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Tecnologia

Tecnologia diferencia cafés por região e detecta adulterações com rapidez e baixo custo

Por Redação 21/01/2026
Escrito por Redação
Tecnologia diferencia cafés por região e detecta adulterações com rapidez e baixo custo

Análise dos grãos de café na versão portátil do equipamento de infravermelho próximo (NIR) // Foto: Antonio Scarpinetti (SEC)

Pesquisas da Embrapa Rondônia (RO) indicam que a espectroscopia no infravermelho próximo (NIR) permite identificar a origem geográfica do café e detectar adulterações de forma rápida e acessível. A técnica, já empregada em outras cadeias agroindustriais, está em fase de validação para o setor cafeeiro e tem potencial para fortalecer as indicações geográficas e certificações de qualidade do produto brasileiro.

A NIR mede como a luz interage com os compostos químicos. O processo gera um sinal químico chamado de “espectro”, que funciona como uma “impressão digital”. Com base em bancos de dados e algoritmos treinados, o sistema identifica a origem do grão e verifica se há adulterações, em poucos segundos, e sem destruir a amostra.

“É uma tecnologia que permite identificar o terroir do café, chegando ao nível da área produtiva”, explica o pesquisador Enrique Alves, da Embrapa Rondônia.

A pesquisa foi desenvolvida ao longo de cinco anos como parte do doutorado de Michel Baqueta na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a equipe da Embrapa Rondônia. O estudo combinou espectroscopia NIR e análise quimiométrica (aplicação de métodos matemáticos e estatísticos para extrair informações úteis de dados químicos complexos) para criar padrões espectrais capazes de diferenciar origens, detectar adulterações e reconhecer terroirs específicos. Por exemplo, os resultados separam os cafés robustas amazônicos (inclusive as variedades indígenas) de conilons do Espírito Santo e da Bahia, variedades de café canéfora (Coffea canephora) em diferentes solos cultivados.

A mesma técnica pode ser aplicada em outras cadeias agroalimentares — cacau, soja, leite, frutas e vinhos — com ganhos de rastreabilidade e controle de qualidade. A NIR abre caminho para um novo padrão de confiança na origem e pureza dos produtos agropecuários brasileiros. Nos testes, foi possível identificar adulterações no café com materiais como milho, soja, casca e borra, além de sementes de açaí, apontada por Baqueta como “um tipo emergente de fraude”.

Identidade e autenticidade como diferenciais

O trabalho contou com a colaboração de universidades brasileiras e centros de pesquisa da Itália e da França, reunindo competências em ciência de alimentos, química analítica e espectroscopia. Em paralelo, estudos no Espírito Santo aplicaram a mesma metodologia para delimitar terroirs regionais, reforçando a consistência dos resultados e a possibilidade de uso do banco de dados espectral em laboratórios e, futuramente, em equipamentos portáteis.

A validação científica por NIR facilita o reconhecimento técnico e mercadológico dos cafés indígenas amazônicos, fortalecendo sua identidade territorial e cultural. A confirmação de origem e autenticidade agrega valor econômico e simbólico, o que amplia o acesso desses produtores a mercados de cafés especiais e promove a valorização da biodiversidade e dos sistemas produtivos tradicionais.

Contra fraudes e adulterações

Alves explica que a técnica reconhece padrões químicos que funcionam como uma “impressão digital” do grão, permitindo distinguir cafés por origem e pureza. Ela também é capaz de identificar alterações provocadas pela presença de materiais estranhos — como milho, soja, casca, borra ou sementes de açaí — usados em fraudes que se intensificaram com a alta do preço do café no mercado brasileiro. “Se houver contaminante, palha ou outro resíduo, a curva espectral muda e conseguimos confirmar a adulteração”, complementa o pesquisador. É possível saber, também, se houve mistura de grãos em um lote.

A espectroscopia NIR possibilita detectar essas fraudes de maneira rápida e precisa, sem uso de reagentes e sem destruir a amostra. As análises podem ser realizadas diretamente no local de fiscalização, agilizando o controle de qualidade e fortalecendo a rastreabilidade do café brasileiro. “Uma análise convencional pode exigir preparo de amostra e reagentes. Com a NIR, o resultado sai em segundos, com mínimo custo operacional”, destaca Baqueta.

Tecnologia acessível e de baixo custo

Além de evitar adulterações, a técnica abre novas perspectivas para o melhoramento genético e a rastreabilidade digital. A equipe da Embrapa Rondônia pretende aplicá-la ao banco de germoplasma que contém mil acessos de café, para identificar perfis químicos associados a características como o teor de cafeína e minerais. Isso pode acelerar a seleção de materiais de interesse e valorizar cafés de origem, e assim reforçar a imagem de qualidade do produto nacional.

Uma vantagem substancial da espectroscopia NIR é a significativa redução no tempo de análise em comparação com os métodos convencionais. Uma avaliação laboratorial tradicional pode levar horas ou até dias, dependendo do preparo da amostra (foto à esquerda) e do uso de reagentes químicos, e gera laudos laboratoriais demorados. Já a leitura por NIR é quase instantânea, fornecendo resultados em poucos segundos. “A técnica oferece rapidez e não requer reagentes, o que representa um avanço relevante para a rastreabilidade e a certificação de cafés de origem brasileira”, enfatiza Alves.

Baqueta acrescenta que o equipamento realiza a leitura sem destruir o grão e sem a necessidade de produtos químicos, o que também diminui custos e resíduos. Essa agilidade, somada à possibilidade de uso em campo com equipamentos portáteis, torna o método especialmente promissor para cooperativas, certificadoras e órgãos de fiscalização, que passam a poder verificar a autenticidade e a pureza do café de forma rápida e padronizada.

“A técnica foi idealizada justamente para permitir que cooperativas, associações e agências de certificação tenham acesso a uma ferramenta rápida, confiável e de baixo custo, promovendo a democratização da autenticação e rastreabilidade”, observa afirma Baqueta.

Ele destaca que o equipamento de NIR pode ser usado em versões de bancada (foto à direita) ou portáteis, o que facilita a adoção. Ele ressalta que a técnica não exige reagentes, gases ou infraestrutura sofisticada, podendo ser aplicada até em unidades móveis de campo. O treinamento é simples e rápido, e diversos fabricantes já oferecem suporte técnico e capacitação.

Segundo Baqueta, há um movimento crescente de integração da espectroscopia NIR a dispositivos móveis e aplicativos conectados à nuvem, permitindo análises em tempo real e resultados disponíveis em plataformas digitais. Essa inovação pode ligar o campo ao consumidor e oferecer mais transparência no setor do café.

Rastreabilidade digital e certificação de origem

Embora a NIR já seja utilizada em cadeias como leite e soja, seu uso no café ainda é novidade no Brasil. A expectativa é que, com o avanço do banco de dados e a validação dos modelos, a tecnologia seja incorporada a dispositivos portáteis e sistemas digitais de rastreabilidade, ampliando o controle de qualidade ao longo de toda a cadeia produtiva.

Baqueta aponta que, uma vez validados os modelos e definidos protocolos oficiais, os resultados da NIR podem ganhar valor legal como ferramenta de apoio à certificação de origem, pureza e qualidade do café. Isso permitiria que o método seja reconhecido em auditorias e selos de qualidade, consolidando-o como instrumento técnico de confiança para o mercado e órgãos certificadores.

A adoção da espectroscopia NIR pode revolucionar o controle de qualidade e a rastreabilidade do café brasileiro: “A técnica permite monitorar lotes desde a origem até a exportação, prevenindo fraudes e fortalecendo a confiança do mercado. Também facilita ações de fiscalização mais ágeis e transparentes por parte de órgãos públicos e cooperativas”, diz Baqueta.

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21/01/2026 0 Comentários
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Mercado

Agroindústria tem queda de 0,3% em novembro de 2025 na comparação anual, revela o FGVAgro

Por Redação 21/01/2026
Escrito por Redação

Agroindústria tem queda de 0,3% em novembro de 2025 na comparação anual, revela o FGVAgro

O volume de produção agroindustrial teve leve queda de –0,3% em novembro de 2025, quando comparado com o mesmo período de 2024. É o que revela os dados do Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) do FGVAgro. Esse resultado vem em linha com a desaceleração da economia brasileira, impactada, sobretudo, pelos efeitos da política monetária contracionista por parte do Banco Central e, em menor medida, pelas incertezas no ambiente externo, inclusive o tarifaço dos EUA.

Ao analisar os dados por setor, os Produtos Alimentícios foram os únicos que tiveram alta: (+4,0%), o que evitou que a contração do mês fosse ainda mais intensa na produção agroindustrial. Por outro lado, os Produtos Não Alimentícios caíram (–3,6%) e as Bebidas (–4,2%).

Com o resultado do mês, a variação acumulada entre janeiro e novembro de 2025 foi de –0,2%. Para que a Agroindústria registre expansão em 2025 (frente a 2024) é necessário que em dezembro cresça, ao menos, 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior – dado que a média de crescimento interanual dos últimos três meses foi de 0,8%, e expandir acima de 2,2% pode não ser uma tarefa fácil.

Embora o resultado do mês não impeça que a Agroindústria tenha conseguido eliminar as perdas de 2025, claramente ainda não reflete alguma recuperação advinda da revogação das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o setor.

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21/01/2026 0 Comentários
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Produção de cana-de-açúcar deve alcançar 673,2 milhões de toneladas na safra 2025/26
Mercado

Moagem de cana atinge 600 milhões de toneladas no acumulado da safra 2025/2026

Por Redação 21/01/2026
Escrito por Redação

Moagem de cana-de-açúcar atinge 600 milhões de toneladas no acumulado da safra 2025/2026

Na segunda quinzena de dezembro, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 2,17 milhões de toneladas ante a 1,71 milhão da safra 2024/2025. No acumulado da safra 2025/2026 até 1º de janeiro, a moagem atingiu 600,40 milhões de toneladas, ante 614,39 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – queda de 2,28%.

Na segunda metade de dezembro, operaram 61 unidades produtoras na região Centro-Sul, sendo 42 unidades com processamento de cana, dez empresas que fabricam etanol a partir do milho e nove usinas flex. No mesmo período da safra anterior, 59 unidades produtoras estavam em operação. Ao final da quinzena, 35 unidades encerraram a moagem, enquanto no acumulado já se contabilizavam 241 unidades.

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), registrado na segunda quinzena de dezembro, atingiu 127,49 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 123,33 kg por tonelada na safra 2024/2025 – variação positiva de 3,37%. No acumulado da safra, o indicador marca 138,35 kg de ATR por tonelada, registrando retração de 2,20% em relação ao último ciclo na mesma posição.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar nos últimos quinze dias dezembro totalizou 56,02 mil toneladas, registrando queda de 14,93% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2024/2025 (65,84 mil toneladas). No acumulado desde o início da safra até primeiro de janeiro, a fabricação do adoçante totalizou 40,22 milhões de toneladas, contra 39,88 milhões de toneladas do ciclo anterior (+0,86%).

Na segunda metade de dezembro, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 560,89 milhões de litros, sendo 327,66 milhões de litros de etanol hidratado (+7,23%) e 233,24 milhões de litros de etanol anidro (+27,76%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 30,84 bilhões de litros (-5,06%), sendo 19,05 bilhões de etanol hidratado (-7,94%) e 11,78 bilhões de anidro, valor bem próximo ao registrada em igual período na safra 2024/2025 (11,78 bilhões).

Do total de etanol obtido na segunda quinzena de dezembro, 77,23% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 433,18 milhões de litros neste ano, ante 405,30 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2024/2025 – aumento de 6,88%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 6,86 bilhões de litros – avanço de 13,98% na comparação com igual período do ano passado.

Vendas de etanol

No mês de dezembro, as vendas de etanol totalizaram 2,97 bilhões de litros. O volume comercializado de etanol anidro no período foi de 1,15 bilhão de litros – avanço de 7,64% – enquanto o etanol hidratado registrou venda de 1,82 bilhão de litros – recuo de 2,79%.

No mercado doméstico, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 1,74 bilhão de litros, o que representa uma queda de 1,91% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda de etanol anidro, por sua vez, atingiu a marca de 1,14 bilhão de litros, aumento de 10,52%.

No acumulado desde o início da safra até 1º de janeiro, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 26,29 bilhões de litros, registrando queda de 2,03%. O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 16,35 bilhões de litros (-5,75%), enquanto o de anidro alcançou 9,94 bilhões de litros (+4,75%).

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Empresas

AGCO anuncia nova estrutura de liderança na América Latina

Por Redação 20/01/2026
Escrito por Redação

AGCO anuncia nova estrutura de liderança na América Latina

A AGCO anunciou uma reestruturação em sua liderança. Como parte de uma estratégia global, Rodrigo Junqueira assume a vice-presidência da Massey Ferguson para toda a América Latina, incluindo o México, país que desempenha papel relevante para o crescimento da marca.

A nomeação reforça o foco da AGCO em fortalecer a presença da Massey Ferguson em mercados estratégicos. Junqueira, que anteriormente atuava como vice-presidente da Massey Ferguson América do Sul e diretor da AGCO América do Sul, agora passa a liderar a operação da Massey Ferguson em toda a região latino-americana.

No México, a AGCO tem uma operação dedicada à Massey Ferguson com grande representatividade através dos seus 16 grupos de concessionários mais de 106 lojas de atendimento, além da fábrica de tratores localizada em Querétaro região central do país com cerca de 200 funcionários.

