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Notícias

Mapa divulga zoneamento agrícola de feijão

Por redação 22/04/2021
Escrito por redação

- Mapa divulga zoneamento agrícola de feijão

O plantio inicia no mês de agosto em alguns estados. A divulgação foi antecipada para auxiliar no planejamento da safra

Cumprindo o cronograma divulgado em março de 2021, e dando continuidade às ações do Programa Nacional de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), foram publicadas no Diário Oficial da União, as portarias que aprovaram o Zarc da cultura do Feijão 1ª safra para 14 estados: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pará, Tocantins, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Neste ano, a publicação das portarias foi antecipada para permitir que produtores rurais, assistência técnica, agentes financeiros, seguradoras e demais entidades que utilizam os indicativos do Zarc possam ter mais tempo para o planejamento da safra.

Zarc

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só permitem o acesso ao crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas portarias de zoneamento.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos.

Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma  “Painel de Indicação de Riscos”.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

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Notícias

22 de abril é comemorado o Dia Nacional da Mandioca

Por redação 22/04/2021
Escrito por redação

22 de abril é comemorado o Dia Nacional da Mandioca

O Dia Nacional da Mandioca, comemorado nesta quinta-feira (22), marca um dos produtos mais presentes na mesa e na vida dos brasileiros, símbolo da cultura alimentar do país. Nativa do Brasil, a mandioca é a base da alimentação de várias comunidades tradicionais e em todo o território do país. Conhecida por vários nomes a depender da região do país, como aipim e macaxeira, ela origina diversos produtos derivados que são consumidos diretamente ou utilizados como receitas em todo o país.

Existem no Brasil atualmente duas Indicações Geográficas (IGs) registradas para o produto farinha de mandioca, na espécie Indicação de Procedência (IP): Cruzeiro do Sul, no Acre, e Uarini, no Amazonas. Além dessas, há mais uma IG relacionada à mandioca: a São Tiago para biscoitos, em Minas Gerais.

Existe ainda um processo tramitando no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para registro da Indicação de Procedência Bragança para o produto farinha de mandioca, no do Pará. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem levantadas mais oito regiões potenciais IG no Brasil para o produto farinha. A Tiquira, produto típico do Maranhão, que é uma aguardente de mandioca, também se configura como um produto potencial para registro de IG.

Os produtos potenciais e registrados IGs e marcas coletivas podem ser consultados no portal do Mapa

“Por ser um produto tipicamente brasileiro e ligado à cultura do país, a mandioca deve ser valorizada não só do ponto de vista alimentar mas também enquanto afirmação de uma cultura alimentar tradicional do Brasil. Assim, a Indicação Geográfica é uma ótima ferramenta para ajudar a proteger e a preservar as tradições dos produtos derivados da mandioca”, destaca a Coordenadora de Indicação Geográfica do Mapa, Débora Santiago.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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22/04/2021 0 Comentários
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Notícias

Ministério da Agricultura lança Plano ABC+

Por redação 22/04/2021
Escrito por redação

- Ministério da Agricultura lança Plano ABC+

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou  as bases conceituais do Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado ABC+, com vigência até 2030. O objetivo é avançar nas soluções tecnológicas sustentáveis para a produção no campo e a melhoria da renda do produtor rural, com foco no enfrentamento da agropecuária às mudanças do clima.

O evento virtual teve a presença da ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e do ministro Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovação).

O ABC+ é a atualização do Plano ABC, executado de 2010 a 2020, que se tornou referência mundial de política pública para o setor agropecuário.

A ministra Tereza Cristina ressaltou que os produtores rurais brasileiros já identificaram que a produção aliada com a conservação é viável e rentável. A cada R$ 1 investido pelo ABC, o produtor investiu R$ 7 em recursos próprios.

Após os resultados bem-sucedidos da última década, o ABC+ reestrutura os conceitos e estratégias, mantendo o compromisso com a sustentabilidade na produção de alimentos, fibras e energia, promovendo resiliência e aumentando a produtividade e renda dos sistemas agropecuários de produção, permitindo ainda redução de emissões de gases de efeito estufa.

Foi elaborado após ampla consulta a técnicos, pesquisadores, consultores e outros parceiros. O trabalho foi iniciado em julho de 2020 sob a liderança da Coordenação-Geral de Mudanças do Clima (CGMC) do Departamento de Produção Sustentável (Depros) do Mapa.

O diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Pedro Alves Neto, disse que o ABC+ é a certeza de que o Brasil tem uma política pública que não é só momentânea. “O ABC+ mostra uma tendência segura de que o Brasil é uma potência agrícola e ambiental. Essa importante e fundamental entrega vai fazer com que nosso produtor rural se aproprie do seu espaço nos segmentos competitivos com a imagem que ele merece ter: de produção sustentável e segura de alimentos”, disse.

O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou que, com as tecnologias do ABC, o país desenvolveu a carne carbono neutro e já estão em andamento protocolos para a produção de bezerro carbono neutro, couro carbono neutro e leite baixo carbono. “Uma das ações do plano diretor da Embrapa é ampliar, até 2025, em 10 milhões de hectares as áreas com Integração-Lavoura-Pecuária-Floresta no país”, ressaltou.

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Rafael Zavala, fez um convite oficial para que o Brasil lidere a discussão sobre o a produção agropecuária neutra em carbono e adaptação às mudanças climáticas. O convite foi feito em nome do diretor regional da FAO na América Latina, Julio Berdegué, e foi prontamente aceito pela ministra Tereza Cristina.

“Nos alegra muito pelo Brasil, como um país membro da FAO, comprometido com a redução da emissão de carbono na agropecuária, buscando superar suas metas e compromissos para que o país alcance efetivamente uma agricultura sustentável e resiliente”, disse Zavala.

Para o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, a nova fase reforça que o Brasil produz alimentos baseado em ciência, tecnologia e inovação. “O Brasil produz cada vez mais com sustentabilidade”.

Participaram do evento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, e o secretário adjunto substituto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Cleber Soares.

Conceitos modernos

Entre os conceitos adotados no ABC+, está o da Abordagem Integrada da Paisagem (AIP), que prevê a gestão integrada da propriedade rural. A AIP estimula o uso eficiente de áreas com aptidão para produção agropecuária, o estímulo à regularização ambiental e preservação estabelecida pelo Código Florestal.

Nas áreas de uso agrícola, o ABC+ tem objetivo de promover a recuperação e conservação da qualidade do solo, da água e da biodiversidade, valorizando as especificidades locais e culturas regionais, expandindo o conjunto de iniciativas do Mapa para a promoção da produção agropecuária sustentável.

“Estamos pensando em ações customizadas para os seis biomas brasileiros”, explica a coordenadora-geral de Mudanças do Clima do Mapa, Fabiana Villa Alves.

A segunda base conceitual consiste na combinação de ações de adaptação e mitigação para fortalecer a resiliência da produção e garantir a eficiência produtiva e a rentabilidade em áreas mais impactadas pela mudança do clima.

Dentre as estratégias, são consideradas a adoção e manutenção de práticas conservacionistas, manutenção de sistemas em integração, melhoramento genético e aumento da diversidade biológica das variáveis cultivadas, gestão integrada do risco, de previsão climática e zoneamento territorial e de alerta prévio, de análise do desempenho socioeconômico e ambiental e assistência técnica.

“O Brasil está preparado para a próxima década em oferecer sistemas produtivos sustentáveis, resilientes e rentáveis”, destaca.

Estratégias

O ABC+ terá uma forte estrutura de governança que permitirá a participação de diferentes atores, estimulando o reporte constante dos dados de execução. A governança está dividida em três instâncias: aporte de informações de execução (SINABC), monitoramento e avaliação dos resultados (CENABC) e acompanhamento das ações e ajustes constantes (CTABC).

A política prevê ainda apoiar os gestores públicos na formulação de planos de ação estaduais, alinhados às características, capacidade técnica e perfil produtivo de cada região. Também fomentar junto às organizações da sociedade civil, instituições financeiras e de pesquisa, ações conjuntas, buscando maior produtividade, renda e resiliência, além de menor emissão de gases de efeito estufa, no setor agropecuário.

O ABC+ contará  com estratégias de transferência, assistência técnica, capacitação. “Com essas ferramentas, o Mapa busca fortalecer também as ações de transferência e difusão de tecnologias, capacitação e assistência técnica e gerencial. Os resultados da última década demonstram claramente que, quando o produtor recebe os incentivos financeiros e técnicos corretos, ele adota as tecnologias”, ressaltou Fabiana Villa Alves.

Em dez anos, as práticas agrícolas com baixa emissão de carbono passaram a ser adotadas em 52 milhões de hectares no país, o que corresponde a 1,5 vezes o tamanho da Alemanha.

Grupos Gestores Estaduais

Nesta nova fase, haverá o reforço do diálogo com os estados, considerados fundamentais para a adoção e manutenção das tecnologias e sistemas preconizados pelo ABC+. A ideia é apoiar a criação de grupos gestores estaduais para que formulem planos de ação condizentes com as características técnicas, ambientais e operacionais de cada região.

Consulta pública

Em julho, será realizada uma consulta pública, quando a sociedade civil poderá contribuir para as metas a serem atingidas pelo ABC+ até 2030.

Com metas e ações bem definidas, o ABC+ estabelecerá estratégias novas e revigoradas em todo o território brasileiro. Com objetivo de alavancar a inovação tecnológica de base científica para produção de alimentos com sustentabilidade, o ABC+ visa fortalecer a transformação territorial positiva, da qual o Brasil é líder, priorizando o bom uso dos recursos naturais.

“O grande desafio é agir como um instrumento indutor local de sustentabilidade, expandindo o conjunto de iniciativas do Mapa para a promoção de uma produção agropecuária nacional mais adaptada e resiliente”, finaliza a diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (Depros), Mariane Crespolini dos Santos.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Notícias

Senar lança série de vídeos sobre mecanização agrícola

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação

- Senar lança série de vídeos sobre mecanização agrícola

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) lançou uma série com 19 vídeos que orienta produtores e trabalhadores rurais sobre a utilização eficiente na operação e manuseio de tratores agrícolas.

O material, que tem linguagem clara e objetiva com ilustrações para facilitar a compreensão, está disponível gratuitamente na Coleção Senar – videoteca. Os conteúdos de curta duração ainda abordam boas práticas que minimizam os impactos do uso da máquina no solo, segurança e inovações que ajudam a aumentar a capacidade operacional e a redução de custos.

Para o assessor técnico do Senar, Mateus Tavares, os vídeos são recursos de aprendizagem importantes porque demonstram melhorias na operação de máquinas e implementos agrícolas.

“Mesmo as pessoas que já possuem bastante experiência poderão incluir algumas práticas na sua rotina para garantir ainda mais segurança no uso das máquinas, evitando acidentes. Também é possível reduzir o consumo de pneus e de combustível e, consequentemente, diminuir os custos com manutenção”.

Além dessa série, o Senar disponibiliza quase 100 vídeos relacionados a diversas atividades no campo, como administração rural, apicultura, avicultura, bovinocultura de corte e de leite, cafeicultura, fruticultura, horticultura, irrigação, mecanização agrícola, assistência técnica e gerencial, sistemas integrados de produção, saúde preventiva e promoção social.

Os vídeos podem ser visualizados no link (clique aqui).

Fonte: Senar/CNA Brasil

20/04/2021 0 Comentários
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Notícias

SP ganha cafeteria com venda de créditos de carbono

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação

- SP ganha cafeteria com venda de créditos de carbono

Neste mês, parceria pioneira entre o Café da Margem e a startup MOSS oferecerá pela primeira vez o ativo digital para pessoas físicas em espaços que serão inaugurados em parques da cidade

O primeiro estabelecimento comercial do mundo a oferecer no cardápio créditos de carbono fica em São Paulo. A iniciativa resulta da parceria entre o Café da Margem – idealizado há um ano pela plataforma Grape ESG e em colaboração com a Nescafé, a marca de cafés da Nestlé – e a MOSS, startup pioneira em tokenizar a compensação dos gases de efeito estufa – token esse batizado de MCO2.

Iniciativa que visa neutralizar os gases de efeito estufa e minimizar os impactos do aquecimento global, a compensação de carbono por meio de créditos é empreendida por países e organizações, mas nunca antes por pessoas físicas. Simbolicamente, no próximo Dia da Terra, celebrado em 22 de abril, a MOSS dá mais um passo rumo à democratização desse ativo com a venda ao ar livre nas unidades do Café da Margem do Parque da Mooca e ao lado do Parque Ibirapuera.

Ali, os visitantes que adquirirem o MCO2 ajudarão no envio de recursos a projetos socioambientais da Amazônia. O cliente receberá por e-mail um certificado mostrando a área preservada pela iniciativa, além de seu impacto positivo ao meio ambiente. Também será possível armazenar o crédito, que não expira, em uma carteira digital, para venda futura. Os preços variam de acordo com a cotação do token.

“Esta é uma oportunidade de reparar os impactos negativos ao planeta através de uma missão ao alcance de todos”, afirma Luis Felipe Adaime, CEO e Fundador da MOSS. “A parceria com o Café da Margem torna mais didático e democrático o acesso ao crédito de carbono da MOSS, o primeiro ativo digital verde do mundo”, complementa.

Os créditos de CO2 são gerados por projetos já estruturados de conservação na Amazônia, que evitam a emissão de gases nocivos ao meio ambiente, como o dióxido de carbono. Por meio da compra de MCO2, os clientes da MOSS ajudam diretamente quatro projetos na Amazônia. Em menos de um ano, já enviaram US$ 10 milhões para esses projetos, ajudando a preservar aproximadamente 1 milhão de hectares – o tamanho de um pequeno país como Jamaica, Catar ou Líbano.

Construído apenas com materiais reutilizáveis e com unidades ao longo da ciclovia da Marginal Pinheiros (dos parques da Mooca e Ibirapuera entre elas), o Café da Margem foi inaugurado em outubro de 2020 na Praça Camafeu, em Interlagos, e logo se notabilizou como estabelecimento referência em sustentabilidade e economia circular na cidade. Com o compromisso da geração zero de resíduos sólidos, também desenvolve parcerias e atividades inovadoras a fim de monitorar a cadeia de valor e capacitar pequenos produtores sustentáveis.

“Queremos levar essa discussão para além do ambiente corporativo e governos e provocar um debate entre as pessoas, do papel de cada cidadão, através da compra direto do cardápio”, destaca Ricardo Assumpção, CEO da Grape ESG e idealizador do Café da Margem. “Vamos mostrar que esse assunto, sobre o qual as pessoas leem e que por vezes parece abstrato, é uma responsabilidade de todos, agora totalmente acessível na forma de um ativo que não expira e pode valorizar”, enfatiza.

O lançamento celebra ainda a união entre Café da Margem e Nescafé, que é mundialmente líder em café e sustentabilidade na cafeicultura. Por meio da linha Origens do Brasil, de cafés arábica 100% nacionais e de origem responsável, a marca de cafés da Nestlé apoia a iniciativa.

“Acreditamos que um futuro mais sustentável, está em cada escolha que fazemos, como empresa e como indivíduos. Nescafé Origens do Brasil representa esse compromisso, um café cultivado de forma responsável; uma escolha consciente que tem o cuidado de gerar impacto positivo em toda cadeia. A nossa parceria com o Café da Margem é sobre isso, unir esforços e abraçar cada oportunidade de fazer a diferença. Mais um passo importante para o futuro que queremos construir.”, afirma Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé.

O Café da Margem funciona entre quarta e sexta-feira, das 7h às 14h, e aos sábados, domingos e feriados, das 7h às 17h. Ao ar livre e seguindo todas as medidas de prevenção à Covid-19.

Fonte: Café da Margem
20/04/2021 0 Comentários
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Notícias

Meta desenvolve plataforma de cooperativismo agro

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação

- Meta desenvolve plataforma de cooperativismo agro

App SmartCoop atenderá 30 cooperativas da FecoAgro e unirá diversas soluções que beneficiarão a cadeia dos produtores de ponta a ponta

A Meta, empresa de soluções de tecnologia e transformação digital, anuncia o lançamento do SmartCoop, um dos mais completos sistemas de gestão rural já implementados no país, concentrados como solução em um aplicativo. A iniciativa surgiu para reunir as demandas de negócios dos cooperados da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) e abrange 30 cooperativas, 28 mil colaboradores e 173 mil produtores rurais.

Para o desenvolvimento da plataforma, a Meta levou seis meses para pensar, formatar, construir e testar o SmartCoop. Além de inovadora no segmento, a solução encontrada para conectar produtores se torna ainda mais impactante e necessária quando se avalia o tamanho do potencial da FecoAgro, que representa como categoria 3,5 milhões de hectares cultivados no Rio Grande do Sul.

De acordo com o vice-presidente da Meta, Claudio Carrara, o investimento de R$ 4,5 milhões da FecoAgro para colocar produtores cooperados alinhados às necessidades da Indústria 4.0 só evidencia que o setor cooperativo não pode ficar de fora de toda essa transformação que acontece no mundo. “O agro, juntamente com o segmento financeiro, é a setor brasileiro mais bem preparado e competitivo no cenário internacional. Possui tecnologia, gente, inteligência e capacidade de otimização e produtividade. São muitas as variáveis que posicionam o Brasil como protagonista e, nesse jogo, vai se sobressair quem apostar na tecnologia, desde a produção em si, aproveitar todo o potencial dos cultivos, até na análise e na interpretação de dados que tudo isso gera”, afirmou o executivo da Meta.

O SmartCoop é uma plataforma totalmente intuitiva, pensada para o produtor rural e, por essas características, apresenta conceitos de design e experiência de usuário que se assemelham a outros sistemas aos quais a categoria já está familiarizada. O diferencial da ferramenta é a conectividade em rede e o grande volume de informações que disponibiliza, servindo de balizadores para novas estratégias de gestão, ajustes e, acima de tudo, de ganho em competitividade.

Três subplataformas integram o SmartCoop e desenvolvem o trabalho que muitas vezes fazia com que o produtor fosse buscar informações diretamente na cooperativa. Uma dessas funcionalidades é a chamada Propriedade Digital.  Por ela, o produtor tem acesso a dados completos talhão a talhão, como a quantidade de insumos necessários, por exemplo, num processo de autogerenciamento que além de rapidez, imprime competitividade ao negócio, confiabilidade e ganho em escala. “É neste ambiente digital que o cooperado poderá acessar quais as melhores práticas a serem adotadas no seu negócio para torná-lo ainda mais rentável”, explica Carrara.

Em outro espaço, o da Comercialização, o produtor poderá vender seus produtos de forma direta a partir de uma modalidade financeira que permite opções à vista, lote, gatilho de preços e barter. Por último, a subplataforma Central de Compras vai permitir aquisições conjuntas em escala, prática que vai resultar em ganhos de competitividade – as cooperativas terão uma vasta opção de fornecedores disponíveis dentro da ferramenta, onde poderão agregar demandas.  “A conexão de todos os atores que fazem parte da rotina de uma cooperativa e dentro de uma perspectiva de rede – de compra conjunta, de ganho de escala, de aproveitamento de oportunidades, de logística – tudo isso está presente na plataforma. É a essência do que é a cooperativa, mas numa versão digital e compartilhada”, pontua o vice-presidente da Meta.

Um dos grandes desafios ao longo de todo o período de desenvolvimento da ferramenta foi o de garantir um sistema com o DNA cooperativo. ““Há muita tecnologia acontecendo. Nossa missão com a SmartCoop foi diminuir esse hiato de tecnologia que existe entre grandes e pequenos produtores”, esclarece o coordenador de TI do Projeto Smartcoop, Diego Boelter. O resultado dessa preocupação culminou em uma plataforma simples e prática, com alcance de interatividade entre produtores, técnicos e o mercado. Mas a SmartCoop não será uma plataforma estática. De acordo com Boelter, com a ajuda de todos os seus usuários, a equipe de TI seguirá aperfeiçoando constantemente o sistema.  “Traduzimos as dores e necessidades em tarefas de desenvolvimento que se transformaram em algo acessível a todos.”

A experiência desenvolvida a partir da demanda da FecoAgro é hoje o que está no ‘coração’ do negócio da Meta. Em 2020, ano em que o trabalho com as cooperativas começou, a empresa já estava debruçada sobre o trabalho de planejamento para os próximos quatro anos, onde o foco em transformação digital se estabeleceu como o serviço na ponta a ser oferecido. “Nos posicionamos como agentes da transformação digital, parceira não apenas no desenvolvimento do produto, mas um aliado estratégico para ajudar outras empresas nesse processo já bastante acelerado na pandemia”, destacou o executivo.

Fonte: Meta
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Terra Nascente implementa melhorias na compostagem

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação
- Terra Nascente implementa melhorias na compostagem

Com vistas a otimizar a aplicabilidade do TN Organic Multi (fertilizante orgânico composto classe “A”) pelo produtor rural, a Terra Nascente Fertilizantes começou o ano de 2021 promovendo melhorias no seu processo de compostagem. Com investimentos de aproximadamente R$ 1,1 milhão, a unidade de negócio do Grupo Katayama adquiriu um novo equipamento, feito sob encomenda, para atender as necessidades da empresa: uma peneira elétrica rotativa.

A nova peneira, de grande porte, garante o beneficiamento de 80 a 110 toneladas de produto por hora e o rendimento do processo depende principalmente da umidade da mistura.

Segundo Rafael de Melo Sousa, Supervisor Técnico Comercial da Terra Nascente Fertilizantes, com o aprimoramento do processo de compostagem, a aplicabilidade do fertilizante orgânico proporcionará ao produtor rural maior rendimento operacional e melhor desenvolvimento de suas culturas, já que o produto final traz uma qualidade física superior e refinada, sem traços de impurezas, é rico em matéria orgânica, macro e micronutrientes, ácidos fúlvicos e húmicos e livre de patógenos e propágulos de ervas daninhas. “Sendo assim, temos a segurança de entregar ao cliente um composto eficiente, com excelentes características biológicas, físicas e químicas, que certamente resultará em aumento de credibilidade e incrementos às nossas vendas.”

A formulação

Para otimizar o desempenho da nova peneira rotativa e o processo de compostagem, a Terra Nascente Fertilizantes realizou uma alteração na formulação do composto orgânico, substituindo a fonte de carbono utilizada, isto é, o bagaço de cana-de-açúcar (que era misturado ao esterco das galinhas poedeiras) pelo cavaco de madeira (do eucalipto) no processo de compostagem. “O cavaco de madeira tem tamanho maior, que proporciona maior aeração da leira, permitindo um aquecimento mais acelerado e, consequentemente, maior liberação de vapor d’água durante o processo de compostagem. Além disso, no momento do beneficiamento, o cavaco não obstrui as frestas da tela da peneira”, explica o supervisor.

O novo sistema rotativo é capaz de processar 100% da matéria-prima e o reaproveitamento do cavaco chega próximo a 80%. E mais: esse rejeito possui todos os micro-organismos agregados, enriquecendo ainda mais a produção do fertilizante naturalmente. A Terra Nascente Fertilizantes projeta receber cerca de 70 mil toneladas de dejetos de aves da Katayama Alimentos este ano.

Fonte: Terra Nascente Fertilizantes
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Ouro Verde fecha parceria para transporte de cana

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação

- Ouro Verde fecha parceria para transporte de cana

308 equipamentos, entre caminhões e implementos, foram locados, representando uma das maiores negociações do segmento de locação de pesados em 2021

Com início em abril, a próxima safra de cana-de-açúcar nas lavouras operadas pela Raízen, destaque na produção de açúcar, etanol e bioenergia no país, terá novos aliados na logística. A Ouro Verde, especialista em gestão e terceirização de frotas, expandiu sua parceria com a empresa por meio da locação de 308 equipamentos, entre caminhões e implementos, das marcas Volvo, Scania, Mercedes-Benz – Grunner, Santa Izabel, Facchini e Fliegl. Em volume de investimentos, o contrato representa uma das maiores negociações do mercado no segmento de pesados.

Para o diretor-presidente da Ouro Verde, Cláudio Zattar, a substituição da frota de tratores por caminhões semi-autônomos é uma tendência que se consolida com projetos robustos como este. “Oferecemos aos nossos clientes o que há de melhor no mercado, em termos de soluções inovadoras e tecnologia de ponta para atender as suas necessidades. Além de pioneira, a solução ofertada para a Raízen proporciona benefícios como menor custo na operação, maior eficiência na logística da colheita e maior produtividade do equipamento”, disse.

Entre os itens locados estão caminhões Axor 3131 Mercedes Grunner autônomos nível 2. Além de ser o primeiro contrato de locação desse tipo de equipamento para a Ouro Verde, a negociação representa uma das maiores vendas da história da Grunner, especializada em soluções para o campo. O equipamento, totalmente customizado para atuação nas lavouras de cana-de-açúcar, é preparado para não danificar a área plantada, se destacando pela grande performance ao proporcionar mais eficiência no tráfego de estradas irregulares, menor custo de manutenção, maior economia de combustível e mais segurança. Também foram adquiridos pela Ouro Verde e locados para a Raízen, cavalos mecânicos Volvo FMX, cavalos mecânicos Scania G540, além de implementos das marcas Facchini e Fliegl.

“Esse investimento reforça o trabalho intenso da Raízen para o desenvolvimento e fomento de novas soluções e tecnologias nas mais diversas frentes de sua atuação. Com uma frota e equipamentos que nos entregue alta performance e tecnologia, teremos uma melhor otimização de recursos e maior eficiência na operação e custos como um todo, além de contar com parceiros estratégicos que nos apoiam dentro da nossa jornada”, afirma Henrique Nakamura, diretor de Suprimentos da Raízen.Inovação e customização

A Ouro Verde é pioneira no segmento rodoviário e no transporte de cana-de-açúcar, destacando-se por ser uma locadora multimarcas que vem crescendo ano a ano, tendo como diferencial o desenvolvimento de soluções inovadoras e customizadas para atender as necessidades e desafios de seus clientes.

O diretor comercial da Ouro Verde, Manuel Silva, destaca que, para propor estratégias para suprir as demandas de cada negócio, a equipe da Ouro Verde presta consultoria, que envolve um estudo personalizado e mostra a viabilidade da locação e gestão para cada caso, compreendendo melhor a necessidade dos clientes. “No caso do transporte de cana-de-açúcar, o mercado tem aumentado a busca por locação porque a disponibilidade de equipamentos customizados e de alta tecnologia oferece inúmeros benefícios e pode reduzir significativamente os custos para as indústrias“, ressaltou.

A locação de veículos e equipamentos vem se fortalecendo como alternativa para empresas de diversos segmentos e o contrato com a Raízen reforça o potencial de ampliação dos negócios de locação de frotas no Brasil. A modalidade vem crescendo porque as empresas estão revendo suas estratégias, priorizando a defesa do caixa e a não mobilização de recursos financeiros com a compra de ativos.

Fonte: Ouro Verde
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Notícias

Geração Agro: aplicativo de gerenciamento para plantio

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação

- Geração Agro: aplicativo de gerenciamento para plantio

Software processa relatórios diários sobre o dia a dia na lavoura

A operação de plantio demanda um planejamento de todas as etapas para que, ao final, se atinja o objetivo desejado que é obter mais plantas por hectare e, consequentemente, mais retorno do investimento realizado. Cada planta a menos na linha é uma “quebra” na produção que ao final representa redução no lucro daquela lavoura. E com os preços que estão sendo pagos hoje pela soja, por exemplo, não dá para desperdiçar.

E além do planejamento, demanda também um controle de todo o processo, com análise dos relatórios diários sobre o que aconteceu no momento do plantio, quais as inconformidades, os problemas encontrados, a fim de que a correção seja feita rapidamente, evitando maiores perdas nos dias posteriores.

Conforme descreve o diretor técnico da Geração Agro, startup especializada em gestão de plantio, Paulo César Ferreira, há cerca de seis anos, quando a digitalização ainda não tinha chegado ao campo, o processo de fazer relatório de análise do plantio e a devolução para o gestor a fim de que pudesse fazer as correções necessárias era todo manual. Isto demandava horas de trabalho para preencher planilhas no computador e gerar os gráficos.

A chegada dos smartphones possibilitou instalar os softwares de gestão neste equipamento e o gestor poder preencher as informações sobre a operação que está sendo realizada já ao término dela e enviá-las para o escritório ou outras pessoas que estão ligadas ao operacional, logo que ele se conecta a um sinal 3G. “Esta é a essência do aplicativo que estamos lançando e implementando junto aos nossos clientes”, afirma Paulo Cesar. O GA Plus foi desenvolvido ao longo deste tempo, testado em várias versões até chegar no modelo atual, complementa o diretor técnico.

Em sua primeira versão, o aplicativo continha a metodologia referente à Certificação de Plantadeiras, que é o método de análise fina da máquina, onde 31 elementos são verificados por linha de plantio. Hoje o GA Plus é capaz também de fazer recomendações e guiar o check geral diário durante a operação. “Fomos colocando nele todo o conceitual agronômico desenvolvido pela empresa ao longo de anos, graças a uma programação com recursos tecnológicos e sem perder a interface amigável para o usuário”, explica Paulo César. Ele complementa dizendo que o aplicativo foi desenvolvido para melhorar o serviço dos gestores que já tenham sido treinados pela Geração Agro na  metodologia de Gestão do Plantio desenvolvida pela Consultoria.

O próprio aplicativo oferece um roteiro para o preenchimento dos dados em função do tipo de plantadeira, primeiro input requerido.

Para ilustrar, no caso da Certificação de Plantadeiras, o relatório traz logo de início uma estimativa do potencial impacto na produtividade esperada, assim como seu impacto financeiro caso as inconformidades não sejam corrigidas. “Reagimos mais rapidamente quando temos a dimensão do prejuízo”, finaliza o agrônomo.

Fonte: Geração Agro

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Como previnir coronavírus durante colheita do café

Por redação 20/04/2021
Escrito por redação

- Como previnir coronavírus durante colheita do café

Emater-MG, com apoio do Conselho Nacional do Café – CNC, lança cartilha com cuidados na colheita do café para a safra de café de 2021

A colheita do café da safra 2021 está começando e, nesta época, ocorrem muito trabalho e movimentação no campo, o que requer que sejam observados os devidos cuidados para evitar os efeitos da pandemia de Covid-19. Minas Gerais, maior produtor de café do país que responde por aproximadamente 70% da produção de café arábica, lança por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais – Emater-MG a cartilha “Orientações sobre prevenção ao coronavírus durante a colheita do café” sobre os cuidados que devem ser observados na colheita do café deste ano.

Neste contexto, a Emater-MG e as Prefeituras Municipais, com apoio do Conselho Nacional do Café – CNC, orientam sobre os cuidados que devem ser observados para a colheita do café, com o objetivo de preservar a saúde dos produtores e trabalhadores rurais. De acordo com essa cartilha, é preciso também estar atento às recomendações divulgadas por órgãos como Ministério da Saúde, Secretaria Estadual de Saúde, Ministério do Trabalho e Vigilância Sanitária. A cartilha também vem acompanhada de dois vídeos bastante explicativos com linguagem acessível para que cafeicultores e trabalhadores rurais adotem as medidas recomendadas.

As recomendações básicas que constam desta cartilha “Orientações sobre prevenção ao coronavírus durante a colheita do café”, versão para a presente safra 2021, devem ser adotadas em qualquer ambiente, seja em casa ou na lavoura. Nesse sentido, destacam-se as seguintes recomendações: Transporte de trabalhadores, Alojamentos, Refeitório, Trabalho e Foco na qualidade. Essa cartilha da Emater-MG também pode ser lida e obtida na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

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