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Coleta de dados não é suficiente para a semeadura de precisão entregar resultados
Tecnologia

Coleta de dados não é suficiente para a semeadura de precisão entregar resultados

Por Redação 25/02/2026
Escrito por Redação

Coleta de dados não é suficiente para a semeadura de precisão entregar resultados

Com a produção brasileira de grãos estimada pela Conab em 353,4 milhões de toneladas na temporada 2025/26, em uma área de 83,9 milhões de hectares, a margem para erro operacional na semeadura fica menor. Nesse contexto, a discussão sobre agricultura de precisão sai do volume de dados e entra na usabilidade: como transformar informação de campo em regulagem prática, no momento certo. A própria definição técnica mais recente de agricultura de precisão reforça esse ponto: trata-se de uma estratégia de gestão que coleta, processa e analisa dados para apoiar decisões conforme a variabilidade da lavoura, ou seja, dado sem interpretação não fecha o ciclo. A formulação foi revisada em janeiro de 2024 pela International Society of Precision Agriculture (ISPA).

Segundo Maximiliano Cassalha, gerente comercial da Crucianelli Brasil, as plantadeiras, por exemplo, captam em tempo real indicadores como índice de qualidade de semeadura, população, falhas, duplas e desempenho do dosador. “Hoje o desafio já não é gerar dados, mas interpretá-los corretamente. A aplicação útil da telemetria depende de contexto agronômico e capacidade de ajuste durante o trabalho”, informou.

Segundo o especialista, nos equipamentos da marca, esse fluxo é feito por meio de uma plataforma de telemetria, para disponibilizar dados ao produtor e ao consultor técnico. “No desenho operacional descrito, o ganho aparece quando a informação sai do painel e vira ação de campo, por exemplo, correção de velocidade de plantio, distribuição de sementes, população e dosagem de fertilizantes”, explica.

Esse raciocínio é consistente com evidências técnicas de semeadura. Publicação da Embrapa sobre cultivo de milho indica que operar acima da velocidade recomendada eleva falhas e duplas, piora uniformidade de profundidade e reduz população final de plantas.

No cenário internacional, estudos do USDA também mostram que a adoção tecnológica não resolve tudo sozinha. O relatório “Precision Agriculture in the Digital Era” aponta avanço no uso de mapas de produtividade e monitoramento, mas destaca que histórico insuficiente e mapas desatualizados podem levar a uma decisão ruim. Em outras palavras: tecnologia sem governança de dados mantém risco agronômico.

No Brasil, a escala do desafio ajuda a explicar por que “dado acionável” virou tema econômico. O Censo Agro 2017 registrou 1,229 milhão de tratores e forte avanço de mecanização; no mesmo levantamento, 1.430.156 produtores declararam acesso à internet (contra 75 mil em 2006), sinalizando base maior para digitalização no campo.

Mesmo assim, conectividade segue como gargalo para uso contínuo de telemetria. Em 2024, a rede móvel funcionando para internet/telefonia foi reportada em 65,8% dos domicílios rurais (ante 95,3% em áreas urbanas), segundo o IBGE. Na regulação, a Anatel passou a incluir no IBC uma variável específica de cobertura móvel sobre área passível de uso agrícola, reforçando o peso do tema para políticas públicas.

Dentro desse cenário, Cassallha diz que os maiores ganhos aparecem com uso consistente de telemetria e ajuste fino: melhor qualidade de semeadura, maior uniformidade de estande, redução de desperdícios e mais previsibilidade operacional. “Pequenas correções baseadas em dados podem gerar grandes diferenças no resultado final”, destacou.

O próximo passo, é ampliar a combinação entre automação e inteligência artificial para acelerar detecção de desvios e recomendação de ajustes. Para o produtor, a agenda prática é objetiva: menos foco em “ter mais dados” e mais foco em tempo de resposta, qualidade de interpretação e disciplina de regulagem ao longo da operação.

 

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Tecnologia

Embrapa assina acordo de cooperação científica com a Coreia do Sul

Por Redação 24/02/2026
Escrito por Redação
Embrapa assina acordo de cooperação científica com a Coreia do Sul

Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, durante cerimônia de assinatura de atos na Casa Azul (Cheong Wa Dae), em Seul // Foto: Ricardo Stuckert / PR

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, assinou nesta segunda-feira (23) memorando de entendimento com a Rural Development Administration (RDA), agência de pesquisa da Coreia do Sul, com foco em parceria científica e tecnológica nas áreas de agricultura, recursos naturais e desenvolvimento sustentável.

O acordo amplia o intercâmbio relacionado a temas estratégicos, como mudanças climáticas, bioeconomia, biotecnologia, agricultura digital e de precisão, inteligência artificial, sistemas de produção animal e vegetal, segurança alimentar, nutrição, saúde e desenvolvimento rural, além da formação e intercâmbio de recursos humanos. O documento define ainda diretrizes sobre propriedade intelectual, uso e proteção de dados, disseminação de resultados científicos, intercâmbio de material genético, em conformidade com as legislações nacionais, e mecanismos de governança da cooperação.

A iniciativa foi parte da programação da comitiva presidencial brasileira, entre os dias 19 e 24 de fevereiro, à Índia e à Coreia do Sul, em agendas voltadas ao fortalecimento do comércio e de parcerias estratégicas com os dois países. Além da cooperação com a Embrapa, foram firmados com o Brasil mais nove atos envolvendo os ministérios da Agricultura e Pecuária, Saúde, Fazenda, Empreendedorismo e Ciência e Tecnologia, a Anvisa e a Polícia Federal.

Na agenda da viagem, que começou em Nova Déli, na Índia, Silvia participou da inauguração do escritório da ApexBrasil. No dia 21 esteve no Fórum Empresarial Brasil-Índia, cujo objetivo foi consolidar as relações de cooperação e comércio entre os dois países. No evento, promovido pela ApexBrasil, Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ela destacou o papel estratégico da ciência na transformação da agricultura tropical brasileira.

“A pesquisa foi o principal instrumento para destacar o País entre as nações que são referência tecnológica na produção de alimentos, em especial no momento em que o cenário mundial está em total transformação climática e enfrenta desafios relacionados à produtividade com sustentabilidade”, disse.

“A experiência da Embrapa mostra que a pesquisa e a inovação são fundamentais para gerar produtividade com sustentabilidade. Brasil e Índia compartilham desafios e oportunidades e têm muito a avançar juntos na transferência de tecnologia e na construção de uma agricultura mais resiliente”

Segundo a Apex, cerca de 600 empresários indianos e mais de 300 brasileiros se inscreveram no encontro, em que foram identificadas uma média de 400 oportunidades de exportações para o Brasil em setores como minerais, máquinas, alimentos, tecnologias em saúde e energias renováveis, por meio de paineis temáticos, reuniões bilaterais e apresentações sobre áreas prioritárias para investimentos nos dois países.

Intercâmbio de cultivares de cogumelos

Entre as áreas estratégicas previstas com a assinatura do memorando com a Coreia do Sul, Embrapa e RDA está o avanço da fungicultura em regiões tropicais e subtropicais, focando no desenvolvimento de novas linhagens, automação e aproveitamento de resíduos.

O plano de trabalho será executado no Brasil pela equipe do Laboratório de Cultivo de Cogumelos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e prevê o intercâmbio de materiais genéticos e o desenvolvimento de cultivares de cogumelos adaptadas às condições de cultivo do Brasil, sobretudo climáticas, visando maior eficiência produtiva.

Também está previsto o compartilhamento de conhecimento sobre máquinas e sistemas automatizados para a produção de substrato em escala industrial e manejo do cultivo. Haverá ainda pesquisa conjunta para prospecção, isolamento e domesticação de espécies de cogumelos nativos do Brasil com potencial econômico, biotecnológico, medicinal e nutricional.

Outro foco é buscar a transformação do substrato pós-colheita dos cogumelos em insumos biológicos, como fertilizantes e biocontroles, para aplicação na agricultura, pecuária e aquicultura. O memorando prevê ainda programas de treinamento e intercâmbio de pesquisadores e técnicos para transferência de tecnologias.

De acordo com Loeni Ludke Falcao, analista da Embrapa responsável pelo Laboratório de Cultivo de Cogumelos, a assinatura do menorando é uma oportunidade importante para o desenvolvimento da cadeia produtiva de cogumelos no Brasil. “É uma cadeia ainda pequena, mas com crescimento anual e grande potencial, uma vez que agrega muito na busca de alimentação de funcionais, saudáveis e com produçao sustentável.

Por não ser de origem animal e sim fúngica, o cogumelo é uma alternativa para quem não come carne, sendo o desenvolvimento de tecnologias que permitam o aumento do teor proteico desses alimentos uma busca de cientistas pelo mundo. Além disso, tem grande potencial como fonte de matéria-prima para o desenvolvimento de bioinsumos para agricultura e pecuária, assim como de moléculas para a indústria farmacêutica”, analisou.

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São Paulo chega a R$ 56 milhões investidos em irrigação sustentável
Mercado

São Paulo chega a R$ 56 milhões investidos em irrigação sustentável

Por Redação 24/02/2026
Escrito por Redação

São Paulo chega a R$ 56 milhões investidos em irrigação sustentável

Diante de períodos cada vez mais frequentes de escassez hídrica, a irrigação tornou-se estratégica para garantir a continuidade da produção agrícola, o uso racional da água e a segurança alimentar no campo paulista. Nesse cenário, a linha de crédito Irriga+SP já contabiliza mais de 8 mil hectares beneficiados, somando R$56 milhões em investimentos.

Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, a política de irrigação é uma agenda estratégica para garantir produção, renda e abastecimento. “A irrigação deixou de ser apenas uma ferramenta de aumento de produtividade e passou a ser um instrumento de segurança alimentar. Em um cenário de mudanças climáticas e eventos extremos, investir em eficiência hídrica significa proteger a produção de alimentos, dar previsibilidade ao produtor e assegurar abastecimento para a população. Cada projeto viabilizado pelo Irriga+SP representa mais estabilidade no campo e mais segurança alimentar dentro e fora do estado”, afirmou o secretário.

A linha de crédito oferece prazo de até 60 meses, com carência de até 18 meses, financiamento de até R$ 5 milhões por projeto e limite de até 1000 hectares de área produtiva. As taxas de juros são subsidiadas, variando entre 4,81% e 9,87% ao ano.

Os recursos podem ser utilizados na aquisição de sistemas modernos de irrigação, como gotejamento, aspersão, pivô central e carretel enrolador, além de soluções em energia fotovoltaica e armazenamento, tecnologias de agricultura de precisão, como drones e sensores, estufas climatizadas, projetos de captação e reuso de água, infraestrutura para transporte hídrico, bem como treinamentos e serviços especializados para implantação dessas tecnologias.

O secretário executivo do FEAP, Felipe Alves, destaca a iniciativa como uma política pública alinhada às necessidades reais do produtor rural paulista. “Ao facilitar o acesso ao crédito com condições atrativas, o programa cria condições para a adoção de tecnologias modernas de irrigação, amplia a eficiência no uso da água e contribui para o aumento da produtividade e da renda no campo. Os resultados alcançados em curto período demonstram a importância do Irriga+SP como instrumento de desenvolvimento sustentável e de apoio à segurança produtiva no Estado”, afirma.

O desempenho do programa também é destacado pela Desenvolve SP, que atua na operacionalização do crédito. “Desde o seu lançamento, a linha de crédito Irriga+SP vem sendo muito bem recebida pelos produtores rurais paulistas e tem dado apoio essencial ao agronegócio. Só em 2026, já foram mais de R$ 15 milhões em financiamentos para irrigação e agricultura de precisão, contribuindo para mitigar os efeitos da estiagem que atingiu o Estado nos últimos anos, além de aumentar a produtividade e diversificar as culturas”, ressaltou o diretor-presidente da Desenvolve SP, Ricardo Brito.

O produtor rural Jamil Buchala, contemplado com o financiamento, afirma que o Irriga+SP surgiu no momento certo e com a praticidade necessária para viabilizar o crédito. “Estamos com o reservatório pronto para receber a água, os poços concluídos e toda a estrutura do pivô em montagem. Esse projeto era um sonho antigo, e a oportunidade apareceu na hora certa”, relatou.

Além do Irriga+SP, o FEAP mantém a linha de crédito Desenvolvimento Rural Sustentável (DRS), que também atende projetos de agricultura irrigada. Em 2025, a modalidade contemplou mais de 170 operações, com investimento total de R$13 milhões.

Para a pesquisadora do Instituto Agronômico (IAC-APTA), Jane Silveira, o desenvolvimento da agricultura irrigada no estado de São Paulo está diretamente ligado à diversidade de cultivos de interesse econômico e social.

“A importância da irrigação ultrapassa as metas de produtividade e qualidade, pois abrange desde pequenos produtores que utilizam a tecnologia nos cultivos de café e olerícolas até grandes produtores da citricultura e da cana-de-açúcar. Em ambos os casos, a irrigação contribui significativamente para o aumento da produtividade e da renda, além de garantir qualidade para atender mercados mais exigentes e possibilitar o escalonamento da produção.”

Pesquisa e melhoramento genético

O Instituto Agronômico desenvolve pesquisas voltadas à eficiência hídrica e à redução da necessidade de irrigação. Os estudos avaliam a qualidade e o desempenho dos sistemas irrigáveis, suas vantagens e limitações, com o objetivo de economizar água e otimizar o uso dos equipamentos no campo.

Um dos exemplos é o Programa de Melhoramento Genético do Feijoeiro, que vai além do impacto econômico da produção e considera todos os aspectos da cultura sob a ótica da sustentabilidade. O pesquisador do IAC, Alisson Chiorato, explica que uma das frentes do trabalho está relacionada à redução do ciclo da planta.

“Com o desenvolvimento de cultivares de ciclo precoce, os produtores conseguem realizar a colheita em menos tempo, economizando até 20% de água utilizada na irrigação. Consequentemente, há também economia de energia elétrica e redução do consumo de água das represas. Essa é uma característica sustentável que a equipe do IAC vem desenvolvendo de forma consistente”, afirmou.

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EmpresasTecnologia

Valtra impulsiona processos industriais e níveis de precisão das máquinas agrícolas com IA

Por Redação 24/02/2026
Escrito por Redação

 Valtra impulsiona processos industriais e níveis de precisão das máquinas agrícolas com IA

A Valtra vem ampliando o uso da inteligência artificial (IA) em seus processos industriais e nas máquinas agrícolas que são utilizadas no campo. Essa evolução busca melhorar eficiência, reduzir custos e apoiar práticas agrícolas mais sustentáveis.

Segundo o último estudo da McKinsey, intitulado “A Mente do Agricultor Brasileiro 2024”, a adoção tecnológica no campo brasileiro cresceu mais de dez pontos percentuais nos últimos dois anos, colocando o país na segunda colocação global, atrás apenas dos Estados Unidos.

A pesquisa mostra que, embora o Brasil já tenha conquistado uma posição de destaque, ainda existe um enorme potencial de expansão em áreas como inteligência artificial, automação e sistemas de apoio à decisão, soluções tecnológicas mais usadas pelos norte-americanos.

Na indústria, a IA tem papel central no controle de qualidade. Um dos exemplos é a comparação de imagens de tratores recém-fabricados com os dados dos pedidos do produto, permitindo identificar componentes ausentes ou defeituosos. O sistema da Valtra envia feedback visual direto aos funcionários da produção, que podem corrigir as falhas de forma mais ágil. Paralelamente ao reconhecimento de objetos, outro modelo de IA torna anônimos os funcionários visíveis nas fotos para proteger a privacidade.

Essas inovações fazem parte da Indústria 4.0, que envolve ainda tecnologias como sensores que monitoram e otimizam a produção, como a Internet das Coisas (Iot), rede de objetos físicos capaz de reunir e de transmitir dados. Além de gêmeos digitais, que são réplicas virtuais de fábricas e máquinas para simulações virtuais, robôs colaborativos, impressão 3D, computação em nuvem para acesso remoto e em tempo real aos dados, integração de sistemas, conectividade 5G, além de sistemas avançados de cibersegurança.

“No campo, a utilização da IA está diretamente ligada à agricultura de precisão. Os pulverizadores, por exemplo, utilizam imageamento em tempo real para identificar alvos de aplicação, como plantas indesejáveis, e aplicar defensivos de forma localizada com extrema precisão, evitando desperdício e reduzindo impactos ambientais”, comenta Elizeu dos Santos, gerente de Marketing de Produto da Valtra.

Segundo o especialista, os benefícios mais comentados da agricultura inteligente são os níveis melhorados de precisão e exatidão que podem ser alcançados. Um exemplo de melhoria na precisão é na própria condução da máquina, onde com a direção manual sobreposições de cerca de 30 centímetros são frequentemente observadas em campo, e com a orientação automática, como o Valtra Guide, isso é reduzido para apenas 5 centímetros ou até menos. Para a aplicação de fertilizantes, a direção manual pode resultar em uma sobreposição de cerca de 4,5% nas cabeceiras. Com o Valtra Guide e o Section Control, a sobreposição pode ser reduzida a zero.

“A melhor coisa sobre a agricultura inteligente é seu potencial para economizar um tempo valioso. Os tratores com direção automática utilizam software de orientação para direcionar automaticamente o trator ao longo das linhas de trajeto. Essa tecnologia pode economizar o tempo em até 4,5%, isso sem contar também a economia de combustível. Tudo isso resulta em qualidade do produto final, e especialmente em otimização de custos”, ressalta Elizeu.

Os tratores da Valtra também incorporam algoritmos inteligentes para melhorar desempenho e funcionalidade. O inovador sistema TwinTrac, exclusivo da Valtra, utiliza IA para permitir a condução reversa com mais fluidez, ampliando a flexibilidade no trabalho. Já o controle de tração ASR ajusta dinamicamente a entrega de potência para otimizar a tração, reduzir o consumo de combustível e minimizar os danos ao solo.

“A inteligência artificial deixou de ser um conceito de futuro e já está presente nas etapas de fabricação e no dia a dia do agricultor. Ao integrar tecnologia com práticas de campo, conseguimos reduzir custos, aumentar produtividade e promover uma agricultura mais sustentável”, afirma o especialista da Valtra.

Segundo ele, existe um forte acompanhamento por parte dos produtores sobre as inovações no setor de máquinas agrícolas. “A plantadeira Momentum dobrável de 18 linhas, hoje líder de mercado, surgiu de uma demanda forte por parte dos produtores, que requerem além de plantio com precisão, uma flexibilidade para transportabilidade”, destaca Elizeu.

Para os próximos anos, a Valtra prevê que a inteligência artificial será determinante para avanços em automação, uso de sensores para otimizar insumos utilizados e ferramentas de aprendizado de máquina que analisam dados em tempo real permitindo tomadas de decisões mais inteligentes para melhorar a gestão geral da fazenda.

 

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Brasil e Coreia do Sul firmam acordo para ampliar a cooperação bilateral na agricultura
Mercado

Brasil e Coreia do Sul firmam acordo para ampliar a cooperação bilateral na agricultura

Por Redação 23/02/2026
Escrito por Redação
Brasil e Coreia do Sul firmam acordo para ampliar a cooperação bilateral na agricultura

O primeiro acordo, firmado entre os ministérios da Agricultura dos dois países, estabelece a ampliação do intercâmbio técnico e institucional com foco em ciência, tecnologia, agricultura digital, segurança alimentar e cadeias de abastecimento // Foto: Caroline de Vita/Mapa

O Ministério da Agricultura e Pecuária assinou, nesta segunda-feira (23), em Seul, dois memorandos de entendimento com o governo da Coreia do Sul voltados ao fortalecimento da cooperação bilateral em agricultura, sanidade, inovação e desenvolvimento rural. Os atos foram celebrados na Casa Azul durante a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático.

“A Coreia do Sul é um parceiro estratégico e esta agenda inaugura uma nova etapa de cooperação baseada em confiança, diálogo e complementaridade econômica. Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar” afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

O primeiro acordo, firmado entre os ministérios da Agricultura dos dois países, estabelece a ampliação do intercâmbio técnico e institucional com foco em ciência, tecnologia, agricultura digital, segurança alimentar e cadeias de abastecimento. O memorando inclui a cooperação em medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS), com previsão de harmonização de normas e troca de informações para avançar em temas de interesse comum.

O documento também prevê cooperação em infraestrutura agrícola, promoção de investimentos, intercâmbio científico e criação de um Comitê de Cooperação Agrícola Brasil–Coreia para acompanhar a implementação das iniciativas conjuntas.

O segundo memorando reúne o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia. O acordo estabelece uma estrutura de cooperação voltada ao registro, avaliação e gestão de agrotóxicos e bioinsumos, além do intercâmbio de informações e desenvolvimento de pesquisas conjuntas.

Entre as ações previstas estão o compartilhamento de dados técnicos, intercâmbio de especialistas, programas de capacitação e realização de workshops e projetos científicos conjuntos.

Os acordos integram a agenda da missão oficial brasileira na Ásia e reforçam a parceria estratégica entre Brasil e Coreia do Sul, com potencial para ampliar o intercâmbio tecnológico, estimular a inovação no campo e fortalecer a cooperação sanitária e regulatória no setor agropecuário.

 

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Café arábica: colheita evolui para 74% na região da Expocacer
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Safra de café 2026 deve crescer 16% em São Paulo e atingir maior volume desde 2020

Por Redação 23/02/2026
Escrito por Redação

Safra de café 2026 deve crescer 16% em São Paulo e atingir maior volume desde 2020

Segundo relatório da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), a safra de café 2026 no estado de São Paulo apresenta perspectivas positivas, impulsionada por condições climáticas favoráveis, bienalidade positiva e investimentos estimulados pelos bons preços praticados no ano passado.

O documento, elaborado pelo Departamento Econômico da entidade, aponta ainda que a produção paulista deve alcançar 5,5 milhões de sacas de café beneficiadas, volume 16% superior ao da safra anterior e o maior registrado desde 2020.

No estado, a área cultivada soma 196 mil hectares, mantendo estabilidade em relação ao ciclo passado. Outros 3,2 mil hectares encontram-se em formação, representando crescimento de 42%. A produtividade também deve avançar de forma expressiva, com elevação estimada de 16%, atingindo média de 28 sacas por hectare.

No cenário nacional, a estimativa para o ciclo cafeeiro de 2026 é de que a produção seja de 66,2 milhões de sacas, crescimento de 17,1% frente ao ciclo anterior. Em comparação com 2024, também de bienalidade positiva, o avanço estimado é de 22%.

O parque cafeeiro brasileiro deve registrar expansão de 3,4%, totalizando 2,33 milhões de hectares. O café arábica concentra a maior parte da área cultivada no país, com cerca de 1,9 milhão de hectares, incremento de 2,7%. A produtividade estimada é de 28,5 sacas por hectare (+18,4%), o que deve elevar a produção para 44,1 milhões de sacas, avanço de 23,3%. Já o café conilon tem produção projetada em 22,1 milhões de sacas, volume 6,4% superior ao da safra anterior, com produtividade média de 57,1 sacas por hectare (+2,3%).

 

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Tecnologia

Mecanização adaptada às condições do arroz irrigado contribui para a eficiência da produção no Brasil

Por Redação 23/02/2026
Escrito por Redação

Mecanização adaptada às condições do arroz irrigado contribui para a eficiência da produção no Brasil

A produção de arroz no Brasil avança em um cenário de busca por eficiência operacional e redução de custos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área semeada no país na safra 2025/2026 deve chegar a 1,6 milhão de hectares, com produção estimada em 11,1 milhões de toneladas. O volume acompanha o consumo médio anual de 10,5 milhões de toneladas, o que mantém o cereal como um dos principais itens da alimentação do brasileiro.

Solos úmidos, períodos curtos para plantio e colheita e a necessidade de operações precisas exigem mecanização específica ao longo de todo o ciclo da cultura. Para atender essas demandas, a Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, oferece um portfólio completo voltado ao cultivo de arroz irrigado, desde o plantio até a colheita.

“Com a produção concentrada em áreas de alta exigência operacional e diante de um cenário de variações climáticas, a mecanização adaptada ao arroz irrigado passou a fazer parte das decisões estratégicas do produtor”, ressalta Lucas Zanetti, Gerente de Marketing Produto Massey Ferguson.

A Massey Ferguson disponibiliza tratores com diferentes níveis de potência. Em áreas que demandam maior capacidade de tração e rendimento operacional, o portfólio inclui modelos de maior porte, como a série de tratores MF 7700 Dyna 6, que agora conta com o novo MF7718, de 180 cv e motorização 6 cilindros. Nesta série a potência pode chegar até a 250cv com o modelo MF7725, indicado para operações mais intensivas. Mas o uso de máquinas equipadas com pneus R2 é um fator decisivo para a operação em lavouras de arroz irrigado.

“Os pneus R2, com garras mais profundas do que os pneus agrícolas convencionais, proporcionam melhor desempenho em áreas alagadas, com menor patinagem e maior desempenho, garantindo maior regularidade das operações ao longo da safra”, explica Zanetti.

Para o plantio, a plantadeira MF 300 destaca-se por promover uma compactação adequada, favorecendo a emergência uniforme das plantas, mesmo em condições de alta umidade, devido aos pneus de alta flutuação projetados para distribuir melhor o peso da máquina sobre o solo, reduzindo a pressão exercida na superfície. Com reservatórios de sementes e fertilizantes de alta capacidade, o equipamento reduz as paradas para reabastecimento, enquanto sua divisória móvel permite ajustes ágeis na proporção de insumos, conferindo flexibilidade ao manejo.

Na etapa da colheita, as colheitadeiras híbridas combinam características dos sistemas convencional e axial, entregando eficiência nos processos de trilha, separação e limpeza, além de baixos índices de perdas e quebra de grãos, fatores determinantes para um melhor desempenho durante a safra. O portfólio da Massey Ferguson inclui os modelos MF 4690 HD, MF 5690 HD e MF 6690 HD, desenvolvidos para atender diferentes escalas de produção.

Tecnologia embarcada

A incorporação de tecnologias embarcadas tem se consolidado como uma das principais tendências nas lavouras de arroz. Sistemas de piloto automático, integrados aos tratores, permitem maior precisão na condução das operações, com melhor alinhamento das passadas e redução da sobreposição.

“A escolha de máquinas adequadas a cada etapa do cultivo, associada ao uso de tecnologias como o piloto automático, contribui diretamente para a eficiência operacional, o uso racional de insumos e a previsibilidade dos resultados, aspectos fundamentais para a sustentabilidade da produção de arroz no Brasil”, finaliza o especialista.

 

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Agro sustenta superávit de US$ 4,3 bilhões na balança comercial brasileira em janeiro
Mercado

Agro sustenta superávit de US$ 4,3 bilhões na balança comercial brasileira em janeiro

Por Redação 20/02/2026
Escrito por Redação

Agro sustenta superávit de US$ 4,3 bilhões na balança comercial brasileira em janeiro

O Brasil iniciou 2026 com superávit de US$ 4,3 bilhões na balança comercial em janeiro, alta de 85,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. O resultado foi influenciado, principalmente, pela queda mais acentuada das importações (-9,8%), enquanto as exportações recuaram 1,0%.

O agronegócio foi decisivo para o saldo positivo, registrando superávit de US$ 9,1 bilhões. Já os demais setores da economia apresentaram déficit de US$ 4,8 bilhões.

As exportações do agro brasileiro somaram US$ 10,8 bilhões (-2,2% na comparação interanual). Café, suco de laranja e açúcar apresentaram retração, enquanto a carne bovina in natura (+42,5% na comparação interanual) se destacou como principal item exportado em janeiro, alcançando o maior valor já registrado para o período. Outro recorde histórico foi o de exportação de bovinos vivos, com elevação de 158,2%. O complexo soja também registrou crescimento expressivo, mesmo em período de entressafra.

Em São Paulo, a balança comercial total apresentou déficit de US$ 2,2 bilhões, ampliando em 34,2% o saldo negativo frente a janeiro de 2025. O agronegócio paulista, por sua vez, obteve superávit de US$ 1,3 bilhão.

As exportações do agro do estado totalizaram em janeiro US$ 1,84 bilhão (-16,6% na comparação interanual), com recuo no complexo sucroalcooleiro e no setor citrícola. Em sentido oposto, a celulose apresentou crescimento de 57,9% em comparação a janeiro de 2025, alcançando US$ 261,2 milhões, maior valor já registrado para o produto no estado. A carne bovina também registrou avanço nas vendas externas, com elevação de 10,3% no valor da carne bovina in natura e de 41,4% no caso da carne bovina industrializada.

Acordo Mercosul / União Europeia

Em um mês marcado pela assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, o relatório avalia também o fluxo comercial entre os dois blocos. Em nível nacional, em 2025 a União Europeia respondeu por 15% do valor das exportações do agronegócio e por 19% das importações do setor.

O estado de São Paulo exportou US$ 4,1 bilhões em produtos do agronegócio para a União Europeia, o equivalente a 14% do total exportado pelo setor no estado, com predominância de suco de laranja e café.

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Cummins acelera a transição energética com a estratégia global Destino ao Zero

Por Redação 20/02/2026
Escrito por Redação

Cummins acelera a transição energética com a estratégia global Destino ao Zero

A Cummins está avançando em seu compromisso global com a sustentabilidade por meio da estratégia Destino ao Zero, que orienta a jornada da companhia rumo à neutralidade de carbono até 2050.

A iniciativa une mais de um século de inovação tecnológica a investimentos em soluções de baixo e zero carbono, com metas concretas para reduzir pela metade as emissões absolutas de gases de efeito estufa (GEE) nas operações (Escopos 1 e 2) e em 25% as emissões da cadeia de produtos (Escopo 3) até 2030.

“O Destino ao Zero traduz nossa visão de que prosperidade e sustentabilidade caminham lado a lado. É uma estratégia que conecta inovação, impacto social e crescimento responsável, ajudando nossos clientes a navegar pela transição energética enquanto fortalecemos nossos negócios”, afirma Adriano Rishi, CEO da Cummins Brasil.

Brasil como protagonista da transição energética

O Brasil é hoje uma das referências mundiais em energia limpa: mais de 88% da matriz elétrica brasileira é composta por fontes renováveis, segundo o Ministério de Minas e Energia.

A força da energia hídrica, o avanço da solar e da eólica e a liderança global em biocombustíveis, como etanol e biodiesel, posicionam o país na vanguarda da descarbonização.

Nesse contexto, após COP30 sediada no Brasil, o país se posiciona  no centro do debate global sobre energia e clima, consolidando-se como um protagonista natural da transição energética.

A Cummins alinha sua estratégia global às vocações energéticas locais, investindo em pesquisa, desenvolvimento e inovação para ampliar o uso de soluções que reduzam emissões e fortaleçam a sustentabilidade industrial.

O Centro Técnico Brasil, em Guarulhos (SP), atua como polo de inovação e tropicalização de tecnologias, desenvolvendo soluções que valorizam os diferenciais da matriz nacional e aceleram a transição para uma economia de baixo carbono.

Pilares estratégicos da sustentabilidade

O Destino ao Zero se apoia em três pilares principais, que norteiam as ações da Cummins em todo o mundo:

  • Descarbonização: reduzir as emissões de gases de efeito estufa em toda a cadeia de valor, oferecendo um portfólio diversificado de soluções energéticas — que combinam combustíveis alternativos, avanços contínuos em motores a combustão, eletrificação e hidrogênio.
  • Materiais: otimizar o uso de recursos, promover a eficiência produtiva e adotar práticas de economia circular, reduzindo desperdícios e ampliando o reaproveitamento de materiais.
  • Comunidades: gerar impacto social positivo por meio do fortalecimento das comunidades onde a Cummins atua, promovendo inclusão, capacitação e desenvolvimento sustentável.
Metas concretas até 2030

Entre os principais compromissos globais da Cummins até 2030 estão:

  • Reduzir em 50% as emissões absolutas de GEE nas operações (Escopos 1 e 2);
  • Diminuir em 25% as emissões associadas à cadeia de produtos (Escopo 3);
  • Implementar planos de circularidade em 90% dos novos produtos;
  • Reduzir em 30% o consumo absoluto de água nas operações e alcançar o status de Net Water Positive — gerar benefícios hídricos superiores ao consumo anual da companhia em todas as regiões;
  • Atingir crescimento zero de resíduos e minimizar o uso de plásticos descartáveis;
  • Fortalecer o engajamento comunitário — o programa global Every Employee Every Community já soma mais de 343 mil horas de voluntariado em projetos sociais e ambientais.
Soluções energéticas em evolução

A Cummins organiza seu portfólio em uma hierarquia tecnológica que reflete a jornada de transição energética — do aprimoramento contínuo dos motores a combustão ao avanço de soluções zero emissão:

  • Motores a diesel e biodiesel (Euro VI) – já disponíveis no mercado brasileiro, oferecem ganhos contínuos de eficiência e reduzem em até 80% as emissões de NOx e material particulado, atendendo aos mais exigentes padrões de emissões globais.
  • Soluções a gás natural e biometano – ampliam o uso de combustíveis de menor impacto ambiental, promovendo economia operacional e redução de emissões de CO₂.
  • Plataforma global Cummins HELM™ – nova geração de motores multicombustível, projetada para operar com diesel avançado, gás natural e hidrogênio. O HELM é uma solução global que oferece até 10% de ganho de eficiência e representa o futuro da eficiência térmica e da flexibilidade de combustíveis.
  • Conceito de motor a etanol – desenvolvido especificamente para o contexto brasileiro, o conceito explora o potencial do biocombustível nacional, com redução de até 65% nas emissões de CO₂ em comparação ao diesel tradicional.
  • Sistema de pós-tratamento – a Cummins segue aprimorando tecnologias de pós-tratamento que atendem aos padrões Euro VI, reduzindo significativamente os níveis de NOx e material particulado. Esses sistemas incorporam catalisadores e filtros de última geração, garantindo que os motores a combustão continuem evoluindo de forma limpa e eficiente, alinhados às metas globais de descarbonização.
  • ReCon – um dos pilares mais concretos do programa Destino ao Zero, o ReCon materializa a economia circular ao dar nova vida a motores e componentes com a mesma qualidade e garantia de um produto novo. O processo consome até 85% menos energia que a produção de um motor original, reduz emissões e amplia a vida útil dos equipamentos, reforçando o princípio de “usar mais, usar melhor e usar de novo”.
  • Geradores e soluções de energia – a Cummins também avança na oferta de soluções energéticas híbridas e de baixa emissão para geração de energia estacionária e móvel. O portfólio combina geradores a diesel e gás natural com sistemas híbridos integrados a baterias e células de combustível, permitindo aplicações mais eficientes, confiáveis e sustentáveis. Essas soluções estão alinhadas ao crescimento da demanda por energia limpa e pela eletrificação de operações críticas, industriais e de infraestrutura.
Accelera by Cummins: inovação que impulsiona o futuro zero emissão

A Accelera, unidade de negócios da Cummins dedicada a tecnologias de emissão zero, oferece um portfólio abrangente que inclui sistemas de baterias, células de combustível, e-Powertrain e eletrolisadores. A marca mobiliza inovação e escala para acelerar a jornada rumo à descarbonização global, atendendo indústrias essenciais como transporte, energia, infraestrutura e manufatura. A Accelera desempenha um papel fundamental na estratégia “Destino Zero” da Cummins, que reconhece que alcançar emissões líquidas zero até 2050 exige uma combinação ampla e integrada de soluções tecnológicas.

“A Accelera simboliza o avanço da Cummins em direção a um futuro de energia sustentável, conectando eficiência, inovação e impacto positivo para as próximas gerações”, afirma Rishi.

Compromisso coletivo com o futuro

Mais do que uma meta ambiental, o Destino ao Zero é um compromisso coletivo para construir um futuro em que pessoas, negócios e planeta prosperem juntos.

“Nosso papel é liderar pelo exemplo, inovando com responsabilidade, colaborando com parceiros estratégicos e valorizando as oportunidades únicas que o Brasil oferece em energia limpa e renovável”, completa Rishi.

Com metas mensuráveis, soluções tangíveis e impacto positivo nas comunidades, a Cummins reafirma seu papel como protagonista da transição energética global, transformando o progresso em energia para um futuro mais sustentável.

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John Deere anuncia aquisição de propriedade intelectual e ativos relacionados da Risutec Oy

Por Redação 19/02/2026
Escrito por Redação

John Deere anuncia aquisição de propriedade intelectual e ativos relacionados da Risutec Oy

A John Deere, empresa global de tecnologia que fornece software e equipamentos para os setores agrícola, de construção e florestal, anuncia a aquisição da propriedade intelectual e de ativos relacionados às soluções de plantio mecanizado de árvores da Risutec Oy, fabricante finlandesa de equipamentos industriais. A conclusão da transação está prevista para fevereiro de 2026.

O movimento reforça a estratégia de crescimento da companhia no segmento florestal e amplia sua capacidade de oferecer soluções de reflorestamento mais produtivas, seguras e sustentáveis.

“A incorporação da tecnologia da Risutec Oy representa um avanço importante para nossa atuação em silvicultura. A combinação da experiência global da John Deere com a especialização em plantio mecanizado fortalece nosso portfólio e acelera a transição para operações mais eficientes e baseadas em tecnologia”, afirma Roberto Marques, diretor da divisão de Florestal da John Deere para América Latina.

As soluções adquiridas ampliam as alternativas ao plantio manual, contribuindo para reduzir a exposição dos trabalhadores a condições climáticas adversas, terrenos complexos e outros riscos operacionais, ao mesmo tempo em que elevam os níveis de produtividade nas operações.

As plantadoras podem ser configuradas para diferentes ambientes operacionais e integradas a softwares de silvicultura de precisão, possibilitando maior controle, análise de dados e otimização das operações. A comercialização e o suporte técnico serão realizados pela rede global de distribuidores John Deere e Waratah.

 

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