A reestruturação também amplia a atuação de Marcelo Traldi. Atual vice-presidente de Fendt e Valtra na América do Sul, o executivo passa a responder pelas operações da AGCO em toda a América Latina, assumindo o cargo de vice-presidente de Fendt e Valtra América Latina e diretor-geral AGCO América Latina.

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EmpresasTecnologia

Inteligência artificial garante maior eficiência das máquinas agrícolas

Por Redação 20/01/2026
Escrito por Redação

Inteligência artificial garante maior eficiência das máquinas agrícolas

A fabricante de máquinas agrícolas Massey Ferguson incorpora a inteligência artificial em seus equipamentos que atendem todas as etapas da operação: do plantio à colheita. As soluções atendem desde pequenas propriedades até grandes operações agrícolas.

“Temos trabalhado para tornar as tecnologias cada vez mais intuitivas e fáceis de operar, garantindo que produtores de todos os perfis e cultivos possam tirar o máximo proveito das inovações, otimizando as operações e reduzindo custos”, explica Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produto da Massey Ferguson.

Entre os destaques, os tratores Massey Ferguson contam com a interação entre o controlador de bordo, o piloto automático MF Guide, a transmissão e o motor. Esse conjunto de tecnologias permite que os tratores operem de forma mais eficiente, reduzindo o desgaste dos equipamentos e o consumo de combustível. A transmissão Dyna-7, presente na série de tratores MF 8S, exemplifica essa inovação. Com um total de 28 velocidades à frente e 28 à ré, distribuídas em quatro grupos e sete marchas ininterruptas, garante um desempenho otimizado.

O trator MF 8S possui a telemetria Massey Ferguson Connect que permite o monitoramento remoto da máquina, possibilitando ajustes em tempo real para maior performance e produtividade. Já a transmissão Dyna-VT, CVT se autoajusta com a rotação do motor para atingir a velocidade desejada, oferecendo melhor performance conforme as condições do solo e do terreno.

Na etapa de plantio, o paralelismo ideal entre as linhas evita sobreposições ou falhas na distribuição das sementes. O sistema de gerenciamento de frota monitora o desempenho da máquina em tempo real e envia dados para uma central de acompanhamento. Esse monitoramento permite identificar necessidades de manutenção com antecedência, evitando paradas inesperadas.

No controle de insumos, o sistema de fertilizantes da Massey Ferguson opera com o vApply Granular, uma tecnologia Precision Planting® que realiza o gerenciamento preciso do adubo em duas seções, reduzindo em até 50% o desperdício de fertilizantes.

Nos pulverizadores, a tecnologia atua no controle e automação dos processos. O modelo MF 500R, por exemplo, possui estação meteorológica integrada ao controlador MF Guide, que coleta e analisa dados climáticos em tempo real, fornecendo ao operador informações sobre as condições ideais para a aplicação de defensivos.

Essa integração reduz desperdícios, aumenta a eficiência operacional e promove práticas mais sustentáveis. Os controles de altura de barras automáticos e o sistema hidráulico trabalham em conjunto, mesmo sem intervenção do operador, para garantir melhor cobertura e qualidade na aplicação.

O exclusivo sistema LiquidLogic® da Massey proporciona automação avançada, realizando processos como pré-mistura, recirculação de produtos e controle de aplicação de forma automatizada, aumentando a precisão e reduzindo o desperdício de insumos. Outra inovação é o controle automático do tamanho de gotas OptiPulse®, individual em cada ponta de pulverização, o que diminui as chances de perdas por deriva e reduz o impacto ambiental.

As colheitadeiras da marca também se beneficiam da tecnologia. Podendo estar equipadas com piloto automático, otimizam a colheita e reduzem perdas de grãos. Sensores ajustam automaticamente a altura da plataforma, assegurando um corte uniforme e eficiente.

O monitor de produtividade MF ProSense coleta dados em tempo real, permitindo a tomada de decisão imediata e fornecendo informações úteis para o planejamento da próxima safra. A integração entre análise de solo e mapeamento de produtividade possibilita identificar áreas que demandam mais fertilização ou correções, otimizando recursos e maximizando o potencial produtivo.

A Massey Ferguson também oferece soluções tecnológicas voltadas para a produção de feno. As enfardadoras MF 4160V contam com controladores inteligentes para regulagem da altura de corte, abertura e fechamento da comporta e definição do tamanho dos fardos. Modelos com câmera variável ajustam automaticamente esses parâmetros via monitor e controlador, garantindo fardos mais uniformes e otimizando o armazenamento e o transporte.

“A agricultura de precisão já está acessível para todos os tamanhos de propriedade. Pequenos, médios e grandes agricultores podem implementar o piloto automático, telemetria e controle de aplicação em suas máquinas, obtendo ganhos significativos em produtividade e economia”, complementa Zanetti.

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20/01/2026 0 Comentários
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Mercado

Biocombustíveis devem receber R$ 106,7 bilhões em investimentos na próxima década

Por Redação 20/01/2026
Escrito por Redação

Indústria de biocombustíveis deve alcançar R$ 106,7 bilhões em investimentos na próxima década

A indústria de biocombustíveis deve investir R$ 106,7 bilhões em bens de capital para ampliar a capacidade produtiva do Brasil na próxima década, estima da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em seu levantamento anual, que considera os aportes já anunciados e os previstos entre 2026 e 2035.

Segundo a empresa pública, o impulso nos investimentos deve vir das novas políticas de fomento ao setor, previstas na Lei Combustível do Futuro.

Sancionada em outubro de 2024, o programa Combustível do Futuro criou mandatos para diferentes tipo de biocombustíveis com o objetivo de aumentar a participação dessas fontes na matriz energética e reduzir as emissões de gases-estufa.

Entre seus principais pontos, a política estabelece metas de mistura para o etanol anidro, o biodiesel e o combustível sustentável de aviação (SAF), e cria uma meta de redução de emissões para o setor de gás natural com uso de biometano.

Quando a política foi sancionada, o governo divulgou que estimava destravar investimentos da ordem de R$ 270 bilhões.

Individualmente, estão previstos para os próximos dez ano, R$ 66,2 bilhões em capex no setor de etanol, tanto de cana como de milho e ainda de segunda geração (E2G).

A seguir, estão os investimentos em combustível sustentável de aviação (SAF) e diesel verde, com R$ 27,9 bilhões em capex previstos. Na sequência, espera-se R$ 9,5 bilhões em biodiesel, R$ 3 bilhões em biometano de resíduos sucroenergéticos e R$ 100 milhões em captura de carbono.

Fonte: Datagro

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Brasil exporta 3,89 milhões de sacas de café em setembro, alta de 3,1%
Mercado

Exportações de café registram queda de 20,8% em 2025, aponta Cecafé

Por Redação 20/01/2026
Escrito por Redação

Exportações de café registram queda de 20,8% em 2025, aponta Cecafé

De acordo com o relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país embarcou, para 121 destinos, 40,049 milhões de sacas de 60 kg de todos os tipos do produto nos 12 meses de 2025, o que implica declínio de 20,8% em relação ao ano anterior. Apesar da queda em volume nas exportações de café, a receita cambial, de US$ 15,586 bilhões, foi recorde anual, apresentando crescimento de 24,1% ante 2024.

Esse desempenho foi alcançado com as 3,133 milhões de sacas exportadas em dezembro do ano passado (-20,2% frente a dez/24), que renderam US$ 1,313 bilhão (+10,7%) ao país. Já no acumulado do primeiro semestre da safra 2025/26, o Brasil remeteu 20,610 milhões de sacas ao exterior, com receita de US$ 8,054 bilhões, performance que corresponde a um declínio de 21,3% em volume, mas incremento de 11,7% em valor na comparação com o intervalo de julho a dezembro de 2024.

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, comenta que a diminuição no número de sacas exportadas já era aguardada em 2025, principalmente após os embarques recordes registrados um ano antes.

“Exportamos um volume histórico em 2024, reduzindo o montante de café armazenado no país, e a safra do ano passado foi impactada pelo clima, combinação que culminou na limitação da disponibilidade do produto”, explica.

Ele completa que outros fatores também influenciaram a performance, como as tarifas de 50% impostas pelos EUA para importar o produto brasileiro.

“Nos quase quatro meses de vigência do tarifaço sobre todos os tipos de café do Brasil, entre o começo de agosto e o fim de novembro – vale lembrar que o solúvel ainda segue taxado –, nossos embarques aos norte-americanos despencaram 55%, majoritariamente afetados por essas taxas. Além disso, como a tributação sobre o café solúvel não foi retirada, o declínio nas exportações desse produto para os Estados Unidos continua se acentuando”, revela.

A defasagem na infraestrutura portuária do país aumenta a lista de adversidades que os exportadores de café enfrentaram em 2025. “Apesar dos recordes de exportação anunciados pelas autoridades públicas, a falta de estrutura adequada para cargas conteinerizadas nos portos brasileiros gerou um prejuízo de R$ 61,467 milhões a nossos associados no acumulado do ano passado até novembro – dados mais recentes serão divulgados em breve – devido a custos extras com armazenagens adicionais, pré-stacking e detentions, que são resultados do atraso e das alterações de escalas dos navios”, afirma Ferreira.

De acordo com dados do Boletim Detention Zero, elaborado pela startup ElloX Digital em parceria com o Cecafé, 55% dos navios enfrentaram atrasos ou alterações de escalas na média mensal de 2024 até novembro, o que fez com que 613,4 mil sacas — 1.859 contêineres — por mês, também no cálculo médio desses 11 meses, não conseguissem embarques para o exterior.

No tocante ao recorde obtido com a receita cambial, Ferreira aponta o cenário mercadológico internacional e os constantes investimentos dos produtores brasileiros como principais motivadores.

“Tivemos médias mensais de preço maiores em 2025 e nossos cafeicultores, bem-organizados, mantêm seus investimentos em tecnologia, inovação e qualidade, o que eleva o patamar dos cafés do Brasil e, consequentemente, o seu valor. Não à toa, somos a única origem do mundo que consegue exportar para mais de 120 países, respondendo por mais de um terço do market share global”, aponta.

Principais destinos 

Com a aquisição de 5,409 milhões de sacas, a Alemanha assumiu a liderança entre os maiores importadores dos cafés do Brasil no ano passado, apesar de o volume implicar queda de 28,8% na comparação com 2024. Esse montante representou 13,5% de todos os embarques brasileiros do produto efetuados em 2025.

Os Estados Unidos, usualmente líderes desse ranking, desceram à segunda posição no ano passado, como reflexo do declínio observado no período de vigência do tarifaço. Os norte-americanos importaram 5,381 milhões de sacas em 2025 – 13,4% do total –, com queda de 33,9% frente aos 12 meses de 2024.

Fechando o top 5, aparecem a Itália, com a importação de 3,149 milhões de sacas e recuo de 19,6%; o Japão, com 2,647 milhões de sacas e alta de 19,4%; e a Bélgica, com 2,321 milhões de sacas e baixa de 47%.

Refletindo a menor disponibilidade de café após as exportações recordes em 2024 e uma safra impactada pelo clima no ano passado, entre os 10 maiores importadores do produto brasileiro, além do Japão, somente a Turquia, sexta posição com a aquisição de 1,555 milhão de sacas (+3,3%), e a 10ª colocada China, com 1,123 milhão de sacas (+19,5%), conseguiram ampliar suas compras em 2025.

Tipos de café 

Nos 12 meses do ano passado, o café arábica foi a espécie mais exportada pelo Brasil, com 32,308 milhões de sacas enviadas ao exterior. Esse volume equivale a 80,7% do total, ainda que signifique queda de 12,8% em relação a 2024.

A espécie canéfora (conilon + robusta) vem na sequência, com o embarque de 3,995 milhões de sacas (10% do total), seguida pelo setor de café solúvel, com 3,688 milhões de sacas (9,2%), e pelo segmento de café torrado e torrado e moído, com 58.474 sacas (0,1%).

Cafés diferenciados 

Os cafés que possuem certificados de práticas sustentáveis, qualidade superior ou especiais responderam por 20,3% das exportações totais brasileiras entre janeiro e dezembro de 2025, com o envio de 8,145 milhões de sacas ao exterior. Esse volume é 10,9% menor do que o registrado no acumulado dos mesmos 12 meses do ano retrasado.

A um preço médio de US$ 432,78 por saca, a receita cambial com os embarques do produto diferenciado foi de US$ 3,525 bilhões, o que corresponde a 22,6% do total obtido com os embarques de janeiro a dezembro no ano passado. Na comparação com o mesmo intervalo de 2024, o valor é 39,1% superior.

Os EUA lideraram o ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados, com a importação de 1,316 milhão de sacas no acumulado de 2025, o equivalente a 16,2% do total desse tipo de produto exportado.

Fechando o top 5, aparecem Alemanha, com 1,235 milhão de sacas e representatividade de 15,2%; Bélgica, com 814.085 sacas (10%); Holanda (Países Baixos), com 760.248 sacas (9,3%); e Itália, com 463.244 sacas (5,7%).

Santos foi o principal porto de embarque dos cafés do Brasil em 2025, com a remessa de 31,515 milhões de sacas ao exterior e representatividade de 78,7%. Na sequência, aparecem o complexo portuário do Rio de Janeiro, que respondeu por 17,7% do total ao exportar 7,092 milhões de sacas, e o Porto de Paranaguá (PR), que enviou 371.342 sacas para fora do país (0,9%).

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Mercado

Drones impulsionam produtividade e sustentabilidade em fazenda de café capixaba

Por Redação 19/01/2026
Escrito por Redação

Drones impulsionam produtividade e sustentabilidade em fazenda de café capixaba

A tradição e a inovação caminham juntas na fazenda Kirmse, em Colatina, no interior do Espírito Santo. Fundada por Gervásio Kirmse, produtor de café conilon, a propriedade vive uma nova fase com a adoção de drones agrícolas, tecnologia que vem revolucionando o manejo das lavouras e a rotina no campo.

Durante décadas, o trabalho era todo manual. “A gente começou com a bomba de braço, depois passou para a motorizada, mas era pesado e demorado”, relembra Gervásio, que dedicou a vida ao cultivo do café. “Quando o drone chegou, mudou tudo. O rendimento aumentou e a lavoura ficou mais bonita.”

A transformação veio com o olhar do neto, João Vitor Kirmse, que assumiu a gestão da fazenda e trouxe a inovação para o dia a dia da família. “A aplicação manual levava muito tempo e exigia muita mão de obra. Com o drone, a gente faz o trabalho em uma fração do tempo, com mais precisão e menos desperdício”, explica João.

Além de otimizar o tempo, a tecnologia trouxe ganhos diretos para a lavoura. “A gente percebeu que reduziu o aborto dos grãos e a produção ficou mais uniforme”, afirma João. “O drone aplica de forma homogênea, o que melhora a nutrição das plantas e o resultado final do café.”

O serviço de pulverização é realizado pela Capixaba Drone, empresa especializada em aviação agrícola e subdistribuidora da Fotus Agro. Fundada e coordenada por Wellington Piske, a empresa opera drones em propriedades do Espírito Santo e da região leste de Minas Gerais. “O drone chegou para resolver dores antigas do produtor, principalmente em áreas de relevo acidentado, onde o trabalho manual é muito difícil”, explica Wellington.

Segundo o agrônomo, o uso do drone traz benefícios que vão além da produtividade. “Ganha-se em tempo, economia de água, redução de insumos e segurança. O operador não precisa ficar exposto aos produtos, e o resultado na lavoura é imediato”, afirma. “É uma ferramenta que se encaixa perfeitamente nas condições da cafeicultura capixaba.”

A relação entre a Capixaba Drone e a Fotus Agro é um exemplo de parceria bem-sucedida no agronegócio. “A Fotus sempre está presente quando a gente precisa. O suporte técnico e o pós-venda são diferenciais que trazem confiança”, diz Wellington. “Foi essa confiança que nos levou, inclusive, a começar a atuar também como revenda autorizada da marca.”

Para Gervásio, o impacto da tecnologia é visível. “O trabalho ficou mais fácil e o resultado é melhor. Antes era muito esforço e pouco retorno. Agora a gente vê a diferença na colheita”, comenta. Ele lembra que a economia de produto e de água se tornou parte da rotina: “O drone usa a quantidade certa, sem desperdício. Isso ajuda a lavoura e o meio ambiente.”

A sustentabilidade é um ponto que o neto João Vitor também faz questão de destacar. “A gente quer produzir bem, mas também preservar o que tem. O drone ajuda muito nisso, porque reduz o impacto ambiental e aumenta a eficiência do manejo.”

Segundo Victor Gomes Silva, engenheiro agrônomo da Fotus Agro, o café é uma das culturas que mais têm adotado o uso de drones no país. “A tecnologia está democratizando o acesso à agricultura de precisão, antes restrita a grandes propriedades. Hoje, pequenos e médios produtores estão colhendo resultados expressivos”, destaca o engenheiro agrônomo.

O sucesso da fazenda Kirmse inspira outros produtores da região, ainda reticentes em investir em inovação. “Tem gente que ainda tem medo, mas a gente sempre fala: testa. O drone ajuda de verdade e o retorno vem rápido”, afirma João. “Aqui a gente não volta mais para o jeito antigo.”

Wellington confirma que o interesse dos cafeicultores cresce a cada safra. “Hoje, a dúvida já não é se o drone funciona, e sim se o produtor vai ter o suporte e o treinamento adequados. É por isso que o papel do vendedor técnico é tão importante nessa nova fase da agricultura de precisão.”

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LiuGong amplia Série T com chegada da pá carregadeira elétrica 838TE
EmpresasTecnologia

LiuGong amplia Série T com chegada da pá carregadeira elétrica 838TE

Por Redação 19/01/2026
Escrito por Redação

LiuGong amplia Série T com chegada da pá carregadeira elétrica 838TE

A LiuGong anuncia a ampliação da Série T com a incorporação da linha elétrica, reforçando a estratégia global de eletrificação com equipamentos que aliam robustez estrutural, alta produtividade e redução de custos operacionais. O movimento acompanha a transição energética no setor de máquinas pesadas e atende à demanda crescente por soluções de emissão zero, especialmente em operações urbanas, industriais e de mineração.

Resultado de um programa global de desenvolvimento iniciado em 2014, a LiuGong já comercializou mais de 6.500 equipamentos elétricos em todo o mundo. Até 2024, essas máquinas acumularam 1,1 bilhão de horas de operação, com uma redução estimada de 330 mil toneladas de CO₂, um impacto ambiental equivalente ao plantio de aproximadamente 1,8 bilhão de árvores.

A engenharia elétrica inclui transmissão desenvolvida internamente pela LiuGong, com eficiência até 20% superior, e um sistema inteligente de recuperação de energia, capaz de reduzir o consumo total até 20%, especialmente em ciclos com frenagem frequente. A arquitetura elétrica elimina o motor a combustão, reduz drasticamente o número de componentes sujeitos a desgaste e amplia os intervalos de manutenção, resultando em um custo total de manutenção significativamente menor em comparação a máquinas a diesel.

A Série T elétrica adota a tecnologia MTB (Module to Bracket), que integra os módulos de bateria diretamente à estrutura da máquina. Essa solução aumenta a densidade energética volumétrica em mais de 40%, reduz o chicote elétrico em 93% e eleva em mais de 300% a resistência à vibração do conjunto. As baterias utilizam a química LFP (fosfato de ferro-lítio), reconhecida pela alta estabilidade térmica e segurança, com vida útil estimada de 5 anos ou 10.000 horas e Sistema de Gerenciamento de Baterias (BMS) desenvolvido pela própria LiuGong, assegurando controle preciso, confiabilidade e desempenho.

A chegada da Série T elétrica consolida essa trajetória e amplia o portfólio da marca em segmentos estratégicos. Entre os destaques da nova fase da Série T está a pá carregadeira elétrica 838TE, desenvolvida sobre a mesma plataforma estrutural dos modelos convencionais da Série T, garantindo robustez e confiabilidade já reconhecidas pelo mercado. O equipamento possui bateria de 193 kWh, potência nominal de 120 kW, carga operacional de 4.800 kg e caçamba de 2,7 m³, assegurando desempenho elevado mesmo em aplicações severas.

O modelo 838TE é compatível com os principais padrões globais de carregamento (GB/T) e pode ser carregado completamente em cerca de uma hora, utilizando estação de 160 kW, assegurando produtividade em jornadas intensivas. Com a ampliação da Série T para a linha elétrica, a LiuGong reforça seu compromisso com inovação, sustentabilidade e eficiência operacional, levando para o mercado soluções alinhadas às novas exigências ambientais e econômicas do setor de máquinas pesadas.

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Tecnologia

Embrapa lança edital para licenciamento de produtores de mudas de mandioca

Por Redação 19/01/2026
Escrito por Redação

Embrapa lança edital para licenciamento de produtores de mudas de mandioca

Viveiristas podem se credenciar para adquirir material propagativo de cinco cultivares de mandioca da Embrapa. A oferta pública para o licenciamento é destinada a produtores de mudas/manivas-semente de mandioca (Manihot esculenta Crantz) que tenham inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem).

O edital traz três variedades desenvolvidas pela Embrapa Cerrados (BRS 401, BRS 418 e BRS 429) e duas, pela Embrapa Mandioca e Fruticultura (BRS 420 e BRS CS 01). As inscrições serão feitas por e-mail e atendidas por ordem de recebimento até o esgotamento dos lotes. O prazo se encerra no dia 6 de fevereiro, às 17h.

“Essa oferta é de grande importância para a Embrapa. Temos uma grande demanda de produtores rurais em busca dos nossos materiais e agora, com o licenciamento de viveiristas que multiplicarão nossas variedades, poderemos atender esse público”, conta Cristiane Cruz, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cerrados.

O licenciamento não tem ônus para os viveiristas, como informa o responsável técnico pelo edital. “A vantagem é que são materiais protegidos sem contrato de royalties. Quem for multiplicar as manivas dará como contrapartida à Embrapa a informação sobre para onde ele vai, em que volumes e em que tempo”, explica o engenheiro-agrônomo Helton Fleck da Silveira, analista de transferência e tecnologia da Embrapa Mandioca e Fruticultura.

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