A CNH inicia ainda neste mês a produção nacional das plataformas de corte Draper FD2 by MacDon em sua fábrica de Curitiba (PR), após investir mais de R$ 100 milhões na unidade. Os equipamentos passam a integrar o portfólio das marcas Case IH e New Holland, em uma operação que envolveu a adequação da estrutura industrial e a preparação da linha de produção, ampliando a capacidade da fábrica para produzir soluções voltadas à colheita.
A unidade produzirá plataformas de 25, 50 e 61 pés, destinadas aos mercados do Brasil e de toda a América Latina.
“Esse investimento demonstra a importância estratégica do Brasil para a CNH e nossa visão de longo prazo para o mercado latino-americano. Ao ampliar nossa capacidade produtiva e iniciar a fabricação dessas plataformas em Curitiba, fortalecemos nossa operação industrial e, ao mesmo tempo, aumentamos nossa capacidade de estar próximos dos clientes e das necessidades do campo”, afirma Rafael Miotto, presidente da CNH para a América Latina.
A produção local deve ampliar a disponibilidade dos equipamentos e contribuir para reduzir prazos de entrega, além de facilitar o acesso a peças de reposição e assistência técnica por meio das redes de concessionários Case IH e New Holland. A proximidade entre a fábrica e os mercados atendidos também favorece respostas mais ágeis às necessidades dos agricultores, especialmente durante os períodos críticos da safra.
Além das adequações de infraestrutura, a CNH capacitou as equipes responsáveis pela produção para atender aos processos e padrões globais de qualidade. A preparação envolveu o treinamento da mão de obra nos novos processos e o desenvolvimento de competências industriais na operação brasileira.
Tecnologia e eficiência para a colheita
As plataformas Draper FD2 by MacDon foram desenvolvidas para contribuir com a eficiência e a qualidade da colheita. Entre os diferenciais estão o chassi articulado com sistema de flexão em três seções, o ângulo de ataque ajustável e a velocidade regulável da esteira.
A linha oferece área de corte até 25% maior em relação à geração anterior, além de caixa de transmissão de alta velocidade e até 43 centímetros de flutuação nas extremidades. Essas características favorecem a adaptação ao terreno e o desempenho da operação.
Indicadas para culturas como soja, trigo, feijão e sorgo, as plataformas são compatíveis com colheitadeiras das classes 5 a 11. A fabricação dos modelos de 25, 50 e 61 pés no Brasil amplia a oferta desses equipamentos para diferentes perfis de operação e mercados da América Latina.