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Mercado

Novo Desenrola Rural contempla renegociação de dívidas da agricultura familiar

Por Redação 07/05/2026
Escrito por Redação

Novo Desenrola Rural contempla renegociação de dívidas da agricultura familiar

O Governo Federal anunciou o Desenrola Rural “3”, programa voltado à regularização de dívidas e à retomada do acesso ao crédito na agricultura familiar, com foco especial nas operações do Pronaf. A nova etapa, que será formalizada por meio de decreto publicado ainda esta semana, amplia as possibilidades de renegociação e liquidação de débitos até 20 de dezembro de 2026, com oferta de descontos, prazos estendidos para pagamento e outras medidas de apoio financeiro.

A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, destacou que a continuidade e o aprimoramento do programa reforçam o compromisso do governo com o fortalecimento da agricultura familiar. “O Desenrola Rural é retomado em condições ainda mais facilitadas, com maior abrangência. No caso dos assentados da Reforma Agrária, nós também incluímos a possibilidade de renegociação de dívidas que remetem ao Programa de Crédito Especial para Reforma Agrária (Procera). É o Governo do Brasil ao lado de todos os trabalhadores e trabalhadoras rurais, ao lado do povo brasileiro”, acrescentou Machiaveli.

Com a nova etapa, agricultores familiares passam a ter mais prazo para aderir ao Programa e aproveitar as condições diferenciadas para renegociação de débitos conforme o valor devido e o tipo de dívida, com parcelamentos que podem chegar a até dez anos. O Desenrola Rural 3 permite ainda que beneficiários com operações contratadas até 31/12/2015, cujo recurso seja com risco integral da União, que estejam inadimplentes, e que não tenha sido incluído na Dívida Ativa da União (o que impossibilita aderir à renegociação do Desenrola Rural), possam efetuar nova operação de crédito rural, com risco integral da União pelo Pronaf.

Lançado em 2025, o Desenrola Rural já alcançou mais de 500 mil agricultoras e agricultores familiares, com mais de R$ 23 bilhões em dívidas renegociadas e centenas de milhares de contratos regularizados. Os dados indicam a abrangência da iniciativa e o volume de operações já regularizadas no âmbito do programa. Para o secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia do MDA, Vanderley Ziger, a nova etapa consolida e amplia uma política que já vem apresentando resultados. “O Desenrola Rural 3 aprofunda uma política que já mostrou resultado. Estamos ampliando as condições para que mais agricultores regularizem sua situação, voltem a acessar crédito e sigam produzindo”, complementa.

Podem acessar o programa agricultoras e agricultores familiares, assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, povos e comunidades tradicionais e cooperativas da agricultura familiar com dívidas em atraso há mais de um ano. A adesão ao Desenrola Rural varia conforme o tipo de dívida:

– Débitos inscritos na Dívida Ativa da União podem ser consultados e negociados no site REGULARIZE;

– No caso de dívidas do Pronaf ou contratadas junto a instituições financeiras, a regularização deve ser feita diretamente nas instituições;

– Já os débitos de Crédito de Instalação podem ser quitados junto ao Incra, com condições específicas de desconto.

Fonte: Datagro 

07/05/2026 0 Comentários
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Mercado

Vendas de tratores recuam 15,2% no primeiro trimestre, diz Fenabrave

Por Redação 06/05/2026
Escrito por Redação

Vendas de tratores recuam 15,2% no primeiro trimestre, diz Fenabrave

As vendas de tratores registraram queda de 15,2% no primeiro trimestre ante igual intervalo de 2025, enquanto que a comercialização de colheitadeiras recuou 45,1% na mesma base comparativa, indica balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado nesta terça-feira (5).

Em março, porém, as vendas de tratores subiram 50% frente a fevereiro, embora apresentaram queda de 21,1% no comparativo anual. No caso das colheitadeiras, a comercialização caiu 13,4% em março ante fevereiro e 51% no comparativo com o mesmo mês de 2025.

“Os fatores apontados para essa retração estão na pressão de custos e baixa rentabilidade do produtor rural, que segue sem apetite para renovar a frota de máquinas agrícolas, especialmente, diante das incertezas geopolíticas existentes, decorrentes dos conflitos no Estreito de Ormuz e consequente encarecimento do diesel e fertilizantes, que são insumos essenciais para a produção agrícola”, diz o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior. “Também o baixo preço de venda média das commodities, que atrelado às altas taxas de juros para financiamentos, tem levado o setor a retrair investimentos.”

A Fenabrave esclarece que por não serem emplacadas, as máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamentos junto aos fabricantes.

