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LS Tractor faz pré-lançamentos e reforça soluções de acesso à mecanização
Show Rural CoopavelTecnologia

LS Tractor faz pré-lançamentos e reforça soluções de acesso à mecanização

Por Redação 05/02/2026
Escrito por Redação

LS Tractor faz pré-lançamentos e reforça soluções de acesso à mecanização

A multinacional sul-coreana LS Tractor anuncia o pré-lançamento de novas soluções em mecanização agrícola no Brasil durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel-PR, que acontece de 9 a 13 de fevereiro. 

Os modelos vêm acompanhados de condições diferenciadas de acesso aos equipamentos, por meio do Consórcio LS Tractor e das linhas de financiamento via PRONAF, com taxa do 2,99% ao ano, que permitem planejamento, previsibilidade e investimento sustentável. A proposta é preparar o produtor para os próximos passos de modernização da propriedade, oferecendo não apenas tecnologia, mas também caminhos viáveis para a aquisição das máquinas.

Entre as novidades técnicas, a LS Tractor apresenta os novos modelos da Série Plus, composta pelos tratores Plus 80 PRO, Plus 90 PRO e Plus 100 PRO, com potências de 80, 92 e 105 cv. Segundo o consultor de marketing da LS Tractor, Astor Kilpp, os novos modelos trazem avanços significativos em conforto operacional.

“A nova cabine da LS conta com projeto interno totalmente renovado, acabamento moderno e soluções pensadas para proporcionar mais ergonomia, segurança e conforto ao operador no dia a dia”, destaca.

Outro diferencial está no novo sistema hidráulico, que passa a contar com controle remoto de três válvulas, sendo uma delas com fluxo variável e ajuste de vazão de 0 a 50 litros por minuto, tecnologia voltada especialmente para atender implementos que exigem acionamento de motores hidráulicos..

O pré-lançamento também marca uma evolução visual da marca, pois eles passam a ser produzidos com uma tonalidade de azul, mais intensa e exuberante, além de receberem novo sistema de iluminação em LED, que garante maior segurança e eficiência nas operações noturnas. “É um conjunto de mudanças que alia tecnologia, funcionalidade e um visual mais imponente, levando ainda mais encanto aos campos brasileiros”, afirma Kilpp.

Do ponto de vista técnico, os tratores da Série Plus são equipados com motores Perkins de quatro cilindros, com tecnologia MAR-1, além de sistema eletrônico de proteção do motor contra falhas de lubrificação e temperatura, que realiza o desligamento automático em situações de risco. A transmissão é LS, com 20 marchas à frente e à ré, sistema de reversão sincronizada e super redutor integrado, garantindo versatilidade e desempenho em diferentes operações.

Opção para agricultura familiar

Pela primeira vez no evento a LS Tractor disponibiliza aos paranaenses, o MT2.27E, um trator compacto e robusto, ideal para propriedades de menor porte. Equipado com motor diesel de três cilindros e 25 cv, o MT2 27E alia tecnologia e eficiência operacional. O trator conta com transmissão LS de 12 marchas à frente e 12 à ré, além de tomada de potência (TDP) independente com acionamento eletro-hidráulico, proporcionando segurança e agilidade nas operações. “Sabemos dos gargalos que uma propriedade enfrenta em relação às tarefas diárias, o MT2.27E se destaca pela sua versatilidade”, afirma Kilpp.

Com sistema hidráulico de três pontos e capacidade de levante de 820 kg, o MT2.27E é uma solução eficiente para a mecanização de pequenas propriedades, permitindo acesso a um equipamento com alto padrão de qualidade e custo competitivo. “É um trator pequeno no tamanho, mas uma grande solução para a pequena propriedade. Sua eficiência operacional e economia de combustível garantem a produtividade necessária para este segmento no campo, tornando-o um excelente investimento, especialmente para o pequeno produtor rural”, reforça o especialista.

Crédito facilitado

Como parte da estratégia de acesso aos equipamentos, durante a feira a empresa disponibiliza o Consórcio LS Tractor, que se consolida como alternativa ao financiamento tradicional. A modalidade permite a compra sem juros, com prazo de até 120 meses, sem taxa de adesão, além de lance fixo e livre, e sem comprometer o limite de crédito bancário do produtor, ampliando sua flexibilidade financeira ao longo do ciclo produtivo.

Além disso, a LS Tractor reforça seu compromisso com a agricultura familiar ao destacar as condições do PRONAF, com taxa de 2,99% ao ano, prazo de até sete anos para pagamento, carência de até 12 meses e possibilidade de financiamento de até 90% do valor do equipamento, permitindo que pequenos produtores avancem em mecanização, produtividade e eficiência, respeitando a realidade econômica de cada propriedade.

“É importante destacar que as condições do Consórcio LS Tractor e das linhas PRONAF estão disponíveis por meio da rede de concessionárias da marca, sujeitas à análise de crédito e à disponibilidade de recursos”, explica Felippe Vieira, diretor Comercial da LS Tractor.

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05/02/2026 0 Comentários
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Brasil exporta 3,89 milhões de sacas de café em setembro, alta de 3,1%
Mercado

Produção de café deve ser recorde em 2026, com 66,2 milhões de sacas, estima Conab

Por Redação 05/02/2026
Escrito por Redação

Produção de café deve ser recorde em 2026, com 66,2 milhões de sacas, estima Conab

A primeira estimativa para a produção de café em 2026 aponta para uma produção de 66,2 milhões de sacas beneficiadas, um aumento de 17,1% em relação ao volume registrado no ciclo do ano anterior. Em ano de bienalidade positiva, o crescimento previsto é influenciado pelo incremento de 4,1% na área em produção em relação a 2025, estimada em 1,9 milhão de hectares na atual temporada, algo esperado para o ciclo.

Além disso, as condições climáticas mais favoráveis registradas ao longo do ciclo da cultura e a adoção de tecnologias e boas práticas de manejo nas lavouras influenciam em uma melhora na produtividade, que também deve registrar uma elevação de 12,4% em relação à safra passada, sendo esperada uma colheita de 34,2 sacas por hectare.

Esses dados estão no 1º Levantamento da Safra de Café em 2026, divulgado nesta quinta-feira (5) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Se confirmado o resultado, este será um novo recorde na série histórica da Companhia, ultrapassando a safra de 2020 quando foram colhidas 63,1 milhões de sacas.

Para a produção de arábica, espécie que registra maior influência da bienalidade, a empresa pública federal espera uma colheita de 44,1 milhões de sacas na atual safra, aumento de 23,3% sobre o ciclo passado. Essa elevação é atribuída ao crescimento de área em produção, às condições climáticas mais favoráveis e à bienalidade positiva.

A Conab também espera uma maior colheita para o conilon. A expectativa da estatal é de uma safra de 22,1 milhões de sacas, alta de 6,4% sobre a produção em 2025, que pode estabelecer um novo recorde registrado pela Companhia, efeito do crescimento da área em produção e das condições climáticas mais favoráveis até o momento.

Produção nos estados

Apenas em Minas Gerais, principal produtor de café no país e estado que registra a maior área destinada para o arábica, a produção é estimada em 32,4 milhões de sacas. O bom resultado é justificado pela melhor distribuição das chuvas, principalmente nos meses precedentes à floração, além das questões fisiológicas da planta.

Em São Paulo, outro importante produtor de arábica, a expectativa é de uma safra de 5,5 milhões de sacas, impulsionada pela bienalidade positiva e pela recuperação de áreas afetadas no ciclo anterior.

Na Bahia, o crescimento previsto pela estatal na produção total do grão é de 4%, com estimativa de 4,6 milhões de sacas colhidas em todo o estado ao final do atual ciclo. Do total estimado, 1,2 milhão de sacas são de arábica e 3,4 milhões de sacas são de conilon.

Já no Espírito Santo, a produção de café está estimada em 19 milhões de sacas, alta de 9% em relação a 2025. A maior parte deste volume se refere à colheita de conilon. Para a variedade, a Conab prevê uma safra de 14,9 milhões de toneladas, crescimento de 5% em relação à safra anterior, o que mantém o estado capixaba como o principal produtor de conilon no país. Esse resultado positivo advém das boas precipitações verificadas no norte do estado, que beneficiaram as lavouras.

Com o cultivo destinado exclusivamente para a espécie conilon, Rondônia deve registrar uma produção de 2,7 milhões de sacas, acréscimo de 18,3% em comparação à safra passada. A expressiva renovação do material genético por plantas clonais mais produtivas, aliada às condições climáticas favoráveis desde o início do ciclo, justificam o acréscimo observado.

Mercado

Mesmo com a queda de 17,1% na quantidade de café embarcada para o exterior, registrando a venda de 41,9 milhões de sacas de 60 quilos em 2025, o Brasil exportou no ano passado US$ 16,1 bilhões em café, o que representa um novo recorde na série histórica de exportação do produto após um aumento de 30,3% na comparação com 2024, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado é reflexo do aumento de 57,2% no valor médio do produto em relação a 2024.

Para o ciclo de 2026, os preços do produto devem se manter em níveis elevados mesmo com a expectativa de produção recorde no Brasil, principal produtor e exportador de café mundial, e com as perspectivas de uma boa safra no Vietnã. De acordo com o Departamento de Agricultudesra dos Estados Unidos (USDA – sigla em inglês), o consumo mundial segue tendência de alta e deve registrar um novo recorde previsto em 173,9 milhões de sacas de 60 quilos. Esse aumento é influenciado pela maior demanda do mercado asiático, com destaque para China, Indonésia e Vietnã.

Diante deste cenário, o estoque mundial no início da safra 2025/26 é o mais baixo dos últimos 25 anos, previsto em 21,3 milhões de sacas de 60 quilos, o que representa uma queda de 7,8% na comparação com o ciclo anterior. No final do ciclo, a indicação do USDA é de uma nova queda de 5,4% no estoque, previsto em 20,1 milhões de sacas de 60 quilos, mantendo os preços do grão pressionados no mercado.

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05/02/2026 0 Comentários
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 Armazenagem inadequado de grãos pode comprometer toda a safra
Tecnologia

Armazenagem inadequada de grãos pode comprometer toda a safra

Por Redação 05/02/2026
Escrito por Redação

armazenagem - Armazenagem inadequada de grãos pode comprometer toda a safra

A armazenagem de grãos é uma etapa crítica da produção agrícola. A escolha de um armazém confiável impacta diretamente a preservação da qualidade do produto, a segurança financeira do produtor e o desenvolvimento econômico regional. Em áreas com forte presença do agronegócio, casos de má gestão ou falta de estrutura adequada já causaram prejuízos significativos aos agricultores no passado.

A Agrobom adota práticas que permitem ao agricultor acompanhar todo o processo de recebimento e classificação dos grãos. “Nossa trajetória na região reflete o trabalho de pessoas que entendem as necessidades do campo e que colocam a seriedade acima de tudo”, afirma Marco Castelli, diretor comercial da companhia.

Entre os diferenciais operacionais estão a classificação dos grãos realizada no momento do descarregamento, com possibilidade de acompanhamento pelo produtor, a aferição regular das balanças por empresa especializada e medidores de umidade de ponta, com aferição contínua.

“A classificação é feita de forma clara, transparente e sem margem para dúvidas. Já presenciei diversas vezes a aferição das balanças de forma criteriosa. Isso traz muita segurança ao produtor, que sabe que o produto está sendo avaliado de maneira fiel e justa”, relata Weverley Aparecido Rizieri, produtor rural de Cássia (MG) que utiliza os serviços da Agrobom.

A infraestrutura do armazém também contempla refeitório, banheiros, bebedouro e chuveiros para os motoristas, proporcionando melhores condições durante o período de entrega da safra.

“Nossa região já passou por momentos difíceis com armazéns sem estrutura adequada ou sem gestão responsável, que causaram prejuízos significativos aos produtores. A existência de um armazém confiável faz toda a diferença e contribui diretamente para a estabilidade do agronegócio regional”, completa Rizieri.

Segundo Castelli, a manutenção de padrões operacionais e a construção de relacionamentos duradouros com os produtores são pilares da atuação da empresa. “Não se constrói credibilidade da noite para o dia. É o resultado de anos de trabalho sério, de processos bem executados e de respeito ao produtor. Essa é a nossa responsabilidade com a região”, conclui o diretor comercial.

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05/02/2026 0 Comentários
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Embora tenha sido um ano desafiador, JCB ganha participação de mercado em 2025
Empresas

Embora tenha sido um ano desafiador, JCB ganha participação de mercado em 2025

Por Redação 05/02/2026
Escrito por Redação

Embora tenha sido um ano desafiador, JCB ganha participação de mercado em 2025

O ano de 2025 foi positivo para a JCB, empresa de retroescavadeiras e manipuladores telescópicos, equipamentos que ela inventou. Em outubro, celebrou 80 anos de fundação e, alguns meses antes, obteve a primeira homologação completa da União Europeia para motores de hidrogênio, destinados a equipamentos não rodoviários.

No Brasil, onde atua há 25 anos, a JCB também somou conquistas. Lançou uma pá carregadeira destinada especialmente para o segmento agro, com boa receptividade pelo mercado, e superou obstáculos.

“Foi um ano complexo, mas fechamos no ‘verde’. Tivemos instabilidades na infraestrutura, tanto no âmbito nacional, com a elevada taxa de juros, quanto internacional, como o tarifaço imposto pelo presidente norte-americano. Ainda assim, encerramos 2025 com um crescimento de 7,1% em comparação a 2024, considerando o período de janeiro a outubro”, revela Adriano Merigli, presidente da JCB América Latina.

Segundo o executivo, o número ratifica o propósito da companhia, anunciado em meados de 2024, de dobrar de tamanho até 2030. À época, a companhia informou o investimento de meio bilhão de reais, dos quais cerca de R$ 360 milhões na expansão das operações e modernização da fábrica de Sorocaba (SP), que abastece as Américas do Sul e Central.

Foi o maior investimento feito pela JCB e um dos maiores do setor nos últimos anos, e vai ao encontro dos planos de expansão global da companhia, em linha com outros grandes investimentos divulgados pela empresa em nível mundial.

Um ano para ser celebrado

De acordo com Adriano Merigli, o resultado positivo da JCB em 2025 está em consonância com o planejamento estratégico da empresa e tal marca deve-se a diversos fatores, como a soma dos esforços da bem capilarizada rede de distribuição (são 64 pontos, estrategicamente dispostos em todo o território nacional), além das alternativas oferecidas pelo JCB Finance (braço financeiro da empresa) aos clientes, com taxas subsidiadas para financiamento, além de oferta de planos de consórcio.

Analisa Carlos França, diretor de vendas e marketing da JCB: “O ano começou com indefinições, com alta na restrição de crédito. Ainda assim, 2025 foi um ano para ser celebrado. Conseguimos superar, com muito trabalho e foco, nossas estimativas iniciais, crescendo tanto em números absolutos de vendas quanto em unidades comercializadas, mas também em participação de mercado – o que está no caminho do nosso principal objetivo, contemplado no nosso planejamento estratégico, que é dobrar de tamanho em cinco anos”.

O diretor de Pós-Venda da companhia, Felipe Battistella, destaca que o parque de máquinas da JCB cresceu e o pós-venda conseguiu acompanhar tal evolução. “Tivemos incremento de cerca de 70% na quantidade de planos de manutenção, algo que denota a busca de nossos clientes pelo nível de profissionalismo que oferecemos e que também reforça a confiança que eles depositam na JCB em deixar as máquinas deles com os mais altos índices de produtividade”.

Battistella conta que, para atingir tais níveis de satisfação dos clientes, a JCB aumentou em 20% o efetivo de técnicos em todo o Brasil, além de criar uma área de desenvolvimento de competências.

“Temos a maior rede do segmento e precisamos de técnicos bem formados e capacitados. Mas também investimos no nosso inventário de peças, que fica no nosso Centro de Distribuição, localizado na cidade paulistana de Jundiaí e que atende parte da América do Sul, além do mercado nacional”, celebra.

Crescimento nos setores agro, construção civil e mineração

Na análise dos executivos da JCB, houve dificuldades no setor agrícola em boa parte de 2025, que foi fortemente impactado pelo tarifaço dos Estados Unidos, mas a empresa também sentiu a restrição de crédito, muito por conta das linhas de repasse do BNDES. Apesar desse cenário, a fabricante registrou alta nos outros setores nos quais atua: construção civil e mineração – em que a empresa vem ganhando espaço ano a ano, com crescimento uniforme em todo o Brasil.

“Continuamos fazendo muita diferença em licitações e em órgãos públicos, como governos municipais, um mercado que cresceu quase 60% em 2025 em comparação a 2024. Isto ajudou a compensar o impacto no segmento agro. Além disso, as locadoras mantiveram nível de forte alta já que, por conta das taxas de juros, o mercado de locação passou a ser uma opção para o cliente final”, analisa Adriano.

Felipe Battistella conta que a JCB tem registrado crescimento em todos esses segmentos e, para tal, oferece respaldo no pós-venda. Ele destaca o setor de mineração, que exige muito em produtividade e disponibilidade das máquinas. “Estamos criando modelos para atender a esse setor, que demanda bem mais em termos de produtividade. E, para tal, temos que estar com atendimento in loco, com técnicos dedicados na operação, além de mecânicos e contêineres de peças, tudo com vistas a oferecer um atendimento de excelência”, observa.

Em 2026, JCB anuncia a entrada em novo segmento

Durante a Agrishow, no final de abril de 2025, a JCB lançou a pá carregadeira 437ZX AGRI. A máquina é indicada para operações de grande volume movimentado e é equipada com motor Cummins de 173hp e caçamba de 6m³. Tais características a torna ideal, por exemplo, nas aplicações em usinas de cana de açúcar. Também ampliou o número de distribuidores (foram dois ao longo do ano), chegando aos 64 atuais. 

Em 2026, a empresa revela que entrará em um novo segmento: o de plataformas elevatórias, visando atender os clientes dos setores de construção, agro e movimentações e elevações.

“Continuaremos com foco no mercado agrícola, pois há a expectativa de retomada e aceleração dos negócios, tanto que temos visto sucessivas safras recordes. Por conta disto, estamos formatando uma rede de distribuição específica com foco nesse segmento, além de desenvolver portfólios e equipes dedicadas para atuar fortemente nesse mercado já a partir de 2026”, informa Carlos França.

“Acreditamos que 2026 será de muito desafio, como sempre, e também de muito trabalho. Mas nos manteremos focados em um propósito: que a JCB seja a marca mais próxima dos clientes. Faremos lançamentos e expandiremos nossa rede de distribuição – posso adiantar que haverá duas casas, uma em São Paulo e outra em Minas Gerais – e tudo com um pós-venda que sustentará nosso plano de crescimento, que prevê dobrarmos de tamanho em cinco anos, algo que vai além do número, mas tem a ver com uma atitude que envolve todo o nosso time de 700 pessoas”, finaliza Adriano.

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05/02/2026 0 Comentários
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Vendas de tratores crescem 13,69% em 2025 e colheitadeiras avançam 4%
Mercado

Vendas de tratores crescem 13,69% em 2025 e colheitadeiras avançam 4%

Por Redação 04/02/2026
Escrito por Redação

Vendas de tratores crescem 13,69% em 2025 e colheitadeiras avançam 4%

As vendas de tratores registraram crescimento de 13,69% em 2025, enquanto que a comercialização de colheitadeiras subiu 4%, indica balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado nesta terça-feira (3).

“No acumulado de 2025, o segmento de tratores manteve resultado positivo em relação a 2024, com crescimento relevante no volume total comercializado. O desempenho foi sustentado principalmente pelos modelos de menor porte, em especial aqueles com potência de até 100cv”, afirma o presidente da entidade, Arcelio Júnior, que acrescenta: “as colheitadeiras também encerraram o ano com crescimento no acumulado, embora tenham apresentado oscilações mensais ao longo de 2025.

Entretanto, Arcelio Júnior ressalva que mesmo com desempenho positivo no acumulado de 2025, o mercado de máquinas agrícolas fechou o ano abaixo das expectativas iniciais.

“O cenário foi impactado pela menor rentabilidade do produtor rural, pelo elevado grau de endividamento no campo e pelo ambiente de crédito ainda restritivo ao longo do ano. O setor enfrentou um ano desafiador. A combinação entre custos elevados, juros altos e margens pressionadas limitou os investimentos, especialmente no primeiro semestre. Ainda assim, observamos recuperação gradual ao longo do ano.”

Fonte: Datagro

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04/02/2026 0 Comentários
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Leilão oferece máquinas agrícolas seminovas, com isenção de comissão e pagamento em até 48 x
Mercado

Leilão oferece máquinas agrícolas seminovas, com isenção de comissão e pagamento em até 48 x

Por Redação 04/02/2026
Escrito por Redação

Leilão oferece máquinas agrícolas seminovas, com isenção de comissão e pagamento em até 48 x

Com promoção da MF Leilões, empresa do Grupo MF Rural, o Leilão de Máquinas Agrícolas Seminovas da MAQNELSON, que será realizado nos dias 5 e 6 de fevereiro, ofertará 44 lotes de grandes marcas como John Deere, Massey Ferguson, Valtra, New Holland, Case Ih, Stara, Jacto e muitas outras. Entre o maquinário disponível estão colheitadeiras, tratores e pulverizadores.

“Além da qualidade das máquinas, os grandes diferenciais do leilão estão nas condições de pagamento: isenção da comissão de compra, onde o comprador já economiza entre 5 e 6% que seriam cobrados sobre o valor total do investimento, e o parcelamento em até 48 vezes. O comprador que der pré-lance ainda ganha 300 km de frete gratuito, um verdadeiro combo de vantagens para o produtor”, explica José Roberto Domingos de Oliveira, gerente administrati vo da MF Leilões.

Hoje, a MAQNELSON é considerada uma das maiores revendedoras John Deere do Brasil, sendo eleita pela própria marca a concessionária “Classe Mundial” e “Leaders Club” de 2025. Possui sede em Uberlândia (MG) e 12 lojas espalhadas pelos estados de Minas Gerais e Goiás. No entanto, outro ponto forte deste leilão da MAQNELSON é a oferta de maquinários multimarcas, tanto leves como pesados.

“O destaque não fica somente por conta das colheitadeiras, pulverizadores e tratores da John Deere. Teremos modelos Valtra, Massey Ferguson, Case Ih, New Holland, Stara e Jacto, atendendo a produtores de todos os portes, gostos e perfis”, complementa Matheus dos Santos Teixeira, consultor de vendas da MF Leilões. O leilão possui grande variedade de colheitadeiras, com plataformas de 15, 25, 35 e 40 pés, voltadas a terrenos ondulados, íngremes, planos e chapadões.

Quanto aos tratores, há modelos com motores de 80 cv a 110 e 190 cv, na linha média, e aqueles com mais tecnologia embarcada e cavalaria na casa de 353 ou 375 cv; cabinados ou não e com rodados para diferentes tipos de cultura. Os pulverizadores à venda também atendem um público diverso, contemplando dos modelos mecânicos e autopropelidos às linhas mais avançadas do mercado.

Investimento estratégico

Matheus dos Santos ressalta que o seminovo é uma decisão estratégica. Uma máquina zero quilômetro custa caro. Também pesa no bolso o fato do crédito estar escasso e os juros nos mais altos patamares da última década. “As máquinas disponíveis no leilão representam um investimento menor ao agricultor e possuem condições de pagamento atrativas. Os equipamentos têm ano de fabricação recente, estão em ótimo estado de conservação, preço dentro da média de mercado, parte mecânica em ordem e todos saem do pátio prontos para operação”, lembra.

Mesmo se tratando de máquinas seminovas e prontas para uso, o consultor recomenda a manutenção preventiva. “Semelhante a comprar um carro seminovo, é importante realizar a troca de lubrificantes e substituir os filtros para que se possa ter seu próprio histórico de manutenção”, conclui, reforçando para que os interessados consultem as condições de pagamento do leilão: colheitadeiras serão negociadas em dez parcelas à vista e 38 mensais. Tratores e pulverizadores vão ser vendidos em 36 parcelas, sendo oito no ato da batida do martelo e 28 mensais.

 

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04/02/2026 0 Comentários
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Irrigação no tempo certo: como o planejamento antecipado facilita a implantação na lavoura
Tecnologia

Irrigação no tempo certo: como o planejamento antecipado facilita a implantação na lavoura

Por Redação 04/02/2026
Escrito por Redação

Irrigação no tempo certo: como o planejamento facilita a implantação na lavoura

Escolher o momento certo para implantar um sistema de irrigação não precisa ser um processo complexo ou desmotivador. Pelo contrário: quando o planejamento começa no tempo adequado e os passos são conduzidos com orientação técnica, o produtor ganha previsibilidade, reduz riscos e amplia o retorno produtivo da área, especialmente em um cenário de clima cada vez mais variável no campo.

Segundo Danilo Silva, gerente agronômico da Netafim, a irrigação deve ser considerada ainda nas primeiras discussões sobre a abertura de uma nova área ou na reorganização do sistema produtivo.

“Quando o produtor antecipa a decisão, ele consegue organizar licenças, infraestrutura e análise hídrica com tranquilidade, evitando correrias perto do plantio e tornando todo o processo mais simples e eficiente”, afirma.

No Brasil, o planejamento da irrigação tem se mostrado estratégico em diferentes sistemas produtivos, como cana-de-açúcar, café, citros, fruticultura, grãos e hortaliças. Mais do que listar culturas específicas, o ponto central é que toda implantação deve considerar, de forma integrada, a cultura, a região, o regime de chuvas e as condições locais, para definir a época mais adequada de instalação do sistema. Esse olhar técnico permite estabilizar a produção, reduzir perdas em períodos secos e sustentar ganhos de qualidade e produtividade ao longo das safras.

Planejamento que se traduz em oportunidade

Embora cada propriedade tenha sua própria dinâmica, a lógica é clara: evitar a instalação em períodos críticos, como o pico das chuvas, e garantir que o sistema esteja pronto antes da janela de plantio. “Quando o cronograma é pensado com antecedência, a implantação acontece de forma natural, sem improvisos, e o produtor percebe que o processo é totalmente viável”, explica Silva.

Na cana-de-açúcar, por exemplo, o planejamento da irrigação precisa começar bem antes do momento de instalação propriamente dito. Por se tratar de uma cultura diretamente ligada à renovação do canavial e ao planejamento da unidade produtiva ou dos fornecedores, o projeto deve estar inserido em uma visão de médio e longo prazo. Questões como disponibilidade hídrica, energia elétrica, obras civis e infraestrutura precisam ser avaliadas com antecedência para que a implantação ocorra no momento adequado, sem comprometer o calendário agrícola.

Em culturas perenes, como citros, manga, uva e cacau, o mesmo conceito se aplica: planejar cedo permite instalar o sistema com segurança e iniciar a irrigação no momento ideal para o desenvolvimento das plantas. Já em culturas de ciclo curto, como hortaliças e algumas frutas, a antecipação garante que o sistema esteja pronto para entrar em operação na safra seguinte, contribuindo para maior estabilidade produtiva desde as primeiras colheitas.

O que considerar antes de tomar a decisão
  • O caminho para uma implantação bem-sucedida envolve alguns pontos-chave:
  • Licenças e autorizações de uso de água e obras, obtidas de forma planejada;
  • Disponibilidade energética, seja via rede elétrica ou uso de diesel, com dimensionamento adequado do conjunto motobomba;
  • Avaliação da qualidade da água, prevendo, quando necessário, estruturas simples de melhoria.

Para o especialista, o projeto técnico é o elemento que dá segurança à decisão. “Um sistema de irrigação bem dimensionado para o clima, o solo e a cultura transformam o investimento em um aliado da produção. Com planejamento, o produtor vê o retorno aparecer de forma consistente”, destaca.

Lições do campo: o erro mais comum é começar tarde

Os equívocos mais recorrentes ainda estão ligados ao momento da decisão: iniciar o projeto sem confirmar a disponibilidade de água, avançar sem licenças ou deixar o planejamento muito próximo ao plantio. “Quando o processo começa cedo, esses pontos deixam de ser obstáculos e passam a ser apenas etapas naturais do projeto”, observa Silva.

O intervalo entre planejamento e operação varia conforme a região, a cultura e o porte do sistema, especialmente quando há necessidade de obras civis, reservatórios ou adequações energéticas. Ainda assim, meses de organização prévia costumam ser suficientes para alinhar a implantação ao calendário produtivo. O resultado tende a compensar: mais estabilidade, melhor uso da área e maior controle diante da variabilidade climática.

Clima, região e cultura: um projeto feito sob medida

Diferenças regionais, regimes de chuva e características de solo influenciam diretamente o cronograma de implantação — o que não significa dificuldade, mas personalização do projeto. Em muitos casos, ajustes de logística, energia ou layout já permitem adequar o sistema à realidade local.

Para quem considera tornar-se irrigante, o ponto de partida é buscar orientação técnica e dialogar com produtores referência na região. Como apoio inicial, o Manual do Irrigante, desenvolvido pela Netafim, reúne orientações práticas sobre etapas, requisitos e boas práticas de implantação.

“O manual ajuda o produtor a entender o caminho antes mesmo do início do projeto, tornando a jornada mais segura e previsível”, reforça Silva.

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04/02/2026 0 Comentários
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Cooxupé realiza 11ª Feira do Cerrado em Minas Gerais
Feiras & Eventos

Cooxupé realiza 11ª Feira do Cerrado em Minas Gerais

Por Redação 03/02/2026
Escrito por Redação

Cooxupé realiza 11ª Feira do Cerrado em Minas Gerais

A Cooxupé realiza nesta semana, nos dias 4 e 5 de fevereiro, a 11ª Feira do Cerrado, em Monte Carmelo (MG). A expectativa é de participação de mais de cinco mil cafeicultores.

Neste ano, a meta é faturar R$ 202,5 milhões, aumento de 12,5% em relação à edição do ano passado, que movimentou R$ 180 milhões.

O tema da feira será “Tradição e Inovação: Gestão Responsável, Cooperativismo Forte, Futuro de Oportunidades”. O evento contará com a presença de 70 expositores, em uma área total de 50 mil m², sendo 13 mil m² cobertos.

Fonte: Datagro

 

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03/02/2026 0 Comentários
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Exportações de algodão crescem 18% no terceiro trimestre
Mercado

Imea reduz projeção da safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso

Por Redação 03/02/2026
Escrito por Redação

Safra de algodão de MT pode ter recorde histórico de produtividade

A área de cultivo projetada para o algodão na safra 2025/26 no Mato Grosso foi reduzida para 1,42 milhão de hectares, uma queda de 0,83% em relação à estimativa passada do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Na nova edição do relatório de Oferta & Demanda de Algodão do órgão, a redução de 8,06% frente à safra 2024/25 se dá devido à intenção dos cotonicultores em reduzir suas áreas de plantio, neste ano.

A produção de algodão em caroço, considerando a menor projeção de área de cultivo, foi estimada em 6,21 milhões de toneladas, queda de 15,13% frente à safra passada. Por fim, a produção de pluma foi projetada em 2,56 milhões de toneladas.

A produtividade da safra, segundo a metodologia do Imea, está estimada em 290,88 @/ha, 7,69% inferior ao observado na safra 2024/25.

De acordo com o documento, todas as regiões do estado devem ter uma queda no plantio e produção de algodão. Atualmente, a semeadura se encontra adiantada e mais de dois terços da área projetada foi semeada dentro da janela ideal, ao contrário do registrado na safra 2024/25, em que esse percentual foi de 53,48%.

Fonte: Datagro 

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03/02/2026 0 Comentários
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Produção industrial cai 0,2% em maio e interrompe quatro altas seguidas
Mercado

Produção industrial brasileira recua 1,2% em dezembro de 2025, diz IBGE

Por Redação 03/02/2026
Escrito por Redação

Produção industrial brasileira recua 1,2% em dezembro de 2025, diz IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, na manhã desta terça-feira (3), que a produção industrial do Brasil registrou retração mensal de 1,2% em dezembro de 2025. A expectativa do mercado era de queda de 0,8%.

Em relação a dezembro de 2024, a indústria avançou 0,4%, interrompendo dois meses consecutivos de taxas negativas: novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,5%).

Em 2025, a indústria acumulou crescimento de 0,6%, após registrar alta de 3,1% em 2024 e de 0,1% em 2023.

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