quarta-feira, setembro 16, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
quarta-feira, setembro 16, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

BNDES atinge R$ 7,1 bilhões de crédito aprovado para o Plano Safra 2026/27
Mercado

BNDES atinge R$ 7,1 bilhões de crédito aprovado para o Plano Safra 2026/27

Por Redação 10/08/2026
Escrito por Redação

BNDES atinge R$ 7,1 bilhões de crédito aprovado para o Plano Safra 2026/27

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançou R$ 7,1 bilhões em aprovações de crédito do Plano Safra 2026/2027 para 29,1 mil operações. O volume foi alcançado em oito dias de operação, após a abertura do protocolo de recebimento de propostas.

Foram aprovados recursos dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF – R$ 6,8 bilhões) e do BNDES Crédito Rural (R$ 351 milhões).

O maior volume aprovado foi destinado às linhas de investimentos em instalações, máquinas e demais finalidades, abertas no dia 30, em 5,2 bilhões, em 16,9 mil operações. As linhas de custeio, abertas no dia 28, tiveram um total aprovado de R$ 1,9 bilhão para 12,2 mil operações.

Dos recursos aprovados, R$ 4,2 bilhões foram para agricultores familiares e pequenos e médios produtores rurais e cooperativas. Cerca de 2 mil municípios foram atendidos pelos recursos.

“O BNDES atua para que o crédito rural chegue a quem precisa e em todas as suas frentes: capital de giro, investimento, aquisição de máquinas e equipamentos. São recursos que atendem tanto a agricultura empresarial quanto a familiar, e que chegam a todos os estados do país por meio da nossa rede de agentes financeiros parceiros, presente em mais de 94% do território nacional”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

O BNDES opera por meio das instituições financeiras credenciadas. As mais de 20 linhas de financiamento do Plano Safra 2026/27 e do BNDES Crédito Rural estão sendo operadas por meio dos agentes financeiros credenciados. Cerca de 72% (R$ 4,9 bilhões) dos recursos foram operados por bancos cooperativos e cooperativas de crédito, num total de 27,1 mil operações (94% do total)

Esse modelo de operação permite uma distribuição descentralizada de recursos por todo o país, facilitando a execução da política pública de apoio ao setor.

Recursos

Na Safra 2026/27, o BNDES está disponibilizando R$ 72 bilhões para investimentos na agricultura brasileira, no período entre 16 de julho de 2026 e 30 de junho de 2027. No período anterior, o montante disponibilizado foi de R$ 70 bilhões.

Serão R$ 40,5 bilhões em recursos equalizáveis que poderão ser acessados por meio de Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF), que contam com prazos, taxas e orçamentos determinados. As principais linhas do PAGF são Pronaf, Pronamp, o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota).

Deste montante, serão R$ 21,5 bilhões para médios e grandes produtores da agricultura empresarial, com taxas de juros entre 8,0% e 12,5% ao ano; e R$ 18,9 bilhões para agricultura familiar, com juros entre 0,5% e 7,5% ao ano. Houve redução da taxa na maioria dos programas.

Para a agricultura empresarial, os recursos serão oferecidos por meio de nove programas, entre eles, Moderfrota, Pronamp, Renovagro, Inovagro, Proirriga, Prodecoop e PCA.

Já para a agricultura familiar, o BNDES opera com diferentes linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Neste Plano Safra, serão destinados R$ 18,9 bilhões para o Pronaf, valor 41% maior do que os R$ 13,4 bilhões no Plano Safra 2025/26. Para o Norte e Nordeste, serão destinados neste período R$ 646,9 milhões exclusivamente para os agricultores familiares dessas regiões.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90
➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!
10/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
PIB do agronegócio recuou 2% no primeiro trimestre de 2026, diz CNA
Mercado

PIB do agronegócio recuou 2% no primeiro trimestre de 2026, diz CNA

Por Redação 07/08/2026
Escrito por Redação

PIB do agronegócio recuou 2% no primeiro trimestre de 2026, diz CNA

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), recuou 2,01% no primeiro trimestre de 2026.

