Clarisse Sousa – Apesar da incerteza sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao suco brasileiro, o mercado interno de frutas segue ativo com a comercialização das primeiras laranjas da safra 2025/26 e com o fim da colheita das tangerinas poncã, segundo dados do Cepea.
As laranjas precoces continuam sendo a principal variedade entregue à indústria de suco. Já os limões tahiti estão com oferta limitada por causa da entressafra. No caso das tangerinas poncã, a safra está quase encerrada no Sudeste.
Ainda de acordo com o Cepea, por causa da indefinição sobre a tarifação americana, as indústrias brasileiras estão operando apenas no mercado spot ou com contratos já firmados. Novas contratações seguem suspensas.
Como a safra principal não começou e a maior parte das cargas é composta por variedades precoces, as frutas processadas atualmente apresentam limitações de qualidade, ressalta o Centro de Pesquisas.
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