Fonte: Datagro

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06/05/2026 0 Comentários
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Mercado

Baixa oferta de fertilizantes e preços mais altos de combustíveis elevam custos de produção

Por Redação 06/05/2026
Escrito por Redação

Baixa oferta de fertilizantes e preços mais altos de combustíveis elevam custos de produção

Um relatório elaborado pelo Departamento Econômico da Faesp, a partir de dados da CNA/ESALQ-USP (Campo Futuro), mostra que o preço da maioria dos fertilizantes pesquisados sofreu alta no mês de março. As restrições de exportação da China, um dos principais fornecedores do Brasil, estão entre as causas. A redução da oferta desses insumos ocorre em escala global e se soma às tensões geopolíticas no Oriente Médio que afetam rotas de transporte, pressionando os preços.

A guerra e as tensões no Oriente Médio influenciaram também na alta das cotações do petróleo no mercado internacional, refletindo no aumento de 13,6% no diesel e de 3,9% na gasolina em março. O etanol também sofreu alta, mas foi mais moderada, de cerca de 0,5%, devido à maior oferta. Entre março de 2025 e março de 2026 esse produto acumulou alta de 7,8%.

Outros insumos que tiveram alta foram o nitrato de amônio granulado (+30,6% em março e 56,7% em 12 meses), e formulados – com destaque para o 20-00-10+b, que teve elevação de 24,3%. Como muitos produtores adquiriram esses fertilizantes com antecedência, o efeito dessas altas de preços pode não ser imediato.

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06/05/2026 0 Comentários
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Número de pessoas trabalhando no agro registra recorde em 2023
Mercado

População ocupada no agro alcança recorde com 28,4 milhões pessoas

Por Redação 06/05/2026
Escrito por Redação

Número de pessoas trabalhando no agro registra recorde em 2023

A População Ocupada (PO) no agronegócio brasileiro alcançou o número recorde de 28,4 milhões de pessoas em 2025, o que representa crescimento de 2,2% em relação a 2024 (601,8 mil pessoas a mais).

As informações constam no boletim “Mercado de Trabalho no Agronegócio Brasileiro”, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Com isso, a participação do setor na geração total de empregos no país passou de 26,1%, em 2024, para 26,3% em 2025.

Por segmento, com exceção do setor primário (que registrou queda), todos os elos da cadeia apresentaram expansão, com destaque para os agrosserviços (6,1%), seguidos por insumos (3,4%) e agroindústria (1,4%).

A publicação apontou crescimento de 4,6% no número de trabalhadores com carteira assinada e de 3,2% entre os que trabalham por conta própria. Por nível de escolaridade, houve aumento da participação de trabalhadores com ensino superior (8,3%) e ensino médio (4,2%).

Ainda de acordo com o boletim CNA/Cepea, a participação da mão de obra feminina cresceu 2,6%, enquanto a masculina avançou 1,9%.

O rendimento médio da população ocupada no agronegócio também registrou alta de 3,9% em 2025, na comparação com 2024, ficando 0,5 ponto percentual acima da média total de empregos, que foi de 3,4%.

Massa salarial

A partir desta edição, o boletim passou a incluir um novo indicador: a massa salarial do agronegócio, que corresponde ao montante total de rendimentos do trabalho auferidos pelos ocupados em determinado setor ou na economia. O objetivo é avaliar não apenas a geração de empregos, mas também o poder de compra e o potencial de consumo associados à renda do trabalho.

Nesse contexto, a massa salarial total do agronegócio cresceu 7,2% em 2025 em relação a 2024, com destaque para a categoria “trabalhadores por conta própria”, que apresentou alta de 7,2%, e para “empregados e outros”, com crescimento de 6,7%.

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06/05/2026 0 Comentários
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AgrishowEmpresas

XCMG Brasil cresce até 10% na Agrishow e atrai atenção com novos tratores

Por Redação 05/05/2026
Escrito por Redação

XCMG Brasil cresce até 10% na Agrishow e atrai atenção com novos tratores

A XCMG Brasil encerrou sua participação na Agrishow 2026 com crescimento nas vendas e destaque para novos equipamentos voltados ao agronegócio. Segundo a empresa, o volume comercializado durante o evento foi entre 5% e 10% superior ao registrado na edição anterior.

“A Agrishow 2026 superou a edição anterior em termos de número de visitantes e realização de negócios. Vendemos em torno de 5% a 10% a mais neste ano e lançamos dois modelos de tratores agrícolas e um sobre esteiras, atendendo a uma tendência de mercado”, afirmou Daniel Sasaki, gerente comercial da XCMG Brasil.