Esse desempenho dá continuidade à tendência observada no quarto trimestre de 2025, quando o PIB apresentou retração em relação ao trimestre imediatamente anterior, interrompendo a trajetória de crescimento registrada até o terceiro trimestre daquele ano.

Embora essa reversão tenha marcado uma mudança de tendência no final de 2025, o PIB do agro encerrou o ano com crescimento acumulado, sustentado pelos resultados positivos observados nos três primeiros trimestres.

Segundo a CNA/Cepea, a retração no primeiro trimestre de 2026 foi puxada principalmente pelo setor agrícola, cujo PIB recuou 3,62%, enquanto o ramo pecuário apresentou modesto crescimento de 0,70%. Considerando os segmentos que compõem o agro, todos registraram queda no período, como insumos (-2,15%), segmento primário (-4,15%), agroindústria (-1,03%) e agrosserviços (-1,25%).

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90
➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

 

07/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Nova ferramenta mede potencial de sucesso de tecnologias digitais para a agricultura
Mercado

Nova ferramenta mede potencial de sucesso de tecnologias digitais para a agricultura

Por Redação 07/08/2026
Escrito por Redação

Nova ferramenta mede potencial de sucesso de tecnologias digitais para a agricultura

A agricultura digital avança com sensores, drones e inteligência artificial, prometendo decisões mais assertivas. Porém, nem sempre essas tecnologias são de fato adotadas. Algumas, por exemplo, não respondem às necessidades mais urgentes dos produtores ou carecem de infraestrutura digital ainda não totalmente acessível. Pesquisadores da Embrapa e da Unicamp, ligados ao projeto do Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Agricultura Digital (Semear Digital), construíram uma metodologia que avalia as tecnologias digitais em desenvolvimento, buscando prever se elas têm condições reais de adoção bem-sucedida em um determinado contexto agrícola. O resultado foi publicado em junho de 2026 no periódico Smart Agricultural Technology.

“É uma ferramenta criada para apoiar a decisão, seja de produtores rurais, desenvolvedores de tecnologias para o campo ou investidores da área. Ao ter uma nota de viabilidade da tecnologia para aquele contexto, o produtor rural e extensionistas podem avaliar se ela será, de fato, útil para a propriedade. Essa nota também pode auxiliar no julgamento de investimentos, sejam privados ou do poder público, e no próprio processo de desenvolvimento dessas tecnologias em laboratório”, explica Luciana Romani, pesquisadora da Embrapa Agricultura Digital e coordenadora de parcerias do centro Semear Digital.

A metodologia cruza os requisitos de uma tecnologia, seja um software ou um hardware, com as características da propriedade e seu contexto geográfico, a prontidão da infraestrutura digital existente, o perfil do produtor rural e suas habilidades para lidar com a tecnologia proposta e a viabilidade econômica. “A ideia foi justamente suprir essa necessidade de saber se dá certo aplicar aquela tecnologia digital num contexto agrícola específico”, reforça Thais Dibbern, docente da FCA/Unicamp e pesquisadora associada ao Semear Digital.

Etapas do estudo

O trabalho foi construído em cinco etapas metodológicas. Primeiro, uma análise bibliométrica avaliou 814 publicações científicas sobre adoção de tecnologias digitais, das quais 20 estudos de caso foram aprofundados. Em seguida, os pesquisadores mapearam dez índices e indicadores já utilizados por instituições nacionais e internacionais, como o Índice de Digitalização da Agricultura do Banco Mundial e o Ambitec-Agro da Embrapa. Esse mapeamento serviu tanto para identificar variáveis relevantes para a metodologia criada quanto para demonstrar seu ineditismo. “Essa análise comparativa mostrou que, até o momento, não existia uma metodologia parecida com o que estávamos propondo”, afirma Thais Dibbern.

Entre os diferenciais em relação a outros índices, a ferramenta incorpora variáveis que costumam escapar das avaliações tradicionais, como relevo do terreno, geração de resíduos poluentes, aumento do consumo de água e até mesmo questões jurídicas.

“A posse da terra, por exemplo, acaba influenciando o produtor a querer adotar uma tecnologia digital ou não. Não é apenas o custo, não é apenas a capacidade de entender como funciona, mas também a confiança que ele atribui a esse tipo de ferramenta”, detalha a pesquisadora.

Além desses índices e indicadores, os pesquisadores também analisaram a bibliografia sobre barreiras e fatores de adoção de tecnologias no campo. “Com base nas barreiras e nas variáveis dos indicadores estudados é que formulamos esse novo instrumento de avaliação das tecnologias digitais”, explica Dibbern. “Depois disso, começamos a etapa de validação com especialistas de diferentes áreas e, em seguida, a prova de conceito com duas tecnologias reais.”

O instrumento de avaliação foi submetido à validação de 22 especialistas das áreas de agronomia, engenharia, ciências da computação e estatística, que ajudaram a atribuir pesos e a construir a escala final de avaliação, que vai de 1 a 5. “Eles contribuíram muito nesse processo dos pesos. Foi a partir dessa troca que construímos as fórmulas e a nossa escala”, relata a pesquisadora.

A prova de conceito testou a metodologia em duas tecnologias contrastantes desenvolvidas dentro do ecossistema da Embrapa: o software Aquicultura Certa, voltado à gestão da piscicultura, e um hardware que, acoplado a uma sacola de colheita, conta automaticamente o número de frutas colhidas e identifica as árvores mais produtivas. Os resultados revelaram comportamentos distintos.

No caso do Aquicultura Certa, as notas divergiram entre os dois perfis analisados. Para os desenvolvedores da tecnologia, a viabilidade foi considerada moderada, com nota 3. Já para os potenciais adotantes (produtores que testavam o sistema), a nota subiu para 4. A diferença, segundo o artigo, não indica erro de medição, mas sim um diagnóstico útil: o desenvolvedor, ao considerar todo o universo de propriedades possíveis, incluindo aquelas com infraestrutura precária de conectividade, enxerga barreiras que o usuário real, já instalado em um local com eletricidade e internet, considera superadas.

“Talvez o desenvolvedor não capte a transformação que a tecnologia causa nem o impacto na vida do produtor. Eles não imaginavam que geraria esse impacto todo no campo, e o resultado vem sendo muito positivo”, observa Thais Dibbern.

Já o hardware de contagem de frutas recebeu nota 4 em ambos os perfis — desenvolvedor e adotante. Por demandar poucos pré-requisitos de infraestrutura e funcionar com comunicação autônoma baseada em Bluetooth, a tecnologia gerou consenso sobre sua alta viabilidade. “Os resultados indicam que o modelo proposto, em ambos os perfis, é consistente e confiável”, concluem os pesquisadores.

Da pesquisa para inovação e política pública

Neste momento, a metodologia opera em uma planilha eletrônica, e a intenção é transformá-la em um aplicativo ou plataforma digital de acesso amplo. Para isso, uma segunda rodada de validação está planejada, pois, ao final do primeiro ciclo, a equipe percebeu que novas questões surgiram e precisam ser incorporadas e testadas, como facilidade de uso da tecnologia e impactos sobre bem-estar animal, por exemplo.

“Precisamos fazer uma nova validação para que a escolha das tecnologias seja cada vez mais assertiva, para que não haja custos desnecessários e, até mesmo, para que o próprio desenvolvedor consiga ter uma percepção mais apurada do público-alvo que deseja atingir”, afirma Thais Dibbern.

Além da aplicação direta no campo, os pesquisadores enxergam potencial para que o instrumento influencie o desenvolvimento de tecnologias em startups e a formulação de políticas públicas. “No caso das startups, serve para uma mudança de rumo, ou pivotagem, se você aplicar essa avaliação logo no início do período de ideação da proposta”, explica Luciana Romani. “Isso é especialmente útil quando você ainda não conhece o público profundamente e está em fase de imaginar as possibilidades de aplicação da nova tecnologia”.

Já para as políticas públicas, a lógica é que, ao mapear de forma sistemática as barreiras de adoção, como infraestrutura de conectividade, necessidade de treinamento e suporte técnico, o poder público possa direcionar investimentos de forma mais precisa. “Traduzir esse processo de adoção da tecnologia em políticas públicas, principalmente vinculadas ao suporte do Estado, considerando essas barreiras, é o que mais me chama a atenção”, conclui Thais Dibbern.

O Semear Digital é um dos Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCDs) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Lançado em abril de 2023, e sediado na Embrapa Agricultura Digital, em Campinas (SP), o projeto tem como foco ampliar o acesso a tecnologias digitais em pequenas e médias propriedades rurais. Além da Embrapa, as instituições associadas ao Semear Digital são a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD), o Instituto Agronômico (IAC/SP), o Instituto de Economia Agrícola (IEA/SP), o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e a Universidade Federal de Lavras (Ufla), entre outros parceiros.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90
➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!
07/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Curso gratuito da Embrapa ensina o passo a passo para fazer uma horta comunitária
Tecnologia

Curso gratuito da Embrapa ensina o passo a passo para fazer uma horta comunitária

Por Redação 07/08/2026
Escrito por Redação

Curso gratuito da Embrapa ensina o passo a passo para fazer uma horta comunitária

A plataforma e-Campo da Embrapa, que oferece capacitações on-line em ambiente virtual de aprendizagem, disponibiliza uma nova formação no tema de produção de hortaliças. O curso intitulado “Tá na Horta” foca na formação técnica de agentes de desenvolvimento em Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), com ênfase na instalação de horta comunitária.

Acesse aqui o curso “Tá na Horta”

Organizado em cinco módulos, o curso possui carga horária de 30 horas e oferece uma formação prática sobre a legislação brasileira aplicada ao tema. O conteúdo aborda a mobilização das comunidades e estratégias para a articulação com prefeituras e instituições parceiras para identificar áreas disponíveis e viabilizar iniciativas locais.

As hortas comunitárias podem promover segurança alimentar e nutricional, especialmente em territórios em situação de vulnerabilidade. O curso apresenta caminhos para mobilizar moradores e fortalecer o trabalho coletivo, com conhecimentos que podem ser aplicados em comunidades, escolas, associações e projetos sociais.

Conteúdo prático

A parte prática ensina o passo a passo da implantação e manejo de hortas — desde a produção de mudas até a colheita e pós-colheita — com base em sistemas orgânicos e agroecológicos. Além disso, o curso apresenta estratégias para o aproveitamento do excedente da produção.

Pelo formato on-line e autoinstrucional, os alunos têm a flexibilidade de estudar em seu próprio ritmo, o que facilita a participação de pessoas de diferentes regiões do Brasil e a conciliação com outras atividades profissionais ou acadêmicas.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90
➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!
07/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Exportações do agro somam US$ 12,05 bilhões em fevereiro e registram recorde para o mês
Mercado

Agropecuária exporta US$ 50,5 bilhões entre janeiro e julho, aponta MDIC

Por Redação 07/08/2026
Escrito por Redação

Agropecuária exporta US$ 50,5 bilhões entre janeiro e julho, aponta MDIC

As exportações da agropecuária brasileira somaram US$ 50,48 bilhões entre janeiro e julho de 2026, crescimento de 9,2% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados consolidados da balança comercial divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Esse resultado foi influenciado pelo crescimento das vendas de animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos, soja (15,3%) e algodão em bruto (13,6%).

Somente em julho, os embarques do setor alcançaram US$ 7,82 bilhões, um avanço de 9,3% na comparação com julho de 2025.

O desempenho da agropecuária contribuiu para o crescimento das exportações brasileiras no período. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as vendas externas totais do país atingiram US$ 218,55 bilhões, alta de 10,5% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

07/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Copom baixa taxa Selic para 14%; entidades avaliam que redução ainda é insuficiente

Por Redação 06/08/2026
Escrito por Redação
Copom baixa taxa Selic para 14% e entidades avaliam que ainda é insuficiente

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (5) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano, segundo informações da “Agência Brasil”.  

Esta é a quarta vez consecutiva que o comitê reduz os juros. A decisão foi tomada em reunião na sede do BC, em Brasília.

Segundo a instituição, o novo ajuste gradual de menos 0,25 ponto é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta no próximo período.

“Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, informou o BC, em nota.

Sobre o ambiente externo, o BC voltou a apontar o cenário de indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas.

“Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities”, disse o órgão.

Já em relação ao cenário doméstico, o BC reforçou que o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião “sugere uma moderação gradual da atividade econômica, embora ainda em patamar resiliente, com sinais mistos entre setores, e mercado de trabalho aquecido”.

Entidades reagem 

O corte na Selic foi bem recebido por agentes econômicos, mas ainda é considerado insuficiente e restritivo para a expansão do setor industrial, ainda de acordo com informações da “Agência Brasil”.

Em nota, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) ressaltou que a continuidade do ciclo de redução da Selic representa um sinal positivo para a atividade econômica, mas que o nível ainda elevado da taxa mantém o crédito caro e atrasa investimentos.

“O elevado custo de capital posterga investimentos, dificulta a modernização produtiva e limita a capacidade das empresas brasileiras de ganhar produtividade e competir nos mercados interno e externo. Esse quadro se reflete no desempenho da indústria de transformação, que cresceu apenas 0,4% no primeiro semestre do ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, disse a entidade.

Na mesma linha, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lembrou que os juros estão em patamar restritivo há 55 meses, e que Selic está 3,6 pontos percentuais acima da taxa calculada com base na Regra de Taylor, estimada em 10,4%. Esta regra permite calcular uma taxa de juros que proporcione o controle da inflação sem desestimular o crescimento da economia.

“A taxa de juros real, aproximadamente de 10%, supera com folga a taxa de equilíbrio estimada pelo próprio Banco Central, de 5%, indicando que há espaço para cortes mais expressivos na Selic, sem prejuízos no combate à inflação”.

Entre as organizações de trabalhadores, a Força Sindical também classificou como insuficiente a redução de 0,25 ponto percentual na Selic. Para a central sindical, juros elevados encarecem o crédito, reduzem investimentos, desestimulam o consumo e comprometem a geração de empregos.

“Perdemos uma excelente oportunidade de promover uma redução drástica da taxa de juros, dar uma injeção de ânimo no setor produtivo e alavancar mais a economia”, disse a entidade, em nota.

Expectativa

Gestor de portfólio da Oby Capital, Camilo Cavalcanti avaliou que o Copom manteve a mensagem de que a magnitude total do ciclo de redução dos juros ainda será definida à luz de novos dados, sem qualquer pré-compromisso, e reforçou o balanço de riscos assimétrico para cima.

“No fechamento do comunicado, o Copom passou a citar explicitamente a desancoragem das expectativas e os riscos elevados em torno do cenário-base como justificativa para ‘serenidade e cautela’ na condução da política monetária. Diante desse contraste entre um cenário corrente mais favorável e uma comunicação prospectiva ainda cautelosa, avaliamos que o Copom ainda mantém aberta a possibilidade de continuidade do ciclo de cortes de juros na próxima reunião, mas ressalta os argumentos para uma pausa”, observou.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

06/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Abimaq lança guia com as principais linhas de crédito do Plano Safra 2026/2027
Mercado

Nova linha de crédito Finep destina R$ 10 bi para impulsionar a competitividade agrícola

Por Redação 05/08/2026
Escrito por Redação

Nova linha de crédito Finep destina R$ 10 bi para impulsionar a competitividade agrícola

A nova linha de crédito da Finep voltada à modernização tecnológica do agro brasileiro, a Aquisição Inovadora Move Agrícola, disponibilizará até R$ 10 bilhões para o financiamento de máquinas e equipamentos de ponta desenvolvidos pela indústria nacional. Na avaliação da consultoria Martinelli FinCorp, a medida representa uma oportunidade única para o setor produtivo.

Osmar Bublitz, sócio da consultoria, destaca que a competitividade do agro depende, cada vez mais, da incorporação de tecnologias capazes de elevar a eficiência no uso dos recursos naturais, e que a nova linha contribui para que as empresas do setor avancem em termos de inovação e eficiência.

“A nova linha de crédito representa uma oportunidade estratégica para antecipar investimentos em modernização do parque de máquinas, especialmente em um cenário de crescente digitalização do campo, agricultura de precisão e automação”, explica Bublitz. “Equipamentos tecnologicamente mais avançados contribuem para reduzir desperdícios, aumentar a eficiência operacional e melhorar o aproveitamento dos insumos, gerando ganhos diretos na competitividade das propriedades rurais.”

Operacionalizada com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), a nova linha de crédito da Finep permite que produtores rurais e cooperativas adquiram tecnologias avançadas com condições financeiras altamente competitivas. O programa oferece financiamentos de até R$ 30 milhões por proposta, com prazo de pagamento de até 60 meses, sem carência, e encargos estipulados em Taxa Referencial mais juros de 7,12% ao ano.

Bublitz ressalta que um dos grandes atrativos do Move Agrícola é a possibilidade de a Finep financiar até 100% do valor dos equipamentos elegíveis, o que reduz substancialmente a necessidade de uso de capital próprio por parte do produtor ou da cooperativa.

Atuação descentralizada e estruturação estratégica

Os recursos da nova linha de crédito destinam-se à aquisição de equipamentos que constam em uma relação oficial publicada pela Finep, englobando milhares de itens como tratores, colheitadeiras e plantadeiras inovadoras fabricadas no Brasil. O modelo de operação da linha é descentralizado: enquanto a instituição de fomento aporta os recursos, os agentes financeiros credenciados são os responsáveis por realizar a análise de crédito, a avaliação das garantias e a liberação dos valores.

Nesse cenário, o sócio da Martinelli Fincorp ressalta que o acesso a linhas subsidiadas demanda planejamento minucioso. “Para maximizar os benefícios econômicos, é necessária uma estruturação adequada das operações de financiamento, que englobe a análise rigorosa das garantias e a avaliação dos impactos societários, financeiros e tributários.” Além disso, acrescenta Bublitz, a integração dessa nova linha com outros incentivos governamentais, como a Lei do Bem e programas estaduais de desenvolvimento, pode potencializar fortemente os resultados do investimento.

O financiamento está disponível para pessoas físicas ou jurídicas, e os interessados devem apresentar propostas por meio de agentes financeiros credenciados.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

05/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Safra de algodão de MT pode ter recorde histórico de produtividade
Mercado

Algodão do Matopiba ganha nova rota de exportação por ferrovia até o Porto de Santos

Por Redação 05/08/2026
Escrito por Redação

Algodão do Matopiba ganha nova rota de exportação por ferrovia até o Porto de Santos

A expansão da cotonicultura brasileira para novas fronteiras agrícolas acaba de ganhar um reforço logístico. A Brado e a SLC Agrícola realizaram a primeira operação multimodal de transporte de algodão do Maranhão com destino ao Porto de Santos (SP). O embarque inaugural movimentou 246,2 toneladas de pluma de algodão e criou um novo corredor para exportação da fibra produzida no Matopiba, região que abrange áreas dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

A carga seguiu do município de Davinópolis (MA) de trem até Sumaré (SP) e, na etapa final, foi transportada de caminhão até o Porto de Santos, de onde foi embarcada para o Sudeste Asiático. A expectativa é de que novos carregamentos ocorram nos próximos meses, consolidando gradualmente a operação.

A iniciativa reforça uma parceria construída ao longo dos últimos seis anos. Desde 2020, as companhias atuam conjuntamente no escoamento de algodão para exportação a partir do Mato Grosso, principal estado produtor da fibra no país. Ao longo desse período, a cooperação tem contribuído para o desenvolvimento de soluções logísticas integradas e para o aprimoramento contínuo das operações.

Nova alternativa logística

A entrada do Maranhão nesse corredor logístico ocorre em um momento de transformação da geografia do algodão brasileiro. Nas últimas duas décadas, a cultura avançou para além das áreas tradicionalmente produtoras e encontrou no Matopiba uma das regiões mais promissoras para expansão.

Até então, grande parte da produção da região era transportada via rodovia para portos do Sul e Sudeste do país. Com a nova rota, os produtores passam a contar com uma alternativa baseada na Ferrovia Norte-Sul, que atravessa o país por mais de 2,7 mil quilômetros, formando a mais extensa malha ferroviária ativa no Brasil.

A escolha pelo escoamento via Porto de Santos também foi estratégica. Maior complexo portuário da América Latina, o terminal recebeu mais de 5,7 mil navios ao longo do ano. Esse volume de operações garante ampla oferta de serviços marítimos e maior disponibilidade de contêineres por parte dos armadores, o que contribui para a celeridade dos embarques e ampliação da competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional.

“À medida que a produção avança para novas regiões, a logística precisa acompanhar esse movimento com soluções que ofereçam escala, previsibilidade e eficiência. Essa operação representa um passo importante nesse processo, conectando uma área em expansão a um dos principais canais de exportação do país. Todo o transporte é realizado com planejamento detalhado, monitoramento contínuo e procedimentos específicos para garantir a preservação da qualidade da carga ao longo de toda a viagem”, afirma Mayra Antunes Coelho, executiva de vendas da Brado.

Uma das maiores produtoras de commodities agrícolas do Brasil, a SLC Agrícola cultiva algodão desde 1998. A fibra é destinada principalmente à indústria têxtil e tem forte participação no mercado internacional, o que torna a logística um fator estratégico para a competitividade do produto brasileiro.

“Essa operação demonstra nossa busca contínua por soluções que ampliem a eficiência, a segurança e a competitividade da cadeia logística. A avaliação dessa nova alternativa de escoamento amplia as possibilidades de integração entre os modais e gera aprendizados relevantes para o desenvolvimento de operações futuras. Com isso, avançamos em nosso objetivo de construir uma logística cada vez mais estratégica, previsível e sustentável, conectando planejamento, inovação, tecnologia e excelência na execução”, afirma Thiago Sanches, Coordenador de Logística da SLC Agrícola.

Brasil é líder global

A abertura de novos corredores logísticos acompanha o crescimento da produção nacional. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou mais de 3 milhões de toneladas de algodão em 2025, volume 9,1% superior ao registrado no ano anterior. Atualmente, o algodão brasileiro responde por 30,7% das importações globais, impulsionado pela combinação de produtividade no campo, expansão das áreas cultivadas e aumento da demanda internacional.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área destinada ao cultivo de algodão mais que dobrou nos últimos 20 anos e já supera 2 milhões de hectares. Parte relevante desse crescimento ocorreu justamente nas áreas do Matopiba, onde a disponibilidade de terras e as condições favoráveis de produção transformaram a região em uma das principais fronteiras agrícolas do país.

“Nesse contexto, a ampliação das alternativas de escoamento torna-se cada vez mais estratégica para sustentar o avanço da produção e garantir maior competitividade ao algodão brasileiro nos mercados internacionais”, conclui a executiva da Brado.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

05/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Produção industrial cai 0,2% em maio e interrompe quatro altas seguidas
Mercado

Produção industrial brasileira recua 1,8% em junho, aponta IBGE

Por Redação 04/08/2026
Escrito por Redação

Produção industrial brasileira recua 1,8% em junho, aponta IBGE

A produção industrial brasileira caiu 1,8% em junho na comparação com maio, registrando o segundo resultado negativo consecutivo do ano, segundo dados divulgados pelo IBGE. Na comparação com junho de 2025, houve alta de 1,7%, enquanto o acumulado de 2026 mostra crescimento de 1,5%.

Entre os setores com maior influência negativa no mês estão coque, derivados do petróleo e biocombustíveis, produtos químicos e alimentos. Também registraram retração segmentos como produtos farmacêuticos, vestuário, eletrônicos e equipamentos de transporte.

No recorte das grandes categorias econômicas, todos os grupos pesquisados apresentaram queda em relação a maio, com destaque para bens de consumo semi e não duráveis (-4,1%) e bens de consumo duráveis (-3,2%).

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

04/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Peças remanufaturas ampliam a vida útil das máquinas agrícolas

Por Redação 04/08/2026
Escrito por Redação

Peças remanufaturas ampliam a vida útil das máquinas agrícolas

A necessidade de manter as máquinas agrícolas em operação com máxima eficiência tem levado os produtores a buscar alternativas que reduzam custos sem comprometer a qualidade e a produtividade. Para atender a essa demanda, a Massey Ferguson disponibiliza componentes originais remanufaturados que retornam ao campo com as mesmas especificações e padrões de qualidade de fábrica. A prática permite recuperar componentes originais de máquinas agrícolas, prolongando sua vida útil e reduzindo custos de manutenção sem comprometer o desempenho.

Motores e transmissões passam por um rigoroso processo industrial de recuperação. Os componentes são desmontados, inspecionados e reutilizados por profissionais especializados dentro da fábrica.

Peças desgastadas são substituídas por componentes genuínos, enquanto os demais itens passam por processos de recuperação e validação técnica. Antes de retornarem ao mercado, todos os conjuntos são submetidos a testes de desempenho, segurança e qualidade para assegurar os mesmos padrões exigidos em um produto novo.

“A remanufatura é uma alternativa que combina confiabilidade, disponibilidade e economia para o produtor rural. O processo é realizado pelo próprio fabricante, seguindo rigorosos padrões de engenharia e qualidade, o que garante desempenho igual ao de um componente novo e a segurança de utilizar peças originais”, afirma Breno Cavalcanti, diretor de Marketing da Massey Ferguson.

Além de preservar a performance das máquinas, a solução contribui para reduzir o tempo de equipamento parado. Como os componentes remanufaturados já estão disponíveis para substituição, o atendimento ocorre de forma mais ágil, permitindo que o produtor retome rapidamente suas operações, especialmente em períodos críticos como plantio e colheita.

A economia também é um dos principais atrativos. Componentes remanufaturados podem custar, em média, até 30% menos do que uma peça nova, mantendo o mesmo período de garantia de fábrica.

Outro diferencial da remanufatura está na contribuição para uma agricultura mais sustentável.. O reaproveitamento de componentes reduz a necessidade de matérias-primas e diminui significativamente o consumo de energia e água em comparação à fabricação de novos produtos.

O processo também contribui para a redução da geração de resíduos e para o melhor aproveitamento dos recursos ao longo do ciclo de vida dos equipamentos. Na prática, isso significa que peças que já fizeram parte da operação de uma máquina podem retornar ao campo em perfeitas condições para iniciar um novo ciclo de trabalho.

“Quando recuperamos um componente original, estamos aproveitando todo o conhecimento de engenharia incorporado àquela peça e oferecendo ao produtor uma solução que alia desempenho, economia e sustentabilidade. É uma forma eficiente de prolongar a vida útil das máquinas e contribuir para uma agricultura cada vez mais responsável com os recursos disponíveis”, destaca Cavalcanti.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

04/08/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui