sábado, outubro 17, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
sábado, outubro 17, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Vendas de tratores e colheitadeiras recuam no primeiro bimestre
Mercado

Mercado de máquinas agrícolas pode cair até 20% em 2026, avalia Abimaq

Por Redação 30/06/2026
Escrito por Redação

Mercado de máquinas agrícolas pode cair até 20% em 2026, avalia Abimaq

Clarisse Sousa – O setor de máquinas agrícolas pode encerrar 2026 com queda entre 15% e 20% nas vendas em relação ao ano passado, segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). A projeção reflete, principalmente, a baixa rentabilidade dos produtores de soja e milho, cenário que continua limitando os investimentos e deve manter o mercado pressionado.

“O ano está muito difícil para o setor. Não enxergamos, neste momento, nenhum gatilho claro para uma recuperação do mercado”, afirmou Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq, durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (30). Ele informou ainda que a entidade avaliará os efeitos do Plano Safra 2026/27, anunciado pelo governo federal nesta terça-feira, antes de consolidar a projeção para este ano. “Teremos reunião nesta quarta-feira (1º) para avaliar o programa. O segundo semestre de 2025 já foi bastante fraco e o cenário atual continua desafiador”, disse.

Estevão atribui a retração do setor à baixa rentabilidade do produtor rural. “O mercado está fraco porque a rentabilidade está muito baixa. Soja e milho continuam apresentando margens reduzidas, enquanto os preços das commodities não estão em patamares elevados”, explicou.

A receita líquida da indústria de máquinas e implementos agrícolas somou R$ 4,59 bilhões em maio, queda de 31% em relação ao mesmo mês de 2025. No acumulado de janeiro a maio, o faturamento alcançou R$ 21,67 bilhões, recuo de 21,1% frente ao mesmo período do ano passado.

Tratores 

Nas vendas de tratores ao usuário final, foram comercializados 3.345 unidades em maio, queda de 8,1% em relação a abril e de 16,6% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o segmento apresenta retração de 9,5%. As vendas de fábrica somaram 3.764 unidades, crescimento de 2% sobre abril, mas queda de 16,5% frente ao mesmo mês do ano passado.

As exportações de tratores seguem em trajetória positiva. Em maio foram embarcadas 783 unidades, alta de 58,2% em relação a abril e de 49,4% na comparação anual. No acumulado de 2026, o crescimento chega a 37,7%.

Colheitadeiras 

O segmento de colheitadeiras continua sendo o mais afetado pela retração dos investimentos. Em maio foram vendidas 108 unidades ao usuário final, queda de 38,6% sobre abril e de 47,1% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o recuo chega a 39,2%.

As vendas de fábrica somaram apenas 41 unidades, retração de 24,1% frente a abril e de 81,7% na comparação anual.

Comércio exterior

As exportações de máquinas e implementos agrícolas somaram US$ 132,9 milhões em maio, crescimento de 7,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro a maio, as vendas externas avançam 17,5%.

Já as importações alcançaram US$ 110,7 milhões em maio, queda de 6,6% na comparação anual e retração de 9% no acumulado.

Plano Safra 2026/27

A expectativa do setor agora está voltada aos efeitos do Plano Safra 2026/27. O programa anunciado hoje vai destinar R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial e reduziu as taxas de juros em diversas linhas de financiamento. No Moderfrota, principal programa de financiamento para máquinas agrícolas, os juros caíram para 11,5% ao ano, para produtores enquadrados no Pronamp, e para 12,5% ao ano para os demais produtores.

Na avaliação de Estevão, o efeito do novo Plano Safra tende a ser neutro para o setor. “Não é bom, mas também não é ruim” e manteve características semelhantes às das edições anteriores. “Não houve grandes avanços. É um Plano com caráter de continuidade. Não é uma notícia ruim, mas também não traz mudanças significativas para o mercado.” 

Embora o Moderfrota tenha recebido menos recursos que no ciclo anterior (caiu de R$ 12,5 bilhões para R$ 5,8 bilhões), Estevão avalia que esse recuo tende a ser compensado pelos recursos destinados ao programa Move Agricultura, também voltado ao financiamento de máquinas agrícolas, que disponibilizará R$ 14 bilhões em crédito com taxa de 9,2% ao ano. Segundo ele, a soma das duas linhas (Moderfrota + Move Agricultura) mantém um volume considerado adequado para o financiamento de máquinas agrícolas. 

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

30/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Crédito rural empresarial atinge R$ 404 bilhões no Plano Safra 2025/2026
Mercado

Plano Safra 2026/27 terá R$ 525 bilhões e corte nas taxas de juros

Por Redação 30/06/2026
Escrito por Redação

Plano Safra 2026/27 terá R$ 525 bilhões e corte nas taxas de juros

Clarisse Sousa – O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o Plano Safra 2026/27 para a agricultura empresarial, com R$ 525,1 bilhões em recursos para financiamento. O volume representa um acréscimo de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior, quando foram disponibilizados R$ 516,2 bilhões. Embora o aumento tenha sido modesto, o principal anúncio ficou por conta da redução das taxas de juros, uma das principais reivindicações do setor diante da Selic elevada e do encarecimento do crédito rural.

As taxas de juros das principais linhas de financiamento passam a variar entre 8% e 12,5% ao ano, com redução de até 1,5 ponto percentual em relação à safra passada. No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), voltado aos médios produtores, os financiamentos terão taxa máxima de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. O programa contará com R$ 72,6 bilhões, ante R$ 69,1 bilhões na safra 2025/26.

Do total anunciado, R$ 384,9 bilhões serão destinados às operações de custeio e comercialização, que financiam despesas como aquisição de insumos, condução das lavouras, manutenção dos rebanhos e comercialização da produção. Outros R$ 140,2 bilhões serão direcionados aos investimentos, contemplando a modernização das propriedades, ampliação da capacidade de armazenagem, irrigação, inovação tecnológica e renovação de máquinas e equipamentos. Os demais produtores e cooperativas terão acesso a R$ 452,5 bilhões em financiamentos.

O novo Plano Safra também amplia os incentivos às práticas sustentáveis. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas agropecuárias reconhecidas poderão obter redução de até um ponto percentual na taxa de juros das operações de custeio, sendo 0,5 ponto percentual pelo CAR regular e outros 0,5 ponto percentual pela adoção de práticas sustentáveis. A medida busca estimular a produção com menor impacto ambiental e premiar propriedades que conciliam produtividade e regularidade ambiental.

O anúncio atende parcialmente às expectativas do setor. Antes da divulgação, entidades do agronegócio defendiam não apenas um aumento dos recursos, mas principalmente a redução dos juros, o reforço da equalização e maior previsibilidade na liberação das linhas de crédito. A preocupação era que, mesmo com um orçamento maior, o custo do financiamento continuasse limitando o acesso dos produtores ao crédito em um cenário de elevado endividamento rural e juros básicos ainda elevados.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

30/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Plano Safra será lançado nesta terça em meio a juros altos e preocupação com acesso ao crédito

Por Redação 29/06/2026
Escrito por Redação

Plano Safra será lançado nesta terça em meio a juros altos e preocupação com acesso ao crédito

Clarisse Sousa – O anúncio do Plano Safra 2026/27 ocorre em Brasília nesta terça-feira (30), em meio a um momento desafiador para o agronegócio brasileiro. Os juros elevados e o aumento do endividamento rural, uma das principais preocupações do setor, devem dificultar o acesso ao crédito.

As projeções do mercado apontam para um Plano Safra entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, considerando os recursos destinados à agricultura empresarial e familiar. No ciclo anterior, apenas a agricultura empresarial contou com R$ 516,2 bilhões. A expectativa é de um aumento próximo a 10% no volume total de recursos disponibilizados.

Embora haja expectativa de ampliação dos recursos para financiamentos, a principal preocupação do setor não está apenas no montante anunciado pelo governo, mas na capacidade efetiva de esses recursos chegarem ao produtor em um ambiente de maior cautela por parte das instituições financeiras.

“O Plano Safra é um instrumento fundamental para o agronegócio, mas a necessidade de recursos do setor é muito superior ao que tradicionalmente é disponibilizado. O agro brasileiro demanda algo entre R$ 1,2 trilhão e R$ 1,3 trilhão por ano para financiar suas operações”, avalia Wolney Arruda, CEO da Plantae Agrocrédito.

O executivo explica que o estoque de dívidas do setor se aproxima de R$ 800 bilhões, cenário que tem levado bancos e agentes financeiros a reforçar critérios de análise, garantias e capacidade de pagamento. Essas medidas têm dificultado o acesso ao crédito por parte dos produtores rurais, muitos deles já endividados.

“O produtor vive um paradoxo. Ele precisa de crédito para manter a atividade e financiar a próxima safra, mas muitas vezes já carrega obrigações relevantes contratadas em ciclos anteriores. Ao mesmo tempo, as instituições financeiras precisam encontrar mecanismos para financiar o novo ciclo sem ignorar esse passivo”, explica.

Taxa de juros

No ciclo atual (2025/26), as taxas para a agricultura empresarial chegam a 14% ao ano. Com a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano, o custo da equalização dos financiamentos é pressionado, o que dificulta a redução das taxas ao produtor.

Ainda assim, o setor espera uma redução nas taxas do novo Plano Safra. Segundo negociações prévias divulgadas pelo Ministério da Agricultura, os juros podem variar entre 6% e 11% ao ano, dependendo da linha de crédito e do perfil do produtor. Também há expectativa de manutenção de juros em um dígito para operações de custeio e de redução média de até dois pontos percentuais nas linhas voltadas à agricultura empresarial.

Mesmo com a perspectiva de cortes graduais na Selic ao longo do segundo semestre, o custo do financiamento continua pressionando as decisões de investimento dentro das propriedades.

“A principal palavra neste momento é disciplina. O crédito precisa estar conectado à capacidade de geração de receita da fazenda. O produtor precisa olhar para fluxo de caixa, custo de produção e capacidade de pagamento antes de assumir novas obrigações”, aconselha Arruda.

Outro tema considerado prioritário por entidades do setor é a ampliação dos recursos destinados à equalização dos juros. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende que o governo reserve R$ 27 bilhões, praticamente o dobro do orçamento atual, estimado em cerca de R$ 13,5 bilhões. O objetivo é garantir taxas mais competitivas e evitar novas suspensões temporárias das linhas equalizadas, como ocorreu neste ano.

Moderfrota

Representantes da indústria e produtores rurais também defendem a ampliação dos recursos destinados ao Moderfrota, programa estratégico para a modernização do parque de máquinas agrícolas. Nos últimos anos, as contratações do Moderfrota vêm desacelerando em função dos juros elevados e da redução da capacidade de investimento dos produtores.

Entre os principais pleitos do setor estão a redução das taxas de juros, maior previsibilidade na liberação dos recursos ao longo da safra e o reforço da equalização pelo governo, medida considerada essencial para garantir a competitividade das linhas de financiamento e estimular a renovação da frota agrícola.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

29/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Embrapa lança projeto para antecipar e monitorar riscos climáticos na agricultura

Por Redação 26/06/2026
Escrito por Redação

Embrapa lança projeto para antecipar e monitorar riscos climáticos na agricultura

A Embrapa anunciou o lançamento de um novo projeto voltado à antecipação e ao monitoramento de riscos climáticos na agricultura. Intitulado “Do risco à decisão: soluções inteligentes para antecipação e monitoramento de riscos climáticos na agricultura”, seu início é previsto para julho de 2026 e terá duração de 48 meses. Resultado de uma Chamada Comissionada, da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DEPD), a ação será conduzida por uma rede de 39 pesquisadores e analistas da Embrapa, integrantes das equipes técnicas de 15 Unidades Descentralizadas, sob liderança da Embrapa Agropecuária Oeste.

“Queremos fortalecer a capacidade do setor agrícola brasileiro de prevenir perdas e tomar decisões mais assertivas diante de eventos climáticos adversos”, afirma o pesquisador Danilton Luiz Flumignan, líder do projeto.

O projeto contará com investimento inicial de R$ 2 milhões da Embrapa e se encontra disponível para cooperação técnica e financeira. Para mais informações sobre acordos de cooperação, o contato pode ser feito com o gestor de comunicação do projeto, pesquisador Éder Comunello (eder.comunello@embrapa.br).

A iniciativa tem como foco principal culturas estratégicas como soja, milho e trigo, além de outras culturas relevantes, incluindo arroz, feijão-comum, feijão-caupi, mandioca e frutíferas de clima temperado (uva e maçã). Entre os principais fatores de risco analisados estão os eventos de seca e geada, dois grandes causadores de perdas de produtividade agrícola no país.

Atuação em três frentes

O projeto tem como objetivo enfrentar o problema em três frentes principais. A primeira envolve o desenvolvimento de indicadores e metodologias para análise de risco climático, com foco em sistemas de alerta precoce capazes de antecipar eventos climáticos adversos, o que subsidiará a tomada de decisões e a mitigação de impactos.

A segunda frente focará o monitoramento de perdas agrícola, através do uso de avançados modelos biofísicos de simulação para estimar perdas reais de produtividade, permitindo acompanhar, em tempo quase real, os efeitos do clima sobre a produção agrícola nacional.

Já a terceira etapa integra o desenvolvimento de bases de dados, ferramentas analíticas e modelos de simulação em um ambiente digital, formando a base para aquilo que será uma futura plataforma de gestão de riscos climáticos.

“Uma das metas é criar uma plataforma digital integrada para gestão de riscos climáticos na agricultura brasileira, fundamentada em dados e ciência. A ferramenta deverá oferecer painéis de visualização e análises que auxiliem tanto produtores rurais quanto agentes públicos e instituições financeiras”, explica Flumignan sobre os resultados esperados.

O pesquisador destaca que o projeto se propõe a atuar com uma abordagem preventiva e inteligente, antecipando crises e impactos diante de eventos climáticos. Além de apoiar o setor produtivo na adaptação e aumento da resiliência, o projeto também deverá contribuir para a otimização de políticas públicas, como seguros e crédito rural, e para o monitoramento do desempenho da economia agrícola nacional.

Segundo ele, a ação se articula com iniciativas já existentes, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ampliando a capacidade de análise e resposta frente aos desafios impostos pelo clima a agricultura nacional.

“Os eventos climáticos extremos têm imposto desafios crescentes à agricultura brasileira e exigem respostas cada vez mais baseadas em ciência, dados e capacidade de antecipação. Este projeto reforça o compromisso da Embrapa com o desenvolvimento de soluções que apoiem produtores, agentes públicos e instituições financeiras na gestão dos riscos e na construção de sistemas produtivos mais resilientes”, destaca o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, Clenio Pillon.

“A iniciativa reúne competências de 15 Unidades da Embrapa e integra conhecimentos em clima, solos, culturas agrícolas, modelagem e agricultura digital. Essa atuação em rede é fundamental para transformar informações qualificadas em instrumentos práticos de apoio à decisão, contribuindo para reduzir perdas, aperfeiçoar políticas públicas e fortalecer a sustentabilidade da produção agropecuária brasileira”, finaliza.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

26/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Agropecuária avança 11,7% em 2025 e puxa PIB brasileiro para 2,3%
Mercado

Banco Central projeta alta de 1,7% para o PIB da Agropecuária em 2026

Por Redação 26/06/2026
Escrito por Redação

Banco Central projeta alta de 1,7% para o PIB da Agropecuária em 2026

O Banco Central (BC) elevou de 1% para 1,7% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em 2026. Em seu Relatório de Política Monetária, divulgado nesta quinta-feira (25), a autarquia ancora a projeção pela atualização das estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a produção agrícola, com destaque para o aumento nas previsões das safras de soja, milho e café.

A estimativa de crescimento do PIB total foi elevada de 1,6% para 2%. No primeiro trimestre, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025, com expansão nos três grandes setores da economia – agropecuária, indústria e serviços.

Diante do resultado, de acordo com o BC, as estimativas para os três setores foram elevadas, bem como para a demanda interna, de consumo das famílias e investimentos por parte de empresários.

Fonte: Datagro

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

26/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

CMN passa a exigir fotos com localização comprovada em seguro rural

Por Redação 26/06/2026
Escrito por Redação

CMN passa a exigir fotos com localização comprovada em seguro rural

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (25) reforços no controle do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), segundo informações da “Agência Brasil”.

Em nota, o Banco Central (BC) explicou que a medida tem como objetivo comprovar que as imagens foram capturadas na área afetada. O uso de fotos georreferenciadas para comprovar perdas nas lavouras tem sido estimulado desde as enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024.

Outra mudança será o desconto da produção obtida no valor das indenizações, em caso de perdas graves. Segundo o BC, o reforço nos controles pretende aprimorar a saúde financeira do Proagro, principal programa público de seguro rural do país.

Alíquotas menores

De acordo com o BC, o monitoramento contínuo do Proagro tem contribuído para diminuir o perfil de risco do seguro rural. Essa melhora ressaltou o órgão, permitiu que o CMN ajustasse as alíquotas de equilíbrio e dos adicionais do programa, resultando no barateamento do custo médio do Proagro à maioria dos produtores.

A alíquota de equilíbrio representa um percentual pago pelo produtor que mede o risco de frustração de safra de uma cultura em uma região específica. O adicional representa uma taxa que o produtor desembolsa para ter acesso ao seguro rural.

Segundo o BC, os valores das indenizações foram ajustados para refletir melhor o risco de quebra para cada produto e região.

As novas regras serão aplicadas aos empreendimentos enquadrados no Proagro a partir de 1º de julho de 2026. Conforme o BC, as medidas contribuem para a sustentabilidade do programa e para a proteção adequada dos produtores rurais brasileiros.

Criado em 1973, o Proagro é custeado pela União, pela contribuição do produtor rural e pelas receitas obtidas com a aplicação do adicional recolhido.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

26/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Pneus de alta resistência ganham espaço em operações agrícolas e urbanas
EmpresasTecnologia

Pneus de alta resistência ganham espaço em operações agrícolas e urbanas

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

Pneus de alta resistência ganham espaço em operações agrícolas e urbanas

Seja no campo ou nos centros urbanos, equipamentos utilizados em operações pesadas exigem componentes resistentes, eficientes e versáteis para garantir produtividade e segurança. Entre essas máquinas, a minicarregadeira se destaca como uma solução multifuncional. Compacta, mas robusta, ela vem ganhando espaço em atividades da construção civil, abertura e preparação de terrenos, recapeamento de vias, além de aplicações agrícolas e industriais.

Atenta a essa demanda crescente, a Titan Pneus desenvolveu a linha Skid Steer, projetada para oferecer elevada durabilidade, tração e resistência em terrenos difíceis e operações de alta intensidade. Produzidos com tecnologia avançada, os pneus contam com reforço lateral, desenho direcional exclusivo, perfil plano e carcaça reforçada. “Devido às exigências impostas às minicarregadeiras em diferentes tipos de serviços, a demanda por pneus mais resistentes é cada vez maior. Por isso desenvolvemos uma linha que entrega estabilidade, segurança e alta performance”, afirma, Thiago Rodrigues, gerente de produto da Titan

Versatilidade para diferentes aplicações

A linha Skid Steer engloba modelos capazes de atender diversas necessidades operacionais. Entre os destaques está o pneu premium Goodyear IT323, disponível nas medidas 10-16.5, 12-16.5 e 14-17.5, indicado para minicarregadeiras, plantadeiras e aplicação no eixo dianteiro de retroescavadeiras. “É um produto extremamente versátil, que atende diferentes aplicações e apresenta uma construção robusta para suportar condições variadas de trabalho”, explica Rodrigues.

Alto desempenho 

A empresa também disponibiliza o modelo H/E Titan, nas medidas 10-16.5 e 12-16.5, voltado ao segmento premium. Desenvolvido para oferecer alto desempenho, o pneu pode ser utilizado em minicarregadeiras e retroescavadeiras, especialmente no eixo dianteiro.

Sua banda de rodagem conta com sulcos largos e profundos, de 30 mm, proporcionando excelente tração em superfícies desafiadoras, como áreas off-road, pedreiras e canteiros de obras utilizados em recapeamento de ruas e rodovias. O desenho também favorece a autolimpeza, removendo detritos com eficiência.

Essa característica contribui para maior segurança operacional e melhor desempenho no transporte de cargas pesadas. O composto especial de borracha utilizado no H/E Titan combina resistência à abrasão e flexibilidade, garantindo desempenho consistente em jornadas prolongadas e aplicações severas. “Além disso, o pneu apresenta excelente capacidade de dissipação de calor, reduzindo o risco de superaquecimento durante longos períodos de operação. Isso aumenta sua durabilidade e segurança, um diferencial importante para condições de trabalho mais rigorosas”, destaca o coordenador de Produto da empresa.

Projetado para trabalhos média severidade

Para operações em ambientes ainda mais severos, como pedreiras, canteiros de obras e terrenos acidentados, a Titan oferece os modelos HD2000, nas medidas 10-16.5 e 12-16.5, e HD1000, disponível na medida 12-16.5. Desenvolvidos com carcaça reforçada, esses pneus entregam elevada durabilidade, excelente tração e alta resistência a danos. Ambos são capazes de suportar cargas extremamente pesadas, garantindo estabilidade, segurança e confiabilidade durante o transporte de materiais em terrenos irregulares.

Mais opções para o produtor

Outra alternativa disponível ao mercado é a linha Aces, marca importada pertencente ao Grupo Titan. Os pneus também podem ser aplicados em minicarregadeiras e retroescavadeiras, oferecendo uma opção versátil para diferentes perfis de operação.

“Os produtores que tiverem dúvidas sobre a melhor aplicação podem contar com o suporte da nossa equipe técnica e da rede de revendedores. Também é importante destacar que as linhas HD2000 e Skid Steer, da Titan, e o modelo IT323, da Goodyear, são produtos homologados para equipamento original”, finaliza Rodrigues.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
VBP atinge recorde histórico de R$ 212,6 bilhões em 2025, no Paraná
Mercado

VBP atinge recorde histórico de R$ 212,6 bilhões em 2025, no Paraná

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

VBP atinge recorde histórico de R$ 212,6 bilhões em 2025, no Paraná

Mais uma vez, principalmente puxado pela pecuária, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná atingiu o melhor resultado, desde o início do cálculo divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral). Segunda a análise preliminar do órgão da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em 2025 foram R$ 212,6 bilhões em receita gerada pelo Agro. O valor representa um crescimento nominal de 13% em relação a 2024.

“O resultado do VBP de 2025 é fruto do suor e do esforço do produtor rural que, de sol a sol, segue produzindo sempre mais e melhor apesar de todas as adversidades do campo”, comenta o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette. “Os valores divulgados de cada produção agrícola e pecuária comprovam que o Agro é o que sustenta a economia. Quando o campo alcança bons resultados, os reflexos disso impactam positivamente no desenvolvimento dos municípios, do Estado e do país, em diversas outras atividades econômicas”, completa.

Como destaca o dirigente do Sistema FAEP, é importante acompanhar de perto e divulgar esses valores não apenas por comprovarem o desempenho da agricultura e pecuária paranaense, mas, também, porque ajudam a população a entender o quanto a variação dos preços, que dependem do volume e do valor de cada produção, interfere na renda do produtor.

Em detalhes

Segundo o Deral, este é o quarto ano seguido que a pecuária lidera a geração de renda no campo paranaense. A atividade – principalmente sustentada pela avicultura, bovinocultura, suinocultura e pescados – responde por 53% do VBP do Estado. Foram R$ 111,7 bilhões em receita gerada em 2025, 14% de aumento nominal, em relação a 2024.

Destacando a avicultura, a análise preliminar traz também que o frango de corte segue como “a segunda principal atividade econômica do agro paranaense, respondendo por 17% do VBP total”. Pela atividade, foram R$ 35,5 bilhões gerados, 12% de aumento nominal em comparação com o ano anterior. Em 2025, foram 2,4 bilhões de cabeças abatidas, 2% a mais que em 2024.

Já na agricultura, que responde por 43% do VBP do Paraná, foram quase R$ 91,2 bilhões em receita gerada, o que representa um aumento nominal de 13% em comparação com 2024. Entre as culturas que impulsionaram esse valor, estão a soja, que segue na liderança – com VBP de R$ 42,3 bilhões em 2025 (15% de aumento nominal em relação a 2024, principalmente pelo volume produzido); o milho, com maior aumento nominal do VBP, 35% com R$ 19,1 bilhões; e a cana-de-açúcar que, em 2025, de acordo com a divulgação, “passou a integrar o grupo das dez principais atividades do VBP paranaense em 2025”, com R$ 4,8 bilhões e aumento nominal de 8% em relação a 2024.

O VBP 2025 foi divulgado na última segunda-feira (22). Como explica o Deral, o relatório analisa o resultado de 350 produtos, incluindo, além dos grãos e das proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e outros itens da agropecuária do Paraná. A série histórica do índice começou em 2012. O crescimento nominal considera o aumento, sem o desconto da inflação.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
CNA destaca ciência, inovação e sustentabilidade do agro em simpósio da Embrapa
Tecnologia

CNA destaca ciência, inovação e sustentabilidade do agro em simpósio da Embrapa

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

CNA destaca ciência, inovação e sustentabilidade do agro em simpósio da Embrapa

O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, participou, nesta quinta (25), do 10º Simpósio Nacional Cerrado e do 3º Simpósio Internacional Savanas Tropicais, promovidos pela Embrapa Cerrados e pela Universidade de Brasília (UnB).

Os eventos reuniram especialistas, pesquisadores, representantes do setor produtivo e autoridades para debater o papel da ciência e da tecnologia na promoção da sustentabilidade do bioma Cerrado.

O encontro teve como foco fortalecer o diálogo sobre a construção de soluções para uma agropecuária cada vez mais sustentável e eficiente, conciliando produtividade, inovação e conservação dos recursos naturais.

Bruno Lucchi foi um dos palestrantes do painel “Políticas públicas para a agricultura baseadas em ciência e tecnologia”, moderado pela gerente de sustentabilidade do Sistema Faemg/Senar, Mariana Ramos. O diretor apresentou o tema “Desafios do produtor rural brasileiro”.

Durante a exposição, ele ressaltou que a competitividade do agro depende da ampliação do acesso à inovação, do fortalecimento das políticas públicas e da segurança jurídica para quem produz.

Lucchi também destacou iniciativas desenvolvidas pelo Sistema CNA/Senar voltadas à produção sustentável, entre elas o Programa RetifiCAR, criado para apoiar produtores rurais na regularização ambiental de suas propriedades por meio da retificação do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Ele explicou que o programa fortalece a atuação dos sindicatos rurais para prestar assistência técnica aos produtores que precisam corrigir pendências identificadas na análise do CAR pelos órgãos ambientais.

A iniciativa, completou, também contribui para a adequação ao Código Florestal, amplia a segurança jurídica das propriedades e facilita o acesso a políticas públicas, como o crédito rural, além de incentivar práticas produtivas alinhadas à conservação ambiental.

Segundo Lucchi, a ciência foi pilar fundamental para a evolução do Agro no Brasil. “Para seguirmos sendo competitivos, temos que ter a pesquisa pautando as políticas públicas voltadas ao setor”.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Plantio de amendoim direto na palha reduz custo de produção em até 20%
Mercado

SP caminha para safra recorde de grãos com destaque para amendoim, soja e milho

Por Redação 25/06/2026
Escrito por Redação

SP caminha para safra recorde de grãos com destaque para amendoim, soja e milho

O estado de São Paulo deve registrar um novo recorde na produção de grãos na safra 2025/26, segundo o “Relatório de acompanhamento mensal da safra de grãos” deste mês, elaborado pelo Departamento Técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp). Com base em dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o relatório da Faesp aponta que a produção paulista está estimada em 12,14 milhões de toneladas, volume 4,1% superior ao obtido no ciclo anterior. O crescimento é impulsionado pela expectativa de ampliação da área cultivada e da produtividade.

O principal destaque é o amendoim, que deve alcançar a maior produção da história do estado na primeira safra, com estimativa de 1,02 milhão de toneladas, avanço de 11,7% em relação à temporada passada. O resultado reflete as condições climáticas favoráveis, que elevaram a produtividade média para 4.850 kg por hectare. Considerando os dois ciclos de cultivo, São Paulo deve colher 1,03 milhão de toneladas de amendoim, crescimento de 11,6% na comparação anual.

A soja também deve bater novo recorde estadual, com produção estimada em 5,37 milhões de toneladas. Mesmo com leve redução na produtividade média, a expansão de 3% da área plantada, que chegou a 1,4 milhão de hectares, sustenta o aumento de 1,7% em relação à safra anterior, que já havia registrado o maior volume da série histórica.

No caso do milho, a produção paulista deve alcançar 4,58 milhões de toneladas em 2025/26. A estimativa da segunda safra é de 2,77 milhões de toneladas, enquanto o milho verão está projetado em 1,8 milhão de toneladas, representando crescimento de 13,4% sobre o ciclo anterior.

No cenário nacional, a Conab também projeta um novo recorde para a safra de grãos, estimada em 358,6 milhões de toneladas, aumento de 1,8% em comparação com 2024/25. O rendimento médio das lavouras deve reduzir 0,3%, mas compensado pela expansão da área cultivada.

O desempenho do amendoim, especialmente das lavouras paulistas favorecidas pelas chuvas registradas entre fevereiro e março, eleva em 10,6% a estimativa de produção nacional em relação à safra passada. A produção de feijão deve ficar praticamente estável em relação a 2024/25, com ligeira redução de 0,5%. A produção nacional de milho deverá atingir 140,46 milhões de toneladas, mantendo-se em patamar muito próximo ao observado na temporada anterior.

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

 

25/06/2026 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui