BNDES faz aprovação recorde de crédito para biocombustíveis

A partir de 2023, o Banco retomou o apoio à produção de bicombustíveis no país, em projetos diversificados, com etanol de milho e trigo, além do biometano. Nos últimos três anos, já foram aprovados R$ 13,3 bilhões, cifra 204% maior que a alcançada entre 2019 e 2022.

“O governo do presidente Lula retomou o apoio à produção de biocombustíveis no país a partir de 2023 porque representa um passo estratégico do Brasil no enfrentamento às mudanças climáticas. Ao financiar energia limpa e renovável, o BNDES fortalece a indústria nacional, contribui com a redução das emissões e consolida o país como protagonista da transição energética justa e sustentável”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

De acordo com o chefe do Departamento do Complexo Agroalimentar e de Biocombustíveis do Banco, Mauro Mattoso, apoiar a produção de biocombustíveis traz vários benefícios para a economia do país.

“Porque boa parte do etanol produzido vem do milho, por exemplo. Uma parte também vem do trigo. Então você agrega valor a um grão que seria em alguns casos apenas exportado; gera uma indústria, que gera emprego e renda no local de sua produção, ajudando o agricultor e a população local”, explica. “Além disso, também há a produção do biometano, feito a partir de resíduos agroindustriais ou até de centros urbanos.”

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