Congresso abre espaço para startups com soluções em ILPF
Startups de todo Brasil podem se inscrever até o dia 9 de abril na chamada ILPF Conecta, um desafio que visa atrair propostas de negócios de empresas jovens de base…
Startups de todo Brasil podem se inscrever até o dia 9 de abril na chamada ILPF Conecta, um desafio que visa atrair propostas de negócios de empresas jovens de base…
Nova portaria atende às solicitações do setor e de técnicos e visa estimular produção no país Foi publicada nesta terça-feira (23) a Portaria nº 52 que atualiza o regulamento técnico, bem…
Por Adriana Gavaça O Brasil deve ampliar sua contribuição para o abastecimento mundial a ponto de se tornar, nos próximos cinco anos, o maior exportador de grãos do planeta,…
Somente este ano, a Petrobrás já realizou seis aumentos no preço da gasolina e cinco, no diesel, sendo que o último passou a vigorar no dia 9 de março, quando…
No Dia Mundial da Água, 22 de março, a Embrapa entrega um resultado de pesquisa à sociedade. Um trabalho com duração de um ano, em que a Embrapa Agropecuária Oeste…
A seca trouxe severos prejuízos à cafeicultura, aponta a Pesquisa da Safra Cafeeira 2020 elaborada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Café Point. O estudo ouviu…
No dia 31 de março, o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio (CBDA) reunirá especialistas para tratar dos temais mais atuais e relevantes na área jurídica e na formação de políticas públicas no agro nacional. O segundo painel, intitulado Sustentabilidade e Segurança Alimentar, contatará com a participação do engenheiro agrônomo Francisco Beduschi Neto, executivo da National Wildlife Federation (NWF) no Brasil, que fará uma avaliação sobre a adoção de boas práticas para o crescimento sustentável do setor. De acordo com Beduschi, a pressão dos principais compradores de alimentos do Brasil e dos investidores internacionais está nacomprovação da origem do produto e o respeito à critérios de produção como bem-estar animal. No caso da pecuária, essa demanda por informações tem se ampliado exponencialmente, somado a preocupação crescente dos consumidores por encontrar produtos que respeitem questões ambientais e a comunidade local. “Por isso, nossa comunicação precisa estar calçada na adoção de tecnologias para maior rastreabilidade, governança e transparência das propriedades rurais, culminando na união entre viabilidade econômica, preservação ambiental e responsabilidade social”. Na análise de Beduschi, o desmatamento legal é um direito do pecuarista, mas com o uso de manejos e tecnologias pode-se reduzir ou até dispensar essa prática e ainda garantir o atendimento à demanda por alimentos. Outra questão importante para que o ruído de comunicação diminua entre o agro e o mercado é o combate à ilegalidade. O executivo da NWF avalia que uma parte muito pequena está interferindo negativamente na reputação e no trabalho promovido no setor. “Esse minúsculo monte de joio está sujando uma saca inteira de trigo. Desse modo, faz-se necessário essa separação para que os diversos atores entendam realmente o que é o agro nacional”. O trabalho realizado pela NWF no Brasil está relacionado justamente a esse processo de conectar todos os elos da cadeia produtiva da pecuária bovina nacional – desde o produtor até o consumidor final -, a fim de possibilitar que informações relevantes transitem de uma ponta a outra, contribuindo para um melhor entendimento de todas as partes, resultando em sustentabilidade, competitividade, qualidade e rentabilidade para o setor. O CBDA é uma realização do Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA) e terá transmissão virtual pelo Canal do YouTube da entidade. Além da discussão sobre sustentabilidade e segurança alimentar, contará com mais três painéis: As Reformas e a Competitividade; Participação do Investimento Estrangeiro; e Sistema de Financiamento Privado. Fonte: Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA)
Marca da CNH Industrial se posiciona como primeira no mercado argentino de máquinas de construção em 2020, fortalecendo presença no país Presente nos principais mercados da América do Sul,…
O montante reúne grãos, açúcar e fertilizantes; crescimento de 27% em comparação com 2019; em cinco anos, acréscimo foi de 189% Com um total de 25 milhões de toneladas, o volume do agronegócio transportado pelos trilhos da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) em 2020 cresceu 27% em comparação com o ano anterior. O acréscimo segue a tendência dos últimos cinco anos, período no qual esse tipo de carga teve alta de 189%. De 2016 a 2020, a VLI – empresa de logística que integra terminais, ferrovias e portos no Brasil, e controladora da (FCA) – movimentou um volume superior a 119 milhões de toneladas de soja, milho, açúcar, farelo, fertilizantes na ferrovia. Em 2020, os grãos (soja, milho e farelo de soja) responderam por 11,6 milhões de toneladas, os fertilizantes e insumos somaram 8,1 milhões de toneladas e o açúcar superou as 5,3 milhões de toneladas. Esses itens são escoados por meio da conexão entre a FCA, em quatro terminais multimodais localizados em Minas Gerais, São Paulo, e nos litorais capixaba e paulista. Os ativos integradores recebem produtos pelas rodovias e transferem as cargas para vagões. O sistema conecta ferrovia, terminais e portos garantindo eficiência e capacidade na movimentação de grãos, insumos e outros produtos. O agronegócio foi um dos responsáveis pelo balanço de positivo da FCA em 2020, publicado recentemente. No ano passado, considerando todos os segmentos escoados pela Ferrovia Centro-Atlântica, foram movimentadas 39,55 milhões de toneladas, ante 36,04 milhões no ano anterior, um crescimento de 9,7%. No comparativo entre 2016 e 2020, o fluxo de cargas cresceu 28,8%. A receita líquida destas operações saltou de R$ 2,42 bilhões em 2019 para R$ 2,69 bilhões em 2020, o que representa uma alta de 11%. O balanço financeiro positivo das operações na FCA é fruto do aumento no volume transportado ao longo da malha no período. Eficiência O modal ferroviário é apontado por especialistas como o mais adequado para movimentar grandes volumes. Um vagão graneleiro, por exemplo, comporta, em média, mais de 70 toneladas enquanto um caminhão bitrem carrega somente 36 toneladas. No cenário brasileiro, a prática de interligar modais (rodovia e ferrovia) representa mais velocidade no escoamento das cargas. O papel dos terminais contribui para esse atributo. Antes dessas unidades centralizarem grandes volumes, o processo de embarque nas composições era disperso e resultava em longos intervalos para formar o trem. Araguari, no Triângulo Mineiro, sedia o primeiro terminal da VLI. Por lá, um processo que durava mais de dois dias sem o terminal, passou a durar, em média, sete horas. Em Guará, interior de São Paulo, a VLI conta com um terminal exclusivo para movimentar açúcar. Essa unidade, inaugurada em 2015, recebe a commodity pela rodovia e envia o produto para o Tiplam (Terminal Integrador Luiz Antônio Mesquita), no litoral santista. O terminal de Guará concluiu uma ampliação em 2020 e tem capacidade de 4,5 milhões de toneladas por ano. Fonte: FCA
Em comemoração ao Dia Mundial da Água, o governo federal realiza o Seminário das Águas Brasileiras. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é um dos organizadores do evento.…