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Notícias

Vendas de produtos orgânicos crescem 30% no Brasil, diz pesquisa

Por redação 11/12/2023
Escrito por redação

Dado se refere a 2020, quando setor movimentou R$ 5,8 bilhões

Vendas de produtos orgânicos crescem 30% no Brasil, diz pesquisa

Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) mostrou que, apesar de o Brasil ser vasto em terras cultiváveis e ter um dos principais mercados agrícolas do mundo, incluindo o de produtos orgânicos, ainda há falhas no levantamento de dados referente ao cultivo de orgânicos no país. A pesquisa foi publicada no último dia 24 na revista científica Desenvolvimento e Meio Ambiente, diz nota da “Agência Brasil”.

A pesquisa se baseou em dados do Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos (CNPO), realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e informações sobre consumo de pesquisas da Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Vendas de máquinas agrícolas caem 11,8% no acumulado do ano

Segundo os dados, entre 2003 e 2017, as vendas de produtos orgânicos no país aumentaram quatro vezes. No ano de 2020, tiveram expansão de 30%, com o movimento de R$ 5,8 bilhões. Há ainda 953 certificações de orgânicos para produtos importados, de um total de 23 países, segundo dados do Mapa. São alimentos provenientes de espécies características de outros países (como amaranto, quinoa, damasco, azeite de oliva). A pesquisa também revelou que houve aumento de 75% no cadastro de produtores de orgânicos no país em quatro anos (2017 a 2022).

De acordo com a pesquisa, 1,28% das áreas de cultivo é referente a propriedades com agricultura orgânica e, dessas, 30% estão no Sudeste do país. Estimativas apontam que esse tipo de cultivo ocupa 0,6% das áreas agrícolas do país, com predomínio da produção vegetal em 36.689 estabelecimentos. Os outros 17.612 estabelecimentos dedicam-se à produção animal, enquanto uma parcela menor de 10.389 estabelecimentos têm produção animal e produção vegetal orgânicas.

“A oferta ainda não está bem esclarecida. A pesquisa mostra que há tendência de aumento da demanda, mas que a produção não suprirá essa demanda. Isso não está muito bem claro e precisa ser melhor estudado. Não está claro também os produtos que são mais demandados”, disse a pesquisadora da UFRGS Andreia Lourenço.

Para a pesquisadora, para melhorar esse quadro, é preciso abrir mais instâncias de participação na sociedade para construir isso junto com o consumidores e com produtores, já que esses espaços de discussão são essenciais para a elaboração de políticas públicas adequadas para os diferentes contextos existentes no Brasil.

“E que elas possam aprimorar ações que levem em consideração justamente esses diferentes contextos também pensando nas ações para diferentes escalas. Uma coisa é pensarmos numa escala mais local, outra coisa é a gente pensar em escala mais regional ou territorial. Por isso é importante ter não só uma política nacional, mas políticas estaduais de agroecologia e produção orgânica”, afirmou Andreia.

Para Carla Guindani, da empresa Raízes do Campo, que atua no setor de orgânicos da agricultura familiar, é necessário que haja investimentos nesse setor, principalmente para o desenvolvimento de tecnologias para produção de sementes, o que é a base de todo esse processo, porque são essas famílias que de fato fazem a produção agroecológica no Brasil hoje. Ela destacou ainda a importância do acesso a bioinsumos, maquinários adequados e da certificação de produtos orgânicos.

“Hoje há muito essa dúvida sobre comercializar e depois certificar porque é um processo caro e geralmente o agricultor não tem esse recurso. Poderia se criar uma metodologia e um incentivo de certificação sem a participação tão expressiva das certificadoras privadas que têm esse alto valor agregado”, disse.

Segundo ela, a logística também impacta no preço dos produtos, porque não há eficiência para fazer a distribuição. Outro item é a comercialização da produção orgânica, já que o varejo precisa compreender o novo momento vivido com a crescente demanda pelo consumo desses produtos.

“O varejo precisa aumentar o espaço na gôndola para oferecer os produtos agroecológicos para o consumidor e entender que esse segmento tem um valor agregado e que o consumidor está buscando esse tipo de produto. O preço sempre é o fator limitante e a gente vai diminuir o preço quando houver o aumento de consumo. E, quando há tecnologias adequadas para produção, diminui o custo da produção, e esses alimentos chegam ao supermercado e ao consumidor com preço mais acessível.”

Ela analisou ainda que a agroecologia é o único caminho que resta para a humanidade frear as mudanças climáticas. “Elas estão aí é são a prova da necessidade e da urgência de mudarmos os nossos hábitos de consumo e de relacionamento com o meio ambiente. O desmatamento, os monocultivos e o uso intensivos de agrotóxicos vêm cada vez mais provando ser um modelo inviável.”

Para Carla, a mudança de hábitos é necessária para criar um mecanismo e situações nas quais o relacionamento com o meio ambiente aconteça a partir da preservação e da regeneração. “E esse protagonismo está na agricultura familiar.”

 

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Notícias

Setor aposta em máquinas de alta tecnologia para aumentar as vendas

Por redação 11/12/2023
Escrito por redação

Em um ambiente cada vez mais competitivo, têm-se aumentado as buscas por alternativas e soluções que possam melhorar a produtividade

Setor aposta em máquinas de alta tecnologia para aumentar as vendas

Com inovação nas operações que utilizam máquinas e implementos, é possível proporcionar ao usuário final um equipamento mais produtivo, mais leve e com redução na manutenção, gerando economia e rentabilidade. Em 2022, o agronegócio participou com 24,8% do PIB e 47,6% das exportações brasileira e o setor gerou uma receita de US$ 159 bilhões

Sendo um dos principais pilares do PIB brasileiro, o segmento agrícola tem um consumo substancial de aço. Em 2022, de acordo com o Instituto Aço Brasil, houve um consumo aparente de aço de aproximadamente 24 milhões de toneladas, sendo destes, 420 mil toneladas apenas no setor agrícola (323 mil em aços planos).

Os implementos agrícolas, essenciais para o trabalho no campo, trazem agilidade e eficiência nas atividades, otimizando processos e facilitando o dia a dia do produtor rural.

Este é um mercado pujante, embora 2023 seja um ano de acomodação de mercado (expectativa de queda de 23%), está vindo de três anos excepcionais (crescimento médio superior a 20% ao ano), a previsão para os próximos três anos é de um crescimento de 22%.

Vendas de máquinas agrícolas caem 11,8% no acumulado do ano

Em um ambiente cada vez mais competitivo, têm-se aumentado as buscas por alternativas e soluções que possam melhorar a produtividade, e, claro, a rentabilidade do agricultor.

Neste contexto, a aplicação de aços especiais da siderúrgica sueca SSAB – multinacional líder mundial na fabricação de aços de alta resistência, produtora das marcas Hardox e Strenx, pode trazer inúmeros ganhos ao produtor rural.

A chapa antidesgaste Hardox, é a responsável por atender os principais desafios deste mercado, uma vez que garantimos a dureza da superfície ao centro, e por ser um aço tenaz com alta resistência ao impacto. Sem mencionar que terá uma maior previsibilidade de paradas para manutenção, em função da estabilidade/repetibilidade desse aço.

O Hardox 500 Tuf é mais indicado para operações já familiarizadas em utilizar/processar o Hardox® 450, uma vez que mantém as propriedades mecânicas do Hardox 450 com a dureza do Hardox 500. Estudos de caso mostram que este upgrade pode garantir uma melhora na vida útil da peça na ordem de 35%.

Já o aço estrutural Strenx, é um material de alto desempenho que proporciona um equipamento mais forte e mais leve, com maior absorção de impacto e com mais resistência na estrutura mecânica, além das vantagens em seu processamento, pela alta consistência de propriedades mecânicas.

O aço Strenx pode ser aplicado nas estruturas externas de equipamentos, em partes que exigem maior tenacidade e resistência mecânica para manter a rigidez e resistência do conjunto e tornar a viagem mais segura para o operador. O uso do material Strenx da SSAB pode resultar em máquinas mais leves, que utilizam menos combustível, consomem menos pneus, ajudando os agricultores a reduzir custos, aumentar a eficiência e obter altos rendimentos.

O agronegócio pode ser dividido em dois grupos, o dos grandes produtores (faturamento superior USD800 mil/ano), que estão focados em volume e produtividade e consequentemente investem pesado em maquinário moderno para estar sempre melhorando seus números; e os de pequeno (faturamento até USD70 mil/ano) e médio porte (faturamento entre USD70 mil/ano e USD800 mil/ano), onde o risco de se descapitalizar, em decorrência das incertezas político-econômicas, acaba minando o investimento em novas soluções. Então, hoje, o maior desafio é mostrar para este grupo dos pequenos e médios agricultores as vantagens em se trabalhar com os aços de alta resistência.

“Temos muito espaço para crescer junto aos OEMs, e o caminho mais curto seria fomentando a cultura do aço de alta resistência junto ao cliente final, o agricultor. Ele é o principal criador de demanda. Um meio seria através de uma aproximação maior junto às principais cooperativas”, diz Matheus Rodarte, Gerente Comercial da SSAB.

 

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Tecnologia

Pneus Trelleborg vencem como “Melhor Pneu Agrícola” no Prêmio Visão Agro

Por redação 08/12/2023
Escrito por redação

O Prêmio Visão Agro tem como objetivo reconhecer fornecedores que se destacam nas áreas de transformação e produção do setor do agronegócio em todo o país

Pneus Trelleborg vencem como "Melhor Pneu Agrícola" no Prêmio Visão AgroOs pneus Trelleborg conquistaram mais uma vez o prêmio “Melhor Pneu Agrícola” na 20ª edição do Prêmio Visão Agro Brasil por sua atuação na indústria agrícola brasileira, logo após o recebimento do mesmo prêmio na edição Visão Agro Centro-Sul. A cerimônia de premiação aconteceu nesta quinta-feira (7), em Ribeirão Preto (SP).

Vendas de máquinas agrícolas caem 11,8% no acumulado do ano

A Trelleborg têm se dedicado em apoiar o agronegócio brasileiro com soluções de pneus de ponta e sustentáveis há décadas. Apresentando compostos feitos com materiais reciclados e naturais e desenhos de bandas de rodagem otimizados, os pneus Trelleborg têm desempenhado um papel fundamental no aumento do rendimento das colheitas e na promoção de práticas agrícolas sustentáveis no vital setor brasileiro de cana-de-açúcar.

Fabio Meditieri, diretor de Vendas para a América do Sul da Yokohama TWS, comenta sobre a premiação. “Este prêmio é um testemunho da extensiva pesquisa e do compromisso inabalável com a inovação que investimos na engenharia e no desenvolvimento de novos pneus Trelleborg para atender às diversas necessidades dos agricultores em todo o Brasil, incluindo o importante mercado de cana-de-açúcar com o pneu Trelleborg TM800 Sugar Cane. Com seu modelo de banda de rodagem extragrande, que proporciona desempenho máximo no campo, este pneu é capaz de transportar cargas pesadas, operando com pressões muito baixas, o que contribui para reduzir a compactação do solo, melhorar a produtividade agrícola e aumentar o rendimento das colheitas. Neste ano, o Trelleborg TM800 Sugar Cane traz ainda uma capacidade de carga superior (171D) e compostos mais resistentes, atendendo às exigentes operações enfrentadas pelos agricultores brasileiros.”

Comemorando sua 20ª edição, o Prêmio Visão Agro tem como objetivo reconhecer fornecedores que se destacam nas áreas de transformação e produção do setor do agronegócio em todo o país. O evento foi realizado na cidade de Ribeirão Preto, reconhecida internacionalmente como a capital do agronegócio no Brasil.

 

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Notícias

Temperatura média atinge recorde no Brasil pelo quinto mês seguido

Por redação 08/12/2023
Escrito por redação

As temperaturas ficaram acima da média histórica em julho, agosto, setembro, outubro e novembro deste ano

Nos últimos meses, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vem realizando uma análise meteorológica específica para o Brasil, utilizando dados de temperatura média do ar das estações meteorológicas do Instituto espalhadas por todo o território nacional.

De acordo com o levantamento, as temperaturas ficaram acima da média histórica nos meses de julho a novembro, como mostra a tabela abaixo:

Temperatura média atinge recorde no Brasil pelo quinto mês seguidoDentre os cinco meses consecutivos mais quentes deste ano, setembro apresentou o maior desvio (diferença entre o valor registrado e a média histórica) desde 1961, com 1,6°C, seguido do mês de novembro, com 1,5°C acima da climatologia de 1991/2020 (média histórica).

A principal responsável por esse aumento da temperatura foi a onda de calor observada no mês de novembro, que foi semelhante a ocorrida em setembro, porém essa última foi mais abrangente e persistiu por doze dias seguidos de temperaturas acima da média.

Em 2023, o calor extremo observado em grande parte do País foi reflexo dos impactos do fenômeno El Niño (aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial), que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta.

Vendas de máquinas agrícolas caem 11,8% no acumulado do ano

Além da elevação da temperatura dos oceanos, outros fatores têm contribuído para a ocorrência de eventos cada vez mais extremos, como o aumento da temperatura global da superfície terrestre por conta do aumento das emissões de gases do efeito estufa.

De acordo com a versão provisória do Estado Global do Clima 2023, publicado no final de novembro pela a Organização Meteorológica Mundial (OMM), até outubro deste ano, a temperatura média da superfície global ficou 1,4°C acima da média de 1850/1900. Com este valor, o ano de 2023 é considerado o mais quente em 174 anos de medições meteorológicas, superando os anos de 2016, com 1,29°C acima da média, e 2020, com 1,27°C acima da média.

 

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Notícias

Vendas de máquinas agrícolas caem 11,8% no acumulado do ano

Por redação 08/12/2023
Escrito por redação

Dados da Anfavea apontam comercialização de 49,5 mil unidades nos primeiros dez meses do ano

Vendas de máquinas agrícolas caem 11,8% no acumulado do anoAs vendas de máquinas agrícolas no mercado brasileiro totalizaram 4.930 unidades em outubro, uma queda de 17,7% na comparação com setembro, aponta balanço da Anfavea, com base em dados da Fenabrave, divulgado nesta quinta-feira (7).

Na comparação com outubro de 2022, a comercialização de máquinas agrícolas registrou queda de 25,8%.

Previsão do IBGE para a safra 2024 de grãos tem queda de 3,2%

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, as vendas de máquinas agrícolas alcançaram mais de 49,5 mil unidades. Esse resultado é 11,8% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado.

Exportações

Já as exportações alcançaram 733 unidades em outubro, uma de 7% na comparação com setembro. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda de 37,4%.

Conab reduz estimativa da safra de grãos 2023/24 em 2,4% devido ao clima

No acumulado do ano até outubro, os embarques somam 7,5 mil unidades, queda de 13,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

 

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Tecnologia

Produtor de mirtilos ganha em produtividade com soluções da Tomra

Por redação 07/12/2023
Escrito por redação

Empresa deu mais um grande passo à frente ao investir no sistema de seleção e classificação KATO260 e nas estações de enchimento CURO

Produtor de mirtilos ganha em produtividade com soluções da TomraEm apenas cinco anos desde o seu arranque, a Logofruits tornou-se o maior produtor de mirtilos em Portugal e um dos maiores da Europa. Além de cultivar e embalar fruta para redes de supermercados bem conhecidas no norte da Europa e na Espanha, a Logofruits também passou a prestar serviços de embalagem a atacadistas da América do Sul e da África do Sul. E a empresa continua crescendo: para a sua sexta temporada, em 2024, a produção na sua planta de embalagem perto de Alcácer, passará de um turno por dia para dois turnos por dia.

Esta história de sucesso em rápida evolução foi possível graças à visão e aos padrões exigentes do fundador e sócio-gerente da empresa, Lourenço De Botton. Embora Lourenço tenha começado com cautela, com um modesto terreno de 15 hectares, contou com uma visão de negócio a longo prazo. Depois de pesquisar os desafios e as oportunidades da indústria do mirtilo e de visitar outras plantas de embalagem para ver como realizam suas operações, chegou a duas decisões importantes.

Uma dessas decisões foi investir em equipamentos da TOMRA Food para que a embalagem de fruta para exportação pudesse ser feita internamente ao invés de contratar a terceiros. Em preparação para a temporada de 2023, foram instaladas soluções de última geração na planta de Alcácer em novembro de 2022: o sistema de inspeção e classificação de alta precisão KATO260, da TOMRA, com inteligência artificial LUCAi™ e dois sistemas de enchimento automático de bandejas, potes e caixas, TOMRA CURO.

A outra decisão importante foi possibilitada pela primeira: obter uma nova fonte de receitas usando também o equipamento da TOMRA para classificar e embalar mirtilos de empresas sul-americanas (do Chile e do Peru) e sul-africanas que queriam vender na Europa. A localização da Logofruits em Alcácer, no distrito de Setúbal, 95 quilómetros a sul de Lisboa, está convenientemente perto das principais autoestradas e dos portos de exportação de Setúbal e Sines. A parcela de 15 hectares foi rapidamente aumentada para 90 hectares. Depois, foi adquirido um segundo terreno de 70 hectares mais perto de Lisboa para aumentar a produção da empresa e a época de colheita.

“Esperamos que a procura continue aumentando nos próximos anos, mas também esperamos que seja cada vez mais difícil para os pequenos produtores. Cada vez mais, este vai ser um segmento à escala industrial, com o controle de custos tornando-se ainda mais importante do que já é. Isto significa que a tecnologia é um dos fatores mais importantes para a nossa empresa – não só no campo, mas também nas nossas instalações de embalagem. Avaliamos exaustivamente o mercado e as várias soluções técnicas disponíveis antes de investir em equipamento. Esta pesquisa mostrou que existia uma grande sintonia entre as visões da Logofruits e da TOMRA”, explica Lourenço. Quando questionado sobre a utilidade das soluções da TOMRA, ele responde sem hesitar: “Elas mudam o jogo.”

Produtor de mirtilos ganha em produtividade com soluções da TomraO diretor de Embalagem da Logofruits na fábrica de Alcácer, Miguel Silva, confirma. “Antes de adquirirmos estas máquinas, estávamos enviando quase toda a nossa fruta para os nossos parceiros na Holanda, para ser embalada para os diferentes mercados europeus. Em Portugal, embalávamos apenas os produtos para o mercado interno, e o fazíamos manualmente. Com o novo equipamento, ganhamos o controle da qualidade dos nossos produtos e o poder de estipulação dos preços. Podemos controlar a qualidade até ao mais ínfimo detalhe. Com o KATO, podemos classificar por tamanho, nível de maciez e forma – entre frutas mais redondas ou mais ovais. Isto eliminou os problemas de rejeição de produtos pelos clientes. Reduzimos as rejeições quase a zero. Podemos satisfazer as especificações individuais de cada cliente, colocando exatamente a fruta que queremos em cada palete e caixa. Com a CURO 12 e 16, podemos fazer múltiplos formatos, atendendo duas encomendas distintas ao mesmo tempo.”

“A qualidade dos nossos produtos é agora excelente e fiável, o que aumentará ainda mais a nossa reputação e as nossas vendas. Podemos agora satisfazer as necessidades de mercados que não conseguíamos antes, abrindo também as portas a novas vendas. A nossa relação com a TOMRA é forte. Existe uma grande parceria que nos ajudará a continuar avançando”, finaliza Lourenço.

 

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Notícias

Ministro da Agricultura negocia R$ 500 milhões a mais para seguro rural

Por redação 07/12/2023
Escrito por redação

Segundo Fávaro, há necessidade de mais recursos devido às dificuldades climáticas enfrentadas pelos produtores rurais

Ministro da Agricultura negocia R$ 500 milhões a mais para seguro rural O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse nesta quarta-feira (6) que negocia com a equipe econômica mais R$ 500 milhões para o programa de subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) – a declaração foi dada durante audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

PIB da agropecuária tem queda de 3,3% no terceiro trimestre

De acordo com o ministro da Agricultura, em 2023, o valor de R$ 933 milhões reservado no Orçamento já foi consumido, mas há necessidade de mais recursos devido às dificuldades climáticas enfrentadas pelos produtores rurais e ao aumento do preço das apólices.

“Não podemos fechar o ano sem aportar, pelo menos, mais R$ 500 milhõs para o seguro rural. É prioridade total”.

O seguro rural é um auxílio fornecido pelo governo federal para que o produtor possa contratar uma apólice para cobrir riscos à safra, como estiagens. Desde 2020, o orçamento para essa ação tem girado em torno de R$ 1 bilhão.

 

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Notícias

Previsão do IBGE para a safra 2024 de grãos tem queda de 3,2%

Por redação 07/12/2023
Escrito por redação

Estimativa aponta safra de 306,2 milhões de toneladas

IBGE reduz estimativa da safra 2024 de grãosO segundo prognóstico da produção nacional de grãos, cereais, leguminosas e oleaginosas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para safra 2024 é de 306,2 milhões de toneladas, com queda de 3,2% (ou menos 10,1 milhões de toneladas) ante a safra anterior.

Já a estimativa de novembro para a Safra 2023 é de 316,3 milhões de toneladas, com alta de 20,2% (ou mais 53,1 milhões de toneladas) frente à Safra 2022 (263,2 milhões de toneladas) e um recuou de 995,3 mil toneladas (-0,3%) ante a estimativa de outubro.

Conab reduz estimativa da safra de grãos 2023/24 em 2,4% devido ao clima

A área a ser colhida (77,8 milhões de hectares) cresceu 6,3% frente a 2022 (mais 4,6 milhões de hectares) e diminuiu 0,2% (menos 192 633 hectares) frente a outubro.

O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos deste grupo, somados, representam 92,6% da estimativa da produção e respondem por 87,0% da área a ser colhida. Frente a 2022, houve aumento de 4,3% na área do milho (declínio de 2,0% no milho 1ª safra e alta de 6,4% no milho 2ª safra) e, ainda, no algodão herbáceo (7,1%), sorgo (26,9%), trigo (8,8%) e soja (8,0%). Houve recuo na área do arroz (-8,2%) e do feijão (-7,0%).

Houve aumentos na produção soja (26,9%), algodão herbáceo (14,4%), sorgo (49,9%) e no milho (18,9%, sendo mais 9,2% no milho na 1ª safra e mais 21,9% na 2ª safra). Houve quedas na produção do arroz em casca (-3,9%) e do trigo (-11,3%).

Previsão para a safra 2024

Em novembro de 2023, o IBGE realizou o segundo prognóstico de área e produção para a safra brasileira de grãos (cereais, leguminosas e oleaginosas) em 2024.

Segundo a estimativa, a safra 2024 deve chegar a 306,2 milhões de toneladas, um declínio de 0,7% (ou menos 2,3 milhões de toneladas) em relação ao prognóstico de outubro e de 3,2% (ou menos 10,1 milhões de toneladas) frente à safra de 2023.

No ano passado, a safra foi recorde e, portanto, é uma base de comparação relativamente elevada. O decréscimo da produção deve-se, principalmente, ao milho 2ª safra (-12,8% ou -13 168 154 t), ao sorgo (-10,9% ou -467 621 t) e ao algodão herbáceo em caroço (-4,4% ou -208 433 t).

A área prevista deve crescer para o arroz em casca (4,6%), feijão (5,3%), soja (0,1%) e milho 1ª safra (0,1%), e recuar para sorgo (-1,8%), trigo (-0,3%), milho 2ª safra (-4,4%) e algodão herbáceo em caroço (-0,4%).

 

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Produção de soja está estimada em 180,4 milhões de toneladas, diz Abiove
Notícias

Conab reduz estimativa da safra de grãos 2023/24 em 2,4% devido ao clima

Por redação 07/12/2023
Escrito por redação

Chuvas e altas temperaturas no Centro-Oeste contribuíram para a redução na estimativa da safra de grãos

Conab reduz estimativa da safra de grãos 2023/24 em 2,4% devido ao climaOs produtores brasileiros deverão colher 312,3 milhões de toneladas na safra de grãos 2023/24, volume 2,4% inferior ao obtido na temporada passada. A queda na estimativa de produção neste ciclo é explicada pela baixa ocorrência de chuvas e as altas temperaturas registradas nos estados do Centro-Oeste, enquanto que no Sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul, pelo excesso das precipitações.

Essas condições climáticas adversas afetaram o desenvolvimento de importantes culturas, como soja e trigo. Os dados estão no 3º Levantamento da Safra de Grãos 2023/24, divulgado nesta quinta-feira (7) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

“Estamos atentos e redobraremos o monitoramento das áreas produtoras. O comportamento do clima este ano é o fator mais determinante para as culturas que estão em plantio e em desenvolvimento, em função do El Niño. Além disso, os atrasos no plantio da soja abrem incertezas para o milho 2ª safra”, pondera o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sílvio Porto.

Importante produto para o abastecimento interno, o arroz tem previsão de alta na safra de 7,5%, podendo chegar a 10,79 milhões de toneladas. O melhor resultado é influenciado pela maior área destinada ao produto bem como uma recuperação na produtividade.

Ainda assim, o desenvolvimento da cultura, em especial no Rio Grande do Sul, principal estado produtor, tem sido afetado pelas condições climáticas adversas. O excesso de chuvas tem gerado uma umidade excessiva no solo, o que impede a conclusão da semeadura e dificulta os tratos culturais.

Embarques de soja em grão podem atingir 101,1 milhões de toneladas

Outro produto tradicional no consumo dos brasileiros, o feijão apresenta cenários diversos nas lavouras cultivadas nesta primeira safra pelo país.

Em São Paulo as condições gerais, até o momento, são de bom aspecto fitossanitário. Os efeitos das altas temperaturas e baixas precipitações foram amenizados pelo uso de irrigação.

Já em Minas, esse cenário de calor e irregularidade de chuvas trazem impactos nas operações de implantação e de manejo das lavouras. Ainda assim, somadas as 3 safras da leguminosa a expectativa é de uma produção de 3,1 milhões de toneladas.

Impactos na soja

O clima também tem trazido impacto para a safra de grãos de soja, principal cultura cultivada no país. O plantio da oleaginosa continua atrasado em todas as regiões produtoras. Em alguns estados os trabalhos de implantação da cultura ficaram próximos aos da última safra, como Paraná e Mato Grosso.

Com a irregularidade climática há a sinalização de redução da produtividade nos estados do Centro-Oeste. Em Mato Grosso as lavouras ainda apresentaram uma evolução satisfatória, mesmo com o pouco volume pluviométrico recebido.

Já em Goiás, Minas Gerais, Matopiba e Rio Grande do Sul, a área semeada se encontra bem abaixo do ocorrido na safra 2022/23. No Rio Grande do Sul é devido ao excesso hídrico, e nas demais regiões é por conta da irregularidade ou falta de precipitações.

Diante deste cenário, a estimativa de produção da soja nesta safra é de 160,2 milhões de toneladas. O clima ainda é um fator que pode influenciar neste resultado, principalmente quando ocorrem os estágios de floração e enchimento dos grãos.

Os técnicos da Companhia continuarão acompanhando o desenvolvimento das lavouras a fim de verificar os impactos das condições climáticas no desempenho final.

Cultivo do milho

Panorama semelhante é encontrado para o cultivo do milho 1ª safra. Os extremos climáticos, típicos de anos de influência do fenômeno El Niño, continuam a ocorrer nas regiões produtoras, atrasando o plantio do cereal.

Neste primeiro ciclo de cultivo do grão, é projetada uma produção de 25,3 milhões de toneladas – queda de 7,5% em relação à safra anterior. Já a colheita total de milho está estimada em 118,53 milhões de toneladas.

Nas culturas de inverno, foi identificada queda na produtividade em quase todos os produtos quando comparada à última safra. Para o trigo, principal produto, as chuvas volumosas, ventanias, granizo, enchentes, muita nebulosidade e poucos dias com sol dificultam a conclusão da colheita no Rio Grande do Sul. O volume de produção está estimado em 8,1 milhões de toneladas.

Mercado

As análises de mercado de grãos brasileiros mostram que as exportações de soja em grãos, de janeiro a novembro de 2023, continuam elevadas. Além disso, o line-up até o final de dezembro é estimado em mais de 100 milhões de toneladas.

Diante desse cenário, os embarques do grão foram elevados de 98,06 milhões de toneladas para 100,03 milhões de toneladas. Já para os esmagamentos foi verificada uma redução de 350 mil toneladas, motivada por uma diminuição nas estimativas de exportações de farelo e óleo de soja.

Já para o próximo ano, as exportações da oleaginosa estão estimadas em 101,59 milhões de toneladas, uma redução de 1,42 milhão de toneladas em relação ao último levantamento divulgado, influenciado pela atual estimativa do volume a ser colhido.

Queda também para os esmagamentos, reduzidos em 1,05 milhão de toneladas devido, principalmente, pela menor estimativa de venda no mercado interno de farelo de soja em 2024.

Para o milho, a expectativa é que o volume de exportações brasileiras do cereal em 2024 seja reduzido, podendo chegar a 38 milhões de toneladas. A queda projetada se deve em razão da perspectiva de menor produção nacional somada à maior oferta disponível no mercado internacional, em meio à boa safra norte-americana.

No caso do feijão-comum cores o panorama de mercado se apresenta favorável ao produtor. A cultura se encontra em plena entressafra, e o país conta apenas com os estoques remanescentes da terceira safra e das lavouras paulista na oferta de feijão novo, pelo menos até meados de janeiro de 2024. Com a previsão de oferta moderada e baixo estoque de passagem, a tendência é que os preços continuem atrativos para os agricultores durante os próximos dois meses.

Já o mercado de trigo continua apresentando cenário de baixa nos preços. O excedente de cereal russo, com preço mais competitivo que os dos demais países, segue atuando como um dos principais fatores de pressão das cotações. Além disso, a melhora climática em importantes países produtores europeus e na Austrália também atua como fator baixista das cotações.

 

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Exportações do agronegócio registram recorde em julho, com destaque para a soja
Notícias

Embarques de soja em grão podem atingir 101,1 milhões de toneladas

Por redação 06/12/2023
Escrito por redação

Exportação de farelo deve fechar 2023 em 22,3 milhões, enquanto que a de milho em 55,9 milhões

Embarques de soja em grão podem atingir 101,1 milhões de toneladas Em seu relatório semanal, divulgado nesta quarta-feira (06), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que os embarques de soja em grão devem fechar o ano em 101,1 milhões de toneladas, contra 77,8 milhões de 2022.

PIB da agropecuária tem queda de 3,3% no terceiro trimestre

Já os embarques de farelo de soja devem encerrar 2023 em 22,3 milhões de toneladas, contra 20,3 milhões do ano passado. Ademais, as exportações de milho devem fechar o ano em 55,9 milhões de toneladas, contra 44,6 milhões de toneladas de 2022.

 

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