terça-feira, outubro 20, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
terça-feira, outubro 20, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Mercado

Consórcio de veículos pesados soma R$ 22,6 bi em créditos no 1º semestre

Por Redação 20/08/2025
Escrito por Redação

Consórcio de veículos pesados soma R$ 22,66 bi em créditos comercializados no 1º semestre

Os brasileiros aumentaram os investimentos em consórcios de veículos pesados, fundamentais para o agronegócio, no primeiro semestre de 2025. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o volume de créditos comercializados no primeiro semestre deste ano acumulou R$ 22,6 bilhões, um aumento de 8,2% em relação ao ano de 2024.

O tíquete médio do segmento também registrou um crescimento de 22,3% em relação ao mesmo período, ao alcançar o valor médio de R$ 225.040. Esse aumento no tíquete médio pode ser impulsionado por diversos fatores, como o custo elevado dos financiamentos tradicionais. 

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

Segundo Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio-diretor da Multimarcas Consórcios, com os juros mais altos, o consórcio se tornou uma opção mais viável para empresários e profissionais do agronegócio.

“Quando tratamos da compra de veículos pesados, a estabilidade e a possibilidade de planejar as aquisições são pontos cruciais, evitando o endividamento, por exemplo. É diferente do que ocorre em financiamentos, prática na qual nós temos parcelas que podem sofrer variações e a necessidade de pagamento de parte do valor do produto na entrada”, destaca.

A expansão da frota e renovação de veículos são motivos para que empresas e autônomos invistam na modernização de seus veículos para atender as demandas do mercado e às regulamentações ambientais. O crescimento da logística exige mais maquinário e transporte eficiente para escoamento da produção.

“O agronegócio está em constante ampliação e melhoria, e a tecnologia se torna uma verdadeira aliada no campo. Cada vez mais os produtores precisam de equipamentos de alta qualidade para poder oferecer produtos que possam competir no mercado”, completa Lamounier.

Além do aumento no tíquete médio, o relatório também aponta um aumento de 42,4%, em relação ao ano passado, no volume de créditos disponibilizados, o que corresponde a um acúmulo de R$ 10,68 bilhões no primeiro semestre de 2025. Como também, no número de participantes ativos ao alcançarem a marca de quase 900 mil consorciados.

Esses resultados indicam uma demanda robusta por equipamentos pesados, alinhada às necessidades do setor agropecuário. Com maior liberação de crédito e valores médios das cotas elevados, produtores têm agora melhores condições de acesso a caminhões, tratores e implementos, que são fundamentais para ampliar eficiência e competitividade no campo.

“O consórcio, além de ser uma opção viável em tempos de incerteza econômica, reforça seu papel como aliado indispensável para a modernização do agronegócio e para o fortalecimento de um setor vital à economia brasileira”, reforça o especialista.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

20/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Tecnologia

Laser revela aumento de carbono no solo em fazendas com manejo sustentável

Por Redação 20/08/2025
Escrito por Redação

Laser revela aumento de carbono no solo em fazendas com manejo sustentável

Um estudo inédito liderado por pesquisadores da Embrapa Instrumentação (SP) em parceria com a multinacional Bayer mostrou que o uso de técnicas baseadas em laser é capaz de medir com precisão os níveis de carbono no solo em áreas agrícolas do Cerrado, Mata Atlântica e Pampa.

Mais do que quantificar, os pesquisadores identificaram no Cerrado um aumento de até 50% dos estoques de carbono no solo em propriedades privadas com práticas de manejo sustentável, como o plantio direto, em relação às áreas nativas. A pesquisa tem implicações diretas para o combate às mudanças climáticas e o fortalecimento do mercado de créditos de carbono no País.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

Realizada no modelo on-farm, que ocorre durante a produção das culturas, a pesquisa teve o objetivo de produzir resultados mais confiáveis em áreas tropicais e subtropicais, fornecendo suporte e incentivo para que os agricultores adotem e aprimorem sistemas conservacionistas, em linha com o Plano de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (ABC+) e o programa PRO Carbono, liderado pela Bayer para apoiar os produtores rurais na adoção de práticas regenerativas.

É no âmbito do PRO Carbono que o estudo foi conduzido nos último cinco anos em 11 fazendas comerciais, com sistema de produção baseado em soja, milho e algodão sob plantio direto nos biomas – Cerrado, Mata Atlântica e Pampa.

Cerrado estoca mais carbono no solo

O estudo utilizou duas técnicas principais. Os pesquisadores quantificaram o carbono no solo com o uso da espectroscopia de plasma induzido por laser (LIBS, na sigla em inglês), e também demonstraram as características e origem do material orgânico do solo com a aplicação da espectroscopia de fluorescência induzida por laser (LIFS).

O pós-doutorando com formação em Química, Vitor da Silveira Freitas, participou do estudo sob a supervisão do pesquisador da Embrapa, Ladislau Martin Neto. Freitas explicou que, em áreas do Cerrado, a pesquisa apontou aumento de até 50% no estoque de carbono no solo com variação média de 250 toneladas por hectare mostrando.

Esse resultado representa importante elevação no conteúdo da matéria orgânica do solo comparada à vegetação nativa, 155 toneladas, em pelo menos três fazendas dos biomas analisados. Em propriedades da Mata Atlântica houve redução de carbono devido à mudança no uso da terra, de vegetação nativa para agricultura, enquanto no Pampa o estoque de carbono se manteve.

“Os resultados do estudo, além de valor científico, são de grande interesse e apoio ao estímulo aos produtores rurais para ampliar a adoção de práticas conservacionistas, como o plantio direto, com retorno econômico, melhoria da fertilidade do solo e contribuições relevantes ao meio ambiente, incluindo o sequestro de carbono no solo”, esclarece Martin Neto ao frisar que a matéria orgânica do solo (MOS) tem em sua constituição química em torno de 50% de átomos de carbono.

Para Adriano Anselmi, líder técnico do negócio de carbono da Bayer, mensurar o carbono com métricas de baixo custo, e dados passíveis de certificação, é importante para estimular a mitigação das emissões dos gases do efeito estufa (GEE) a fim de enfrentar as mudanças climáticas. Anselmi lidera a equipe técnica da iniciativa PRO Carbono para a América Latina da empresa.

“Com o surgimento do mercado de créditos de carbono do solo, além de medir é necessário monitorar, reportar e verificar (MMRV) os benefícios no solo decorrentes das intervenções realizadas nas fazendas. Para tanto, plataformas de MMRV e gestão de dados agrícolas como Connecta Procarbono e Climate Fieldview são chave visando transparência e rastreabilidade do processo”, enfatiza Anselmi.

Técnicas rápidas e precisas

O estudo se destaca por trazer como diferencial análises em áreas agrícolas e de vegetação nativa de fazendas comerciais. Com dados de campo reais é possível otimizar protocolos e dar suporte a boas práticas de manejo, a fim de melhorar o sequestro de carbono do solo em regiões tropicais. A maioria dos experimentos de campo de longo prazo no Brasil é conduzido em fazendas experimentais por instituições públicas.

Em estudos complementares sobre a dinâmica e estabilidade química da matéria orgânica do solo (MOS), associado ao tempo de vida do carbono no solo, a espectroscopia de fluorescência induzida por laser (LIFS) analisou mais de mil amostras das 11 fazendas monitoradas.

“Com as transformações biológicas e químicas no perfil do solo, até um metro de profundidade, observou-se mudanças nas características da MOS, que adquirem maior estabilidade química e com maiores chances de se manterem por mais tempo no solo. Isso é de grande interesse para sustentar o chamado sequestro de carbono”, conta Martin Neto.

Para Martin Neto e Freitas, a conclusão é de que o uso combinado das técnicas fotônicas (que usam a energia de fótons oriundos de lasers), aplicadas em sistemas de produção, como o plantio direto e sistemas integrados, são capazes de avaliar com precisão, de forma limpa e rápida, o conteúdo e o grau de estabilidade química do carbono no solo.

“Na prática, indica que o LIBS substituiu muito bem o método de referência internacional de quantificação de carbono, o Analisador Elementar CHN, com vantagens de menor custos das análises e menor tempo de aquisição e processamento dos dados, mais adequado ao monitoramento de extensas áreas agrícolas, como temos no Brasil, e para o mercado de créditos de carbono no solo”, atesta a pesquisadora da Embrapa Débora Milori, que liderou o desenvolvimento da tecnologia LIBS para solos.

As ferramentas baseadas no uso de laser estão disponíveis no mercado por meio da spin-off da Embrapa, a Agrorobótica, sediada em São Carlos (SP). A técnica LIBS já é aceita para quantificar carbono em solos por uma das mais importantes certificadoras do mercado voluntário de carbono, a Verra, dos Estados Unidos.

Técnicas com laser reduzem tempo e custo

De acordo com Martin Neto, os solos brasileiros, particularmente no bioma Cerrado, apresentam potencial significativo para sequestro de carbono, principalmente se forem consideradas práticas efetivas de manejo do solo, porque podem melhorar as propriedades físico-químicas dos solos, levando ao aumento do acúmulo de matéria orgânica do solo e dos estoques de carbono.

Para o cientista, pesquisas em fazendas em solos tropicais e subtropicais brasileiros representam um desafio significativo para quantificar o carbono do solo e entender a dinâmica de sua matéria orgânica. Isso se dá a diversos desafios como o tamanho das fazendas, plantio de mais de uma cultura agrícola por ano, espécies variadas e os diversos biomas em todo o vasto território brasileiro.

Ele lembra que os custos com a logística de coletas de solos, inclusive em profundidade com necessidade de abertura de trincheiras, e das medidas laboratoriais para atender a demanda de certificadoras dentro do conceito MRV (monitoramento, relato e verificação), exigem inovações, como o caso com o uso do LIBS para reduzir custos de análises de carbono e aumentar a velocidade das análises.

Incorporação de MOS reverte degradação

A matéria orgânica do solo (MOS), formada por vários compostos orgânicos em diferentes estágios de decomposição, é muito sensível às mudanças no uso da terra, suas características influenciam diretamente na produtividade agrícola devido à sua relação com as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo.

Martin Neto diz que a redução do teor de MOS pode levar à degradação da funcionalidade e saúde do solo, mas que a restauração, estabilização e incorporação da MOS em sistemas agrícolas podem reverter os padrões de degradação, gerando assim acúmulo de carbono no solo, retenção sistêmica de água, melhoria da qualidade e fertilidade e, consequentemente, aumento da produtividade da área agrícola.

“Os aspectos mencionados são ainda muito críticos para aumentar a resiliência dos sistemas agrícolas para a convivência com os impactos das mudanças climáticas que, estão aumentando de intensidade. No Brasil, mais de 90% da produção agropecuária é de sequeiro, ou seja, dependente da chuva natural, e, portanto, o empenho de manter e aumentar o conteúdo da matéria orgânica do solo é mandatório para o futuro do agro brasileiro”, afirma o pesquisador.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

20/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

CPR alcançou R$ 521 bilhões na nova safra agrícola 2025/26, um aumento de 40% em julho

Por Redação 20/08/2025
Escrito por Redação

CPR alcançou R$ 521 bilhões na nova safra agrícola 2025/26, um aumento de 40% em julho

A nova edição do Boletim de Finanças do Agro divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária mostrou que a Cédula de Produto Rural (CPR) alcançou R$ 521 bilhões, um aumento de 40% no mês de julho, se comparado a idêntico período do ano anterior. A participação da CPR no financiamento agrícola permanece em destaque no início da nova Safra 2025/26.

Em termos de novas emissões na Safra 2025/26, foram registrados R$ 31,67 bilhões em julho, aumento de 4% ante o início da Safra 2024/25.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) apresentaram um percentual de crescimento de 25% nos últimos 12 meses, atingindo a marca de R$ 599 bilhões de contratações.

É importante destacar que a partir do dia 1º de julho de 2025 entrou em vigor a Resolução CMN n° 5.216, de 22 de maio de 2025, que promoveu ajustes no direcionamento da LCA, elevando de 50% para 60% a destinação de recursos captados com a emissão desse título na contratação de operações de crédito rural e na aquisição de títulos do agronegócio.

A nova resolução também promoveu ajustes para fins de cumprimento desse direcionamento, ficando facultada a aplicação na aquisição de títulos do agronegócio e de fundos garantidores de operações de crédito rural de até 50% para até 55%, e, consequentemente, reduzindo a aplicação obrigatória em operações de crédito rural de, no mínimo, 50% para, no mínimo, 45%.

O Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), um dos títulos pioneiros do agro a ser negociado no mercado de capitais, apresentou crescimento de 10% nos últimos 12 meses. O CRA possui um perfil mais concentrado em grandes companhias e investidores institucionais e segue apresentando um bom desempenho como observado ao longo dos últimos anos.

Quanto ao Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), seu desempenho no último mês foi menos robusto se comparado aos demais títulos referidos. O percentual de crescimento em agosto foi de 5% comparado a idêntico período do ano passado.

A atualização do desempenho dos Fundos de Investimentos nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) foi interrompida em abril e voltará a partir de setembro deste ano, quando termina o prazo de adaptação do fundo à entrada em vigor do Anexo VI da Resolução CVM 17.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

20/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
EmpresasTecnologia

Lindsay anuncia parceria com a Irriga Global para ampliar oferta de tecnologia e irrigação

Por Redação 19/08/2025
Escrito por Redação

Lindsay anuncia parceria com a Irriga Global para ampliar oferta de tecnologia e irrigação

A Lindsay, empresa de tecnologia para irrigação, e a Irriga Global, especializada no monitoramento de irrigação, anunciaram uma parceria estratégica para a ampliação de seus mercados no Brasil. Com a união, as empresas passarão a ofertar seus produtos e serviços de maneira conjunta por meio das revendas distribuídas por todo o Brasil. A parceria envolve ainda a utilização das soluções da Metos, marca da Lindsay com soluções de inteligência climática com utilização de IoT para a tomada de decisões na lavoura.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

O anúncio da parceria foi realizado durante a Feira Internacional da Irrigação Brasil 2025 (FiiB 2025), um dos maiores eventos sobre o tema no Brasil, que acontece até a próxima quinta-feira (21), em Campinas, interior de São Paulo.

“A irrigação no Brasil é um manejo relativamente novo e poucas pessoas no Brasil de fato o fazem. Então ter o equipamento na propriedade não é garantia de saber utilizá-lo bem. Não basta apenas o lado mecânico ou elétrico e sim o manejo agronômico da lavoura. Então, uma empresa como a Irriga Global ajuda o agricultor a irrigar melhor, a ter certeza do potencial produtivo da planta e a economizar mais recursos como a água e a energia. Com essa parceria exclusiva no mercado, a gente garante para o agricultor que ele terá uma assessoria de fato especializada que está há décadas fazendo isso no mercado”, afirma o diretor comercial da Lindsay Cristiano Trevizam.

Por meio da irrigação, garante Trevizam, o produtor poderá ter acesso aos equipamentos e tecnologias oferecidos pela Lindsay, combinada a informações especializadas sobre o solo, planta e clima, além de diversos aspectos técnicos que envolvem todo o manejo agronômico da área irrigada.

“Essas três empresas são referências na área tecnológica e de inovação, com enorme expertise na identificação de problemas e soluções para a agricultura irrigada. A proposta é não apenas coletar e processar dados que facilitem o manejo e a operação da irrigação, mas que também possam realizar a gestão de risco da atividade agrícola. Essa gestão inicia antes do plantio da área que será irrigada com a parametrização e identificação dos principais problemas que podem ocorrer e que possam trazer redução de produtividade durante o ciclo de cultivo dessas lavouras. Com a identificação em tempo real das perdas de produtividade durante o desenvolvimento das culturas, podemos propor soluções para minimizar os riscos ou reduzir os impactos negativos na lucratividade da atividade agrícola”, avalia Reimar Carlesso, CEO da Irriga Global.

“Além de toda a integração de informações técnicas e serviços que estarão presentes na plataforma da IrrigaNet, nós vamos entregar uma previsão do tempo de grande precisão. Essa previsão meteorológica vai estar totalmente integrada para que ela possa melhorar a tomada de decisão, a eficiência e a precisão do manejo, contribuindo efetivamente para a obtenção dos melhores resultados do investimento realizado na irrigação. A união entre os produtos e serviços da Metos, Lindsay e Irriga Global será diferenciada para o produtor e vai garantir uma qualidade superior para a irrigação no Brasil”, destaca Luciano Loman, diretor executivo da Metos Brasil.

Com a parceria, o produtor poderá utilizar todas as funcionalidades da plataforma FieldNet Advisor da Lindsay. Os serviços integrados serão oferecidos por todas as revendas no momento da venda dos pivôs e sistemas de irrigação.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

19/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Moagem de cana no Centro-Sul atinge 601 milhões de toneladas, queda de 2,22%
Mercado

Julho é marcado por queda do desempenho da cana no Centro-Sul, diz CTC

Por Redação 19/08/2025
Escrito por Redação

Julho é marcado por queda do desempenho da cana no Centro-Sul, diz CTC

Em julho, o desempenho dos canaviais na região Centro-Sul ficou abaixo do registrado na safra anterior. A produtividade média foi de 81,3 toneladas por hectare, contra 86,1 t/ha no mesmo período de 2024.

A qualidade da cana (ATR) também apresentou retração, passando de 140 kg de cana por tonelada para 133,7 kg/t, uma redução de 4,8%. Essas informações têm por base a Plataforma de Benchmarking do CTC.

No acumulado da safra, os indicadores mostram redução de 9,8% na produtividade (média de 79,8 t/ha frente às 88,4 t/ha da safra anterior). Já o ATR acumulado está em 125,2 kg ATR/t, contra 129,3 kg ATR/t no último ciclo.

Produtividade pós-geada

Após as geadas dos últimos meses, adotar práticas integradas de manejo é fundamental para preservar o desempenho dos canaviais. “Esse momento exige respostas rápidas e tecnicamente embasadas. A redução da cobertura vegetal, a rebrota irregular e a proximidade do término do residual dos herbicidas demandam atenção para evitar reinfestação de plantas daninhas”, explica Fernando Amstalden, consultor de manejo do CTC.

A escolha correta dos produtos, o cuidado com as variações do clima e o manejo adequado da palha são fatores decisivos para garantir eficiência no controle de plantas daninhas. “Quando bem planejado, o manejo ajuda a manter a produtividade e a evitar prejuízos no futuro”, destaca.

Para apoiar produtores e técnicos, o CTC acaba de lançar um manual com recomendações práticas para o manejo de plantas daninhas em áreas afetadas por geadas, reunindo orientações validadas em pesquisa e campo e adaptadas a diferentes condições e cenários climáticos.

Fonte: Datagro

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

19/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Fenasucro & Agrocana

Fenasucro & Agrocana encerra edição com expectativa de superar R$ 10,7 bilhões em negócios

Por Redação 18/08/2025
Escrito por Redação

Fenasucro & Agrocana encerra edição com expectativa de superar R$ 10,7 bilhões em negócios

A Fenasucro & Agrocana, em Sertãozinho/SP, chegou ao fim na sexta-feira (15) superando as expectativas de público e de geração de negócios, conforme os organizadores do evento. Além da exposição de lançamentos de tecnologias, a feira teve mais de 100 horas de conteúdos com a participação de especialistas, lideranças e empresas de referência no setor.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

O evento reuniu mais de 600 marcas expositoras e visitantes de mais de 60 países. Segundo Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana, os resultados da edição 2025 demonstram a força e a relevância da feira para o setor de bioenergia no Brasil e no mundo.

“A Fenasucro & Agrocana registrou um público altamente qualificado, crescimento na visitação e um volume expressivo de intenções de compra. Com esses resultados, estamos confiantes de que vamos superar os R$ 10,7 bilhões, reforçando a feira como o principal ponto de encontro e geração de negócios para o setor”, revelou.

Rosana Amadeu, presidente do CEISE Br, destacou que a FenaBio trouxe uma grade de conteúdos abordando tendências, inovação e sustentabilidade. “Esse novo espaço também abre caminhos para diversificar e ampliar o perfil dos expositores. Estamos muito otimistas e já trabalhando para que a próxima edição seja ainda mais representativa, fortalecendo o papel da indústria de base na transição energética e no futuro da bioeconomia brasileira.”

Programação

Grande atração desta edição, a FenaBio contou com marcas focadas em alternativas energéticas renováveis e se firmou como palco de discussões estratégicas e apresentação de soluções para a transição energética, mobilidade sustentável e descarbonização.

A programação com curadoria de Adhemar Altieri, da Media Link Brasil, recebeu representantes de importantes players do setor e autoridades no assunto como André Nassar (Abiove), Henry Joseph Jr. (Anfavea), Newton Duarte (Cogen), Paulo Sousa (Cargill), o professor Marcos Fava Neto (Harven Agribusiness School) e os ex-ministros Roberto Rodrigues (FGV) e Joaquim Levy (Banco Safra).

“O nível qualificado do público e a intensidade das conexões feitas na FenaBio reforçam a relevância do evento para o setor. As discussões e conteúdos apresentados mostraram, de forma muito clara, que a bioenergia permanece no centro da agenda global”, avaliou Daniel Pereira, gerente de produto da FenaBio.

Geração de negócios

O saldo positivo da Fenasucro & Agrocana também se refletiu na avaliação dos expositores, que destacaram o alto nível de qualificação do público e as oportunidades geradas durante os quatro dias de evento.

Para Guilherme Dezza, do marketing da Wirebus, a edição 2025 foi produtiva, com grande número de leads capturados e potencial para gerar vendas e novos negócios. “O grande diferencial foi a presença de tomadores de decisão, especialmente nos primeiros dias, reforçando a relevância da feira para a prospecção no setor”, afirmou.

Mario Michalski, CEO da Comlink, também destacou o desempenho da empresa na Fenasucro & Agrocana 2025. “A feira é um evento essencial para fixar cada vez mais a nossa marca. O público que passa por aqui é fantástico e super qualificado, exatamente o que nos interessa”, disse.

A Siemens ressaltou o novo momento da feira e destacou que a criação da FenaBio foi alinhada com a sua estratégia de transição energética. Para o Gerente de Contas do Mercado de Açúcar e Etanol da Siemens, Ricardo Muniz Ferreira, a participação foi positiva pelo público e pelas visitas de empresas relevantes que geraram novas oportunidades de negócio.

Coordenador de Produção e Vendas da Vibromaq, Fabrício Stum afirmou que a participação garante visibilidade, aproxima clientes e parceiros, e prospecta novos negócios. “As expectativas foram atendidas, com vendas realizadas e negociações iniciadas durante o evento”, comemorou.

Canaoeste Green

Para Almir Torcato, diretor administrativo da Canaoeste, a participação na Fenasucro & Agrocana 2025 foi bastante positiva e reforçou o papel do setor na transição para uma economia mais sustentável.

“Apresentamos, com orgulho, os resultados do CanaoesteGreen, que neutralizou mais de 400 toneladas de CO₂ emitidas durante a feira e por empresas que aderiram ao programa, valorizando o produtor que preserva e mostrando que é possível conciliar rentabilidade e responsabilidade ambiental.”

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

18/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Moagem de cana atinge 306 milhões de toneladas na safra 2025/26, uma queda de 8,6%

Por Redação 15/08/2025
Escrito por Redação

Moagem de cana atinge 306 milhões de toneladas na safra 2025/26, uma queda de 8,6%

Clarisse Sousa – A moagem de cana no Centro-Sul atingiu 306,2 milhões de toneladas no acumulado da safra 2025/2026 até 1º de agosto, ante 335 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior, o que representa uma retração de 8,6%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (15) pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica).

Houve queda também na segunda quinzena de julho, quando as usinas processaram 50,2 milhões de toneladas contra 51,6 milhões da safra 2024/2025 – o que representa um decréscimo de 2,6%. Segundo a Unica, neste período, operaram 257 unidades produtoras na região do Centro-Sul, sendo 237 unidades com processamento de cana, dez empresas que fabricam etanol a partir do milho e dez usinas flex.

No mesmo período, na safra 24/25, operaram 261 unidades produtoras, sendo 241 unidades com processamento de cana, nove empresas que fabricam etanol a partir do milho e 11 usinas flex.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na segunda quinzena de julho atingiu apenas 139,6 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 147,3 kg por tonelada na safra 2024/2025 – uma queda de 5,2%. No acumulado da safra, o indicador marca 126,8 kg de ATR por tonelada, registrando retração de 4,7% na comparação com o valor observado na mesma posição no ciclo anterior.

O diretor de Inteligência Setorial da UNICA, Luciano Rodrigues, destaca que “o nível de ATR da safra 2025/2026 é o menor observado em 10 anos. Só no ciclo 2015/2016, registramos um indicador qualidade inferior ao contabilizado até o momento no Centro-Sul”.

O executivo esclarece que o setor vive uma situação atípica nesta safra, pois normalmente há uma relação inversa entre produtividade agrícola e qualidade da matéria-prima.

“Neste ano, o regime de chuvas foi desfavorável em ambas as fases críticas do ciclo da cana-de-açúcar. No verão, a precipitação abaixo do ideal comprometeu o desenvolvimento das lavouras e reduziu a produtividade (TCH). Já durante a colheita, o clima mais úmido prejudicou a concentração de ATR na planta. Como consequência, a safra 2025/2026 apresenta queda simultânea nos indicadores de qualidade (ATR) e de produtividade (TCH)”, explica Rodrigues.

De fato, dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) indicam que, no acumulado de abril a julho, a produtividade agrícola registrou queda de 10% na média do Centro-Sul na comparação com o valor observado em igual período do ciclo 2024/2025, atingindo apenas 79,8 toneladas de cana por hectare neste ciclo.

“A queda de 10% no TCH somada à perda de 5% no ATR geraram uma redução próxima a 15% na quantidade de ATR por hectare colhido (TAH), prejudicando a quantidade de produtos extraída por unidade de área. Com exceção do norte do Paraná e da região de Assis em São Paulo, a queda de TAH é generalizada em todo o Centro-Sul, chegando a atingir 18% em Goiás, 18,8% em São José do Rio Preto, 23,4% em Minas Gerais e 25,2% em Ribeirão Preto”, explica Rodrigues.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar na segunda quinzena de julho totalizou 3,6 milhões de toneladas, registrando queda de 0,80% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2024/2025 (3,6 milhões de toneladas). No acumulado desde o início da safra até 1ª de agosto, a fabricação do adoçante totalizou 19,3 milhões de toneladas, contra 20,9 milhões de toneladas do ciclo anterior – redução expressiva de 7,7%.

Na segunda metade de julho, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 2,3 bilhões de litros, sendo 1,4 bilhão de litros de etanol hidratado (-13,5%) e 880,4 milhões de litros de etanol anidro (-6,6%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 13,9 bilhões de litros (-12%), sendo 8,8 bilhões de etanol hidratado (-11,8%) e 5 bilhões de anidro (-12,1%).

Do total de etanol obtido na segunda quinzena de julho, 17,2% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 392,4 milhões de litros neste ano, contra 344,8 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2024/2025 – aumento de 13,3%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 2,9 bilhões de litros.

Vendas de etanol

As vendas de etanol totalizaram 2,93 bilhões de litros em julho. O volume comercializado de etanol anidro no período foi de 1,09 bilhão de litros – avanço de 1,06% – enquanto o etanol hidratado registrou venda de 1,8 milhão de litros.

No mercado doméstico, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 1,7 bilhão de litros, o que representa uma retração de 5,6% em relação ao mesmo período da safra anterior. As vendas de etanol anidro, por sua vez, atingiram a marca de 1,07 bilhão de litros, registrando um avanço de 6%.

No acumulado desde o início da safra até primeiro de agosto, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 11,5 bilhões de litros (-2,73%). O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 7,3 bilhões de litros (-5,20%), enquanto o de anidro alcançou 4,2 bilhões de litros (+1,96%).

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

15/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Recordes na produção de soja e milho elevam a estimativa da safra de grãos 2024/25

Por Redação 14/08/2025
Escrito por Redação

Recordes na produção de soja e milho elevam a estimativa da safra de grãos 2024/25

Clarisse Sousa – A produção de grãos no Brasil deve alcançar um novo recorde na safra 2024/25, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta quinta-feira (14). A previsão é que a colheita some 345,2 milhões de toneladas, superando a safra 2022/23, quando foram colhidas 320,91 milhões de toneladas.

O aumento na safra de grãos é influenciado tanto pela maior área cultivada no país, com uma alta de 2,5% sendo estimadas em 81,9 milhões de hectares, como pela recuperação da produtividade média nacional das lavouras, saindo e 3.722 quilos por hectare em 2023/23 para 4.214 quilos por hectare na atual temporada.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

Além disso, recordes na produção de milho e soja devem contribuir para o bom resultado na safra de grãos. Juntas, as culturas representam aproximadamente 43,4 milhões de toneladas.

No caso do milho, a expectativa é de uma colheita total de aproximadamente 137 milhões de toneladas, a maior já registrada pela Conab. Apenas na segunda safra do grão, são esperadas 109,6 milhões de toneladas. A colheita da segunda safra de milho já alcança 83,7% da área cultivada, como aponta o Progresso de Safra, aproximando-se da média dos últimos anos, que foi de 84,3%. E

m Mato Grosso, principal estado produtor do cereal, a colheita se encaminha para a finalização com uma produção estimada de 53,55 milhões de toneladas, o que representa 49% da produção total do milho segunda safra no país.

Já a soja tem produção estimada em 169,7 milhões de toneladas, 14,8% superior à da safra de 2023/24. Em nota, a Conab aponta que “os investimentos dos produtores na cultura, a partir da disponibilização de crédito via Plano Safra, aliado às boas condições climáticas na maioria das regiões produtoras, justificam a produção recorde da oleaginosa no país”.

Arroz

A Companhia também estima uma boa produção para o arroz, com uma colheita de 12,3 milhões de toneladas, que corresponde a um aumento de cerca de 1,7 milhão de toneladas em relação à safra anterior. Esse crescimento é resultado da expansão de 8,8% na área semeada e das condições climáticas favoráveis, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor.

Algodão

Para o algodão, a previsão também é de um novo recorde na produção, com 3,9 milhões de toneladas da pluma. A boa produtividade média das lavouras e o ganho de 7,3% na área semeada da cultura influenciam no crescimento de 6,3% na atual safra da fibra, conforme a Conab.

A colheita do grão segue em ritmo mais lento que a média dos últimos cinco anos, atingindo 39% da área. As chuvas e o frio fora de época nos meses de junho e julho, retardaram o processo de maturação, alterando o ciclo de desenvolvimento da cultura. A expectativa é que ao longo do mês de agosto os produtores compensem o ritmo convergindo o percentual a ser colhido convergindo, em setembro, para os índices das médias históricas para o período.

Feijão

Para o feijão, a estimativa da Conab é de uma queda na produção de 3,5% em relação ao ciclo anterior, chegando em 3,1 milhões de toneladas somadas as três safras do grão.

No segundo ciclo da leguminosa, as condições climáticas desfavoráveis registradas no Paraná, um dos principais estados produtores, afetaram a qualidade do grão, bem como o rendimento das lavouras. Para a terceira safra de feijão também é esperada uma redução na colheita.

Trigo

Dentre as culturas de inverno, destaque para o trigo. Mesmo com uma previsão de queda de 16,7% na área semeada, estimada em 2,55 milhões de hectares, a Conab espera uma produção próxima à estabilidade, podendo chegar a 7,81 milhões de toneladas.

As condições climáticas, até agora, são melhores que a ocorrida na safra anterior, o que justifica a um volume colhido semelhante ao registrado em 2024.

Mercado

Diante da projeção de maior disponibilidade de milho no mercado nacional na segunda safra e dos prováveis redirecionamentos de demanda internacional para o milho sul-americano, haja vista os atuais embates tarifários entre os Estados Unidos e importantes importadores do grão, é esperado um incremento nas exportações brasileiras.

Atualmente as vendas ao mercado externo estão estimadas em 40 milhões de toneladas frente às 38,5 milhões de toneladas exportadas no ciclo 2023/24. O consumo interno também tende a ser maior que no último ciclo, com estimativa de ultrapassar as 90 milhões de toneladas. Ainda assim, a produção recorde do cereal possibilita a recomposição do estoque de passagem do cereal, previsto em 10,3 milhões de toneladas.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

14/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Exportações do agronegócio batem recorde e registram superávit em julho

Por Redação 14/08/2025
Escrito por Redação

Exportações do agronegócio batem recorde e registram superávit em julho

Clarisse Sousa – As exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 15,6 bilhões em julho, o maior valor já registrado para o mês na série histórica, segundo informações do Ministério da Agricultura (Mapa). O resultado representa um crescimento de 1,5% em relação a julho do ano passado, com acréscimo de US$ 225 milhões, impulsionado tanto pelo aumento no volume embarcado quanto pela elevação de preços.

Na comparação com o mesmo período de 2024, o café foi um dos destaques do mês, com alta de 25,3% no valor exportado. Recentemente, 32 empresas brasileiras foram habilitadas pela primeira vez, totalizando agora 452 estabelecimentos autorizados a vender este produto para a China.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

Outros produtos que registraram forte crescimento no período incluem suco de maçã, fumo, bananas, ovos e gemas, couros e peles, frutas e carnes, com destaque para a carne bovina.

Produtos com menor participação histórica no comércio exterior do agro brasileiro também ganharam espaço, como corvina, uvas frescas, castanha de caju, óleos vegetais, e mel e seus derivados que cresceram 37% no valor exportado. 

China: maior compradora

A China manteve-se como maior compradora, com US$ 5,62 bilhões em aquisições no mês, seguida pela União Europeia (US$ 2,36 bilhões; +16,4%). Entre os mercados que mais cresceram estão México (+23%), Arábia Saudita (+28,8%) e Tailândia (+18%), além de avanços relevantes em Marrocos, Bangladesh e Taiwan.

Sete meses de avanço

De janeiro a julho, as vendas externas do setor somaram US$ 97,5 bilhões, em linha com o mesmo período do ano passado. Nesse período, os produtos fora do núcleo tradicional da pauta exportadora cresceram 21% em valor.

Incertezas no cenário internacional

Em nota, o Mapa destaca que, apesar do cenário internacional de incertezas, o Brasil mantém o ritmo de crescimento e consolida sua posição como “fornecedor confiável, estável e seguro”. A

“estratégia de abertura, ampliação e diversificação de mercados, somada ao diálogo permanente com parceiros comerciais, sustenta a competitividade do agro e reforça sua presença global. Exemplo disso é que mesmo com a queda nas cotações de soja em grão, açúcar, celulose e algodão, o setor manteve as receitas cambiais”, afirma o texto do Mapa.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

14/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Mercado

Governo lança Plano Brasil Soberano para proteger exportadores de sobretaxas dos EUA

Por Redação 13/08/2025
Escrito por Redação

Governo lança Plano Brasil Soberano para proteger exportadores de sobretaxas dos EUA

O presidente Lula lançou, nesta quarta-feira (13/8), o Plano Brasil Soberano, conjunto inicial de medidas para mitigar os impactos econômicos da elevação unilateral, em até 50%, das tarifas de importação sobre produtos brasileiros anunciadas pelo governo norte-americano no último dia 30 de julho.

O Plano é composto por ações separadas em três eixos: fortalecimento do setor produtivo; proteção aos trabalhadores; e diplomacia comercial e multilateralismo.

Plano Brasil Soberano

As ações buscam proteger exportadores brasileiros, preservar empregos, incentivar investimentos em setores estratégicos e assegurar a continuidade do desenvolvimento econômico do país.

Motores agrícolas mais sustentáveis ganham força e impulsionam inovações

As medidas direcionam R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para crédito com taxas acessíveis, além de ampliar as linhas de financiamento às exportações; prorrogar a suspensão de tributos para empresas exportadoras; aumentar o percentual de restituição de tributos federais, via Reintegra; e facilitar a compra de gêneros alimentícios por órgãos públicos.

Desde 14 de julho, quando foi instalado, o Comitê Interministerial de Negociações e Contramedidas Econômicas e Comerciais, coordenado pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, iniciou diálogo direto com o setor produtivo. Foram feitas 39 reuniões com cerca de 400 representantes de empresas e/ou entidades privadas, federações de indústrias, governadores e segmentos como manufatura, agro, tecnologia, mineração, big techs, indústria da saúde, alimentação, calçadista, moveleira, entre outros, bem como empresas norte-americanas.

Com o Plano Brasil Soberano, o Governo Federal não está apenas reagindo a uma ameaça imediata: está reconstruindo e fortalecendo o sistema nacional de financiamento e seguro à exportação, para que o país seja mais competitivo e menos vulnerável a esse tipo de medida no futuro. A iniciativa estimula empresas brasileiras a ampliarem sua presença internacional e garante que a defesa dos empregos e da produção nacional caminhe junto com a preparação estratégica para novos desafios no comércio exterior.

Principais medidas do Plano Brasil Soberano
Linhas de crédito
  • R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) serão usados como funding para concessão de crédito permitindo taxas acessíveis.
  • Prioridades por: dependência do faturamento em relação às exportações para os EUA; tipo de produto e porte de empresa. Serão priorizados os mais afetados.
  • As pequenas e médias empresas também poderão recorrer a fundos garantidores para acessar o crédito.
  • O acesso às linhas estará condicionado à manutenção do número de empregos.
Prorrogação de prazos do regime de drawback
  • Extensão excepcional do prazo para comprovação da exportação de produtos fabricados a partir de insumos importados ou adquiridos no Brasil com suspensão tributária.
  • O governo vai prorrogar, por um ano, o prazo para que as empresas consigam exportar suas mercadorias que tiveram insumos beneficiados pelo regime. Esses produtos poderão ser exportados para os EUA ou para outros destinos. Com isso, elas não terão que pagar multa e juros se não conseguirem exportar aos EUA no prazo originalmente previsto.
  • A medida vale para as empresas que contrataram exportações para os Estados Unidos que seriam realizadas até o final deste ano. Dos US$ 40 bilhões exportados em 2024 para os Estados Unidos, US$ 10,5 bilhões foram realizados via regime de drawback.
  • A prorrogação não tem impacto fiscal, pois apenas posterga o prazo para cumprimento dos compromissos de exportação assumidos pelas empresas brasileiras.
Diferimento de tributos federais
  • A Receita Federal fica autorizada a fazer diferimento de cobrança de impostos para as empresas mais afetadas pelo tarifaço.
  • Como funcionará: adiamento do pagamento dos próximos dois meses para empresas mais afetadas.
Compras públicas: apoio a produtores rurais e agroindústrias
  • De forma extraordinária, por ato infralegal, União, Estados e Municípios poderão fazer compras para seus programas de alimentação (para merenda escolar, hospitais etc) por meio de procedimento simplificado e média de preço de mercado, garantidos a transparência e o controle dos processos.
  • A medida vale apenas para produtos afetados pelas sobretaxas unilaterais.
Modernização do sistema de exportação
  • Ampliação das regras da garantia à exportação, instrumento que protege o exportador contra riscos como inadimplência ou cancelamento de contratos.
  • As mudanças visam fortalecer empresas exportadoras de média e alta intensidade tecnológica e investimentos produtivos em economia verde.
  • O Plano Brasil Soberano permitirá que bancos e seguradoras utilizem essa garantia em mais tipos de operações.
  • Prevê mecanismos de compartilhamento de risco entre governo e setor privado, utilizando o Fundo Garantidor do Comércio Exterior (FGCE) como mecanismo de primeiras perdas, aumentando o acesso a crédito e reduzindo custos.
Fundos garantidores
  • Aportes adicionais de R$ 1,5 bilhão no Fundo Garantidor do Comércio Exterior (FGCE), de R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do BNDES, e R$ 1 bilhão no Fundo de Garantia de Operações (FGO), do Banco do Brasil, voltados prioritariamente ao acesso de pequenos e médios exportadores.
Novo Reintegra para empresas afetadas
  • O Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Reintegra) para as Empresas Exportadoras devolve aos exportadores brasileiros parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva, na forma de crédito tributário, ajudando a reduzir custos e aumentar a competitividade no mercado externo.
  • A medida antecipa os efeitos da Reforma Tributária, desonerando a atividade exportadora.
  • Atualmente, empresas de grande e médio porte de produtos industrializados têm alíquota fixada em 0,1%; enquanto micro e pequenas, por meio do programa Acredita Exportação, recebem de volta 3% de alíquota.
  • A medida aumenta em até 3 pontos percentuais o benefício para empresas cujas exportações de produtos industrializados foram prejudicadas por medidas tarifárias unilaterais. Ou seja, para continuarem competitivas no mercado norte-americano, grandes e médias empresas passam a contar com até 3,1% de alíquota, e as micro e pequenas, com até 6%.
  • As novas condições do Reintegra valerão até dezembro de 2026 e terão impacto de até R$ 5 bilhões.
Proteção para o trabalhador

O Plano Brasil Soberano cria a Câmara Nacional de Acompanhamento do Emprego para monitorar o nível de emprego nas empresas e suas cadeias produtivas, fiscalizar obrigações, benefícios e acordos trabalhistas, e propor ações voltadas à preservação e manutenção dos postos de trabalho.

A atuação será coordenada em nível nacional e regional via Câmaras Regionais nas Superintendências Regionais do Trabalho.

Entre as atribuições previstas estão:

  • Acompanhar diagnósticos, estudos e informações relativas ao nível de emprego nas empresas e subsetores diretamente afetados pelas tarifas dos EUA.
  • Ampliar a análise para identificar impactos indiretos na geração e manutenção de empregos em empresas da cadeia produtiva.
  • Monitorar obrigações, benefícios e repercussões nas folhas de pagamento decorrentes de acordos para preservar empregos e mitigar os efeitos das tarifas dos EUA.
  • Promover negociação coletiva e mediação de conflitos para manter o emprego.
  • Aplicar mecanismos relacionados a situações emergenciais, como lay-off e suspensão temporária de contratos, dentro da lei.
  • Fiscalizar o cumprimento das obrigações acordadas e a manutenção dos empregos por meio da Inspeção do Trabalho.
  • Utilizar a estrutura regional das Superintendências do Trabalho para engajar trabalhadores e empregadores em negociações para atender às necessidades das empresas afetadas.
  • Monitorar a concessão e o pagamento de benefícios trabalhistas aos empregados das empresas diretamente afetadas.
Diplomacia comercial e multilateralismo

O Plano Brasil Soberano também atua na frente externa para ampliar e diversificar mercados, reduzindo a dependência das exportações brasileiras em relação aos Estados Unidos. No eixo de diplomacia comercial e multilateralismo, o Brasil tem avançado nas negociações de acordos que abrem novas oportunidades para empresas nacionais:

  • Negociações concluídas: União Europeia; EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio).
  • Em negociação: Emirados Árabes Unidos e Canadá
  • Em processo de diálogo: Índia; Vietnã.

Essas iniciativas fortalecem a inserção internacional do Brasil, ampliam o leque de destinos para produtos nacionais e aumentam a resiliência da economia frente a barreiras comerciais unilaterais. Cabe lembrar que, em menos de três anos, o país abriu 397 novos mercados.

O Brasil mantém-se aberto ao diálogo construtivo com os Estados Unidos, buscando soluções negociadas que restabeleçam condições justas e equilibradas para o comércio bilateral, em benefício de produtores, trabalhadores e consumidores dos dois países.

O Brasil também reforça seu compromisso com o multilateralismo, por meio de sua atuação na OMC (Organização Mundial do Comércio).

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

13/08/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui