2025
Escrito por Redação
PIB da soja e do biodiesel deve crescer 11% em 2025, aponta Cepea

PIB da soja e do biodiesel deve crescer 11% em 2025, aponta Cepea // Foto: Gilson Abreu/AEN

O PIB da cadeia de soja e do biodiesel pode crescer quase 11% em 2025, segundo apontam estudos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais). Diante disso, o PIB da cadeia da soja e do biodiesel pode representar, neste ano, 21,7% do PIB do agronegócio e expressivos 6,4% do PIB nacional.

De acordo com pesquisadores do Cepea/Abiove, o forte avanço no PIB da cadeia está atrelado à safra recorde no Brasil (que pode somar 169,7 milhões de toneladas, segundo a Abiove) e ao aumento no processamento da oleaginosa.

Segundo os pesquisadores, o Brasil está diante de um cenário favorável para o processamento de soja, com perspectiva de desempenho recorde. Esse movimento acompanha a elevação da mistura obrigatória de biodiesel, que passou a incluir B14 e B15 em 2024. A demanda consistente por óleo também tem contribuído para manter a atividade industrial em patamares elevados.

Dentro da porteira, espera-se importante crescimento de 24,11% no PIB e, na agroindústria, o aumento deve ser de 3,21%. Por sua vez, refletindo esse excelente desempenho a montante, com a volumosa produção do grão e as expectativas de ampliação do processamento, levantamento do Cepea/Abiove mostra que o PIB dos agrosserviços também avança com força: 8,24%. O segmento de insumos apresenta a alta mais modesta, de 3,17%.

Quanto aos preços, ao longo do primeiro trimestre de 2025, caíram, mas, ainda assim, estiveram acima dos observados no mesmo período de 2024. Pesquisadores do Cepea/Abiove destacam que, diante da expansão produtiva e do avanço nos preços, a renda da cadeia da soja e do biodiesel deve crescer após três anos de queda – a estimativa atual aponta aumento de 18,24%.

Nesse contexto, a partir de informações levantadas até o primeiro trimestre de 2025, estima-se que o PIB gerado por tonelada de soja produzida e processada poderá representar 4,4 vezes o PIB gerado pela soja produzida e exportada diretamente.

Mercado de trabalho

No primeiro trimestre de 2025, a cadeia produtiva da soja e do biodiesel registrou aumento de 7,46% no número de pessoas ocupadas frente ao mesmo período do ano passado, totalizando 2,44 milhões de trabalhadores. A participação da cadeia produtiva na economia brasileira (2,38%) e no agronegócio (10,40%) cresceu em relação ao verificado em 2024.

De acordo com pesquisadores do Cepea/Abiove, em decorrência do aumento da área destinada à soja e do crescente uso de tecnologia, o segmento de insumos teve incremento de 5.971 pessoas ocupadas. Dentro da porteira, houve avanço de 23.031 pessoas ocupadas, acompanhando a expansão da área e da produção do grão. Os agrosserviços apresentaram aumento de 142.548 pessoas ocupadas, respondendo ao aumento de produção e do processamento de soja, que gera demanda neste segmento. A exceção foi a agroindústria que, influenciada pela queda no subsegmento de esmagamento e refino, apresentou redução de 2.211 pessoas ocupadas.

Exportações

As exportações da cadeia de soja e do biodiesel totalizaram 27,91 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2025, com aumento de 1,15% frente ao mesmo período do ano passado. Já o valor exportado recuou 11,46%, totalizando US$ 11 bilhões nos três primeiros meses deste ano.

Pesquisadores do Cepea/Abiove indicam que a queda no valor se deve aos menores preços de exportação, o que reflete, sobretudo, a perspectiva de safra global recorde em 2024/25.

A China segue sendo destaque e o principal destino das exportações brasileiras de soja em grão. O volume escoado ao país asiático no primeiro trimestre deste ano cresceu 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para o farelo de soja, a União Europeia e Sudeste Asiático foram destinos importantes e impulsionaram o avanço nos volumes enviados. No caso do óleo, a Índia é o principal mercado, recebendo 67,74% do total do derivado escoado pelo Brasil no primeiro trimestre de 2025.

 

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21/07/2025 0 Comentários
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Mercado

Para CNA, PL do licenciamento ambiental moderniza, desburocratiza e evita perdas competitivas ao país

Por Redação 18/07/2025
Escrito por Redação

Para CNA, PL do licenciamento ambiental moderniza, desburocratiza e evita perdas competitivas ao país

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avaliou que o Projeto de Lei nº 2.159/2021 de Licenciamento Ambiental aprovado nesta quinta (17), na Câmara dos Deputados, “moderniza, desburocratiza, garante a segurança jurídica e ambiental e evita perdas de competitividade para o país”.

Após 17 anos em tramitação no Legislativo, o texto foi aprovado pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados na quinta (17), com relatoria do deputado Zé Vitor (PL/MG). A matéria agora vai à sanção presidencial.

“Demos um passo importante para garantir segurança jurídica e previsibilidade a quem investe e trabalha no campo. O projeto moderniza a legislação vigente e traz regras claras para os empreendimentos que concedem licenciamento, com prazos definidos e objetivos, inclusive para os pequenos produtores”, afirmou o deputado Zé Vitor.

O coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias, explicou que no Brasil não existe uma lei geral que trata do licenciamento ambiental, já que todo o arcabouço foi moldado com resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e legislações estaduais, tornando o procedimento diferente em cada estado.

“O texto aprovado atende aos anseios do setor produtivo, ao evitar retrocessos e estabelecer segurança jurídica e ambiental para o país e para a economia”, disse.

Segundo Ananias, a aprovação do PL, além de modernizar o marco legal, vai reduzir a demora na aprovação dos pedidos de licenciamento ambiental e atualizar normas obsoletas que foram criadas nos anos 90.

As novas regras do licenciamento, de acordo com o coordenador da CNA, não excluem a restrição da legislação ambiental brasileira, ou seja, os produtores continuarão a produzir com sustentabilidade e respeitando o Código Florestal, uma das legislações mais rigorosas do mundo.

Além disso, os produtores de atividades de baixo impacto ambiental que estão isentas de licenciamento continuarão submetidos ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), instrumento que monitora a vegetação nativa das propriedades.

Nelson Ananias afirmou que nas atividades agropecuárias não enquadráveis na autorizada, os produtores terão que fazer a Licença por Adesão e Compromisso (LAC).

O coordenador reforça que a sanção do PL 2159/2021 vai trazer mais agilidade e segurança jurídica para os investidores do setor. “O objetivo é que o licenciamento ambiental se torne um instrumento de defesa da sociedade e de salvaguarda dos interesses do meio ambiente, dos empreendedores e da população brasileira”.

Nelson lembra que, atualmente, há divergências de entendimentos entre órgãos federais, estaduais, Ministério Público, e que, agora, com a lei do licenciamento, o produtor vai saber de forma mais clara quais são suas obrigações para continuar produzindo e cumprindo suas obrigações com a legislação ambiental.

Os benefícios, diz o coordenador, vão além do setor e beneficiam toda a sociedade.

 

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18/07/2025 0 Comentários
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Expointer

Governo lança 48ª Expointer, que ocorrerá de 30 de agosto a 7 de setembro

Por Redação 18/07/2025
Escrito por Redação
Governo lança 48ª Expointer, que ocorrerá de 30 de agosto a 7 de setembro

Leite destacou a Expointer como espaço importante para celebrar avanços do governo do Estado para o setor agropecuário – Foto: Vítor Rosa/Secom

A 48ª Expointer foi oficialmente lançada nesta quinta-feira (17/7). O evento contou com a presença do governador Eduardo Leite, de secretários estaduais, representantes de entidades copromotoras e autoridades. A cerimônia de lançamento ocorreu na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Porto Alegre.

A feira acontece de 30 de agosto a 7 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (PEEAB), em Esteio, e este ano tem como slogan: “Nosso futuro tem raízes fortes”. Trazendo o conceito de legado – algo de valor que é transmitido, uma missão que é confiada – a campanha traz um olhar para o futuro honrando a história dos gaúchos.

“A Expointer é muito mais do que uma feira de negócios, ela é um encontro da alma do Rio Grande com o seu futuro. É onde nos reconectamos com as nossas raízes mais profundas, com a força do nosso campo, com os valores que construíram este Estado. Mas não é um olhar nostálgico: é a inspiração no passado para mover o Rio Grande em direção a um futuro melhor. Porque o nosso futuro tem raízes fortes, e é nelas que buscamos a energia para transformar o presente com coragem, inovação e trabalho”, afirmou Leite.

Espaço estratégico

O secretário da Agricultura, Edivilson Brum, destacou o clima de entusiasmo que marcou a cerimônia de lançamento da 48ª Expointer. “A atmosfera festiva prenuncia o sucesso que esta edição promete alcançar”, afirmou. Brum também ressaltou que a feira será um espaço estratégico para avançar nas discussões sobre a renegociação das dívidas dos produtores rurais.

“A Expointer também cumpre um papel essencial de ser espaço de escuta, de diálogo e de construção de soluções para os nossos produtores rurais. Aqui se debatem políticas públicas, se compartilham experiências e se articulam avanços importantes como os que conseguimos este ano: o apoio do Estado, por exemplo, com R$ 150 milhões para permitir a prorrogação de créditos via Banrisul, e a mobilização junto ao Congresso para garantir a securitização das dívidas do setor. Estar ao lado do produtor, especialmente nos momentos difíceis, é a responsabilidade que o governo do Estado assume com firmeza e sensibilidade”, acrescentou o governador.

Vitrine para o campo

O secretário lembrou que a feira reunirá o melhor da agropecuária nacional, com destaque para a genética animal, máquinas, equipamentos e a presença marcante do gado de corte, leiteiro e dos cavalos de raça. Além disso, a infraestrutura de acesso ao evento foi aprimorada.

A conclusão do viaduto na BR-116 e o funcionamento normal do Trensurb devem facilitar a chegada ao parque de exposições, garantindo mais conforto aos visitantes. “Com grande entusiasmo, convidamos a todos para participarem da 48ª edição da Expointer, que ocorrerá de 30 de agosto a 7 de setembro”, completou o secretário.

Novidades deste ano

Pensando na experiência do público visitante, estará em funcionamento durante a feira o Expointer 360⁰, um mapa interativo com a utilização da GurIA, assistente virtual baseada em inteligência artificial (IA) generativa, lançada recentemente pelo governo do Estado.

O usuário poderá navegar pelo Parque, com o auxílio da GurIA e sua geolocalização do celular, e saber como chegar em algum ponto determinado, qual a programação prevista para aquele espaço – quando houver –, além de pesquisar algum local que gostaria de ir e ver sua localização. O trabalho está em fase final de desenvolvimento com a Procergs.

Também está confirmado o espetáculo Ópera Gaúcha, na Pista Central do Parque, no dia 30 de agosto, além da segunda edição do Festival Sou do Sul, um evento realizado e produzido pela S3 Produtora, com apoio da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) e do governo do Estado. O Sou do Sul ocorrerá no primeiro final de semana da feira, na pista coberta da ABCCC no Parque, e em breve a produtora responsável irá fazer a divulgação das atrações.

Além do lançamento da feira em Porto Alegre, está sendo organizada a divulgação da Expointer também em São Paulo e Brasília no início de agosto.

Agricultura Familiar

O Pavilhão da Agricultura Familiar terá o maior número de participantes da história. Serão 456 empreendimentos, superando os 413 do ano passado, o que evidencia o crescimento e a relevância da participação dos agricultores familiares na feira. Os empreendimentos inscritos representam 196 municípios gaúchos, reforçando a presença da agricultura familiar em diferentes regiões do Estado.

18/07/2025 0 Comentários
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