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As vantagens do etanol de 2ª geração e seu impacto nas demandas de aço

CEO da Krominox aponta cenário promissor à indústria de energia limpa para os próximos anos no país, que tem no aço inoxidável uma alternativa eficiente para as diversas etapas de seu processo produtivo

As vantagens do etanol de segunda geração e seu impacto nas demandas de aço

Destaque entre as mais promissoras tendências de energia limpa, o etanol de segunda geração (E2G), também conhecido como bioetanol ou etanol verde, lidera um mercado global que pode atingir os US$ 155,6 bilhões até 2030, de acordo com uma estimativa da consultoria Precedence Research.

No Brasil, maior produtor de etanol do mundo, o alto desempenho dessa indústria pode impactar diretamente na movimentação de outros setores, como os de soluções em aço inoxidável, conforme aponta Marcos Barbosa, CEO da Krominox, empresa nacional de tubos em aço inox.

“O E2G é um biocombustível avançado, produzido por biomassa, a partir dos resíduos da fabricação do etanol comum e do açúcar, como bagaço, folhas e palha da cana-de-açúcar, por exemplo. Por apresentar uma das menores pegadas ambientais e não concorrer com a produção de alimentos, na corrida pela descarbonização ele segue à frente. No entanto, como seu processo produtivo pode propiciar a corrosão, contar com estruturas e tubos em aço inoxidável pode ser uma das estratégias mais seguras e eficientes para o alto desempenho dessa indústria”, explica Barbosa.

A aplicação do E2G é crescente em diversos segmentos, como os das indústrias de plásticos, bebidas, higiene, cosméticos, transportes e aviação – um setor que até 2030 deve consumir 20 bilhões de litros anuais de SAF, um combustível sustentável que utiliza como insumo o etanol da cana-de-açúcar.

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Mas para que esse biocombustível seja produzido, existe uma série de etapas, onde as aplicações de aço inoxidável são extremamente relevantes.

Barbosa detalha que para se produzir o etanol de segunda geração, são necessários processos de manuseio e transporte da biomassa, assim como o tratamento e processamento dessa matéria-prima, que utiliza equipamentos como reatores e trocadores de calor.

“Após essa etapa, vem a fermentação e destilação, por meio de sistemas de tanques e tubulações, que devem evitar contaminações e ser de fácil limpeza. Por fim, para o armazenamento e distribuição do combustível já produzido, tubos e recipientes de conservação devem igualmente oferecer atributos de segurança e resistência à corrosão. Em todos esses estágios, as soluções em aço inox se destacam como as mais efetivas e com melhor custo-benefício”, complementa.

Segundo o executivo, a Krominox segue ampliando sua capacidade fabril, pensando em atender às demandas inerentes da indústria de etanol de segunda geração.

 

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