Entre os destaques está o protótipo do trator XT864-5EBR, primeiro modelo da marca no país com motor Cummins. Com 80 cv de potência, tração 4×4 e transmissão 12×12 com super redutor, o equipamento é voltado à faixa de tratores de pequeno porte e foi projetado para operar em diferentes condições de campo.

Outro lançamento foi o trator XT804-5D, com 100 cv de potência, transmissão Power Shuttle 12×12 e foco em desempenho e conforto operacional. O modelo conta com cabine ampla e melhorias no sistema de admissão de ar.

Na linha de esteiras, a empresa apresentou o D200H PAT, com 206,5 hp de potência e peso operacional de 18.440 kg, indicado para operações mais severas, como movimentação de materiais e atividades de infraestrutura.

A estratégia de eletrificação também esteve presente no estande, com a pá-carregadeira XC968-EV, equipada com motores elétricos que somam 372 hp de potência, além dos caminhões elétricos E3-10T e E7-95T, voltados a operações logísticas e transporte pesado, respectivamente.

A linha elétrica inclui ainda a empilhadeira XCB38-L5-C, com capacidade de carga de 3.800 kg e sistema de baterias de lítio, voltada a operações logísticas com menor custo operacional.

Além dos lançamentos, a XCMG apresentou uma ampla linha de equipamentos para o agro e construção, além de soluções de pós-venda, com foco em suporte e manutenção.

 

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05/05/2026 0 Comentários
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Inteligência artificial avança no campo, mas ainda enfrenta barreiras de acesso
AgrishowTecnologia

Inteligência artificial avança no campo, mas ainda enfrenta barreiras de acesso

Por Redação 05/05/2026
Escrito por Redação

Inteligência artificial avança no campo, mas ainda enfrenta barreiras de acesso

Clarisse Sousa – O futuro já chegou – “ele só não está uniformemente distribuído”. A frase do escritor William Gibson, pioneiro do cyberpunk, ajuda a interpretar o momento atual do agronegócio. Em meados dos anos 1980, o autor antecipou não apenas o avanço tecnológico, mas os impactos sociais de sistemas inteligentes capazes de operar com autonomia, tomar decisões e interagir com humanos. À época, a internet estava longe de ser uma realidade para a maioria dos brasileiros. Ela só se tornaria acessível no Brasil anos depois, no início dos anos 1990.

Décadas mais tarde, esse futuro deixa de ser projeção e passa a ser observado na prática. Máquinas inteligentes e autônomas já dão o tom do momento atual, com tratores e colheitadeiras operando no campo com sensores e sistemas embarcados que transformam dados em decisões, consolidando uma nova etapa de produtividade agrícola.

A cada ano, os olhos do produtor rural se voltam para essas e outras tecnologias ainda mais avançadas expostas na Agrishow – a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, realizada em Ribeirão Preto (SP). Neste ano, a Inteligência Artificial (IA) e seu impacto no dia a dia das fazendas estiveram no centro das discussões.

Mas, afinal, qual é o ganho prático da IA embarcada nas decisões do produtor? Para o especialista Cesar Vieira Jr, diretor comercial da Calice no Brasil, a resposta passa por eficiência operacional, em um setor que enfrenta margens cada vez mais apertadas e escassez de mão de obra qualificada. 

“A IA permite ao produtor fazer mais com menos: reduzir a necessidade de inspeções físicas no campo por meio de sensores e visão computacional, receber recomendações agronômicas precisas e contextualizadas em tempo real, e acessar análises de mercado traduzidas em linguagem simples, tudo isso por canais que ele já domina, como o WhatsApp”, explica.

Na prática, segundo ele, a IA não substitui a experiência do produtor, “ela racionaliza recursos escassos, acelera a tomada de decisão e amplia a capacidade de gestão sem exigir estrutura adicional”. Em um cenário de juros altos e crédito restrito, esse ganho de eficiência é o que sustenta a margem e mantém a operação competitiva, de acordo com Vieira Jr.

Para especialistas, a tecnologia deixou de ser apenas conceitual e já se consolida como aplicação prática no campo, e algumas ferramentas já estão em uso. Um encontro no espaço Agrishow Labs levantou essa discussão com o intuito de mostrar que a modelagem computacional no agro superou a fase de promessas e entrou em um ciclo de aplicação concreta.

Na ocasião, Cesar Vieira Jr. falou sobre o seu trabalho na Calice, uma agtech multinacional especializada em soluções de tecnologia para o agro. “Ajudamos a acelerar o desenvolvimento de sementes e outros insumos agrícolas, ao entender a interação entre ambiente, planta e manejo de uma maneira muito detalhada, permitindo simular o desempenho de um determinado híbrido ou de um produto biológico em ambientes onde ainda não foram testados fisicamente”, explicou.

Máquinas inteligentes 

O avanço da inteligência artificial no campo vai além da automação das máquinas e passa a atuar diretamente na forma como os equipamentos são operados. Na prática, a tecnologia também cumpre um papel educativo, ao orientar operadores sobre práticas mais eficientes, contribuindo para a redução de custos e o aumento da produtividade.

Esse movimento tem ganhado espaço na estratégia da JCB, que já conta com mais de 500 mil máquinas conectadas no mundo, sendo cerca de 17 mil no Brasil, gerando um volume crescente de dados operacionais. Essas informações são processadas para identificar padrões de uso e, a partir disso, gerar recomendações práticas. 

“Estamos trabalhando esses dados para fornecer orientações ao operador, como a aceleração ideal da máquina ou a posição correta do braço ao final do dia para minimizar o desgaste. Hoje, isso é feito por meio de relatórios específicos e treinamentos com os clientes”, afirma Adriano Merigli, presidente da JCB América Latina.

A análise começa antes mesmo de a máquina entrar em operação. Os equipamentos já saem de fábrica com sistemas embarcados capazes de coletar e interpretar dados, dentro de uma lógica de aprendizado contínuo (machine learning). Com isso, a tecnologia deixa de atuar apenas de forma reativa e passa a antecipar ajustes, contribuindo para operações mais previsíveis, eficientes e sustentáveis ao longo de todo o ciclo de uso.

Na John Deere, a jornada com a IA começou há algumas décadas, com uma coleta de dados robusta, para então avançar com as máquinas inteligentes. “Hoje, vemos a aplicação prática [da IA] tanto no John Deere Operations Center, onde avançamos com ferramentas de IA para auxiliar o produtor a configurar sua plataforma digital, permitindo uma interação de perguntas e respostas, quanto nas máquinas”, explica Estela Dias, gerente de Marketing Tático da companhia para a América Latina. 

Quando o assunto são as máquinas, a evolução ocorreu especialmente em machine learning e visão computacional. “Precisamos de câmeras que capturem níveis de detalhes suficientes para transformar imagens em aprendizado e, posteriormente, em ação na máquina.”

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Pulverizador da John Deere é equipado com tecnologia que identifica em tempo real o que é planta daninha e o que é a cultura

Na Agrishow, os visitantes que passaram pelo estande da fabricante puderam conferir de perto toda essa tecnologia. Um exemplo é a pulverização seletiva: câmeras instaladas na barra do pulverizador escaneiam o campo enquanto a máquina passa pelo terreno. Através de IA, o sistema identifica em tempo real o que é planta daninha e o que é a cultura. O diferencial é a ação. Em milissegundos, após a identificação, o sistema manda um comando para a máquina, que abre o bico e pulveriza apenas aquela planta específica. 

“Essa é a materialização da IA no campo. E existe uma expectativa muito grande em relação a essa tecnologia especificamente, pois o retorno financeiro é muito visível. Em uma aplicação seletiva, se eu aplicar apenas onde há planta daninha, estou economizando o produto. Se apenas 30% da área estiver infestada, eu pulverizarei apenas esses 30%. O produtor sente isso diretamente no bolso. Além da economia, há fatores intrínsecos: não aplicamos defensivos sobre toda a cultura, o que reduz o estresse da planta e evita a colocação de produtos no meio ambiente sem necessidade”, ressalta Dias.

Ainda no campo da pulverização, a Geo Agri também apresentou na Agrishow um pulverizador autônomo voltado a culturas perenes. Projetados para operar de forma totalmente autônoma, os modelos integram diferentes tecnologias de navegação e inteligência artificial, com um sistema que combina localização de alta precisão, sensores de percepção de ambiente e visão computacional, garantindo posicionamento preciso mesmo em áreas com restrição parcial de sinal.

Na operação, o equipamento realiza controle dinâmico de dosagem e calibração automática em tempo real. De acordo com a empresa, a tecnologia pode reduzir em até 40% o uso de defensivos agrícolas ao evitar sobreposições e desperdícios, além de gerar ganhos operacionais e ambientais.

Nesse contexto de evolução tecnológica, a Case IH apresenta avanços importantes, como uma arquitetura eletrônica que viabiliza a manobra de cabeceira automatizada. Na prática, a tecnologia atua justamente em uma das etapas mais repetitivas da operação no campo: o fim de cada passada no talhão. O sistema automatiza funções como a redução de velocidade, o acionamento ou desligamento de implementos e o alinhamento da máquina para a próxima linha, reduzindo a necessidade de intervenção constante do operador. 

Com isso, além de diminuir o cansaço do operador ao longo da jornada, a operação ganha em padronização e precisão nas curvas, evitando sobreposições e falhas. O resultado é um melhor aproveitamento da área, com economia de insumos e aumento da eficiência operacional.

Em outra frente, a máquina passa a se comunicar com outros equipamentos no campo, compartilhando informações que tornam a operação mais integrada e coordenada. Dentro da cabine, o operador conta com monitores de última geração, com interface intuitiva, que facilitam a navegação e a gestão das funções ao longo da jornada. 

Ao mesmo tempo, todos esses dados são transmitidos em tempo real por meio do portal AFS Connect, permitindo o monitoramento das máquinas não apenas na fazenda, mas também pela rede de concessionários e pela própria fabricante. Esse nível de conectividade, segundo Paulo Arabian, vice-presidente de Vendas da Case IH para América Latina, amplia o controle sobre a operação, melhora a tomada de decisão e contribui para maior eficiência no uso dos equipamentos.

“Levamos esses recursos desde as menores até as maiores máquinas do portfólio. Não estamos falando de protótipos ou conceitos, mas de equipamentos reais, que já saem de fábrica prontos para o trabalho”, aponta Arabian.

Desafios para expansão da IA

A constatação de William Gibson segue atual: o futuro de fato chegou, mas continua distribuído de forma desigual. No campo, essa diferença aparece de maneira clara na infraestrutura de conectividade. Apesar dos avanços, a internet ainda não rompeu completamente as barreiras geográficas da produção agrícola. Dados da ConectarAGRO indicam que apenas 33,9% da área agrícola brasileira conta com cobertura 4G ou 5G, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste – um cenário que ainda limita a adoção mais ampla de tecnologias digitais no agro.

Pensando em reduzir esse gargalo de conectividade no campo, a John Deere lançou, em 2025, o JDLink Boost, uma solução baseada em internet via satélite, em parceria com a Starlink, que permite manter máquinas conectadas mesmo em áreas rurais remotas, fora da cobertura tradicional de redes móveis.

“A conectividade é crítica. Muitas vezes o produtor investe em tecnologia, mas, se não consegue enxergar o quanto está utilizando dela, não tem como saber se valeu a pena. Com a conectividade, tudo o que acontece na lavoura pode ser acompanhado na tela do celular em tempo real. Se ele tem uma área de 100 hectares e aplicou [defensivos] em apenas 30 hectares, ele consegue saber esse percentual exato e o resultado da operação na hora”, diz Estela Dias, da John Deere.

Com o avanço da automação, a qualificação da mão de obra no campo passa a ganhar ainda mais relevância. “Acreditamos muito que, embora a tecnologia seja vital, o agro continua sendo feito por pessoas. Por isso, focamos intensamente na questão do treinamento e da preparação. Isso é fundamental tanto para obter o máximo de performance das máquinas quanto por uma questão social de manter essas pessoas qualificadas para o mercado de trabalho”, afirma Arabian, da Case IH.

A empresa mantém o programa Formação de Alta Performance, que reúne cerca de 200 cursos gratuitos voltados à capacitação profissional. “Somente em 2025, foram quase 15 mil certificados emitidos para participantes da plataforma”, completa o executivo.

Apesar dos desafios, máquinas autônomas avançam

Mesmo diante de limitações, o avanço tecnológico não desacelera. Empresas do setor seguem investindo no desenvolvimento de máquinas autônomas, capazes de operar com mínima intervenção humana e gerar ganhos de eficiência no campo.

Nesse sentido, a Solinftec apresentou, na Agrishow, dois equipamentos que integram sua família de robôs autônomos, além da plataforma Alice Multiagente. Com base em uma ampla biblioteca de dados, a Alice AI orienta o produtor sobre quando e como agir em cada etapa da produção, do pré-plantio ao pós-colheita. A plataforma também é responsável por programar as tarefas executadas pelo robô Solix e por analisar, em tempo real, os dados coletados em campo.

A empresa passou a estruturar o histórico de safras acumulado ao longo de até duas décadas por seus clientes, transformando esse volume de informação em decisões práticas. Diferente de modelos baseados apenas em respostas sob demanda, a proposta é antecipar problemas e sugerir ações. Na manutenção, por exemplo, sistemas monitoram códigos de falha de máquinas de diferentes marcas e identificam anomalias antes que o equipamento pare, evitando interrupções na operação.

Há ainda aplicações voltadas à sustentabilidade. Uma análise do tráfego de máquinas permite identificar níveis de compactação do solo e sugerir rotas mais eficientes, reduzindo o chamado pisoteio e seus impactos.

Segundo Emerson Crepaldi, diretor de Operações da Solinftec, o avanço dessa arquitetura está diretamente ligado à necessidade de lidar com um problema crescente no campo: “a escassez de mão de obra qualificada, não apenas na operação, mas também na gestão de dados. A IA passa a assumir um papel estratégico, funcionando como um sistema de suporte contínuo à tomada de decisão”.

Para o vice-presidente global da Solinftec, Denis Arroyo, a tecnologia já representa uma mudança de patamar na operação agrícola. “Não se trata mais apenas de analisar dados, mas de agir sobre eles. Com a Alice Multiagente, a operação ganha autonomia para prever, decidir e executar em tempo real, conectando todas as variáveis do campo de forma integrada. Esse é um avanço concreto rumo a uma agricultura mais eficiente, previsível e sustentável em escala global”, afirma.

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Valtra apresentou na Agrishow o “Talking Tractor”, protótipo que interage com o produtor por voz e texto

Vale ressaltar, no entanto, que parte dessas inovações ainda opera no campo como conceito, apontando para o que deve se consolidar nos próximos anos. É o caso do “Talking Tractor”, apresentado pela Valtra na Agrishow. O protótipo utiliza inteligência artificial para permitir que o produtor interaja com a máquina por voz ou texto, acessando informações de desempenho, consumo de combustível e emissões, recebendo insights imediatos.

A proposta é transformar dados técnicos em diálogos simples e visuais. Na prática, o conceito funciona como um assistente digital embarcado, capaz de traduzir informações complexas em orientações práticas durante a operação. Ainda sem previsão de lançamento comercial, o modelo reforça a direção da indústria: máquinas cada vez mais conectadas, inteligentes e interativas.

Embora a adoção da inteligência artificial avance em ritmos diferentes entre regiões e perfis de produtores, algumas tecnologias de fato já operam de forma concreta, apoiando decisões, otimizando recursos e aumentando a eficiência. No caso de soluções mais avançadas, como robôs autônomos, o uso ainda se concentra em um grupo mais restrito de produtores, com maior acesso à infraestrutura e capacidade de investimento, o que evidencia que há um longo caminho para a disseminação em larga escala no Brasil. 

 

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05/05/2026 0 Comentários
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Agrishow 2026 encerra com queda de 22% na intenção de negócios
AgrishowMercado

Agrishow 2026 encerra com queda de 22% na intenção de negócios

Por Redação 04/05/2026
Escrito por Redação

Agrishow 2026 encerra com queda de 22% na intenção de negócios

A Agrishow 2026 encerrou sua 31ª edição com R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios nos segmentos de máquinas agrícolas, irrigação e armazenagem. O resultado representa uma queda de 22% em relação ao ano anterior, quando a feira havia registrado R$ 14,6 bilhões, refletindo o momento mais cauteloso vivido pelo setor de máquinas agrícolas no país.

Apesar da retração nos negócios, o evento manteve o mesmo patamar de público da edição passada, com cerca de 197 mil visitantes ao longo dos cinco dias de feira, em Ribeirão Preto (SP). Segundo os organizadores, o número reforça a relevância da Agrishow como principal vitrine de tecnologia para o agronegócio na América Latina.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o desempenho da feira acompanha o cenário enfrentado pelo setor ao longo deste ano. Durante coletiva realizada na Agrishow, Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da entidade, destacou que as vendas de máquinas agrícolas no mercado interno registraram queda de 19,9% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo Bastos, fatores como juros elevados, valorização do real frente ao dólar e preços menos favoráveis das commodities têm pressionado a rentabilidade do produtor rural e reduzido o ritmo de investimentos.

“A feira está dentro da expectativa de público. Em relação aos negócios, ainda não temos os dados consolidados, mas vemos um esforço comercial muito grande das empresas, com promoções e ações de vendas concentradas durante a Agrishow”, afirmou.

Mesmo diante do cenário mais desafiador, João Marchesan, presidente da Agrishow, destacou a resiliência do setor e a continuidade dos investimentos em tecnologia agrícola. “A agricultura vive de ciclos. Estamos atravessando um momento mais difícil, mas seguimos acreditando no potencial do agro brasileiro e na capacidade do setor de continuar investindo em produtividade e inovação”, disse.

Na edição de 2025, a Agrishow havia alcançado volume recorde de R$ 14,6 bilhões em intenções de negócios, resultado 7% superior ao registrado em 2024. À época, o ambiente ainda era sustentado por maior disponibilidade de crédito e melhores condições para investimento no campo.

 

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04/05/2026 0 Comentários
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Agropecuária avança 11,7% em 2025 e puxa PIB brasileiro para 2,3%
Mercado

BNDES já aprovou R$ 160,8 bilhões para o agronegócio desde 2023

Por Redação 30/04/2026
Escrito por Redação

BNDES já aprovou R$ 160,8 bilhões para o agronegócio desde 2023

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, desde janeiro de 2023, R$ 160,8 bilhões em crédito para o setor agropecuário nacional. O montante é 65,3% superior ao aprovado no período entre 2019 e 2022 (R$ 97,3 bilhões). Os recursos chegaram a 93% dos municípios brasileiros.

O volume inclui recursos aprovados nos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF), no BNDES Crédito Rural, além de apoio para projetos de investimento, com aquisição de máquinas, equipamentos e serviços tecnológicos.

Do total aprovado, R$ 19 bilhões reforçaram a capacidade produtiva da agroindústria, como aumento da produção de biocombustíveis, da capacidade de armazenagem de produtos agrícolas e de recursos para centros de pesquisa e inovação no setor. Entre 2019 e 2022, as aprovações de crédito com essa finalidade somaram R$ 11,7 bilhões.

“Por orientação do presidente Lula, o BNDES tem sido um dos principais parceiros do setor agropecuário brasileiro. Ampliamos o volume de recursos para esse setor em todas as áreas. Um dos destaques é a produção de biocombustíveis. Foram aprovados R$ 13,5 bilhões para 48 projetos de etanol, valor 217% superior ao que foi aprovado entre 2019 e 2022, que somou R$ 4,3 bilhões. Além disso, o Banco teve o maior orçamento já disponibilizado no Plano Safra 2025/2026, com R$ 70 bilhões”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Os números foram divulgados durante a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola da América Latina e uma das maiores do mundo, que está acontecendo até o dia primeiro de maio, em Ribeirão Preto, no interior paulista, com patrocínio do BNDES.

“No setor tão importante para a economia brasileira como setor agropecuário, o BNDES faz presente apoiando especialmente o investimento. Então ano passado foram mais de R$ 50 bilhões investidos no setor, mais de 200 mil operações realizadas por meio de uma extensa rede de parceiros, instituições financeiras, que municípios do país”, explicou o superintendente da Área de Operações e Canais Digitais do Banco, Marcelo Porteiro, presente no evento.

 

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Branco celebra 90 anos e lança primeiro trator agrícola na Agrishow
Agrishow

Branco celebra 90 anos e lança primeiro trator agrícola na Agrishow

Por Redação 30/04/2026
Escrito por Redação

Branco celebra 90 anos e lança primeiro trator agrícola na Agrishow

A Branco escolheu a Agrishow para apresentar ao mercado um movimento estratégico em sua trajetória: o lançamento do seu primeiro trator agrícola. A novidade marca os 90 anos da companhia e sinaliza um avanço na atuação da empresa, tradicionalmente reconhecida por soluções voltadas ao agro, construção civil e cuidados com áreas verdes. 

O modelo BTD 25.0 chega como principal aposta da marca para 2026, inserindo a Branco em um segmento mais estruturado da mecanização agrícola. A iniciativa ocorre em um momento em que cresce a demanda por equipamentos compactos e versáteis, especialmente entre pequenos e médios produtores que buscam ampliar a mecanização com investimentos mais acessíveis e operação simplificada.

Equipado com motor a diesel de 24 cv, o trator pode atingir velocidade de até 31,5 km/h e foi projetado para oferecer um conjunto equilibrado entre desempenho e facilidade de manutenção. Entre os principais atributos estão a transmissão com reversão de 8+8 marchas e o motor de três cilindros, que favorece menor consumo de combustível e manutenção mais simples no dia a dia.

O modelo também incorpora soluções voltadas à versatilidade operacional, como duas saídas para controle hidráulico remoto, que ampliam as possibilidades de uso com diferentes implementos. A tração 4×4 com bloqueio auxiliar, aliada a pneus de maior dimensão, contribui para melhor desempenho em terrenos variados, enquanto os contrapesos frontais e traseiros reforçam a estabilidade durante as operações.

Além do lançamento, a empresa apresenta na feira seu portfólio completo, que inclui motocultivadores, geradores, motores, roçadeiras, motobombas e cortadores de grama. O estande também conta com ativações interativas e demonstrações práticas, reforçando a estratégia de aproximação com o público e de demonstração das aplicações dos equipamentos.

Segundo Mayara Amaral, gerente de Marketing da Branco, o lançamento do trator representa um passo relevante dentro da evolução da companhia. “O agro sempre foi a base da nossa história. Trazer um produto como o BTD 25.0 para o mercado reforça esse compromisso e amplia nossa presença junto ao produtor, com soluções cada vez mais completas”, afirma.

 

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Agrishow

Filtros Newtec reforça liderança e apresenta evolução tecnológica na Agrishow 2026

Por Redação 30/04/2026
Escrito por Redação

Filtros Newtec reforça liderança e apresenta evolução tecnológica na Agrishow 2026

Reconhecida como a maior especialista em reposição de filtros hidráulicos do Brasil, a Filtros Newtec participa da Agrishow 2026 consolidando sua trajetória de inovação, proximidade com o cliente e desenvolvimento de soluções eficientes para o campo.

Após celebrar uma década de presença na feira em 2025, a empresa retorna ao evento reforçando seu compromisso com o mercado: entregar produtos de alta qualidade, com agilidade e foco na redução do tempo de parada dos equipamentos agrícolas — fator essencial para evitar perdas na produção.

Dando continuidade ao desenvolvimento iniciado no ano passado, quando apresentou o visor de nível de fabricação nacional, a Newtec traz agora uma nova concepção do produto, com melhorias voltadas à performance e sustentabilidade.

A evolução do visor de nível foi pensada para atender demandas reais do campo, com destaque para:

  • Melhor vedação e controle de fluidos, reduzindo riscos de vazamentos;
  • Maior confiabilidade em operação, mesmo em ambientes severos;
  • Proteção ambiental, evitando contaminações;
  • Facilidade de manutenção e substituição, com redução de tempo de parada.

O produto reforça a proposta da empresa de oferecer soluções acessíveis, mas com alto impacto operacional. Mesmo sendo um item de baixo custo, pode evitar intervenções complexas, mão de obra dispendiosa e prejuízos produtivos.

Soluções que geram eficiência no campo

A participação da Newtec na Agrishow 2026 destaca um portfólio voltado à otimização da performance dos equipamentos hidráulicos, com soluções que atuam diretamente na prevenção de falhas e na melhoria da eficiência operacional.

Entre os principais benefícios entregues pelos produtos da marca estão:

  • Redução de paradas não programadas
  • Maior controle dos sistemas hidráulicos
  • Aumento da vida útil dos equipamentos
  • Economia de tempo e custos operacionais

A empresa reforça que seu diferencial está na combinação entre engenharia aplicada, produção nacional e entendimento das necessidades do produtor rural.

Continuidade da inovação e olhar para o futuro

Os avanços apresentados em 2026 são parte de um plano contínuo de inovação. A Newtec já projeta novos desenvolvimentos para os próximos anos, com foco em ampliar ainda mais sua atuação no mercado latino-americano.

Entre as diretrizes para 2026 e 2027 estão:

  • Desenvolvimento de novos produtos com foco em eficiência e sustentabilidade
  • Expansão de mercado na América Latina
  • Aperfeiçoamento contínuo do portfólio
Experiência no estande: proximidade e escuta ativa

O estande da Filtros Newtec na Agrishow 2026 foi projetado para proporcionar uma experiência mais aberta e interativa, permitindo que clientes e parceiros:

  • Conheçam de perto os produtos
  • Tirem dúvidas técnicas com especialistas
  • Compartilhem desafios enfrentados no campo
  • Contribuam com sugestões para novos desenvolvimentos

A proposta é fortalecer o relacionamento e ampliar a capacidade da empresa de desenvolver soluções alinhadas às necessidades reais do mercado.

A expectativa da marca é manter a trajetória de crescimento, ampliando sua base de clientes e fortalecendo sua presença no setor. “A aceitação da nova concepção do visor de nível é vista com otimismo, especialmente por seu potencial de gerar ganhos diretos ao cliente, reduzindo desperdícios e aumentando a eficiência operacional”, destacou o diretor de negócios, Eduardo Azevedo.

Mais do que apresentar produtos, a Filtros Newtec reforça sua essência: ser uma empresa nacional que entrega qualidade, agilidade e confiança ao mercado agrícola.

Sua atuação é guiada pela busca constante por soluções que reduzam reparos, minimizem manutenções e ofereçam o melhor custo-benefício, sempre com foco na performance dos equipamentos.

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