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CuriosidadeTecnologia

ITR 2026: veja como fazer a declaração e o que o produtor rural precisa conferir

Por Redação 22/09/2026
Escrito por Redação

ITR 2026: veja como fazer a declaração e o que o produtor rural precisa conferir

O prazo para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR 2026) termina em 30 de setembro de 2026. Neste ano, uma das principais novidades é o serviço “Minhas Declarações do ITR”, que permite preencher e transmitir a declaração diretamente pelo navegador, por meio dos serviços digitais da Receita Federal.

Para evitar pendências, o produtor rural deve conferir antecipadamente os dados do imóvel, a situação cadastral, o Valor da Terra Nua (VTN) e as áreas ambientais declaradas, além de observar as regras para pagamento do imposto.

As orientações são da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA), com base nas regras da Receita Federal para o ITR 2026.

ITR 2026: quem deve usar a declaração pela internet?

A utilização da versão web do ITR 2026 é obrigatória para todas as pessoas jurídicas e para pessoas físicas que tenham imóvel rural com área superior a 100 hectares.

Para pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares, o uso da plataforma web permanece opcional, conforme as regras estabelecidas para o exercício.

O acesso ao serviço “Minhas Declarações do ITR” exige autenticação digital. A Receita Federal disponibiliza o acesso, preferencialmente, por meio de conta Gov.br nos níveis prata ou ouro, além de certificado digital ou procuração eletrônica, conforme a situação do contribuinte.

1. Confira os dados do imóvel rural

Antes de enviar a declaração do ITR, o primeiro passo é conferir os dados cadastrais do imóvel e do titular, considerando a situação existente em 1º de janeiro de 2026.

A FAEPA orienta o produtor a verificar se as informações são compatíveis com os dados disponíveis no Cadastro de Imóveis Rurais da Receita Federal, CCIR/INCRA, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e demais documentos da propriedade.

Diferenças entre os cadastros podem dificultar o processamento da declaração e exigir regularização posterior.

2. Tenha atenção ao Valor da Terra Nua (VTN)

O Valor da Terra Nua (VTN) é outro ponto importante no preenchimento do ITR.

O VTN corresponde ao valor da terra sem considerar construções, instalações, benfeitorias, culturas permanentes, pastagens cultivadas e outros elementos que não fazem parte da terra nua.

O produtor deve manter documentos que possam comprovar o valor informado na declaração, principalmente quando houver diferença significativa em relação aos valores de referência utilizados pela administração tributária.

Quando necessário, a comprovação poderá envolver documentação técnica, incluindo avaliação ou laudo elaborado por profissional habilitado, conforme as exigências aplicáveis ao caso.

3. Confira as áreas ambientais da propriedade

As áreas ambientais também precisam ser informadas corretamente na declaração do ITR 2026.

Entre elas estão as áreas destinadas à preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas, observadas as regras específicas do imposto.

A FAEPA recomenda ainda que o produtor mantenha o CAR atualizado, além do recibo e dos demais documentos ambientais da propriedade para eventual comprovação das informações declaradas.

4. Veja como funciona o pagamento do ITR 2026

Depois da transmissão da declaração, o produtor deve emitir o DARF para o pagamento do imposto apurado.

O ITR pode ser pago em quota única ou em até quatro quotas iguais, desde que sejam observadas as regras e os valores mínimos estabelecidos pela Receita Federal.

Nos casos de parcelamento, as quotas posteriores à primeira ficam sujeitas aos acréscimos legais aplicáveis.

Quando o valor total do imposto for inferior ao limite estabelecido para parcelamento, o pagamento deverá ser feito em quota única.

Por isso, depois de entregar a declaração, o produtor deve ficar atento às datas de vencimento para evitar multas e outros encargos.

5. Separe os documentos antes de fazer o ITR

Para facilitar o preenchimento do ITR 2026, a orientação da FAEPA é reunir antecipadamente os documentos e informações da propriedade.

Entre os principais itens a serem conferidos estão:

  • dados cadastrais do imóvel e do proprietário;
  • informações do CCIR/INCRA;
  • dados e recibo do CAR;
  • documentos relacionados às áreas ambientais;
  • informações utilizadas para determinar o VTN;
  • documentos da propriedade que possam comprovar os dados informados na declaração.
6. Não deixe a declaração do ITR para a última hora

A FAEPA recomenda que os produtores rurais não deixem a entrega do ITR 2026 para os últimos dias do prazo.

A conferência antecipada é especialmente importante quando existem diferenças entre os cadastros do imóvel ou quando é necessário reunir documentos para comprovar o VTN e as áreas declaradas.

Em caso de dúvidas ou dificuldades no preenchimento, a orientação é procurar o Sindicato dos Produtores Rurais do município, profissional habilitado ou os canais oficiais da Receita Federal.

Qual é o prazo para declarar o ITR 2026?

O prazo para entrega da Declaração do ITR 2026 termina em 30 de setembro de 2026, às 23h59min59s, no horário de Brasília.

A entrega correta e dentro do prazo contribui para manter a regularidade fiscal do imóvel rural e evitar pendências e encargos futuros.

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EmpresasTecnologia

Pneus específicos para o cultivo de arroz aumentam eficiência das máquinas no campo

Por Redação 22/09/2026
Escrito por Redação

Pneus específicos para o cultivo de arroz aumentam eficiência das máquinas no campo

Em uma cultura marcada por operações em áreas alagadas e condições de solo que podem comprometer a estabilidade das máquinas, a escolha dos pneus ganha importância para o desempenho do manejo do arroz irrigado. Características como tração, capacidade de carga, resistência e distribuição do peso podem fazer diferença no trabalho de tratores e colhedoras durante as diferentes etapas da operação.

O desafio ganha relevância em um momento de pressão sobre a rentabilidade da rizicultura. Na safra 2025/26, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção de 11,1 milhões de toneladas de arroz. Se por um lado a produção foi positiva, do outro, houve uma redução de aproximadamente 15% na área cultivada, o que deve totalizar 1,25 milhão de hectares, dos quais 905,2 mil ha estão no Rio Grande do Sul, principal estado produtor.

Segundo Alessandro Maicá, gerente regional da Titan, as condições climáticas contribuíram e de forma geral, não houveram perdas significativas por excesso de chuvas ou estiagem. “Agora, a principal dificuldade é a valorização do grão. Alguns produtores estão segurando a produção e armazenando até o limite, na expectativa de conseguir uma negociação melhor. Isso é fundamental para melhorar a rentabilidade”, afirma.

Nesse cenário, reduzir perdas durante as operações e aproveitar melhor o potencial dos equipamentos pode contribuir para uma gestão mais precisa dos custos no campo. É justamente para atender às particularidades desse ambiente que a Titan Pneus desenvolveu uma linha específica para a rizicultura. Nos últimos anos, a empresa vem evoluindo o portfólio e agora apresenta os lançamentos da terceira geração da linha Super Arrozeiro Goodyear.

Lançamentos ampliam opções

Para as operações em áreas alagadas o pneu precisa responder a uma condição de solo que apresenta baixa estabilidade e exige muito do conjunto de rodagem. A partir de pedidos e demandas dos clientes, a linha Super Arrozeiro 3 foi desenvolvida para oferecer desempenho dos tratores utilizados em áreas irrigadas, com foco em durabilidade e resistência a impactos e cortes. “Por isso, trabalhamos em um desenho que favorece a tração e a penetração, além de contribuir para reduzir a patinação do trator”, explica.

Entre as novidades estão duas medidas que apresentavam demanda no mercado e ainda não eram produzidas pela Titan: a 12.4-24, voltada a tratores de menor potência e bastante utilizada em propriedades menores, e a 13.6-24, ambas na versão de garra alta.

É importante destacar que a agricultura, de maneira geral, utiliza pneus com garra média, ou R1, indicados para solos não úmidos ou alagados. Na rizicultura, porém, as condições de trabalho exigem uma garra mais alta. Na prática, a altura da barra de um pneu R2 é aproximadamente o dobro da de um R1. “Sem o pneu adequado, a máquina perde capacidade de tração, patina e pode não conseguir avançar no terreno. Por isso, a garra alta é fundamental”, diz Maicá.

Com as novidades, a empresa amplia o portfólio destinado à rizicultura e mantém medidas exclusivas para determinadas aplicações. A Linha conta com 25 SKUs, ou seja, 25 medidas produzidas no Brasil para atender a diferentes aplicações. Outro destaque é a 28L26, atualmente uma das principais medidas utilizadas em colhedoras. Segundo a gerente regional, a Titan é a única empresa a produzi-la na versão de garra alta, na linha R2 eficiente para operações em solos alagados, úmidos, barrentos e lamacentos, tanto no preparo do solo, quanto na colheita.

Já a medida 14.9-24, bastante utilizada no setor, até está disponível no mercado, porém com versões de seis ou oito lonas. “Já os nossos pneus nesse modelo, são produzidos com 12 lonas para atender a uma demanda específica”, detalha Maicá.

Outra característica importante é o formato da garra, que se assemelha ao número 7. Segundo o especialista, esse desenho proporciona maior capacidade de tração e também contribui para a autolimpeza do pneu. Conforme ele gira e sai do solo, o próprio formato da garra ajuda a expulsar a argila e o barro que aderem à banda de rodagem. “Isso é importante porque, sem essa autolimpeza, o acúmulo de barro reduziria a altura efetiva da garra e comprometeria a tração do pneu”, explica.

Outro diferencial da linha Super Arrozeiro 3 é a tecnologia Orbitech, baseada na construção laminada do pneu. O processo elimina emendas nos componentes e reduz o risco de deslocamentos internos, ocorrência que pode comprometer a vida útil do pneu em operações mais severas.

“O desenvolvimento envolveu um trabalho intenso de pesquisa, principalmente na formulação do composto, buscando melhorar a performance e a durabilidade. Também trabalhamos para evitar desgaste precoce e rachaduras, com uma carcaça mais robusta e adequada às condições de operação”, afirma Maicá.

Além da aplicação em solos alagados, a linha foi desenvolvida para oferecer capacidade de carga, resistência e potencial de recapagem, fatores que podem contribuir para ampliar a vida útil do conjunto e reduzir a necessidade de substituições frequentes.

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Feiras & EventosTecnologia

Pulverizador 400R é destaque da John Deere no Congresso Brasileiro do Algodão

Por Redação 22/09/2026
Escrito por Redação

Pulverizador 400R é destaque da John Deere no Congresso Brasileiro do Algodão

A John Deere participa da 15ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão e destaca o pulverizador 400R e a tecnologia See & Spray, além de compartilhar informações sobre soluções para diferentes etapas da produção de algodão, incluindo a colhedora CP770. O evento ocorre de 22 a 24 de setembro, em Belo Horizonte (MG).

“O Congresso Brasileiro do Algodão é um espaço fundamental para acompanhar a evolução da cotonicultura e compartilhar tecnologias que contribuem para tornar as operações cada vez mais eficientes. Estar próximo dos produtores e do setor é essencial para entendermos as necessidades do campo e continuarmos desenvolvendo soluções que apoiem esse crescimento”, afirma Jorge Murilo Suguisawa, gerente de Marketing Tático da John Deere para Cana-de-Açúcar e Algodão.

A série 400R, fabricada em Catalão (GO), é uma evolução no portfólio de pulverização da John Deere. Os modelos 430R, 440R e 400R DN trazem uma nova arquitetura eletrônica, motores de 285 a 300 cv, barras de até 40 m e melhorias que reduzem o tempo de abastecimento e ajustes operacionais.

As máquinas operam em velocidades de até 40 km/h, com 39% melhor controle de altura de barra, 21% mais precisão no sistema de direção e opção de vão livre ampliado (1,7m e 1,9m).

Entre os diferenciais estão:
  • Redução de até 10% no tempo de abastecimento;
  • Até 50% menos tempo em ajustes e configurações;
  • Sistema CommandDrive, que pode gerar até 7% de economia de combustível ao automatizar e otimizar a condução da máquina durante a operação;
  • Conexão de internet via satélite da Starlink (JDLink Boost).

Os equipamentos também contam com uma nova arquitetura eletrônica e um sistema de controle de solução premium, com bomba dedicada para abastecimento, sensores de nível nos tanques, válvulas e registros eletrônicos e ajuste automático de bitola com memorização. Além disso, seu design possibilita abastecimento frontal e lateral com painéis de controle integrados, trazendo mais eficiência e praticidade às operações no campo.

A série 400R busca atender os clientes médios e grandes que trabalham com culturas de milho, soja, cana e algodão.

O principal destaque é o sistema de pulverização inteligente da John Deere, o See&Spray, uma tecnologia baseada em visão computacional e aprendizado de máquina. A solução identifica plantas daninhas em tempo real e aplica o defensivo somente onde há necessidade, reduzindo significativamente o volume pulverizado, os custos com insumos e o impacto ambiental, além de aumentar a eficiência operacional e a sustentabilidade das lavouras.

Outro destaque da marca é a colhedora de algodão CP770, desenvolvida para aumentar a eficiência operacional, proteger o valor do algodão colhido e elevar a rentabilidade do produtor.

Com capacidade de produzir fardos até 2% maiores e 5% mais densos em comparação à geração anterior, o equipamento proporciona ganhos diretos em logística, transporte e armazenagem, além de contribuir para uma operação mais eficiente do campo até a algodoeira.

 

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Tecnologia

INMET prevê calor acima da média e chuvas irregulares até novembro

Por Redação 21/09/2026
Escrito por Redação

INMET prevê calor acima da média e chuvas irregulares no Brasil até novembro

O Brasil deve ter temperaturas acima da média entre setembro e novembro, segundo o prognóstico agroclimático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A previsão indica também chuvas abaixo da média em grande parte do Centro-Norte, enquanto a Região Sul deve registrar volumes superiores à climatologia. São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul também aparecem entre as áreas com tendência de chuva acima da média.

Para a agricultura, o cenário traz impactos diferentes conforme a região. No Centro-Oeste, principal área produtora de grãos, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal devem ter chuvas abaixo da média e temperaturas até 2 °C superiores à climatologia. Em outubro, a combinação de calor e menor disponibilidade de água pode dificultar a germinação e o estabelecimento da soja, principalmente no sudoeste de Mato Grosso.

No Sul, a previsão é de chuva acima da média durante todo o trimestre. O excesso de umidade pode dificultar a colheita das culturas de inverno e atrasar a implantação da soja. Para o trigo, o cenário aumenta o risco de problemas de qualidade dos grãos e reduz as janelas de trabalho no campo.

No Sudeste, o cenário é dividido. São Paulo e o Triângulo Mineiro tendem a receber mais chuva, enquanto áreas do centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro podem ter volumes abaixo da média. As temperaturas devem permanecer acima da média em toda a região. O déficit hídrico pode exigir maior atenção no início da semeadura da soja em Minas Gerais e afetar a florada do café em áreas de Minas Gerais e Espírito Santo.

No Nordeste, a tendência é de chuvas abaixo da média e temperaturas mais elevadas. A deficiência hídrica deve se intensificar a partir de outubro, com maior atenção para áreas de sequeiro e para o milho de terceira safra no SEALBA e em Pernambuco.

Já na Região Norte, o INMET prevê predominância de chuvas abaixo da média e temperaturas acima da climatologia. O déficit hídrico tende a avançar para o norte ao longo do trimestre, com atenção para as lavouras de arroz de várzea no Marajó.

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Tecnologia

Inteligência Artificial aplicada a pulverizadores amplia precisão no manejo do algodão

Por Redação 21/09/2026
Escrito por Redação

Inteligência Artificial aplicada a pulverizadores amplia precisão no manejo do algodão

Uma solução inédita no mercado brasileiro leva Inteligência Artificial à pulverização das lavouras de algodão para orientar, em tempo real, as aplicações de reguladores de fungicidas, inseticidas e herbicidas. A SaveFarm Cotton, desenvolvida pela Eirene Industrial S/A, reúne uma nova geração de algoritmos dedicados, hardware embarcado de nova geração e interface intuitiva para o manejo da plantação, respeitando as características específicas da cotonicultura.

A solução será lançada no 15º Congresso Brasileiro do Algodão, realizado entre 22 e 24 de setembro em Belo Horizonte (MG), com a promessa de ampliar a produtividade e reduzir em até 95% os custos com pulverização.

A inovação chega ao mercado em um momento de incertezas no setor. Segundo estimativas da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a produção brasileira de algodão em pluma deve chegar a 4,14 milhões de toneladas na safra 2025/2026, redução de 2,5% em relação à safra anterior.

“Estamos falando de uma cultura que apresenta um alto valor de produção e que demanda tecnologias capazes de reduzir os custos e evitar o desperdício, mantendo a qualidade do produto. Por isso, desenvolvemos uma solução específica para as lavouras de algodão, tornando a pulverização mais assertiva em diferentes estágios da plantação” explica Eduardo Marckmann, CEO da Eirene Solutions.

Ele explica que uma das principais características do novo sistema é a configuração da plataforma. Com espaçamento entre os bicos de 22,5 centímetros e 25 centímetros, o SaveFarm Cotton amplia a capacidade de identificação dos alvos, aumentando a precisão na aplicação dos produtos, enquanto o sistema tradicional apresenta uma distância de 1 metro entre os bicos.

A solução foi desenvolvida a partir de uma base composta por milhões de imagens coletadas em diferentes regiões produtoras, contemplando múltiplos estágios fenológicos da cultura, variações de solo, condições de luminosidade, cultivares e cenários operacionais encontrados no campo.

Por meio de visão computacional avançada e modelos proprietários de aprendizado de máquina, a plataforma é capaz de interpretar o ambiente em tempo real e tomar decisões agronômicas durante a operação de pulverização.

Os algoritmos foram treinados especificamente para identificar estruturas vegetativas do algodoeiro, distinguir plantas daninhas da cultura e reconhecer padrões relacionados ao desenvolvimento da lavoura.

O projeto envolveu ainda o desenvolvimento de novos algoritmos, atualizações de hardware, uma arquitetura operacional redesenhada e uma interface dedicada às necessidades da cotonicultura. O SaveFarm Cotton também incorpora uma nova geração de hardware embarcado, desenvolvida para suportar a elevada capacidade computacional exigida pelos algoritmos específicos da cultura do algodão. 

Com uma interface totalmente redesenhada e pensada exclusivamente para a cultura do algodão, o novo sistema oferece uma experiência mais intuitiva para o operador, permitindo melhor visualização das aplicações, monitoramento em tempo real dos alvos identificados pela inteligência artificial e gestão mais eficiente das estratégias de manejo adotadas durante a safra.

“Na cultura do algodão, pequenas diferenças dentro da lavoura podem alterar a necessidade de aplicação de defensivos. A nossa ferramenta transforma essa leitura em comandos para o pulverizador em frações de segundos e com precisão milimétrica, direcionando o produto aos pontos identificados”, afirma Eduardo Marckmann. “Em diferentes culturas, a pulverização seletiva da SaveFarm resultou em uma economia de até 95% do uso de fungicidas, inseticidas e herbicidas”, complementa.

Outro diferencial do SaveFarm Cotton está no processamento de dados que ocorre de forma embarcada, sem necessidade de conexão com a internet ou comunicação externa. As imagens capturadas pelas câmeras instaladas nas barras do pulverizador são processadas em tempo real pelo sistema Cortex.AI, permitindo decisões instantâneas durante a operação e garantindo alta confiabilidade mesmo em regiões sem cobertura de rede.

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Trigo tem queda de 2% no valor de produção, enquanto arroz recua 12%
Mercado

Começa colheita do trigo nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul

Por Redação 21/09/2026
Escrito por Redação

Começa colheita do trigo nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul

As condições ambientais foram favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de trigo na maior parte do Rio Grande do Sul. Há, contudo, diferenças de desenvolvimento entre as regiões, em função da época de implantação e das condições meteorológicas ao longo do ciclo.

De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (17/9), as áreas de trigo implantadas de forma precoce, no oeste do Estado, avançam para as fases de enchimento de grãos (44%) e maturação (5%), e inicia-se a colheita. Nas lavouras de implantação mais tardia, predominam os estágios de desenvolvimento vegetativo (12%) e de espigamento e floração (39%).

Em relação ao quadro fitossanitário, há incidência de oídio, de manchas foliares, de ferrugens e de giberela. Destaca-se a necessidade de maior atenção às lavouras em floração e às áreas submetidas a condições meteorológicas propícias ao desenvolvimento de doenças. Para a Safra 2026, a área projetada com trigo no Estado é de 814.220 hectares, e a produtividade média, de 2.701 kg/ha.

Na região de Santa Rosa, 4% das lavouras de trigo estão em desenvolvimento vegetativo, 28% em floração, 61% em enchimento de grãos e 7% em maturação. As lavouras apresentam bom número de espiguetas por espiga e ausência de falhas de fecundação, mantendo o potencial produtivo favorável.

Na região de Caxias do Sul, a elevada nebulosidade e a baixa luminosidade, associadas às temperaturas reduzidas, retardaram o desenvolvimento das plantas. As lavouras de trigo estão no final do perfilhamento e início da elongação do colmo, mantendo, apesar das intempéries, expectativa de rendimento considerada satisfatória. Já na região de Santa Maria, em Tupanciretã, município de maior extensão regional do cultivo, 20% das lavouras estão em elongação, 60% em floração e 20% em enchimento de grãos.

Nas áreas mais adiantadas, o frio intenso e as geadas mantêm a necessidade de acompanhamento durante a floração, mas a quantificação de eventuais perdas ainda não foi realizada.

Aveia-branca

Houve avanço do ciclo nos cultivos de aveia-branca. Do total da área, estimada para o Estado em de 387.697 hectares, 11% estão em desenvolvimento vegetativo, 49% em enchimento de grãos, 27% em floração, 11% em maturação e 2% colhidos. De modo geral, as condições das lavouras estão satisfatórias, com bom desenvolvimento e condições sanitárias favoráveis, embora persista a incidência pontual de doenças foliares, especialmente ferrugens. A produtividade média estadual está projetada em 2.322 kg/ha.

Canola

A cultura da canola avança para as fases finais do ciclo. Predominam lavouras em floração e enchimento de grãos (88%), e aumentam as áreas em maturação (9%). A colheita ainda se limita a pequenas extensões de implantação precoce (1%).

As condições de maior luminosidade, de temperaturas favoráveis e de menor umidade relativa do ar, observadas em parte do período, contribuíram para o avanço fenológico, para o desempenho das plantas e, nas áreas em floração, para maior atividade de polinizadores.

A ocorrência de geada em lavouras em formação pode ter comprometido de forma parcial o enchimento das síliquas, mas ainda sem quantificação definitiva das perdas. A área cultivada de canola no Rio Grande do Sul está estimada em 353.397 hectares, e a produtividade média em 1.619 kg/ha.

Carinata

A cultura apresenta desenvolvimento e estande satisfatórios, apesar das diferenças entre as regiões, em função da época de implantação e das condições meteorológicas ao longo do ciclo. As lavouras em desenvolvimento vegetativo totalizam 3%; em floração são 32%; em enchimento de grãos, 62%; e em maturação, 3%.

Na região de Frederico Westphalen, as lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório. Estão 70% em enchimento de grãos e 30% em maturação. A expectativa atual de produtividade está próxima de 1.100 kg/ha. Já na região de Ijuí, 15% da área de canola está em floração, 80% em granação e 5% em maturação.

Cevada

As janelas de tempo firme favoreceram a evolução da cultura e a continuidade das operações de manejo. Nas regiões de maior concentração de cultivo, apesar das chuvas volumosas, não foram relatados impactos relevantes nas lavouras.

Cerca de 50% da área cultivada está em desenvolvimento vegetativo, 30% em floração e 20% em enchimento de grãos. De forma pontual, algumas lavouras iniciaram o processo de maturação. A área de cultivo estimada é de 20.320 hectares no Estado, e a produtividade média de 3.020 kg/ha.

Culturas de verão
Milho

O plantio de milho no Rio Grande do Sul chega a 60% da área e está praticamente finalizado na região Noroeste. A ocorrência de geada causou danos em lavouras implantadas mais cedo e nos locais mais propícios para ocorrência de geadas.

Os produtores realizaram as aplicações de herbicidas e de inseticidas; estes para o controle de cigarrinha, cuja incidência aumentou. A estimativa da Emater/RS-Ascar aponta o plantio de 896.401 hectares de milho, produtividade projetada de 7.711 kg/ha e produção aproximada de 6,91 milhões de toneladas.

Arroz

Na região de Bagé, há intenção de plantio de 361.027 hectares de arroz. Houve excelente evolução na semeadura das lavouras, ainda concentrada nos municípios da Fronteira Oeste, com histórico de implantação da cultura desde o início de setembro.

Em Maçambará, 15% dos 16.900 hectares previstos foram semeados. A alta capacidade de máquinas e implementos utilizados pelos produtores permitem avanço diário significativo do plantio. As temperaturas baixas devem provocar algum atraso no estabelecimento das lavouras. Ainda assim, a sequência de dias de tempo seco foi propícia para os cultivos.

As barragens cheias e a boa reação na cotação do produto motivam os produtores, que estavam pessimistas em relação à primavera pela ocorrência de El Niño, à falta de crédito e aos insumos com cotações elevadas.

Feijão 1ª safra

Na região de Ijuí, a semeadura evoluiu para 40% da área projetada, que é de 883 hectares para o Rio Grande do Sul. O desenvolvimento das plantas ocorreu de forma lenta devido ao tempo frio.

Na região de Pelotas, segue o plantio das primeiras lavouras em locais protegidos e sem riscos de geadas.

Na região de Soledade, no baixo Vale do Rio Pardo, a semeadura do feijão 1ª safra está em fase final. Nas regiões Centro-Serra e Alto da Serra do Botucaraí, as áreas estão preparadas para o plantio.

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Mercado

Agroindústria desacelera e recua 2,9% em julho, revela FGV Agro

Por Redação 21/09/2026
Escrito por Redação

Agroindústria desacelera e recua 2,9% em julho, revela FGV Agro

De acordo com o Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) do FGV Agro, a agroindústria recuou (–2,9%), em julho, ao comparar com o mesmo período do ano passado. Esse desempenho negativo, segundo o estudo, deve-se pela retração dos Produtos Não Alimentícios (–4,5%) e Produtos Alimentícios e Bebidas (–1,6%), usando a mesma base comparativa.

Ao analisar o resultado por segmento, os Produtos Alimentícios, isoladamente, tiveram um recuo de (–2,6%), também nesse período. Por outro lado, as Bebidas tiveram alta significativa em 5%, devido ao alto volume na produção de Bebidas Alcoólicas e de Bebidas Não Alcoólicas avançando, respectivamente, 6,8% e 3,3%.

Mesmo com um índice negativo, na categoria de Produtos Não Alimentícios, dois setores tiveram excelente desempenho em julho: Biocombustíveis, com alta de 6,1%, impulsionado pelo aumento da moagem e pela maior qualidade da cana-de-açúcar; e o Fumo, com crescimento de 23,6%, que corresponde a terceira alta interanual consecutiva e o melhor mês de julho desde 2018.

Para os pesquisadores do PIMAgro essa dinâmica de contração é consistente com o desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, divulgado pelo IBGE em setembro, com queda de 0,9% na Indústria de Transformação no período. Os fatores que explicam esses números já são amplamente conhecidos, seja o ambiente de elevada taxa de juros, seja o esgotamento do modelo de crescimento puxado a todo custo pelo consumo das famílias.

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Produção de soja está estimada em 180,4 milhões de toneladas, diz Abiove
Mercado

Exportação de soja deve recuar 0,3% em relação à projeção anterior, diz Abiove

Por Redação 18/09/2026
Escrito por Redação

Exportação de soja deve recuar 0,3% em relação à projeção anterior, diz Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou as estatísticas e projeções do Complexo Soja para o ano de 2026. De acordo com as novas estimativas divulgadas pela entidade, a produção nacional de soja em grão permanece em 180,4 milhões de toneladas, acompanhando o levantamento oficial da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Já as exportações do grão foram ajustadas para 115 milhões de toneladas, registrando um recuo de 0,3% em relação à projeção anterior, enquanto o volume destinado ao esmagamento industrial subiu 0,3%, alcançando 63,5 milhões de toneladas. A estimativa para as importações de soja em grão situa-se em 900 mil toneladas.

No segmento de derivados, a produção de farelo de soja subiu 0,4%, projetada em 48,9 milhões de toneladas, com o volume exportado mantido em 25,3 milhões de toneladas.

Para o óleo de soja, a produção prevista subiu 0,4%, alcançando 12,8 milhões de toneladas, enquanto os embarques ao exterior foram revisados para 1,8 milhão de toneladas, o que representa um crescimento de 5,9% frente à estimativa anterior. A importação de óleo permanece estimada em 125 mil toneladas.

“O ajuste nas estimativas reflete o forte desempenho do processamento nacional de soja e o aquecimento do mercado internacional para o óleo de soja. A elevação constante no acumulado do ano demonstra a eficiência e a competitividade do setor industrial em responder às demandas globais e domésticas. Seguimos acompanhando os indicadores de oferta e demanda com cautela para garantir o suprimento regular de grãos e derivados ao longo do ano”, afirma Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove.

Processamento

Em julho de 2026, o processamento mensal de soja somou 5,13 milhões de toneladas. Esse volume representa uma elevação de 1,9% em comparação a junho de 2026 e um crescimento de 7,4% em relação a julho de 2025, quando ajustado pelo percentual amostral.

No acumulado do ano até julho, o volume processado alcançou 33,6 milhões de toneladas, o que corresponde a um avanço de 8,3% na comparação com o mesmo período de 2025, também considerando o ajuste amostral.

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Mercado

Prévia do PIB de julho indica recuo do agro em meio à lentidão da renegociação das dívidas

Por Redação 18/09/2026
Escrito por Redação

Prévia do PIB de julho indica recuo do agro em meio à lentidão da renegociação das dívidas

O Banco Central divulgou, na última quarta-feira (16), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de julho, que mostrou um recuo de 0,2% na economia brasileira. O indicador é considerado uma prévia do PIB e a queda foi puxada por uma variação para baixo do setor agropecuário (-1,2%).

Os dados também indicam uma diminuição na variação do trimestre (maio a julho). De acordo com o Banco Central, houve uma queda de 0,3% na comparação com o período anterior (fevereiro a abril). Nessa mesma janela de análise, a agropecuária teve um recuo de 0,6%, sendo o pior desempenho entre os setores da indústria e de serviços.

Diferentemente do indicador do PIB feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IBC-Br tem um conjunto menor de análises, mas traz um retrato mais rápido. Conforme o próprio Banco Central, ele “ajuda a entender o ‘agora’ da atividade econômica”, além de ajudar na tomada de decisões, como a taxa básica de juros.

Renegociação das dívidas

O quadro apresentado pelo indicador do Banco Central ocorre em meio à execução da Medida Provisória 1.376/2026, que trata da renegociação das dívidas rurais. A iniciativa não tem cumprido o seu papel e entidades representativas têm apontado problemas.

Em uma carta aberta divulgada na última semana, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifestou preocupação com a implementação da MP. O documento lista uma série de obstáculos que os produtores têm vivenciado no momento de buscar as linhas de repactuação.

“Entre os principais entraves estão a exigência de laudos agronômicos para a comprovação de perdas passadas, custos adicionais, a revisão de garantias, a cobrança de entrada de produtores que já não possuem capacidade financeira e restrições que podem comprometer o acesso ao crédito para a próxima safra”, indicou a bancada.

Conforme o último levantamento divulgado pelo Banco Central, a carteira de crédito rural atingiu, em julho, R$ 881,7 bilhões. Desse montante, cerca de 23,5% (R$ 207,4 bilhões) correspondem a operações consideradas problemáticas — em atraso, inadimplentes, prorrogadas ou renegociadas. Somente a inadimplência alcançou R$ 45,8 bilhões, o maior nível das últimas safras.

A vice-presidente da FPA, senadora Tereza Cristina (PP-MS), classifica o momento como uma crise e chama de “tempestade perfeita” a conjuntura de fatores que vêm pressionando o setor.

“Hoje o agro, apesar de toda a pujança, de puxar o PIB brasileiro, vive um momento muito difícil. As fábricas de máquinas agrícolas não estão vendendo, os produtores não estão conseguindo comprar os fertilizantes pelo preço. E nós temos aí um problema dos juros que são altíssimos. Então isso leva a um problema de crédito. Muitos produtores inadimplentes e muitos pedindo recuperação judicial. Além disso, nós plantamos a safra com o dólar a R$ 6 e hoje o dólar está a R$ 5,20. Então isso também traz um prejuízo, já que a nossa produção é vinculada, também, ao dólar”, disse.

Seguro Rural

A senadora também afirma que uma forma de evitar esse quadro grave no setor é um Seguro Rural mais robusto. “É o instrumento que pode trazer mais tranquilidade para o produtor”, pontuou.

Apesar disso, o indicativo para 2027 não traz alívio. Como mostrado pela Agência FPA, a proposta orçamentária do ano que vem encaminhada pelo governo federal prevê um montante de R$ 1,2 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Porém, mais de 70% dos recursos não estão garantidos, dependendo de aprovação complementar ou de uma arrecadação extra.

Caso esse arranjo orçamentário se confirme, será o terceiro ano seguido de incertezas sobre o PSR. Isso porque, em 2025, apenas R$ 581 milhões de R$ 1,06 bilhão foram executados. Neste ano, bloqueios e cortes deixaram disponíveis para o programa R$ 473,8 milhões de uma previsão inicial de R$ 1,01 bilhão.

O efeito mais sensível é uma baixa adesão à proteção, o que gera um ciclo vicioso, como produtores vêm relatando. O também vice-presidente da FPA, senador Jaime Bagattoli (PL-RO), disse que uma cobertura maior poderia diminuir a verba para subvenção do crédito e lembrou do papel do seguro em outros países.

“No Brasil, no ano de 2025, menos de 3,5% de toda a área plantada tinha Seguro Rural. Nos Estados Unidos, são 90%, sem falar de um seguro garantidor de preço que eles têm. Então, quer dizer, eles estão anos-luz à nossa frente”, comentou.

Uma solução encaminhada pela FPA foi o Projeto de Lei 2.951/2024. A proposta moderniza e dá novas bases para o Seguro Rural no Brasil, por exemplo, com a operacionalização do Fundo de Catástrofes. A matéria foi aprovada no Senado no último esforço concentrado e aguarda sanção presidencial para virar lei.

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Empresas

Coopercitrus e Jacto inauguram loja em Marília para ampliar atendimento ao produtor

Por Redação 18/09/2026
Escrito por Redação

Coopercitrus e Jacto inauguram loja em Marília para ampliar atendimento ao produtor

A Coopercitrus – Cooperativa de Produtores Rurais, em parceria com a revenda Master Jacto, inaugura próxima na terça-feira, 22, a nova Loja Coopercitrus Jacto em Marília (SP). 

A loja, projetada para oferecer mais proximidade no atendimento, reúne em seus 543 m² showroom, oficina, departamento de peças e suporte técnico, ampliando o atendimento da linha Master Jacto para mais de 20 municípios e o alcance das soluções em implementos agrícolas para cerca de 50 municípios da região.

“A inauguração desta unidade representa muito mais do que a abertura de um novo espaço. Ela simboliza o nosso compromisso de estar cada vez mais próximos dos produtores, compreendendo suas realidades e contribuindo de forma efetiva para seus desafios e oportunidades no dia a dia”, destaca o gerente da filial, Everton Augusto Correa.

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